Hamnet me pegou dentro do cinema. Me apaixonei pelo casal, chorei pela sua perda, chorei e sorri com o final., mas depois que o filme terminou e algumas horas depois pensando nele, ficaram as atuações, trilha e direção porque o roteiro começou a aparecer uns buracos e forçação.
O "misticismo" de Agnes : Artificio só para mostrar que ela estaria errada na morte de um dos seus filhos e fora que naquela época, uma mulher considerada "bruxa" não teria toda essa aceitação, teve só uma cena da mãe de Shakespeare contrariada com o casamento, mas depois o assunto some) .
A morte de Hamnet: uma criança que "toma" a doença da irmã à noite e na manhã seguinte está morta. Aí vão dizer: "Mas ele trocou de lugar com a irmã para a morte levar". Não deixa de ser piegas e forçado.
O filme tem um bom elenco com ótima dinâmica, a direção e edição não deixa o filme ficar enfadonho com o "troca-troca" de casais na tela, mas o roteiro é fraco, não se aprofunda em nada, com soluções bem covardes ou até sem soluções para os assuntos que tenta tratar. E a "punição" que uma das personagens masculinas recebe no final é simplesmente tosca.
Kurosawa é um mestre do cinema, isso é inegável, mas todo mestre tem uma mancha no currículo e pra mim, esse filme é a sua mancha. O melodrama exacerbado se sobrepõe à critica para a imprensa sensacionalista e para a hipocrisia da sociedade no pós guerra. Takashi Shimura que é um grande ator, aqui está exagerado ao interpretar um advogado alcoólatra e mau caráter. Sim, ele é mau caráter, mesmo com a indulgência do roteiro.
E o último terço do filme, quando começa o julgamento, o filme se torna inverossímil, constrangedor e vexatório. Há tbm os diálogos que não são o forte do filme, mas quando chega nas cenas do tribunal, o negócio fica lamentável.
Uma pena! Terei que reassistir Ran ou Os Sete Samurais pra voltar a amar o mestre. Brincadeira! Continuo o achando foda!
Comparando com a versão mais famosa de 1944, esse filme tem prós e contras. A direção de Cukor, as sutilezas do roteiro e o desenrolar da estória de 44 são melhores, mas nesse há 3 coisas superiores ao remake, o "herói" não é um interesse amoroso, o final do filme que é mais convincente e empolgante e a atuação muito foda do Anton Walbrook. No remake fizeram uma homenagem ao ator dando o nome do personagem do Charles Boyer de Mr. Anton.
A estória é dura, mas o roteiro a atenua em algumas passagens. O filme tem uma ótima fotografia e direção, mas o elenco e a maquiagem errônea não dão credibilidade ao filme.
Não é o tipo de comédia que eu curto, mas os efeitos especiais da época impressionam, a cena de dança entre os empregados da mansão é um absurdo e Martha Raye é fantástica.
Acho que a estória desse filme foi levemente baseado no caso que ocorreu numa cidadezinha em Washington em 2005. Há o documentário Zoo (2007) que conta esse incidente.
E simplesmente, esse filme desapareceu. Você não encontra legendas em qualquer idioma e nem release. Mal se encontra informações do filme. Pra se ter uma ideia, não tem cadastro desse filme no IMDB.
As Duas Faces Da Felicidade De Jean-Claude ou Uma Estória De Amor Por Si Mesmo. Como pode um roteiro ter um cinismo tão brutal, e ao mesmo tempo tão sutil?
Curta Documentário redescoberto devido à sua citação no documentário Sugarcane (2024), que mostra uma investigação sobre abuso e desaparecimento de crianças na Escola Residencial Indígena Kamloops.
Jean Luc Godard Paul Morrissey Mike de Leon Monte Hellman Romain Goupil Susan Seidelman Noel Simsolo Rainer Wener Fassbinder Werner Herzog Robert Kramer Ana Carolina Mahroun Bagdadi Steven Spielberg Michelangelo Antonioni Wim Wenders Yilmaz Guney
destratou empregados, atropelou a Blogs e ainda a fez trabalhar, largou o filho no lixão da Mãe Lucinda, agenciava uma rede de prostituição com o seu book rosa e mesmo com todas maldades e crimes cometidos, saiu ilesa.
