Se Steven Spielberg e George Lucas nunca tivessem nascido, com certeza o mundo seria menos emocionante. Os dois simplesmente deixaram as minhas tarde, aquelas que sessão da tarde, em momentos imperdíveis. Os Goonies e principalmente, as aventuras de Indiana Jones eram e ainda são absolutamente fascinantes. Os Caçadores da Arca Perdida é simplesmente um dos melhores filmes de aventura de todos os tempos. Ele tornou-se um clássico delicioso de apreciar. O Templo da Perdição é o meu filme favorito da franquia Indiana Jones, por causa do seu tom sombrio que funciona perfeitamente no contexto dos contos muitas vezes macabros. <br/><br/> Introduzindo uma dinâmica de pai e filho, Indiana Jones e A Última Cruzada é uma aventura sutil que deixa claro que tudo o que Indy faz é projetado para ganhar a atenção e o respeito de seu pai. Entre Indy e Henry há um relacionamento espinhoso, mas isso permite ver Indy além daquele homem aventureiro arrojado dos filmes anteriores. Indiana sente que seu pai nunca esteve lá para ele, enquanto o professor Henry Jones acreditava que tinha dado ao seu filho a infância perfeita. Indiana se preocupa em perder o pai assim que ele finalmente o conhece e descobre que eles têm tantas coisas em comum.<br/><br/> A sensação que deixa é que Indy e Henry estão se descobrindo, enquanto estão explorando a aventura central. Além do amor pela arqueologia, juntos se divertem num avião de um dirigível, lutando em cima de um tanque em alta velocidade, conseguindo uma assinatura de Hitler, conhecendo um antigo cavaleiro e descobrindo o Poço da Imortalidade. O resultado é uma emocionante aventura que aproximou pai e filho com tom de leveza e entusiasmo.<br/><br/> Se tudo que mencionei soa terrivelmente familiar, com certeza, você é fã dos filmes de Indiana Jones e tem um carinho muito especial pelos filmes. Enfim, A última Cruzada mostra a origem de Indy e termina com ele cavalgando para o pôr do sol depois de completar a missão final de encontrar o Santo Graal. Quero dizer, é um clímax fundamental para uma ótima aventura. Simplesmente adoro este clássico!
Falar sobre os filmes do Indiana Jones, particularmente, é um pouco complicado. Por que é uma daquelas sagas que eu sou completamente apaixonada e faz parte daqueles filmes que proporcionou fortes emoções durante a minha infância e adolescência com Indiana Jones e Os Caçadores da Arca Perdida, Indiana Jones e O Templo da Perdição ou Indiana Jones e A Última Cruzada. Acho que todo fã de aventura provavelmente conhece os filmes do Indiana Jones, nem que seja Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal ou Indiana Jones e a Relíquia do Destino, que são os filmes mais recentes da saga. Entretanto, comigo, sempre jogo para o lado da nostalgia.
O filme Indiana Jones e O Templo da Perdição contém uma aventura maravilhosa e dos quatro filmes, eu o considero o filme mais sombrio da saga. O inesquecível banquete no palácio, onde os convidados podem apreciar carne, sopa e sobremesa bastante exótica. É um jantar bem repulsivo que faz Willie desmaiar, mas é sensacional de ver. Eu não teria coragem de jantar nenhum dos pratos oferecidos, especialmente a sopa. Outro momento que é inevitável foi o culto à Kali. Durante o culto Indiana Jones descobre que o ritual contém sacrifício humano, coração arrancado e boneco vodu. Na minha adolescência, as cenas conseguiram me chocar e agora na vida adulta se tornou uma aventura incrível.
Não é um filme perfeito, mas é extremamente divertido com várias cenas inesquecíveis. Tenho muito carinho por ele e não decepciona no estilo e no carisma de seus personagens. Eu poderia ficar escrevendo mais detalhes sobre Indiana Jones e O Templo da Perdição, mas com certeza, eu iria tirar o encanto de quem ainda não assistiu. Spielberg consegue entregar um filme com muita ação em ritmo acelerado, enquanto apresenta as atividades nefastas do culto hindu com direito ao vilão que nos satisfaz. Enfim, Indiana Jones e o Templo da Perdição é memorável. Se ainda não assistiu, não perca tempo, assista. Nem que seja para tirar suas próprias conclusões.
Todo fã de aventura provavelmente conhece os filmes do Indiana Jones, uma das obras-primas do Steven Spielberg. Na ocasião da minha infância e adolescência, recordo que eu era fissurada nas aventuras do Indiana Jones. Sempre que passava na Sessão da Tarde, não arrastava os pés da sala até terminar de assistir Os Caçadores da Arca Perdida ou Indiana Jones e o Templo da Perdição ou Indiana Jones e A Última Cruzada.
Indiana Jones e Os Caçadores da Arca Perdida é um dos filmes que não canso de assistir. Pode passar anos e mais anos, as características marcantes deste herói com chapéu e chicote, sempre será inesquecível. Não é apenas um filme de aventura estabelecendo os nazistas como vilões atrás de poder. Indiana não desejava ser herói, ele simplesmente embarcava nas aventuras porque ele sempre foi aquele tipo de personagem que contém a alma aventureira. É extremamente divertido acompanhar, não apenas Indiana Jones e Os Caçadores da Arca Perdida, mas todos os filmes da série.
Mesmo sabendo que Indiana Jones e Os Caçadores da Arca Perdida contém poucos efeitos especiais e o roteiro simples, nenhum momento deixa de ser inteligente e criativo o suficiente para despertar interesse do começo ao fim. Não consigo imaginar outro ator interpretando Indiana Jones que não seja Harrison Ford. Espero de todo coração, que ninguém resolva inventar um remake desse clássico do cinema para ganhar dinheiro facilmente. Deixa essa deliciosa aventura como estar.
Enfim, com Indiana Jones, o espectador tem uma boa dose de ação, aventura, suspense, humor e principalmente muita diversão. Se ainda não conhece esse clássico riquíssimo que provoca impacto sensacional, recomendo que assista. Especialmente se você gosta de apreciar filmes antigos. Vale a pena demais!
Vidro ou Glass encerra a trilogia Eastrial 177 que trouxe personagens sensacionais, repletos de mistério que desperta curiosidade e faz a gente mergulhar no universo dos quadrinhos de maneira diferente. A trilogia começou com Corpo Fechado apresentando David Dunn ( Bruce Willis ) descobrindo seus poderes com ajuda do filho Joseph ( Spencer Treat Clark ) enquanto o frágil Elijah Price ( Samuel L. Jackson ) que é totalmente oposto de Dunn, contém ossos bastante frágeis tinha uma extraordinária capacidade intelectual e conseguiu convencer David Dunn que ele é um herói da vida real. O desenvolvimento do personagem Dunn é sensacional.
Na segunda parte, Fragmentado apresentou o jovem Kevin Wendell Crumb ( James McAvoy ) com as vinte e três personalidades diferentes e libertando a 24ª personalidade conhecida como A Besta. Não escondo para ninguém que Fragmentado é o meu filme favorito da trilogia Eastrial 177 e foi a partir dele que realmente tornei-me fã do M. Night Shyamalan. Na ocasião que teve a estreia de Vidro, a última parte da trilogia, confesso que estava ansiosa, pois estava juntando os dois universos que tinha m me conquistado e sinceramente, fiquei um pouco decepcionada. Não quer dizer que o filme Vidro seja ruim.
Vidro se desenvolveu com base na relação entre David, Kevin e Elijah e tornou-se um filme inesperado que conseguiu dividir opiniões na ocasião do seu lançamento. Particularmente gostei bastante do filme e mas não conseguiu saciar as minhas expectativas em torno do encerramento da trilogia que consolidou o universo dos quadrinhos com a realidade. M. Night Shyamalan conseguiu manipular seus personagens de maneira brilhante, agradando o gosto individual de cada pessoa que assiste seus filmes. Gosto bastante da trilogia Eastrial 177 e não descarto o terceiro filme, porque ele trouxe desfecho da história. Em particular, acho que Vidro tinha potencial para ser o melhor filme da trilogia, se tivesse dado mais importância para Sr. Vidro.
Vidro é um filme bem misterioso revelando as motivações da Dra. Ellie e o verdadeiro objetivo do Sr.Vidro, mas não foi aprofundado. David Dunn deixou a sensação de ser um personagem secundário, porque teve poucas cenas. Não estou desmerecendo o trabalho de M. Night Shyamalan. Contudo é uma pena do Vidro ser o filme mais fraco da trilogia, se for comparado com os dois anteriores. Se tivesse dado mais importância e aprofundado nos planos do Sr.Vidro e ter oferecido mais qualidade para Dunn juntamente com as personalidades de Kevin, o filme filme teria superado Fragmentado. Infelizmente, Vidro deixou a sensação de ser um jogo de gato e rato com poucos segredos.
Novamente Kevin Wendell Crumb que ganhou os méritos com suas personalidades e o Sr.Vidro, mesmo com a mente fantástica, também ficou em segundo plano do enredo ao lado de Dunn. Além do Joseph e a mãe do Elijah Price que apareceu no primeiro filme, Casey Cooke (Anya Taylor-Joy), uma das jovens raptadas por Kevin em Fragmentado, também ganha destaque nesta última parte da trilogia. A Dra. Ellie motivou a trama com mistério em torno de David, Kevin e Elijah. Enquanto Casey trouxe uma ligação com Kevin que considerei uma leve Síndrome de Estocolmo para história. Foi à única possibilidade que encontrei para Casey servindo de apoio para Kevin. Mesmo tendo várias linhas tortas e entregando um final aberto, Vidro conseguiu terminar de forma satisfatória.
Gosto de pensar que a trilogia oferece um universo importante para o universo dos quadrinhos. Expondo a cultura, os eventos e as ideias que estão nas páginas dos quadrinhos para o mundo. Ampliando os acontecimentos para os humanos e tentando provar que não estamos sozinhos. Existem pessoas extraordinárias entre nós. Enfim, só resta recomendar que assista aos três filmes e descubra todos os detalhes da trilogia Eastrail 177. Vale à pena, porque é inesquecível e surpreende com suas reviravoltas. Assista e tira suas próprias conclusões do inicio ao fim.
Fragmentado é sequência de Corpo Fechado que apresenta o misterioso Kevin Wendell Crumb ( James McAvoy ), um homem que possui transtorno dissociativo de identidade ou conhecida como transtorno de múltiplas personalidades. O indivíduo que é diagnosticado com este transtorno demonstra características de duas ou mais personalidades e no caso do Kevin, ele convive com 23 personalidades diferentes. Algumas dessas personalidades têm mais poder de assumir o controle do corpo de Kevin do que as outras personalidades.
Fragmentado é o grande responsável por revelar a ligação com Corpo Fechado. Não vou revelar os detalhes para não estragar a experiência de quem ainda não assistiu Fragmentado, mas achei muito gratificante descobrir todos os segredos do filme. Cada descoberta deixou a sensação de está vivenciando um clima claustrofóbico dentro do cativeiro com as três jovens. Principalmente quando Casey consegue fazer amizade com Hedwig para manipulá-lo e tirar proveito da situação para obter ajuda escapar do local. Aliás, entre as três moças, Casey é a única que realmente sabe lidar com a situação que elas estão vivendo.
Através dos flashbacks, o passado de Casey é revelado com momentos sombrios proporcionando um clima ainda mais forte ao filme. O momento alto e considero forte no filme é quando Casey, durante sua infância, perdeu seu pai e passa morar com seu tio. Não vou dar spoilers dos acontecimentos, antes e depois deste fato, mas ali é o começo do pesadelo dela. Casey é tão importante no enredo quanto Kevin e suas personalidades. Outro ponto que considero forte do filme é a interpretação de James McAvoy em cada personalidade. O cara é simplesmente incrível no papel. Ele conseguiu dar vida e convencer fabulosamente, mostrando a diferença de cada personalidade de Kevin.
Enfim, o segundo capítulo da Trilogia Eastrail 177 é simplesmente extraordinário e bem construído. Dos três filmes, Fragmentado é o meu preferido, onde mostra como as pessoas são muito mais do que apresentam rapidamente, independente do que a sociedade acha que é correto ou errado. Tenho vontade de fazer um post comentando mais sobre as personalidades de Kevin. Quem sabe futuramente, eu faça.
Você conhece a trilogia Eastrail 177 que é composta pelos filmes Corpo Fechado, Fragmentado e Vidro do diretor M. Night Shyamalan? Hoje eu quero conversar com vocês sobre o primeiro filme dessa trilogia, Corpo Fechado, que apresentou um novo universo das histórias de super-heróis. A trilogia Eastrail 177 ganhou este nome devido à referência ao acidente de trem que David Dunn ( Bruce Willis ) sofreu. Calma que vou tentar explicar melhor. Corpo Fechado passou despercebido por várias pessoas, eu mesma só dei conta dele quando assisti Fragmentado e comentei com um amigo sobre o filme. Ele comentou sobre a cena que liga os dois filmes e percebi que não tinha assistido Corpo Fechado. Assisti e achei sensacional.
Corpo Fechado é um filme cheio de detalhes e pontos importantes. Shyamalan usa cores para marcar seus personagens. Para quem está assistindo conseguir destingir quem realmente é o vilão e herói da trama de forma bem realista. Parece que cada detalhe é deixando ali de propósito como um campo de observação para mexer com o subconsciente do espectador. Isso é legal demais. A forma como o universo dos quadrinhos é apresentado no filme é outro detalhe à parte. Por causa da fragilidade de Elijah, o universo dos quadrinhos tem uma grande importância. Até quem não tem finalidade ou pouco conhecimento com o mundo dos HQs e revistas em quadrinhos fica com vontade de aventurar dentro deste universo.
Entretanto a fragilidade Elijah permanece apenas nos ossos, pois a mente deste personagem é fantástica. Suas intenções são perigosas, principalmente em torno da própria teoria que no mundo existem pessoas com dons extraordinários e estão vivendo uma vida comum. No principio David tenta ignorá-lo, mas Elijah têm argumentações convincentes que chama atenção e David Dunn começa a se testar. O filme toma um rumo inusitado. O universo de Corpo Fechado é extremamente bacana de assistir. Se ainda não assistiu Corpo Fechado aconselho que assista, pois é um filme absolutamente original.
