O filme não acontece nada. Como pode? A gente fica mais de uma hora com essa tal ameaça rondando a casa e o filho deles, mas nada acontece. Nem para dizer que as crianças na região estão desaparecendo ou algo assim. Nem mortes tem! Filmes extremamente monótono. Só não foi pior porque não gastei um centavo pra assistir, mas coitado de quem foi ver isso no cinema.
Pensei que fosse só ódio da extrema direita fã dessa série que finalmente entendeu que The Boys é uma crítica à extrema direita, mas realmente é uma temporada beeeeem fraca. A maior parte dos episódios é enrolação deles procurando o V1, mas não há muito desenvolvimento. É só matança pra lá e pra cá, como se não soubessem que era uma temporada final. Não sabiam como finalizar a história dos próprios personagens, nem mesmo os do núcleo principal e a prova disso foi ver tantos personagens importantes ao longo da série que morrem de maneira absurdamente tosca. Praticamente foram descartando cada um ali sem o menor cuidado, enquanto davam tempo de tela para personagens que nem tinham aparecido ainda (o inútil do personagem do Jared Padaleck só pra ter esse cara na mesma série que o Jensen. Ai que preguiça). E o que falar do texto? Não que as outras temporadas o roteiro tivesse saído de um convento, mas não é possível que o excesso de palavrão e expressões chulas e sexuais não incomodem as pessoas. Não é um personagem desbocado que tá lá na dele usando seu linguajar próprio, é como se TODOS da série fossem algum depravado sexual ou sentisse a necessidade de usar frases sexuais pra se expressar. Gente, até o PRE-SI-DEN-TE em UMA fala dele nos últimos minutos da série fala sobre "lamber o saco". E aquela cena do "homem e mulher gato" se cheirando? Olha, eu sei que alguns momentos sexuais sempre fizeram parte dessa série, mas não sei se aqui exageraram ou se o roteiro foi tão raso que essa parte se destacou mais. E por último, mas não menos importante: o grande vilão da série
sendo derrotado de maneira tão besta? Ele deixou de ser uma grande ameaça pra ser só um narcisista querendo ser Deus? Eu queria que o próprio grupo dos Sete se juntasse para tentar matá-lo ao invés de serem descartados em cenas esquecíveis...
Eu gostei dessa Supergirl e da atriz que faz ela, mas achei a história do filme muito chata. Até tem uns flashback da infância dela e de como chegou na Terra, mas eu preferia essa história de origem do que acompanhar essa aventura chatinha com essa menina insuportável. Um episódio ou uma HQ até acho válido, mas um filme? Tem tanta cara de boicote ou de burrice, que o filme é super curto. É beeeem diferente do filme do Superman que acerta em não recontar a origem e mostrar um lado dele que a gente não costuma ver, mas essa personagem apareceu bem poucas vezes no cinema. Ela merecia um espaço maior, um desenvolvimento melhor de quem ela é. Botar uma menina de 23 anos agindo como se tivesse 12 e ainda numa posição de responsabilidade é muito chato. O próprio vilão é sem graça e aquele "colega" dela é outro chato. Esse filme não funcionou pra mim, mas eu quero muito ver Supergirl e Superman juntos num próximo filme
Eu esperava mais. Não é ruim e acho que tem várias coisas interessantes, mas duas horas e meia de perseguição e pequenos segredos e teorias da conspiração? Tem filmes melhores, mais dinâmicos sobre o mesmo tema. Acho que vale 3 estrelas porque é um bom filme, mas não é daqueles que a gente fica revendo várias vezes, não. O ponto alto do filme é a Emily Blunt e sua personagem que consegue transitar entre as cenas dramáticas e cômicas com naturalidade.
Pensa em um filme ruim. Pensou? Ele deve ser incrível perto desse aqui. Parece que é uma adaptação mal feita de alguma fic no Wattpad escrita por uma menina de 12 anos vivendo em 2009. A mulher passa o filme todo fantasiando transar com seu próprio marido que, por nenhum motivo particular, não está interessado. Aí ela
BEIJA o cara e interrompe antes que a coisa fique séria, mas conta pro marido e ele dá um chilique antes de decidir fazer terapia de casal. Pronto. O filme é isso. Parece mais um comercial muito longo de alguma clínica de terapia de casais, sei lá
Eu esperava mais. Ok, as atuações são ótimas e algumas situações um tanto bizarras, mas é tudo muito raso. Uma mitologia cheia de furos (tanta gente fazendo pedidos mágicos por aí e não há nenhum sinal? O mundo é normal? Ninguém nunca fez um pedido extraordinário como ter super poderes ou criaturas místicas?). Pesquisando eu vi inclusive que essa minha dúvida foi levada ao diretor e ele mesmo admitiu ser um furo. Não entendi o auê por esse filme, sendo que tem outros da mesma temática mais interessantes (o tão criticado 7 desejos é bem melhor que esse, inclusive).
Eu não via um filme interessante de tubarão desde Águas rasas. O ponto alto é a ambientação das cavernas e a pouca iluminação que impede que os efeitos sejam ruins e traz ainda aquela sensação de claustrofobia. O ponto fraco é a dificuldade em desenvolver os personagens, tornando todo mundo muito raso e tentando aprofundar as relações ou sentimentos pouco antes do personagem morrer, mas isso não funciona. A gente não liga muito pra ninguém além da protagonista, mesmo seu jeito submissa sendo irritante às vezes. Porém, a gente tem que lembrar que esse tipo de filme não costuma trazer grandes camadas de personalidade ou reviravoltas mirabolantes. Dentro do gênero, ele é um bom filme.
