O filme possui diálogos bem construídos e interessantes, mas eu confesso que não gostei nem um pouco de acompanhar o desenrolar da história de Carlos. Antes mesmo de começar a ficar mais velho ele já não era grandes coisas no que se refere a ser uma boa pessoa. Dito isso, não senti nenhuma simpatia por ele, embora consiga entender os dilemas humanos e toda a crise interna que ele sempre viveu. Afinal, quem ainda hoje não se pergunta sobre o sentido da própria vida? Destaque para a São Paulo da década de 60, lindíssima, excelente fotografia. Inclusive, algo me chamou atenção nas gravações externas e achei isso interessante para a produção do filme: Deu para perceber que o público achava curiosa a gravação no meio da rua, porque em diversas cenas a gente pode observar as pessoas olhando diferente, se aproximando, etc., tudo com um certo nível de curiosidade e/ou estranhamento. Enfim, de acordo com as críticas esse parece ser um grande filme, mas não é uma obra que eu veria novamente.
Amei o filme. Partiu o meu coração. Envelhecer é um processo cruel. Difícil. Brutal. E isso não só porque você vai se tornando invisível aos olhos dos outros, mas porque pode se tornar invisível para si mesmo. É uma vida que também passa acompanhada por perdas, e esse filme trabalha muito bem o conceito. Virou um dos meus favoritos. Simplesmente fantástico. E a Marcélia Cartaxo está animal. As cenas dela de luto, calada, são um espetáculo à parte.
O roteiro é um pouco o exemplo do que vemos nos dias de hoje com os stalkers. No entanto, eu não curti tanto. Achei que o caso foi jogado de qualquer jeito, seria legal terem criado um pouco mais de clima antes deles terem se envolvido, o que justificaria um pouco mais a obsessão dela. A primeira hora do filme passou voando, depois, ficou um pouco arrastado. É um bom suspense, consegue nos manter em estado de alerta: "o que será que ela vai fazer agora?". Daria nota 7,5/10!
Fui assistir despretensiosamente e fiquei simplesmente apaixonada! E a música final... não consigo mais dissociar da Malu! Eu quero é botar meu bloco na rua!
Se a ideia do filme era deixar a gente com raiva da protagonista, conseguiram! HAHA Que ódio dessa mulher! E o pior foi: Eu estive no hospital recentemente e só lembrei dela!!!!! KKKKKKKKKKK aaaaaaaaaaaa! haha verei de novo quando estiver com vontade de ficar com raiva!
Acho que serei uma voz isolada aqui. Não gostei muito. O roteiro foi extremamente previsível, então eu fiquei irritada por ter que assistir já sabendo qual era o final. E olha que eu gosto de animação, um dos meus filmes favoritos é Wall-E. Mas essa, sinceramente, me deixou irritada. Entre ela e Flow, Flow é infinitamente superior e sem precisar falar nada! <3
No geral, gostei da série! Curti muito o arco de Sheron, para mim é um dos melhores da série. Bruna Marquezine consegue fazer boas cenas de drama, com chorôrô etc., Carol Castro incrível, super segura no papel, e Manu também foi muito legal! Não conhecia essa Natalia, mas achava a personagem dela chata demaaaais, meu senhor!!! Eu assistiria mais uma temporada!
Eu assisti ao trailer e imaginei que seria diferente do que foi. É uma comédia romântica, mas que aborda também a história. Confesso que fiquei incomodada com o roteiro do filme,
do homem perdido que encontra a mulher e com o tempo a vida passa a fazer sentido
. Analisando somente o trailer, não pareceu que seria exatamente assim. No entanto, como uma boa amante da gastronomia, curti a parte em que as preparações eram feitas. Gostei do cenário de época, o figurino foi legal, no geral, e também curti o que o personagem de Manceron passava pelo olhar. Foi legal, mas não seria um filme que escolheria ver novamente.
