Achei a temporada mais fraca. O casal de protagonistas não tem química nenhuma. Eu só gostei das histórias paralelas e desenvolvimento de outros personagens
Quando penso em ruptura, penso nos desafios éticos, morais e trabalhistas que a aplicação dessa premissa pode implicar. E o final desta temporada trouxe à tona exatamente o primeiro questionamento que me acompanhou desde o início da série: e se o interno tiver outros interesses?
A mente é “dividida” em duas. Vocês compartilham o mesmo corpo, mas têm personalidades diferentes, outros desejos, outras ações. O último episódio lançou luz sobre como essa dualidade é complexa, quase impossível de coexistir, e como cada parte vai lutar para vencer essa disputa.
Não tem como assistir a essa série sem pensar em filosofia, em ética, em arte. É o suprassumo da arte em forma de série.
Buscar respostas é importante, mas, às vezes, é preciso apenas aproveitar o caminho antes de chegar ao destino final. É uma surpresa — e é delicioso. Eu amo essa série!
A premissa da história é excelente, as atuações são ótimas, mas essa temporada foi muito mais fraca do que a primeira. Poderiam ter feito menos episódios com menos enrolação. As vezes qualidade é melhor do que quantidade.
O primeiro episódio é incrível e o último também. Virei pra caralho em DETERMINADA cena. Fora isso, MUITA coisa desnecessária.
Espero que a próxima temporada traga mais respostas e menos perguntas. Porque deixar uma trilha de questionamentos é muito fácil, respondê-los com inteligência e assertividade é outra coisa. Espero que não escorreguem porque tem um potencial imenso.
Leftovers foi uma das melhores jornadas em formato de série que acompanhei nos últimos tempos. Gostei que a série tem um começo e um fim bem definidos. Todas as sensações que ela me trouxe poderiam render um artigo, rs.
Terminei a última temporada ontem e ainda estou digerindo o tanto que chorei. Cada episódio era melhor que o anterior, despertando uma mistura de estranhamento, incômodo, alegria, tristeza, dor, amor e loucura.
Leftovers fala sobre o fim do mundo, mas não daquele tipo com o qual estamos acostumados. O "fim do mundo" aqui é, na verdade, o fim das pessoas, especialmente das pessoas que amamos. Não acho que a série tenha sido sobre aqueles que partiram, sobre para onde foram ou como estão. Quem passou a série inteira buscando essas respostas assistiu da maneira errada. A série é sobre o que resta daqueles que ficaram. Imagine ver desaparecer a pessoa que você ama logo após uma discussão? Ou alguém de quem você gosta, mas com quem acabou de perder a paciência por causa da bagunça na casa? Isso é a realidade da família. É ser humano. Amamos também aqueles que nos frustram, e não queremos que eles sumam, obviamente.
Acho que um excelente contraponto à série é quando a comparamos com a pandemia. Naquele momento, você não tinha respostas sobre o que estava acontecendo no mundo. As notícias eram assustadoras, ninguém sabia quando aquilo terminaria ou como havia começado, e você estava tentando sobreviver em um mundo que parecia estar acabando. E, em meio a tudo isso, ainda precisava ir trabalhar, fazer planilhas, escrever e-mails. É sobre o que fazemos diante do fim do mundo, em meio à morte. A série retrata exatamente isso.
Norma foi uma das personagens mais bem construídas e complexas que já vi em séries. Camadas e camadas revestiam uma mulher com um sorriso lindo e atitudes imprevisíveis. Ela nunca foi o que eu esperava, sempre me surpreendia. Matt Jamison, por outro lado, me irritava profundamente. Ele era bom demais em vários episódios, acreditava demais nas pessoas, na bondade, em "fazer o certo". Era sempre angustiante quando ele protagonizava um episódio. E, finalmente, Kevin. Kevin era complexo, mas acho que sua jornada sempre foi uma busca pela família. Ele tentava equilibrar sua vida entre querer a família por perto e ter medo de tê-los tão próximos.
Acho que a coisa mais estranha sobre essa série é que absolutamente TODOS os personagens são imprevisíveis. Você não sabe o que eles vão fazer na próxima cena. Eles te deixam com raiva com suas decisões. Coisas estranhas acontecem e você se emociona com a trilha sonora, o olhar, a confusão, o misto de sentimentos. É incrível.