Cheguei ao último filme da franquia Hellraiser, até o momento. Quando mencionam de um filme vai ganhar um remake geralmente eu fico com um pezinho atrás com receio de mudar bastante a história original. No caso do Hellraiser: Renascido do Inferno, o primeiro filme da franquia, eu acho que não tinha necessidade de remake. Após ver todos os filmes em ordem cronológica de lançamento, honestamente, o Hellraiser 2022 não ficou com cara de remake. Não é tão bom quanto o filme original Hellraiser: Renascido do Inferno de 1987 ou sua continuação, Hellraiser II: Renascido das Trevas e particularmente, Hellraiser VI: Caçador do Inferno, mas é facilmente a melhor que os de mais filmes da franquia.
A nova versão de Hellraiser 2022 optou pela simplicidade direita, permitindo que as imagens façam o trabalho pesado de explicar os acontecimentos ao espectador. Confesso que foi uma surpresa e deixou a situação em que Riley foi envolvida, bem interessante. As reviravoltas, infelizmente a maioria são previsíveis, mas ao contrário de Hellraiser: Revelações há diversão nelas. Principalmente quando Riley ficou de frente com Pinhead (Jamie Clayton) que advertiu a jovem para encontrar outras pessoas para se sacrificar ou eles vão levá-la. Doug Bradley sempre será meu Pinhead, mas Jamie Clayton foi de boa qualidade.
A franquia Hellraiser foi concluída até o momento, pois os diretores podem acordar em alguma amanhã e resolver criar mais um filme. Enfim, Hellraiser é uma franquia cheia de altos e baixos. Vou ser sincera, mesmo sendo fã da franquia e grande fã dos livros de Clive Barker, os filmes não são totalmente excelentes. Tanto que favoritei apenas o primeiro filme, pois ele realmente é fiel a versão literária. Entretanto são aqueles filmes tipo B que é gostoso de assistir. Lembrando para aquelas pessoas que gostam de filmes de terror. Hellraiser: Renascido do Inferno 2022 está longe do filme original, contudo valeu pelo esforço. Parece mais uma homenagem respeitosa do que uma atualização da história.
Depois de ter assistido daquele fiasco de Hellraiser: Revelações, sinceramente espero que tenha sido a primeira e última vez, fui encarar Hellraiser: Julgamento, décimo filme da franquia Hellraiser e fiquei agradavelmente surpresa com o enredo. Não é o melhor filme da franquia, para falar a verdade, ele está longe disso. No entanto, é melhor do que Hellraiser: Revelações.
Depois de seguir a jornada cronológica dos filmes Hellraiser, é a primeira vez que um filme da franquia decide acrescentar a ideia de ter o céu e um suposto anjo do lado oposto dos Pinhead, cenobitas e o Auditor. Achei um pouco forçado, mas comprei a ideia. O novo Pinhead, Paul T. Taylor certamente foi melhor do que o Pinhead interpretado pelo Stephan Smith Collins. Na verdade, Pinhead e os cenobitas tiveram poucas aparições, pois o Auditor e sua comitiva tiveram grandes destaques. Com exceção de algumas cenas no final, onde o último julgamento apresentado mudou absolutamente a história.
Enfim, não vou prolongar muito, porque Hellraiser: Julgamento é repleto de elementos que pode ser considerado spoiler para quem ainda não assistiu e realmente, seria legal a pessoa descobrir os detalhes durante a experiência de assistir o filme. No geral, Hellraiser: Julgamento é um filme interessante. Não entrou na lista de favoritos da franquia. Ainda considero, primeiramente o livro Hellraiser: Renascido do Inferno uma leitura incrível e logo depois os filmes Hellraiser: Renascido do Inferno, Hellraiser II: Renascido das Trevas e o Hellraiser VI: Caçador do Inferno os meus favoritos. Entretanto Hellraiser: Julgamento contém elementos que realmente parece um filme da franquia Hellraiser.
Ufa! Sobrevivi ao nono filme. Calma que vou explicar. Depois de ter assistido Hellraiser VIII: O Mundo do Inferno e descobrir que ele é mais doloroso do que Hellraiser IV: Herança Maldita e Hellraiser VII: O Retorno dos Mortos, mais um filme da franquia Hellraiser conquistou o topo de pior filme. Tenho que admitir, eu estava enganada à respeito deles. Como dizem por aí, “nada é tão ruim que possa piorar...” O nono filme, Hellraiser: Revelações conseguiu ser pior de todos os filmes que citei que era fraco na franquia.
Já vi muitos filmes de terror tipo B com histórias fracas, mas relevei porque tinha um conteúdo bem desenvolvido. Infelizmente, é difícil elogiar Hellraiser: Revelações. Para o início de conversa Nico e Steven têm atitudes de adolescentes idiotas, oferecendo um diálogo tão ruim e forçado. O enredo é meio confuso, porque as duas famílias contêm segredos e não são revelados com clareza. A bolsa do Steven com a câmera da viagem está casa dos pais sem nenhuma explicação. Além disso, em determinado momento, os carros desaparecem, as duas famílias estão numa casa em uma área isolada e sem telefone e o espectador tem que comprar essa ideia. Não tem outra ideia para oferecer.
A questão do desfecho do filme é bastante morna, não contém uma grande revelação e várias cenas foram desnecessárias. O nono filme também ficou marcado pela mudança do ator que interpreta o Pinhead, que ficou nas mãos do Stephan Smith Collins. Olha... Me desculpe se estou sendo cruel com o filme, gosto da franquia Hellraiser, mas a substituição de Pinhead foi horrível. Parece que os produtores compraram uma fantasia de Halloween de Pinhead e fizeram uma maquiagem meia-boca em Stephan Smith Collins. Que saudades do Doug Bradley!
Vou repetir... Gosto muito do universo de Hellraiser, mesmo os filmes fracos da franquia, eu tentei tirar alguns momentos bons, mas Hellraiser: Revelações falhou em tudo que deveria ser entregue para um fã. É uma pena, mas este filme é doloroso e realmente é uma perda de tempo para franquia Hellraiser.Só assista caso tenha muita curiosidade ou como eu, quer conhecer todas as histórias que envolve o universo Hellraiser. Espero que o próximo, o décimo filme da franquia Hellraiser, seja mais agradável.
O oitavo filme da franquia Hellraiser trouxe um enredo diferenciado e independente, com elenco famoso e conhecido. Tentar oferecer uma ideia inovadora não é nenhum pecado, até gosto, mas mudar as regras originais de uma franquia, ignorando a história central de Pinhead e o seu mundo sombrio, foi um salto bastante errado. Infelizmente, tudo o que se vê aqui em Hellraiser VIII: O Mundo do Inferno é um desenvolvimento superficial.
Mais uma vez, terminei de assistir mais capítulo da franquia Hellraiser e a história não tem praticamente nada haver com ela. Sinceramente, esqueceram as informações originais de lado. Hellraiser VIII: O Mundo do Inferno proporcionou um enredo dentro de uma festa chata chamada Hellworld, onde no final das contas, apenas zombou da ideia original criada pelo Clive Barker. Os personagens foram tão desagradáveis e sempre que um amigo ligava para o outro pedindo ajuda, logo em seguida, dispensava por motivos estúpidos. No geral, eu sempre importo com algum personagem no filme, mas em Hellraiser VIII: O Mundo do Inferno, eu não importei com o desfecho de cada um.
Até a interpretação de Doug Bradley como Pinhead deixou a estranha sensação que estava com preguiça de oferecer sofrimento para aqueles jovens e com razão se esse for o verdadeiro motivo, pois o enredo é um desastre desconcertante. A pior parte de tudo isso, é ter apenas dois minutos e meio de Pinhead para apreciar. Ficou como se ele estivesse fazendo uma participação especial em vez do filme. Não vou contar sobre o desfecho do filme, porque as duas reviravoltas são praticamente entregar o filme inteiro. A primeira até achei interessante, mas a segunda nem tanto.
Enfim, vou resumir... Hellraiser VIII: O Mundo do Inferno perdeu um pouco da credibilidade do mundo Hellraiser. Mais do que Hellraiser IV: Herança Maldita e Hellraiser VII: O Retorno dos Mortos. Sinceramente não era isso que eu esperava!
Assistindo a franquia Hellraiser em ordem cronológica dos filmes lançados após o livro Hellraiser: Renascido do Inferno, onde contém a história origem criada pelo Clive Barker, eu percebi que já tinha visto o sétimo filme, Hellraiser VII: O Retorno dos Mortos, no passado. Não sei exatamente quando foi que eu assisti na madrugada da minha casa, mas reconheci a história com tranquilidade. Acho que ela estava apenas adormecida em algum canto da minha memória.
Hellraiser VII: O Retorno dos Mortos não é ruim, mas ficou aquela sensação que era apenas mais um capítulo para acrescentar mais um descendente do fabricante de brinquedos que desenhou a caixa de Lermachand em Hellraiser IV: Herança Maldita. Novamente, parece ser um filme independente dentro de uma franquia, porque tentaram fazer uma ligação com os personagens interpretados pelo Bruce Ramsay, mas sem pé e cabeça. Apenas jogou a informação quase no desfecho do filme e vocês que são espectadores e fãs de Hellraiser que lidem com isso. Para ser honesta, eu gostei da Kari Wuhrer sendo a jornalista que investiga e deseja expor a história da seita Deaders. Ela teve algumas cenas bem intensas, mas levou o enredo para um resultado insatisfatório e fraco.
Enfim, depois de ter apreciado positivamente a história de Hellraiser V: Inferno e adorando o reencontro Kristy Cotton (Ashley Laurence) em Hellraiser VI: Caçador do Inferno, novamente, tomei um banho de água fria no inverno, porque, até os cenobitas ficaram sem ação neste sétimo capítulo da franquia. Que pena! Bom... Então fica a dica caso tenha curiosidade em Hellraiser VII: O Retorno dos Mortos. Assista sem grandes expectativas e tire suas próprias conclusões.
Caramba! Foi bom demais ver Kristy Cotton (Ashley Laurence) de volta na franquia Hellraiser. Desculpe a empolgação, mas eu precisava escrever isso na resenha de Hellraiser VI: Caçador do Inferno. Em Hellraiser V: Inferno, eu comentei que o quinto filme seguiu um caminho diferente do Hellraiser IV:Herança Maldita e renovou os elementos da historia Hellraiser para o lado positivo e o sexto filme é deliciosamente confuso e divertido. Claro... Digo isso para quem gosta de terror.
A história de Hellraiser: Caçador do Inferno realmente consegue funcionar, pelo menos comigo funcionou, porque no primeiro momento mostrou a situação confusa e sombria da maneira que Trevor estava enxergando, mas através dos flashbacks, o espectador vê como a vida de Trevor era miserável. Ele era um homem ganancioso, mentiroso e principalmente infiel com a Kirsty. Aliás, a história fez um ótimo trabalho criando um mistério de terror em torno da Kirsty e contém uma pequena ligação com os filmes Hellraiser: Renascido do Inferno e Hellraiser II: Renascido das Trevas. Não vou contar o desfecho do filme, porque é uma surpresa memorável, mas tem tudo haver com Kirsty e Pinhead (Doug Bradley ) frente a frente.
Infelizmente, os cenobitas apareceram pouco neste filme. Não nego, para mim, todos eles são interessantes. Especialmente o Pinhead. Ele deixou claro que, não esqueceu de Kirsty. Os atores que interpretaram Kirsty e Pinhead, juntos novamente, deixou aquele gostinho de nostalgia. Não estou dizendo que Dean Winters fez uma interpretação ruim, pelo contrário foi intrigante, mas as cenas onde teve Kirsty forneceram a essência da trama, uma oportunidade de conectar mais uma vez com o sobrenatural das origens em Hellraiser. Foi rápido, mas foi bom demais!
Estou me divertindo bastante com o caminho que resolvi seguir em ler a obra literária e logo em seguida, a versão cinematográfica e no caso do Hellraiser, aventurando na sua franquia de filmes. A cada filme que tenho visto na franquia Hellraiser, tenho notado que o terror está sendo afastado, dando prioridade para um thriller psicológico… Claro que a franquia Hellraiser ainda contém as criaturas bizarras que acompanham o Pinhead (Doug Bradley), mas o quinto filme da franquia, Hellraiser V: Inferno seguiu um caminho diferente do filme anterior, Hellraiser IV:Herança Maldita e levou a história para um novo rumo.
Para não ficar confuso com os eventos do final de Hellraiser IV: Herança Maldita, precisa esquecer a linha do tempo e tenha em mente que a única ligação de Hellraiser V: Inferno com os outros filmes anteriores, é apenas a caixa de Lemarchand e Pinhead. O espectador está partindo para um enredo genérico de Hellraiser. Dito isso...
Diferente do Hellraiser III: Inferno na Terra e Hellraiser IV: Herança Maldita que, mesmo tendo pontos interessantes no enredo, ambos eu considerei os mais fracos da franquia, Hellraiser V: Inferno, eu realmente gostei. Não nego que contém alguns momentos previsíveis e quando Throne descobriu quem é assassino, eu já tinha conseguido desvendar todos os segredos, no entanto, Hellraiser V: Inferno renovou os elementos da história e deu puxão positivo na franquia. Apesar da presença de Pinhead e dos Cenobitas, o foco principal não foram eles, mas sim, a investigação de Thorne para descobrir quem era o assassino, como o Engenheiro estava envolvido nos crimes e o mais importante, salvar a criança.
O personagem de Craig Sheffer é instigante numa história sólida, oferecendo um final diferenciado ao de mais filmes da franquia. No geral funcionou bem e trouxe uma nova oportunidade de expandir com enredo mais criativos. Bom assim eu espero, pois não lembro de ter assistido os próximos filmes. Então será como fosse a primeira vez. Enfim, recomendo para todos que desejam conhecer ou tem curiosidade na franquia completa de Hellraiser da maneira que estou fazendo. Pode ter certeza, Hellraiser V: Inferno possui uma história fácil de acompanhar.
Eu não recordava praticamente nada do quarto filme da franquia Hellraiser. Os primeiros filmes, Hellraiser: Renascido do Inferno e Hellraiser II: Renascido das Trevas, foram bastante interessante e até confesso que a visão de prazer e dor através da escrita de Clive Barker conseguiram me deixar um pouco apreensiva na primeira vez que li o livro, Hellraiser: Renascido do Inferno e também nos filmes. Hoje em dia, é tudo mais tranquilo e o terceiro filme, Hellraiser III: Inferno na Terra, tinha considerado o mais fraco da franquia. Após rever Hellraiser IV: Herança Maldita, confesso que realmente não tenho muito para dizer. Mas vou tentar.