Eu tava com tantas saudades dessa franquia, mas nem parece mais a mesma. Nada funciona aqui, infelizmente. Curiosamente, o filme caiu na armadilha mais besta de quem diz que sátira em 2026 não existe e não funciona por causa do "politicamente correto". O filme transborda de "piadinhas" sobre inclusão, cota, pessoas trans, preconceito... e mesmo não sendo piadinhas ofensivas, elas não conversam com o filme e não têm graça. Apesar de vários personagens terem voltado, eles nem parecem mais os mesmos. Brenda que não parece Brenda, Cindy que parece que nem tá levando a sério tudo o que está rolando e o pior: o filme não se conecta e é só um amontoado de esquetes pra satirizar algumas cenas de terror recente. Sério, eu tô um pouco chocado até agora porque o que fizeram aqui, os erros cometidos são erros amadores de quem nunca sentou pra fazer uma paródia antes. Possivelmente pior que o terrível 5º filme.
É um copia e cola tão bem feito, que a gente se pergunta o tempo todo: por que? Na minha humilde opinião, um bom live action traz mais do que "como seria com atores reais" e sempre gosto quando há uma mudança interessante, uma adaptação. Aqui, a gente tem o mesmo problema de Moana: o filme foi lançado não tem muito tempo assim, então não acumula problemáticas datadas e não há qualquer tentativa de mudar alguma coisa. Não é como Aladdin que adaptou para os tempos atuais e inovou num live action que divertiu muito. Ou seja: precisávamos mesmo desse filme? É legal, o elenco é bom, os efeitos são incríveis... mas, é só isso. Não tem muito o que pensar. Fiquei o tempo todo torcendo por alguma mudança, alguma novidade. Infelizmente, é só mais um live action. E pensar que o cinema já nos entregou live action como Scooby-Doo (2002) e Os Flintstons (1994) que esses sim eu aplaudo de pé.
Acho que o ponto negativo é que ele é um filme beeeem longo. Será que não dava pra ser de uma hora e meia no máximo? A adaptação é bem legal, é divertido (apesar de algumas piadinhas beeeem infantis e uns efeitos estranhos que até pareciam jogos antigos). Quando vi o trailer, não curti a ideia de mostrar ele no mundo real, mas vendo o filme, senti falta de ter visto mais dele nesse mundo. Não lembro muito dos demais personagens pra saber se ficaram bem adaptados, mas o Esqueleto eu curti muito (inclusive a dublagem). Não deve ter uma sequência, apesar das duas cenas pós créditos torcerem por isso.
Bastante inferior ao primeiro. Muitas músicas (e nenhuma minimamente interessante quanto as do filme anterior) que só serviram pra alongar o filme. Até a fotografia me incomodou em vários momentos. Não é que ficou mais sombrio, ficou mais escuro, mais sem cor, sem vida. Será que não dava pra fazer um filme só? Porque terminou e eu fiquei com a impressão se não dava pra essas duas horas terem sido menos de 40 minutos. O mais interessante foi ver como O Mágico de Oz ficou "de fora" e ao mesmo tempo ainda presente nessa história.
Nem mesmo Fernanda Montenegro conseguiu salvar esse filme. Tudo é tão ruim, que até elenco já antes tão elogiado em outros trabalhos, aqui entregam possivelmente a pior atuação de suas carreiras. Detesto quando um filme nacional não funciona comigo, mas o filme já não traz uma história original e não consegue nem inovar com cenas engraçadas. O filme não é comédia, não é ação, não é drama... Tem horas que ele pensa que é tudo isso, inclusive ele até pensa que entrega um plot inteligente, mas só o fato de tudo ser LITERALMENTE explicado em um video de mensagem já mostra que é um filme bem abaixo do que prometia. Enfim, tudo ruim aqui.
Além de bem superior ao primeiro, consegue ser uma excelente adaptação. Minha criança interior tinha vontade de pular a cada cena idêntica aos jogos e foi impossível não ter aquele sorriso de nostalgia de todas as vezes que joguei com meu irmão ainda no Mega Drive ou brincamos de lutinha fingindo ser os personagens. A caracterização de todos os personagens foi legal, exceto talvez o motivo de eu não dar mais do que 4 estrelas: Sindel. Ela é uma das personagens que mais gosto e, apesar de não ter tido oportunidade de jogar Mortal Kombat desde o quarto jogo, sei que sua participação em jogos mais recentes da franquia tem sido bem valorizada. Porém, cadê o visual icônico dela ou até sua habilidade mais legal, que é os cabelos de chicote? Sua participação foi bem rápida e a ausência dessa habilidade foi um tanto decepcionante. Comentei que o próprio torneio tinha sido deixado de lado no filme anterior e aqui isso é corrigido, porque sao muitas lutas e com coreografia insanas, tanto que é bem difícil escolher um combate preferido. Liu Kang e Kung Lao é coisa de outro mundo. Imagino o trabalho que deve ter sido filmar. Que venham mais filmes com essa qualidade.