O episódio 8 é uma das coisas mais bizarras e emocionantes que eu já vi em muito tempo. Gostaria de ter acompanhado essa série quando lançou e visto todas as teorias kkk
O Kevin passa a temporada inteira: sujo, suado, gostoso, quase morto, ferido, sonâmbulo e louco. Literalmente do céu ao inferno. E tudo se resume em família. Essa série inteira é sobre a família e o que fazemos com ela, por ela e sem ela. É enlouquecedor não saber e Leftovers vai isso de uma maneira tão crível que você se coloca em situações difíceis junto com os personagens.
Faz semanas que estou digerindo o que eu assisti nessa série.
Ao escrever este texto, aparentemente, parece que formulei alguns pensamentos. O primeiro deles é que é impossível qualquer pessoa assistir essa série e não se perguntar se realmente tudo é real? Como o ator/autor conseguiu vivenciar tudo isto e interpretar esse “papel”? Onde está Martha? Quem foi? Quem é? O que aconteceu com ela? Todas essas perguntas pairavam na minha cabeça a cada episódio e ao terminar a série, a primeira coisa que eu fiz foi pesquisar. Infelizmente, esse é um movimento natural que eu acredito maior parte do público fez. Embora o criador da série tenha pedido veementemente não ir atrás das pessoas reais. Desculpe, mas contar ESSA história e simplesmente não pensar, ao menos, onde estão essas pessoas é impossível.
Bebê Rena ainda vai reverberar muito na minha mente e acredito que no público de modo geral. Temos um caso bizarro que não trás respostas fáceis, interpretações coerentes. É um passeio pela mente de pessoas destroçadas emocionalmente e com suas psíquices frágeis. Existe sim um vilão e duas vítimas. Sejam da sociedade, do Estado e de predadores da indústria.
Quando eu achava que a série era sobre uma coisa, veio o episódio 4 e tirou tudo do lugar. A compreensão de muita coisa se estabeleceu e nada daquilo que eu julguei saber sobre as ações do “Bebê Rena” eu realmente sabia. Na realidade eu não sabia absolutamente nada até o episódio 4.
É uma série indigesta. Desconfortável. Uma denúncia. Crua e sem medo. Espero que os prêmios virem realidade, pois eles já estão logo na esquina.
Terminei de assistir com vontade de quebrar tudo. Bater em um homem, botar fogo em ônibus. SEI LÁ. Qualquer coisa que alivie a revolta que senti.
Meu Deus como os Estados Unidos podem ser celeiro de tanto maluco? Como a polícia pode ser tão inútil em todo lugar do mundo? Como as mulheres CONTINUAM sendo tidas como mentirosas, fantasiosas? Como ficaram de putaria comparando VIDA REAL com um filme?????
Ainda bem que o casal processou e ganhou dinheiro. Deveriam ter ganhado muito mais!!! Já pensou se aquela policial nunca tivesse ligado os casos?
Tão louco pensar que procuramos tanto séries boas no exterior, quando o Brasil está produzindo algo neste nível. Nós sobre nós.
Não existe mulher mais bucetuda e gostosa que Dinorah.
Não conhecia a atriz Alice Carvalho, mas ela entregou absolutamente tudo!! A série até pode tentar ser sobre Ubaldo, mas foi Dinorah do começo ao fim pra mim.
Incrível. Estou sem palavras. Me tremendo com esse último episódio. Desenvolvi três tipos de ansiedade diferente no último episódio. Tive que pausar pra pegar uma água (Sem brincadeira) Eu realmente não sei como as pessoas conseguem trabalhar com cozinha, tem que amar muito, muito mesmo, viu.
Surreal como eles conseguiram fazer uma temporada MELHOR que a primeira.
Cada personagem teve seu tempo de tela desenvolvido com maestria, com camadas, com nuances, com perfeição e erros na mesma medida. O episódio 6 é uma aula, o episódio 7 do Richie me fez querer abraçá-lo. O desenvolvimento ímpar de cada um, foi lindo de ver, foi sensível, tocante e feito com sabedoria.
É notório que cada um enfrenta seus piores medos, depressão, ansiedade, síndrome do impostor. Cada um dos inimigos invisíveis que ignoramos e nos engole dia a dia. Carmy afasta aqueles que ama, por medo de amar e ao mesmo por não se sentir digno. O medo de "recomeçar" aos 45 do Richie é real, plausível e o grito de falha constante o assola e isto é ser alguém humano hoje em dia. Somos pessoas reais e como envelhecemos sentimos o peso das nossas falhas do que poderia ter sido.
