Quanto mais assisto a Adauchi (1964), mais tenho a sensação de que a chamada “loucura” do protagonista acaba sendo assumida como forma de sobrevivência. Não apenas uma punição imposta pelo Conselho, mas uma condição aceita — quase internalizada — como o único caminho possível dentro de um sistema que já decidiu sacrificá-lo em nome da aparência da ordem.
O duelo, apesar de oficialmente tratado como um conflito entre iguais, nasce para mim como algo muito mais mesquinho: um desaforo cometido por um político, um homem do poder que se permite menosprezar o trabalho de alguém de casta inferior. O insulto ganha ainda mais peso por acontecer justamente no único dia em que a “ralé” poderia ser tratada de igual para igual, uma concessão simbólica que o poder não tolera ver levada a sério.
A partir daí, o filme deixa claro que a honra nunca foi o ponto central. O que está em jogo é a necessidade de reafirmar hierarquia. Quando o inferior ousa reagir — e vence — a estrutura inteira entra em pânico. A solução encontrada não é justiça, mas controle: neutralizar o sobrevivente, esvaziar o sentido do duelo e preservar a narrativa conveniente.
Revendo o filme, percebo que Adauchi não fala apenas de vingança, mas de humilhação institucionalizada. A violência final não surge como catarse, mas como consequência inevitável de um sistema que prefere chamar de loucura tudo aquilo que ameaça sua estabilidade.
É um filme que cresce a cada revisão. Quanto mais silencioso ele parece, mais cruel se revela.
🥷 Dezessete Ninjas 2 – A Grande Batalha (1966) — Resenha
Em um grande esforço conjunto de estrelas da Toei, Hiroki Matsukata, Ryutaro Otomo e Jushiro Konoe se unem para criar uma emocionante sequência em preto e branco da clássica história dos 17 Ninjas, uma das obras mais marcantes desse lendário estúdio japonês.
Passado em 1651, o filme acompanha a conspiração do clã Kishu, que prepara uma rebelião contra o xogunato Tokugawa utilizando um estoque de mosquetes guardado pelo líder dos ninjas Koga, Jinza. Para impedir a revolta, os ninjas Iga, liderados por Hattori Hanzo, entram em uma guerra silenciosa de espionagem e sacrifício — um confronto de honra, estratégia e destino nas sombras.
Mas o que torna este filme verdadeiramente marcante é sua dimensão humana e trágica. Além do romance proibido entre Shizaburo e Yuka, que desafiam o rígido código ninja na tentativa de escapar de um destino pré-determinado, a obra apresenta a dolorosa trajetória da kunoichi Iga Kozaru, que carrega em silêncio um amor profundo por Izaburo.
Submetida a abusos e humilhações por parte de membros do clã inimigo, Kozaru enfrenta sofrimento extremo, mas permanece fiel à sua missão. Mesmo ferida e à beira da morte, ela consegue transmitir a Hanzo a localização do arsenal de mosquetes e pólvora, cumprindo seu dever até o último instante. Sua despedida — marcada pela frase:
“Shinzaburo… eu fui feliz.”
— é um dos momentos mais impactantes e inesquecíveis do filme, revelando a força emocional de uma personagem que, apesar de tudo, escolhe dar sentido ao próprio sacrifício.
A tragédia se aprofunda ainda mais quando Izaburo, sem saber a verdade, acaba enfrentando e matando o próprio pai Koga — um destino cruel que reforça o tema central da obra: ninjas transformados em peças descartáveis de um jogo político manipulador, onde a lealdade é explorada e duas tradições são conduzidas à autodestruição.
Com fotografia expressionista, atmosfera noir e direção precisa de Motohiro Torii, Dezessete Ninjas 2 transcende o gênero de ação histórica ao explorar temas de amor impossível, identidade e fatalismo. Um filme intenso, humano e profundamente trágico — daqueles que permanecem na memória muito depois do final.
Uma obra poderosa e indispensável para quem aprecia cinema japonês clássico.
