1. Pra que manter Cobel? Personagem chata. Tudo bem se fizesse uma ponta aqui e ali, mas dedicar um episódio inteiro e varias outras cenas pra ela? Desnecessário 2. O último episódio foi bem legal, mas o roteiro facilitou demaaaaaaaaaaaais pros mocinhos. Não tem segurança no prédio? E eles deixaram Mark livre mesmo sabendo do plano dele? 3. Eu queria que Milkshake tivesse mais participação ali, nao apenas trancado no banheiro.
Então, é uma série que não dá pra ser levada a sério. É beeem tosco o roteiro. A única parte menos absurda é o passado de Cassandra em vida. Fora isso é extremamente implausível, em especial o comportamento do pai. Parecia uma sketch de comédia, sério mesmo. Então se for assistir só pra dar umas risadas, é legal pra passar o tempo. Não mais que isso
Fiquei até animado por ter uma nota razoavelmente boa (4.1/5) e me empolguei no primeiro episódio. No entanto, a série é um drama sobre um casal gay com superpoderes, mas não uma série de vampiro. E não me entenda mal, pois eu gostei do fato de Louis ser negro e dos dois vampiros terem uma relação afetiva, MAS...
Depois que Louis se transforma, ele continua igualzinho à sua vida como humano, mesmas expressões, mesmas relações, ninguém desconfia sobre seus olhos se tornarem verdes. As transformações e as mortes de pessoas próximas não o afetam.
Então como disse, é como se o tema "vampiro" fosse apenas uma desculpa para contar essa estória, e não o centro dela. E sinceramente, provavelmente se a série não tivesse nada relacionado a vampiros eu poderia gostar como um drama queer. Acho que a ideia deles serem vampiros mais atrapalha que ajuda. Toda a parte sobre aprender os novos poderes aos poucos, sobre usá-los para seduzir os outros, toda a parte dos conflitos ficaram de lado, superficiais, dando lugar a uma violência explícita e gratuita que não abalada em nada porque não é construída, é repentina e exagerada,
A série tem bons e maus momentos. Não começa muito bem e tem uma insistente e cansativa narração do protagonista: vemos ele bebendo água, e ele narra "e então eu bebi água". A sensação em alguns momentos é que eu estava lendo um livro, não assistindo a uma série. Porém tem alguns bons momentos, a maioria deles relacionados à personagem Teri.
O que mais estraga a estória é a montagem. Alguns acontecimentos, que só bem mais tarde explicam determinados comportamentos, poderiam ter sido mostrados muito antes, assim teríamos maior empatia com o protagonista. Como consequência, é difícil de gostar dele ou dos personagens envolvidos na estória.
Só tem de bom a fotografia e a montagem. O roteiro é muito inferior ao filme original. Mesmo tendoo muito mais horas por ser uma série, aqui a estória é muito mais rasa e sem argumentos. Desisti no 5º episódio e revi o filme O Talentoso Ripley pra tirar a prova. E exceto a fotografia, o filme é muito mais profundo. Pelo menos aqui faz sentido a série se chamar "Ripley" sem a parte do "Talentoso", porque é isso que ele é aqui, sem talento algum, apenas "Ripley"
Bem marromenos. Pra quem quer só se distrair e não é uma pessoa crítica, funciona. Mas se for exigente como eu, não tanto. Roteiro atua quase como uma obra infanto-juvenil que se utiliza de coincidências e vilões convenientemente misericordiosos que dão inúmeras chances de escape ou vingança para os mocinhos, ao ponto de literalmente entregar uma arma carregada na mão deles. Ameaça e não faz. Ameaça e não faz. Ameaça e entrega uma arma. What?
Além disso, foi muito difícil acreditar que somente o suposto "genio" "protagonista" tinha acesso a um rádio e somente ele poderia acessar a frequência 13.10 como se isso foi algo muito difícil. Coloquei "gênio" entre áspas porque o roteiro insiste nisso, mas não mostra ele fazendo nada demais. Trocar um fio é algo que qualquer um faz. "protagonista" entre áspas porque ele apenas é empurrado de lá pra cá por outros personagens. Ele não age, só reage. Se dependesse dele, a série era basicamente ele ouvindo e consetando o rádio, nada mais.
