Sessão comentada com a diretora Aleksandra Hansen, e com o diretor de fotografia.
Não promete nada, mas entrega muito! É realmente impressionante o que pessoas talentosas conseguem fazer, às vezes com o orçamento de um pastel e uma coquinha.
O filme acompanha a Evelyn, uma americana que foi morar numa cidadezinha ao sul da Noruega pra cuidar da mãe doente. Já inicia com a mãe dela falecida, e a gente vê que ela meio que não tem pra onde ir: tá sem trabalho, sem dinheiro e quase sem casa, porque a casa em que a mãe morava era da tia dela. Com essa tia chegando, começam várias cobranças e comparações depreciativas entre a Evelyn e a mãe. Enfim, ela tenta seguir com a vida, consegue um emprego, cria uma rotina, mas infelizmente depressão não se cura só saindo de casa e "fazendo alguma coisa", como muitos pensam... E enquanto ela tenta seguir com a vida, acaba se apegando a um sitcom de comédia que se passa em uma cafeteria (familiar, né?), e nisso a história segue.
Esse filme é uma representação bem fiel de alguns casos de depressão. A busca de uma fuga; o conforto encontrado da nostalgia; a sensação de viver sempre o mesmo dia, no automático, porque tu não acha mais que tem uma razão pra existir; a dificuldade de se conectar com outras pessoas, muito bem ilustrada pela barreira do idioma, já que a Evelyn não fala nada de norueguês.
Relacionei com uma situação bem naturalizada, hoje em dia: a gente vive a nossa rotina, muitas vezes infeliz e não sabendo muito bem como mudar, e acaba se distraindo com coisas que preenchem o vazio que a gente sente - televisão, celular, compras, comida - mas isso tudo é só momentâneo.
remoeu muito a morte da mãe. É um luto contido, nada dramático. Os sentimentos dela são muito sutis e silenciosos, principalmente pras pessoas ao redor dela. Notei também uma utilização legal dos reflexos: uma hora num espelho, outra no lago, e a personagem inserida neles, meio que demonstrando um deslocamento entre ela e o que tem por fora desse reflexo?
Taí uma pergunta que eu poderia ter feito na sessão de comentários, mas na hora nem pensei.
Algumas curiosidades aleatórias do bate-papo, no pós filme:
- A equipe do filme tinha um total de 6 pessoas (!!!) - Teve um intervalo de alguns anos entre as filmagens, porque nesse meio tempo, o diretor de fotografia pediu a diretora em casamento - As cenas da cidade foram gravadas na Noruega, obviamente, mas as cenas do sitcom foram em LA (pelo que eu lembro dela ter dito, as cenas na Noruega foram gravadas em 2022, e as do sitcom, mais recentemente) - Na primeira versão do roteiro, a história se passaria em LA, onde a diretora morava na época. Anos depois, quando reescreveu, resolveu mudar a história pra Noruega, em homenagem à cidade em que o pai dela cresceu, e onde ela nasceu - Sobre a utilização de um sitcom, a diretora escolheu essa ideia porque, nesse tipo de série, os problemas se resolvem em menos de meia hora, e todo mundo fica feliz no final - a realidade que todo mundo queria, né? - Os atores eram praticamente todos moradores da cidade em que foi gravado, o que me surpreendeu muito, porque todos foram ótimos atuando! E quem pilhou a galera toda pra participar foi a tia da diretora - A atriz principal foi colega da diretora na faculdade e, de acordo com ela, é super boa em fazer personagens transtornados kkkkk (e é mesmo, achei ótima)
Mais um filme sobre pertencimento e a tentativa de se encaixar, quando tu não é padrão na sociedade. Ilustra bem o problema de que aquilo que nos torna diferentes nem sempre é algo que dá pra mudar...
Achei o filme bem feito, bonito e com boas atuações. Talvez uma vibe meio Sessão da Tarde?
O filme conta a história da Yasamin, uma adolescente iraniana recém-chegada ao Canadá. É o clichê de deslocamento social no Ensino Médio, mas que vai aprofundando aos poucos.
