O filme acerta ao construir uma atmosfera assustadora e sufocante, apresentando uma história que nos deixa intrigados quase o tempo todo, além de cenas cruas e visualmente impactantes
Tirando a fotografia e os cenários, que são de encher os olhos, não sobra quase nada numa história que jamais chega a despertar interesse, soando maçante em diversos momentos.
Apesar de os efeitos visuais deixarem muito a desejar e o roteiro ser quase inexistente, ainda assim a história consegue ter alguns bons momentos (em especial o número musical apresentado por Jennifer Hudson), que acabam salvando o filme de ser um espetáculo bizarro e sem graça. É pouco, mas também não chega a ser uma bomba.
Tudo o que o primeiro tinha em relação à clima e atmosfera, falta nesse capítulo dois, que prefere sustos fáceis a todo momento, se tornando cansativo e repetitivo. Salvam-se algumas poucas cenas e as atuações dos protagonistas.
A mesma história já contada milhares de vezes, mas aqui de maneira pobre e nada climática nem assustadora. O elenco é até competente e tenta dar alguma credibilidade ao filme, mas quase nada se salva.
Gostei muito do episódio final, bem simples, do tipo "a vida continua". Realmente, Lorelai é uma personagem extremamente cativante e é muito difícil não gostar dela. Já a Rory... Bom, a Rory é a Rory, com seus altos e baixos.
Finalmente Luke e Lorelai se acertaram, e poderia soar piegas, mas foi lindo toda a cidade se unindo pra fazer uma despedida pra Rory. E, pra finalizar, a cena final, exatamente no mesmo local onde o primeiro episódio da primeira temporada terminou. Não poderia ser mais simples e bonito.
A temporada mais fraca até o momento, com muitas cenas que pouco acrescentaram à narrativa. É até clichê falar, mas a Rory conseguiu a proeza de ser irritante em quase todos os episódios e eu não aguentava mais a relação dela com o Logan (a cada novo namorado que ela arruma, a história da personagem fica mais desinteressante). Lorelai acabou sendo o maior destaque, graças ao carisma de sua intérprete, porque todo o conflito da personagem se resumiu praticamente ao seu relacionamento com Luke e o casamento de ambos. E por falar nisso,
Um Polanski menor (BEM menor se comparado a seus melhores filmes), mas tem uma atmosfera que consegue gerar algum interesse, mesmo que a história não consiga alçar grandes voos e nem fugir do lugar-comum.
Não chega a ser ruim, mas dá a impressão de ficar pelo meio do caminho; não ata nem desata. Acaba valendo mesmo pelo bom time de atores e algumas (raras) boas cenas.
O mais fraco da trilogia, peca principalmente por não ser mais enxuto. Demora muito pra engrenar, com cenas arrastadas e que parecem não levar a lugar nenhum, mesmo que no terceiro ato melhore consideravelmente. No geral, dá pro gasto, mas fica muito aquém das expectativas.
Pra mim, o melhor filme de Yorgos Lanthimos até agora. História envolvente, excelentes atuações (a melhor da carreira de Emma Stone) e um final subjetivo. A minha interpretação é que,
embora tenha conquistado tudo o que almejou, Abigail percebeu que sempre seria tratada como uma mera serva. Portanto, não conseguiu alcançar o seu principal objetivo: ser a favorita da rainha, posto esse que sempre pertenceria à Sarah.
Realmente, há um planejamento de roubo na história, mas o longa tem um ritmo mais lento, com uma preocupação em desenvolver os personagens (mesmo que nem todos sejam bem aproveitados), além de tocar em temas pertinentes, deixando a ação em si bem para o final.
Em relação às atuações, os maiores destaques são Viola Davis e Elizabeth Debicki (até porque são as mais beneficiadas pelo roteiro), e a pequena, mas eficiente, participação de Robert Duvall.