Em primeiro lugar, quero dizer que sou fã do trabalho de Clive Barker, principalmente no mundo literário onde estou tendo o privilégio de adquirir suas obras publicadas pela Darkside Books e ao longo dos anos, venho conhecendo os filmes da suas obras, contudo Hellraiser IV: Herança Maldita não é um ótimo filme. Sei perfeitamente que Clive Barker, atuou apenas como produtor executivo do filme e foi interessante mostrar os acontecimentos do passado, onde explicou a origem da caixa de Lemarchand e a primeira vez que a caixa teve a abertura dos portões do inferno, porém o quatro filme deixou a sensação de um capítulo desnecessário.
Criticando como uma fã de terror que tenta ao máximo enxergar o lado positivo do filme, mas a personagem Angelique, eu considerei um grande furo na história ou eu dormi em algum ponto da história e não vi a explicação. Ela é uma princesa do inferno, isso foi claramente explicado no flashback, mas fiquei na dúvida. Ela é a filha do Leviatã de Hellraiser II: Renascido das Trevas? Essa dúvida ficou na minha mente após o filme, porque no final das contas não foi gratificante. Entretanto Pinhead apresentou mais dois cenobitas fora a princesa Angelique. O Cenobita Gêmeo Siamês e um cãozinho de estimação. Sem estragar o final do filme, posso dizer que apesar da história ser fraca, o desfecho foi agradável de apreciar.
Bruce Ramsay é praticamente o ator de grande importante neste filme e sua interpretação foi morna. Ele interpretou cada personagem ligado a caixa de Lemarchand nas gerações da família e teria sido mais interessante se cada geração tivesse uma personalidade diferente. Doug Bradley é o coração da franquia Hellraiser como o malvado Pinhead. Ele domina seu papel com perfeição, mas neste quarto filme ele pareceu pouco e também, tem um pequeno papel para Adam Scott, que estava apenas começando na época.
No geral, Hellraiser IV – Herança Maldita vale a pena ser assistido para não perder as poucas informações da história dentro da franquia Hellraiser, mesmo sabendo que o problema do quarto filme foi ter abandonou o enredo original dos dois primeiros filmes. Então caso tenha curiosidade, assista sem grandes expectativas e tire suas próprias conclusões.
Não é nenhuma surpresa que uma franquia de sucesso contém seus filmes fracos e em Hellraiser III: Inferno na Terra foi o primeiro caso da franquia Hellraiser, contudo o terceiro filme ainda consegue entregar uma história decente com algumas cenas realmente boas. Da mesma forma dos filmes anteriores, Hellraiser: Renascido do Inferno e Hellraiser II: Renascido das Trevas, eu assisti pela primeira vez na adolescência.
Não vou arriscar em continuar a história, além do que escrevi no blog Consumidora de Histórias, porque vou acaba entregando as surpresas que o filme possui, especialmente em torno de Pinhead. Hellraiser III: Inferno na Terra trouxe mais novidades na história do capitão Elliott Spencer, o homem que se tornou Pinhead e não tem como negar, é o ponto mais alto deste filme. No filme anterior, o espectador conhece mais cenobita além dos três que andam juntamente com Pinhead. Não falei nada sobre eles, porque eu considero um grande spoiler e neste terceiro filme, os produtores tiveram uma nova oportunidade de criar mais quatro cenobitas através do Pinhead. Sendo sincera, os novos cenobitas não me agradaram e com as mudanças que o terceiro filme trouxe para Hellraiser, eu prefiro os Cenobitas dos filmes anteriores.
Diferente do segundo filme que trouxe praticamente o elenco de volta, dessa vez, o único ator que permaneceu no elenco foi Doug Bradley. Durante as investigações de Joey, ela consegue uma fita de VHS com as imagens de Kirsty explicando um pouco sobre a caixa de Lemarchad, mas são cenas pequenas e rápidas para dar informações para Joey. Uma pena, poderia ter explorado mais. Enfim, sem mais delongas, Hellraiser III: Inferno na Terra não é aquele filme favorito da franquia apesar de ter seus minutos finais bacana de assistir. Contudo é legal de apreciar por causa da história de Pinhead, que ainda é um território misterioso e interessante de explorar.
Após terminar de ler Hellraiser: Renascido do Inferno, embarquei de cabeça nos demais filmes da franquia Hellraiser para recordar o universo criado pelo Clive Barker e Hellraiser II: Renascido das Trevas é uma sequência que mergulha de cabeça na história do filme Hellraiser: Renascido do Inferno e o segundo filme proporcionou um filme divertido. Mas aviso... Para quem realmente gosta do gênero terror.
Eu ainda recordava de Hellraiser II: Renascido das Trevas, por que foi uma continuação que gostei bastante na época que assisti pela primeira vez e mesmo revendo, após alguns anos, ainda considero um filme fantástico e fiel ao mundo que Clive Barker. Praticamente o elenco do primeiro filme retornou e os que não retornaram, foram mencionados rapidamente. Como foi no caso de Larry, o pai e Steve, o namorado de Kirsty. Até Frank (Sean Chapman) com seu sadomasoquismo extremo teve participação em dois momentos, uma cena em flashback e outro cena dividida com Kirsty, Julia e Tiffany no inferno.
Em Hellraiser:Renascido do Inferno, o filme tocou brevemente na aparência do Inferno quando os cenobitas apareceram, mas em Hellraiser II: Renascido das Trevas teve a chance de extrapolar na criatividade e mostrar o inferno como um labirinto cheio de longos corredores mal iluminados. O segundo filme também trouxe três novidades. O espectador descobre que contém três versões da caixa de Lemarchand que estão no escritório do Dr. Channard, o breve momento do passado do homem que se transformou em Pinhead e a descoberta em torno de Leviatã, o “Senhor do Labirinto”. Julia refere o Leviatã como um obelisco giratório gigante que emite uma luz negra que, na verdade são todas as coisas horríveis que a humanidade fez e/ou experimentou em sua vida.
Sobre o Dr. Channard e sua obsessão em saber tudo sobre a caixa de Lemarchand e principalmente sobre os cenobitas, vou deixar para o próprio espectador descobrir enquanto assiste o segundo filme da franquia Hellraiser, pois em torno deste médico contém um grande spoiler. Mas pode ter certeza, Hellraiser II: Renascido das Trevas é tudo o que um fã de Hellraiser poderia desejar. O filme consegue expandir a primeira parte da franquia em direções lógicas e ainda oferece uma história sólida. Então, se você ainda não viu Hellraiser II: Renascido das Trevas, faça um favor a si mesmo e assista. Mas lembrando: Hellraiser não é para todos!
Assim que termino uma leitura e sei da existência de uma adaptação, eu aproveito para assistir novamente. Hellraiser: Renascido do Inferno é um dos filmes que contém uma reputação merecida como um dos grandes filmes de terror da década de 1980 juntamente com Jason, Freddy e Michael Myers. O fato de Clive Barker ter dirigido Hellraiser é um dos fatores positivos que ajudou o filme a se manter tão bem e fiel ao material original literário. Contém apenas pequenas alterações.
Na época da minha adolescência, Hellraiser foi um dos filmes mais perturbadores que tinha assistido e mesmo ficando arrepiada, ainda recordo que adorava assisti-lo. Hoje em dia tenho muito carinho por esses filmes clássicos do terror e compreendo que essas criaturas, principalmente os Cenobitas e o líder do grupo, o Pinhead (Doug Bradley), são figuras assustadoras de horror, projetadas para explorar nosso medo. Aliás, todos os efeitos especiais neste filme são fantásticos e contribuíram para o filme ser tão especial, porque eles conseguiram isso à moda antiga. Curiosamente, os Cenobitas mal aparecem no filme, pois os verdadeiros vilões são Frank e Julia, sendo que, a maior parte dos horrores que contém no filme vem de Frank.
Como mencionei, o filme contém pequenas diferenças se for comparado com a versão literária. No caso do filme, a história apresentou os personagens um pouco mais desenvolvidos. No livro, Julia e Frank tiveram apenas um encontro antes do casamento e no filme, é claramente mostrando que Frank foi amante de Julia. Kristy ganhou mais destaque no filme trazendo mais cenas de suspense com seu pesadelo e durante seu dia de trabalho onde apareceu um homem misterioso. No filme ela é filha do Larry e Julia sua madrasta, enquanto no livro Kristy é amiga da família, especialmente de Rory que é Larry no filme.
No geral, Hellraiser: Renascido do Inferno é um ótimo filme clássico dos anos 80. Ele é enxuto e não perde tempo com cenas gratuitas ou desnecessárias. Contudo, tanto o filme quanto o livro, ambos criados por Clive Barker, possuem elementos que proporcionam momentos fortes e não é qualquer pessoa preparada para encarar essa história. Então prefiro recomendar para quem realmente gosta de assistir filmes de terror, aí sim, eu recomendo fortemente.
Um excelente filme de suspense ou terror psicológico merece ser visto sempre que desejar, não é mesmo? Corra! é sem duvida nenhuma, um ótimo exemplo de filme que enquadra neste requisito. A história de Corra! consegue prender do início até o final, deixando o espectador tenso e angustiado para que o Chris Washington saia da situação que foi colocado, o mais rápido possível. Jordan Peele conseguiu deixar muitas pessoas de queixo caído e pode ter certeza, eu sou uma delas.
Desde a primeira vez que assisti Corra!, eu fiquei impressionada, porque surpreendeu por vários motivos. O suspense psicológico é magnífico, abordando sobre assuntos importantes como o racismo de maneira interessante e corajosa. Particularmente, acho que é um dos elementos cruciais para o sucesso de Corra!. Não sei se estou certa, mas em Corra!, os brancos não querem entender as relações inter-raciais e desejam permanecer no controle. Então eles usavam a falsa gentileza, embora sejam um pouco estranhos, eles são agradáveis para colocar um plano experimental e ao mesmo tempo, perverso contra os negros. Isso tudo para os negros continuarem servindo aos brancos nitidamente. Isso é completamente assustador, porque Jordan Peele mostrou uma nova forma de escravidão.
Jordan não tem medo desenvolver a história no ritmo lento, com a sensação desconfortável que algo bizarro está prestes a acontecer com Chris dentro da casa de campo dos pais da Rose. O ator Daniel Kaluuya desempenha em mostra seu personagem está com os nervos à flor da pele numa interpretação maravilhosa. Ele surpreende com sensibilidade presente nos olhos, assim como os personagens Georgina (Betty Gabriel) e Walter ( Marcus Henderson), que apresentam comportamentos estranhos e preocupantes quando o filme é visto pela primeira vez. Os dois empregados da família também tiveram pontos altos na história de forma bem criativa.
Enfim... Por trás da superfície amigável da família e os amigos da família da Rose, está uma grande revelação. Isso para quem ainda não conhece Corra!, e essa revelação não decepciona porque é ainda mais bizarra e totalmente estranha do que se pode imaginar. Especialmente com a explicação dela. Falando em momentos incomuns, contém um leilão silencioso que provoca arrepios toda vez que eu assisto. Bom... Sem mais delongas, caso ainda não assistiu Corra!, eu aconselho que assista e tire suas próprias conclusões. Resumindo: Pode ter certeza, é um suspense apetitoso, assustador e sofisticado.
Depois da leitura do conto Os 47 Rônins escrito pelo Algernon Bertram Freeman-Mitford, eu fiz uma pequena pesquisa e descobri que a história dos 47 Ronins contém três adaptações para o cinema que mencionei na resenha sobre o conto que editora Wish publicou no projeto Sociedade das Relíquias Literárias. Das três opções, eu conheço apenas a versão mais recente de 2013 pelo Carl Erik Rinsch tendo Keanu Reeves e decidi trazer minha opinião sobre ela após ter assistido novamente. Se futuramente minha curiosidade sobre as duas versões mais antigas permanecer, vou procurar para assistir.
A história do filme 47 Ronins é vagamente baseada na famosa lenda japonesa com variáveis diferenças, tanto que o personagem do Keanu foi criado para o filme e não contém na versão literária. Apesar dos aspectos agradáveis que o filme consegue proporcionar, 47 Ronins é um filme bastante criticado negativamente pela crítica especializada no Rotten Tomatoes, por ser um projeto caro que desperdiçou os talentos de seu elenco e não conseguindo recuperar seu orçamento. Eu consigo entender os motivos das criticas negativas e os elementos de fantasias exagerados. Como não sou uma crítica especializada, eu gosto de assistir o filme, pois o acho divertido.
As cenas de ação são envolventes, mesmo que o enredo tenha alguns furos inexplicáveis. Nem todas as atuações são boas, mas não nego que gosto da atriz que interpreta a Mizuki. Ela foi muito boa como a bruxa e vilã da indefesa Mika. A história de amor entre Mika e Kai funciona bem como uma história secundária, porque não é o foco central da trama e sim, mostrar a lealdade dos Ronins tinham com o Lord Asano. Além de ser fã do Keanu, eu sou apaixonada pelo figurino e a cultura japonesa que o filme apresenta. É fantástico!
Apesar das diferenças que contém da verdade histórica do conto, gosto de olhar o filme com carinho. Por isso eu tento separar a história literária do enredo do filme. Enfim, mesmo com as críticas ruins, aconselho que assista, caso ainda não tenha visto. É uma boa história com algumas cenas de ação, vários cenários lindos, figurinos deslumbrantes e alguns efeitos bacanas. Por causa desses elementos, acho que vale a pena dar uma chance aos 47 Ronins.
Assisti o filme Tieta do Agreste e ... Foi bem legal ver um elenco cheio de celebridades, mas no geral, não foi como eu imaginava. Vou explicar melhor. O filme começa com Jorge Amado sentado numa praça lendo o primeiro parágrafo do livro Tieta do Agreste. Sabe aquele gostinho de nostalgia? Pois foi essa sensação que senti ao ver Jorge Amado no início do filme.