Com uma fascinante mistura de relatos históricos factuais e elementos ficcionais, 17 Ninjas é um entretenimento envolvente e maduro, não recomendado para crianças. Trata-se de um drama de ação impressionante e intenso. O filme foi um lançamento inspirado dos estúdios Toei, que buscavam capitalizar o grande sucesso dos excelentes Shinobi no Mono (1962–63), do estúdio rival Daiei.
O diretor Yasuto Hasegawa constrói uma narrativa sofisticada, adotando uma abordagem racional e realista para os lendários guerreiros das sombras do Japão medieval. Produção multifacetada e repleta de estrelas, 17 Ninjas acompanha a história dos ninjas do clã Iga, enviados para se infiltrar em uma fortaleza impenetrável. No entanto, antes mesmo de alcançarem os muros do castelo, percebem que cada movimento é frustrado por um implacável caçador de ninjas.
Aqui, os ninjas são retratados como instrumentos de espionagem descartáveis — agentes secretos devotados ao dever, prontos para servir e sacrificar suas vidas nas sombras. O filme se destaca pelo uso expressivo de interiores pouco iluminados e pelo domínio excepcional das sombras. A cinematografia em preto e branco é notável, criando um mundo atmosférico de suspense, intriga e escuridão.
Com enquadramentos precisos e composição visual rigorosa, pode-se afirmar que Jūshichinin no Ninja é um verdadeiro Ninja Noir. Trata-se de uma envolvente e sombria história melodramática, um jogo sangrento de manipulação humana e intriga política, no qual se desenrola uma luta desesperada e intensa pela sobrevivência.
Papo entre diretor e produtor: "Vamos fazer um filme sobre Tarzan, ok? - Ok, mas eu gostaria de contar mais sobre a lenda de Tarzan e focar mais no personagem Tarzan e sua vida antes e durante sua vida na selva"... Produção: "Não, vamos dizer que é sobre Tarzan mas na verdade é sobre a Jane pois quem vai interpretar a Jane é a filha do cara que está financiando o filme... então temos que enfatizar mais esta parte"... Vai ter alguns macaquinhos brigando e uns indiozinhos... mas coisa pouca. O negócio é focar nela toda hora relembrando de momentos como Tarzan e gritando Jonh! Jonh! pela selva toda...
Eu esperava mais. E ELES ME DERAM TUDO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! MARAVILHOSO! SIMPLESMENTE LINDO!!!!! - Agora é vegetar e esperar a continuação. Rogo a Deus que Eu esteja vivo até lá.
Achei as piadas exageradas e forçadas. Além do fato de serem totalmente desnecessárias. Quem salvou foi a participação de Piotr Raspitin. Colossus. Só aguentei ver esta ... por causa dele.
Este conto de traição e vingança apresenta uma das maiores lutas de espada da história do cinema. Ele rivaliza SWORD OF DOOM em sua intensidade e duração. Ichikawa Raizo é neste filme de longe a melhor atuação de sua carreira. Traído pelos anciãos de seu clã, e culpado por um assassinato que não cometeu, Takuma solta sua fúria implacável contra aqueles que o acusaram falsamente. Trata-se de uma das conclusões mais interessantes já produzidos!
Este filmaço teve um remake em 1966 chamado The Betrayal ( A Traição ) do diretor Tokuzô Tanaka. Filmaço que, este excelente Diretor, não deixou a desejar em absolutamente nada.
Este conto de traição e vingança apresenta uma das maiores lutas de espada da história do cinema. Ele rivaliza SWORD OF DOOM em sua intensidade e duração. Ichikawa Raizo é neste filme de longe a melhor atuação de sua carreira. Traído pelos anciãos de seu clã, e culpado por um assassinato que não cometeu, Takuma solta sua fúria implacável contra aqueles que o acusaram falsamente. Trata-se de uma das conclusões mais interessantes já produzidos!
Registro aqui as palavras de um sábio. Velho Garcia... Eternizei seu comentário.