Por outro lado, se for assistir bem de forma bem distraída, serve pra passar o tempo. Agora, se for como eu, vai ser difícil acreditar que um tiro no buraco da chave vai abrir uma porta trancada. rrsrs
Assisti pela terceira vez essa temporada. A primeira vez que vi fiquei impressionado. A segunda, me aborreci. A terceira voltei a achar genial. Mas confesso que tô gostando mais da segunda temporada.
Esperava mais de Fargo, considerada uma série inteligente. Porém, a trama frequentemente emburrece os personagens, especialmente a polícia, para favorecer o protagonista Lester e o vilão Malvo. Embora elegante, a série carece da inteligência de outras como Hannibal e Breaking Bad.
A narrativa perde a imersão ao ultrapassar os limites da comédia, introduzindo situações absurdas sem coerência ou motivação. A série começa como uma investigação criminal, mas evolui para uma sátira pastelona e se encerra não na base da lógica investigativa pela qual finalmente a polícia ou o protagonista consegue descobrir o paradeiro do vilão, mas em uma tremenda coincidência anticlimática, decepcionando quem busca tramas mais complexas
Sinceramente, pegaram uma material que dava pra fazer 2 temporadas e resumiram muito corriqueiramente, deixando a série anticlimática, cheia de deus ex-machina e transformaram Joel numa espécie de super herói.
Os episódios não tem liga entre si. Os conflitos são resolvidos MUITO facilmente e de forma bastante anticlimática. O roteiro está sempre alertando para um GRANDE perido à frente, mas na verdade o perigo é pequenininho e de fácil resolução, já que Joel e Ellie são praticamente super heróis imortais.
Bons diálogos e atuações, mas roteiro mediano, bastante resumido e anticlimático. TODOS os conflitos são rapida e facilmente resolvidos, inclusive contando com a sorte. Não existe uma construção narrativa nem estratégica para essas resoluções. Milagrosamente, os protagonistas são salvos ou superam os inimigos "porque sim".
Pelas notas dos episódios no IMDB, a maioria dos espectadores queriam apenas ver tiro e sangue. Deram notas altíssimas para episódios extremamente inverossímeis e notas baixas para os episódios escritos com mais cuidado. É o legado do pessoal que joga ou que assiste filmes da Marvel e não pensa muito sobre o que tá acontecendo. Joel deixa de ser um ser humano para ser basicamente um super herói.
O mais sem sentido no final das contas foi: se Marlene já estava prevendo ir para aquele hospital, porque não foram todos juntos com o Joel e Ellie? Deixaram os dois se virando sozinhos com um arco importantíssimo podendo eles mesmos levarem a menina com um EXERCITO praticamente? ZERO SENTIDO. Fiquei muito puto com isso. E no final das contas, Joel se torna um psicopata e eles fazem aquela cena super rápida e sem clima. Não deu nem tempo de sentir empatia pelo que Joel tava sentindo ou pensando.
Esse final me deixou com um quentinho no coração. Essa temporada é realmente melhor que a primeira, sem aquela picuinha de George não apresentar Mae pros amigos e sendo uma escrota. Aqui, os problemas são outros e elas estão mais maduras, especialmente a partir do 2º episódio. A sensação é que Mae vai amadurecendo à medida que começa a lidar com seus problemas. E é muito reconfortante ver George oferecendo o apoio emocional que ela precisava.
A temporada toca em pontos muito importantes: pedofilia, abuso sexual, mas sem virar uma obra institucional ou hipócrita. Corajosa. Fora isso, a temporada é muuuito divertida. E amei que deram mais espaço pro MELHOR e mais querido personagem dessa série: Phil! Em resumo, tudo que eu não gostava na primeira temporada ficou pra trás. E o que eu mais queria ver aconteceu. Amei!
Recomendo. É divertida e interessante, tem personagens únicos (Bill é o melhor), episódios curtinhos, mas falta um pouco de timming.