Me prometeram filme de múmia e me deram (mais um) filme de possessão demoníaca. É um filme qualquer de alguém possuído, só que aqui tentam ambientar no Egito e nem isso conseguem fazer. Poderiam pelo menos usar os elementos clássicos das histórias de múmias pra uma imersão e originalidade, mas não. Realmente optaram em ir pelo caminho mais fácil e ainda fizeram isso em intermináveis DUAS HORAS DE FILME. Gente, qualquer um sabe que um filme de possessão dificilmente vai precisar de tanto tempo de tela, tanto que quando termina a gente percebe que os personagens não possuem quase nenhum desenvolvimento, só uma apresentação rasa de quem são e qual será seu papel ao longo da trama e nem mesmo a tão conhecida dinâmica familiar conseguiu ser bem usada. As crianças praticamente não têm qualquer importância e cada personagem está ali só pra contribuir com cenas exageradas que poderiam ser descartadas, mas é uma bagunça: tem levitação, cenas gore, vômito, se cortando, mordendo... Alguém fez uma listinhas com os clichês de filme de possessão e deu um jeito de enfiar no filme. Se queria chamar de "A Múmia", então porque não pesquisaram o básico para trazer algo grandioso que esse filme merecia? Cadê as maldições do antigo Egito? Tempestade de areia? Pragas? Tudo isso poderia muito bem ter sido usado por esse vilão, mas ele não faz nada. É o filme todo demonstrando "seu poder" até vermos um final previsível e chato.
Não chega a ser tão violento ou apelativo como O Conto da Aia foi durante um tempo, e eu até entendo as críticas sobre isso. É quase como uma versão mais amenizada de Gilead, mas acho que isso é porque as Aias estavam mais envolvidas em violência, tortura e punições enquanto as Ameixas sofrem mais uma doutrinação e violência psicológica devido ao excesso de restrições que lhes são impostas. Mas as personagens são muito interessantes de acompanhar, a rotina delas nos estudos e as atrizes formam um ótimo combo. Senti falta de cenas mais tensas, de sentir mais medo do que poderia acontecer, mas realmente á uma série bem mais adolescente. Mas gostei e estou ansioso para a próxima temporada.
A maior parte do tempo a gente morre de vergonha alheia porque Collin se submete a um tipo de vida deprimente. Não por se interessar por BDSM, mas por aceitar (BEM) menos do que merece, se tornando um capacho que é visto apenas como subserviência sem ser ouvido. É muito, muito triste. Mas, ao mesmo tempo, faz parte de sua jornada de amadurecimento, de construção de personagem. No entanto
esse "amadurecimento" vem parcialmente nas telas porque depois que o Ray vai embora e ele se sente finalmente pronto para tentar se relacionar, ele busca o mesmo tipo de homem na posição de "mestre", sem que o filme nos mostre o quanto esse "mestre" consegue ceder ou ouvi-lo, enquanto o Ray apenas foge quando se permite ter um vislumbre de uma relação mais leve. Ele gosta desse dia, isso fica nítido. Porém, ele escolhe fugir e ser um covarde. Ok, o Collin coloca pequenas regras na bio do App, mas ainda se coloca como subserviente e amarrando o cadarço do cara que ele literalmente acabou de conhecer. Não tem problema continuar praticamente de BDSM, desde que ele esteja feliz e ele chega a dizer com todas as letras que SIM, está feliz. No entanto, a gente mal vê esses momentos de felicidade dele. É o tempo todo obedecendo em cenas absurdamente desconfortáveis e sem afeto. Afeto que ele almeja, que ele lamenta não ter. Vez ou outra ele sorri com as poucas migalhas que recebe. Não temos como ter certeza até que ponto Collin vai permitir ser usado assim no futuro.
É um bom filme, apesar de surpreender mais nas situações em si do que no roteiro que acaba sendo mais previsível. E gosto bastante dos dois atores.
Qualquer edit que aparecer pra você no tiktok vai ser mil vezes melhor do que o filme em si. Apela pro visual com CGI em excesso e nem pra usar o clichê não presta. Bem ruim
Começou muito bom, mas se torna cansativa rápida. Acho que 40 minutos por episódio é muito pra esse tipo de série, tanto que eles tiveram que apostar em flashback em excesso pra encher linguiça e pior: para passar pano pra personagens tão tóxicos. A relação do casal nunca foi a das melhores, mas apresentar o Les como um sujeito tão deplorável, controlador, tóxico e abusivo e depois tentar "justificar" dizendo que a Lindy tinha seus defeitos, foi a pior coisa. Chega ao ponto da agressividade do Les se tornar extrema e aí
no final, ele mesmo justifica tentar matar a esposa com "fui provocado" e ela ainda perdoa ele, colocando quase como num papel de herói. Desde quando normalizar um comportamento agressivo se tornou aceitável? Antes ele morresse como alguém que buscou a redenção do que ter o perdão
Sério, não dá pra entender qual foi a proposta da série. Podiam ter apostado numa comédia pastelão de 20 minutos, que acho que seria bem mais interessante e divertido de assistir
Não achei ruim, mas também não achei bom. É menos cansativo de assistir do que muitos filmes de heróis, mas não gostei de nenhum personagem. O Wyatt Russell é um gostoso, mas o personagem é bem chatinho. Acho que a falta de personagens carismáticos fez com que o roteiro apostasse no humor, mas também não funciona porque destoa demais. Tem personagens com passado bem obscuro, mas não convence porque o filme está com uma piadinha a cada cinco minutos, esses personagens da Marvel parece que são todos humoristas de stand up antes de serem heróis, eles não conseguem manter seriedade e fica tudo muito infantil. 90% dos filmes da Marvel sofrem com isso. O vilão é um diferencial, talvez o maior acerto, mas ainda fiquei esperando algo mais.
Tudo terminar com discurso motivacional, algo como "não seja violento, é isso que ele quer" não me atrai mais, mas quando eu era pré-adolescente adorava esse tipo de coisa, então entendo quem goste.
