De Olhos Bem Fechados: o que não vemos é o que mais assombra
Revisitei esse filme após alguns anos, motivado pelas teorias que apontam coincidências entre sua narrativa e o caso Epstein. Seja ou não uma forma de expor algo, jamais saberemos e a morte de Stanley Kubrick torna essa pergunta ainda mais inquietante. Ele morreu de ataque cardíaco seis dias após exibir o filme para Tom Cruise, Nicole Kidman e executivos da Warner Bros. A Warner insiste que o que foi lançado é o seu corte final, mas cineastas próximos a Kubrick discordam: o que temos, segundo eles, é provavelmente o seu primeiro corte. Para um diretor famoso pela obsessão com edição que reeditou tanto 2001 quanto O Iluminado após exibições iniciais, é difícil acreditar que ele teria parado por aí.
Quando vi o filme pela primeira vez, há mais de dez anos, provavelmente não cheguei ao final. Desta vez, meu olhar foi além da atuação contida de Nicole Kidman que, devo ser justo, tem poucos minutos em tela. Na época, Tom Cruise e ela eram um casal fora das telas, o que torna ainda mais impressionante a ausência de conexão entre eles no filme. Para uma obra de tamanha carga erótica e emocional, essa frieza é quase desconcertante.
O grande acerto do filme está no clima de suspense e na trilha sonora em especial aquelas notas de piano que surgem nos momentos de angústia do protagonista. Uma melodia que não consola nem explica: apenas instala o desconforto. Se ele não entende o que está vivendo, nós, como audiência, entendemos ainda menos.
Já li críticas que apontam situações mal desenvolvidas, mas consigo me colocar no lugar do personagem: a estranheza das situações, o sentimento de perseguição e, mesmo assim, a persistência da curiosidade. Mesmo diante dos riscos ou melhor, sem sequer compreendê-los plenamente ele continua nessa espiral de sedução e perigo. Há algo de profundamente humano nisso.
Afinal, o filme é sobre seitas? Sexo? Traição? Desejos reprimidos? Talvez seja tudo isso ou, melhor ainda, talvez seja sobre como a mente humana nos prega peças e nos arrasta para as piores decisões quando estamos acuados. O enredo externo é quase um pretexto para o verdadeiro drama: o que acontece dentro da cabeça de um homem que, pela primeira vez, enxerga o abismo dos próprios desejos e dos desejos da mulher ao seu lado.
Kubrick sabia como operar no inconsciente do espectador. Em O Iluminado mesmo desprezado por Stephen King, autor do livro original vemos Jack Nicholson sendo devorado por forças que mal conseguimos nomear. O sobrenatural dessa obra não tem nada a ver com De Olhos Bem Fechados, mas a forma como ambos lidam com a erosão da sanidade e do autocontrole permite traçar um fio entre eles.
Em breve veremos Tom Cruise em um projeto diferente: Digger, dirigido por Alejandro González Iñárritu. Depois de anos dedicado às franquias de ação, é satisfatório ver o ator multifacetado retornando a projetos de menor escala e de maior risco criativo.
De Olhos Bem Fechados é um filme para quem quer apreciar e temer a natureza humana. No próprio título há uma metáfora precisa: não é o que vemos que ameaça nossos relacionamentos e nossa razão, mas o que mantemos fechado, reprimido, inconsciente. Kubrick nos convida a abrir os olhos para exatamente isso e nos deixa desconfortáveis.
Existe uma glamourização em torno dos filmes do PTA. Inegavelmente é um ótimo diretor e, assim como todos os outros tão bons quanto ele, também entrega filmes ruins, medianos, bons e ótimos. Isso faz parte da filmografia de qualquer cineasta. Entendo que diretores tenham essa "licença", nem sempre uma ideia ou crítica funcionam bem nas telonas.
Sobre este filme, não sabia o que esperar. A expectativa veio mais pelo elenco, pois minha última experiência com PTA havia sido o entediante Licorice Pizza, filme que me fez duvidar que fosse do mesmo diretor de uma das melhores obras dos últimos anos, Sangue Negro, e de outros bons trabalhos como Vício Inerente e Trama Fantasma. Aqui, foram 3 horas difíceis. Não tive conexão com nenhum personagem nem com a história. Entendo que é um filme muito bem feito, com cenas complicadas e corajosas de se realizar. Mas, com o perdão do trocadilho, foi uma grande batalha terminar este filme.
