Lua Helena Moon
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Estes são os meus filmes e séries favoritos

Shameless (US) (4ª Temporada) (Shameless (US) (Season 4)) 264 4.6

Shameless (US) (4ª Temporada)

Shameless (US) (3ª Temporada) (Shameless (US) (Season 3)) 172 4.6

Shameless (US) (3ª Temporada)

Shameless (US) (2ª Temporada) (Shameless (US) (Season 2)) 157 4.5

Shameless (US) (2ª Temporada)

Shameless (US) (1ª Temporada) (Shameless (US) (Season 1)) 261 4.5

Shameless (US) (1ª Temporada)

A Outra Terra (Another Earth) 875 3.7

A Outra Terra

Pisque Duas Vezes (Blink Twice) 662 3.5

Pisque Duas Vezes

Verdades Secretas (Verdades Secretas) 284 4.3

Verdades Secretas

Pluribus (1ª Temporada) (Pluribus (Season 1)) 335 4.0

Pluribus (1ª Temporada)


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Shameless (US) (4ª Temporada)

Jujutsu Kaisen (3ª Temporada) (呪術廻戦 死滅回游 続編) 16 4.0

Jujutsu Kaisen (3ª Temporada)

Avatar: Fogo e Cinzas (Avatar: Fire and Ash) 291 3.5

Avatar: Fogo e Cinzas

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Shameless (US) (3ª Temporada)

Últimas opiniões enviadas

Shameless (US) (4ª Temporada) (Shameless (US) (Season 4)) 264 4.6

Shameless (US) (4ª Temporada)

  • Lua Helena Moon
    6 dias atrás

    Que temporada foda.

    Eu já gostava muito de Shameless desde a 1ª e a 2ª temporadas, que pra mim foram sensacionais, praticamente impecáveis. A 3ª ainda foi boa, longe de ser ruim, mas senti uma leve queda em comparação com o brilho das duas primeiras. Já a 4ª temporada, sinceramente? Me pegou de um jeito especial. Aqui a série parece ficar ainda mais afiada, mais pesada e, ao mesmo tempo, mais humana.

    O que mais me impressionou foi o aprofundamento dos personagens. Não são mais só figuras caóticas, carismáticas e absurdamente engraçadas, embora continuem sendo isso também. Eles ganham mais espessura, mais contradição, mais dor real. E a Fiona, em especial, cresce muito nessa temporada. A série mostra um lado dela muito mais vulnerável, complexo e tridimensional, sem perder a força que sempre fez dela uma personagem tão fascinante.

    E isso tudo acontece sem Shameless deixar de ser divertida. Essa temporada tem cenas hilárias, daquelas que te pegam desprevenida, mas também tem cenas extremamente tocantes, pesadas mesmo, que dão um nó na garganta. É justamente essa mistura de humor, miséria, afeto e tragédia que faz a série ser tão única.

    No fim das contas, achei a 4ª temporada perfeita. E esse último episódio, então? Sensacional. Daqueles que te deixam olhando pra tela pensando: caralho, como essa série é boa.

  • Jujutsu Kaisen (3ª Temporada) (呪術廻戦 死滅回游 続編) 16 4.0

    Jujutsu Kaisen (3ª Temporada)

  • Lua Helena Moon
    1 semana atrás

    Para mim, essa foi a única temporada (até agora) que realmente deixou a desejar.

    E digo isso com pesar, porque as duas primeiras foram maravilhosas. A primeira me pegou em cheio, e a segunda, mesmo terminando em cliffhanger, ainda tinha força, coesão e impacto narrativo de sobra. Já essa terceira foi a primeira vez em que senti a obra recaindo naquele efeito que os gringos resumem muito bem como: it got too far up its own ass.

    E isso não é um fenômeno exclusivo de Jujutsu, claro. Várias séries acabam caindo nessa em algum momento: ficam tão hipnotizadas pela própria complexidade, pela própria mitologia e pela própria lógica interna que começam a se comunicar mal com quem está do lado de fora. Só que, no caso de Jujutsu, o terreno para isso já existia desde o começo, porque o sistema de magia sempre foi bem complexo. E, nessa terceira temporada, isso desandou de vez.

    Teve episódio praticamente inteiro só para info dump, fora vários outros despejos de explicação ao longo da temporada, e mesmo assim o arco continuou quase incompreensível em vários momentos. E isso, para mim, é um problemão. Não me incomoda obra complexa. O que me incomoda é quando a obra fica tão bêbada da própria complexidade que explica, explica, explica, e ainda assim continua confusa.