A mesma coisa de sempre da maioria dos filmes de terror da atualidade: roteiro fraquíssimo, sustos óbvios, todos os clichês possíveis (fulano ouve um barulho lá não sei onde no meio da noite e vai ver o que é, efeitos sonoros que quase ensurdecem a plateia quando o capiroto aparece) e, pra piorar, um personagem usado como alívio cômico em uma história na qual não cabe o humor. Talvez o único ponto positivo seja a ambientação, mas é pouco, muito pouco.
Depois da desanimadora quinta temporada, Scandal voltou com tudo, cheia de reviravoltas surpreendentes, e entregou, talvez, a sua melhor temporada. O que contribuiu muito para isso foi, possivelmente, a redução de episódios em relação às temporadas anteriores, já que tudo se encaixou perfeitamente, não houveram pontas soltas e "barrigas", além de ter parado de focar tanto no romance entre Fitz e Olívia.
Gosto da Bree, mas eu não via a hora de acabar o plot envolvendo ela e o Keith, muito arrastado. E quando eu pensei que fossem finalmente parar de arrumar um romance pra personagem, me surge o tal detetive. Ela é muito mais interessante quando o roteiro foca em outros aspectos seus, como sua relação com o filho, por exemplo. Lynette, que sempre foi a minha dona de casa preferida, se mostrou totalmente egoísta e mesquinha, desnecessariamente, em relação à Tom. Aliás, achei essa atitude da personagem meio que forçação de barra do roteiro pra que os dois se separassem. O casal passou por várias dificuldades, incluindo a descoberta sobre o caso de Tom e Renée, e acabaram se separando por puro egoísmo de Lynette, que parece não ter aceitado bem o sucesso do marido (ridículo todo aquele escarcéu em torno do planejamento da viagem). Gabby teve os seus momentos mais dramáticos na série até o momento, após ter que se separar da filha, e a revelação sobre o seu passado. Aliás, bem chocante saber que ela foi estuprada pelo padrasto, porque a personagem sempre foi a mais "leve" das protagonistas, por isso eu não esperava um plot tão pesado. Enfim, parece que a personagem acabou amadurecendo. Susan acabou sendo a minha preferida, achei seus plots os mais interessantes da temporada. Provavelmente ela é a dona de casa mais sofrida da série. Passou por dificuldades financeiras, sofreu um acidente e precisou de um transplante de rim, foi vítima de Felicia, e etc. Aliás, falando da Felicia, que personagem insuportável! Não via a hora que ela finalmente saísse da história, e ainda bem que isso acabou acontecendo no final. Paul também me irritou um pouco, mas achei bem interessante a história envolvendo sua sede de vingança. Outra também que não me desceu foi Beth, e me senti aliviado quando a personagem acabou morrendo. Renée parece que chegou para substituir a falecida Edie. As duas têm a mesma personalidade, incluindo um egocentrismo que irrita às vezes. No final das contas, a personagem não foi aprofundada e não disse a que veio.
Com direção e fotografia perfeitas, é um filme hipnótico, e contém algumas das melhores cenas que eu vi em anos (como aquela em que os personagens dançam em meio aos fogos de artifício).
Assim como acontecera na quarta temporada, o plot envolvendo uma nova dona de casa (no caso, Angie) não me cativou e as cenas com essa nova família foram as mais desinteressantes.
Gostei do final que deram à Katherine (apesar de mal explorado), a gravidez de Lynette, o arco envolvendo Susan e a boate que ela herdou do ex-marido, assim como a falência dela e do Mike. Bree também esteve interessante (mas me senti aliviado com a morte de Karl, porque seu romance com ele já tava enchendo), e Gabrielle continuou sendo Gabrielle (um de seus melhores momentos foi quando se ofereceu como barriga de aluguel para o casal gay). E quanto ao retorno de Paul, no fim, não achei nada empolgante, já que, pra mim, era um personagem que não fazia falta.