A "família" é problemática, por vezes, cínica, complicada, arrogante, errada e egocêntrica e em constante colapso feito carros atravessando a sala de estar em véspera de Natal.
É uma das melhores séries de drama da atualidade. Atuações dignas dos maiores prêmios, roteiro perfeito e espero ansiosa pela terceira temporada.
Os dois últimos episódios são uma obra prima sobre a tela. O final do sétimo episódio despertou três mil crises de ansiedade diferentes a cada minuto, tá maluco. Eu jamais serviria para trabalhar na cozinha, mas entendo perfeitamente o amor, obsessão e loucura que envolve as personagens.
Gosto do paralelo entre loucura e calmaria, agitação e conversa leve que se entrelaça os episódios. Temos personagens muito complexos e com muitas camadas, tentando passar pelo luto, pela sobrevivência e por manter e resgatar aquilo que foi perdido.
Não vejo todos os personagens com perfeição. Vejo como pessoas, reais demais, vivendo atribuladas como uma enorme e disfuncional família. Sem dúvida, uma das séries do ano de 2022.
Embora muitas pessoas ainda estejam achando a Ginny insuportável, eu achei ela bem mais coerente nessa temporada. Achei que foi uma temporada mais madura também. Trouxe temas mais sensíveis também, com mais profundidade, gosto do fato de estarem dando tempo de tela e narrativas a cada personagem secundário, aos adolescentes. Isso é algo bom.
Achei a peça de teatro que tem dentro da série excelente, mostrou a versatilidade das atrizes e o crescimento. Nesta temporada houve uma cena específica (acho que todo mundo que viu sabe qual) que foi impossível não se emocionar. A carga emocional foi pesadíssima e forte. Há profundidade e eu gostei.
No mais, Ginny e Georgia tem a cara do tipo de série que a Netflix ama cancelar e eu odeio isso. Já estou preparando minha revolta. Não acho a série excelente, mas prende atenção e tem bons atores, história e etc. Acho que erraram feio sobre uma certa coisa que fizeram a Geórgia fazer bem lá no final da temporada, não fez sentido nenhum pra mim e isso me deixou irritada, mas passei a ter alguma espécie de sensibilidade por Ginny e não acho ela mais insuportável como na primeira temporada, por isso, eu tentei perdoar esse vacilo dos roteristas em querer meter um bagulho nada vê na história da Geórgia.
Enfim, acho que Austin vai precisar de terapia, acho que Geórgia precisa muito de terapia e acho que metade dos adolescentes dessa série. O Marcus se tomasse um sol talvez ajudasse ou se praticasse um esporte sei lá.
Blue farm é tudo ne? Único comércio dessa cidade. Tem de tudo lá. O coitado do Joe não vejo nem ele fora ali praticamente.
Bridgerton (4ª Temporada)
3.9 57 Assista AgoraAchei a temporada mais fraca. O casal de protagonistas não tem química nenhuma. Eu só gostei das histórias paralelas e desenvolvimento de outros personagens
Pluribus (1ª Temporada)
4.0 335 Assista AgoraNão faço ideia onde vai dar essa história, mas não consigo parar de assistir
Indomável (1ª Temporada)
3.5 92 Assista AgoraEu passei a série inteira pensando que ele serviria perfeitamente pra ser o Joel de The Last of us, né?
Succession (1ª Temporada)
4.2 277Que final de temporada foda! Que família infernal kkkk
Ruptura (2ª Temporada)
4.1 346 Assista AgoraQuando penso em ruptura, penso nos desafios éticos, morais e trabalhistas que a aplicação dessa premissa pode implicar. E o final desta temporada trouxe à tona exatamente o primeiro questionamento que me acompanhou desde o início da série: e se o interno tiver outros interesses?
A mente é “dividida” em duas. Vocês compartilham o mesmo corpo, mas têm personalidades diferentes, outros desejos, outras ações. O último episódio lançou luz sobre como essa dualidade é complexa, quase impossível de coexistir, e como cada parte vai lutar para vencer essa disputa.
Não tem como assistir a essa série sem pensar em filosofia, em ética, em arte. É o suprassumo da arte em forma de série.