Gostei do filme, mas a forma como o espectador é jogado no meio da trama faz com que fiquemos um pouco perdidos e, consequentemente, há uma demora para engatar no entendimento do enredo.
quando eles tiram o som e nos fazem sentir exatamente o que os personagens estavam sentindo: vontade de ouvir, mas sem poder. Muito duro e triste.
. Assistir a filmes com essa temática me faz sempre relembrar o quão nós mesmos invisibilizamos pessoas com deficiência. Um exemplo é a libra, língua de sinais que sequer ensinada na escola é. A atuação de Ruby foi muito boa, mas a família como um todo foi muito legal, o pai era muito profundo, sensacional! O final foi meio previsível e também clichê, mas tá valendo. Não sei se ganharia como melhor filme, embora seja um bom filme!
Falam que o filme é sobre Buddy, mas me pareceu muito mais sobre a mãe dele. Achei um filme ok, passou um pouco arrastado, faltou algo no roteiro e na direção, não sei dizer. Mas ao mesmo tempo em que é um filme curto demora muito de passar.
Incrível, incrível! O começo do filme já mostra para que veio, sério! Incrível. É muito doido como a subjetividade dessas pessoas se perde no meio do caos. Você quando é um refugiado não ganha apenas o espaço de refugiado, mas o apagamento completo de sua vida, de sua persona, principalmente quando se vai para locais com altos níveis de xenofobia. Eu achei esse filme sensacional! Para mim, merece ganhar em alguma categoria para o qual foi indicado. É um filme forte e potente, poderia estar fácil na lista de Melhor Filme, em lugar de Duna ou Não Olhe Para Cima, por exemplo rsrsrsrsrs.
Assisti porque foi um da lista dos indicados, ficção científica não é o meu forte. Achei o filme um pouco chato e arrastado em algumas partes, em outras ficava mais empolgante, mas realmente esse negócio de ficção científica não é a minha. A parte técnica, no entanto, está muito boa. Vi em casa, mas no cinema deve ser uma experiência incrível, principalmente na parte visual. Ele foi indicado em várias categorias, mas, como Melhor Direção foi a principal, não é por nada não, mas eu gostaria que não levasse! KKK já assisti aos outros da lista e acho que essa direção, em comparação com as outras, não será a premiada esse ano. Enfim, para quem gosta de ficção é um bom filme, tem história, briga de povos rivais, mutretas, muitos efeitos especiais e abstrações de vários níveis.
Por ser um curta-metragem é natural que a gente fique com o gostinho de quero mais. No entanto, eu senti que a proposta poderia ter ido um pouco mais além e ter trazido mais voz para as pessoas. Fiquei percebendo também como muitas dessas pessoas vão perdendo a sua dignidade aos poucos e como o processo de invisibilização é tão intenso. Muitas vezes a gente nem percebe como ter uma casa já nos coloca em posição de vantagem com relação a uma quantidade enorme de pessoas, e como esse processo da moradia não fala apenas de direito, mas de humanidade e dignidade também. Quantas vezes a gente não já olhou feio para alguém que está na rua? É um outro ser humano ali ao lado. E foi como dito no filme, pode acontecer com qualquer um. É interessante perceber também os níveis (entre quem mora na rua e no abrigo), a perda de individualidade, higiene, tudo isso provocado pela ausência de um teto. Pode parecer banal para quem tem, mas não é. Foi curto, mas o suficiente para mexer e provocar discussões e reflexões. O futuro já está aí. E fazendo um recorte aqui para falar do Brasil, essa realidade de pessoas em situação de rua tende a piorar.
Fiquei apaixonada! Um filme leve, fluído, passou tão rápido para mim! A interpretação da Alana tá incrível! Adorei a direção de arte, a trilha sonora, caraaaaa!! Apaixonada! PTA arrasou!