A maior vilã da teledramaturgia brasileira. Lorelay Fox é diva.
Há certos filmes que tem o tempo certo para assisti-lo. A primeira vez que assisti Deus e o Diabo na Terra do Sol, não gostei. Estranhei toda a mise-en-scène apresentada no filme e fora o tema, que eu aos 16 anos não me interessava. Hoje com alguns anos a mais e uma certa experiência de vida e fílmica, vejo como esse filme estava à frente do seu tempo, com discursões que se estendem ate hoje.
Esse filme é muito bom, mas se leva à sério demais. Tem cenas e diálogos tão absurdos que se o filme fosse em tom de sátira, seria melhor ainda, pois ri de algumas cenas, mesmo o tom sendo taciturno.
Hamnet: A Vida Antes de Hamlet
4.2 407 Assista AgoraHamnet me pegou dentro do cinema. Me apaixonei pelo casal, chorei pela sua perda, chorei e sorri com o final., mas depois que o filme terminou e algumas horas depois pensando nele, ficaram as atuações, trilha e direção porque o roteiro começou a aparecer uns buracos e forçação.
Como a ausência do avô de Hamnet. Shakespeare até pede para Hamnet não se aproximar do avô, mas simplesmente o véio some.
O "misticismo" de Agnes : Artificio só para mostrar que ela estaria errada na morte de um dos seus filhos e fora que naquela época, uma mulher considerada "bruxa" não teria toda essa aceitação, teve só uma cena da mãe de Shakespeare contrariada com o casamento, mas depois o assunto some) .
A morte de Hamnet: uma criança que "toma" a doença da irmã à noite e na manhã seguinte está morta.
Aí vão dizer: "Mas ele trocou de lugar com a irmã para a morte levar". Não deixa de ser piegas e forçado.
Arco
3.8 48 Assista AgoraNão se enganem! Essas crianças são as vilâs do filme.
Sirāt
3.4 171 Assista AgoraNão adianta querer fugir do mundo, ele te encontra.
Cuspirei no Teu Túmulo
3.5 1Agora entendi porque Boris Vian, o autor da obra em qual o filme é baseado, morreu após assistir o filme na pré-estreia.
A Mulher do Próximo
3.4 4O filme tem um bom elenco com ótima dinâmica, a direção e edição não deixa o filme ficar enfadonho com o "troca-troca" de casais na tela, mas o roteiro é fraco, não se aprofunda em nada, com soluções bem covardes ou até sem soluções para os assuntos que tenta tratar.
E a "punição" que uma das personagens masculinas recebe no final é simplesmente tosca.
Ralé
3.6 20Mais verborrágico e teatral que a versão de Renoir (Les bas-fonds, 1936).
Melhor cena: A dança dos miseráveis.
O Escândalo
3.7 19 Assista AgoraKurosawa é um mestre do cinema, isso é inegável, mas todo mestre tem uma mancha no currículo e pra mim, esse filme é a sua mancha.
O melodrama exacerbado se sobrepõe à critica para a imprensa sensacionalista e para a hipocrisia da sociedade no pós guerra.
Takashi Shimura que é um grande ator, aqui está exagerado ao interpretar um advogado alcoólatra e mau caráter. Sim, ele é mau caráter, mesmo com a indulgência do roteiro.
E o último terço do filme, quando começa o julgamento, o filme se torna inverossímil, constrangedor e vexatório. Há tbm os diálogos que não são o forte do filme, mas quando chega nas cenas do tribunal, o negócio fica lamentável.
Uma pena! Terei que reassistir Ran ou Os Sete Samurais pra voltar a amar o mestre. Brincadeira! Continuo o achando foda!
À Meia Luz
3.7 25 Assista AgoraComparando com a versão mais famosa de 1944, esse filme tem prós e contras. A direção de Cukor, as sutilezas do roteiro e o desenrolar da estória de 44 são melhores, mas nesse há 3 coisas superiores ao remake, o "herói" não é um interesse amoroso, o final do filme que é mais convincente e empolgante e a atuação muito foda do Anton Walbrook. No remake fizeram uma homenagem ao ator dando o nome do personagem do Charles Boyer de Mr. Anton.