Tieta do Agreste é o livro mais extenso que tenho aqui em casa do Jorge Amado. Sei perfeitamente que não é nada fácil transformar 600 páginas em 2 horas e 20 minutos de filme, ainda mais uma história repleta de personagens ricos em detalhes. É neste ponto que entra minha ressalva sobre o filme. Como ponto positivo, posso dizer que o filme trouxe alguns momentos que aproximou mais da versão original do que a novela. Outro detalhe positivo foi encontrar um elenco de peso. Que delícia ver Jorge Amado sentado na praça de Santana do Agreste lendo o inicio do livro Tieta. Marília Pêra na pele da megera e ambiciosa Perpétua, Zezé Motta como Carmosina, Chico Anysio como Zé Esteves, Jece Valadão como Comandante Dario e o André Valli como poeta Barbozinha, personagem que tem no livro, mas não parece na novela.
Nesta versão de Tieta, a história permaneceu com ela lidando com as bajulações de Perpétua e Zé Esteves enquanto foi elogiada pelo seu admirador Barbozinha e acabou sendo atraída e viveu um romance com seu sobrinho Ricardo (Heitor Martinez), filho de Perpétua. Entretanto o filme pecou em mostrar Tieta exibindo celular e câmera de vídeo em um lugar que não tem energia elétrica. Para piorar, contém uma passagem de tempo, mesmo que seja curta porque o filme mostra a construção da casa dela em Mangue Seco. Tieta usou essa câmera de vídeo e o celular pelo menos três vezes em diferentes momentos da história. Fiquei perguntando, onde Tieta conseguiu carregar estes equipamentos se não tem luz?
Há falhas no filme? Sim. Meu primeiro destaque é Zé Esteves expulsando Tieta de casa, mas não da cidade. A história ficou com aquela sensação que ela foi embora de Santana do Agreste porque quis e não porque foi expulsa da cidade depois que apanhou de cajado do pai. O detalhe do dinheiro que Tieta mandava todo o mês para Zé Esteves e para ajudar na criação dos sobrinhos é deixada de lado. Deixou a sensação que Tieta mandava o dinheiro e não queria saber como era gastado na criação dos sobrinhos, especialmente nos fatos em torno do filho de Elisa. A única vez que Tieta comentou sobre esse dinheiro que ela enviou durante anos foi no momento em que Zé Esteves pediu Tieta para comprar novamente um terreno que foi dele no passado e foi vendido para o Coronel Arthur da Tapitanga (Harildo Deda) para pagar uma divida.
Osnar, Jairo e padre Mariano apareceram em pequenas cenas e praticamente ficaram nas sombras da história e pior, ignorou completamente a Dona Milu. A famosa Frigideira de Maturi, receita feita por Dona Milu, mãe de Carmosina tanto no livro como na novela é feita por Tieta no filme para Elisa e Tonha. A questão sobre a instalação da fábrica em Mangue Seco e a crítica sobre o meio ambiente foi abordado de maneira vaga. Na novela, Ascânio deseja modernização e progresso para Santana do Agreste e no filme ele é convencido por um empresário (Daniel Filho) construir a fábrica para explorar a região. Para quem leu o livro ou assistiu a novela conhece este empresário como Mirko Stefano. No filme ele aparece apenas uma vez.
Sei da polêmica entre Sônia Braga e Beth Farias do início ao fim. Quando se trata do filme Tieta, a polêmica chega junto, mas não vou comentar aqui. Gosto muito das duas atrizes e ambas, eu considero talentosas, porém na minha mente Beth Farias sempre será a eterna Tieta e Sônia Braga a eterna Dona Flor. Foi dessa maneira que elas entraram na minha mente como personagens e ainda juntando com as diferenças que contém entre novela, filme e livro, eu prefiro ficar do lado da versão literária. Mesmo tendo muito carinho pela novela Tieta de Aguinaldo Silva e achando o filme um pouco irregular e bastante básica, mas com fotografia belíssima, acredito que as duas versões servem para manter a personagem Tieta viva na nossa imaginação. Enfim, o melhor conselho é sempre ir atrás da versão literária.
Dia dos Namorados... Nada mais justo que comemorar o dia com uma linda história de amor. A lista do gênero é longa, mas acontece que são poucos filmes que realmente me conquistaram neste gênero e Amor à Distancia é um deles que me divirto com os momentos engraçados enquanto aqueço o coração com a história de amor do casal Erin e Garrett.
O enredo de Amor à Distância é bastante simples, mas Drew Barrymore e Justin Long conseguiram transformar a relação do casal de maneira tão real e agradável que rapidamente faz a gente ficar na torcida por eles. Manter um relacionamento a distancia não é fácil. Não sou de falar muito da minha vida pessoal nas redes sociais, mas quando meu marido precisou trabalhar em São Paulo e no Paraná enquanto eu fiquei aqui em Minas Gerais, não foi uma tarefa fácil. Às vezes eu viajava para encontrá-lo, sozinha ou com os nossos filhos, porém na maioria das vezes, ele que retornava para casa. Os feriados e os finais semanas passavam numa piscada de olhos quando estávamos juntos e quando ficávamos afastados a saudade era enorme. Precisou de muita dedicação, amor e principalmente respeito.
Hoje em dia ele não viaja mais, porque trocou de emprego e acreditamos que nosso casamento sobreviveu essa etapa, porque é bastante forte.Além do respeito que já citei. Sei que o filme Amor à Distância é uma situação um pouco diferente, mas sempre que assisto, lembro dessa etapa da nossa vida. Quem já viveu um relacionamento à distância reconhecerá os elementos que estão no namoro de Erin e Garrett. Os atores conseguiram capturar a frustração da saudade e das longas ausências físicas. Os dois também conseguiram oferecer uma química muito boa e quando chegaram na crise do namoro onde o desejo da intimidade falava mais alto, os atores proporcionaram emoções verdadeiras e no momento certo. Por ser uma comédia romântica, o filme contém vários momentos que rende boas risadas. Acho que é um dos motivos que gosto tanto de Amor à Distância, pois não é aquela história apelativa.
Enfim, neste Dia dos Namorados, nada melhor que mostrar um filme com situações atuais e Amor à Distância pode ser clichê como todas as comédias românticas, mas contém os personagens carismáticos, uma história divertida e uma boa trilha sonora. Tem The Cure nela. Eu amo The Cure! Se ainda não assistiu Amor à Distância, apenas assista, sem criticar os clichês e descubra qual solução que Garrett e Erin escolheram para o relacionamento deles.
Na ocasião que eu ouvi pela primeira vez sobre o filme Hereditário foi através de um amigo da família que classificou o filme como uma obra-prima. Sem saber nada sobre ele, fui assistir e ainda lembro que foi uma ótima experiência.
Escrever sobre Hereditário é um pouco difícil, porque há muitos detalhes importantes, segredos da família que vale a pena o espectador descobrir através da própria experiência e não quero estragar o filme para ninguém. Por isso vou manter a história o mais breve possível. Quem ainda não assistiu, pode ter certeza que não comentei praticamente nada que Hereditário tem para oferecer, especialmente o desconforto que algumas cenas proporcionaram. Sua abordagem em torno do horror é dinamicamente assustadora e poderosa.
Teve três momentos que fiquei chocada com facilidade e mesmo assim, não canso de assistir. O elenco inteiro é excelente, mas o grande destaque é para Toni Collette. Eu adoro sua interpretação em Entre Facas e Segredos, mas em Hereditário, a sua atuação é impressionante. Suas emoções parecem tão cruas e realistas, principalmente em torno da ruptura mental da personagem. O roteiro tem surpresas maravilhosas e diálogos honestos e brutais. Esse é apenas um dos motivos que Hereditário entrou fácil na lista de favoritos.
No geral, o que mais posso dizer sobre Hereditário? Enfim, é um filme que me surpreendeu na primeira vez que assisti e ainda consegue surpreender, aterrorizar e deixando de lado os elementos sobrenaturais, também me fez confrontar minhas próprias percepções sobre o luto. Se ainda não assistiu Hereditário, veja e tenha sua própria experiência.
Considerada um fenômeno dos anos 80, a telenovela Tieta que teve sua estreia pela primeira vez em 1989, inspirada do livro Tieta do Agreste e escrita pelo Jorge Amado em 1977, foi reprisada em Vale a Pena Ver em 2025. Não há duvida nenhuma que realmente é uma das maiores telenovela de sucesso da Globo e depois de muitos anos, ainda consegue consagrar seu sucesso. Além de ter um elenco marcante e personagens inesquecíveis, também possui uma história maravilhosa. Resumindo melhor, Tieta é um novelão incrível que nunca sairá de moda!
Dessa vez, eu optei em assistir a novela Tieta, deixar minha opinião sobre a novela e agora, dedicar a história original de Jorge Amado para apreciar a escrita e descobrir as diferenças entre a versão literária e a telenovela. No entanto devo confessar que Tieta contém tantos acontecimentos que uma postagem é pouco para comentar ou deixar uma opinião mencionando todos os personagens. Então aconselho que assista Tieta para descobrir as histórias que enriquece o enredo que consegue emocionar, contento abordagem franca e direta de temas polêmicos, mas também tratados com respeito ao publico, sem medo do cancelamento e principalmente divertir os amantes de telenovela.
A protagonista vivida pela Betty Faria é uma mulher de personalidade forte e à frente do seu tempo. Ela foi expulsa da cidade por causa da sua liberdade sexual numa sociedade bastante conservadora. Vários momentos da novela, Tieta contou que passou por provações impostas na vida para voltar à Santana do Agreste como uma mulher rica para conquistar sua vingança e ter o respeito daquelas pessoas a julgou no passado como uma mulher imoral. É impossível falar de Tieta e não mencionar sobre Zé Esteves, pai de Tieta, que era totalmente avarento e vivia numa completa miséria, mesmo recebendo dinheiro todo mês da filha.
Outra personagem inesquecível em Tieta é a personagem Perpétua que entrou no ranque das melhores vilãs da teledramaturgia brasileira. As cenas interpretadas pela Joana Fomm transformaram a Perpétua numa vilã cômica, especialmente quanto estava armam contra Tieta ou conversando com seu finado Major e na maioria das vezes, batendo de frente com o Padre Mariano. O final de cada personagem é maravilhoso, mas o desfecho de Perpétua sendo desmascarada pela Tieta diante a população dentro da igreja é sensacional. Ah, também não posso esquecer sobre a caixa branca que guarda o grande secreto de Perpétua e o mistério sobre a mulher de branco. Confesso que estou bastante curiosa para descobrir se a Perpétua da literatura contém o mesmo secreto e se existe a mulher de branco que atacava os homens de Santana do Agreste na escrita de Jorge Amado.
Enfim, não adianta eu ficar prolongando minha opinião sobre Tieta. Qualquer hora falo mais sobre Tieta, pois é uma Telenovela que entrou na minha lista de favoritas com muita facilidade e se possível quero rever novamente, porque é ótima. O melhor conselho que posso deixar para quem tem curiosidade pela história é: Assista cada capítulo da novela Tieta, porque vale à pena e principalmente, conheça a história original através da escrita de Jorge Amado. Não importa que seja antes ou depois de conhecer a novela. O importante é conhecer o original também, pois as poucas páginas que eu li Tieta do Agreste, é uma história riquíssima.
Último dia da maratona Uma Noite de Crime, onde tentei mostrar minha opinião sobre uma das franquias mais interessantes que eu gosto no gênero terror e sempre que assisto, fico intrigante com alguns detalhes. Até o momento Uma Noite de Crime: A Fronteira, é o quinto filme e último filme da franquia e mostra um possível capítulo final. Desde 2013, James DeMonaco criador de Uma Noite de Crime e seus produtores, conseguiram explorar o lado mais sombrio de um ser humano diante de uma possibilidade de ter um dia em que pudesse extravasar seus instintos através de um feriado em que todo tipo de crime fosse legalizado por 12 horas.
Posso dizer que me surpreendi bastante com o filme, porque foi criada uma nova situação num enredo central que já conhecido. O filme conseguiu garantir novamente aqueles sustinhos que o terceiro e quarto filme não conseguiram comigo, juntamente com uma reviravolta que proporcionou uma ironia do destino, onde o Canadá e principalmente o México decide abrir as fronteiras para receber os refugiados. Uma Noite de Crime: A Fronteira explora o horripilante movimento de supremacia branca, especialmente o ódio fervente e o preconceito contra os imigrantes que vão para os Estados Unidos com o tão sonhado sonho americano.
O elenco, pouco conhecido de minha parte, pois sinceramente eu reconheci apenas três atores, atuou de forma bem positiva e me cativou rapidamente. Juan é um cowboy melhor do que o herdeiro de Caleb. Enquanto Dylan é um pouco conservador e inseguro, Harper possui uma personalidade forte e Adela é trabalhadora, gentil e surpreendentemente ágil. Assim como os filmes anteriores da franquia, Uma Noite de Crime: A Fronteira consegue cumprir sua proposta de continuar apresentando sua crítica à sociedade e deixou uma pergunta no ar. Quem são os verdadeiros americanos?
São os conservadores que se intitulam patriotas e americanos orgulhosos, mas a cada dia que passa, tornam-se máquinas de ódio e dispostos à violência para garantir um país conservador ou as pessoas que, com ou sem green card, imigram para outro país, mas estão dispostas a trabalhar, lutar e viver de forma honesta ajudando o país crescer financeiramente. Deixando claro que estou comentando a situação do filme que trata-se de um terror psicológico. Não sei como é o tratamento na realidade com os imigrantes além do que é mostrado em notícias.
Enfim, para quem gosta de filmes de terror psicológico com cenas pesada Uma Noite de Crime: A Fronteira é uma ótima dica. Mesmo tento o enredo um pouco repetitivo, neste quinto filme as regras foram quebradas, no entanto precisa gostar de filmes do gênero. Sei perfeitamente que não é um filme que agrada todos os fãs do gênero terror, mas acima de tudo, contém vários pontos para refletir sem perder os momentos de ação.