Sem dúvida alguma, temos de concordar que o filme "Ip Man" (2008) foi um grande divisor de águas, não somente para o novo cinema chinês (revitalizado com O Tigre E O Dragão, produzido em 2000 e dirigido pelo excelente Ang Lee), como também para o estilo Wing Chun e, consequentemente, seu divulgador mais famoso mundialmente, ou seja, mestre Ip. Donnie Yen foi catapultado a horizontes nunca antes imaginados (apesar da longa e bela trajetória no cinema) e que o permitiu ter uma autonomia maior em seus trabalhos.... Certamente, Ip Man 1, será lembrado como um dos melhores filmes do ator, mas, não esqueçamos que esta produção de 2008 teve algumas peculiaridades que a levaram a tornar-se o grande sucesso que conquistou: Além do ótimo diretor Wilson Yip e do elenco afiado que ele arregimentou, um ponto fundamental no tratamento que foi dado ao primeiro filme e, quase sempre esquecido, foram as coregrafias, desenvolvidas com inigualável valor pelo polivalente e dedicado Sammo Hung. Sim, ele mesmo, o gordinho, que na maioria das vezes é o vilão ou faz o contra-ponto cômico para o herói da história. Sammo, quase sempre foi coadjuvante nas produções em que participou por ter o tipo físico do anti-herói, mas, é um profissional de alta envergadura, possuindo habilidades impressionantes tanto na atuação quanto na direção de cenas. Assim, após passarmos pelos dois filmes da cine-série em que ele atuou como coreógrafo, chegamos ao final da trilogia iniciada pelo diretor Wilson Yip, de forma convincente e pontual, mostrando a evolução da vida, e da arte, do grande mestre, Ip Man... Wilson Yip pode não ter tido Sammo Hung como colaborador neste filme, mas, certamente, teve a inspiração necessária para desenvolver uma história que é simples em si mesma (como a maioria das histórias de vida), mas, de uma profundidade e intensidade ímpar, pois, nos mostra que, como todos nós, os verdadeiros heróis são frágeis, humanos, sofrem, envelhecem e morrem.... nisto consiste sua beleza, sua grandiosidade e seu legado.... Donnie Yen, brinda-nos com uma atuação impressionante, mostrando-nos um Ip Man mais maduro, mais velho e um pouco cansado das lutas da vida.... apesar disso, mantém a determinação e a perseverança que são características de um verdadeiro mestre. Quem já viu algumas imagens antigas do verdadeiro Ip Man, percebe como foi elaborada a construção do personagem feita Yen. Seu gestual, a postura de seus ombros mais caídos, a forma de caminhar que denotam um homem mais franzino, tudo me pareceu meticulosamente estudado por Donnie Yen para dar verossimilhança ao "seu" Ip Man. Eu não poderia deixar de comentar, também, sobre o contexto filosófico e de vida no qual mestre Ip conduz sua trajetória, aproximando o Wing Chun de suas raízes budistas, ligadas ao estilo dos monges Shaolin nas montanhas de Honan: Seu desapego e desprendimento pelo que é superficial, como o não se importar em "provar" qual estilo era o melhor, pois, naquele momento, "o melhor" era apoiar a quem dele precisava, ou seja, sua esposa e a cena em que ele dança despreocupadamente com ela, enquanto todos o esperam com "pompas e circunstâncias" para o desafio que só objetiva reafirmar o ego e orgulho de todos já se tornou antológica..... Assim, Ip Man 3, finda, de forma honrosa, a trilogia do "Grande Mestre" nos trazendo a realidade o conceito de que, dominar uma arte marcial não tem como objetivo fazer-nos invencíveis ou super-homens, mas, sobretudo, como bem o demonstrou mestre Ip, nos tornar seres humanos melhores....
Tenho este filme em meu acervo a mais ou menos um ano e por causa de alguns review que vi na internet acabei desanimando de gastar meu tempo assistindo. Estes dias resolvi dá uma chance para ele e assistir algo em torno de 15 minutos do filme. Tive uma grata surpresa ao começar a querer ver o filme até o final. Tanto que até dei algumas gargalhadas durante. O que provou, pelo menos para mim, que nem sempre os reviews são feitos por quem realmente assistiu o filme ou pelo menos não são pessoas com o interesse em filmes estilo OldSchool. Os erros que vi nos reviews que encontrei. Foram: Ele é um criminoso fugitivo. Não, não é. Ele foi aceito no Templo como Zelador. Não, não foi. São tantos erros que não vou citá-los aqui. Assista e post suas próprias conclusões.
