Confesso que esperava mais. CGI também não foi de qualidade. Apesar de levar para o lado cômico, não tem como não prestar atenção em alguns dos vários absurdos. Rachel McAdams mostra que continua Linda (ótimo nome para a personagem), quase aos 50, mesmo sem maquiagem.
- Querer envenenar Linda, não fez sentido nenhum.. ele não estava obrigado a ficar ali... era ele quem dependia dela;
- O patetão não sentir nenhuma atração por linda foi de lascar;
- Os caseiros levaram frutas e outros alimentos na casa para apodrecer? já que continuou sem ninguém na casa, durante todos os dias que Linda e Bradley estiveram perdidos...
Depois de "Eu Sei O Que Vocês Fizeram No Verão Passado (2025)" ser uma tremenda porcaria, esse aqui também é uma baita bomba, com assassinos sem identidade e personalidade, motivações as mais estúpidas possíveis, as cenas de lutas são bizarras, chega a lembrar de "Os trapalhões". Uma porta de vidro trancada de um estabelecimento comercial onde nem tentar quebrar o vidro, a menina que ergue um extintor pesado e acerta o rosto do assassino na maior facilidade, etc.
Deixando o viés político de lado e analisando o filme: Tem um ritmo lento, reforçando a sensação de paranoia e vigilância constante. Em vez de reviravoltas explosivas, o roteiro investe em silêncios, olhares e diálogos com significados implícitos. A fotografia é destaque, utilizando ambientes urbanos pouco acolhedores, reforçando a sensação de desconforto. A trilha sonora é econômica, muitas vezes substituída pelo silêncio, com exceção da parte final, onde o som é bem tenso e angustiante até o desenrolar final. O filme aposta menos em ação e mais em tensão psicológica, construindo uma narrativa que exige atenção e maturidade do espectador. A atriz que interpreta a Dona Sebastiana com certeza é a grande surpresa. A sensação que fica é que é um filme reflexivo, mas que poderia ser reduzido uma boa parte.
Não poderia haver um ator melhor para representar Phillip do que Brendan Fraser, onde literalmente a arte imita a vida onde um ator americano que vive uma crise pessoal e profissional, onde aceita trabalhar em uma agência japonesa que oferece “famílias de aluguel” — atores contratados para fingir ser parentes, amigos ou parceiros em momentos importantes da vida de outras pessoas.
Philip, ao conviver com pessoas solitárias ou que precisam preencher vazios emocionais, ele vai criando laços reais, confundindo os limites entre atuação e realidade. Essa experiência o faz refletir sobre sua própria vida e redescobrir o significado de pertencimento, afeto e conexão humana.
O filme transmite uma sensibilidade impar referente a cultura japonesa, rejeição, medo e solidão, no qual “Família de Aluguel” sugere que as relações humanas são o que realmente dá sentido à vida. Às vezes, aquilo que começa como algo circunstancial pode se transformar em algo genuíno — porque o ser humano tem uma necessidade profunda de pertencimento. A obra lembra que não é o contrato que cria o vínculo, e sim o cuidado que surge no caminho.
O trama consegue manter uma certa tensão, mas é fato que o roteiro é bem fraquinho e capenga. Interessante que o macaco é uma pessoa fantasiada e não computação gráfica (obviamente há alguma coisa de CGI). A idiotice dos personagens enfraquece muito o filme.
Justiça Artificial funciona como um espelho das preocupações atuais com IA: autonomia da tecnologia, risco de perda de controle humano, e a eterna tensão entre rapidez e profundidade na tomada de decisões humanas. Mesmo que sua execução narrativa tenha falhas, o filme abre espaço para refletir sobre como queremos — ou não — que a tecnologia molde sistemas que afetam vidas humanas profundas. Delegar decisões humanas fundamentais a máquinas pode criar “justiças perfeitas” na teoria, mas iníquas na prática.
O filme era muito promissor, gostei da sinopse assim que vi. No entanto, na segunda metade, a trama vai perdendo força...