Indiana Jones e a Última Cruzada
4.0 505 Assista AgoraSe Steven Spielberg e George Lucas nunca tivessem nascido, com certeza o mundo seria menos emocionante. Os dois simplesmente deixaram as minhas tarde, aquelas que sessão da tarde, em momentos imperdíveis. Os Goonies e principalmente, as aventuras de Indiana Jones eram e ainda são absolutamente fascinantes. Os Caçadores da Arca Perdida é simplesmente um dos melhores filmes de aventura de todos os tempos. Ele tornou-se um clássico delicioso de apreciar. O Templo da Perdição é o meu filme favorito da franquia Indiana Jones, por causa do seu tom sombrio que funciona perfeitamente no contexto dos contos muitas vezes macabros. <br/><br/> Introduzindo uma dinâmica de pai e filho, Indiana Jones e A Última Cruzada é uma aventura sutil que deixa claro que tudo o que Indy faz é projetado para ganhar a atenção e o respeito de seu pai. Entre Indy e Henry há um relacionamento espinhoso, mas isso permite ver Indy além daquele homem aventureiro arrojado dos filmes anteriores. Indiana sente que seu pai nunca esteve lá para ele, enquanto o professor Henry Jones acreditava que tinha dado ao seu filho a infância perfeita. Indiana se preocupa em perder o pai assim que ele finalmente o conhece e descobre que eles têm tantas coisas em comum.<br/><br/> A sensação que deixa é que Indy e Henry estão se descobrindo, enquanto estão explorando a aventura central. Além do amor pela arqueologia, juntos se divertem num avião de um dirigível, lutando em cima de um tanque em alta velocidade, conseguindo uma assinatura de Hitler, conhecendo um antigo cavaleiro e descobrindo o Poço da Imortalidade. O resultado é uma emocionante aventura que aproximou pai e filho com tom de leveza e entusiasmo.<br/><br/> Se tudo que mencionei soa terrivelmente familiar, com certeza, você é fã dos filmes de Indiana Jones e tem um carinho muito especial pelos filmes. Enfim, A última Cruzada mostra a origem de Indy e termina com ele cavalgando para o pôr do sol depois de completar a missão final de encontrar o Santo Graal. Quero dizer, é um clímax fundamental para uma ótima aventura. Simplesmente adoro este clássico!
Indiana Jones e o Templo da Perdição
3.9 527 Assista AgoraFalar sobre os filmes do Indiana Jones, particularmente, é um pouco complicado. Por que é uma daquelas sagas que eu sou completamente apaixonada e faz parte daqueles filmes que proporcionou fortes emoções durante a minha infância e adolescência com Indiana Jones e Os Caçadores da Arca Perdida, Indiana Jones e O Templo da Perdição ou Indiana Jones e A Última Cruzada. Acho que todo fã de aventura provavelmente conhece os filmes do Indiana Jones, nem que seja Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal ou Indiana Jones e a Relíquia do Destino, que são os filmes mais recentes da saga. Entretanto, comigo, sempre jogo para o lado da nostalgia.
O filme Indiana Jones e O Templo da Perdição contém uma aventura maravilhosa e dos quatro filmes, eu o considero o filme mais sombrio da saga. O inesquecível banquete no palácio, onde os convidados podem apreciar carne, sopa e sobremesa bastante exótica. É um jantar bem repulsivo que faz Willie desmaiar, mas é sensacional de ver. Eu não teria coragem de jantar nenhum dos pratos oferecidos, especialmente a sopa. Outro momento que é inevitável foi o culto à Kali. Durante o culto Indiana Jones descobre que o ritual contém sacrifício humano, coração arrancado e boneco vodu. Na minha adolescência, as cenas conseguiram me chocar e agora na vida adulta se tornou uma aventura incrível.
Não é um filme perfeito, mas é extremamente divertido com várias cenas inesquecíveis. Tenho muito carinho por ele e não decepciona no estilo e no carisma de seus personagens. Eu poderia ficar escrevendo mais detalhes sobre Indiana Jones e O Templo da Perdição, mas com certeza, eu iria tirar o encanto de quem ainda não assistiu. Spielberg consegue entregar um filme com muita ação em ritmo acelerado, enquanto apresenta as atividades nefastas do culto hindu com direito ao vilão que nos satisfaz. Enfim, Indiana Jones e o Templo da Perdição é memorável. Se ainda não assistiu, não perca tempo, assista. Nem que seja para tirar suas próprias conclusões.
Indiana Jones e os Caçadores da Arca Perdida
4.0 689 Assista AgoraTodo fã de aventura provavelmente conhece os filmes do Indiana Jones, uma das obras-primas do Steven Spielberg. Na ocasião da minha infância e adolescência, recordo que eu era fissurada nas aventuras do Indiana Jones. Sempre que passava na Sessão da Tarde, não arrastava os pés da sala até terminar de assistir Os Caçadores da Arca Perdida ou Indiana Jones e o Templo da Perdição ou Indiana Jones e A Última Cruzada.
Indiana Jones e Os Caçadores da Arca Perdida é um dos filmes que não canso de assistir. Pode passar anos e mais anos, as características marcantes deste herói com chapéu e chicote, sempre será inesquecível. Não é apenas um filme de aventura estabelecendo os nazistas como vilões atrás de poder. Indiana não desejava ser herói, ele simplesmente embarcava nas aventuras porque ele sempre foi aquele tipo de personagem que contém a alma aventureira. É extremamente divertido acompanhar, não apenas Indiana Jones e Os Caçadores da Arca Perdida, mas todos os filmes da série.
Mesmo sabendo que Indiana Jones e Os Caçadores da Arca Perdida contém poucos efeitos especiais e o roteiro simples, nenhum momento deixa de ser inteligente e criativo o suficiente para despertar interesse do começo ao fim. Não consigo imaginar outro ator interpretando Indiana Jones que não seja Harrison Ford. Espero de todo coração, que ninguém resolva inventar um remake desse clássico do cinema para ganhar dinheiro facilmente. Deixa essa deliciosa aventura como estar.
Enfim, com Indiana Jones, o espectador tem uma boa dose de ação, aventura, suspense, humor e principalmente muita diversão. Se ainda não conhece esse clássico riquíssimo que provoca impacto sensacional, recomendo que assista. Especialmente se você gosta de apreciar filmes antigos. Vale a pena demais!
Vidro
3.5 1,4K Assista AgoraVidro ou Glass encerra a trilogia Eastrial 177 que trouxe personagens sensacionais, repletos de mistério que desperta curiosidade e faz a gente mergulhar no universo dos quadrinhos de maneira diferente. A trilogia começou com Corpo Fechado apresentando David Dunn ( Bruce Willis ) descobrindo seus poderes com ajuda do filho Joseph ( Spencer Treat Clark ) enquanto o frágil Elijah Price ( Samuel L. Jackson ) que é totalmente oposto de Dunn, contém ossos bastante frágeis tinha uma extraordinária capacidade intelectual e conseguiu convencer David Dunn que ele é um herói da vida real. O desenvolvimento do personagem Dunn é sensacional.
Na segunda parte, Fragmentado apresentou o jovem Kevin Wendell Crumb ( James McAvoy ) com as vinte e três personalidades diferentes e libertando a 24ª personalidade conhecida como A Besta. Não escondo para ninguém que Fragmentado é o meu filme favorito da trilogia Eastrial 177 e foi a partir dele que realmente tornei-me fã do M. Night Shyamalan. Na ocasião que teve a estreia de Vidro, a última parte da trilogia, confesso que estava ansiosa, pois estava juntando os dois universos que tinha m me conquistado e sinceramente, fiquei um pouco decepcionada. Não quer dizer que o filme Vidro seja ruim.
Vidro se desenvolveu com base na relação entre David, Kevin e Elijah e tornou-se um filme inesperado que conseguiu dividir opiniões na ocasião do seu lançamento. Particularmente gostei bastante do filme e mas não conseguiu saciar as minhas expectativas em torno do encerramento da trilogia que consolidou o universo dos quadrinhos com a realidade. M. Night Shyamalan conseguiu manipular seus personagens de maneira brilhante, agradando o gosto individual de cada pessoa que assiste seus filmes. Gosto bastante da trilogia Eastrial 177 e não descarto o terceiro filme, porque ele trouxe desfecho da história. Em particular, acho que Vidro tinha potencial para ser o melhor filme da trilogia, se tivesse dado mais importância para Sr. Vidro.
Vidro é um filme bem misterioso revelando as motivações da Dra. Ellie e o verdadeiro objetivo do Sr.Vidro, mas não foi aprofundado. David Dunn deixou a sensação de ser um personagem secundário, porque teve poucas cenas. Não estou desmerecendo o trabalho de M. Night Shyamalan. Contudo é uma pena do Vidro ser o filme mais fraco da trilogia, se for comparado com os dois anteriores. Se tivesse dado mais importância e aprofundado nos planos do Sr.Vidro e ter oferecido mais qualidade para Dunn juntamente com as personalidades de Kevin, o filme filme teria superado Fragmentado. Infelizmente, Vidro deixou a sensação de ser um jogo de gato e rato com poucos segredos.
Novamente Kevin Wendell Crumb que ganhou os méritos com suas personalidades e o Sr.Vidro, mesmo com a mente fantástica, também ficou em segundo plano do enredo ao lado de Dunn. Além do Joseph e a mãe do Elijah Price que apareceu no primeiro filme, Casey Cooke (Anya Taylor-Joy), uma das jovens raptadas por Kevin em Fragmentado, também ganha destaque nesta última parte da trilogia. A Dra. Ellie motivou a trama com mistério em torno de David, Kevin e Elijah. Enquanto Casey trouxe uma ligação com Kevin que considerei uma leve Síndrome de Estocolmo para história. Foi à única possibilidade que encontrei para Casey servindo de apoio para Kevin. Mesmo tendo várias linhas tortas e entregando um final aberto, Vidro conseguiu terminar de forma satisfatória.
Gosto de pensar que a trilogia oferece um universo importante para o universo dos quadrinhos. Expondo a cultura, os eventos e as ideias que estão nas páginas dos quadrinhos para o mundo. Ampliando os acontecimentos para os humanos e tentando provar que não estamos sozinhos. Existem pessoas extraordinárias entre nós. Enfim, só resta recomendar que assista aos três filmes e descubra todos os detalhes da trilogia Eastrail 177. Vale à pena, porque é inesquecível e surpreende com suas reviravoltas. Assista e tira suas próprias conclusões do inicio ao fim.
Fragmentado
3.9 3,0K Assista AgoraFragmentado é sequência de Corpo Fechado que apresenta o misterioso Kevin Wendell Crumb ( James McAvoy ), um homem que possui transtorno dissociativo de identidade ou conhecida como transtorno de múltiplas personalidades. O indivíduo que é diagnosticado com este transtorno demonstra características de duas ou mais personalidades e no caso do Kevin, ele convive com 23 personalidades diferentes. Algumas dessas personalidades têm mais poder de assumir o controle do corpo de Kevin do que as outras personalidades.
Fragmentado é o grande responsável por revelar a ligação com Corpo Fechado. Não vou revelar os detalhes para não estragar a experiência de quem ainda não assistiu Fragmentado, mas achei muito gratificante descobrir todos os segredos do filme. Cada descoberta deixou a sensação de está vivenciando um clima claustrofóbico dentro do cativeiro com as três jovens. Principalmente quando Casey consegue fazer amizade com Hedwig para manipulá-lo e tirar proveito da situação para obter ajuda escapar do local. Aliás, entre as três moças, Casey é a única que realmente sabe lidar com a situação que elas estão vivendo.
Através dos flashbacks, o passado de Casey é revelado com momentos sombrios proporcionando um clima ainda mais forte ao filme. O momento alto e considero forte no filme é quando Casey, durante sua infância, perdeu seu pai e passa morar com seu tio. Não vou dar spoilers dos acontecimentos, antes e depois deste fato, mas ali é o começo do pesadelo dela. Casey é tão importante no enredo quanto Kevin e suas personalidades. Outro ponto que considero forte do filme é a interpretação de James McAvoy em cada personalidade. O cara é simplesmente incrível no papel. Ele conseguiu dar vida e convencer fabulosamente, mostrando a diferença de cada personalidade de Kevin.
Enfim, o segundo capítulo da Trilogia Eastrail 177 é simplesmente extraordinário e bem construído. Dos três filmes, Fragmentado é o meu preferido, onde mostra como as pessoas são muito mais do que apresentam rapidamente, independente do que a sociedade acha que é correto ou errado. Tenho vontade de fazer um post comentando mais sobre as personalidades de Kevin. Quem sabe futuramente, eu faça.
Corpo Fechado
3.7 1,3K Assista AgoraVocê conhece a trilogia Eastrail 177 que é composta pelos filmes Corpo Fechado, Fragmentado e Vidro do diretor M. Night Shyamalan? Hoje eu quero conversar com vocês sobre o primeiro filme dessa trilogia, Corpo Fechado, que apresentou um novo universo das histórias de super-heróis. A trilogia Eastrail 177 ganhou este nome devido à referência ao acidente de trem que David Dunn ( Bruce Willis ) sofreu. Calma que vou tentar explicar melhor. Corpo Fechado passou despercebido por várias pessoas, eu mesma só dei conta dele quando assisti Fragmentado e comentei com um amigo sobre o filme. Ele comentou sobre a cena que liga os dois filmes e percebi que não tinha assistido Corpo Fechado. Assisti e achei sensacional.
Corpo Fechado é um filme cheio de detalhes e pontos importantes. Shyamalan usa cores para marcar seus personagens. Para quem está assistindo conseguir destingir quem realmente é o vilão e herói da trama de forma bem realista. Parece que cada detalhe é deixando ali de propósito como um campo de observação para mexer com o subconsciente do espectador. Isso é legal demais. A forma como o universo dos quadrinhos é apresentado no filme é outro detalhe à parte. Por causa da fragilidade de Elijah, o universo dos quadrinhos tem uma grande importância. Até quem não tem finalidade ou pouco conhecimento com o mundo dos HQs e revistas em quadrinhos fica com vontade de aventurar dentro deste universo.
Entretanto a fragilidade Elijah permanece apenas nos ossos, pois a mente deste personagem é fantástica. Suas intenções são perigosas, principalmente em torno da própria teoria que no mundo existem pessoas com dons extraordinários e estão vivendo uma vida comum. No principio David tenta ignorá-lo, mas Elijah têm argumentações convincentes que chama atenção e David Dunn começa a se testar. O filme toma um rumo inusitado. O universo de Corpo Fechado é extremamente bacana de assistir. Se ainda não assistiu Corpo Fechado aconselho que assista, pois é um filme absolutamente original.
Hellraiser
3.2 429Cheguei ao último filme da franquia Hellraiser, até o momento. Quando mencionam de um filme vai ganhar um remake geralmente eu fico com um pezinho atrás com receio de mudar bastante a história original. No caso do Hellraiser: Renascido do Inferno, o primeiro filme da franquia, eu acho que não tinha necessidade de remake. Após ver todos os filmes em ordem cronológica de lançamento, honestamente, o Hellraiser 2022 não ficou com cara de remake. Não é tão bom quanto o filme original Hellraiser: Renascido do Inferno de 1987 ou sua continuação, Hellraiser II: Renascido das Trevas e particularmente, Hellraiser VI: Caçador do Inferno, mas é facilmente a melhor que os de mais filmes da franquia.