Os acontecimentos às vezes não são muito bem distribuídos, e alguns importantes acabam ficando um pouco de lado pra dar espaço a situações secundárias que, embora agreguem na questão diversão, acabam tomando tempo de tela do que realmente importa que é o casal. Exemplos:
Quando Mae sai com Riven e os dois usam cocaína, é um momento bacana que dá um vislumbre de como era Mae no passado, mas colocar isso perto do final acabou deixando a resolução da temporada anticlimática e corriqueira demais.
Quando George "revela" pros amigos não intencionalmente que está em uma relação homoafetiva, não vemos como isso impacta na vida dela. Esse assunto é importante porque é MUITO comum na vida real. Só vemos umas mensagens no celular, nada mais. Nenhum amigo se afasta, a família não a rejeita, NADA. Isso pra mim fez falta, principalmente porque ela sempre fazia questão de dizer "Eu contei pra todo mundo, eu mudei" quando na verdade não fez de propósito, e Mae nem a critica por isso. Nem mesmo quando voltamos a ver George com os amigos, ninguém tá nem ligando pra esse assunto.
Menos importante, mas também um pouco broxante: Quando o comediante famoso aparece e chama ela para se apresentar, existe a expectativa de vermos ela nervosa se apresentando ali, além de queremos ver a evolução dela, mas.... Não mostram. E mais à frente, quando ela fica famosa, também não mostram. Nem sequer 30 segundos da apresentação. E isso é algo importante para a personagem.
Me incomodou um pouco o exagero da obcessão de Mae por George. Tudo que G pedia, Mae fazia. Até certo ponto é importante mostrar isso, mas depois de um momento, parece mais uma infantilidade de Mae do que uma obcessão.
A resolução da temporada com a mãe saindo do armário foi péssima porque foi bem inverossímil, tanto o fato de a mãe estar no armário quanto ela ter desistido tão facilmente e saído da cena. Mesmo porque de onde ela estava certamente dava pra ouvir a conversa toda. Acho que pra a mãe fazer esse esforço todo, ela insistiria um pouco mais em convencer Mae a ficar com George
Como roteirista, vou dar minha opinião sobre o ep3 que muita gente tá falando:
O episódio aproxima um pouco mais a relação entre Joel e Ellie, mostra mais da personalidade de cada um individualmente também. Porém a função desse episódio é mostrar como seria a vida humana a longo prazo durante um apocalipse desse tipo. E como exemplo, usa-se o casal Bill e Frank.
Não sei se vocês assistiram Chernobyl, do mesmo diretor, mas quando se trata de um acontecimento que afeta a vida de milhões, bilhões de pessoas, é interessante ver na série diferentes pontos de vista. Aqui isso também foi feito, e muito bem realizado, muito bem atuado.
Minha única crítica para o episódio é o tempo de tela dedicado a personagens que nem foram introduzidos antes e não vão ficar muito tempo na série. E o fato de ser logo no 3º episódio, a questão se agrava porque as pessoas querem ver mais os protagonistas. Se fosse no 6º ep faria mais sentido pois ja´teríamos visto bastante de Joel e Ellie e poderia até servir de alívio.
Mas se você assistir de coração aberto, sem ansiedade e com um mínimo de empatia, verá que o episódio é lindo demais, e é muito interessante ver aqueles personagens interagindo.
1. "Não gostei": Nem tudo é feito pra te agradar. Aceite. Não gostou, problema seu, muita gente gostou. 2. "Fizeram o ep. pra agradar a minoria LGBT". Quem jogou e falou isso não jogou direito. Na estória original, Bill e Frank são um casal. A diferença é que na época do jogo casais gays eram tratados nos filmes e jogos como doentes. Felizmente a realidade mudou, e sendo uma adaptação, precisa se adaptar. A série aprofunda o que o jogo descarta feito papel higiênico. 3. "Mudaram a estória". Errado. Adaptaram. A estória permaneceu a mesma: Joel e Ellie entram na cidade de Bill e saem com o carro. 4. O episódio não é perfeito. Eu sei. Eu também gostaria de mais ação, por exemplo. Mas isso vai ter de sobra. Não é um jogo, é uma série.
Conclusão: a única razão pra vocês não gostarem do episódio, mesmo que não se deem conta, é homofobia.
