Começa lenta, mas bem. Tem uma crescente na metade e mas enfraquece consideravelmente nos últimos 2 meses, com erros muitas vezes bobos na direção e no roteiro. Os autores nos apresentaram histórias fortes, que tinham potencial de desenvolvimento, mas parece que ficaram com preguiça de mostrar mais.
De todo modo, foi uma novela decente, das melhores nessa década no horário que demonstra queda de qualidade nos últimos anos. Grazi Massafera em mais um personagem emblemático na sua carreira. Seu ato final é um dos melhores de vilãs em muitos anos, além de sua parceria incrível com Murilo Benício. Sophie Charlotte também muito bem, entregando uma das melhores mocinhas também dos últimos anos.
Muito interessante a atualização da novela com contextos contemporâneos numa trama de época, mas com o desenvolvimento corrido da edição, nem tudo funcionou bem. Destaco como bom a ideia de inserir personagens negros em posições que não fossem de escravos. Uma ideia questionável quando anunciaram, mas que funcionou muito bem e serviu pra mostrar sobre essas pessoas em raras posições de poder na época.
De forma negativa, o que mais incomodou foi a edição. A novela trouxe diversos temas importantes que até cruzaram bem com os dias atuais, mas o desenvolvimento foi muito corrido pra uma trama de apenas 40 capítulos. Muitas situações foram tratadas de forma rasa. Uma pena!
O ponto mais alto da novela, sem sombra de dúvidas, é a Beja da Grazi Massafera. Ela conduz toda a trama com força numa atuação absolutamente irretocável e poderosa que deve levá-la a uma segunda indicação ao Emmy. Simplesmente maravilhosa!
Reassisti agora no Viva e mesmo com a barriga causada pelo esticamento devido ao sucesso, continua sendo top 5 melhores novelas das 21h que já vi. A trama central é costurada do início ao fim, com personagens muito bem construídos e interpretados, imersos em ótima trilha sonora. E ainda tem a melhor abertura de novela ever. Simplesmente um luxo!
Ritmo muito bom e personagens carismáticos. Algumas atuações se sobressaem como obviamente a Camila Pitanga, mas também Giovanna Antonelli, Herson Capri e Julia Stockler, que teve uma das melhores personagens da novela. Senti uma certa superficialidade no roteiro e na direção na reta final, principalmente nos últimos 3 capítulos, o que não tirou o mérito de toda novela.
Acompanhei pela segunda vez no Viva. Ela tem um problema grave de ritmo e desenvolvimento, mas é imbatível em fotografia e trilha sonora. A fase da Jordânia é a melhor da novela pra mim. Absolutamente deslumbrante!
Até o primeiro terço da novela, a Helena foi desenvolvida até que decentemente, depois praticamente perde função na trama, com conflitos muito aquém da Helena de outras novelas do Manoel Carlos. No entanto, foi muito bem defendida pela Taís Araújo, que tem uma carga dramática pouco vista em outras atrizes e de forma alguma mereceu o hate recebido na época (evidente caso de racismo da sociedade).
O texto sempre impecável do Maneco também esteve presente. Além do elenco mais bonito que a Globo já reuniu. Se cortarem as várias cenas repetitivas, pode ter uma boa exibição no Vale a pena Ver de Novo.
Não acredito q dividiram isso em temporada só pq teve um hiato. Pelo amor de Deus, ISSO É UMA NOVELA, tem formato de novela, cara de novela, é um produto só, cês querem estadunizar tudo. Q saco!
Desabafo feito, a novela foi eletrizante em praticamente todos os capítulos e nem acho que a parte 2 foi tão ladeira abaixo como dizem, mas caiu sim em qualidade, o desfecho então foi de uma sequência de sistuações forçadas e absurdas e não condiziam em nada com o que foi o desenvolvimento da trama. Acredito que os últimos 5 capítulos poderiam ter sido ajustados pra caber em 80 ou 75 capítulos no total. De qualquer forma, valeu muito a pena assistir, principalmente pelo desempenho de alguns atores. Letícia Colin como sempre FABULOSA. Regina Casé e Sophie Charlotte também entregaram talento. Thalita Carauta uma supresa maravilhosa entregando uma personagem dramática e cômica na mesma consistência. Nicolas Prattes com atuação visceral e Fábio Assunção ótimo como sempre. Espero ver todos eles indicados em premiações importantes porque merecem demais.