O filme suscitou vários pontos, mas um deles é o quanto o apoio é necessário para que você chegue em algum lugar. Ninguém chega em lugar nenhum sozinho. Me fez pensar em quantas famílias por aí não investem nos próprios Michael Jordans que existem dentro de suas próprias casas. Não conheço nada de esportes, portanto não sabia a história das meninas, mas vou pesquisar porque achei muito bonita, de esforço e muita garra. A Academia adora filmes baseados em histórias reais, então esse tem chance.
Dos indicados a melhor filme eu só assisti três até agora, mas, dentre os que já vi, o Ataque dos Cães é o melhor -- de longe!!! Rapaz, que filme bruxoso esse, viu??? Eu amo tanto o Benedict que sempre torço pra ele, mas esse final foi fenomenal!! É um filme bastante inteligente, certamente assistirei novamente! A parte técnica está muito boa e deve levar alguns prêmios esse ano! Eu gostei muito da atuação do Peter e não entendi pq o ator que faz George foi indicado. Falta de alguma outra interpretação melhor?? Fica aí o questionamento! Vou assistir aos outros filmes, com os outros atores indicados, mas deixo aqui a minha torcida para o Benedict! A Kristen também arrasou, uma interpretação muito boa! Comparando com Adriana DeBose (os outros filmes ainda não assisti), achei a interpretação dela muito superior e mais intensa! Kristen tem chances esse ano!!
Achei o filme muito bom, de verdade. Seria uma ótima experiência no cinema, pena que só fiquei sabendo quando saiu na Netflix. Acho que poderia ser um pouco menor, coisa de 15 a 20 minutos, mas nada que comprometa a experiência. Curti e estava com saudade de DiCaprio! Animal!
Eu nunca assisti ao filme original e só soube que se tratava de um remake quando fui pesquisar uma sinopse antes de assistir. Bom, eu não costumo gostar muito de musicais e fiquei traumatizada depois de Os Miseráveis, então eu achei chatíssima essa parte do filme, com um milhão de músicas, só gostei de algumas partes em que as músicas se encaixavam apropriadamente. No mais, achei a história boa, com algumas coisas realmente datadas, mas como se trata de um remake eu achei ok. A direção é boa, a fotografia, as imagens, figurino, isso tudo achei maravilhoso. A parte técnica em si. Mas realmente musicais não me agradam kkkkkkkk Para quem não curte musical, recomendo para o tempo livre. Para quem curte, pode ir numa boa que não vai se arrepender.
Eu continuo gostando da série, mas não pude deixar de perceber como senti um incômodo ao ver certos temas sendo tratados sob a ótica do branco salvador. Sim, eu sei, pode parecer chato, mas isso vem desde a segunda temporada, com
Gilbert convidando Bash para ser seu sócio e na terceira, com todo o enredo envolvendo Bash e Mary, isso ficou mais evidente, quando os brancos proporcionaram uma festa de despedida para Mary, mesmo depois de recusarem os seus convites para ir a sua casa. Bem conveniente, não?
. Enfim, além disso, há as questões com os indígenas também,
a romantização por parte mãe de Ka'kwet ao querer que a menina vá para a escola se abrir para um mundo novo, sendo que a própria convivência deles com os brancos já não era amistosa, ou seja..., voluntariamente a filha foi para uma catequização forçada, e a história nos conta que foi o contrário
. Gostei dos temas envolvendo dar voz às questões femininas, mas foi através da fala de um homem (rs) que resolveram aceitar e perdoar Anne pela matéria do jornal, meio contraditório, não? Outra coisa!!!!!!!!!! Qual é o problema do ator que interpreta Gilbert? Ele só consegue fazer aquela cara de que está o tempo todo pensando em algo super importante e que vai conquistar o mundo! Eu já estava me irritando com a mesma expressão no rosto dele o tempo inteiro (assistam de novo e vcs vão perceber!!! ele sempre faz isso, mas nessa terceira temporada, Deus me libre). Para encerrar esse tema, devo dizer que gostei da série ter abordado essas questões, ainda mais em um espaço juvenil, de formação de ideias, porém não nos esqueçamos que não era toda essa harmonia, foi preciso muita luta, e foi derramado muito sangue, para que as mulheres, negros, indígenas, e LGBTQIA+ conseguissem conquistar os direitos que hoje possuem (e deveriam ser mt mais!)