É inegavelmente um filme majestoso. Os cenários, a quantidade de figuração, o figurino que a Elizabeth Taylor usa ao longe das mais de três horas de filme... tudo nele esbanja grandiosidade. Mas eu acho que os pontos positivos ficam por toda essa parte técnica e a atuação dela com certeza, mas achei o filme um tanto confuso. A narrativa chega a mudar de forma abrupta e eu descobri pesquisando que foi porque o ator que fazia o Júlio César desistiu e saiu do filme, tendo que mudarem o roteiro pra trazer a segunda parte focada especificamente no Marco Antônio e isso não é muito bem explicado, às vezes o filho dela some da história, nem sempre entendemos realmente o que está acontecendo. Acho que o filme foca na sedução dela e nos romances meio diplomáticos e esquece um pouco de centralizar melhor essa questão das regiões. Será que precisava ser tão longo assim o filme? Sabemos que não, mas dá pra ir parcelando e assistindo aos poucos. Não me arrependo de ver, mas não veria de novo.
Uma das melhores coisas que esse documentário mostrou foi o empenho em construir todo esse universo dos livros. Percebe-se que, mesmo os livros já tendo sido adaptados tanto para o cinema quanto para os jogos, existe um cuidado muito grande em inovar e não apenas copiar. Parece que não vão aproveitar quase nada do visual que vimos nos filmes e onde puderem inovar e criar quase que do zero, eles vão fazer. Aliás, acho que o Hogwarts Legacy tem servido de base pra muita coisa, já que tem uma galera mais nova que conheceu melhor Harry Potter pelo jogo. Hogwarts deixando de ser apenas um castelo europeu pra ter uma relação muito mais próxima com a natureza é o que mais me deixou empolgado, Até mesmo ratos e corujas que eles podiam botar um CGI ou animais de verdade, vão ter animatrônicos pra trazer mais veracidade em algumas cenas. O logo de Hogwarts que foi divulgado eu confesso que ainda me causa estranheza, mas acho que vai ser assim com muita coisa ainda. Não quer dizer que está ruim, apenas diferente até eu ir me acostumando. E a escolha do elenco foi bem acertado, pelo visto. Em algumas imagens que saíram, eu vejo muito a Hermione nessa nova atriz. Aquele papo de "os personagens me remetem aos atores dos filmes" ficou pra trás. Eu vejo os três personagens nesse novo trio. Inclusive eu estendo esse meu comentário aos demais atores: Dumbledore, Minerva e Snape. Único defeito que vi foi na dublagem. Eu espero que ainda não tenham decidido os dubladores ainda e que ainda estejam rolando testes, porque eu detestei essa voz no Snape. Não combina em nada nem com o personagem/ator e nem com a voz dele no original. Enfim, como ainda não saiu trailer dublado, espero que estejam sendo bem rigorosos nos testes com elenco de dublagem.
Eu fui rever a série antiga porque estava doido pra ver essa nova versão, já que os X-Men são meus heróis preferidos, mas a série clássica é lenta demais, muito bagunçada, cheia de personagens e arcos chatos. Acabei pulando as temporadas 4 e 5 e vim direto pra cá. Melhor coisa que eu fiz. O ritmo de X-Men 97 é outro. É muito mais dinâmico, bonito e os arcos são interessantes. Único problema é ser uma temporada curta demais. Agora que acertaram no ritmo, bem que podiam ter feito uma temporada mais longa. Senti que certas tramas foram um pouco corridas. Agora é torcer pra qualidade continuar subindo.
Que temporada ruim, credo. Tudo bem que Coven, apesar da popularidade, é uma das temporadas mais bobinhas por apostarem em algo mais adolescente, romance, clichês de bruxas etc, mas ainda era interessante ver as personagens e o desenrolar da história. Mas aqui fica nítido que nem mesmo as bruxas foram capazes de salvar essa temporada. O que é aquele papel ridículo da Kathy Bates, coitada? Um ciborgue? Boa parte da matança não é com feitiços e magia, mas sim com armas de fogo?! Teria sido mais interessante ver as bruxas da terceira temporada se elas fizessem mais que figuração. Algumas tem 5 falas e olhe lá, sendo que antes foram apresentadas como tão poderosas. O vilão principal é chatíssimo, eu não lembrava de 80% do que rolou na primeira temporada e a série não é boa o bastante pra me fazer assistir nem resumo, muito menos rever a temporada toda. E as bruxas tudo voltando pra um combate de fim de mundo e morrendo em 10 segundos? Cadê os poderes? Não souberam nem explorar de forma criativa como o trabalho em equipe delas podia ter sido épico. Gastaram tanto tempo oferecem bons cachês pra todo mundo voltar que não sobrou tempo pra pagar roteiristas?
Pânico na Floresta: A Fundação
2.7 341 Assista AgoraO final desanda, mas ele consegue ser um filme legal durante boa parte do tempo
O Homem do Saco
2.0 131 Assista AgoraO filme não acontece nada. Como pode? A gente fica mais de uma hora com essa tal ameaça rondando a casa e o filho deles, mas nada acontece. Nem para dizer que as crianças na região estão desaparecendo ou algo assim. Nem mortes tem! Filmes extremamente monótono. Só não foi pior porque não gastei um centavo pra assistir, mas coitado de quem foi ver isso no cinema.