A nova versão de Hellraiser 2022 optou pela simplicidade direita, permitindo que as imagens façam o trabalho pesado de explicar os acontecimentos ao espectador. Confesso que foi uma surpresa e deixou a situação em que Riley foi envolvida, bem interessante. As reviravoltas, infelizmente a maioria são previsíveis, mas ao contrário de Hellraiser: Revelações há diversão nelas. Principalmente quando Riley ficou de frente com Pinhead (Jamie Clayton) que advertiu a jovem para encontrar outras pessoas para se sacrificar ou eles vão levá-la. Doug Bradley sempre será meu Pinhead, mas Jamie Clayton foi de boa qualidade.
A franquia Hellraiser foi concluída até o momento, pois os diretores podem acordar em alguma amanhã e resolver criar mais um filme. Enfim, Hellraiser é uma franquia cheia de altos e baixos. Vou ser sincera, mesmo sendo fã da franquia e grande fã dos livros de Clive Barker, os filmes não são totalmente excelentes. Tanto que favoritei apenas o primeiro filme, pois ele realmente é fiel a versão literária. Entretanto são aqueles filmes tipo B que é gostoso de assistir. Lembrando para aquelas pessoas que gostam de filmes de terror. Hellraiser: Renascido do Inferno 2022 está longe do filme original, contudo valeu pelo esforço. Parece mais uma homenagem respeitosa do que uma atualização da história.
Hellraiser: Julgamento
2.1 114 Assista AgoraDepois de ter assistido daquele fiasco de Hellraiser: Revelações, sinceramente espero que tenha sido a primeira e última vez, fui encarar Hellraiser: Julgamento, décimo filme da franquia Hellraiser e fiquei agradavelmente surpresa com o enredo. Não é o melhor filme da franquia, para falar a verdade, ele está longe disso. No entanto, é melhor do que Hellraiser: Revelações.
Depois de seguir a jornada cronológica dos filmes Hellraiser, é a primeira vez que um filme da franquia decide acrescentar a ideia de ter o céu e um suposto anjo do lado oposto dos Pinhead, cenobitas e o Auditor. Achei um pouco forçado, mas comprei a ideia. O novo Pinhead, Paul T. Taylor certamente foi melhor do que o Pinhead interpretado pelo Stephan Smith Collins. Na verdade, Pinhead e os cenobitas tiveram poucas aparições, pois o Auditor e sua comitiva tiveram grandes destaques. Com exceção de algumas cenas no final, onde o último julgamento apresentado mudou absolutamente a história.
Enfim, não vou prolongar muito, porque Hellraiser: Julgamento é repleto de elementos que pode ser considerado spoiler para quem ainda não assistiu e realmente, seria legal a pessoa descobrir os detalhes durante a experiência de assistir o filme. No geral, Hellraiser: Julgamento é um filme interessante. Não entrou na lista de favoritos da franquia. Ainda considero, primeiramente o livro Hellraiser: Renascido do Inferno uma leitura incrível e logo depois os filmes Hellraiser: Renascido do Inferno, Hellraiser II: Renascido das Trevas e o Hellraiser VI: Caçador do Inferno os meus favoritos. Entretanto Hellraiser: Julgamento contém elementos que realmente parece um filme da franquia Hellraiser.
Hellraiser: Revelações
1.4 206Ufa! Sobrevivi ao nono filme. Calma que vou explicar. Depois de ter assistido Hellraiser VIII: O Mundo do Inferno e descobrir que ele é mais doloroso do que Hellraiser IV: Herança Maldita e Hellraiser VII: O Retorno dos Mortos, mais um filme da franquia Hellraiser conquistou o topo de pior filme. Tenho que admitir, eu estava enganada à respeito deles. Como dizem por aí, “nada é tão ruim que possa piorar...” O nono filme, Hellraiser: Revelações conseguiu ser pior de todos os filmes que citei que era fraco na franquia.
Já vi muitos filmes de terror tipo B com histórias fracas, mas relevei porque tinha um conteúdo bem desenvolvido. Infelizmente, é difícil elogiar Hellraiser: Revelações. Para o início de conversa Nico e Steven têm atitudes de adolescentes idiotas, oferecendo um diálogo tão ruim e forçado. O enredo é meio confuso, porque as duas famílias contêm segredos e não são revelados com clareza. A bolsa do Steven com a câmera da viagem está casa dos pais sem nenhuma explicação. Além disso, em determinado momento, os carros desaparecem, as duas famílias estão numa casa em uma área isolada e sem telefone e o espectador tem que comprar essa ideia. Não tem outra ideia para oferecer.
A questão do desfecho do filme é bastante morna, não contém uma grande revelação e várias cenas foram desnecessárias. O nono filme também ficou marcado pela mudança do ator que interpreta o Pinhead, que ficou nas mãos do Stephan Smith Collins. Olha... Me desculpe se estou sendo cruel com o filme, gosto da franquia Hellraiser, mas a substituição de Pinhead foi horrível. Parece que os produtores compraram uma fantasia de Halloween de Pinhead e fizeram uma maquiagem meia-boca em Stephan Smith Collins. Que saudades do Doug Bradley!
Vou repetir... Gosto muito do universo de Hellraiser, mesmo os filmes fracos da franquia, eu tentei tirar alguns momentos bons, mas Hellraiser: Revelações falhou em tudo que deveria ser entregue para um fã. É uma pena, mas este filme é doloroso e realmente é uma perda de tempo para franquia Hellraiser.Só assista caso tenha muita curiosidade ou como eu, quer conhecer todas as histórias que envolve o universo Hellraiser. Espero que o próximo, o décimo filme da franquia Hellraiser, seja mais agradável.
Hellraiser 8: O Mundo do Inferno
2.4 106O oitavo filme da franquia Hellraiser trouxe um enredo diferenciado e independente, com elenco famoso e conhecido. Tentar oferecer uma ideia inovadora não é nenhum pecado, até gosto, mas mudar as regras originais de uma franquia, ignorando a história central de Pinhead e o seu mundo sombrio, foi um salto bastante errado. Infelizmente, tudo o que se vê aqui em Hellraiser VIII: O Mundo do Inferno é um desenvolvimento superficial.
Mais uma vez, terminei de assistir mais capítulo da franquia Hellraiser e a história não tem praticamente nada haver com ela. Sinceramente, esqueceram as informações originais de lado. Hellraiser VIII: O Mundo do Inferno proporcionou um enredo dentro de uma festa chata chamada Hellworld, onde no final das contas, apenas zombou da ideia original criada pelo Clive Barker. Os personagens foram tão desagradáveis e sempre que um amigo ligava para o outro pedindo ajuda, logo em seguida, dispensava por motivos estúpidos. No geral, eu sempre importo com algum personagem no filme, mas em Hellraiser VIII: O Mundo do Inferno, eu não importei com o desfecho de cada um.
Até a interpretação de Doug Bradley como Pinhead deixou a estranha sensação que estava com preguiça de oferecer sofrimento para aqueles jovens e com razão se esse for o verdadeiro motivo, pois o enredo é um desastre desconcertante. A pior parte de tudo isso, é ter apenas dois minutos e meio de Pinhead para apreciar. Ficou como se ele estivesse fazendo uma participação especial em vez do filme. Não vou contar sobre o desfecho do filme, porque as duas reviravoltas são praticamente entregar o filme inteiro. A primeira até achei interessante, mas a segunda nem tanto.
Enfim, vou resumir... Hellraiser VIII: O Mundo do Inferno perdeu um pouco da credibilidade do mundo Hellraiser. Mais do que Hellraiser IV: Herança Maldita e Hellraiser VII: O Retorno dos Mortos. Sinceramente não era isso que eu esperava!
Hellraiser 7: O Retorno dos Mortos
2.6 113Assistindo a franquia Hellraiser em ordem cronológica dos filmes lançados após o livro Hellraiser: Renascido do Inferno, onde contém a história origem criada pelo Clive Barker, eu percebi que já tinha visto o sétimo filme, Hellraiser VII: O Retorno dos Mortos, no passado. Não sei exatamente quando foi que eu assisti na madrugada da minha casa, mas reconheci a história com tranquilidade. Acho que ela estava apenas adormecida em algum canto da minha memória.
Hellraiser VII: O Retorno dos Mortos não é ruim, mas ficou aquela sensação que era apenas mais um capítulo para acrescentar mais um descendente do fabricante de brinquedos que desenhou a caixa de Lermachand em Hellraiser IV: Herança Maldita. Novamente, parece ser um filme independente dentro de uma franquia, porque tentaram fazer uma ligação com os personagens interpretados pelo Bruce Ramsay, mas sem pé e cabeça. Apenas jogou a informação quase no desfecho do filme e vocês que são espectadores e fãs de Hellraiser que lidem com isso. Para ser honesta, eu gostei da Kari Wuhrer sendo a jornalista que investiga e deseja expor a história da seita Deaders. Ela teve algumas cenas bem intensas, mas levou o enredo para um resultado insatisfatório e fraco.
Enfim, depois de ter apreciado positivamente a história de Hellraiser V: Inferno e adorando o reencontro Kristy Cotton (Ashley Laurence) em Hellraiser VI: Caçador do Inferno, novamente, tomei um banho de água fria no inverno, porque, até os cenobitas ficaram sem ação neste sétimo capítulo da franquia. Que pena! Bom... Então fica a dica caso tenha curiosidade em Hellraiser VII: O Retorno dos Mortos. Assista sem grandes expectativas e tire suas próprias conclusões.
Hellraiser: Caçador do Inferno
2.6 107Caramba! Foi bom demais ver Kristy Cotton (Ashley Laurence) de volta na franquia Hellraiser. Desculpe a empolgação, mas eu precisava escrever isso na resenha de Hellraiser VI: Caçador do Inferno. Em Hellraiser V: Inferno, eu comentei que o quinto filme seguiu um caminho diferente do Hellraiser IV:Herança Maldita e renovou os elementos da historia Hellraiser para o lado positivo e o sexto filme é deliciosamente confuso e divertido. Claro... Digo isso para quem gosta de terror.
A história de Hellraiser: Caçador do Inferno realmente consegue funcionar, pelo menos comigo funcionou, porque no primeiro momento mostrou a situação confusa e sombria da maneira que Trevor estava enxergando, mas através dos flashbacks, o espectador vê como a vida de Trevor era miserável. Ele era um homem ganancioso, mentiroso e principalmente infiel com a Kirsty. Aliás, a história fez um ótimo trabalho criando um mistério de terror em torno da Kirsty e contém uma pequena ligação com os filmes Hellraiser: Renascido do Inferno e Hellraiser II: Renascido das Trevas. Não vou contar o desfecho do filme, porque é uma surpresa memorável, mas tem tudo haver com Kirsty e Pinhead (Doug Bradley ) frente a frente.
Infelizmente, os cenobitas apareceram pouco neste filme. Não nego, para mim, todos eles são interessantes. Especialmente o Pinhead. Ele deixou claro que, não esqueceu de Kirsty. Os atores que interpretaram Kirsty e Pinhead, juntos novamente, deixou aquele gostinho de nostalgia. Não estou dizendo que Dean Winters fez uma interpretação ruim, pelo contrário foi intrigante, mas as cenas onde teve Kirsty forneceram a essência da trama, uma oportunidade de conectar mais uma vez com o sobrenatural das origens em Hellraiser. Foi rápido, mas foi bom demais!
Hellraiser: Inferno
2.8 142Estou me divertindo bastante com o caminho que resolvi seguir em ler a obra literária e logo em seguida, a versão cinematográfica e no caso do Hellraiser, aventurando na sua franquia de filmes. A cada filme que tenho visto na franquia Hellraiser, tenho notado que o terror está sendo afastado, dando prioridade para um thriller psicológico… Claro que a franquia Hellraiser ainda contém as criaturas bizarras que acompanham o Pinhead (Doug Bradley), mas o quinto filme da franquia, Hellraiser V: Inferno seguiu um caminho diferente do filme anterior, Hellraiser IV:Herança Maldita e levou a história para um novo rumo.
Para não ficar confuso com os eventos do final de Hellraiser IV: Herança Maldita, precisa esquecer a linha do tempo e tenha em mente que a única ligação de Hellraiser V: Inferno com os outros filmes anteriores, é apenas a caixa de Lemarchand e Pinhead. O espectador está partindo para um enredo genérico de Hellraiser. Dito isso...
Diferente do Hellraiser III: Inferno na Terra e Hellraiser IV: Herança Maldita que, mesmo tendo pontos interessantes no enredo, ambos eu considerei os mais fracos da franquia, Hellraiser V: Inferno, eu realmente gostei. Não nego que contém alguns momentos previsíveis e quando Throne descobriu quem é assassino, eu já tinha conseguido desvendar todos os segredos, no entanto, Hellraiser V: Inferno renovou os elementos da história e deu puxão positivo na franquia. Apesar da presença de Pinhead e dos Cenobitas, o foco principal não foram eles, mas sim, a investigação de Thorne para descobrir quem era o assassino, como o Engenheiro estava envolvido nos crimes e o mais importante, salvar a criança.
O personagem de Craig Sheffer é instigante numa história sólida, oferecendo um final diferenciado ao de mais filmes da franquia. No geral funcionou bem e trouxe uma nova oportunidade de expandir com enredo mais criativos. Bom assim eu espero, pois não lembro de ter assistido os próximos filmes. Então será como fosse a primeira vez. Enfim, recomendo para todos que desejam conhecer ou tem curiosidade na franquia completa de Hellraiser da maneira que estou fazendo. Pode ter certeza, Hellraiser V: Inferno possui uma história fácil de acompanhar.
Hellraiser IV: Herança Maldita
2.8 148 Assista AgoraEu não recordava praticamente nada do quarto filme da franquia Hellraiser. Os primeiros filmes, Hellraiser: Renascido do Inferno e Hellraiser II: Renascido das Trevas, foram bastante interessante e até confesso que a visão de prazer e dor através da escrita de Clive Barker conseguiram me deixar um pouco apreensiva na primeira vez que li o livro, Hellraiser: Renascido do Inferno e também nos filmes. Hoje em dia, é tudo mais tranquilo e o terceiro filme, Hellraiser III: Inferno na Terra, tinha considerado o mais fraco da franquia. Após rever Hellraiser IV: Herança Maldita, confesso que realmente não tenho muito para dizer. Mas vou tentar.