A gente inicia o filme acompanhando a Yasamin tentando se adaptar à nova realidade, fazer novas amizades e ultrapassar a barreira do idioma (é engraçadinho no começo ela reproduzindo as conversas de um programa de TV a la Friends que ela assiste). Logo de cara, a gente já entende a dinâmica familiar, e já percebe como essa tentativa de adaptação começa, aos poucos, afastando ela da própria cultura e da família.
Conforme o filme vai desenvolvendo, a gente vê que quanto mais ela tenta se encaixar, mais afastada ela fica de quem ela é/era, e isso gera uma sensação meio constante de não pertencimento. É um filme meio lento, bem sutil, e levemente incômodo.
Achei bem interessante. Me prendeu desde o início, pela dinâmica mostrada logo na abertura e pela curiosidade do que iria acontecer, mas em algum momento do meio pro fim, acho que foi perdendo um pouco de força.
Talvez pela repetição da dinâmica, sem oferecer revelações concretas, pra só depois chegar no final - faz sentido pra história, mas não deixa de ser cansativo.
É um filme que tem vários simbolismos, se parar pra analisar bem.
A fuga; a busca por sentido e mudança; a ideia de que seguir as regras te mantém “seguro”; uma escolha quase confortável de se afastar da realidade e se manter alienado...
Bonito, bem filmado, atuações convincentes. Uma produção boa, num geral. Enfim, mais um filme metafórico que a gente tem que fazer a cabeça funcionar pra se dar conta de certas coisas.
A premissa é muito boa, e é muito legal ver outras culturas protagonizando histórias interessantes e que chegam na gente, quebrando o molde hollywoodiano.
Em alguns pontos, achei a história levemente corrida, e algumas coisas ficaram em aberto pra interpretação, mas isso não interfere tanto no resultado geral.
Primeiro filme assistido no Fantaspoa de 2026, e acho que foi uma ótima escolha.
Começa lindo. A premissa é bem vibes Adão e Eva - uma vida em equilíbrio sagrado com a Natureza, que muda depois de um ato de rebeldia de um membro da família. Depois disso, fica caótico, violento e gráfico. MUITO GRÁFICO.
É uma representação básica da história da humanidade. O Homem não sabe viver em equilíbrio, sempre vai tentar dominar a Natureza - e isso vai trazer consequências. É um ciclo eterno. No fim das contas, é sobre o Homem como agente do próprio desastre.
Tenho certeza de que os objetivos desse filme foram atingidos (avaliando pela minha experiência, óbvio). Saí levemente perturbada da sessão, e nem fiquei pros comentários dos atores (por motivos de: domingo à noite, e sou assalariada), mas com certeza é uma conversa que eu gostaria de ter presenciado, porque deve ter sido interessantíssima.
É um filme bom, impactante e com uma mensagem forte, mas que eu não assistiria de novo.
Esse ano, consegui começar o Fantaspoa com dois filmaços, Marama e Gaua.
E Gaua me surpreendeu demais, apesar de já ter me interessado pela sinopse (e também pelo poster - julgo filmes pelo poster, sim).
Terror folclórico bem simbólico, que faz a gente pensar (muito!), com questionamentos sobre a violência contra as mulheres, repressão feminina e religiosa. Mostra bem aquilo da liberdade do que fazer, no que acreditar e a quem amar, como sempre, sendo podada - e, quando não conseguem podar essa liberdade, acabam transformando essas pessoas em "bruxas". Se passa no século XVII, mas poderia muito bem ser hoje em dia.
A história inicia simples: a Kattalin, personagem principal, ta fugindo do marido violento, e acaba precisando escapar pela floresta - e umas paradas bem loucas acontecem. Logo depois, ela acaba encontrando três velhas que gostam de fofocar durante a noite, enquanto lavam roupa. Elas começam a contar várias histórias da vila pra Kattalin e, conforme o filme vai passando, essas histórias vão criando um clima cada vez mais tenso.
Enfim, é um filme cheio de simbolismos que vale a pena ser assistido, refletido e pesquisado depois.