The Boys (5ª Temporada)
2.9 317 Assista AgoraPensei que fosse só ódio da extrema direita fã dessa série que finalmente entendeu que The Boys é uma crítica à extrema direita, mas realmente é uma temporada beeeeem fraca. A maior parte dos episódios é enrolação deles procurando o V1, mas não há muito desenvolvimento. É só matança pra lá e pra cá, como se não soubessem que era uma temporada final. Não sabiam como finalizar a história dos próprios personagens, nem mesmo os do núcleo principal e a prova disso foi ver tantos personagens importantes ao longo da série que morrem de maneira absurdamente tosca. Praticamente foram descartando cada um ali sem o menor cuidado, enquanto davam tempo de tela para personagens que nem tinham aparecido ainda (o inútil do personagem do Jared Padaleck só pra ter esse cara na mesma série que o Jensen. Ai que preguiça). E o que falar do texto? Não que as outras temporadas o roteiro tivesse saído de um convento, mas não é possível que o excesso de palavrão e expressões chulas e sexuais não incomodem as pessoas. Não é um personagem desbocado que tá lá na dele usando seu linguajar próprio, é como se TODOS da série fossem algum depravado sexual ou sentisse a necessidade de usar frases sexuais pra se expressar. Gente, até o PRE-SI-DEN-TE em UMA fala dele nos últimos minutos da série fala sobre "lamber o saco". E aquela cena do "homem e mulher gato" se cheirando? Olha, eu sei que alguns momentos sexuais sempre fizeram parte dessa série, mas não sei se aqui exageraram ou se o roteiro foi tão raso que essa parte se destacou mais. E por último, mas não menos importante: o grande vilão da série
sendo derrotado de maneira tão besta? Ele deixou de ser uma grande ameaça pra ser só um narcisista querendo ser Deus? Eu queria que o próprio grupo dos Sete se juntasse para tentar matá-lo ao invés de serem descartados em cenas esquecíveis...
Supergirl
2.8 258 Assista AgoraEu gostei dessa Supergirl e da atriz que faz ela, mas achei a história do filme muito chata. Até tem uns flashback da infância dela e de como chegou na Terra, mas eu preferia essa história de origem do que acompanhar essa aventura chatinha com essa menina insuportável. Um episódio ou uma HQ até acho válido, mas um filme? Tem tanta cara de boicote ou de burrice, que o filme é super curto. É beeeem diferente do filme do Superman que acerta em não recontar a origem e mostrar um lado dele que a gente não costuma ver, mas essa personagem apareceu bem poucas vezes no cinema. Ela merecia um espaço maior, um desenvolvimento melhor de quem ela é. Botar uma menina de 23 anos agindo como se tivesse 12 e ainda numa posição de responsabilidade é muito chato. O próprio vilão é sem graça e aquele "colega" dela é outro chato. Esse filme não funcionou pra mim, mas eu quero muito ver Supergirl e Superman juntos num próximo filme
Dia D
3.0 543 Assista AgoraEu esperava mais. Não é ruim e acho que tem várias coisas interessantes, mas duas horas e meia de perseguição e pequenos segredos e teorias da conspiração? Tem filmes melhores, mais dinâmicos sobre o mesmo tema. Acho que vale 3 estrelas porque é um bom filme, mas não é daqueles que a gente fica revendo várias vezes, não. O ponto alto do filme é a Emily Blunt e sua personagem que consegue transitar entre as cenas dramáticas e cômicas com naturalidade.
Sedução
1.5 4Pensa em um filme ruim. Pensou? Ele deve ser incrível perto desse aqui. Parece que é uma adaptação mal feita de alguma fic no Wattpad escrita por uma menina de 12 anos vivendo em 2009. A mulher passa o filme todo fantasiando transar com seu próprio marido que, por nenhum motivo particular, não está interessado. Aí ela
BEIJA o cara e interrompe antes que a coisa fique séria, mas conta pro marido e ele dá um chilique antes de decidir fazer terapia de casal. Pronto. O filme é isso. Parece mais um comercial muito longo de alguma clínica de terapia de casais, sei lá
Obsessão
3.9 930 Assista AgoraEu esperava mais. Ok, as atuações são ótimas e algumas situações um tanto bizarras, mas é tudo muito raso. Uma mitologia cheia de furos (tanta gente fazendo pedidos mágicos por aí e não há nenhum sinal? O mundo é normal? Ninguém nunca fez um pedido extraordinário como ter super poderes ou criaturas místicas?). Pesquisando eu vi inclusive que essa minha dúvida foi levada ao diretor e ele mesmo admitiu ser um furo. Não entendi o auê por esse filme, sendo que tem outros da mesma temática mais interessantes (o tão criticado 7 desejos é bem melhor que esse, inclusive).
A Boca do Diabo
2.1 106 Assista AgoraEu não via um filme interessante de tubarão desde Águas rasas. O ponto alto é a ambientação das cavernas e a pouca iluminação que impede que os efeitos sejam ruins e traz ainda aquela sensação de claustrofobia. O ponto fraco é a dificuldade em desenvolver os personagens, tornando todo mundo muito raso e tentando aprofundar as relações ou sentimentos pouco antes do personagem morrer, mas isso não funciona. A gente não liga muito pra ninguém além da protagonista, mesmo seu jeito submissa sendo irritante às vezes. Porém, a gente tem que lembrar que esse tipo de filme não costuma trazer grandes camadas de personalidade ou reviravoltas mirabolantes. Dentro do gênero, ele é um bom filme.