Eu estava assistindo e cuidando do meu filho pequeno, talvez tenha deixado passar esse detalhe.. mas eu entendi mal ou o acusado em poucas horas depois do assassinato já estava em julgamento? já que ele nos vídeos estava sem barba e no julgamento já com barba??
Americana tenta combinar referências do faroeste com elementos de crime, tensão e humor ácido, evocando o estilo de diretores como Quentin Tarantino. A trama se desenvolve a partir da disputa por um valiosa vestimenta indígena, que acaba provocando confrontos violentos, parcerias inesperadas e dilemas éticos entre personagens de perfis bastante distintos.
Não é tão ruim quanto esperava, mas também não chega a ser um bom filme.
A história fica fragmentada e perde foco, com reviravoltas muito artificiais e não tão envolventes.
Algumas cenas totalmente sem noção e desnecessárias. Ex. A do atropelamento, o carro é um transformer.. o carro só faz barulho depois que acertou o cara..
É um suspense interessante, porém não imprevisível. O filme aborda algumas questões interessantes com poder e controle psicológico, vulnerabilidade e hierarquia social, violência etc. O elenco (o trio) com certeza é um fator que eleva a curiosidade e atrai público, mas a grande sacada
- O Enzo, não serviu pra nada.. entrou mudo e saiu calado (já vi que no livro ele tem um papel importante) - A Nina usa a mesma estratégia com Millie (das anotações) que Andrew usou com ela... ele seria tão idiota assim de não perceber nada? - Quando Nina confronta Millie em frente a Andrew, afirmando que sabia que a empregada era uma condenada, não poderia afastar o casal? - A cena do afogamento na banheira também foi muito fake, a menina começou se afogar já estava todo mundo dentro de casa para salvar kkk - A policial já determinou causa mortis
Gostei do filme.. apesar de pouquíssimo atores, é envolvente e intrigante. A dupla consegue transmitir bem suas emoções. É uma trama cheia de analogias, consegui captar algumas, mas com certeza muitas nem percebi. Gostaria de ter dito mais referências.
Gosto bastante desses filmes com esse tema. Seu antecessor, em 2020, não precisava de uma continuação, mas já que fizeram... Os efeitos visuais não são uma obra-prima, mas pelo menos, são decentes. Os trechos onde mostram as cidades alagadas foram interessantes. O filme termina puxando para mais uma sequência... não tenho boas previsões...
Esperava muito mais. O filme basicamente "tenta" ser uma comédia referenciando o filme de 1997. Os primeiros minutos, até chegarem no "Brazil" (que na verdade é na Austrália) é um tédio total. Quando desembarcam, o Selton Mello muito estereotipado, parecendo o Chicó de Auto da Compadecida. Aí temos uma portuguesa interpretando uma brasileira. Jack Black é engraçado, mas o roteiro não ajuda. Paul Rudd, não sei quem mentiu pra ele que ele é comediante.. até hoje não assisti nenhum filme que ele seja engraçado. Achei só duas cenas divertidas.. a do "mijo" e a do rato na boca. Legal rever personagens do primeiro filme, mesmo que por segundos.
Filmão com com muitas feras, Dicaprio, Hanks e Spielberg. Apesar do filme exagerar nos acontecimentos, até porque, nem se sabe ao certo o quanto Frank Abagnale Jr. mentiu sobre sua vida. No entanto, o filme é certeiro, com excelentes sacadas de humor. Vale muito!!
Eu sinceramente, não sei porque assisti o segundo.. se o primeiro já foi bem ruim. Nesse, praticamente os mesmos atores e esses personagens são chatos e sem algo a acrescentar. A continuação não convence de maneira alguma, algumas cenas são simplesmente muito toscas. O único pró do filme é sua ambientação.