Eu gostei muito da atuação da Amybeth, ela é maravilhosa em cena, dá prazer em assisti-la! Geraldine (Marilla) também é maravilhosa, e é doido ver a evolução dela! Não só dela como de Matthew! Palmas para esse núcleo maravilhoso!!!
Ao fim da temporada eu senti falta de algumas coisas, mas eu não fiquei com a sensação de pontas soltas (mesmo algumas pessoas comentando sobre
). E digo isso porque a terceira temporada marcou o fim de uma fase para todos eles (da adolescência), então de certo modo trouxe um tom de final. Seria interessante ter uma quarta temporada porque finalmente eu voltaria a ver Cole (maravilhoso, queria saber se voltou a desenhar) e Josephine.
Por fim, sobre o romance de Anne e Gilbert, gostei de como foi construído desde a primeira e segunda temporadas, até que na terceira colocaram a Winierd (esqueci o nome da criatura) no meio só pra atrapalhar e ficou muito sem noção, não colou, não convenceu. Em uma época que as pessoas queriam entregar suas filhas de bandeja na mão de homens ricos, o homem basicamente queria financiar o casamento da filha sem receber nada por isso (e não, não me venham dizer que esse povo era progressista pelo amor de Deus). Não fez o menor sentido. Além disso, Gilbert era juvenil para ela, e não digo isso nem pela idade, mas o casal não combinou, ele passava a imagem de ser o irmão mais novo dela. Enfim, eu fico muito pirada quando os roteiros seguem essa linha de interromper a po&$# de um lance com a aparição de outra pessoa no meio, é muito batido, chega, já deu. Ainda bem que rolou o famigerado beijo de Anne e Gilbert, só senti falta do te amo pq sou romântica sim.
Vou levar os ensinamentos comigo! Thanks, Anne with an "E", <3.
Os coadjuvantes foram tudo nessa temporada. Novamente, o roteiro previsível, mas a gente gosta mesmo assim. Cole foi o meu favorito, gostei muito do arco narrativo dele, assim como de Bash e Josephine, maravilhosa desde a primeira temporada <3
O incrível é porque o roteiro é super previsível: a gente já sabe que Anne vai conquistar Marilla, que vai continuar na casa, e também que vai resolver os outros problemas para poder passar a ser bem vista/aceita. Inclusive, quando falo da previsibilidade do roteiro, já dá para perceber mais ou menos qual será o desenrolar dos acontecimentos só com base na ideia de que Anne será a protagonista salvadora: dos Cuthbert, da casa da família de Ruby, de Minnie May, e até de si mesma.
Enfim, mesmo com essas questões eu achei a série maravilhosa, fotografia, interpretações, toda uma referência literária e um culto e valorização da palavra e da leitura quando hoje em dia esse hábito tem sido deixado de lado por muitos de nós. Achei interessante também que não há uma supervalorização do passado, como tem sido feito nas entrelinhas por algumas produções recentes, inclusive da Netflix.
São Paulo Sociedade Anônima
4.2 215O filme possui diálogos bem construídos e interessantes, mas eu confesso que não gostei nem um pouco de acompanhar o desenrolar da história de Carlos. Antes mesmo de começar a ficar mais velho ele já não era grandes coisas no que se refere a ser uma boa pessoa.
Dito isso, não senti nenhuma simpatia por ele, embora consiga entender os dilemas humanos e toda a crise interna que ele sempre viveu. Afinal, quem ainda hoje não se pergunta sobre o sentido da própria vida?
Destaque para a São Paulo da década de 60, lindíssima, excelente fotografia. Inclusive, algo me chamou atenção nas gravações externas e achei isso interessante para a produção do filme: Deu para perceber que o público achava curiosa a gravação no meio da rua, porque em diversas cenas a gente pode observar as pessoas olhando diferente, se aproximando, etc., tudo com um certo nível de curiosidade e/ou estranhamento.