Em primeiro lugar, quero dizer que sou fã do trabalho de Clive Barker, principalmente no mundo literário onde estou tendo o privilégio de adquirir suas obras publicadas pela Darkside Books e ao longo dos anos, venho conhecendo os filmes da suas obras, contudo Hellraiser IV: Herança Maldita não é um ótimo filme. Sei perfeitamente que Clive Barker, atuou apenas como produtor executivo do filme e foi interessante mostrar os acontecimentos do passado, onde explicou a origem da caixa de Lemarchand e a primeira vez que a caixa teve a abertura dos portões do inferno, porém o quatro filme deixou a sensação de um capítulo desnecessário.
Criticando como uma fã de terror que tenta ao máximo enxergar o lado positivo do filme, mas a personagem Angelique, eu considerei um grande furo na história ou eu dormi em algum ponto da história e não vi a explicação. Ela é uma princesa do inferno, isso foi claramente explicado no flashback, mas fiquei na dúvida. Ela é a filha do Leviatã de Hellraiser II: Renascido das Trevas? Essa dúvida ficou na minha mente após o filme, porque no final das contas não foi gratificante. Entretanto Pinhead apresentou mais dois cenobitas fora a princesa Angelique. O Cenobita Gêmeo Siamês e um cãozinho de estimação. Sem estragar o final do filme, posso dizer que apesar da história ser fraca, o desfecho foi agradável de apreciar.
Bruce Ramsay é praticamente o ator de grande importante neste filme e sua interpretação foi morna. Ele interpretou cada personagem ligado a caixa de Lemarchand nas gerações da família e teria sido mais interessante se cada geração tivesse uma personalidade diferente. Doug Bradley é o coração da franquia Hellraiser como o malvado Pinhead. Ele domina seu papel com perfeição, mas neste quarto filme ele pareceu pouco e também, tem um pequeno papel para Adam Scott, que estava apenas começando na época.
No geral, Hellraiser IV – Herança Maldita vale a pena ser assistido para não perder as poucas informações da história dentro da franquia Hellraiser, mesmo sabendo que o problema do quarto filme foi ter abandonou o enredo original dos dois primeiros filmes. Então caso tenha curiosidade, assista sem grandes expectativas e tire suas próprias conclusões.
Hellraiser III: Inferno na Terra
3.1 240 Assista AgoraNão é nenhuma surpresa que uma franquia de sucesso contém seus filmes fracos e em Hellraiser III: Inferno na Terra foi o primeiro caso da franquia Hellraiser, contudo o terceiro filme ainda consegue entregar uma história decente com algumas cenas realmente boas. Da mesma forma dos filmes anteriores, Hellraiser: Renascido do Inferno e Hellraiser II: Renascido das Trevas, eu assisti pela primeira vez na adolescência.
Não vou arriscar em continuar a história, além do que escrevi no blog Consumidora de Histórias, porque vou acaba entregando as surpresas que o filme possui, especialmente em torno de Pinhead. Hellraiser III: Inferno na Terra trouxe mais novidades na história do capitão Elliott Spencer, o homem que se tornou Pinhead e não tem como negar, é o ponto mais alto deste filme. No filme anterior, o espectador conhece mais cenobita além dos três que andam juntamente com Pinhead. Não falei nada sobre eles, porque eu considero um grande spoiler e neste terceiro filme, os produtores tiveram uma nova oportunidade de criar mais quatro cenobitas através do Pinhead. Sendo sincera, os novos cenobitas não me agradaram e com as mudanças que o terceiro filme trouxe para Hellraiser, eu prefiro os Cenobitas dos filmes anteriores.
Diferente do segundo filme que trouxe praticamente o elenco de volta, dessa vez, o único ator que permaneceu no elenco foi Doug Bradley. Durante as investigações de Joey, ela consegue uma fita de VHS com as imagens de Kirsty explicando um pouco sobre a caixa de Lemarchad, mas são cenas pequenas e rápidas para dar informações para Joey. Uma pena, poderia ter explorado mais. Enfim, sem mais delongas, Hellraiser III: Inferno na Terra não é aquele filme favorito da franquia apesar de ter seus minutos finais bacana de assistir. Contudo é legal de apreciar por causa da história de Pinhead, que ainda é um território misterioso e interessante de explorar.
Hellraiser II: Renascido das Trevas
3.4 319 Assista AgoraApós terminar de ler Hellraiser: Renascido do Inferno, embarquei de cabeça nos demais filmes da franquia Hellraiser para recordar o universo criado pelo Clive Barker e Hellraiser II: Renascido das Trevas é uma sequência que mergulha de cabeça na história do filme Hellraiser: Renascido do Inferno e o segundo filme proporcionou um filme divertido. Mas aviso... Para quem realmente gosta do gênero terror.
Eu ainda recordava de Hellraiser II: Renascido das Trevas, por que foi uma continuação que gostei bastante na época que assisti pela primeira vez e mesmo revendo, após alguns anos, ainda considero um filme fantástico e fiel ao mundo que Clive Barker. Praticamente o elenco do primeiro filme retornou e os que não retornaram, foram mencionados rapidamente. Como foi no caso de Larry, o pai e Steve, o namorado de Kirsty. Até Frank (Sean Chapman) com seu sadomasoquismo extremo teve participação em dois momentos, uma cena em flashback e outro cena dividida com Kirsty, Julia e Tiffany no inferno.
Em Hellraiser:Renascido do Inferno, o filme tocou brevemente na aparência do Inferno quando os cenobitas apareceram, mas em Hellraiser II: Renascido das Trevas teve a chance de extrapolar na criatividade e mostrar o inferno como um labirinto cheio de longos corredores mal iluminados. O segundo filme também trouxe três novidades. O espectador descobre que contém três versões da caixa de Lemarchand que estão no escritório do Dr. Channard, o breve momento do passado do homem que se transformou em Pinhead e a descoberta em torno de Leviatã, o “Senhor do Labirinto”. Julia refere o Leviatã como um obelisco giratório gigante que emite uma luz negra que, na verdade são todas as coisas horríveis que a humanidade fez e/ou experimentou em sua vida.
Sobre o Dr. Channard e sua obsessão em saber tudo sobre a caixa de Lemarchand e principalmente sobre os cenobitas, vou deixar para o próprio espectador descobrir enquanto assiste o segundo filme da franquia Hellraiser, pois em torno deste médico contém um grande spoiler. Mas pode ter certeza, Hellraiser II: Renascido das Trevas é tudo o que um fã de Hellraiser poderia desejar. O filme consegue expandir a primeira parte da franquia em direções lógicas e ainda oferece uma história sólida. Então, se você ainda não viu Hellraiser II: Renascido das Trevas, faça um favor a si mesmo e assista. Mas lembrando: Hellraiser não é para todos!
Hellraiser: Renascido do Inferno
3.5 882 Assista AgoraAssim que termino uma leitura e sei da existência de uma adaptação, eu aproveito para assistir novamente. Hellraiser: Renascido do Inferno é um dos filmes que contém uma reputação merecida como um dos grandes filmes de terror da década de 1980 juntamente com Jason, Freddy e Michael Myers. O fato de Clive Barker ter dirigido Hellraiser é um dos fatores positivos que ajudou o filme a se manter tão bem e fiel ao material original literário. Contém apenas pequenas alterações.
Na época da minha adolescência, Hellraiser foi um dos filmes mais perturbadores que tinha assistido e mesmo ficando arrepiada, ainda recordo que adorava assisti-lo. Hoje em dia tenho muito carinho por esses filmes clássicos do terror e compreendo que essas criaturas, principalmente os Cenobitas e o líder do grupo, o Pinhead (Doug Bradley), são figuras assustadoras de horror, projetadas para explorar nosso medo. Aliás, todos os efeitos especiais neste filme são fantásticos e contribuíram para o filme ser tão especial, porque eles conseguiram isso à moda antiga. Curiosamente, os Cenobitas mal aparecem no filme, pois os verdadeiros vilões são Frank e Julia, sendo que, a maior parte dos horrores que contém no filme vem de Frank.
Como mencionei, o filme contém pequenas diferenças se for comparado com a versão literária. No caso do filme, a história apresentou os personagens um pouco mais desenvolvidos. No livro, Julia e Frank tiveram apenas um encontro antes do casamento e no filme, é claramente mostrando que Frank foi amante de Julia. Kristy ganhou mais destaque no filme trazendo mais cenas de suspense com seu pesadelo e durante seu dia de trabalho onde apareceu um homem misterioso. No filme ela é filha do Larry e Julia sua madrasta, enquanto no livro Kristy é amiga da família, especialmente de Rory que é Larry no filme.
No geral, Hellraiser: Renascido do Inferno é um ótimo filme clássico dos anos 80. Ele é enxuto e não perde tempo com cenas gratuitas ou desnecessárias. Contudo, tanto o filme quanto o livro, ambos criados por Clive Barker, possuem elementos que proporcionam momentos fortes e não é qualquer pessoa preparada para encarar essa história. Então prefiro recomendar para quem realmente gosta de assistir filmes de terror, aí sim, eu recomendo fortemente.
Corra!
4.2 3,7K Assista AgoraUm excelente filme de suspense ou terror psicológico merece ser visto sempre que desejar, não é mesmo? Corra! é sem duvida nenhuma, um ótimo exemplo de filme que enquadra neste requisito. A história de Corra! consegue prender do início até o final, deixando o espectador tenso e angustiado para que o Chris Washington saia da situação que foi colocado, o mais rápido possível. Jordan Peele conseguiu deixar muitas pessoas de queixo caído e pode ter certeza, eu sou uma delas.
Desde a primeira vez que assisti Corra!, eu fiquei impressionada, porque surpreendeu por vários motivos. O suspense psicológico é magnífico, abordando sobre assuntos importantes como o racismo de maneira interessante e corajosa. Particularmente, acho que é um dos elementos cruciais para o sucesso de Corra!. Não sei se estou certa, mas em Corra!, os brancos não querem entender as relações inter-raciais e desejam permanecer no controle. Então eles usavam a falsa gentileza, embora sejam um pouco estranhos, eles são agradáveis para colocar um plano experimental e ao mesmo tempo, perverso contra os negros. Isso tudo para os negros continuarem servindo aos brancos nitidamente. Isso é completamente assustador, porque Jordan Peele mostrou uma nova forma de escravidão.
Jordan não tem medo desenvolver a história no ritmo lento, com a sensação desconfortável que algo bizarro está prestes a acontecer com Chris dentro da casa de campo dos pais da Rose. O ator Daniel Kaluuya desempenha em mostra seu personagem está com os nervos à flor da pele numa interpretação maravilhosa. Ele surpreende com sensibilidade presente nos olhos, assim como os personagens Georgina (Betty Gabriel) e Walter ( Marcus Henderson), que apresentam comportamentos estranhos e preocupantes quando o filme é visto pela primeira vez. Os dois empregados da família também tiveram pontos altos na história de forma bem criativa.
Enfim... Por trás da superfície amigável da família e os amigos da família da Rose, está uma grande revelação. Isso para quem ainda não conhece Corra!, e essa revelação não decepciona porque é ainda mais bizarra e totalmente estranha do que se pode imaginar. Especialmente com a explicação dela. Falando em momentos incomuns, contém um leilão silencioso que provoca arrepios toda vez que eu assisto. Bom... Sem mais delongas, caso ainda não assistiu Corra!, eu aconselho que assista e tire suas próprias conclusões. Resumindo: Pode ter certeza, é um suspense apetitoso, assustador e sofisticado.
47 Ronins
3.2 1,1K Assista AgoraDepois da leitura do conto Os 47 Rônins escrito pelo Algernon Bertram Freeman-Mitford, eu fiz uma pequena pesquisa e descobri que a história dos 47 Ronins contém três adaptações para o cinema que mencionei na resenha sobre o conto que editora Wish publicou no projeto Sociedade das Relíquias Literárias. Das três opções, eu conheço apenas a versão mais recente de 2013 pelo Carl Erik Rinsch tendo Keanu Reeves e decidi trazer minha opinião sobre ela após ter assistido novamente. Se futuramente minha curiosidade sobre as duas versões mais antigas permanecer, vou procurar para assistir.
A história do filme 47 Ronins é vagamente baseada na famosa lenda japonesa com variáveis diferenças, tanto que o personagem do Keanu foi criado para o filme e não contém na versão literária. Apesar dos aspectos agradáveis que o filme consegue proporcionar, 47 Ronins é um filme bastante criticado negativamente pela crítica especializada no Rotten Tomatoes, por ser um projeto caro que desperdiçou os talentos de seu elenco e não conseguindo recuperar seu orçamento. Eu consigo entender os motivos das criticas negativas e os elementos de fantasias exagerados. Como não sou uma crítica especializada, eu gosto de assistir o filme, pois o acho divertido.
As cenas de ação são envolventes, mesmo que o enredo tenha alguns furos inexplicáveis. Nem todas as atuações são boas, mas não nego que gosto da atriz que interpreta a Mizuki. Ela foi muito boa como a bruxa e vilã da indefesa Mika. A história de amor entre Mika e Kai funciona bem como uma história secundária, porque não é o foco central da trama e sim, mostrar a lealdade dos Ronins tinham com o Lord Asano. Além de ser fã do Keanu, eu sou apaixonada pelo figurino e a cultura japonesa que o filme apresenta. É fantástico!
Apesar das diferenças que contém da verdade histórica do conto, gosto de olhar o filme com carinho. Por isso eu tento separar a história literária do enredo do filme. Enfim, mesmo com as críticas ruins, aconselho que assista, caso ainda não tenha visto. É uma boa história com algumas cenas de ação, vários cenários lindos, figurinos deslumbrantes e alguns efeitos bacanas. Por causa desses elementos, acho que vale a pena dar uma chance aos 47 Ronins.
Tieta do Agreste
3.0 115Assisti o filme Tieta do Agreste e ... Foi bem legal ver um elenco cheio de celebridades, mas no geral, não foi como eu imaginava. Vou explicar melhor. O filme começa com Jorge Amado sentado numa praça lendo o primeiro parágrafo do livro Tieta do Agreste. Sabe aquele gostinho de nostalgia? Pois foi essa sensação que senti ao ver Jorge Amado no início do filme.
