Pra que fizeram esse filme, afinal? Parece um episódio muuuuuito longo da série e isso não é um elogio. Se não fosse pelos atores mais velhos, eu podia jurar que era um episódio perdido/banido e que liberaram agora, porque está num nível de fanfic. Essa coisa de trazer personagens de volta à vida funcionaria melhor dentro da série, justamente porque lá haveria tempo ao longo de vários episódios para vermos os personagens digerindo e lidando com a estranheza, o sentimento de não pertencer a lugar algum, confusão, raiva etc. Coisas que um filme não consegue explorar, ainda mais com uma qualidade tão limitada no roteiro. A ausência do Stiles até pode ser sentida, mas incomoda mais quando a gente vê a personalidade dele sendo dividida com aquele padrão sem camisa que pega fogo e o Eli. Parece que já tinham até as piadinhas que o Stiles diria e aí jogaram no colo deles. Boa parte do filme eles ficam procurando um personagem e aí depois perdem mais uma boa parte fugindo desse personagem. É uma pena porque os fãs mereciam um retorno melhor e certamente todo fã conhece uma boa fanfic melhor do que esse filme aqui. Tudo muito ruim. O desfecho de um certo personagem mais o atrevimento quase ofensivo de tentar incluir uma nova geração é a cereja do bolo (do ponto negativo) porque o personagem que escolhem pra depositar tanta responsabilidade não existia na série, ele chegou agora no filme e a gente não conhece ele, não teve tempo nem pra ele conquistar o público e nem pro público comprar a ideia que no final fica clara. O filme parece não saber se tá fazendo um episódio tardio, uma reunião legado ou um piloto de uma nova série. Não escolheu nenhum ou escolheu todos, mas teve um péssimo desempenho em cada um desses tópicos.
O filme não acontece nada. Como pode? A gente fica mais de uma hora com essa tal ameaça rondando a casa e o filho deles, mas nada acontece. Nem para dizer que as crianças na região estão desaparecendo ou algo assim. Nem mortes tem! Filmes extremamente monótono. Só não foi pior porque não gastei um centavo pra assistir, mas coitado de quem foi ver isso no cinema.
Eu gostei dessa Supergirl e da atriz que faz ela, mas achei a história do filme muito chata. Até tem uns flashback da infância dela e de como chegou na Terra, mas eu preferia essa história de origem do que acompanhar essa aventura chatinha com essa menina insuportável. Um episódio ou uma HQ até acho válido, mas um filme? Tem tanta cara de boicote ou de burrice, que o filme é super curto. É beeeem diferente do filme do Superman que acerta em não recontar a origem e mostrar um lado dele que a gente não costuma ver, mas essa personagem apareceu bem poucas vezes no cinema. Ela merecia um espaço maior, um desenvolvimento melhor de quem ela é. Botar uma menina de 23 anos agindo como se tivesse 12 e ainda numa posição de responsabilidade é muito chato. O próprio vilão é sem graça e aquele "colega" dela é outro chato. Esse filme não funcionou pra mim, mas eu quero muito ver Supergirl e Superman juntos num próximo filme
Eu esperava mais. Não é ruim e acho que tem várias coisas interessantes, mas duas horas e meia de perseguição e pequenos segredos e teorias da conspiração? Tem filmes melhores, mais dinâmicos sobre o mesmo tema. Acho que vale 3 estrelas porque é um bom filme, mas não é daqueles que a gente fica revendo várias vezes, não. O ponto alto do filme é a Emily Blunt e sua personagem que consegue transitar entre as cenas dramáticas e cômicas com naturalidade.
Pensa em um filme ruim. Pensou? Ele deve ser incrível perto desse aqui. Parece que é uma adaptação mal feita de alguma fic no Wattpad escrita por uma menina de 12 anos vivendo em 2009. A mulher passa o filme todo fantasiando transar com seu próprio marido que, por nenhum motivo particular, não está interessado. Aí ela
BEIJA o cara e interrompe antes que a coisa fique séria, mas conta pro marido e ele dá um chilique antes de decidir fazer terapia de casal. Pronto. O filme é isso. Parece mais um comercial muito longo de alguma clínica de terapia de casais, sei lá
Eu esperava mais. Ok, as atuações são ótimas e algumas situações um tanto bizarras, mas é tudo muito raso. Uma mitologia cheia de furos (tanta gente fazendo pedidos mágicos por aí e não há nenhum sinal? O mundo é normal? Ninguém nunca fez um pedido extraordinário como ter super poderes ou criaturas místicas?). Pesquisando eu vi inclusive que essa minha dúvida foi levada ao diretor e ele mesmo admitiu ser um furo. Não entendi o auê por esse filme, sendo que tem outros da mesma temática mais interessantes (o tão criticado 7 desejos é bem melhor que esse, inclusive).
Eu não via um filme interessante de tubarão desde Águas rasas. O ponto alto é a ambientação das cavernas e a pouca iluminação que impede que os efeitos sejam ruins e traz ainda aquela sensação de claustrofobia. O ponto fraco é a dificuldade em desenvolver os personagens, tornando todo mundo muito raso e tentando aprofundar as relações ou sentimentos pouco antes do personagem morrer, mas isso não funciona. A gente não liga muito pra ninguém além da protagonista, mesmo seu jeito submissa sendo irritante às vezes. Porém, a gente tem que lembrar que esse tipo de filme não costuma trazer grandes camadas de personalidade ou reviravoltas mirabolantes. Dentro do gênero, ele é um bom filme.