Amor à Terra
3.8 6 Assista AgoraA estória é dura, mas o roteiro a atenua em algumas passagens. O filme tem uma ótima fotografia e direção, mas o elenco e a maquiagem errônea não dão credibilidade ao filme.
Pandemônio
3.4 6Não é o tipo de comédia que eu curto, mas os efeitos especiais da época impressionam, a cena de dança entre os empregados da mansão é um absurdo e Martha Raye é fantástica.
Difícil de Lidar
3.7 1Cagney é sempre ótimo, mas quem rouba a cena aqui é Ruth Donnely como a mãe de sua namorada.
Apocalipse nos Trópicos
3.8 188Só uma coisa a dizer: Obrigado Nordeste!!!
A Morte de Dick Long
3.2 18Acho que a estória desse filme foi levemente baseado no caso que ocorreu numa cidadezinha em Washington em 2005. Há o documentário Zoo (2007) que conta esse incidente.
Nogochi
3.6 2E simplesmente, esse filme desapareceu.
Você não encontra legendas em qualquer idioma e nem release.
Mal se encontra informações do filme. Pra se ter uma ideia, não tem cadastro desse filme no IMDB.
As Duas Faces Da Felicidade
4.0 134 Assista AgoraAs Duas Faces Da Felicidade De Jean-Claude ou Uma Estória De Amor Por Si Mesmo.
Como pode um roteiro ter um cinismo tão brutal, e ao mesmo tempo tão sutil?
The Eyes of Children
1Curta Documentário redescoberto devido à sua citação no documentário Sugarcane (2024), que mostra uma investigação sobre abuso e desaparecimento de crianças na Escola Residencial Indígena Kamloops.
Quarto 666
3.9 37 Assista AgoraOrdem de aparecimento:
Jean Luc Godard
Paul Morrissey
Mike de Leon
Monte Hellman
Romain Goupil
Susan Seidelman
Noel Simsolo
Rainer Wener Fassbinder
Werner Herzog
Robert Kramer
Ana Carolina
Mahroun Bagdadi
Steven Spielberg
Michelangelo Antonioni
Wim Wenders
Yilmaz Guney
O Filho
3.9 46Ainda bem que eu não li essa sinopse. Ela entrega o filme inteiro.
London Can Take It!
3.5 1Mockumentary!
Blogueirinha, A Feia
4.0 13Miranda Fox
destratou empregados, atropelou a Blogs e ainda a fez trabalhar, largou o filho no lixão da Mãe Lucinda, agenciava uma rede de prostituição com o seu book rosa e mesmo com todas maldades e crimes cometidos, saiu ilesa.
A maior vilã da teledramaturgia brasileira.
Lorelay Fox é diva.
A Substância
3.9 1,9K Assista AgoraÉ necessário passar uns panos para o roteiro, mas é uma experiência incrível com uma grande direção da Coralie Fargeat e atuação da Demi Moore.
Deus e o Diabo na Terra do Sol
4.1 441Há certos filmes que tem o tempo certo para assisti-lo.
A primeira vez que assisti Deus e o Diabo na Terra do Sol, não gostei. Estranhei toda a mise-en-scène apresentada no filme e fora o tema, que eu aos 16 anos não me interessava.
Hoje com alguns anos a mais e uma certa experiência de vida e fílmica, vejo como esse filme estava à frente do seu tempo, com discursões que se estendem ate hoje.
Citizen Saint
3.5 1Esse filme é muito bom, mas se leva à sério demais. Tem cenas e diálogos tão absurdos que se o filme fosse em tom de sátira, seria melhor ainda, pois ri de algumas cenas, mesmo o tom sendo taciturno.
Vincent Tem de Morrer
2.9 3 Assista AgoraAssista a esse filme e aprenda como estragar uma ótima premissa.
Escolhas erradas e conveniências no roteiro que irritam e estragam a experiência.
O romance forçado, inverossímil e desnecessário acabou com o filme.