O filme trata de um drama existencial e intimista que se debruça sobre temas profundos e complexos como luto, memória, escolhas afetivas e a noção de tempo. A narrativa invoca menos a ação e mais na experiência emocional e reflexiva do espectador. Elizabeth Olsen entrega uma atuação contida, sensível e profundamente humana. Sua personagem carrega diversos conflitos internos intensos, expressos muito mais por silêncios, olhares e reflexões do que por grandes diálogos. Apesar do lançamento ter ocorrido em 2025 ainda, vejo como ótima pedida para iniciar o ano. Nada melhor que começar 2026, com análises provocativas com a deste filme.
O filme já inicia claramente com intenção de dar fôlego à novos "Truque de Mestre", reunindo os originais e rejuvenescendo a equipe. Longe de ser equiparado ao primeiro filme, dá para passar o tempo, se ignorar os absurdos em cena. Rosamund Pike consegue dar uma alavancada a trama. Quanto ao final, foi o pior possível. O Plot não funciona.
Grace vive um conflito profundo entre identidade e papel social. "Morra, amor", sugere um quadro de sofrimento psíquico intenso ligado à depressão (seja pós-parto ou não) e à dissociação. Ela não se reconhece no lugar que ocupa, sendo mulher isolada no campo, esposa e mãe.
A maternidade e o casamento surge como experiência que absorve totalmente quem ela era antes, e o sentimento de amor e carinho logo dá entrada ao a cansaço, culpa e irritação.
Muitos se surpreenderam com esse filme..., porém quando vi quem era o diretor, imaginei um final bem parecido, quem conhece Yorgos Lanthimos sabe exatamente do que estou falando. Apesar do filme ser um remake (fiquei sabendo depois assisti), conhece todo o potencial do diretor. Mais uma grande atuação de Emma Stone.
Michele estava testando (e por isso o paralelo das abelhas operárias) um medicamento com o objetivo de reduzir e controlar os impulsos mais violentos e destrutivos do ser humano enquanto Teddy justifica sua tortura por um bem comum.
Bugonia faz uma reflexão recheada de simbolismos sobre a desumanização os medos do mundo de hoje. O filme mostra como pessoas comuns, ao enxergarem o outro como um inimigo, passam a achar normal a violência, confundindo paranoia com justiça. No fim, o verdadeiro horror não é o alienígena, mas quando a certeza cega toma o lugar da empatia e das regras do convívio social.
Poderia dizer ser um suspense tipico de um "super cine". Nada de surpreendente. O filme começa de uma forma muito devagar até começar a se desenrolar. Mas ainda assim, é um filme bom. Quando vc muda sua percepção sobre a trama, adiante perceberá que estaria errado. Não é uma grande atuação da Jennifer Lawrence, e o roteiro não é aquelas coisas, mas em vista do que tem saído ultimamente, VALE A PENA SIM.
É um filme bem diferente dos antecessores, onde o vilão até então assume o protagonismo. Deixa de ser um terror/thriller e migra para um gênero mais de aventura, principalmente depois que somos apresentados à Thia. Filme ok, dá para assistir, mas não espere nada semelhante ao que já viu.
É um filme que entrega bem mais do que promete. O fato de ser baseado em fatos reais deixa ainda mais interessante. Realmente, o ladrão Jeffrey Manchester, frequentar a igreja, morar tanto tempo assim na loja de brinquedos são fatos bem curiosos. Channing Tatum está muito bem em cena.
Boas atuações, principalmente da Julia Roberts, que levou um terço do orçamento do filme. Mas esse filme é muito do ruim. Logo no diálogo inicial e chato do início eu já pressentia o que viria. 139 longos minutos intermináveis. Entendo que tenha sido uma estratégia do diretor para sustentar a narrativa e discussão do tema, mas não funciona. Tanto é verdade que o filme foi um fracasso total.
Filme muito bem conduzido por Diane Lane, que vive a professora Ellen, com um enredo distópico marcado por intrigas políticas. Thriller que acompanha o colapso e ruptura em uma família que até então unida, desencadeada pelo aparecimento/retorno de Liz — uma radicalizada namorada do filho e ex-aluna da mãe. Uma que trama explora muito bem as tensões que emergem quando a ideologia de Liz entra em choque com a dinâmica familiar.