Enfim, de acordo com as críticas esse parece ser um grande filme, mas não é uma obra que eu veria novamente.
Pacarrete
4.0 123 Assista AgoraAmei o filme. Partiu o meu coração. Envelhecer é um processo cruel. Difícil. Brutal. E isso não só porque você vai se tornando invisível aos olhos dos outros, mas porque pode se tornar invisível para si mesmo. É uma vida que também passa acompanhada por perdas, e esse filme trabalha muito bem o conceito. Virou um dos meus favoritos. Simplesmente fantástico. E a Marcélia Cartaxo está animal. As cenas dela de luto, calada, são um espetáculo à parte.
Atração Fatal
3.6 488 Assista AgoraO roteiro é um pouco o exemplo do que vemos nos dias de hoje com os stalkers. No entanto, eu não curti tanto. Achei que o caso foi jogado de qualquer jeito, seria legal terem criado um pouco mais de clima antes deles terem se envolvido, o que justificaria um pouco mais a obsessão dela. A primeira hora do filme passou voando, depois, ficou um pouco arrastado. É um bom suspense, consegue nos manter em estado de alerta: "o que será que ela vai fazer agora?". Daria nota 7,5/10!
Malu
4.1 73 Assista AgoraFui assistir despretensiosamente e fiquei simplesmente apaixonada! E a música final... não consigo mais dissociar da Malu! Eu quero é botar meu bloco na rua!
Doente de Mim Mesma
3.8 142Se a ideia do filme era deixar a gente com raiva da protagonista, conseguiram! HAHA Que ódio dessa mulher! E o pior foi: Eu estive no hospital recentemente e só lembrei dela!!!!! KKKKKKKKKKK aaaaaaaaaaaa! haha verei de novo quando estiver com vontade de ficar com raiva!
Robô Selvagem
4.3 572Acho que serei uma voz isolada aqui. Não gostei muito. O roteiro foi extremamente previsível, então eu fiquei irritada por ter que assistir já sabendo qual era o final. E olha que eu gosto de animação, um dos meus filmes favoritos é Wall-E. Mas essa, sinceramente, me deixou irritada. Entre ela e Flow, Flow é infinitamente superior e sem precisar falar nada! <3
O Espelho Tem Duas Faces
3.7 187O filme é bom, mas o clímax demorou muito de chegar. Perdeu o timing e ficou um pouco maçante.
A Lista
3.5 6Achei fofo, tocante, em especial por retratar as possibilidades que a vida tem a oferecer e por ser tão multifacetada.
Maldivas (1ª Temporada)
3.2 114 Assista AgoraNo geral, gostei da série! Curti muito o arco de Sheron, para mim é um dos melhores da série. Bruna Marquezine consegue fazer boas cenas de drama, com chorôrô etc., Carol Castro incrível, super segura no papel, e Manu também foi muito legal! Não conhecia essa Natalia, mas achava a personagem dela chata demaaaais, meu senhor!!! Eu assistiria mais uma temporada!
Delicioso: Da Cozinha Para o Mundo
3.5 14 Assista AgoraEu assisti ao trailer e imaginei que seria diferente do que foi. É uma comédia romântica, mas que aborda também a história. Confesso que fiquei incomodada com o roteiro do filme,
do homem perdido que encontra a mulher e com o tempo a vida passa a fazer sentido
No entanto, como uma boa amante da gastronomia, curti a parte em que as preparações eram feitas. Gostei do cenário de época, o figurino foi legal, no geral, e também curti o que o personagem de Manceron passava pelo olhar.
Foi legal, mas não seria um filme que escolheria ver novamente.
Madrugada em Paris
3.4 2Gostei do filme, mas a forma como o espectador é jogado no meio da trama faz com que fiquemos um pouco perdidos e, consequentemente, há uma demora para engatar no entendimento do enredo.