Eu tava com tantas saudades dessa franquia, mas nem parece mais a mesma. Nada funciona aqui, infelizmente. Curiosamente, o filme caiu na armadilha mais besta de quem diz que sátira em 2026 não existe e não funciona por causa do "politicamente correto". O filme transborda de "piadinhas" sobre inclusão, cota, pessoas trans, preconceito... e mesmo não sendo piadinhas ofensivas, elas não conversam com o filme e não têm graça. Apesar de vários personagens terem voltado, eles nem parecem mais os mesmos. Brenda que não parece Brenda, Cindy que parece que nem tá levando a sério tudo o que está rolando e o pior: o filme não se conecta e é só um amontoado de esquetes pra satirizar algumas cenas de terror recente. Sério, eu tô um pouco chocado até agora porque o que fizeram aqui, os erros cometidos são erros amadores de quem nunca sentou pra fazer uma paródia antes. Possivelmente pior que o terrível 5º filme.
É um copia e cola tão bem feito, que a gente se pergunta o tempo todo: por que? Na minha humilde opinião, um bom live action traz mais do que "como seria com atores reais" e sempre gosto quando há uma mudança interessante, uma adaptação. Aqui, a gente tem o mesmo problema de Moana: o filme foi lançado não tem muito tempo assim, então não acumula problemáticas datadas e não há qualquer tentativa de mudar alguma coisa. Não é como Aladdin que adaptou para os tempos atuais e inovou num live action que divertiu muito. Ou seja: precisávamos mesmo desse filme? É legal, o elenco é bom, os efeitos são incríveis... mas, é só isso. Não tem muito o que pensar. Fiquei o tempo todo torcendo por alguma mudança, alguma novidade. Infelizmente, é só mais um live action. E pensar que o cinema já nos entregou live action como Scooby-Doo (2002) e Os Flintstons (1994) que esses sim eu aplaudo de pé.
Acho que o ponto negativo é que ele é um filme beeeem longo. Será que não dava pra ser de uma hora e meia no máximo? A adaptação é bem legal, é divertido (apesar de algumas piadinhas beeeem infantis e uns efeitos estranhos que até pareciam jogos antigos). Quando vi o trailer, não curti a ideia de mostrar ele no mundo real, mas vendo o filme, senti falta de ter visto mais dele nesse mundo. Não lembro muito dos demais personagens pra saber se ficaram bem adaptados, mas o Esqueleto eu curti muito (inclusive a dublagem). Não deve ter uma sequência, apesar das duas cenas pós créditos torcerem por isso.
Bastante inferior ao primeiro. Muitas músicas (e nenhuma minimamente interessante quanto as do filme anterior) que só serviram pra alongar o filme. Até a fotografia me incomodou em vários momentos. Não é que ficou mais sombrio, ficou mais escuro, mais sem cor, sem vida. Será que não dava pra fazer um filme só? Porque terminou e eu fiquei com a impressão se não dava pra essas duas horas terem sido menos de 40 minutos. O mais interessante foi ver como O Mágico de Oz ficou "de fora" e ao mesmo tempo ainda presente nessa história.
Nem mesmo Fernanda Montenegro conseguiu salvar esse filme. Tudo é tão ruim, que até elenco já antes tão elogiado em outros trabalhos, aqui entregam possivelmente a pior atuação de suas carreiras. Detesto quando um filme nacional não funciona comigo, mas o filme já não traz uma história original e não consegue nem inovar com cenas engraçadas. O filme não é comédia, não é ação, não é drama... Tem horas que ele pensa que é tudo isso, inclusive ele até pensa que entrega um plot inteligente, mas só o fato de tudo ser LITERALMENTE explicado em um video de mensagem já mostra que é um filme bem abaixo do que prometia. Enfim, tudo ruim aqui.
Além de bem superior ao primeiro, consegue ser uma excelente adaptação. Minha criança interior tinha vontade de pular a cada cena idêntica aos jogos e foi impossível não ter aquele sorriso de nostalgia de todas as vezes que joguei com meu irmão ainda no Mega Drive ou brincamos de lutinha fingindo ser os personagens. A caracterização de todos os personagens foi legal, exceto talvez o motivo de eu não dar mais do que 4 estrelas: Sindel. Ela é uma das personagens que mais gosto e, apesar de não ter tido oportunidade de jogar Mortal Kombat desde o quarto jogo, sei que sua participação em jogos mais recentes da franquia tem sido bem valorizada. Porém, cadê o visual icônico dela ou até sua habilidade mais legal, que é os cabelos de chicote? Sua participação foi bem rápida e a ausência dessa habilidade foi um tanto decepcionante. Comentei que o próprio torneio tinha sido deixado de lado no filme anterior e aqui isso é corrigido, porque sao muitas lutas e com coreografia insanas, tanto que é bem difícil escolher um combate preferido. Liu Kang e Kung Lao é coisa de outro mundo. Imagino o trabalho que deve ter sido filmar. Que venham mais filmes com essa qualidade.