Eu acho que a melhor definição para esse filme foi uma palavra que vi aqui mesmo no Filmow: Inofensivo.
Talvez o problema esteja comigo que inevitavelmente dormi uns 20 minutos do filme mas por ter um roteiro incrementado de piadinha lá Guardiões da Galáxia, não mudaram em nada minha experiência.
O cachorro é fofo, Nicholas foi talvez a melhor escolha, a Lois poderia ter tido mais tempo em tela e David Corenswet tem o estereotipo Superhomem só lhe falta o poder da atuação mas também nada que estrague um filme de super herói.
Achei que o filme mais se preocupou em piadas inofensivas a cada 5 minutos e um Super homem que não é tão super assim, a não ser por salvar as pessoas no meio de uma cidade sendo destruída. Esse super talvez seja o coadjuvante enquanto os outros derrotam os inimigos.
Se fosse uma escolha as cegas entre os dois, a paixâo seria convicente mesmo sendo um pobre e outro rico. Mas depois de ter tido uma experiência ruim, falar abertamente o que nao queria mais, ficou um pouco raso a segunda chance
De qualquer forma eu gostei do filme como um passatempo e sai preferindo Hitch pois é mais divertido, rs.
Ótimo filme e, na minha opinião, melhor que "Fale Comigo". É brutal, assim como o luto.
Só que aqui, obviamente, elevado a situações absurdas, deprimentes e fora de qualquer aprovação. Gostei de como as coisas simplesmente acontecem e não são mastigadas para o público. Quem assiste já tem o mínimo de conhecimento sobre algumas coisas, então não precisa de uma introdução a tudo - isso afetaria demais toda a história.
Gostei da coragem em desenvolver e descartar. Atuações ótimas de todos os envolvidos. O filme de terror é bom quando não precisa de jump scares para assustar.
Não funcionou para mim, aliás eu gosto apenas do primeiro. Eu tenho um sentimento estranho por essa história, ao mesmo tempo que gostaria de ver o início de tudo ou o final, o segundo e terceiro filme me mostram que o original é impecável e que não precisa de mais explicações.
Eu não consegui me conectar tanto com o filme, o russinho é insuportável, algumas cenas são longas sem necessidade. Chegou um momento que eu lembrei de Joias Brutas e eu odiei esse filme. As atuações são ótimas, principalmente a cena final mas eu não consegui comprar a ideia do sonho perdido. Talvez seja o ano mais fraco da academia e tudo bem, nem sempre temos filmes magistrais.
Talvez por sempre esperar muito de Robert Eggers, acabei me decepcionando. Não gostei do visual do Conde Orlok, não gostei da atuação dos personagens principais com exceção de Ineson e Defoe. Acho a fotografia e a ambientação linda mas foi difícil de passar por algumas cenas principalmente as do Aaron Taylor-Johnson, muito caricato.
Gostei do filme, é um bom passatempo. Ele segue muito pelo caminho dos filmes de Jordan Peele e O Menu mas esbarra em algumas coisas. Não fiquei muito convencido com as atuações e certamente não gostei do final.
Por um momento me lembrei de um filme de 2011 um pouco mais angustiante chamado Sleeping Beauty.
De qualquer forma foi um bom primeiro trabalho de Zoë Kravitz.
Eu gostei muito do filme, me deixou inclusive com muita curiosidade para saber mais dos assuntos relacionados a ele.
Visualmente o filme é lindo assim como sua trilha sonora. O quarteto principal com destaque para os personagens Hwarim e Kim Sang Deok passam muita verdade e tornam o filme ainda mais crível.
Acontece que ele tem um grande complicador, sua duração. Então por mais aberto que você esteja para a toda essa história, não é difícil achar que caiu para a bobeira no final.
O hype, sempre ele acabando com as minhas experiências.