No Ritmo do Coração
4.1 773 Assista AgoraÉ um lindo filme, delicado e também duro. Para mim, a parte mais impactante do filme foi no musical,
quando eles tiram o som e nos fazem sentir exatamente o que os personagens estavam sentindo: vontade de ouvir, mas sem poder. Muito duro e triste.
Assistir a filmes com essa temática me faz sempre relembrar o quão nós mesmos invisibilizamos pessoas com deficiência. Um exemplo é a libra, língua de sinais que sequer ensinada na escola é.
A atuação de Ruby foi muito boa, mas a família como um todo foi muito legal, o pai era muito profundo, sensacional! O final foi meio previsível e também clichê, mas tá valendo. Não sei se ganharia como melhor filme, embora seja um bom filme!
Belfast
3.5 305Falam que o filme é sobre Buddy, mas me pareceu muito mais sobre a mãe dele. Achei um filme ok, passou um pouco arrastado, faltou algo no roteiro e na direção, não sei dizer. Mas ao mesmo tempo em que é um filme curto demora muito de passar.
Flee: Nenhum Lugar Para Chamar de Lar
4.2 135Incrível, incrível! O começo do filme já mostra para que veio, sério! Incrível. É muito doido como a subjetividade dessas pessoas se perde no meio do caos. Você quando é um refugiado não ganha apenas o espaço de refugiado, mas o apagamento completo de sua vida, de sua persona, principalmente quando se vai para locais com altos níveis de xenofobia. Eu achei esse filme sensacional! Para mim, merece ganhar em alguma categoria para o qual foi indicado. É um filme forte e potente, poderia estar fácil na lista de Melhor Filme, em lugar de Duna ou Não Olhe Para Cima, por exemplo rsrsrsrsrs.
Duna
3.8 1,7K Assista AgoraAssisti porque foi um da lista dos indicados, ficção científica não é o meu forte. Achei o filme um pouco chato e arrastado em algumas partes, em outras ficava mais empolgante, mas realmente esse negócio de ficção científica não é a minha. A parte técnica, no entanto, está muito boa. Vi em casa, mas no cinema deve ser uma experiência incrível, principalmente na parte visual. Ele foi indicado em várias categorias, mas, como Melhor Direção foi a principal, não é por nada não, mas eu gostaria que não levasse! KKK já assisti aos outros da lista e acho que essa direção, em comparação com as outras, não será a premiada esse ano. Enfim, para quem gosta de ficção é um bom filme, tem história, briga de povos rivais, mutretas, muitos efeitos especiais e abstrações de vários níveis.
Onde Eu Moro
3.4 74 Assista AgoraPor ser um curta-metragem é natural que a gente fique com o gostinho de quero mais. No entanto, eu senti que a proposta poderia ter ido um pouco mais além e ter trazido mais voz para as pessoas. Fiquei percebendo também como muitas dessas pessoas vão perdendo a sua dignidade aos poucos e como o processo de invisibilização é tão intenso. Muitas vezes a gente nem percebe como ter uma casa já nos coloca em posição de vantagem com relação a uma quantidade enorme de pessoas, e como esse processo da moradia não fala apenas de direito, mas de humanidade e dignidade também. Quantas vezes a gente não já olhou feio para alguém que está na rua? É um outro ser humano ali ao lado. E foi como dito no filme, pode acontecer com qualquer um.
É interessante perceber também os níveis (entre quem mora na rua e no abrigo), a perda de individualidade, higiene, tudo isso provocado pela ausência de um teto. Pode parecer banal para quem tem, mas não é.
Foi curto, mas o suficiente para mexer e provocar discussões e reflexões. O futuro já está aí. E fazendo um recorte aqui para falar do Brasil, essa realidade de pessoas em situação de rua tende a piorar.