Manteve o nível da primeira temporada, a não ser por um pequeno detalhe: Jess, que consegue ser um dos personagens mais chatos da história das séries! Nem nas cenas em que ele demonstra certo carinho pela Rory (a única pessoa a quem ele trata com o MÍNIMO de educação), eu consegui ter qualquer afeto por ele. Sério, como conseguiram criar um personagem tão detestável? Felizmente, as qualidades se sobressaem a esse defeito, como, por exemplo, a interação entre mãe e filha, as muitas referências ao cinema, literatura, etc, e o carisma dos personagens, em especial: Emily Gilmore (que mesmo com um tom arrogante às vezes, consegue ser cativante), Sookie e Christopher.
"Quando eu era jovem, eu tive uma namorada que morreu com 18 anos. Graças a Deus eu não vi ela ficar velha. Porque quando eu me lembro dela, eu também tenho 18 anos."
Apesar de à primeira vista o roteiro parecer um pouco raso e superficial, é um filme muito gostoso de se acompanhar, com bela fotografia e lindas paisagens. A história é mais focada nos diálogos e nos entrega poucas situações, o que para algumas pessoas pode soar maçante. P.S. Diane Lane parece a versão mais velha da personagem de Scarlett Johansson em Lost in Translation.
O Chalé
3.3 734 Assista AgoraO filme acerta ao construir uma atmosfera assustadora e sufocante, apresentando uma história que nos deixa intrigados quase o tempo todo, além de cenas cruas e visualmente impactantes
(como a do suicídio da personagem da Alicia Silverstone)
Não Fale com Estranhos
3.4 194 Assista AgoraE no final das contas o menino correndo nu na floresta não tinha nada a ver com nada...
Maria e João: O Conto das Bruxas
2.6 526Tirando a fotografia e os cenários, que são de encher os olhos, não sobra quase nada numa história que jamais chega a despertar interesse, soando maçante em diversos momentos.
Cats
1.7 375Apesar de os efeitos visuais deixarem muito a desejar e o roteiro ser quase inexistente, ainda assim a história consegue ter alguns bons momentos (em especial o número musical apresentado por Jennifer Hudson), que acabam salvando o filme de ser um espetáculo bizarro e sem graça. É pouco, mas também não chega a ser uma bomba.
It: Capítulo Dois
3.4 1,5K Assista AgoraTudo o que o primeiro tinha em relação à clima e atmosfera, falta nesse capítulo dois, que prefere sustos fáceis a todo momento, se tornando cansativo e repetitivo. Salvam-se algumas poucas cenas e as atuações dos protagonistas.
A Escuridão
2.0 193A mesma história já contada milhares de vezes, mas aqui de maneira pobre e nada climática nem assustadora. O elenco é até competente e tenta dar alguma credibilidade ao filme, mas quase nada se salva.
Gilmore Girls: Tal Mãe, Tal Filha (7ª Temporada)
4.3 271 Assista AgoraGostei muito do episódio final, bem simples, do tipo "a vida continua". Realmente, Lorelai é uma personagem extremamente cativante e é muito difícil não gostar dela. Já a Rory... Bom, a Rory é a Rory, com seus altos e baixos.
Finalmente Luke e Lorelai se acertaram, e poderia soar piegas, mas foi lindo toda a cidade se unindo pra fazer uma despedida pra Rory. E, pra finalizar, a cena final, exatamente no mesmo local onde o primeiro episódio da primeira temporada terminou. Não poderia ser mais simples e bonito.
Gilmore Girls: Tal Mãe, Tal Filha (6ª Temporada)
4.3 163 Assista AgoraA temporada mais fraca até o momento, com muitas cenas que pouco acrescentaram à narrativa. É até clichê falar, mas a Rory conseguiu a proeza de ser irritante em quase todos os episódios e eu não aguentava mais a relação dela com o Logan (a cada novo namorado que ela arruma, a história da personagem fica mais desinteressante). Lorelai acabou sendo o maior destaque, graças ao carisma de sua intérprete, porque todo o conflito da personagem se resumiu praticamente ao seu relacionamento com Luke e o casamento de ambos. E por falar nisso,
qual é a dificuldade do Luke em se aproximar da filha recém-descoberta e conciliar isso com o casamento? Não entendi o conflito.