    O outro problema é que a temporada basicamente termina na metade do arco, o que também é um pé no saco. Fica aquela sensação de que você assistiu um bloco enorme de preparação, luta, regra, exposição e movimentação, mas sem a recompensa narrativa correspondente. E isso pesa ainda mais justamente porque o Culling Game já é um arco naturalmente embolado.

    Por causa desses dois fatores, essa terceira temporada foi altamente decepcionante do ponto de vista narrativo, sobretudo quando comparada às duas anteriores.

    Dito isso, seria desonesto fingir que o resto desabou, porque não desabou. Os diálogos continuam muito bons, os personagens continuam phodas, a animação segue absurda, as lutas continuam um espetáculo, e o advogado com aquele juiz/shikigami que anula feitiços é simplesmente brilhante. Então não é uma temporada ruim no geral. É uma temporada narrativamente frustrante, embora continue fortíssima em quase todo o resto.

    No fim, sigo gostando muito de Jujutsu Kaisen. Mas, para mim, essa foi disparada a temporada mais decepcionante até agora.

  • Avatar: Fogo e Cinzas (Avatar: Fire and Ash) 291 3.5

    Avatar: Fogo e Cinzas

  • Lua Helena Moon
    1 semana atrás

    Avatar: Fogo e Cinzas é, antes de tudo, um filme muito bonito. E olha que beleza visual sozinha, por si só, não costuma me ganhar tão fácil assim. Mas aqui ganha. Pandora continua tendo aquele ar de sagrado, intocado, vivo, como se cada paisagem tivesse sido pensada para provocar deslumbramento e uma espécie de melancolia cósmica ao mesmo tempo. É um filme lindo de ver e de sentir.

    Ao mesmo tempo, ele também sofre da mesma doença dos outros dois anteriores: é excessivamente longo. Não chega a ser arrastado o tempo todo, porque há beleza e movimento suficientes para sustentar a experiência, mas ainda assim fica aquela sensação de que James Cameron olha para um filme de 2 horas e pensa: “covardia”.

    O que mais me decepcionou, porém, foi perceber que a franquia continua rodando em círculos mais do que deveria. Eu queria sentir aqui uma ruptura mais nítida, um salto mais corajoso, uma sensação real de que a saga finalmente estava se permitindo sair da própria sombra. Mas não. O filme até flerta com isso, só que recua. Continua muito preso à fórmula, ao eixo emocional e ao tipo de conflito que já conhecemos bem demais. E isso pesa, porque Pandora é rica o suficiente para comportar algo mais estranho, mais arriscado, mais inesquecível.

    Dito isso, houve uma coisa que realmente me pegou: a centralidade das baleias ancestrais na trama. Gostei muito disso. Muito mesmo. Toda aquela dimensão mais mítica, ritualística e solene envolvendo elas foi, para mim, uma das partes mais interessantes do filme inteiro. E a estética daquele conselho delas — não sei o nome exato, mas enfim, vocês vão entender — é simplesmente belíssima. Ali, sim, senti um vislumbre de novidade, de mistério, de imaginação viva. Queria sinceramente que o filme tivesse confiado ainda mais nisso.

    Comentário contando partes do filme. Mostrar.

    E preciso falar do elefante na sala, ou melhor, do maldito vilão: continua muito presente a sensação de “porra, esse vilão já não tinha morrido?”. E isso já passou do ponto de ser dramático ou intrigante. A esta altura, é só ridículo. Em vez de deixar certos fantasmas descansarem e abrir espaço para uma ameaça nova de verdade, o filme insiste em reciclar um eixo que já deveria ter sido enterrado faz tempo. Então fiquei com uma sensação meio ingrata no fim: vi um filme belíssimo, com momentos de verdadeiro encanto, mas também mais acomodado do que deveria. Bonito, sim. Grande, sim. Mas menos novo do que gostaria — e, por isso mesmo, menos arrebatador do que poderia ter sido.

  • Danielle 10 meses atrás

    Acabei de ver seu site e achei muito legal! Vamos ser amigas?

  • vagnerfoxx 4 anos atrás

    Amizade aceita brother! Seja bem vindo! 👊

  • Sílvio 6 anos atrás

    Ooi! Tudo bem!?