Licorice Pizza
3.5 635Fiquei apaixonada! Um filme leve, fluído, passou tão rápido para mim! A interpretação da Alana tá incrível! Adorei a direção de arte, a trilha sonora, caraaaaa!! Apaixonada! PTA arrasou!
King Richard: Criando Campeãs
3.8 419O filme suscitou vários pontos, mas um deles é o quanto o apoio é necessário para que você chegue em algum lugar. Ninguém chega em lugar nenhum sozinho. Me fez pensar em quantas famílias por aí não investem nos próprios Michael Jordans que existem dentro de suas próprias casas. Não conheço nada de esportes, portanto não sabia a história das meninas, mas vou pesquisar porque achei muito bonita, de esforço e muita garra. A Academia adora filmes baseados em histórias reais, então esse tem chance.
Ataque dos Cães
3.7 934Dos indicados a melhor filme eu só assisti três até agora, mas, dentre os que já vi, o Ataque dos Cães é o melhor -- de longe!!! Rapaz, que filme bruxoso esse, viu??? Eu amo tanto o Benedict que sempre torço pra ele, mas esse final foi fenomenal!! É um filme bastante inteligente, certamente assistirei novamente! A parte técnica está muito boa e deve levar alguns prêmios esse ano!
Eu gostei muito da atuação do Peter e não entendi pq o ator que faz George foi indicado. Falta de alguma outra interpretação melhor?? Fica aí o questionamento!
Vou assistir aos outros filmes, com os outros atores indicados, mas deixo aqui a minha torcida para o Benedict!
A Kristen também arrasou, uma interpretação muito boa! Comparando com Adriana DeBose (os outros filmes ainda não assisti), achei a interpretação dela muito superior e mais intensa! Kristen tem chances esse ano!!
Não Olhe para Cima
3.7 1,9K Assista AgoraAchei o filme muito bom, de verdade. Seria uma ótima experiência no cinema, pena que só fiquei sabendo quando saiu na Netflix.
Acho que poderia ser um pouco menor, coisa de 15 a 20 minutos, mas nada que comprometa a experiência. Curti e estava com saudade de DiCaprio! Animal!
Amor, Sublime Amor
3.4 365 Assista AgoraEu nunca assisti ao filme original e só soube que se tratava de um remake quando fui pesquisar uma sinopse antes de assistir. Bom, eu não costumo gostar muito de musicais e fiquei traumatizada depois de Os Miseráveis, então eu achei chatíssima essa parte do filme, com um milhão de músicas, só gostei de algumas partes em que as músicas se encaixavam apropriadamente.
No mais, achei a história boa, com algumas coisas realmente datadas, mas como se trata de um remake eu achei ok.
A direção é boa, a fotografia, as imagens, figurino, isso tudo achei maravilhoso. A parte técnica em si. Mas realmente musicais não me agradam kkkkkkkk
Para quem não curte musical, recomendo para o tempo livre. Para quem curte, pode ir numa boa que não vai se arrepender.
Anne com um E (3ª Temporada)
4.6 574 Assista AgoraEu continuo gostando da série, mas não pude deixar de perceber como senti um incômodo ao ver certos temas sendo tratados sob a ótica do branco salvador.
Sim, eu sei, pode parecer chato, mas isso vem desde a segunda temporada, com
Gilbert convidando Bash para ser seu sócio e na terceira, com todo o enredo envolvendo Bash e Mary, isso ficou mais evidente, quando os brancos proporcionaram uma festa de despedida para Mary, mesmo depois de recusarem os seus convites para ir a sua casa. Bem conveniente, não?
a romantização por parte mãe de Ka'kwet ao querer que a menina vá para a escola se abrir para um mundo novo, sendo que a própria convivência deles com os brancos já não era amistosa, ou seja..., voluntariamente a filha foi para uma catequização forçada, e a história nos conta que foi o contrário
Gostei dos temas envolvendo dar voz às questões femininas, mas foi através da fala de um homem (rs) que resolveram aceitar e perdoar Anne pela matéria do jornal, meio contraditório, não?