Buscar respostas é importante, mas, às vezes, é preciso apenas aproveitar o caminho antes de chegar ao destino final. É uma surpresa — e é delicioso. Eu amo essa série!
Silo (2ª Temporada)
3.8 113 Assista AgoraA premissa da história é excelente, as atuações são ótimas, mas essa temporada foi muito mais fraca do que a primeira. Poderiam ter feito menos episódios com menos enrolação. As vezes qualidade é melhor do que quantidade.
O primeiro episódio é incrível e o último também. Virei pra caralho em DETERMINADA cena.
Fora isso, MUITA coisa desnecessária.
Espero que a próxima temporada traga mais respostas e menos perguntas. Porque deixar uma trilha de questionamentos é muito fácil, respondê-los com inteligência e assertividade é outra coisa. Espero que não escorreguem porque tem um potencial imenso.
The Leftovers (3ª Temporada)
4.5 442 Assista AgoraLeftovers foi uma das melhores jornadas em formato de série que acompanhei nos últimos tempos. Gostei que a série tem um começo e um fim bem definidos. Todas as sensações que ela me trouxe poderiam render um artigo, rs.
Terminei a última temporada ontem e ainda estou digerindo o tanto que chorei. Cada episódio era melhor que o anterior, despertando uma mistura de estranhamento, incômodo, alegria, tristeza, dor, amor e loucura.
Leftovers fala sobre o fim do mundo, mas não daquele tipo com o qual estamos acostumados. O "fim do mundo" aqui é, na verdade, o fim das pessoas, especialmente das pessoas que amamos. Não acho que a série tenha sido sobre aqueles que partiram, sobre para onde foram ou como estão. Quem passou a série inteira buscando essas respostas assistiu da maneira errada. A série é sobre o que resta daqueles que ficaram. Imagine ver desaparecer a pessoa que você ama logo após uma discussão? Ou alguém de quem você gosta, mas com quem acabou de perder a paciência por causa da bagunça na casa? Isso é a realidade da família. É ser humano. Amamos também aqueles que nos frustram, e não queremos que eles sumam, obviamente.
Acho que um excelente contraponto à série é quando a comparamos com a pandemia. Naquele momento, você não tinha respostas sobre o que estava acontecendo no mundo. As notícias eram assustadoras, ninguém sabia quando aquilo terminaria ou como havia começado, e você estava tentando sobreviver em um mundo que parecia estar acabando. E, em meio a tudo isso, ainda precisava ir trabalhar, fazer planilhas, escrever e-mails. É sobre o que fazemos diante do fim do mundo, em meio à morte. A série retrata exatamente isso.
Norma foi uma das personagens mais bem construídas e complexas que já vi em séries. Camadas e camadas revestiam uma mulher com um sorriso lindo e atitudes imprevisíveis. Ela nunca foi o que eu esperava, sempre me surpreendia. Matt Jamison, por outro lado, me irritava profundamente. Ele era bom demais em vários episódios, acreditava demais nas pessoas, na bondade, em "fazer o certo". Era sempre angustiante quando ele protagonizava um episódio. E, finalmente, Kevin. Kevin era complexo, mas acho que sua jornada sempre foi uma busca pela família. Ele tentava equilibrar sua vida entre querer a família por perto e ter medo de tê-los tão próximos.
Vou sentir falta de todos eles.
The Leftovers (2ª Temporada)
4.5 437 Assista AgoraAcho que a coisa mais estranha sobre essa série é que absolutamente TODOS os personagens são imprevisíveis. Você não sabe o que eles vão fazer na próxima cena. Eles te deixam com raiva com suas decisões. Coisas estranhas acontecem e você se emociona com a trilha sonora, o olhar, a confusão, o misto de sentimentos. É incrível.
O episódio 8 é uma das coisas mais bizarras e emocionantes que eu já vi em muito tempo. Gostaria de ter acompanhado essa série quando lançou e visto todas as teorias kkk
O Kevin passa a temporada inteira: sujo, suado, gostoso, quase morto, ferido, sonâmbulo e louco. Literalmente do céu ao inferno. E tudo se resume em família. Essa série inteira é sobre a família e o que fazemos com ela, por ela e sem ela. É enlouquecedor não saber e Leftovers vai isso de uma maneira tão crível que você se coloca em situações difíceis junto com os personagens.
Incrível, incrível.