Quanto à produção, só tenho elogios: visualmente lindo, figurino e maquiagens ótimas. E os efeitos não ficam pra trás. Me apaixonei demais pela estética toda, e os créditos iniciais e das divisões das histórias contadas, lindos demais. Minha única crítica é que em várias cenas tava tudo muito escuro (tudo bem, que tem a ambientação e tal, mas né...).
Até agora, meu filme favorito da edição desse ano.
Acho que o primeiro ponto é saber que não é um filme pra ser levado a sério. Não notei em momento nenhum ambição alguma de ser vista uma obra "sofisticada". É trash, é divertido, tem referências ao original, e me tirou boas risadas, e acho que isso já vale.
Acho que esperei tantos anos pra assistir esse filme, que perdi o timing. Esperava tanto dele, que me decepcionei um pouco. Acho que esperava mais da história, mesmo. Muitos detalhes me pareceram meio perdidos, meio jogados. Kate Beckinsale entretanto, lindíssima, convence mt, e Michael Sheen segurou bem também. Enfim, ainda tenho que maratonar o restante da série.
finais mais abertos, mas esse me incomodou um pouco, porque parece que ficou muita informação "jogada". Ou talvez eu só seja burra mesmo e não consegui captar o conceito.
É meio viajado, mas o diretor mesmo disse, na sessão comentada que eu fui, que os filmes dele costumam ser bem "psicodélicos". Mas enfim, achei bem interessante o plot geral, visto que não é uma realidade que parece estar muito longe do agora...
A sensibilidade desse filme, e a emoção que passa, é de outro mundo. Com certeza um favorito da vida, embora eu nunca mais vá querer ver, porque acabou com o meu emocional.
Do jeito que todo mundo tava falando quando lançou, pensei que fosse ser uma baita bomba, mas achei bem aceitável. Cumpriu a missão, que era divertir. A referência ao
a guria ter se livrado de cuidar do marido porque queria sair de lá, pra no final ter que ficar cuidando da sogra provavelmente pro resto da vida da mulher kkkkkkkkkk
Começa parecendo que vai a algum lugar, mas no final, a gente meio que fica a ver navios. Visualmente bom, tem cara de ter uma boa produção visual, mas a história e a edição deixaram a desejar. Cenas de morte bem boas e realistas, até
Não vou reclamar muito porque esse tipo de filme não é pra ser muito profundo mesmo, mas mano..... a química simplesmente não existindo nesse casal, né. Já esperava que a Leighton carregasse o filme nas costas, mas nem isso a pobi conseguiu.
Não julgo a burrice da protagonista pq, se fosse eu, ia ser bem pior kkkkk Gostei bastante do filme. A premissa é boa, diferente de tudo que tem por aí. O final é foda, mas acho que poderiam ter dado mais
sinais da passagem do tempo, além do nenê no fim, que inicialmente pensei que fosse da Sigrid e do Frank, mas que na real deve ser do Christian, já que a Sigrid é vista vomitando durante a viagem, O QUE DEIXA O FINAL MT PIOR.
Achei interessante, tem uma fotografia legal e é bem executado. Mas relacionado à história, esperava que tivesse um final diferente, algo mais relacionado a
Life at Sandy's
5.0 1FANTASPOA 2026
Sessão comentada com a diretora Aleksandra Hansen, e com o diretor de fotografia.
Não promete nada, mas entrega muito! É realmente impressionante o que pessoas talentosas conseguem fazer, às vezes com o orçamento de um pastel e uma coquinha.
O filme acompanha a Evelyn, uma americana que foi morar numa cidadezinha ao sul da Noruega pra cuidar da mãe doente. Já inicia com a mãe dela falecida, e a gente vê que ela meio que não tem pra onde ir: tá sem trabalho, sem dinheiro e quase sem casa, porque a casa em que a mãe morava era da tia dela. Com essa tia chegando, começam várias cobranças e comparações depreciativas entre a Evelyn e a mãe. Enfim, ela tenta seguir com a vida, consegue um emprego, cria uma rotina, mas infelizmente depressão não se cura só saindo de casa e "fazendo alguma coisa", como muitos pensam... E enquanto ela tenta seguir com a vida, acaba se apegando a um sitcom de comédia que se passa em uma cafeteria (familiar, né?), e nisso a história segue.