Esperava uma série ok e recebi uma série ok. O que realmente é interessante na série são algumas atrizes como Jenna Ortega e Gwendoline, mas de resto a trama e a direção é bem infantil mesmo
Primeira vez que assisti à série, achei essa temporada ruim, mas aceitei porque tava mais no clima. AGora, reassistindo, só caiu no conceito. A 5ª é ruim, mas essa conseguiu superar principalmente com a interação Jon e Daenerys
Que série HORRÍVEL. Parece aquelas novelas genéricas de época da Globo. Diálogos ruins, atuações podres, direção e roteiro pobres e perdidos. Parece mais uma paródia de Game of Thrones. Draminhas adolescentes, forçados, tudo sem nenhum timming.
Perdeu completamente o sentido. Parece até que é outra série bem diferente com os mesmos atores. Infelizmente na 3ª temporada já caiu bastante quando começaram a reaproveitar personagens mortos, mas pelo menos a estória tinha um sentido, os objetivos estavam claros e era original. Assisiti ao 1º episódio e achei péssimo. Vi o 2º e o 3º na esperança de melhorar, mas só piora. Dialogos e atuações ruins, direção e roteiro toscos. Os personagens não tem objetivos claros, apenas são jogados de um lugar para o outro sem que esses movimentos tragam algum resultado. Temos atores reciclados, personagens imortais. E por sinal, não tem limite nem custo nem material pra produzir robôs? Para fazer uma cópia humana não era necessário anos de testes? Por que agora é tão fácil fazer cópia até com cuspe? HORRÍVEL. Desisto.
Pra quem gostava mais do lado familiar da série, do melodrama, provavelmente vai gostar ainda mais dessa temporada. Fora isso, a segunda perde em todos os quesitos. Toda a parte da ficção cietífica, da urgência, do perigo e do esforço para desenvolver habilidades fica em segundo plano aqui, servindo apenas de ponte para vários flashbacks. Praticamente virou uma novela mexicana, exceto quando entra o passado de Geraldine, avó de Alma, aí a série consegue recuperar um pouco da sua essência, mas ainda assim as resoluções são muito fáceis.
A série é excelente, com maior destaque para a trilha musical que é simplesmente GENIAL e direção é muito boa. Roteiro tem algumas falhas para quem é mais exigente, porque ele deliberadamente cria situações que facilitam a vida dos personagens em diversos momentos.
Tratando-se de uma realidade onde os personagens estão sob constante vigilância com câmeras e tudo mais, emburrecer os vilões ou retirá-los completamente de cena só enfraquece a estória. Apesar disso, dá pra relevar e "aceitar" a trama por causa da estranheza dessa realidade e do tom cômico.
Só tem uma coisa que não deu pra relevar e estragou minha experiência: Patricia Arquette (personagem Harmony). Todas as cenas que ela aparece me tiraram da imersão. Parecia que ela estava brincando o tempo todo, fossem nos momentos sérios ou divertidos. Nâo sei se foi escolha da direção, mas pra mim ela destoa completamente de todos os outros personagens.
Alien: Earth (1ª Temporada)
3.2 276 Assista AgoraOs atores e a direção são boas, mas o roteiro é cheio de inconsistências especialmente em relação aos personagens. MAAAAASS dá pra entreter
Ruptura (2ª Temporada)
4.1 346 Assista AgoraManteve a qualidade em todos os sentidos, exceto roteiro em alguns pontos.
1. Pra que manter Cobel? Personagem chata. Tudo bem se fizesse uma ponta aqui e ali, mas dedicar um episódio inteiro e varias outras cenas pra ela? Desnecessário
2. O último episódio foi bem legal, mas o roteiro facilitou demaaaaaaaaaaaais pros mocinhos. Não tem segurança no prédio? E eles deixaram Mark livre mesmo sabendo do plano dele?