Eu adoro filmes de bodyhorror ainda mais com efeitos práticos, sou muito fã de David Cronenberg mesmo nas suas loucuras mais alucinógenas, mas na minha opinião, muitos filmes dele tem o mesmo problema que este aqui:
Resolver finalmente parar a substância. Depois disso é um de um exagero absurdo que irrita pelas sua looooongas cenas. Quando finalmente vira um monstrão, eu achei que acabaria mas não ela volta para uma cena absolutamente sem graça e finaliza pior ainda em sua tão apegada estrela da fama.
Minha opinião é que é um bom filme para quem nunca viu Alien, é bem feito e envolvente. Eu gosto muito do original e um pouco das infinitas sequencias, menos Covenant. Pra mim foi um pouco mais do mesmo. Nada de novo e é isso.
Filme muito bom. Aliás fazia tempo que não via um filme com ritmo bom, história boa, sem aquele patriotismo forçado das grandes operações do FBI americano. Muito pelo contrário, retrato frio sobre todo o sistema.
Obviamente o final foi um pouquinho além do que precisava mas não estragou.
Undertone
3.0 226 Assista AgoraMuito bom!
De Olhos Bem Fechados
3.9 1,6K Assista AgoraDe Olhos Bem Fechados: o que não vemos é o que mais assombra
Revisitei esse filme após alguns anos, motivado pelas teorias que apontam coincidências entre sua narrativa e o caso Epstein. Seja ou não uma forma de expor algo, jamais saberemos e a morte de Stanley Kubrick torna essa pergunta ainda mais inquietante. Ele morreu de ataque cardíaco seis dias após exibir o filme para Tom Cruise, Nicole Kidman e executivos da Warner Bros. A Warner insiste que o que foi lançado é o seu corte final, mas cineastas próximos a Kubrick discordam: o que temos, segundo eles, é provavelmente o seu primeiro corte. Para um diretor famoso pela obsessão com edição que reeditou tanto 2001 quanto O Iluminado após exibições iniciais, é difícil acreditar que ele teria parado por aí.
Quando vi o filme pela primeira vez, há mais de dez anos, provavelmente não cheguei ao final. Desta vez, meu olhar foi além da atuação contida de Nicole Kidman que, devo ser justo, tem poucos minutos em tela. Na época, Tom Cruise e ela eram um casal fora das telas, o que torna ainda mais impressionante a ausência de conexão entre eles no filme. Para uma obra de tamanha carga erótica e emocional, essa frieza é quase desconcertante.
O grande acerto do filme está no clima de suspense e na trilha sonora em especial aquelas notas de piano que surgem nos momentos de angústia do protagonista. Uma melodia que não consola nem explica: apenas instala o desconforto. Se ele não entende o que está vivendo, nós, como audiência, entendemos ainda menos.
Já li críticas que apontam situações mal desenvolvidas, mas consigo me colocar no lugar do personagem: a estranheza das situações, o sentimento de perseguição e, mesmo assim, a persistência da curiosidade. Mesmo diante dos riscos ou melhor, sem sequer compreendê-los plenamente ele continua nessa espiral de sedução e perigo. Há algo de profundamente humano nisso.
Afinal, o filme é sobre seitas? Sexo? Traição? Desejos reprimidos? Talvez seja tudo isso ou, melhor ainda, talvez seja sobre como a mente humana nos prega peças e nos arrasta para as piores decisões quando estamos acuados. O enredo externo é quase um pretexto para o verdadeiro drama: o que acontece dentro da cabeça de um homem que, pela primeira vez, enxerga o abismo dos próprios desejos e dos desejos da mulher ao seu lado.
Kubrick sabia como operar no inconsciente do espectador. Em O Iluminado mesmo desprezado por Stephen King, autor do livro original vemos Jack Nicholson sendo devorado por forças que mal conseguimos nomear. O sobrenatural dessa obra não tem nada a ver com De Olhos Bem Fechados, mas a forma como ambos lidam com a erosão da sanidade e do autocontrole permite traçar um fio entre eles.
Em breve veremos Tom Cruise em um projeto diferente: Digger, dirigido por Alejandro González Iñárritu. Depois de anos dedicado às franquias de ação, é satisfatório ver o ator multifacetado retornando a projetos de menor escala e de maior risco criativo.