Esse filme é uma representação bem fiel de alguns casos de depressão. A busca de uma fuga; o conforto encontrado da nostalgia; a sensação de viver sempre o mesmo dia, no automático, porque tu não acha mais que tem uma razão pra existir; a dificuldade de se conectar com outras pessoas, muito bem ilustrada pela barreira do idioma, já que a Evelyn não fala nada de norueguês.
Relacionei com uma situação bem naturalizada, hoje em dia: a gente vive a nossa rotina, muitas vezes infeliz e não sabendo muito bem como mudar, e acaba se distraindo com coisas que preenchem o vazio que a gente sente - televisão, celular, compras, comida - mas isso tudo é só momentâneo.
Uma coisa que me chamou atenção foi que ela não
remoeu muito a morte da mãe. É um luto contido, nada dramático. Os sentimentos dela são muito sutis e silenciosos, principalmente pras pessoas ao redor dela. Notei também uma utilização legal dos reflexos: uma hora num espelho, outra no lago, e a personagem inserida neles, meio que demonstrando um deslocamento entre ela e o que tem por fora desse reflexo?
Algumas curiosidades aleatórias do bate-papo, no pós filme:
- A equipe do filme tinha um total de 6 pessoas (!!!)
- Teve um intervalo de alguns anos entre as filmagens, porque nesse meio tempo, o diretor de fotografia pediu a diretora em casamento
- As cenas da cidade foram gravadas na Noruega, obviamente, mas as cenas do sitcom foram em LA (pelo que eu lembro dela ter dito, as cenas na Noruega foram gravadas em 2022, e as do sitcom, mais recentemente)
- Na primeira versão do roteiro, a história se passaria em LA, onde a diretora morava na época. Anos depois, quando reescreveu, resolveu mudar a história pra Noruega, em homenagem à cidade em que o pai dela cresceu, e onde ela nasceu
- Sobre a utilização de um sitcom, a diretora escolheu essa ideia porque, nesse tipo de série, os problemas se resolvem em menos de meia hora, e todo mundo fica feliz no final - a realidade que todo mundo queria, né?
- Os atores eram praticamente todos moradores da cidade em que foi gravado, o que me surpreendeu muito, porque todos foram ótimos atuando! E quem pilhou a galera toda pra participar foi a tia da diretora
- A atriz principal foi colega da diretora na faculdade e, de acordo com ela, é super boa em fazer personagens transtornados kkkkk (e é mesmo, achei ótima)
A Garota Barbada
3.5 1FANTASPOA 2026
Mais um filme sobre pertencimento e a tentativa de se encaixar, quando tu não é padrão na sociedade. Ilustra bem o problema de que aquilo que nos torna diferentes nem sempre é algo que dá pra mudar...
Achei o filme bem feito, bonito e com boas atuações. Talvez uma vibe meio Sessão da Tarde?
Fica o questionamento, só:
ela se aceitou, ou só desistiu?
Estrangeira
4.0 1FANTASPOA 2026
O filme conta a história da Yasamin, uma adolescente iraniana recém-chegada ao Canadá. É o clichê de deslocamento social no Ensino Médio, mas que vai aprofundando aos poucos.
A gente inicia o filme acompanhando a Yasamin tentando se adaptar à nova realidade, fazer novas amizades e ultrapassar a barreira do idioma (é engraçadinho no começo ela reproduzindo as conversas de um programa de TV a la Friends que ela assiste). Logo de cara, a gente já entende a dinâmica familiar, e já percebe como essa tentativa de adaptação começa, aos poucos, afastando ela da própria cultura e da família.
Conforme o filme vai desenvolvendo, a gente vê que quanto mais ela tenta se encaixar, mais afastada ela fica de quem ela é/era, e isso gera uma sensação meio constante de não pertencimento. É um filme meio lento, bem sutil, e levemente incômodo.
No fim, dá aquela impressão
de que nada se resolveu, e que na real, nem existe uma resolução.
Sunshine Express
3.5 1FANTASPOA 2026
Achei bem interessante. Me prendeu desde o início, pela dinâmica mostrada logo na abertura e pela curiosidade do que iria acontecer, mas em algum momento do meio pro fim, acho que foi perdendo um pouco de força.
