Vou dar uma estrela e meia pela diretora de fotografia pq pqp, eu queria dar uma nota melhora fazendo de conta que é uma releitura "empoderada" por ser um projeto de mulher, mas gente, isso foi até ultrajante com a obra da Emily Bronte, pq não chamaram de soft porn slightly medieval feito por fetiche de mulher rica? Hoje em dia se faz filme só por dinheiro mesmo, uma pena.
Ah, gnt, a fotografia é tão bonitinha que quase dá pra esquecer que o crush dela é um gato, no fim, tudo é trauma - p.s: com a quantia de pai de pet que tem hoje em dia, acho essa nota uma hipocrisia, bj
Não sei se porque eu me identifiquei muito com a Joy, mas assim, parece que as mulheres, principalmente depois de terem filhos são sabotadas em qualquer momento da história humana. Amei esse filme.
Pra mim foi o episódio do date com a médica - em que ele defende que o que faz é arte - e é, mas, convenhamos, né, gente, que também não é, (zumbi com diarreia?) achei puro suco de Hollywood, ri demais, os dois últimos episódios foram muito true Seth Rogen, teve até o Franco, muito bom. P.s: eles deviam fazer um trailer do filme do Kool-aid na segunda temporada, rs
A cultura é a família da nossa família, como disse a Clarissa Pinkola - só que só uma dessas famílias a gente consegue tentar controlar, pra mim foi a parte em que eles dizem: ele estava no quarto o tempo todo, acreditávamos que ele estava seguro. Não é fácil lidar com crianças e adolescentes hoje e tenho poucas esperanças de que melhore. Mas é uma boa série e faz pensar, mesmo que não se aprofunde tanto.
Gostei, mas o final ficou meio atropelado, precisava de um pouco mais de desenvolvimento pra gente entender a escolha da Kate, pena que não foi nos anos 2020 pra virar uma série.
Vejo pq meu cotidiano tem fome de fairy tales e pq é uma série publicitária de Paris que eu gosto de assistir enquanto faço outra coisa (o que ajuda a acalmar meu TDAH.
Ele é tão chato até a metade que eu quase desisti, mas o final compensa um pouco. É difícil encontrar amor (até mesmo o próprio) numa cultura tão utilitarista e hiper sexualizada. A caracterização dos russos é muito ode ao império americano, né, mas esperar o quê.
Ninguém comentou que apesar de tudo, Fúsi tinha um amigo de verdade. Também sendo um ser humano tão querido, mereceria até um amor, se os roteiros de filmes nórdicos não fossem como a vida, pouco hollywoodianos, mas reais. É assim mesmo.
Assisti na pandemia e esqueci de marcar, lendo comentários aqui, a personagem que sobreviveu a prova do tempo, pra mim, foi a Haidée, queridíssima, em meio ao culto a juventude que é a sociedade, ver ela redescobrir a vida foi lindo.
Não entendi essa nota, Frida é uma das raras personalidades na arte (e até na história) que quanto mais se conhece, mais se gosta e admira, o único defeito que eu daria pra esse documentário é que ele só tem uma hora e meia - e eu que nunca vou gastar as centenas de reais que custa o livro diário da Frida, gostaria de ter ouvido mais algumas passagens desde as dores aos affairs e mesmo a sua relação com a arte - a sua redentora. Tive o privilégio de ver algumas obras dela em SP (isso eu comentei só porque agora que vivo no interior acaba sendo um grande acontecimento, rs).
Primeiro me apaixonando por alguém só por mensagem de texto – a pessoa sendo mais velha e eu me assustando com cada passo dele, ao mesmo tempo que paralisada de medo de não agradar – então influenciada por amigxs que acabavam aumentando as minhas dúvidas quanto a relação por não entenderem, de fora, todos os nuances que as interações tinham. Eu era oprimida¿ eu tinha sido abusada¿ e que mulher nunca se arrependeu de ter ido pra casa do cara – estar na cama do cara – ver ele tirar a roupa e sentido vontade de recuar e não ter sido capaz de dizer e ter sido quase estuprada por educação, por tabu, porque é mais fácil acabar logo com aquilo do que explicar que perdeu o tesão e que preferia só ir pra casa e voltar a ter uma relação platônica que ele nunca aceitará porque afinal, você acha que ele é seu amigo¿ ele tem amigos, ele não precisa de você se você não for, afinal, abrir as pernas – de qualquer forma, é o que ele busca e se você não der, a próxima garota não vai querer você mosqueando ao redor do homem dela. Isso é a vida. Outra coisa, aos 20 a gente é muito self absorved mesmo – quando Robert fala a profissão dele e menciona que ela nunca perguntou, me lembrou sobre como eram esquecíveis as ocupações dos caras quando não estavam comigo. Enfim. Ainda assim, ela quase arruinou a vida do cara por interpretações equivocadas/exageradas pelo medo das estatísticas e séries da tv, ela acabou mais gerando violência do que evitando violência. Claro, ele foi misógino ao xingar Margot, mas na cabeça dele, ele tinha sido rejeitado depois de um date incrível (pra ele). A falta de comunicação é sempre a vilã – ela faz com que carreguemos muitos demônios pra queimar na terapia. True story. Mais o choque de gerações, verdade, as vezes a gente acha que tá arrazando, mas a geração z é outra coisa, sei porque acho difícil assistir coisas com o meu irmão, claro. Still into older guys, rs
Pessoal que diz que os orientais são todos iguais deveriam assistir esse filme porque eu ficava confundindo o pastor, o cara só estádio e o do hotel que eram muito iguais.