De Olhos Bem Fechados é um filme para quem quer apreciar e temer a natureza humana. No próprio título há uma metáfora precisa: não é o que vemos que ameaça nossos relacionamentos e nossa razão, mas o que mantemos fechado, reprimido, inconsciente. Kubrick nos convida a abrir os olhos para exatamente isso e nos deixa desconfortáveis.
Socorro!
3.2 425 Assista AgoraSocorro, mesmo.
Jay Kelly
3.1 84 Assista AgoraChato assim como 90% dos filmes de George Clooney.
Uma Batalha Após a Outra
3.7 687 Assista AgoraExiste uma glamourização em torno dos filmes do PTA. Inegavelmente é um ótimo diretor e, assim como todos os outros tão bons quanto ele, também entrega filmes ruins, medianos, bons e ótimos. Isso faz parte da filmografia de qualquer cineasta. Entendo que diretores tenham essa "licença", nem sempre uma ideia ou crítica funcionam bem nas telonas.
Sobre este filme, não sabia o que esperar. A expectativa veio mais pelo elenco, pois minha última experiência com PTA havia sido o entediante Licorice Pizza, filme que me fez duvidar que fosse do mesmo diretor de uma das melhores obras dos últimos anos, Sangue Negro, e de outros bons trabalhos como Vício Inerente e Trama Fantasma.
Aqui, foram 3 horas difíceis. Não tive conexão com nenhum personagem nem com a história. Entendo que é um filme muito bem feito, com cenas complicadas e corajosas de se realizar. Mas, com o perdão do trocadilho, foi uma grande batalha terminar este filme.
O Som ao Redor
3.8 1,2K Assista AgoraMirou uma grande crítica social mas entregou uma história vazia de tudo.
Superman
3.6 934 Assista AgoraEu acho que a melhor definição para esse filme foi uma palavra que vi aqui mesmo no Filmow: Inofensivo.
Talvez o problema esteja comigo que inevitavelmente dormi uns 20 minutos do filme mas por ter um roteiro incrementado de piadinha lá Guardiões da Galáxia, não mudaram em nada minha experiência.
O cachorro é fofo, Nicholas foi talvez a melhor escolha, a Lois poderia ter tido mais tempo em tela e David Corenswet tem o estereotipo Superhomem só lhe falta o poder da atuação mas também nada que estrague um filme de super herói.
Achei que o filme mais se preocupou em piadas inofensivas a cada 5 minutos e um Super homem que não é tão super assim, a não ser por salvar as pessoas no meio de uma cidade sendo destruída. Esse super talvez seja o coadjuvante enquanto os outros derrotam os inimigos.
Juntos
3.2 417 Assista AgoraTão ruim quanto a atuação do Franco.
A Pior Pessoa do Mundo
4.0 715 Assista AgoraAchei muito bom até os 30 minutos finais que foram muito cansativos.
Amores Materialistas
3.1 405 Assista AgoraEsperava muito, pois Vidas Passadas mexeu muito comigo.
Comecei o filme achando que seria um "Hitch - Conselheiro Amoroso" menos clichê. Até certo ponto o filme se propôs a isso mas
Se fosse uma escolha as cegas entre os dois, a paixâo seria convicente mesmo sendo um pobre e outro rico. Mas depois de ter tido uma experiência ruim, falar abertamente o que nao queria mais, ficou um pouco raso a segunda chance
De qualquer forma eu gostei do filme como um passatempo e sai preferindo Hitch pois é mais divertido, rs.
Faça Ela Voltar
3.8 791 Assista AgoraÓtimo filme e, na minha opinião, melhor que "Fale Comigo". É brutal, assim como o luto.
Só que aqui, obviamente, elevado a situações absurdas, deprimentes e fora de qualquer aprovação. Gostei de como as coisas simplesmente acontecem e não são mastigadas para o público. Quem assiste já tem o mínimo de conhecimento sobre algumas coisas, então não precisa de uma introdução a tudo - isso afetaria demais toda a história.
Gostei da coragem em desenvolver e descartar. Atuações ótimas de todos os envolvidos. O filme de terror é bom quando não precisa de jump scares para assustar.
Pássaro Branco: Uma História de Extraordinário
4.0 57 Assista AgoraFilme lindo, muito bom. Marc Forster sempre acerta o ponto em filmes emocionantes.