Outra coisa!!!!!!!!!! Qual é o problema do ator que interpreta Gilbert? Ele só consegue fazer aquela cara de que está o tempo todo pensando em algo super importante e que vai conquistar o mundo! Eu já estava me irritando com a mesma expressão no rosto dele o tempo inteiro (assistam de novo e vcs vão perceber!!! ele sempre faz isso, mas nessa terceira temporada, Deus me libre).
Para encerrar esse tema, devo dizer que gostei da série ter abordado essas questões, ainda mais em um espaço juvenil, de formação de ideias, porém não nos esqueçamos que não era toda essa harmonia, foi preciso muita luta, e foi derramado muito sangue, para que as mulheres, negros, indígenas, e LGBTQIA+ conseguissem conquistar os direitos que hoje possuem (e deveriam ser mt mais!)
Eu gostei muito da atuação da Amybeth, ela é maravilhosa em cena, dá prazer em assisti-la! Geraldine (Marilla) também é maravilhosa, e é doido ver a evolução dela! Não só dela como de Matthew! Palmas para esse núcleo maravilhoso!!!
Ao fim da temporada eu senti falta de algumas coisas, mas eu não fiquei com a sensação de pontas soltas (mesmo algumas pessoas comentando sobre
Jerry e Diana ou Ms. Stacy e Bash
Seria interessante ter uma quarta temporada porque finalmente eu voltaria a ver Cole (maravilhoso, queria saber se voltou a desenhar) e Josephine.
Por fim, sobre o romance de Anne e Gilbert, gostei de como foi construído desde a primeira e segunda temporadas, até que na terceira colocaram a Winierd (esqueci o nome da criatura) no meio só pra atrapalhar e ficou muito sem noção, não colou, não convenceu. Em uma época que as pessoas queriam entregar suas filhas de bandeja na mão de homens ricos, o homem basicamente queria financiar o casamento da filha sem receber nada por isso (e não, não me venham dizer que esse povo era progressista pelo amor de Deus). Não fez o menor sentido. Além disso, Gilbert era juvenil para ela, e não digo isso nem pela idade, mas o casal não combinou, ele passava a imagem de ser o irmão mais novo dela. Enfim, eu fico muito pirada quando os roteiros seguem essa linha de interromper a po&$# de um lance com a aparição de outra pessoa no meio, é muito batido, chega, já deu. Ainda bem que rolou o famigerado beijo de Anne e Gilbert, só senti falta do te amo pq sou romântica sim.
Vou levar os ensinamentos comigo! Thanks, Anne with an "E", <3.
Anne com um E (2ª Temporada)
4.6 446 Assista AgoraOs coadjuvantes foram tudo nessa temporada. Novamente, o roteiro previsível, mas a gente gosta mesmo assim.
Cole foi o meu favorito, gostei muito do arco narrativo dele, assim como de Bash e Josephine, maravilhosa desde a primeira temporada <3
Anne com um E (1ª Temporada)
4.6 763 Assista AgoraFiquei simplesmente encantada com a série!
O incrível é porque o roteiro é super previsível: a gente já sabe que Anne vai conquistar Marilla, que vai continuar na casa, e também que vai resolver os outros problemas para poder passar a ser bem vista/aceita. Inclusive, quando falo da previsibilidade do roteiro, já dá para perceber mais ou menos qual será o desenrolar dos acontecimentos só com base na ideia de que Anne será a protagonista salvadora: dos Cuthbert, da casa da família de Ruby, de Minnie May, e até de si mesma.
Enfim, mesmo com essas questões eu achei a série maravilhosa, fotografia, interpretações, toda uma referência literária e um culto e valorização da palavra e da leitura quando hoje em dia esse hábito tem sido deixado de lado por muitos de nós. Achei interessante também que não há uma supervalorização do passado, como tem sido feito nas entrelinhas por algumas produções recentes, inclusive da Netflix.