Me prometeram filme de múmia e me deram (mais um) filme de possessão demoníaca. É um filme qualquer de alguém possuído, só que aqui tentam ambientar no Egito e nem isso conseguem fazer. Poderiam pelo menos usar os elementos clássicos das histórias de múmias pra uma imersão e originalidade, mas não. Realmente optaram em ir pelo caminho mais fácil e ainda fizeram isso em intermináveis DUAS HORAS DE FILME. Gente, qualquer um sabe que um filme de possessão dificilmente vai precisar de tanto tempo de tela, tanto que quando termina a gente percebe que os personagens não possuem quase nenhum desenvolvimento, só uma apresentação rasa de quem são e qual será seu papel ao longo da trama e nem mesmo a tão conhecida dinâmica familiar conseguiu ser bem usada. As crianças praticamente não têm qualquer importância e cada personagem está ali só pra contribuir com cenas exageradas que poderiam ser descartadas, mas é uma bagunça: tem levitação, cenas gore, vômito, se cortando, mordendo... Alguém fez uma listinhas com os clichês de filme de possessão e deu um jeito de enfiar no filme. Se queria chamar de "A Múmia", então porque não pesquisaram o básico para trazer algo grandioso que esse filme merecia? Cadê as maldições do antigo Egito? Tempestade de areia? Pragas? Tudo isso poderia muito bem ter sido usado por esse vilão, mas ele não faz nada. É o filme todo demonstrando "seu poder" até vermos um final previsível e chato.
A maior parte do tempo a gente morre de vergonha alheia porque Collin se submete a um tipo de vida deprimente. Não por se interessar por BDSM, mas por aceitar (BEM) menos do que merece, se tornando um capacho que é visto apenas como subserviência sem ser ouvido. É muito, muito triste. Mas, ao mesmo tempo, faz parte de sua jornada de amadurecimento, de construção de personagem. No entanto
esse "amadurecimento" vem parcialmente nas telas porque depois que o Ray vai embora e ele se sente finalmente pronto para tentar se relacionar, ele busca o mesmo tipo de homem na posição de "mestre", sem que o filme nos mostre o quanto esse "mestre" consegue ceder ou ouvi-lo, enquanto o Ray apenas foge quando se permite ter um vislumbre de uma relação mais leve. Ele gosta desse dia, isso fica nítido. Porém, ele escolhe fugir e ser um covarde. Ok, o Collin coloca pequenas regras na bio do App, mas ainda se coloca como subserviente e amarrando o cadarço do cara que ele literalmente acabou de conhecer. Não tem problema continuar praticamente de BDSM, desde que ele esteja feliz e ele chega a dizer com todas as letras que SIM, está feliz. No entanto, a gente mal vê esses momentos de felicidade dele. É o tempo todo obedecendo em cenas absurdamente desconfortáveis e sem afeto. Afeto que ele almeja, que ele lamenta não ter. Vez ou outra ele sorri com as poucas migalhas que recebe. Não temos como ter certeza até que ponto Collin vai permitir ser usado assim no futuro.
É um bom filme, apesar de surpreender mais nas situações em si do que no roteiro que acaba sendo mais previsível. E gosto bastante dos dois atores.
Qualquer edit que aparecer pra você no tiktok vai ser mil vezes melhor do que o filme em si. Apela pro visual com CGI em excesso e nem pra usar o clichê não presta. Bem ruim
Não achei ruim, mas também não achei bom. É menos cansativo de assistir do que muitos filmes de heróis, mas não gostei de nenhum personagem. O Wyatt Russell é um gostoso, mas o personagem é bem chatinho. Acho que a falta de personagens carismáticos fez com que o roteiro apostasse no humor, mas também não funciona porque destoa demais. Tem personagens com passado bem obscuro, mas não convence porque o filme está com uma piadinha a cada cinco minutos, esses personagens da Marvel parece que são todos humoristas de stand up antes de serem heróis, eles não conseguem manter seriedade e fica tudo muito infantil. 90% dos filmes da Marvel sofrem com isso. O vilão é um diferencial, talvez o maior acerto, mas ainda fiquei esperando algo mais.
Tudo terminar com discurso motivacional, algo como "não seja violento, é isso que ele quer" não me atrai mais, mas quando eu era pré-adolescente adorava esse tipo de coisa, então entendo quem goste.
É inegavelmente um filme majestoso. Os cenários, a quantidade de figuração, o figurino que a Elizabeth Taylor usa ao longe das mais de três horas de filme... tudo nele esbanja grandiosidade. Mas eu acho que os pontos positivos ficam por toda essa parte técnica e a atuação dela com certeza, mas achei o filme um tanto confuso. A narrativa chega a mudar de forma abrupta e eu descobri pesquisando que foi porque o ator que fazia o Júlio César desistiu e saiu do filme, tendo que mudarem o roteiro pra trazer a segunda parte focada especificamente no Marco Antônio e isso não é muito bem explicado, às vezes o filho dela some da história, nem sempre entendemos realmente o que está acontecendo. Acho que o filme foca na sedução dela e nos romances meio diplomáticos e esquece um pouco de centralizar melhor essa questão das regiões. Será que precisava ser tão longo assim o filme? Sabemos que não, mas dá pra ir parcelando e assistindo aos poucos. Não me arrependo de ver, mas não veria de novo.