Sempre que vejo filmes com esse tema fico pensando como foi que deixaram tudo isso acontecer, parece absurdo.
Um Lugar Silencioso: Dia Um
3.3 812 Assista AgoraNão funcionou para mim, aliás eu gosto apenas do primeiro. Eu tenho um sentimento estranho por essa história, ao mesmo tempo que gostaria de ver o início de tudo ou o final, o segundo e terceiro filme me mostram que o original é impecável e que não precisa de mais explicações.
Conclave
3.9 831 Assista AgoraDe longe o melhor filme de 2024.
Lee
3.5 73 Assista AgoraÓtimo filme e atuações. Deveria ter sido indicado aos prêmios principais.
Anora
3.4 1,2K Assista AgoraEu não consegui me conectar tanto com o filme, o russinho é insuportável, algumas cenas são longas sem necessidade. Chegou um momento que eu lembrei de Joias Brutas e eu odiei esse filme. As atuações são ótimas, principalmente a cena final mas eu não consegui comprar a ideia do sonho perdido. Talvez seja o ano mais fraco da academia e tudo bem, nem sempre temos filmes magistrais.
Nosferatu
3.6 950 Assista AgoraTalvez por sempre esperar muito de Robert Eggers, acabei me decepcionando. Não gostei do visual do Conde Orlok, não gostei da atuação dos personagens principais com exceção de Ineson e Defoe. Acho a fotografia e a ambientação linda mas foi difícil de passar por algumas cenas principalmente as do Aaron Taylor-Johnson, muito caricato.
Pisque Duas Vezes
3.5 663Gostei do filme, é um bom passatempo. Ele segue muito pelo caminho dos filmes de Jordan Peele e O Menu mas esbarra em algumas coisas. Não fiquei muito convencido com as atuações e certamente não gostei do final.
Por um momento me lembrei de um filme de 2011 um pouco mais angustiante chamado Sleeping Beauty.
De qualquer forma foi um bom primeiro trabalho de Zoë Kravitz.
Exhuma
3.5 139Eu gostei muito do filme, me deixou inclusive com muita curiosidade para saber mais dos assuntos relacionados a ele.
Visualmente o filme é lindo assim como sua trilha sonora. O quarteto principal com destaque para os personagens Hwarim e Kim Sang Deok passam muita verdade e tornam o filme ainda mais crível.
Acontece que ele tem um grande complicador, sua duração. Então por mais aberto que você esteja para a toda essa história, não é difícil achar que caiu para a bobeira no final.
A Substância
3.9 1,9K Assista AgoraO hype, sempre ele acabando com as minhas experiências.
Eu adoro filmes de bodyhorror ainda mais com efeitos práticos, sou muito fã de David Cronenberg mesmo nas suas loucuras mais alucinógenas, mas na minha opinião, muitos filmes dele tem o mesmo problema que este aqui:
Não sabe como e quando finalizar.
A Substância é um ótimo filme até a Demi:
Resolver finalmente parar a substância. Depois disso é um de um exagero absurdo que irrita pelas sua looooongas cenas. Quando finalmente vira um monstrão, eu achei que acabaria mas não ela volta para uma cena absolutamente sem graça e finaliza pior ainda em sua tão apegada estrela da fama.
Robô Selvagem
4.3 572Fazia tempo que não via uma animação tão sensível como essa. Muito bom.
Alien: Romulus
3.7 769 Assista AgoraMinha opinião é que é um bom filme para quem nunca viu Alien, é bem feito e envolvente. Eu gosto muito do original e um pouco das infinitas sequencias, menos Covenant. Pra mim foi um pouco mais do mesmo. Nada de novo e é isso.
Sede Assassina
3.3 194 Assista AgoraFilme muito bom. Aliás fazia tempo que não via um filme com ritmo bom, história boa, sem aquele patriotismo forçado das grandes operações do FBI americano. Muito pelo contrário, retrato frio sobre todo o sistema.
Obviamente o final foi um pouquinho além do que precisava mas não estragou.
Não Fale o Mal
3.6 830 Assista AgoraA história de um homem banana e uma filha mimada