Baseado em Fatos Reais
3.1 189Um Polanski menor (BEM menor se comparado a seus melhores filmes), mas tem uma atmosfera que consegue gerar algum interesse, mesmo que a história não consiga alçar grandes voos e nem fugir do lugar-comum.
Toda Arte é Perigosa
2.6 496 Assista AgoraNão chega a ser ruim, mas dá a impressão de ficar pelo meio do caminho; não ata nem desata. Acaba valendo mesmo pelo bom time de atores e algumas (raras) boas cenas.
Vidro
3.5 1,4K Assista AgoraO mais fraco da trilogia, peca principalmente por não ser mais enxuto. Demora muito pra engrenar, com cenas arrastadas e que parecem não levar a lugar nenhum, mesmo que no terceiro ato melhore consideravelmente. No geral, dá pro gasto, mas fica muito aquém das expectativas.
A Favorita
3.9 1,2K Assista AgoraPra mim, o melhor filme de Yorgos Lanthimos até agora. História envolvente, excelentes atuações (a melhor da carreira de Emma Stone) e um final subjetivo. A minha interpretação é que,
embora tenha conquistado tudo o que almejou, Abigail percebeu que sempre seria tratada como uma mera serva. Portanto, não conseguiu alcançar o seu principal objetivo: ser a favorita da rainha, posto esse que sempre pertenceria à Sarah.
As Viúvas
3.4 409 Assista Agora"As Viúvas" não é um típico filme de assalto e o trailer pode enganar alguns nesse sentido.
Realmente, há um planejamento de roubo na história, mas o longa tem um ritmo mais lento, com uma preocupação em desenvolver os personagens (mesmo que nem todos sejam bem aproveitados), além de tocar em temas pertinentes, deixando a ação em si bem para o final.
A Freira
2.5 1,5K Assista AgoraA mesma coisa de sempre da maioria dos filmes de terror da atualidade: roteiro fraquíssimo, sustos óbvios, todos os clichês possíveis (fulano ouve um barulho lá não sei onde no meio da noite e vai ver o que é, efeitos sonoros que quase ensurdecem a plateia quando o capiroto aparece) e, pra piorar, um personagem usado como alívio cômico em uma história na qual não cabe o humor. Talvez o único ponto positivo seja a ambientação, mas é pouco, muito pouco.
Desobediência
3.7 728 Assista AgoraSó por tocar Lovesong já me ganhou. Mas o filme também é bom,
só o final em aberto é que deixou a desejar.
Escândalos: Os Bastidores do Poder (6ª Temporada)
4.1 63 Assista AgoraDepois da desanimadora quinta temporada, Scandal voltou com tudo, cheia de reviravoltas surpreendentes, e entregou, talvez, a sua melhor temporada. O que contribuiu muito para isso foi, possivelmente, a redução de episódios em relação às temporadas anteriores, já que tudo se encaixou perfeitamente, não houveram pontas soltas e "barrigas", além de ter parado de focar tanto no romance entre Fitz e Olívia.
Desperate Housewives (7ª Temporada)
4.4 106Apesar de ser a temporada mais fraca até o momento, não foi ruim.
Gosto da Bree, mas eu não via a hora de acabar o plot envolvendo ela e o Keith, muito arrastado. E quando eu pensei que fossem finalmente parar de arrumar um romance pra personagem, me surge o tal detetive. Ela é muito mais interessante quando o roteiro foca em outros aspectos seus, como sua relação com o filho, por exemplo.
Lynette, que sempre foi a minha dona de casa preferida, se mostrou totalmente egoísta e mesquinha, desnecessariamente, em relação à Tom. Aliás, achei essa atitude da personagem meio que forçação de barra do roteiro pra que os dois se separassem. O casal passou por várias dificuldades, incluindo a descoberta sobre o caso de Tom e Renée, e acabaram se separando por puro egoísmo de Lynette, que parece não ter aceitado bem o sucesso do marido (ridículo todo aquele escarcéu em torno do planejamento da viagem).