Bora lá, primeiro, agora eu entendo melhor a Taylor Swift. Segundo: não sei o que é mais utópico o happy ending monogâmico e eternamente satisfatório ou a poligamia e a honestidade levando-se em conta o ser humano e seu ego do tamanho dos EUA. Terceira e última: achei super contemporânea: o casal millenial (milenar) tentando fazer algo funcionar dentro do caos do casamento e da vida e o casal geração z chegando pra tacar o fds e sair de desconstruidor. Mas adorei o final, que não gostaria de ter tudo?
O Morro dos Ventos Uivantes
2.9 168 Assista AgoraVou dar uma estrela e meia pela diretora de fotografia pq pqp, eu queria dar uma nota melhora fazendo de conta que é uma releitura "empoderada" por ser um projeto de mulher, mas gente, isso foi até ultrajante com a obra da Emily Bronte, pq não chamaram de soft porn slightly medieval feito por fetiche de mulher rica? Hoje em dia se faz filme só por dinheiro mesmo, uma pena.
Dalloway
2.8 2Pior que esses filmes de IA nem parecem ficção científica mais.
As Órfãs da Rainha
3.3 2É um pouco longo, mas não deixa de ser um filme muito bem feito, a fotografia, as atuações e a narrativa, tudo muito bonito.
Love Me
2.9 15 Assista AgoraMas gente e que bóia smart não ia querer ser a Kristen Stewart? Digo, e quem sabe quem é, afinal?
Ele é Um Gato!
1.9 3 Assista AgoraAh, gnt, a fotografia é tão bonitinha que quase dá pra esquecer que o crush dela é um gato, no fim, tudo é trauma - p.s: com a quantia de pai de pet que tem hoje em dia, acho essa nota uma hipocrisia, bj
A Lágrima Secreta
3.6 2Não sei se porque eu me identifiquei muito com a Joy, mas assim, parece que as mulheres, principalmente depois de terem filhos são sabotadas em qualquer momento da história humana. Amei esse filme.
O Estúdio (1ª Temporada)
4.2 104 Assista AgoraPra mim foi o episódio do date com a médica - em que ele defende que o que faz é arte - e é, mas, convenhamos, né, gente, que também não é, (zumbi com diarreia?) achei puro suco de Hollywood, ri demais, os dois últimos episódios foram muito true Seth Rogen, teve até o Franco, muito bom.
P.s: eles deviam fazer um trailer do filme do Kool-aid na segunda temporada, rs
Adolescência
4.0 611 Assista AgoraA cultura é a família da nossa família, como disse a Clarissa Pinkola - só que só uma dessas famílias a gente consegue tentar controlar, pra mim foi a parte em que eles dizem: ele estava no quarto o tempo todo, acreditávamos que ele estava seguro. Não é fácil lidar com crianças e adolescentes hoje e tenho poucas esperanças de que melhore. Mas é uma boa série e faz pensar, mesmo que não se aprofunde tanto.
Kate & Leopold
3.4 272Gostei, mas o final ficou meio atropelado, precisava de um pouco mais de desenvolvimento pra gente entender a escolha da Kate, pena que não foi nos anos 2020 pra virar uma série.
All the Beauty and the Bloodshed
3.6 25Eu gosto muito do trabalho da Nan Goldin como fotografa, mas a vida dela e a coragem dela são quase mais lindos ainda.
In Your Eyes
3.7 330Não tenho maturidade pra esse tipo de filme.
Cassandra
3.4 177 Assista AgoraA gente fica meio assim do pessoal
ter tanto medo de um robô
mas é uma série que te prende do início ao fim, sem falar que essa temática tecnologia encontra masculinidade tóxica tá o máximo.
Emily em Paris (2ª Temporada)
3.4 176 Assista AgoraVejo pq meu cotidiano tem fome de fairy tales e pq é uma série publicitária de Paris que eu gosto de assistir enquanto faço outra coisa (o que ajuda a acalmar meu TDAH.
Anora
3.4 1,1K Assista AgoraEle é tão chato até a metade que eu quase desisti, mas o final compensa um pouco. É difícil encontrar amor (até mesmo o próprio) numa cultura tão utilitarista e hiper sexualizada. A caracterização dos russos é muito ode ao império americano, né, mas esperar o quê.