Apesar de ser difícil de acreditar que um livro, em pouco tempo, pudesse mudar radicalmente o país, como retratado, principalmente de alguém sem influência política, o filme consegue prender a atenção muito bem, e os desdobramentos são satisfatórios. Gostei!
Socorro!
3.3 199Confesso que esperava mais. CGI também não foi de qualidade. Apesar de levar para o lado cômico, não tem como não prestar atenção em alguns dos vários absurdos. Rachel McAdams mostra que continua Linda (ótimo nome para a personagem), quase aos 50, mesmo sem maquiagem.
- Querer envenenar Linda, não fez sentido nenhum.. ele não estava obrigado a ficar ali... era ele quem dependia dela;
- O patetão não sentir nenhuma atração por linda foi de lascar;
- Os caseiros levaram frutas e outros alimentos na casa para apodrecer? já que continuou sem ninguém na casa, durante todos os dias que Linda e Bradley estiveram perdidos...
Pânico 7
2.7 349 Assista AgoraDepois de "Eu Sei O Que Vocês Fizeram No Verão Passado (2025)" ser uma tremenda porcaria, esse aqui também é uma baita bomba, com assassinos sem identidade e personalidade, motivações as mais estúpidas possíveis, as cenas de lutas são bizarras, chega a lembrar de "Os trapalhões". Uma porta de vidro trancada de um estabelecimento comercial onde nem tentar quebrar o vidro, a menina que ergue um extintor pesado e acerta o rosto do assassino na maior facilidade, etc.
O pior de tudo é conseguir chegar ao final e descobrir que os Ghostfaces são tão irrelevantes que um deles, nem lembrava quem era kkk
O Agente Secreto
3.9 1,0K Assista AgoraDeixando o viés político de lado e analisando o filme: Tem um ritmo lento, reforçando a sensação de paranoia e vigilância constante. Em vez de reviravoltas explosivas, o roteiro investe em silêncios, olhares e diálogos com significados implícitos. A fotografia é destaque, utilizando ambientes urbanos pouco acolhedores, reforçando a sensação de desconforto. A trilha sonora é econômica, muitas vezes substituída pelo silêncio, com exceção da parte final, onde o som é bem tenso e angustiante até o desenrolar final. O filme aposta menos em ação e mais em tensão psicológica, construindo uma narrativa que exige atenção e maturidade do espectador. A atriz que interpreta a Dona Sebastiana com certeza é a grande surpresa. A sensação que fica é que é um filme reflexivo, mas que poderia ser reduzido uma boa parte.
Família de Aluguel
3.8 42 Assista AgoraNão poderia haver um ator melhor para representar Phillip do que Brendan Fraser, onde literalmente a arte imita a vida onde um ator americano que vive uma crise pessoal e profissional, onde aceita trabalhar em uma agência japonesa que oferece “famílias de aluguel” — atores contratados para fingir ser parentes, amigos ou parceiros em momentos importantes da vida de outras pessoas.
Philip, ao conviver com pessoas solitárias ou que precisam preencher vazios emocionais, ele vai criando laços reais, confundindo os limites entre atuação e realidade. Essa experiência o faz refletir sobre sua própria vida e redescobrir o significado de pertencimento, afeto e conexão humana.
O filme transmite uma sensibilidade impar referente a cultura japonesa, rejeição, medo e solidão, no qual “Família de Aluguel” sugere que as relações humanas são o que realmente dá sentido à vida. Às vezes, aquilo que começa como algo circunstancial pode se transformar em algo genuíno — porque o ser humano tem uma necessidade profunda de pertencimento. A obra lembra que não é o contrato que cria o vínculo, e sim o cuidado que surge no caminho.
O Primata
2.7 151 Assista AgoraO trama consegue manter uma certa tensão, mas é fato que o roteiro é bem fraquinho e capenga. Interessante que o macaco é uma pessoa fantasiada e não computação gráfica (obviamente há alguma coisa de CGI). A idiotice dos personagens enfraquece muito o filme.