Uma das melhores coisas que esse documentário mostrou foi o empenho em construir todo esse universo dos livros. Percebe-se que, mesmo os livros já tendo sido adaptados tanto para o cinema quanto para os jogos, existe um cuidado muito grande em inovar e não apenas copiar. Parece que não vão aproveitar quase nada do visual que vimos nos filmes e onde puderem inovar e criar quase que do zero, eles vão fazer. Aliás, acho que o Hogwarts Legacy tem servido de base pra muita coisa, já que tem uma galera mais nova que conheceu melhor Harry Potter pelo jogo. Hogwarts deixando de ser apenas um castelo europeu pra ter uma relação muito mais próxima com a natureza é o que mais me deixou empolgado, Até mesmo ratos e corujas que eles podiam botar um CGI ou animais de verdade, vão ter animatrônicos pra trazer mais veracidade em algumas cenas. O logo de Hogwarts que foi divulgado eu confesso que ainda me causa estranheza, mas acho que vai ser assim com muita coisa ainda. Não quer dizer que está ruim, apenas diferente até eu ir me acostumando. E a escolha do elenco foi bem acertado, pelo visto. Em algumas imagens que saíram, eu vejo muito a Hermione nessa nova atriz. Aquele papo de "os personagens me remetem aos atores dos filmes" ficou pra trás. Eu vejo os três personagens nesse novo trio. Inclusive eu estendo esse meu comentário aos demais atores: Dumbledore, Minerva e Snape. Único defeito que vi foi na dublagem. Eu espero que ainda não tenham decidido os dubladores ainda e que ainda estejam rolando testes, porque eu detestei essa voz no Snape. Não combina em nada nem com o personagem/ator e nem com a voz dele no original. Enfim, como ainda não saiu trailer dublado, espero que estejam sendo bem rigorosos nos testes com elenco de dublagem.
Queria entender quem teve a "brilhante" ideia de pegar Laranja Mecânica e enfiar apocalipse zumbi junto e ainda fazer um negócio ruim desses. Depois de um filme tão legal que respeita a os filmes antigos e consegue reinventar pra atualidade, a gente recebe essa porcaria? Dedicaram tanto tempo em pegar tudo de Laranja Mecânica (a gangue, a violência, o visual bizarro, o bordão "chiclete"...) que esqueceram que aqui é outra franquia. Não ficou bom.
Uma ótima adaptação. Praticamente tudo de importante no livro foi pro filme e ainda consertaram o final, que no livro é bem ruinzinho e bobo. Conseguiram dar mais tensão e adrenalina na cena final lá da casa. A história em si é meio novela, mas tem uma reviravolta interessante que muda um pouco as coisas. O maior ponto negativo do filme continua sendo o maior ponto negativo do livro
quer dizer que DO NADA justamente a policial que vai lá atender o chamado de repente já conhecia o cara e seu passado suspeito porque convenientemente a irmã sofreu nas mãos desse cara? E a mulher que é policial nunca pensou em se vingar ou fazer justiça, mesmo esse sendo o plot mais óbvio se ESSA POLICIAL fosse a protagonista?
Dá uma preguiça essa resolução novelesca, então eu tinha esperanças de darem uma amadurecida nesse ponto
"A mão que balança o berço" (eu AMO esse título) é famoso justamente pelo suspense bem construído do filme original e apesar de tantos elementos que podiam ser usados, senti que não souberam aproveitar e ficou tudo muito jogado, sem vida, sem personalidade... Ficou tudo muito raso. As atuações são boas, acho que a maioria vê até o fim mais por causa das duas atrizes mesmo. O filme não consegue trazer aquela atmosfera de suspense que só os filmes dos anos 90 possuem e acho que é o que mais pesa é que, sem saber brincar e aproveitar com o suspense, o filme apela pra uma violência gráfica no final que já não conversa com o que assistimos desde o começo. É uma pena um remake tão esquecível.
Depois de um péssimo sexto filme, finalmente Sidney volta para a franquia. Gostei bastante do filme porque ele não só traz a protagonista de volta, mas faz isso de um jeito um pouco diferente. Pela primeira vez a gente vê a personagem com sua família, sua tentativa de ter uma vida feliz depois de tanta desgraça ao longo dos anos. É legal ver a família unida contra um perigo iminente e também é interessante ver a relação da Sidney com a filha adolescente (aliás, preciso entender a cronologia sobre isso: em Pânico 4 (2011) Sidney está solteira e sem filhos, porque ela não comenta nada sobre família e mesmo assim sua filha teria 15 anos. Em Pânico 5 ela só aparece com as filhas gêmeas num carrinho de bebê e comenta que deixou as meninas em segurança com o Mark. Ou seja: única explicação plausível é o filme se passar pelo menos dois anos no futuro? Por volta de 2028 ou 2029? Se alguém souber...)
Claro que o filme não tem mais como inovar tanto, mas acho que isso é o que a gente já espera da franquia: mortes violentas, ligações ameaçadoras... e dessa vez ainda brincaram mais com a tecnologia atual. Não tem mais a originalidade e boas sacadas narrativas que os primeiros, mas ainda funciona, ainda é um ótimo entretenimento. As duas irmãs chatas dos filmes 5 e 6 não fizeram nenhuma falta e achei engraçado o filme alfinetar tanto o sexto filme sem a Sidney. Acho que o maior ponto negativo é a motivação do Ghostface. Lembro que fiquei tipo "Sério?" hahaha
Teen Wolf: O Filme
2.8 63 Assista AgoraPra que fizeram esse filme, afinal? Parece um episódio muuuuuito longo da série e isso não é um elogio. Se não fosse pelos atores mais velhos, eu podia jurar que era um episódio perdido/banido e que liberaram agora, porque está num nível de fanfic. Essa coisa de trazer personagens de volta à vida funcionaria melhor dentro da série, justamente porque lá haveria tempo ao longo de vários episódios para vermos os personagens digerindo e lidando com a estranheza, o sentimento de não pertencer a lugar algum, confusão, raiva etc. Coisas que um filme não consegue explorar, ainda mais com uma qualidade tão limitada no roteiro. A ausência do Stiles até pode ser sentida, mas incomoda mais quando a gente vê a personalidade dele sendo dividida com aquele padrão sem camisa que pega fogo e o Eli. Parece que já tinham até as piadinhas que o Stiles diria e aí jogaram no colo deles. Boa parte do filme eles ficam procurando um personagem e aí depois perdem mais uma boa parte fugindo desse personagem. É uma pena porque os fãs mereciam um retorno melhor e certamente todo fã conhece uma boa fanfic melhor do que esse filme aqui. Tudo muito ruim. O desfecho de um certo personagem mais o atrevimento quase ofensivo de tentar incluir uma nova geração é a cereja do bolo (do ponto negativo) porque o personagem que escolhem pra depositar tanta responsabilidade não existia na série, ele chegou agora no filme e a gente não conhece ele, não teve tempo nem pra ele conquistar o público e nem pro público comprar a ideia que no final fica clara. O filme parece não saber se tá fazendo um episódio tardio, uma reunião legado ou um piloto de uma nova série. Não escolheu nenhum ou escolheu todos, mas teve um péssimo desempenho em cada um desses tópicos.