Talvez pela repetição da dinâmica, sem oferecer revelações concretas, pra só depois chegar no final - faz sentido pra história, mas não deixa de ser cansativo.
É um filme que tem vários simbolismos, se parar pra analisar bem.
A fuga; a busca por sentido e mudança; a ideia de que seguir as regras te mantém “seguro”; uma escolha quase confortável de se afastar da realidade e se manter alienado...
Bonito, bem filmado, atuações convincentes. Uma produção boa, num geral. Enfim, mais um filme metafórico que a gente tem que fazer a cabeça funcionar pra se dar conta de certas coisas.
Marama
4.5 1FANTASPOA 2026
Filme visualmente bonito e bem feito.
A premissa é muito boa, e é muito legal ver outras culturas protagonizando histórias interessantes e que chegam na gente, quebrando o molde hollywoodiano.
Em alguns pontos, achei a história levemente corrida, e algumas coisas ficaram em aberto pra interpretação, mas isso não interfere tanto no resultado geral.
Primeiro filme assistido no Fantaspoa de 2026, e acho que foi uma ótima escolha.
Animais da Terra
3.0 1 Assista AgoraFANTASPOA 2026
Me pegou muito de surpresa.
Começa lindo. A premissa é bem vibes Adão e Eva - uma vida em equilíbrio sagrado com a Natureza, que muda depois de um ato de rebeldia de um membro da família. Depois disso, fica caótico, violento e gráfico. MUITO GRÁFICO.
É uma representação básica da história da humanidade. O Homem não sabe viver em equilíbrio, sempre vai tentar dominar a Natureza - e isso vai trazer consequências. É um ciclo eterno. No fim das contas, é sobre o Homem como agente do próprio desastre.
Tenho certeza de que os objetivos desse filme foram atingidos (avaliando pela minha experiência, óbvio). Saí levemente perturbada da sessão, e nem fiquei pros comentários dos atores (por motivos de: domingo à noite, e sou assalariada), mas com certeza é uma conversa que eu gostaria de ter presenciado, porque deve ter sido interessantíssima.
É um filme bom, impactante e com uma mensagem forte, mas que eu não assistiria de novo.
Gaua
3.4 1FANTASPOA 2026
Esse ano, consegui começar o Fantaspoa com dois filmaços, Marama e Gaua.
E Gaua me surpreendeu demais, apesar de já ter me interessado pela sinopse (e também pelo poster - julgo filmes pelo poster, sim).
Terror folclórico bem simbólico, que faz a gente pensar (muito!), com questionamentos sobre a violência contra as mulheres, repressão feminina e religiosa. Mostra bem aquilo da liberdade do que fazer, no que acreditar e a quem amar, como sempre, sendo podada - e, quando não conseguem podar essa liberdade, acabam transformando essas pessoas em "bruxas". Se passa no século XVII, mas poderia muito bem ser hoje em dia.
A história inicia simples: a Kattalin, personagem principal, ta fugindo do marido violento, e acaba precisando escapar pela floresta - e umas paradas bem loucas acontecem. Logo depois, ela acaba encontrando três velhas que gostam de fofocar durante a noite, enquanto lavam roupa. Elas começam a contar várias histórias da vila pra Kattalin e, conforme o filme vai passando, essas histórias vão criando um clima cada vez mais tenso.
Enfim, é um filme cheio de simbolismos que vale a pena ser assistido, refletido e pesquisado depois.
Quanto à produção, só tenho elogios: visualmente lindo, figurino e maquiagens ótimas. E os efeitos não ficam pra trás. Me apaixonei demais pela estética toda, e os créditos iniciais e das divisões das histórias contadas, lindos demais. Minha única crítica é que em várias cenas tava tudo muito escuro (tudo bem, que tem a ambientação e tal, mas né...).
Até agora, meu filme favorito da edição desse ano.
Anaconda
2.5 256Acho que o primeiro ponto é saber que não é um filme pra ser levado a sério. Não notei em momento nenhum ambição alguma de ser vista uma obra "sofisticada".