Todo Mundo em Pânico
2.6 356Eu tava com tantas saudades dessa franquia, mas nem parece mais a mesma. Nada funciona aqui, infelizmente. Curiosamente, o filme caiu na armadilha mais besta de quem diz que sátira em 2026 não existe e não funciona por causa do "politicamente correto". O filme transborda de "piadinhas" sobre inclusão, cota, pessoas trans, preconceito... e mesmo não sendo piadinhas ofensivas, elas não conversam com o filme e não têm graça. Apesar de vários personagens terem voltado, eles nem parecem mais os mesmos. Brenda que não parece Brenda, Cindy que parece que nem tá levando a sério tudo o que está rolando e o pior: o filme não se conecta e é só um amontoado de esquetes pra satirizar algumas cenas de terror recente. Sério, eu tô um pouco chocado até agora porque o que fizeram aqui, os erros cometidos são erros amadores de quem nunca sentou pra fazer uma paródia antes. Possivelmente pior que o terrível 5º filme.
Como Treinar o seu Dragão
4.1 293 Assista AgoraÉ um copia e cola tão bem feito, que a gente se pergunta o tempo todo: por que? Na minha humilde opinião, um bom live action traz mais do que "como seria com atores reais" e sempre gosto quando há uma mudança interessante, uma adaptação. Aqui, a gente tem o mesmo problema de Moana: o filme foi lançado não tem muito tempo assim, então não acumula problemáticas datadas e não há qualquer tentativa de mudar alguma coisa. Não é como Aladdin que adaptou para os tempos atuais e inovou num live action que divertiu muito. Ou seja: precisávamos mesmo desse filme? É legal, o elenco é bom, os efeitos são incríveis... mas, é só isso. Não tem muito o que pensar. Fiquei o tempo todo torcendo por alguma mudança, alguma novidade. Infelizmente, é só mais um live action. E pensar que o cinema já nos entregou live action como Scooby-Doo (2002) e Os Flintstons (1994) que esses sim eu aplaudo de pé.
Mestres do Universo
3.2 457 Assista AgoraAcho que o ponto negativo é que ele é um filme beeeem longo. Será que não dava pra ser de uma hora e meia no máximo? A adaptação é bem legal, é divertido (apesar de algumas piadinhas beeeem infantis e uns efeitos estranhos que até pareciam jogos antigos). Quando vi o trailer, não curti a ideia de mostrar ele no mundo real, mas vendo o filme, senti falta de ter visto mais dele nesse mundo. Não lembro muito dos demais personagens pra saber se ficaram bem adaptados, mas o Esqueleto eu curti muito (inclusive a dublagem). Não deve ter uma sequência, apesar das duas cenas pós créditos torcerem por isso.
Wicked: Parte 2
3.4 167 Assista AgoraBastante inferior ao primeiro. Muitas músicas (e nenhuma minimamente interessante quanto as do filme anterior) que só serviram pra alongar o filme. Até a fotografia me incomodou em vários momentos. Não é que ficou mais sombrio, ficou mais escuro, mais sem cor, sem vida. Será que não dava pra fazer um filme só? Porque terminou e eu fiquei com a impressão se não dava pra essas duas horas terem sido menos de 40 minutos. O mais interessante foi ver como O Mágico de Oz ficou "de fora" e ao mesmo tempo ainda presente nessa história.
Velhos Bandidos
3.0 88 Assista AgoraNem mesmo Fernanda Montenegro conseguiu salvar esse filme. Tudo é tão ruim, que até elenco já antes tão elogiado em outros trabalhos, aqui entregam possivelmente a pior atuação de suas carreiras. Detesto quando um filme nacional não funciona comigo, mas o filme já não traz uma história original e não consegue nem inovar com cenas engraçadas. O filme não é comédia, não é ação, não é drama... Tem horas que ele pensa que é tudo isso, inclusive ele até pensa que entrega um plot inteligente, mas só o fato de tudo ser LITERALMENTE explicado em um video de mensagem já mostra que é um filme bem abaixo do que prometia. Enfim, tudo ruim aqui.
Mortal Kombat 2
3.2 343 Assista AgoraAlém de bem superior ao primeiro, consegue ser uma excelente adaptação. Minha criança interior tinha vontade de pular a cada cena idêntica aos jogos e foi impossível não ter aquele sorriso de nostalgia de todas as vezes que joguei com meu irmão ainda no Mega Drive ou brincamos de lutinha fingindo ser os personagens. A caracterização de todos os personagens foi legal, exceto talvez o motivo de eu não dar mais do que 4 estrelas: Sindel. Ela é uma das personagens que mais gosto e, apesar de não ter tido oportunidade de jogar Mortal Kombat desde o quarto jogo, sei que sua participação em jogos mais recentes da franquia tem sido bem valorizada. Porém, cadê o visual icônico dela ou até sua habilidade mais legal, que é os cabelos de chicote? Sua participação foi bem rápida e a ausência dessa habilidade foi um tanto decepcionante. Comentei que o próprio torneio tinha sido deixado de lado no filme anterior e aqui isso é corrigido, porque sao muitas lutas e com coreografia insanas, tanto que é bem difícil escolher um combate preferido. Liu Kang e Kung Lao é coisa de outro mundo. Imagino o trabalho que deve ter sido filmar. Que venham mais filmes com essa qualidade.