Tieta do Agreste é o livro mais extenso que tenho aqui em casa do Jorge Amado. Sei perfeitamente que não é nada fácil transformar 600 páginas em 2 horas e 20 minutos de filme, ainda mais uma história repleta de personagens ricos em detalhes. É neste ponto que entra minha ressalva sobre o filme. Como ponto positivo, posso dizer que o filme trouxe alguns momentos que aproximou mais da versão original do que a novela. Outro detalhe positivo foi encontrar um elenco de peso. Que delícia ver Jorge Amado sentado na praça de Santana do Agreste lendo o inicio do livro Tieta. Marília Pêra na pele da megera e ambiciosa Perpétua, Zezé Motta como Carmosina, Chico Anysio como Zé Esteves, Jece Valadão como Comandante Dario e o André Valli como poeta Barbozinha, personagem que tem no livro, mas não parece na novela.
Nesta versão de Tieta, a história permaneceu com ela lidando com as bajulações de Perpétua e Zé Esteves enquanto foi elogiada pelo seu admirador Barbozinha e acabou sendo atraída e viveu um romance com seu sobrinho Ricardo (Heitor Martinez), filho de Perpétua. Entretanto o filme pecou em mostrar Tieta exibindo celular e câmera de vídeo em um lugar que não tem energia elétrica. Para piorar, contém uma passagem de tempo, mesmo que seja curta porque o filme mostra a construção da casa dela em Mangue Seco. Tieta usou essa câmera de vídeo e o celular pelo menos três vezes em diferentes momentos da história. Fiquei perguntando, onde Tieta conseguiu carregar estes equipamentos se não tem luz?
Há falhas no filme? Sim. Meu primeiro destaque é Zé Esteves expulsando Tieta de casa, mas não da cidade. A história ficou com aquela sensação que ela foi embora de Santana do Agreste porque quis e não porque foi expulsa da cidade depois que apanhou de cajado do pai. O detalhe do dinheiro que Tieta mandava todo o mês para Zé Esteves e para ajudar na criação dos sobrinhos é deixada de lado. Deixou a sensação que Tieta mandava o dinheiro e não queria saber como era gastado na criação dos sobrinhos, especialmente nos fatos em torno do filho de Elisa. A única vez que Tieta comentou sobre esse dinheiro que ela enviou durante anos foi no momento em que Zé Esteves pediu Tieta para comprar novamente um terreno que foi dele no passado e foi vendido para o Coronel Arthur da Tapitanga (Harildo Deda) para pagar uma divida.
Osnar, Jairo e padre Mariano apareceram em pequenas cenas e praticamente ficaram nas sombras da história e pior, ignorou completamente a Dona Milu. A famosa Frigideira de Maturi, receita feita por Dona Milu, mãe de Carmosina tanto no livro como na novela é feita por Tieta no filme para Elisa e Tonha. A questão sobre a instalação da fábrica em Mangue Seco e a crítica sobre o meio ambiente foi abordado de maneira vaga. Na novela, Ascânio deseja modernização e progresso para Santana do Agreste e no filme ele é convencido por um empresário (Daniel Filho) construir a fábrica para explorar a região. Para quem leu o livro ou assistiu a novela conhece este empresário como Mirko Stefano. No filme ele aparece apenas uma vez.
Sei da polêmica entre Sônia Braga e Beth Farias do início ao fim. Quando se trata do filme Tieta, a polêmica chega junto, mas não vou comentar aqui. Gosto muito das duas atrizes e ambas, eu considero talentosas, porém na minha mente Beth Farias sempre será a eterna Tieta e Sônia Braga a eterna Dona Flor. Foi dessa maneira que elas entraram na minha mente como personagens e ainda juntando com as diferenças que contém entre novela, filme e livro, eu prefiro ficar do lado da versão literária. Mesmo tendo muito carinho pela novela Tieta de Aguinaldo Silva e achando o filme um pouco irregular e bastante básica, mas com fotografia belíssima, acredito que as duas versões servem para manter a personagem Tieta viva na nossa imaginação. Enfim, o melhor conselho é sempre ir atrás da versão literária.
Amor à Distância
3.4 1,1K Assista AgoraDia dos Namorados... Nada mais justo que comemorar o dia com uma linda história de amor. A lista do gênero é longa, mas acontece que são poucos filmes que realmente me conquistaram neste gênero e Amor à Distancia é um deles que me divirto com os momentos engraçados enquanto aqueço o coração com a história de amor do casal Erin e Garrett.
O enredo de Amor à Distância é bastante simples, mas Drew Barrymore e Justin Long conseguiram transformar a relação do casal de maneira tão real e agradável que rapidamente faz a gente ficar na torcida por eles. Manter um relacionamento a distancia não é fácil. Não sou de falar muito da minha vida pessoal nas redes sociais, mas quando meu marido precisou trabalhar em São Paulo e no Paraná enquanto eu fiquei aqui em Minas Gerais, não foi uma tarefa fácil. Às vezes eu viajava para encontrá-lo, sozinha ou com os nossos filhos, porém na maioria das vezes, ele que retornava para casa. Os feriados e os finais semanas passavam numa piscada de olhos quando estávamos juntos e quando ficávamos afastados a saudade era enorme. Precisou de muita dedicação, amor e principalmente respeito.
Hoje em dia ele não viaja mais, porque trocou de emprego e acreditamos que nosso casamento sobreviveu essa etapa, porque é bastante forte.Além do respeito que já citei. Sei que o filme Amor à Distância é uma situação um pouco diferente, mas sempre que assisto, lembro dessa etapa da nossa vida. Quem já viveu um relacionamento à distância reconhecerá os elementos que estão no namoro de Erin e Garrett. Os atores conseguiram capturar a frustração da saudade e das longas ausências físicas. Os dois também conseguiram oferecer uma química muito boa e quando chegaram na crise do namoro onde o desejo da intimidade falava mais alto, os atores proporcionaram emoções verdadeiras e no momento certo. Por ser uma comédia romântica, o filme contém vários momentos que rende boas risadas. Acho que é um dos motivos que gosto tanto de Amor à Distância, pois não é aquela história apelativa.
Enfim, neste Dia dos Namorados, nada melhor que mostrar um filme com situações atuais e Amor à Distância pode ser clichê como todas as comédias românticas, mas contém os personagens carismáticos, uma história divertida e uma boa trilha sonora. Tem The Cure nela. Eu amo The Cure! Se ainda não assistiu Amor à Distância, apenas assista, sem criticar os clichês e descubra qual solução que Garrett e Erin escolheram para o relacionamento deles.
Hereditário
3.8 3,1K Assista AgoraNa ocasião que eu ouvi pela primeira vez sobre o filme Hereditário foi através de um amigo da família que classificou o filme como uma obra-prima. Sem saber nada sobre ele, fui assistir e ainda lembro que foi uma ótima experiência.
Escrever sobre Hereditário é um pouco difícil, porque há muitos detalhes importantes, segredos da família que vale a pena o espectador descobrir através da própria experiência e não quero estragar o filme para ninguém. Por isso vou manter a história o mais breve possível. Quem ainda não assistiu, pode ter certeza que não comentei praticamente nada que Hereditário tem para oferecer, especialmente o desconforto que algumas cenas proporcionaram. Sua abordagem em torno do horror é dinamicamente assustadora e poderosa.
Teve três momentos que fiquei chocada com facilidade e mesmo assim, não canso de assistir. O elenco inteiro é excelente, mas o grande destaque é para Toni Collette. Eu adoro sua interpretação em Entre Facas e Segredos, mas em Hereditário, a sua atuação é impressionante. Suas emoções parecem tão cruas e realistas, principalmente em torno da ruptura mental da personagem. O roteiro tem surpresas maravilhosas e diálogos honestos e brutais. Esse é apenas um dos motivos que Hereditário entrou fácil na lista de favoritos.
No geral, o que mais posso dizer sobre Hereditário? Enfim, é um filme que me surpreendeu na primeira vez que assisti e ainda consegue surpreender, aterrorizar e deixando de lado os elementos sobrenaturais, também me fez confrontar minhas próprias percepções sobre o luto. Se ainda não assistiu Hereditário, veja e tenha sua própria experiência.
Tieta
4.1 85 Assista AgoraConsiderada um fenômeno dos anos 80, a telenovela Tieta que teve sua estreia pela primeira vez em 1989, inspirada do livro Tieta do Agreste e escrita pelo Jorge Amado em 1977, foi reprisada em Vale a Pena Ver em 2025. Não há duvida nenhuma que realmente é uma das maiores telenovela de sucesso da Globo e depois de muitos anos, ainda consegue consagrar seu sucesso. Além de ter um elenco marcante e personagens inesquecíveis, também possui uma história maravilhosa. Resumindo melhor, Tieta é um novelão incrível que nunca sairá de moda!
Dessa vez, eu optei em assistir a novela Tieta, deixar minha opinião sobre a novela e agora, dedicar a história original de Jorge Amado para apreciar a escrita e descobrir as diferenças entre a versão literária e a telenovela. No entanto devo confessar que Tieta contém tantos acontecimentos que uma postagem é pouco para comentar ou deixar uma opinião mencionando todos os personagens. Então aconselho que assista Tieta para descobrir as histórias que enriquece o enredo que consegue emocionar, contento abordagem franca e direta de temas polêmicos, mas também tratados com respeito ao publico, sem medo do cancelamento e principalmente divertir os amantes de telenovela.
A protagonista vivida pela Betty Faria é uma mulher de personalidade forte e à frente do seu tempo. Ela foi expulsa da cidade por causa da sua liberdade sexual numa sociedade bastante conservadora. Vários momentos da novela, Tieta contou que passou por provações impostas na vida para voltar à Santana do Agreste como uma mulher rica para conquistar sua vingança e ter o respeito daquelas pessoas a julgou no passado como uma mulher imoral. É impossível falar de Tieta e não mencionar sobre Zé Esteves, pai de Tieta, que era totalmente avarento e vivia numa completa miséria, mesmo recebendo dinheiro todo mês da filha.
Outra personagem inesquecível em Tieta é a personagem Perpétua que entrou no ranque das melhores vilãs da teledramaturgia brasileira. As cenas interpretadas pela Joana Fomm transformaram a Perpétua numa vilã cômica, especialmente quanto estava armam contra Tieta ou conversando com seu finado Major e na maioria das vezes, batendo de frente com o Padre Mariano. O final de cada personagem é maravilhoso, mas o desfecho de Perpétua sendo desmascarada pela Tieta diante a população dentro da igreja é sensacional. Ah, também não posso esquecer sobre a caixa branca que guarda o grande secreto de Perpétua e o mistério sobre a mulher de branco. Confesso que estou bastante curiosa para descobrir se a Perpétua da literatura contém o mesmo secreto e se existe a mulher de branco que atacava os homens de Santana do Agreste na escrita de Jorge Amado.
Enfim, não adianta eu ficar prolongando minha opinião sobre Tieta. Qualquer hora falo mais sobre Tieta, pois é uma Telenovela que entrou na minha lista de favoritas com muita facilidade e se possível quero rever novamente, porque é ótima. O melhor conselho que posso deixar para quem tem curiosidade pela história é: Assista cada capítulo da novela Tieta, porque vale à pena e principalmente, conheça a história original através da escrita de Jorge Amado. Não importa que seja antes ou depois de conhecer a novela. O importante é conhecer o original também, pois as poucas páginas que eu li Tieta do Agreste, é uma história riquíssima.
Uma Noite de Crime: A Fronteira
3.0 268Último dia da maratona Uma Noite de Crime, onde tentei mostrar minha opinião sobre uma das franquias mais interessantes que eu gosto no gênero terror e sempre que assisto, fico intrigante com alguns detalhes. Até o momento Uma Noite de Crime: A Fronteira, é o quinto filme e último filme da franquia e mostra um possível capítulo final. Desde 2013, James DeMonaco criador de Uma Noite de Crime e seus produtores, conseguiram explorar o lado mais sombrio de um ser humano diante de uma possibilidade de ter um dia em que pudesse extravasar seus instintos através de um feriado em que todo tipo de crime fosse legalizado por 12 horas.
Posso dizer que me surpreendi bastante com o filme, porque foi criada uma nova situação num enredo central que já conhecido. O filme conseguiu garantir novamente aqueles sustinhos que o terceiro e quarto filme não conseguiram comigo, juntamente com uma reviravolta que proporcionou uma ironia do destino, onde o Canadá e principalmente o México decide abrir as fronteiras para receber os refugiados. Uma Noite de Crime: A Fronteira explora o horripilante movimento de supremacia branca, especialmente o ódio fervente e o preconceito contra os imigrantes que vão para os Estados Unidos com o tão sonhado sonho americano.
O elenco, pouco conhecido de minha parte, pois sinceramente eu reconheci apenas três atores, atuou de forma bem positiva e me cativou rapidamente. Juan é um cowboy melhor do que o herdeiro de Caleb. Enquanto Dylan é um pouco conservador e inseguro, Harper possui uma personalidade forte e Adela é trabalhadora, gentil e surpreendentemente ágil. Assim como os filmes anteriores da franquia, Uma Noite de Crime: A Fronteira consegue cumprir sua proposta de continuar apresentando sua crítica à sociedade e deixou uma pergunta no ar. Quem são os verdadeiros americanos?
São os conservadores que se intitulam patriotas e americanos orgulhosos, mas a cada dia que passa, tornam-se máquinas de ódio e dispostos à violência para garantir um país conservador ou as pessoas que, com ou sem green card, imigram para outro país, mas estão dispostas a trabalhar, lutar e viver de forma honesta ajudando o país crescer financeiramente. Deixando claro que estou comentando a situação do filme que trata-se de um terror psicológico. Não sei como é o tratamento na realidade com os imigrantes além do que é mostrado em notícias.
Enfim, para quem gosta de filmes de terror psicológico com cenas pesada Uma Noite de Crime: A Fronteira é uma ótima dica. Mesmo tento o enredo um pouco repetitivo, neste quinto filme as regras foram quebradas, no entanto precisa gostar de filmes do gênero. Sei perfeitamente que não é um filme que agrada todos os fãs do gênero terror, mas acima de tudo, contém vários pontos para refletir sem perder os momentos de ação.