Começou muitíssimo bem e foi assim até boa parte da trama, trazendo abordagens pouco apresentadas em novelas. No entanto, não foi bem sucedida em todas elas, como no caso da homossexualidade. Perderam grande oportunidade de mostrar personagens gays não esteriotipados em relacionamentos mais próximos da realidade. Além disso, perdeu certo fôlego nos últimos 2 meses em todos núcleos. De qualquer forma, o saldo é positivo, marcou tanto pelas abordagens que deram certo, quanto pelas boas atuações de todo o elenco.
Decepção! Não tem palavra que descreva melhor essa novela, que teve seus 2 meses iniciais quase que impecáveis, mas depois foi só ladeira abaixo, com uma reta final inacreditavelmente fria. A Lícia Manzo tinha um ótimo roteiro, onde até os núcleos secundários eram ótimos, mas não soube conduzir. Os diversos boicotes à novela da própria Globo ajudaram a piorar a exibição. Pontão apenas pras grandes atuações, que ficarão na memória.
Alguns erros de percurso, falta de ritmo em alguns períodos e uma retratação meio pobre da Guerra do Paraguai (talvez pela limitação da pandemia), que criei uma certa expectativa quando soube do enredo da novela. Ainda assim, amo produções históricas e 'Nos Tempos do Imperador' ganha pontos nas atuações, no figurino, no núcleo cômico e na evidente sátira de Bolsonaro no personagem do Alexandre Nero. A parte final com a narração do Selton Mello foi memorável e uma das melhores da novela.
Não consegui assistir em 2011 por causa da faculdade e tive a oportunidade esse ano. Que texto primoroso! Licia Manzo tem um talento pra escrever histórias reais como Manoel Carlos e tem tudo pra ser uma das principais novelistas da atualidade. E a Nicette... simplesmente tudo. A alma da história. Que falta faz!
Três Graças
4.1 9Começa lenta, mas bem. Tem uma crescente na metade e mas enfraquece consideravelmente nos últimos 2 meses, com erros muitas vezes bobos na direção e no roteiro. Os autores nos apresentaram histórias fortes, que tinham potencial de desenvolvimento, mas parece que ficaram com preguiça de mostrar mais.
De todo modo, foi uma novela decente, das melhores nessa década no horário que demonstra queda de qualidade nos últimos anos. Grazi Massafera em mais um personagem emblemático na sua carreira. Seu ato final é um dos melhores de vilãs em muitos anos, além de sua parceria incrível com Murilo Benício. Sophie Charlotte também muito bem, entregando uma das melhores mocinhas também dos últimos anos.
Dona Beja
3.5 20Muito interessante a atualização da novela com contextos contemporâneos numa trama de época, mas com o desenvolvimento corrido da edição, nem tudo funcionou bem. Destaco como bom a ideia de inserir personagens negros em posições que não fossem de escravos. Uma ideia questionável quando anunciaram, mas que funcionou muito bem e serviu pra mostrar sobre essas pessoas em raras posições de poder na época.
De forma negativa, o que mais incomodou foi a edição. A novela trouxe diversos temas importantes que até cruzaram bem com os dias atuais, mas o desenvolvimento foi muito corrido pra uma trama de apenas 40 capítulos. Muitas situações foram tratadas de forma rasa. Uma pena!
O ponto mais alto da novela, sem sombra de dúvidas, é a Beja da Grazi Massafera. Ela conduz toda a trama com força numa atuação absolutamente irretocável e poderosa que deve levá-la a uma segunda indicação ao Emmy. Simplesmente maravilhosa!
Celebridade
3.6 139 Assista AgoraReassisti agora no Viva e mesmo com a barriga causada pelo esticamento devido ao sucesso, continua sendo top 5 melhores novelas das 21h que já vi. A trama central é costurada do início ao fim, com personagens muito bem construídos e interpretados, imersos em ótima trilha sonora. E ainda tem a melhor abertura de novela ever. Simplesmente um luxo!
Beleza Fatal (1ª Temporada)
4.0 140Ritmo muito bom e personagens carismáticos. Algumas atuações se sobressaem como obviamente a Camila Pitanga, mas também Giovanna Antonelli, Herson Capri e Julia Stockler, que teve uma das melhores personagens da novela. Senti uma certa superficialidade no roteiro e na direção na reta final, principalmente nos últimos 3 capítulos, o que não tirou o mérito de toda novela.