Violette
4.0 100 Assista AgoraFiquei com vontade de ler um livro dela, pena que tá o preço da morte.
Tutta colpa di Freud
3.6 7Todo mundo é tão bonito nesse filme. Muitos anos que eu não presenciava um fenômeno desses, realmente.
Mamonas Assassinas: O Filme
2.3 318Parece filme de fã, mas não no bom sentido.
Desajustados
3.9 119 Assista AgoraNinguém comentou que apesar de tudo, Fúsi tinha um amigo de verdade. Também sendo um ser humano tão querido, mereceria até um amor, se os roteiros de filmes nórdicos não fossem como a vida, pouco hollywoodianos, mas reais. É assim mesmo.
Sessão de Terapia (4ª Temporada)
4.4 29Assisti na pandemia e esqueci de marcar, lendo comentários aqui, a personagem que sobreviveu a prova do tempo, pra mim, foi a Haidée, queridíssima, em meio ao culto a juventude que é a sociedade, ver ela redescobrir a vida foi lindo.
Frida
4.0 14 Assista AgoraNão entendi essa nota, Frida é uma das raras personalidades na arte (e até na história) que quanto mais se conhece, mais se gosta e admira, o único defeito que eu daria pra esse documentário é que ele só tem uma hora e meia - e eu que nunca vou gastar as centenas de reais que custa o livro diário da Frida, gostaria de ter ouvido mais algumas passagens desde as dores aos affairs e mesmo a sua relação com a arte - a sua redentora. Tive o privilégio de ver algumas obras dela em SP (isso eu comentei só porque agora que vivo no interior acaba sendo um grande acontecimento, rs).
Cama de Gato
2.9 32Assisti Cat person e me senti muito impactada porque o cara tinha quase a minha idade, mas a menina jovem era claramente eu – anos atrás.
Primeiro me apaixonando por alguém só por mensagem de texto – a pessoa sendo mais velha e eu me assustando com cada passo dele, ao mesmo tempo que paralisada de medo de não agradar – então influenciada por amigxs que acabavam aumentando as minhas dúvidas quanto a relação por não entenderem, de fora, todos os nuances que as interações tinham. Eu era oprimida¿ eu tinha sido abusada¿ e que mulher nunca se arrependeu de ter ido pra casa do cara – estar na cama do cara – ver ele tirar a roupa e sentido vontade de recuar e não ter sido capaz de dizer e ter sido quase estuprada por educação, por tabu, porque é mais fácil acabar logo com aquilo do que explicar que perdeu o tesão e que preferia só ir pra casa e voltar a ter uma relação platônica que ele nunca aceitará porque afinal, você acha que ele é seu amigo¿ ele tem amigos, ele não precisa de você se você não for, afinal, abrir as pernas – de qualquer forma, é o que ele busca e se você não der, a próxima garota não vai querer você mosqueando ao redor do homem dela. Isso é a vida. Outra coisa, aos 20 a gente é muito self absorved mesmo – quando Robert fala a profissão dele e menciona que ela nunca perguntou, me lembrou sobre como eram esquecíveis as ocupações dos caras quando não estavam comigo. Enfim. Ainda assim, ela quase arruinou a vida do cara por interpretações equivocadas/exageradas pelo medo das estatísticas e séries da tv, ela acabou mais gerando violência do que evitando violência. Claro, ele foi misógino ao xingar Margot, mas na cabeça dele, ele tinha sido rejeitado depois de um date incrível (pra ele). A falta de comunicação é sempre a vilã – ela faz com que carreguemos muitos demônios pra queimar na terapia. True story. Mais o choque de gerações, verdade, as vezes a gente acha que tá arrazando, mas a geração z é outra coisa, sei porque acho difícil assistir coisas com o meu irmão, claro. Still into older guys, rs
Segredos de um Escândalo
3.4 396 Assista AgoraEu gostei, mas essa trilha sonora de pianinhos parece filme dos anos 90 - como se eles estivessem ambientando duplamente o espectador no ano do caso.
Italiano para Principiantes
3.7 25Pessoal que diz que os orientais são todos iguais deveriam assistir esse filme porque eu ficava confundindo o pastor, o cara só estádio e o do hotel que eram muito iguais.
Conversas entre amigos (1ª Temporada)
3.7 27Bora lá, primeiro, agora eu entendo melhor a Taylor Swift. Segundo: não sei o que é mais utópico o happy ending monogâmico e eternamente satisfatório ou a poligamia e a honestidade levando-se em conta o ser humano e seu ego do tamanho dos EUA. Terceira e última: achei super contemporânea: o casal millenial (milenar) tentando fazer algo funcionar dentro do caos do casamento e da vida e o casal geração z chegando pra tacar o fds e sair de desconstruidor. Mas adorei o final, que não gostaria de ter tudo?