Os abobados
que chegaram por último, chega a beirar o ridículo, chegam em uma casa, com tudo escuro, silencio absoluto e não ligam uma lâmpada.
Gastaram todo o orçamento que não deu
para quebrar uma televisão de verdade.. meteram aquela tela de fundo na TV ridícula simulando trincado.
Ficaram horas na piscina,
mas quando a menina pisou no vidro, nem molhado o pé estava, quem dirá "enrugado".
Justiça Artificial
3.1 103 Assista AgoraJustiça Artificial funciona como um espelho das preocupações atuais com IA: autonomia da tecnologia, risco de perda de controle humano, e a eterna tensão entre rapidez e profundidade na tomada de decisões humanas. Mesmo que sua execução narrativa tenha falhas, o filme abre espaço para refletir sobre como queremos — ou não — que a tecnologia molde sistemas que afetam vidas humanas profundas. Delegar decisões humanas fundamentais a máquinas pode criar “justiças perfeitas” na teoria, mas iníquas na prática.
O filme era muito promissor, gostei da sinopse assim que vi. No entanto, na segunda metade, a trama vai perdendo força...
O fato do cara querer vingar a morte do irmão não foi uma boa ideia, poderiam ter elaborado algo mais interessante
A policial foi minha primeira suspeita, uma coisa que americano gosta de fazer é filmes é sobre policiais corruptos.
Eu estava assistindo e cuidando do meu filho pequeno, talvez tenha deixado passar esse detalhe.. mas eu entendi mal ou o acusado em poucas horas depois do assassinato já estava em julgamento? já que ele nos vídeos estava sem barba e no julgamento já com barba??
Americana
3.0 18 Assista AgoraAmericana tenta combinar referências do faroeste com elementos de crime, tensão e humor ácido, evocando o estilo de diretores como Quentin Tarantino. A trama se desenvolve a partir da disputa por um valiosa vestimenta indígena, que acaba provocando confrontos violentos, parcerias inesperadas e dilemas éticos entre personagens de perfis bastante distintos.
Não é tão ruim quanto esperava, mas também não chega a ser um bom filme.
A história fica fragmentada e perde foco, com reviravoltas muito artificiais e não tão envolventes.
A fotografia pelo menos é descente.
Algumas cenas totalmente sem noção e desnecessárias. Ex. A do atropelamento, o carro é um transformer.. o carro só faz barulho depois que acertou o cara..
A Empregada
3.4 528 Assista AgoraÉ um suspense interessante, porém não imprevisível. O filme aborda algumas questões interessantes com poder e controle psicológico, vulnerabilidade e hierarquia social, violência etc. O elenco (o trio) com certeza é um fator que eleva a curiosidade e atrai público, mas a grande sacada
é "PLOT" que todos comentam. O busto da atriz é a "cereja do bolo" em meio a todos acontecimentos.
Contudo, achei que ficaram algumas pontas soltas:
- O Enzo, não serviu pra nada.. entrou mudo e saiu calado (já vi que no livro ele tem um papel importante)
- A Nina usa a mesma estratégia com Millie (das anotações) que Andrew usou com ela... ele seria tão idiota assim de não perceber nada?
- Quando Nina confronta Millie em frente a Andrew, afirmando que sabia que a empregada era uma condenada, não poderia afastar o casal?
- A cena do afogamento na banheira também foi muito fake, a menina começou se afogar já estava todo mundo dentro de casa para salvar kkk
- A policial já determinou causa mortis
Achei hilário:
- A cena das louças... perder um dente tudo bem.. mas não quebre as louças da mamãe...
The Dutchman
2.3 4Gostei do filme.. apesar de pouquíssimo atores, é envolvente e intrigante. A dupla consegue transmitir bem suas emoções. É uma trama cheia de analogias, consegui captar algumas, mas com certeza muitas nem percebi. Gostaria de ter dito mais referências.