Assistir mais não me convenceu. Durante o filme fiquei pensando como deve ter sido a conversa do diretor com o Danny: "Vem, cá nunca mais depois do Superman, aquela serie, você fez nada? Então, pensei em te colocar neste filme. Apesar de você está gordo e sem preparo nenhum dá para passar... vai ser legal e vai contribuir para você sair dessa deprê"... Mas olha só melhora esta cara, tá?". Sinceramente o cara gordo e sem preparo fisico nenhum vencer uma pancada de assassinos violentos numa prisão é de dá dó. Ou diretor fez isso por amizade ou pena.
Adauchi
4.1 3Quanto mais assisto a Adauchi (1964), mais tenho a sensação de que a chamada “loucura” do protagonista acaba sendo assumida como forma de sobrevivência. Não apenas uma punição imposta pelo Conselho, mas uma condição aceita — quase internalizada — como o único caminho possível dentro de um sistema que já decidiu sacrificá-lo em nome da aparência da ordem.
O duelo, apesar de oficialmente tratado como um conflito entre iguais, nasce para mim como algo muito mais mesquinho: um desaforo cometido por um político, um homem do poder que se permite menosprezar o trabalho de alguém de casta inferior. O insulto ganha ainda mais peso por acontecer justamente no único dia em que a “ralé” poderia ser tratada de igual para igual, uma concessão simbólica que o poder não tolera ver levada a sério.
A partir daí, o filme deixa claro que a honra nunca foi o ponto central. O que está em jogo é a necessidade de reafirmar hierarquia. Quando o inferior ousa reagir — e vence — a estrutura inteira entra em pânico. A solução encontrada não é justiça, mas controle: neutralizar o sobrevivente, esvaziar o sentido do duelo e preservar a narrativa conveniente.
Revendo o filme, percebo que Adauchi não fala apenas de vingança, mas de humilhação institucionalizada. A violência final não surge como catarse, mas como consequência inevitável de um sistema que prefere chamar de loucura tudo aquilo que ameaça sua estabilidade.
É um filme que cresce a cada revisão. Quanto mais silencioso ele parece, mais cruel se revela.
Seventeen Ninja 2: The Great Battle
5.0 1🥷 Dezessete Ninjas 2 – A Grande Batalha (1966) — Resenha
Em um grande esforço conjunto de estrelas da Toei, Hiroki Matsukata, Ryutaro Otomo e Jushiro Konoe se unem para criar uma emocionante sequência em preto e branco da clássica história dos 17 Ninjas, uma das obras mais marcantes desse lendário estúdio japonês.
Passado em 1651, o filme acompanha a conspiração do clã Kishu, que prepara uma rebelião contra o xogunato Tokugawa utilizando um estoque de mosquetes guardado pelo líder dos ninjas Koga, Jinza. Para impedir a revolta, os ninjas Iga, liderados por Hattori Hanzo, entram em uma guerra silenciosa de espionagem e sacrifício — um confronto de honra, estratégia e destino nas sombras.
Mas o que torna este filme verdadeiramente marcante é sua dimensão humana e trágica. Além do romance proibido entre Shizaburo e Yuka, que desafiam o rígido código ninja na tentativa de escapar de um destino pré-determinado, a obra apresenta a dolorosa trajetória da kunoichi Iga Kozaru, que carrega em silêncio um amor profundo por Izaburo.
Submetida a abusos e humilhações por parte de membros do clã inimigo, Kozaru enfrenta sofrimento extremo, mas permanece fiel à sua missão. Mesmo ferida e à beira da morte, ela consegue transmitir a Hanzo a localização do arsenal de mosquetes e pólvora, cumprindo seu dever até o último instante. Sua despedida — marcada pela frase:
“Shinzaburo… eu fui feliz.”