Pânico na Floresta: A Fundação
2.7 341 Assista AgoraO final desanda, mas ele consegue ser um filme legal durante boa parte do tempo
O Homem do Saco
2.0 132 Assista AgoraO filme não acontece nada. Como pode? A gente fica mais de uma hora com essa tal ameaça rondando a casa e o filho deles, mas nada acontece. Nem para dizer que as crianças na região estão desaparecendo ou algo assim. Nem mortes tem! Filmes extremamente monótono. Só não foi pior porque não gastei um centavo pra assistir, mas coitado de quem foi ver isso no cinema.
Supergirl
2.8 262 Assista AgoraEu gostei dessa Supergirl e da atriz que faz ela, mas achei a história do filme muito chata. Até tem uns flashback da infância dela e de como chegou na Terra, mas eu preferia essa história de origem do que acompanhar essa aventura chatinha com essa menina insuportável. Um episódio ou uma HQ até acho válido, mas um filme? Tem tanta cara de boicote ou de burrice, que o filme é super curto. É beeeem diferente do filme do Superman que acerta em não recontar a origem e mostrar um lado dele que a gente não costuma ver, mas essa personagem apareceu bem poucas vezes no cinema. Ela merecia um espaço maior, um desenvolvimento melhor de quem ela é. Botar uma menina de 23 anos agindo como se tivesse 12 e ainda numa posição de responsabilidade é muito chato. O próprio vilão é sem graça e aquele "colega" dela é outro chato. Esse filme não funcionou pra mim, mas eu quero muito ver Supergirl e Superman juntos num próximo filme
Dia D
3.0 547 Assista AgoraEu esperava mais. Não é ruim e acho que tem várias coisas interessantes, mas duas horas e meia de perseguição e pequenos segredos e teorias da conspiração? Tem filmes melhores, mais dinâmicos sobre o mesmo tema. Acho que vale 3 estrelas porque é um bom filme, mas não é daqueles que a gente fica revendo várias vezes, não. O ponto alto do filme é a Emily Blunt e sua personagem que consegue transitar entre as cenas dramáticas e cômicas com naturalidade.
Sedução
1.5 4Pensa em um filme ruim. Pensou? Ele deve ser incrível perto desse aqui. Parece que é uma adaptação mal feita de alguma fic no Wattpad escrita por uma menina de 12 anos vivendo em 2009. A mulher passa o filme todo fantasiando transar com seu próprio marido que, por nenhum motivo particular, não está interessado. Aí ela
BEIJA o cara e interrompe antes que a coisa fique séria, mas conta pro marido e ele dá um chilique antes de decidir fazer terapia de casal. Pronto. O filme é isso. Parece mais um comercial muito longo de alguma clínica de terapia de casais, sei lá
Obsessão
3.9 934 Assista AgoraEu esperava mais. Ok, as atuações são ótimas e algumas situações um tanto bizarras, mas é tudo muito raso. Uma mitologia cheia de furos (tanta gente fazendo pedidos mágicos por aí e não há nenhum sinal? O mundo é normal? Ninguém nunca fez um pedido extraordinário como ter super poderes ou criaturas místicas?). Pesquisando eu vi inclusive que essa minha dúvida foi levada ao diretor e ele mesmo admitiu ser um furo. Não entendi o auê por esse filme, sendo que tem outros da mesma temática mais interessantes (o tão criticado 7 desejos é bem melhor que esse, inclusive).
A Boca do Diabo
2.1 106 Assista AgoraEu não via um filme interessante de tubarão desde Águas rasas. O ponto alto é a ambientação das cavernas e a pouca iluminação que impede que os efeitos sejam ruins e traz ainda aquela sensação de claustrofobia. O ponto fraco é a dificuldade em desenvolver os personagens, tornando todo mundo muito raso e tentando aprofundar as relações ou sentimentos pouco antes do personagem morrer, mas isso não funciona. A gente não liga muito pra ninguém além da protagonista, mesmo seu jeito submissa sendo irritante às vezes. Porém, a gente tem que lembrar que esse tipo de filme não costuma trazer grandes camadas de personalidade ou reviravoltas mirabolantes. Dentro do gênero, ele é um bom filme.