Viver a Vida
3.2 126Acompanhei pela segunda vez no Viva. Ela tem um problema grave de ritmo e desenvolvimento, mas é imbatível em fotografia e trilha sonora. A fase da Jordânia é a melhor da novela pra mim. Absolutamente deslumbrante!
Até o primeiro terço da novela, a Helena foi desenvolvida até que decentemente, depois praticamente perde função na trama, com conflitos muito aquém da Helena de outras novelas do Manoel Carlos. No entanto, foi muito bem defendida pela Taís Araújo, que tem uma carga dramática pouco vista em outras atrizes e de forma alguma mereceu o hate recebido na época (evidente caso de racismo da sociedade).
O texto sempre impecável do Maneco também esteve presente. Além do elenco mais bonito que a Globo já reuniu. Se cortarem as várias cenas repetitivas, pode ter uma boa exibição no Vale a pena Ver de Novo.
Todas as Flores
3.4 101 Assista AgoraNão acredito q dividiram isso em temporada só pq teve um hiato. Pelo amor de Deus, ISSO É UMA NOVELA, tem formato de novela, cara de novela, é um produto só, cês querem estadunizar tudo. Q saco!
Desabafo feito, a novela foi eletrizante em praticamente todos os capítulos e nem acho que a parte 2 foi tão ladeira abaixo como dizem, mas caiu sim em qualidade, o desfecho então foi de uma sequência de sistuações forçadas e absurdas e não condiziam em nada com o que foi o desenvolvimento da trama. Acredito que os últimos 5 capítulos poderiam ter sido ajustados pra caber em 80 ou 75 capítulos no total. De qualquer forma, valeu muito a pena assistir, principalmente pelo desempenho de alguns atores. Letícia Colin como sempre FABULOSA. Regina Casé e Sophie Charlotte também entregaram talento. Thalita Carauta uma supresa maravilhosa entregando uma personagem dramática e cômica na mesma consistência. Nicolas Prattes com atuação visceral e Fábio Assunção ótimo como sempre. Espero ver todos eles indicados em premiações importantes porque merecem demais.
Vai na Fé
3.8 23Começou muitíssimo bem e foi assim até boa parte da trama, trazendo abordagens pouco apresentadas em novelas. No entanto, não foi bem sucedida em todas elas, como no caso da homossexualidade. Perderam grande oportunidade de mostrar personagens gays não esteriotipados em relacionamentos mais próximos da realidade. Além disso, perdeu certo fôlego nos últimos 2 meses em todos núcleos. De qualquer forma, o saldo é positivo, marcou tanto pelas abordagens que deram certo, quanto pelas boas atuações de todo o elenco.
Um Lugar ao Sol
3.1 41Decepção! Não tem palavra que descreva melhor essa novela, que teve seus 2 meses iniciais quase que impecáveis, mas depois foi só ladeira abaixo, com uma reta final inacreditavelmente fria. A Lícia Manzo tinha um ótimo roteiro, onde até os núcleos secundários eram ótimos, mas não soube conduzir. Os diversos boicotes à novela da própria Globo ajudaram a piorar a exibição. Pontão apenas pras grandes atuações, que ficarão na memória.
Nos Tempos do Imperador
3.5 16Alguns erros de percurso, falta de ritmo em alguns períodos e uma retratação meio pobre da Guerra do Paraguai (talvez pela limitação da pandemia), que criei uma certa expectativa quando soube do enredo da novela. Ainda assim, amo produções históricas e 'Nos Tempos do Imperador' ganha pontos nas atuações, no figurino, no núcleo cômico e na evidente sátira de Bolsonaro no personagem do Alexandre Nero. A parte final com a narração do Selton Mello foi memorável e uma das melhores da novela.
A Vida da Gente
4.0 194Não consegui assistir em 2011 por causa da faculdade e tive a oportunidade esse ano. Que texto primoroso! Licia Manzo tem um talento pra escrever histórias reais como Manoel Carlos e tem tudo pra ser uma das principais novelistas da atualidade. E a Nicette... simplesmente tudo. A alma da história. Que falta faz!
As Panteras
4.3 2Amei saber como tudo começou. Tommy Lee Jones novinho. Uma pena esse telefilme ser pouco conhecido nos dias de hoje.