De Volta aos 15 (3ª Temporada)
3.5 50 Assista Agoratodo mundo atua melhor que a Maísa 😭
a prima é uma querida, mas para ser atriz...
The Leftovers (1ª Temporada)
4.2 597 Assista AgoraTia lydia sempre líder de seitas.
Bebê Rena
4.0 633 Assista AgoraFaz semanas que estou digerindo o que eu assisti nessa série.
Ao escrever este texto, aparentemente, parece que formulei alguns pensamentos. O primeiro deles é que é impossível qualquer pessoa assistir essa série e não se perguntar se realmente tudo é real? Como o ator/autor conseguiu vivenciar tudo isto e interpretar esse “papel”? Onde está Martha? Quem foi? Quem é? O que aconteceu com ela? Todas essas perguntas pairavam na minha cabeça a cada episódio e ao terminar a série, a primeira coisa que eu fiz foi pesquisar. Infelizmente, esse é um movimento natural que eu acredito maior parte do público fez. Embora o criador da série tenha pedido veementemente não ir atrás das pessoas reais. Desculpe, mas contar ESSA história e simplesmente não pensar, ao menos, onde estão essas pessoas é impossível.
Bebê Rena ainda vai reverberar muito na minha mente e acredito que no público de modo geral. Temos um caso bizarro que não trás respostas fáceis, interpretações coerentes. É um passeio pela mente de pessoas destroçadas emocionalmente e com suas psíquices frágeis. Existe sim um vilão e duas vítimas. Sejam da sociedade, do Estado e de predadores da indústria.
Quando eu achava que a série era sobre uma coisa, veio o episódio 4 e tirou tudo do lugar. A compreensão de muita coisa se estabeleceu e nada daquilo que eu julguei saber sobre as ações do “Bebê Rena” eu realmente sabia. Na realidade eu não sabia absolutamente nada até o episódio 4.
É uma série indigesta. Desconfortável. Uma denúncia. Crua e sem medo. Espero que os prêmios virem realidade, pois eles já estão logo na esquina.
Um Pesadelo Americano
3.7 89 Assista AgoraTerminei de assistir com vontade de quebrar tudo. Bater em um homem, botar fogo em ônibus. SEI LÁ. Qualquer coisa que alivie a revolta que senti.
Meu Deus como os Estados Unidos podem ser celeiro de tanto maluco? Como a polícia pode ser tão inútil em todo lugar do mundo? Como as mulheres CONTINUAM sendo tidas como mentirosas, fantasiosas?
Como ficaram de putaria comparando VIDA REAL com um filme?????
Ainda bem que o casal processou e ganhou dinheiro. Deveriam ter ganhado muito mais!!! Já pensou se aquela policial nunca tivesse ligado os casos?
Cangaço Novo (1ª Temporada)
4.4 219 Assista AgoraObra prima brasileira!
Tão louco pensar que procuramos tanto séries boas no exterior, quando o Brasil está produzindo algo neste nível. Nós sobre nós.
Não existe mulher mais bucetuda e gostosa que Dinorah.
Não conhecia a atriz Alice Carvalho, mas ela entregou absolutamente tudo!! A série até pode tentar ser sobre Ubaldo, mas foi Dinorah do começo ao fim pra mim.
Cruel Summer (2ª Temporada)
3.1 44 Assista AgoraFinal ruim 🥱
Cruel Summer (2ª Temporada)
3.1 44 Assista AgoraSó tem eu vendo essa série?
Ruptura (2ª Temporada)
4.1 346 Assista AgoraAnsiosah
O Urso (2ª Temporada)
4.5 298Incrível. Estou sem palavras. Me tremendo com esse último episódio. Desenvolvi três tipos de ansiedade diferente no último episódio. Tive que pausar pra pegar uma água (Sem brincadeira) Eu realmente não sei como as pessoas conseguem trabalhar com cozinha, tem que amar muito, muito mesmo, viu.
Surreal como eles conseguiram fazer uma temporada MELHOR que a primeira.
Cada personagem teve seu tempo de tela desenvolvido com maestria, com camadas, com nuances, com perfeição e erros na mesma medida. O episódio 6 é uma aula, o episódio 7 do Richie me fez querer abraçá-lo.
O desenvolvimento ímpar de cada um, foi lindo de ver, foi sensível, tocante e feito com sabedoria.