Destruição Final 2
2.4 68 Assista AgoraGosto bastante desses filmes com esse tema. Seu antecessor, em 2020, não precisava de uma continuação, mas já que fizeram...
Os efeitos visuais não são uma obra-prima, mas pelo menos, são decentes. Os trechos onde mostram as cidades alagadas foram interessantes. O filme termina puxando para mais uma sequência... não tenho boas previsões...
Anaconda
2.5 240Esperava muito mais. O filme basicamente "tenta" ser uma comédia referenciando o filme de 1997. Os primeiros minutos, até chegarem no "Brazil" (que na verdade é na Austrália) é um tédio total. Quando desembarcam, o Selton Mello muito estereotipado, parecendo o Chicó de Auto da Compadecida. Aí temos uma portuguesa interpretando uma brasileira. Jack Black é engraçado, mas o roteiro não ajuda. Paul Rudd, não sei quem mentiu pra ele que ele é comediante.. até hoje não assisti nenhum filme que ele seja engraçado. Achei só duas cenas divertidas.. a do "mijo" e a do rato na boca. Legal rever personagens do primeiro filme, mesmo que por segundos.
Prenda-me Se For Capaz
4.2 1,6K Assista AgoraFilmão com com muitas feras, Dicaprio, Hanks e Spielberg. Apesar do filme exagerar nos acontecimentos, até porque, nem se sabe ao certo o quanto Frank Abagnale Jr. mentiu sobre sua vida. No entanto, o filme é certeiro, com excelentes sacadas de humor. Vale muito!!
Five Nights at Freddy's 2
2.2 52Eu sinceramente, não sei porque assisti o segundo.. se o primeiro já foi bem ruim. Nesse, praticamente os mesmos atores e esses personagens são chatos e sem algo a acrescentar. A continuação não convence de maneira alguma, algumas cenas são simplesmente muito toscas. O único pró do filme é sua ambientação.
Meninas Malvadas
3.0 253 Assista AgoraMesma história do filme de 2004, porém no estilo musical e com péssimas atuações. Para ser ruim, ainda precisa melhorar muito.
Eternidade
3.5 150 Assista AgoraO filme trata de um drama existencial e intimista que se debruça sobre temas profundos e complexos como luto, memória, escolhas afetivas e a noção de tempo. A narrativa invoca menos a ação e mais na experiência emocional e reflexiva do espectador. Elizabeth Olsen entrega uma atuação contida, sensível e profundamente humana. Sua personagem carrega diversos conflitos internos intensos, expressos muito mais por silêncios, olhares e reflexões do que por grandes diálogos. Apesar do lançamento ter ocorrido em 2025 ainda, vejo como ótima pedida para iniciar o ano. Nada melhor que começar 2026, com análises provocativas com a deste filme.
Truque de Mestre: O 3º Ato
3.0 142 Assista AgoraO filme já inicia claramente com intenção de dar fôlego à novos "Truque de Mestre", reunindo os originais e rejuvenescendo a equipe. Longe de ser equiparado ao primeiro filme, dá para passar o tempo, se ignorar os absurdos em cena. Rosamund Pike consegue dar uma alavancada a trama. Quanto ao final, foi o pior possível. O Plot não funciona.
Charlie ficou em frente da Veronika lá no ensaio fotográfico e ela não viu. Aquele boné ridículo tem o mesmo efeito do óculos do super homem.
Vivo ou Morto: Um Mistério Knives Out
3.6 240 Assista AgoraO filme é tão bom e divertido quanto os dois primeiros. Daniel Craig está mais uma vez espetacular como Benoit Blanc. Os dois únicos defeitos são:
1) que os filmes estão ficando cada vez mais compridos... e não precisa disso...
2)
colocar a Glenn Close no papel de Martha Delacroix, ficou muito fácil adivinhar... pois ela já tem naturalmente uma cara de vilã e má!