Todo Mundo em Pânico
2.6 360 Assista AgoraEu tava com tantas saudades dessa franquia, mas nem parece mais a mesma. Nada funciona aqui, infelizmente. Curiosamente, o filme caiu na armadilha mais besta de quem diz que sátira em 2026 não existe e não funciona por causa do "politicamente correto". O filme transborda de "piadinhas" sobre inclusão, cota, pessoas trans, preconceito... e mesmo não sendo piadinhas ofensivas, elas não conversam com o filme e não têm graça. Apesar de vários personagens terem voltado, eles nem parecem mais os mesmos. Brenda que não parece Brenda, Cindy que parece que nem tá levando a sério tudo o que está rolando e o pior: o filme não se conecta e é só um amontoado de esquetes pra satirizar algumas cenas de terror recente. Sério, eu tô um pouco chocado até agora porque o que fizeram aqui, os erros cometidos são erros amadores de quem nunca sentou pra fazer uma paródia antes. Possivelmente pior que o terrível 5º filme.
Como Treinar o seu Dragão
4.1 293 Assista AgoraÉ um copia e cola tão bem feito, que a gente se pergunta o tempo todo: por que? Na minha humilde opinião, um bom live action traz mais do que "como seria com atores reais" e sempre gosto quando há uma mudança interessante, uma adaptação. Aqui, a gente tem o mesmo problema de Moana: o filme foi lançado não tem muito tempo assim, então não acumula problemáticas datadas e não há qualquer tentativa de mudar alguma coisa. Não é como Aladdin que adaptou para os tempos atuais e inovou num live action que divertiu muito. Ou seja: precisávamos mesmo desse filme? É legal, o elenco é bom, os efeitos são incríveis... mas, é só isso. Não tem muito o que pensar. Fiquei o tempo todo torcendo por alguma mudança, alguma novidade. Infelizmente, é só mais um live action. E pensar que o cinema já nos entregou live action como Scooby-Doo (2002) e Os Flintstons (1994) que esses sim eu aplaudo de pé.
Mestres do Universo
3.2 461 Assista AgoraAcho que o ponto negativo é que ele é um filme beeeem longo. Será que não dava pra ser de uma hora e meia no máximo? A adaptação é bem legal, é divertido (apesar de algumas piadinhas beeeem infantis e uns efeitos estranhos que até pareciam jogos antigos). Quando vi o trailer, não curti a ideia de mostrar ele no mundo real, mas vendo o filme, senti falta de ter visto mais dele nesse mundo. Não lembro muito dos demais personagens pra saber se ficaram bem adaptados, mas o Esqueleto eu curti muito (inclusive a dublagem). Não deve ter uma sequência, apesar das duas cenas pós créditos torcerem por isso.
Wicked: Parte 2
3.4 167 Assista AgoraBastante inferior ao primeiro. Muitas músicas (e nenhuma minimamente interessante quanto as do filme anterior) que só serviram pra alongar o filme. Até a fotografia me incomodou em vários momentos. Não é que ficou mais sombrio, ficou mais escuro, mais sem cor, sem vida. Será que não dava pra fazer um filme só? Porque terminou e eu fiquei com a impressão se não dava pra essas duas horas terem sido menos de 40 minutos. O mais interessante foi ver como O Mágico de Oz ficou "de fora" e ao mesmo tempo ainda presente nessa história.
Velhos Bandidos
3.0 89 Assista AgoraNem mesmo Fernanda Montenegro conseguiu salvar esse filme. Tudo é tão ruim, que até elenco já antes tão elogiado em outros trabalhos, aqui entregam possivelmente a pior atuação de suas carreiras. Detesto quando um filme nacional não funciona comigo, mas o filme já não traz uma história original e não consegue nem inovar com cenas engraçadas. O filme não é comédia, não é ação, não é drama... Tem horas que ele pensa que é tudo isso, inclusive ele até pensa que entrega um plot inteligente, mas só o fato de tudo ser LITERALMENTE explicado em um video de mensagem já mostra que é um filme bem abaixo do que prometia. Enfim, tudo ruim aqui.
Mortal Kombat 2
3.2 345 Assista AgoraAlém de bem superior ao primeiro, consegue ser uma excelente adaptação. Minha criança interior tinha vontade de pular a cada cena idêntica aos jogos e foi impossível não ter aquele sorriso de nostalgia de todas as vezes que joguei com meu irmão ainda no Mega Drive ou brincamos de lutinha fingindo ser os personagens. A caracterização de todos os personagens foi legal, exceto talvez o motivo de eu não dar mais do que 4 estrelas: Sindel. Ela é uma das personagens que mais gosto e, apesar de não ter tido oportunidade de jogar Mortal Kombat desde o quarto jogo, sei que sua participação em jogos mais recentes da franquia tem sido bem valorizada. Porém, cadê o visual icônico dela ou até sua habilidade mais legal, que é os cabelos de chicote? Sua participação foi bem rápida e a ausência dessa habilidade foi um tanto decepcionante. Comentei que o próprio torneio tinha sido deixado de lado no filme anterior e aqui isso é corrigido, porque sao muitas lutas e com coreografia insanas, tanto que é bem difícil escolher um combate preferido. Liu Kang e Kung Lao é coisa de outro mundo. Imagino o trabalho que deve ter sido filmar. Que venham mais filmes com essa qualidade.