É notório que cada um enfrenta seus piores medos, depressão, ansiedade, síndrome do impostor. Cada um dos inimigos invisíveis que ignoramos e nos engole dia a dia. Carmy afasta aqueles que ama, por medo de amar e ao mesmo por não se sentir digno. O medo de "recomeçar" aos 45 do Richie é real, plausível e o grito de falha constante o assola e isto é ser alguém humano hoje em dia. Somos pessoas reais e como envelhecemos sentimos o peso das nossas falhas do que poderia ter sido.
A "família" é problemática, por vezes, cínica, complicada, arrogante, errada e egocêntrica e em constante colapso feito carros atravessando a sala de estar em véspera de Natal.
É uma das melhores séries de drama da atualidade. Atuações dignas dos maiores prêmios, roteiro perfeito e espero ansiosa pela terceira temporada.
Yes, Chef!
"Every second counts"
Black Mirror (6ª Temporada)
3.3 622 Assista AgoraA PIOR temporada. Meu Deus que decepção! O que foi o final daquele 4 episódio?
Bridgerton (1ª Temporada)
3.8 492 Assista AgoraResumo: a história de um gostoso que não queria gozar dentro.
Desejo Obsessivo
2.5 64 Assista AgoraHistória? Não há.
Só um louco inconsequente por uma bucetinha branka novinha como se tivesse 16 anos zzzzzz
O Urso (1ª Temporada)
4.3 474 Assista AgoraOs dois últimos episódios são uma obra prima sobre a tela. O final do sétimo episódio despertou três mil crises de ansiedade diferentes a cada minuto, tá maluco. Eu jamais serviria para trabalhar na cozinha, mas entendo perfeitamente o amor, obsessão e loucura que envolve as personagens.
Gosto do paralelo entre loucura e calmaria, agitação e conversa leve que se entrelaça os episódios. Temos personagens muito complexos e com muitas camadas, tentando passar pelo luto, pela sobrevivência e por manter e resgatar aquilo que foi perdido.
Não vejo todos os personagens com perfeição. Vejo como pessoas, reais demais, vivendo atribuladas como uma enorme e disfuncional família. Sem dúvida, uma das séries do ano de 2022.
The Dropout
3.9 62 Assista AgoraA loirinha deu um show né menines? Provou que não serve só pra comédia romântica e filmes clichês. A bichinha entregou absolutamente tudo.
Ginny e Georgia (2ª Temporada)
3.8 59 Assista AgoraEmbora muitas pessoas ainda estejam achando a Ginny insuportável, eu achei ela bem mais coerente nessa temporada. Achei que foi uma temporada mais madura também. Trouxe temas mais sensíveis também, com mais profundidade, gosto do fato de estarem dando tempo de tela e narrativas a cada personagem secundário, aos adolescentes. Isso é algo bom.
Achei a peça de teatro que tem dentro da série excelente, mostrou a versatilidade das atrizes e o crescimento. Nesta temporada houve uma cena específica (acho que todo mundo que viu sabe qual) que foi impossível não se emocionar. A carga emocional foi pesadíssima e forte. Há profundidade e eu gostei.
No mais, Ginny e Georgia tem a cara do tipo de série que a Netflix ama cancelar e eu odeio isso. Já estou preparando minha revolta. Não acho a série excelente, mas prende atenção e tem bons atores, história e etc.
Acho que erraram feio sobre uma certa coisa que fizeram a Geórgia fazer bem lá no final da temporada, não fez sentido nenhum pra mim e isso me deixou irritada, mas passei a ter alguma espécie de sensibilidade por Ginny e não acho ela mais insuportável como na primeira temporada, por isso, eu tentei perdoar esse vacilo dos roteristas em querer meter um bagulho nada vê na história da Geórgia.
Enfim, acho que Austin vai precisar de terapia, acho que Geórgia precisa muito de terapia e acho que metade dos adolescentes dessa série. O Marcus se tomasse um sol talvez ajudasse ou se praticasse um esporte sei lá.
Blue farm é tudo ne? Único comércio dessa cidade. Tem de tudo lá. O coitado do Joe não vejo nem ele fora ali praticamente.
Espero que tenha uma terceira e última temporada.
Paper Girls (1ª Temporada)
3.7 68O roteiro uma confusão. Os efeitos especiais de centavos.
Só a atuação das meninas salva.