Morra, Amor
3.1 163 Assista AgoraGrace vive um conflito profundo entre identidade e papel social. "Morra, amor", sugere um quadro de sofrimento psíquico intenso ligado à depressão (seja pós-parto ou não) e à dissociação. Ela não se reconhece no lugar que ocupa, sendo mulher isolada no campo, esposa e mãe.
A cena que ela volta para casa depois da internação retrata bem a questão de se sentir uma estranha no ninho.
A maternidade e o casamento surge como experiência que absorve totalmente quem ela era antes, e o sentimento de amor e carinho logo dá entrada ao a cansaço, culpa e irritação.
Não gosto muito de finais abertos como esse, para mim, sempre será preguiça ou receio do diretor de fazer um fechamento convincente.
Bugonia
3.6 429 Assista AgoraMuitos se surpreenderam com esse filme..., porém quando vi quem era o diretor, imaginei um final bem parecido, quem conhece Yorgos Lanthimos sabe exatamente do que estou falando. Apesar do filme ser um remake (fiquei sabendo depois assisti), conhece todo o potencial do diretor. Mais uma grande atuação de Emma Stone.
Michele estava testando (e por isso o paralelo das abelhas operárias) um medicamento com o objetivo de reduzir e controlar os impulsos mais violentos e destrutivos do ser humano enquanto Teddy justifica sua tortura por um bem comum.
Bugonia faz uma reflexão recheada de simbolismos sobre a desumanização os medos do mundo de hoje. O filme mostra como pessoas comuns, ao enxergarem o outro como um inimigo, passam a achar normal a violência, confundindo paranoia com justiça. No fim, o verdadeiro horror não é o alienígena, mas quando a certeza cega toma o lugar da empatia e das regras do convívio social.
A Última Casa da Rua
3.0 1,6K Assista AgoraPoderia dizer ser um suspense tipico de um "super cine". Nada de surpreendente. O filme começa de uma forma muito devagar até começar a se desenrolar. Mas ainda assim, é um filme bom. Quando vc muda sua percepção sobre a trama, adiante perceberá que estaria errado. Não é uma grande atuação da Jennifer Lawrence, e o roteiro não é aquelas coisas, mas em vista do que tem saído ultimamente, VALE A PENA SIM.
Predador: Terras Selvagens
3.5 283 Assista AgoraÉ um filme bem diferente dos antecessores, onde o vilão até então assume o protagonismo. Deixa de ser um terror/thriller e migra para um gênero mais de aventura, principalmente depois que somos apresentados à Thia. Filme ok, dá para assistir, mas não espere nada semelhante ao que já viu.
O Bom Bandido
3.5 92 Assista AgoraÉ um filme que entrega bem mais do que promete. O fato de ser baseado em fatos reais deixa ainda mais interessante. Realmente, o ladrão Jeffrey Manchester, frequentar a igreja, morar tanto tempo assim na loja de brinquedos são fatos bem curiosos. Channing Tatum está muito bem em cena.
Depois da Caçada
2.9 116 Assista AgoraBoas atuações, principalmente da Julia Roberts, que levou um terço do orçamento do filme. Mas esse filme é muito do ruim. Logo no diálogo inicial e chato do início eu já pressentia o que viria. 139 longos minutos intermináveis. Entendo que tenha sido uma estratégia do diretor para sustentar a narrativa e discussão do tema, mas não funciona. Tanto é verdade que o filme foi um fracasso total.
Anniversary
3.4 15Filme muito bem conduzido por Diane Lane, que vive a professora Ellen, com um enredo distópico marcado por intrigas políticas. Thriller que acompanha o colapso e ruptura em uma família que até então unida, desencadeada pelo aparecimento/retorno de Liz — uma radicalizada namorada do filho e ex-aluna da mãe. Uma que trama explora muito bem as tensões que emergem quando a ideologia de Liz entra em choque com a dinâmica familiar.
Apesar de ser difícil de acreditar que um livro, em pouco tempo, pudesse mudar radicalmente o país, como retratado, principalmente de alguém sem influência política, o filme consegue prender a atenção muito bem, e os desdobramentos são satisfatórios. Gostei!