Gabby teve os seus momentos mais dramáticos na série até o momento, após ter que se separar da filha, e a revelação sobre o seu passado. Aliás, bem chocante saber que ela foi estuprada pelo padrasto, porque a personagem sempre foi a mais "leve" das protagonistas, por isso eu não esperava um plot tão pesado. Enfim, parece que a personagem acabou amadurecendo.
Susan acabou sendo a minha preferida, achei seus plots os mais interessantes da temporada. Provavelmente ela é a dona de casa mais sofrida da série. Passou por dificuldades financeiras, sofreu um acidente e precisou de um transplante de rim, foi vítima de Felicia, e etc. Aliás, falando da Felicia, que personagem insuportável! Não via a hora que ela finalmente saísse da história, e ainda bem que isso acabou acontecendo no final. Paul também me irritou um pouco, mas achei bem interessante a história envolvendo sua sede de vingança. Outra também que não me desceu foi Beth, e me senti aliviado quando a personagem acabou morrendo.
Renée parece que chegou para substituir a falecida Edie. As duas têm a mesma personalidade, incluindo um egocentrismo que irrita às vezes. No final das contas, a personagem não foi aprofundada e não disse a que veio.
A Cidade dos Amaldiçoados
3.1 363Tive a impressão que o roteiro poderia ter ido além, mas a ótima direção de John Carpenter faz manter o interesse.
Os Amantes de Pont Neuf
4.2 131 Assista AgoraCom direção e fotografia perfeitas, é um filme hipnótico, e contém algumas das melhores cenas que eu vi em anos (como aquela em que os personagens dançam em meio aos fogos de artifício).
Boneco do Mal
2.7 1,2K Assista AgoraO final não tem sentido nenhum, mas por algum motivo eu acabei gostando
Desperate Housewives (6ª Temporada)
4.3 84Assim como acontecera na quarta temporada, o plot envolvendo uma nova dona de casa (no caso, Angie) não me cativou e as cenas com essa nova família foram as mais desinteressantes.
Gostei do final que deram à Katherine (apesar de mal explorado), a gravidez de Lynette, o arco envolvendo Susan e a boate que ela herdou do ex-marido, assim como a falência dela e do Mike. Bree também esteve interessante (mas me senti aliviado com a morte de Karl, porque seu romance com ele já tava enchendo), e Gabrielle continuou sendo Gabrielle (um de seus melhores momentos foi quando se ofereceu como barriga de aluguel para o casal gay). E quanto ao retorno de Paul, no fim, não achei nada empolgante, já que, pra mim, era um personagem que não fazia falta.
Gilmore Girls: Tal Mãe, Tal Filha (2ª Temporada)
4.4 198 Assista AgoraManteve o nível da primeira temporada, a não ser por um pequeno detalhe: Jess, que consegue ser um dos personagens mais chatos da história das séries! Nem nas cenas em que ele demonstra certo carinho pela Rory (a única pessoa a quem ele trata com o MÍNIMO de educação), eu consegui ter qualquer afeto por ele. Sério, como conseguiram criar um personagem tão detestável? Felizmente, as qualidades se sobressaem a esse defeito, como, por exemplo, a interação entre mãe e filha, as muitas referências ao cinema, literatura, etc, e o carisma dos personagens, em especial: Emily Gilmore (que mesmo com um tom arrogante às vezes, consegue ser cativante), Sookie e Christopher.
Histórias Que Só Existem Quando Lembradas
4.1 282"Quando eu era jovem, eu tive uma namorada que morreu com 18 anos. Graças a Deus eu não vi ela ficar velha. Porque quando eu me lembro dela, eu também tenho 18 anos."
Paris Pode Esperar
3.2 114 Assista AgoraApesar de à primeira vista o roteiro parecer um pouco raso e superficial, é um filme muito gostoso de se acompanhar, com bela fotografia e lindas paisagens. A história é mais focada nos diálogos e nos entrega poucas situações, o que para algumas pessoas pode soar maçante.
P.S. Diane Lane parece a versão mais velha da personagem de Scarlett Johansson em Lost in Translation.