— é um dos momentos mais impactantes e inesquecíveis do filme, revelando a força emocional de uma personagem que, apesar de tudo, escolhe dar sentido ao próprio sacrifício.
A tragédia se aprofunda ainda mais quando Izaburo, sem saber a verdade, acaba enfrentando e matando o próprio pai Koga — um destino cruel que reforça o tema central da obra: ninjas transformados em peças descartáveis de um jogo político manipulador, onde a lealdade é explorada e duas tradições são conduzidas à autodestruição.
Com fotografia expressionista, atmosfera noir e direção precisa de Motohiro Torii, Dezessete Ninjas 2 transcende o gênero de ação histórica ao explorar temas de amor impossível, identidade e fatalismo. Um filme intenso, humano e profundamente trágico — daqueles que permanecem na memória muito depois do final.
Uma obra poderosa e indispensável para quem aprecia cinema japonês clássico.
Seventeen Ninja
3.5 4Dezessete Ninjas (1963) – Jūshichinin no Ninja
Com uma fascinante mistura de relatos históricos factuais e elementos ficcionais, 17 Ninjas é um entretenimento envolvente e maduro, não recomendado para crianças. Trata-se de um drama de ação impressionante e intenso. O filme foi um lançamento inspirado dos estúdios Toei, que buscavam capitalizar o grande sucesso dos excelentes Shinobi no Mono (1962–63), do estúdio rival Daiei.
O diretor Yasuto Hasegawa constrói uma narrativa sofisticada, adotando uma abordagem racional e realista para os lendários guerreiros das sombras do Japão medieval. Produção multifacetada e repleta de estrelas, 17 Ninjas acompanha a história dos ninjas do clã Iga, enviados para se infiltrar em uma fortaleza impenetrável. No entanto, antes mesmo de alcançarem os muros do castelo, percebem que cada movimento é frustrado por um implacável caçador de ninjas.
Aqui, os ninjas são retratados como instrumentos de espionagem descartáveis — agentes secretos devotados ao dever, prontos para servir e sacrificar suas vidas nas sombras. O filme se destaca pelo uso expressivo de interiores pouco iluminados e pelo domínio excepcional das sombras. A cinematografia em preto e branco é notável, criando um mundo atmosférico de suspense, intriga e escuridão.
Com enquadramentos precisos e composição visual rigorosa, pode-se afirmar que Jūshichinin no Ninja é um verdadeiro Ninja Noir. Trata-se de uma envolvente e sombria história melodramática, um jogo sangrento de manipulação humana e intriga política, no qual se desenrola uma luta desesperada e intensa pela sobrevivência.
Altamente divertido. Altamente recomendado.
Batman: A Piada Mortal
3.3 495 Assista AgoraSe foi uma piada eu não gostei.
A Lenda de Tarzan
3.1 793 Assista AgoraPapo entre diretor e produtor: "Vamos fazer um filme sobre Tarzan, ok? - Ok, mas eu gostaria de contar mais sobre a lenda de Tarzan e focar mais no personagem Tarzan e sua vida antes e durante sua vida na selva"... Produção: "Não, vamos dizer que é sobre Tarzan mas na verdade é sobre a Jane pois quem vai interpretar a Jane é a filha do cara que está financiando o filme... então temos que enfatizar mais esta parte"... Vai ter alguns macaquinhos brigando e uns indiozinhos... mas coisa pouca. O negócio é focar nela toda hora relembrando de momentos como Tarzan e gritando Jonh! Jonh! pela selva toda...
A Lenda de Tarzan
3.1 793 Assista AgoraSó pelo poster eu já gostei. Qualquer coisa desta franquia eu consumo sem medo e sem frescura de ser feliz.
Invocação do Mal 2
3.8 2,1K Assista AgoraExcelente filme. Valeu os 68,00 dá entrada dupla.
Warcraft: O Primeiro Encontro de Dois Mundos
3.4 945 Assista AgoraEu esperava mais. E ELES ME DERAM TUDO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! MARAVILHOSO! SIMPLESMENTE LINDO!!!!! - Agora é vegetar e esperar a continuação. Rogo a Deus que Eu esteja vivo até lá.