Maldição da Múmia
3.0 338 Assista AgoraMe prometeram filme de múmia e me deram (mais um) filme de possessão demoníaca. É um filme qualquer de alguém possuído, só que aqui tentam ambientar no Egito e nem isso conseguem fazer. Poderiam pelo menos usar os elementos clássicos das histórias de múmias pra uma imersão e originalidade, mas não. Realmente optaram em ir pelo caminho mais fácil e ainda fizeram isso em intermináveis DUAS HORAS DE FILME. Gente, qualquer um sabe que um filme de possessão dificilmente vai precisar de tanto tempo de tela, tanto que quando termina a gente percebe que os personagens não possuem quase nenhum desenvolvimento, só uma apresentação rasa de quem são e qual será seu papel ao longo da trama e nem mesmo a tão conhecida dinâmica familiar conseguiu ser bem usada. As crianças praticamente não têm qualquer importância e cada personagem está ali só pra contribuir com cenas exageradas que poderiam ser descartadas, mas é uma bagunça: tem levitação, cenas gore, vômito, se cortando, mordendo... Alguém fez uma listinhas com os clichês de filme de possessão e deu um jeito de enfiar no filme. Se queria chamar de "A Múmia", então porque não pesquisaram o básico para trazer algo grandioso que esse filme merecia? Cadê as maldições do antigo Egito? Tempestade de areia? Pragas? Tudo isso poderia muito bem ter sido usado por esse vilão, mas ele não faz nada. É o filme todo demonstrando "seu poder" até vermos um final previsível e chato.
Pillion
3.2 93A maior parte do tempo a gente morre de vergonha alheia porque Collin se submete a um tipo de vida deprimente. Não por se interessar por BDSM, mas por aceitar (BEM) menos do que merece, se tornando um capacho que é visto apenas como subserviência sem ser ouvido. É muito, muito triste. Mas, ao mesmo tempo, faz parte de sua jornada de amadurecimento, de construção de personagem. No entanto
esse "amadurecimento" vem parcialmente nas telas porque depois que o Ray vai embora e ele se sente finalmente pronto para tentar se relacionar, ele busca o mesmo tipo de homem na posição de "mestre", sem que o filme nos mostre o quanto esse "mestre" consegue ceder ou ouvi-lo, enquanto o Ray apenas foge quando se permite ter um vislumbre de uma relação mais leve. Ele gosta desse dia, isso fica nítido. Porém, ele escolhe fugir e ser um covarde. Ok, o Collin coloca pequenas regras na bio do App, mas ainda se coloca como subserviente e amarrando o cadarço do cara que ele literalmente acabou de conhecer. Não tem problema continuar praticamente de BDSM, desde que ele esteja feliz e ele chega a dizer com todas as letras que SIM, está feliz. No entanto, a gente mal vê esses momentos de felicidade dele. É o tempo todo obedecendo em cenas absurdamente desconfortáveis e sem afeto. Afeto que ele almeja, que ele lamenta não ter. Vez ou outra ele sorri com as poucas migalhas que recebe. Não temos como ter certeza até que ponto Collin vai permitir ser usado assim no futuro.
É um bom filme, apesar de surpreender mais nas situações em si do que no roteiro que acaba sendo mais previsível. E gosto bastante dos dois atores.
Anatema
1.4 9 Assista AgoraQualquer edit que aparecer pra você no tiktok vai ser mil vezes melhor do que o filme em si. Apela pro visual com CGI em excesso e nem pra usar o clichê não presta. Bem ruim
Thunderbolts*
3.4 481 Assista AgoraNão achei ruim, mas também não achei bom. É menos cansativo de assistir do que muitos filmes de heróis, mas não gostei de nenhum personagem. O Wyatt Russell é um gostoso, mas o personagem é bem chatinho. Acho que a falta de personagens carismáticos fez com que o roteiro apostasse no humor, mas também não funciona porque destoa demais. Tem personagens com passado bem obscuro, mas não convence porque o filme está com uma piadinha a cada cinco minutos, esses personagens da Marvel parece que são todos humoristas de stand up antes de serem heróis, eles não conseguem manter seriedade e fica tudo muito infantil. 90% dos filmes da Marvel sofrem com isso. O vilão é um diferencial, talvez o maior acerto, mas ainda fiquei esperando algo mais.
Tudo terminar com discurso motivacional, algo como "não seja violento, é isso que ele quer" não me atrai mais, mas quando eu era pré-adolescente adorava esse tipo de coisa, então entendo quem goste.
Cleópatra
4.0 326 Assista AgoraÉ inegavelmente um filme majestoso. Os cenários, a quantidade de figuração, o figurino que a Elizabeth Taylor usa ao longe das mais de três horas de filme... tudo nele esbanja grandiosidade. Mas eu acho que os pontos positivos ficam por toda essa parte técnica e a atuação dela com certeza, mas achei o filme um tanto confuso. A narrativa chega a mudar de forma abrupta e eu descobri pesquisando que foi porque o ator que fazia o Júlio César desistiu e saiu do filme, tendo que mudarem o roteiro pra trazer a segunda parte focada especificamente no Marco Antônio e isso não é muito bem explicado, às vezes o filho dela some da história, nem sempre entendemos realmente o que está acontecendo. Acho que o filme foca na sedução dela e nos romances meio diplomáticos e esquece um pouco de centralizar melhor essa questão das regiões. Será que precisava ser tão longo assim o filme? Sabemos que não, mas dá pra ir parcelando e assistindo aos poucos. Não me arrependo de ver, mas não veria de novo.