É trash, é divertido, tem referências ao original, e me tirou boas risadas, e acho que isso já vale.
Um Castelo Para o Natal
2.7 64 Assista AgoraNota boa porque tenho um fraco por filmes que se passam na Irlanda ou Escócia. Num geral, achei menos pior do que muitos desse tipo de filme.
Então é Natal
2.1 7Achei o ator principal tão caricato kkkkk senti como se tivesse vendo um filme de comédia dos anos 2000
Anjos da Noite
3.5 623 Assista AgoraAcho que esperei tantos anos pra assistir esse filme, que perdi o timing. Esperava tanto dele, que me decepcionei um pouco. Acho que esperava mais da história, mesmo. Muitos detalhes me pareceram meio perdidos, meio jogados. Kate Beckinsale entretanto, lindíssima, convence mt, e Michael Sheen segurou bem também. Enfim, ainda tenho que maratonar o restante da série.
Verão Infinito
2.3 1FANTASPOA 2025
Eu normalmente não tenho problema com
finais mais abertos, mas esse me incomodou um pouco, porque parece que ficou muita informação "jogada". Ou talvez eu só seja burra mesmo e não consegui captar o conceito.
Flow
4.2 576A sensibilidade desse filme, e a emoção que passa, é de outro mundo. Com certeza um favorito da vida, embora eu nunca mais vá querer ver, porque acabou com o meu emocional.
O Jogo do Assassino
2.8 41 Assista AgoraNão é um filme pra ser levado a sério, mas isso não deixa ele ruim (ok, talvez um pouco kkkkk). Cumpriu com o papel: divertiu muito.
Madame Teia
2.1 385 Assista AgoraDo jeito que todo mundo tava falando quando lançou, pensei que fosse ser uma baita bomba, mas achei bem aceitável. Cumpriu a missão, que era divertir. A referência ao
tio Ben
Paralisia
2.3 93 Assista AgoraComeçou relativamente bem. A gente vai ficando curioso com o que ta rolando, mas parece que
no tentar fazer várias reviravoltas
O pior de tudo pra mim foi
a guria ter se livrado de cuidar do marido porque queria sair de lá, pra no final ter que ficar cuidando da sogra provavelmente pro resto da vida da mulher kkkkkkkkkk
Princesa do Inferno
1.7 3Não deu pra terminar.
Livrai-nos de Todo o Mal
2.7 3 Assista AgoraNão consegui chegar em 30 min de filme.
Os Curados
2.6 113 Assista AgoraÓtima crítica. Bem executado, mas lento. Quem for assistir, tenha noção de que é um drama pós-apocalíptico, e não terror.
Natal Sangrento
1.6 6Começa parecendo que vai a algum lugar, mas no final, a gente meio que fica a ver navios. Visualmente bom, tem cara de ter uma boa produção visual, mas a história e a edição deixaram a desejar. Cenas de morte bem boas e realistas, até
(tipo a menina torada ao meio na cena inicial)
Feliz Natal
2.3 62O trash voltou com força, né. Gosto assim.
EXmas
2.7 30Não vou reclamar muito porque esse tipo de filme não é pra ser muito profundo mesmo, mas mano..... a química simplesmente não existindo nesse casal, né. Já esperava que a Leighton carregasse o filme nas costas, mas nem isso a pobi conseguiu.
Bom Garoto
2.5 230 Assista AgoraNão julgo a burrice da protagonista pq, se fosse eu, ia ser bem pior kkkkk Gostei bastante do filme. A premissa é boa, diferente de tudo que tem por aí. O final é foda, mas acho que poderiam ter dado mais
sinais da passagem do tempo, além do nenê no fim, que inicialmente pensei que fosse da Sigrid e do Frank, mas que na real deve ser do Christian, já que a Sigrid é vista vomitando durante a viagem, O QUE DEIXA O FINAL MT PIOR.
O Visitante
2.0 24 Assista AgoraAchei interessante, tem uma fotografia legal e é bem executado. Mas relacionado à história, esperava que tivesse um final diferente, algo mais relacionado a
alguma religião pagã, um deus diferente, mas me deu a impressão de ser só um pacto com o capeta padrão, mesmo.