Maldição da Múmia
3.0 337Me prometeram filme de múmia e me deram (mais um) filme de possessão demoníaca. É um filme qualquer de alguém possuído, só que aqui tentam ambientar no Egito e nem isso conseguem fazer. Poderiam pelo menos usar os elementos clássicos das histórias de múmias pra uma imersão e originalidade, mas não. Realmente optaram em ir pelo caminho mais fácil e ainda fizeram isso em intermináveis DUAS HORAS DE FILME. Gente, qualquer um sabe que um filme de possessão dificilmente vai precisar de tanto tempo de tela, tanto que quando termina a gente percebe que os personagens não possuem quase nenhum desenvolvimento, só uma apresentação rasa de quem são e qual será seu papel ao longo da trama e nem mesmo a tão conhecida dinâmica familiar conseguiu ser bem usada. As crianças praticamente não têm qualquer importância e cada personagem está ali só pra contribuir com cenas exageradas que poderiam ser descartadas, mas é uma bagunça: tem levitação, cenas gore, vômito, se cortando, mordendo... Alguém fez uma listinhas com os clichês de filme de possessão e deu um jeito de enfiar no filme. Se queria chamar de "A Múmia", então porque não pesquisaram o básico para trazer algo grandioso que esse filme merecia? Cadê as maldições do antigo Egito? Tempestade de areia? Pragas? Tudo isso poderia muito bem ter sido usado por esse vilão, mas ele não faz nada. É o filme todo demonstrando "seu poder" até vermos um final previsível e chato.
Os Testamentos: Das Filhas De Gilead (1ª Temporada)
4.2 46 Assista AgoraNão chega a ser tão violento ou apelativo como O Conto da Aia foi durante um tempo, e eu até entendo as críticas sobre isso. É quase como uma versão mais amenizada de Gilead, mas acho que isso é porque as Aias estavam mais envolvidas em violência, tortura e punições enquanto as Ameixas sofrem mais uma doutrinação e violência psicológica devido ao excesso de restrições que lhes são impostas. Mas as personagens são muito interessantes de acompanhar, a rotina delas nos estudos e as atrizes formam um ótimo combo. Senti falta de cenas mais tensas, de sentir mais medo do que poderia acontecer, mas realmente á uma série bem mais adolescente. Mas gostei e estou ansioso para a próxima temporada.
Pillion
3.2 91A maior parte do tempo a gente morre de vergonha alheia porque Collin se submete a um tipo de vida deprimente. Não por se interessar por BDSM, mas por aceitar (BEM) menos do que merece, se tornando um capacho que é visto apenas como subserviência sem ser ouvido. É muito, muito triste. Mas, ao mesmo tempo, faz parte de sua jornada de amadurecimento, de construção de personagem. No entanto
esse "amadurecimento" vem parcialmente nas telas porque depois que o Ray vai embora e ele se sente finalmente pronto para tentar se relacionar, ele busca o mesmo tipo de homem na posição de "mestre", sem que o filme nos mostre o quanto esse "mestre" consegue ceder ou ouvi-lo, enquanto o Ray apenas foge quando se permite ter um vislumbre de uma relação mais leve. Ele gosta desse dia, isso fica nítido. Porém, ele escolhe fugir e ser um covarde. Ok, o Collin coloca pequenas regras na bio do App, mas ainda se coloca como subserviente e amarrando o cadarço do cara que ele literalmente acabou de conhecer. Não tem problema continuar praticamente de BDSM, desde que ele esteja feliz e ele chega a dizer com todas as letras que SIM, está feliz. No entanto, a gente mal vê esses momentos de felicidade dele. É o tempo todo obedecendo em cenas absurdamente desconfortáveis e sem afeto. Afeto que ele almeja, que ele lamenta não ter. Vez ou outra ele sorri com as poucas migalhas que recebe. Não temos como ter certeza até que ponto Collin vai permitir ser usado assim no futuro.
É um bom filme, apesar de surpreender mais nas situações em si do que no roteiro que acaba sendo mais previsível. E gosto bastante dos dois atores.
Anatema
1.4 9 Assista AgoraQualquer edit que aparecer pra você no tiktok vai ser mil vezes melhor do que o filme em si. Apela pro visual com CGI em excesso e nem pra usar o clichê não presta. Bem ruim
Uma Esposa em Miniatura (1ª Temporada)
2.4 4 Assista AgoraComeçou muito bom, mas se torna cansativa rápida. Acho que 40 minutos por episódio é muito pra esse tipo de série, tanto que eles tiveram que apostar em flashback em excesso pra encher linguiça e pior: para passar pano pra personagens tão tóxicos. A relação do casal nunca foi a das melhores, mas apresentar o Les como um sujeito tão deplorável, controlador, tóxico e abusivo e depois tentar "justificar" dizendo que a Lindy tinha seus defeitos, foi a pior coisa. Chega ao ponto da agressividade do Les se tornar extrema e aí
no final, ele mesmo justifica tentar matar a esposa com "fui provocado" e ela ainda perdoa ele, colocando quase como num papel de herói. Desde quando normalizar um comportamento agressivo se tornou aceitável? Antes ele morresse como alguém que buscou a redenção do que ter o perdão
Sério, não dá pra entender qual foi a proposta da série. Podiam ter apostado numa comédia pastelão de 20 minutos, que acho que seria bem mais interessante e divertido de assistir
Thunderbolts*
3.4 481 Assista AgoraNão achei ruim, mas também não achei bom. É menos cansativo de assistir do que muitos filmes de heróis, mas não gostei de nenhum personagem. O Wyatt Russell é um gostoso, mas o personagem é bem chatinho. Acho que a falta de personagens carismáticos fez com que o roteiro apostasse no humor, mas também não funciona porque destoa demais. Tem personagens com passado bem obscuro, mas não convence porque o filme está com uma piadinha a cada cinco minutos, esses personagens da Marvel parece que são todos humoristas de stand up antes de serem heróis, eles não conseguem manter seriedade e fica tudo muito infantil. 90% dos filmes da Marvel sofrem com isso. O vilão é um diferencial, talvez o maior acerto, mas ainda fiquei esperando algo mais.