À Procura de Harry: A Arte por Trás da Magia
3.7 3 Assista AgoraUma das melhores coisas que esse documentário mostrou foi o empenho em construir todo esse universo dos livros. Percebe-se que, mesmo os livros já tendo sido adaptados tanto para o cinema quanto para os jogos, existe um cuidado muito grande em inovar e não apenas copiar. Parece que não vão aproveitar quase nada do visual que vimos nos filmes e onde puderem inovar e criar quase que do zero, eles vão fazer. Aliás, acho que o Hogwarts Legacy tem servido de base pra muita coisa, já que tem uma galera mais nova que conheceu melhor Harry Potter pelo jogo. Hogwarts deixando de ser apenas um castelo europeu pra ter uma relação muito mais próxima com a natureza é o que mais me deixou empolgado, Até mesmo ratos e corujas que eles podiam botar um CGI ou animais de verdade, vão ter animatrônicos pra trazer mais veracidade em algumas cenas. O logo de Hogwarts que foi divulgado eu confesso que ainda me causa estranheza, mas acho que vai ser assim com muita coisa ainda. Não quer dizer que está ruim, apenas diferente até eu ir me acostumando. E a escolha do elenco foi bem acertado, pelo visto. Em algumas imagens que saíram, eu vejo muito a Hermione nessa nova atriz. Aquele papo de "os personagens me remetem aos atores dos filmes" ficou pra trás. Eu vejo os três personagens nesse novo trio. Inclusive eu estendo esse meu comentário aos demais atores: Dumbledore, Minerva e Snape. Único defeito que vi foi na dublagem. Eu espero que ainda não tenham decidido os dubladores ainda e que ainda estejam rolando testes, porque eu detestei essa voz no Snape. Não combina em nada nem com o personagem/ator e nem com a voz dele no original. Enfim, como ainda não saiu trailer dublado, espero que estejam sendo bem rigorosos nos testes com elenco de dublagem.
Extermínio: O Templo dos Ossos
3.3 271 Assista AgoraQueria entender quem teve a "brilhante" ideia de pegar Laranja Mecânica e enfiar apocalipse zumbi junto e ainda fazer um negócio ruim desses. Depois de um filme tão legal que respeita a os filmes antigos e consegue reinventar pra atualidade, a gente recebe essa porcaria? Dedicaram tanto tempo em pegar tudo de Laranja Mecânica (a gangue, a violência, o visual bizarro, o bordão "chiclete"...) que esqueceram que aqui é outra franquia. Não ficou bom.
A Empregada
3.4 667 Assista AgoraUma ótima adaptação. Praticamente tudo de importante no livro foi pro filme e ainda consertaram o final, que no livro é bem ruinzinho e bobo. Conseguiram dar mais tensão e adrenalina na cena final lá da casa. A história em si é meio novela, mas tem uma reviravolta interessante que muda um pouco as coisas. O maior ponto negativo do filme continua sendo o maior ponto negativo do livro
quer dizer que DO NADA justamente a policial que vai lá atender o chamado de repente já conhecia o cara e seu passado suspeito porque convenientemente a irmã sofreu nas mãos desse cara? E a mulher que é policial nunca pensou em se vingar ou fazer justiça, mesmo esse sendo o plot mais óbvio se ESSA POLICIAL fosse a protagonista?
A Mão que Balança o Berço
2.4 85 Assista Agora"A mão que balança o berço" (eu AMO esse título) é famoso justamente pelo suspense bem construído do filme original e apesar de tantos elementos que podiam ser usados, senti que não souberam aproveitar e ficou tudo muito jogado, sem vida, sem personalidade... Ficou tudo muito raso. As atuações são boas, acho que a maioria vê até o fim mais por causa das duas atrizes mesmo. O filme não consegue trazer aquela atmosfera de suspense que só os filmes dos anos 90 possuem e acho que é o que mais pesa é que, sem saber brincar e aproveitar com o suspense, o filme apela pra uma violência gráfica no final que já não conversa com o que assistimos desde o começo. É uma pena um remake tão esquecível.
Pânico 7
2.6 430 Assista AgoraDepois de um péssimo sexto filme, finalmente Sidney volta para a franquia. Gostei bastante do filme porque ele não só traz a protagonista de volta, mas faz isso de um jeito um pouco diferente. Pela primeira vez a gente vê a personagem com sua família, sua tentativa de ter uma vida feliz depois de tanta desgraça ao longo dos anos. É legal ver a família unida contra um perigo iminente e também é interessante ver a relação da Sidney com a filha adolescente (aliás, preciso entender a cronologia sobre isso: em Pânico 4 (2011) Sidney está solteira e sem filhos, porque ela não comenta nada sobre família e mesmo assim sua filha teria 15 anos. Em Pânico 5 ela só aparece com as filhas gêmeas num carrinho de bebê e comenta que deixou as meninas em segurança com o Mark. Ou seja: única explicação plausível é o filme se passar pelo menos dois anos no futuro? Por volta de 2028 ou 2029? Se alguém souber...)
Claro que o filme não tem mais como inovar tanto, mas acho que isso é o que a gente já espera da franquia: mortes violentas, ligações ameaçadoras... e dessa vez ainda brincaram mais com a tecnologia atual. Não tem mais a originalidade e boas sacadas narrativas que os primeiros, mas ainda funciona, ainda é um ótimo entretenimento. As duas irmãs chatas dos filmes 5 e 6 não fizeram nenhuma falta e achei engraçado o filme alfinetar tanto o sexto filme sem a Sidney. Acho que o maior ponto negativo é a motivação do Ghostface. Lembro que fiquei tipo "Sério?" hahaha