Deadpool
4.0 3,0K Assista AgoraAchei as piadas exageradas e forçadas. Além do fato de serem totalmente desnecessárias. Quem salvou foi a participação de Piotr Raspitin. Colossus. Só aguentei ver esta ... por causa dele.
Deuses do Egito
2.6 728 Assista AgoraValeu como diversão. Distração certa.
Capitão América: Guerra Civil
3.9 2,4K Assista AgoraPelo Pantera Negra, coisa que nunca pensei que veria na telinha, dou nota 5 neste filmaço.
X-Men: Apocalipse
3.5 2,1K Assista AgoraSem essa de mi-mi-mi... e querer tirar onde de maioral e que o foi isso ou aquilo. Resume logo isso para um simples: "MARAVILHOSO!!!!!!!!"
A Traição
3.9 6Este conto de traição e vingança apresenta uma das maiores lutas de espada da história do cinema. Ele rivaliza SWORD OF DOOM em sua intensidade e duração. Ichikawa Raizo é neste filme de longe a melhor atuação de sua carreira. Traído pelos anciãos de seu clã, e culpado por um assassinato que não cometeu, Takuma solta sua fúria implacável contra aqueles que o acusaram falsamente. Trata-se de uma das conclusões mais interessantes já produzidos!
A Serpente
3.7 6Este filmaço teve um remake em 1966 chamado The Betrayal ( A Traição ) do diretor Tokuzô Tanaka. Filmaço que, este excelente Diretor, não deixou a desejar em absolutamente nada.
A Traição
3.9 6Este conto de traição e vingança apresenta uma das maiores lutas de espada da história do cinema. Ele rivaliza SWORD OF DOOM em sua intensidade e duração. Ichikawa Raizo é neste filme de longe a melhor atuação de sua carreira. Traído pelos anciãos de seu clã, e culpado por um assassinato que não cometeu, Takuma solta sua fúria implacável contra aqueles que o acusaram falsamente. Trata-se de uma das conclusões mais interessantes já produzidos!
Invasores
2.6 188Previsível.
A Bruxa
3.6 3,5K Assista AgoraJoguei fora meu tempo. Oh, filminho meia-boca.
O Convite
3.3 1,1KSinceramente não precisava arrastar tanto.
Snow on the Blades
4.2 2Filmaço... Uma pena que seja um gênero apreciado por tão poucos.
Batman vs Superman: A Origem da Justiça
3.4 4,9K Assista AgoraSimplesmente lindo. Nota 10000000000000000000000000000000000000000000000000000
O Grande Mestre 3
3.7 158 Assista AgoraRegistro aqui as palavras de um sábio. Velho Garcia... Eternizei seu comentário.
Sem dúvida alguma, temos de concordar que o filme "Ip Man" (2008) foi um grande divisor de águas, não somente para o novo cinema chinês (revitalizado com O Tigre E O Dragão, produzido em 2000 e dirigido pelo excelente Ang Lee), como também para o estilo Wing Chun e, consequentemente, seu divulgador mais famoso mundialmente, ou seja, mestre Ip.
Donnie Yen foi catapultado a horizontes nunca antes imaginados (apesar da longa e bela trajetória no cinema) e que o permitiu ter uma autonomia maior em seus trabalhos....
Certamente, Ip Man 1, será lembrado como um dos melhores filmes do ator, mas, não esqueçamos que esta produção de 2008 teve algumas peculiaridades que a levaram a tornar-se o grande sucesso que conquistou: Além do ótimo diretor Wilson Yip e do elenco afiado que ele arregimentou, um ponto fundamental no tratamento que foi dado ao primeiro filme e, quase sempre esquecido, foram as coregrafias, desenvolvidas com inigualável valor pelo polivalente e dedicado Sammo Hung. Sim, ele mesmo, o gordinho, que na maioria das vezes é o vilão ou faz o contra-ponto cômico para o herói da história. Sammo, quase sempre foi coadjuvante nas produções em que participou por ter o tipo físico do anti-herói, mas, é um profissional de alta envergadura, possuindo habilidades impressionantes tanto na atuação quanto na direção de cenas.