Tudo terminar com discurso motivacional, algo como "não seja violento, é isso que ele quer" não me atrai mais, mas quando eu era pré-adolescente adorava esse tipo de coisa, então entendo quem goste.
Cleópatra
4.0 326 Assista AgoraÉ inegavelmente um filme majestoso. Os cenários, a quantidade de figuração, o figurino que a Elizabeth Taylor usa ao longe das mais de três horas de filme... tudo nele esbanja grandiosidade. Mas eu acho que os pontos positivos ficam por toda essa parte técnica e a atuação dela com certeza, mas achei o filme um tanto confuso. A narrativa chega a mudar de forma abrupta e eu descobri pesquisando que foi porque o ator que fazia o Júlio César desistiu e saiu do filme, tendo que mudarem o roteiro pra trazer a segunda parte focada especificamente no Marco Antônio e isso não é muito bem explicado, às vezes o filho dela some da história, nem sempre entendemos realmente o que está acontecendo. Acho que o filme foca na sedução dela e nos romances meio diplomáticos e esquece um pouco de centralizar melhor essa questão das regiões. Será que precisava ser tão longo assim o filme? Sabemos que não, mas dá pra ir parcelando e assistindo aos poucos. Não me arrependo de ver, mas não veria de novo.
À Procura de Harry: A Arte por Trás da Magia
3.7 3 Assista AgoraUma das melhores coisas que esse documentário mostrou foi o empenho em construir todo esse universo dos livros. Percebe-se que, mesmo os livros já tendo sido adaptados tanto para o cinema quanto para os jogos, existe um cuidado muito grande em inovar e não apenas copiar. Parece que não vão aproveitar quase nada do visual que vimos nos filmes e onde puderem inovar e criar quase que do zero, eles vão fazer. Aliás, acho que o Hogwarts Legacy tem servido de base pra muita coisa, já que tem uma galera mais nova que conheceu melhor Harry Potter pelo jogo. Hogwarts deixando de ser apenas um castelo europeu pra ter uma relação muito mais próxima com a natureza é o que mais me deixou empolgado, Até mesmo ratos e corujas que eles podiam botar um CGI ou animais de verdade, vão ter animatrônicos pra trazer mais veracidade em algumas cenas. O logo de Hogwarts que foi divulgado eu confesso que ainda me causa estranheza, mas acho que vai ser assim com muita coisa ainda. Não quer dizer que está ruim, apenas diferente até eu ir me acostumando. E a escolha do elenco foi bem acertado, pelo visto. Em algumas imagens que saíram, eu vejo muito a Hermione nessa nova atriz. Aquele papo de "os personagens me remetem aos atores dos filmes" ficou pra trás. Eu vejo os três personagens nesse novo trio. Inclusive eu estendo esse meu comentário aos demais atores: Dumbledore, Minerva e Snape. Único defeito que vi foi na dublagem. Eu espero que ainda não tenham decidido os dubladores ainda e que ainda estejam rolando testes, porque eu detestei essa voz no Snape. Não combina em nada nem com o personagem/ator e nem com a voz dele no original. Enfim, como ainda não saiu trailer dublado, espero que estejam sendo bem rigorosos nos testes com elenco de dublagem.
X-Men '97 (1ª Temporada)
4.5 267 Assista AgoraEu fui rever a série antiga porque estava doido pra ver essa nova versão, já que os X-Men são meus heróis preferidos, mas a série clássica é lenta demais, muito bagunçada, cheia de personagens e arcos chatos. Acabei pulando as temporadas 4 e 5 e vim direto pra cá. Melhor coisa que eu fiz. O ritmo de X-Men 97 é outro. É muito mais dinâmico, bonito e os arcos são interessantes. Único problema é ser uma temporada curta demais. Agora que acertaram no ritmo, bem que podiam ter feito uma temporada mais longa. Senti que certas tramas foram um pouco corridas. Agora é torcer pra qualidade continuar subindo.
American Horror Story: Apocalypse (8ª Temporada)
3.5 514Que temporada ruim, credo. Tudo bem que Coven, apesar da popularidade, é uma das temporadas mais bobinhas por apostarem em algo mais adolescente, romance, clichês de bruxas etc, mas ainda era interessante ver as personagens e o desenrolar da história. Mas aqui fica nítido que nem mesmo as bruxas foram capazes de salvar essa temporada. O que é aquele papel ridículo da Kathy Bates, coitada? Um ciborgue? Boa parte da matança não é com feitiços e magia, mas sim com armas de fogo?! Teria sido mais interessante ver as bruxas da terceira temporada se elas fizessem mais que figuração. Algumas tem 5 falas e olhe lá, sendo que antes foram apresentadas como tão poderosas. O vilão principal é chatíssimo, eu não lembrava de 80% do que rolou na primeira temporada e a série não é boa o bastante pra me fazer assistir nem resumo, muito menos rever a temporada toda. E as bruxas tudo voltando pra um combate de fim de mundo e morrendo em 10 segundos? Cadê os poderes? Não souberam nem explorar de forma criativa como o trabalho em equipe delas podia ter sido épico. Gastaram tanto tempo oferecem bons cachês pra todo mundo voltar que não sobrou tempo pra pagar roteiristas?