Assim, após passarmos pelos dois filmes da cine-série em que ele atuou como coreógrafo, chegamos ao final da trilogia iniciada pelo diretor Wilson Yip, de forma convincente e pontual, mostrando a evolução da vida, e da arte, do grande mestre, Ip Man...
Wilson Yip pode não ter tido Sammo Hung como colaborador neste filme, mas, certamente, teve a inspiração necessária para desenvolver uma história que é simples em si mesma (como a maioria das histórias de vida), mas, de uma profundidade e intensidade ímpar, pois, nos mostra que, como todos nós, os verdadeiros heróis são frágeis, humanos, sofrem, envelhecem e morrem.... nisto consiste sua beleza, sua grandiosidade e seu legado....
Donnie Yen, brinda-nos com uma atuação impressionante, mostrando-nos um Ip Man mais maduro, mais velho e um pouco cansado das lutas da vida.... apesar disso, mantém a determinação e a perseverança que são características de um verdadeiro mestre.
Quem já viu algumas imagens antigas do verdadeiro Ip Man, percebe como foi elaborada a construção do personagem feita Yen. Seu gestual, a postura de seus ombros mais caídos, a forma de caminhar que denotam um homem mais franzino, tudo me pareceu meticulosamente estudado por Donnie Yen para dar verossimilhança ao "seu" Ip Man.
Eu não poderia deixar de comentar, também, sobre o contexto filosófico e de vida no qual mestre Ip conduz sua trajetória, aproximando o Wing Chun de suas raízes budistas, ligadas ao estilo dos monges Shaolin nas montanhas de Honan: Seu desapego e desprendimento pelo que é superficial, como o não se importar em "provar" qual estilo era o melhor, pois, naquele momento, "o melhor" era apoiar a quem dele precisava, ou seja, sua esposa e a cena em que ele dança despreocupadamente com ela, enquanto todos o esperam com "pompas e circunstâncias" para o desafio que só objetiva reafirmar o ego e orgulho de todos já se tornou antológica.....
Assim, Ip Man 3, finda, de forma honrosa, a trilogia do "Grande Mestre" nos trazendo a realidade o conceito de que, dominar uma arte marcial não tem como objetivo fazer-nos invencíveis ou super-homens, mas, sobretudo, como bem o demonstrou mestre Ip, nos tornar seres humanos melhores....
Wrong Cops: Os Maus Policiais
3.4 15Não consegui concluir.
Guerreiro Shaolin
2.5 1Tenho este filme em meu acervo a mais ou menos um ano e por causa de alguns review que vi na internet acabei desanimando de gastar meu tempo assistindo. Estes dias resolvi dá uma chance para ele e assistir algo em torno de 15 minutos do filme. Tive uma grata surpresa ao começar a querer ver o filme até o final. Tanto que até dei algumas gargalhadas durante. O que provou, pelo menos para mim, que nem sempre os reviews são feitos por quem realmente assistiu o filme ou pelo menos não são pessoas com o interesse em filmes estilo OldSchool. Os erros que vi nos reviews que encontrei. Foram: Ele é um criminoso fugitivo. Não, não é. Ele foi aceito no Templo como Zelador. Não, não foi. São tantos erros que não vou citá-los aqui. Assista e post suas próprias conclusões.
Vendetta
2.6 5 Assista AgoraAssistir mais não me convenceu. Durante o filme fiquei pensando como deve ter sido a conversa do diretor com o Danny: "Vem, cá nunca mais depois do Superman, aquela serie, você fez nada? Então, pensei em te colocar neste filme. Apesar de você está gordo e sem preparo nenhum dá para passar... vai ser legal e vai contribuir para você sair dessa deprê"... Mas olha só melhora esta cara, tá?". Sinceramente o cara gordo e sem preparo fisico nenhum vencer uma pancada de assassinos violentos numa prisão é de dá dó. Ou diretor fez isso por amizade ou pena.