3. Eu queria que Milkshake tivesse mais participação ali, nao apenas trancado no banheiro.
Cassandra
3.4 177 Assista AgoraEntão, é uma série que não dá pra ser levada a sério. É beeem tosco o roteiro. A única parte menos absurda é o passado de Cassandra em vida. Fora isso é extremamente implausível, em especial o comportamento do pai. Parecia uma sketch de comédia, sério mesmo. Então se for assistir só pra dar umas risadas, é legal pra passar o tempo. Não mais que isso
Entrevista com o Vampiro (1ª Temporada)
4.1 109Fiquei até animado por ter uma nota razoavelmente boa (4.1/5) e me empolguei no primeiro episódio. No entanto, a série é um drama sobre um casal gay com superpoderes, mas não uma série de vampiro. E não me entenda mal, pois eu gostei do fato de Louis ser negro e dos dois vampiros terem uma relação afetiva, MAS...
Depois que Louis se transforma, ele continua igualzinho à sua vida como humano, mesmas expressões, mesmas relações, ninguém desconfia sobre seus olhos se tornarem verdes. As transformações e as mortes de pessoas próximas não o afetam.
Então como disse, é como se o tema "vampiro" fosse apenas uma desculpa para contar essa estória, e não o centro dela. E sinceramente, provavelmente se a série não tivesse nada relacionado a vampiros eu poderia gostar como um drama queer. Acho que a ideia deles serem vampiros mais atrapalha que ajuda. Toda a parte sobre aprender os novos poderes aos poucos, sobre usá-los para seduzir os outros, toda a parte dos conflitos ficaram de lado, superficiais, dando lugar a uma violência explícita e gratuita que não abalada em nada porque não é construída, é repentina e exagerada,
Bebê Rena
4.0 633 Assista AgoraA série tem bons e maus momentos. Não começa muito bem e tem uma insistente e cansativa narração do protagonista: vemos ele bebendo água, e ele narra "e então eu bebi água". A sensação em alguns momentos é que eu estava lendo um livro, não assistindo a uma série. Porém tem alguns bons momentos, a maioria deles relacionados à personagem Teri.
O que mais estraga a estória é a montagem. Alguns acontecimentos, que só bem mais tarde explicam determinados comportamentos, poderiam ter sido mostrados muito antes, assim teríamos maior empatia com o protagonista. Como consequência, é difícil de gostar dele ou dos personagens envolvidos na estória.
Ripley
4.1 112 Assista AgoraSó tem de bom a fotografia e a montagem. O roteiro é muito inferior ao filme original. Mesmo tendoo muito mais horas por ser uma série, aqui a estória é muito mais rasa e sem argumentos. Desisti no 5º episódio e revi o filme O Talentoso Ripley pra tirar a prova. E exceto a fotografia, o filme é muito mais profundo. Pelo menos aqui faz sentido a série se chamar "Ripley" sem a parte do "Talentoso", porque é isso que ele é aqui, sem talento algum, apenas "Ripley"
O Problema dos 3 Corpos (1ª Temporada)
3.5 207 Assista AgoraA premissa é legal, gera curiosidade especialmente no início, mas o roteirista é meio doido e pouco criativo.
Toda Luz que Não Podemos Ver
3.8 84 Assista AgoraBem marromenos. Pra quem quer só se distrair e não é uma pessoa crítica, funciona. Mas se for exigente como eu, não tanto. Roteiro atua quase como uma obra infanto-juvenil que se utiliza de coincidências e vilões convenientemente misericordiosos que dão inúmeras chances de escape ou vingança para os mocinhos, ao ponto de literalmente entregar uma arma carregada na mão deles. Ameaça e não faz. Ameaça e não faz. Ameaça e entrega uma arma. What?
Além disso, foi muito difícil acreditar que somente o suposto "genio" "protagonista" tinha acesso a um rádio e somente ele poderia acessar a frequência 13.10 como se isso foi algo muito difícil. Coloquei "gênio" entre áspas porque o roteiro insiste nisso, mas não mostra ele fazendo nada demais. Trocar um fio é algo que qualquer um faz. "protagonista" entre áspas porque ele apenas é empurrado de lá pra cá por outros personagens. Ele não age, só reage. Se dependesse dele, a série era basicamente ele ouvindo e consetando o rádio, nada mais.
Por outro lado, se for assistir bem de forma bem distraída, serve pra passar o tempo. Agora, se for como eu, vai ser difícil acreditar que um tiro no buraco da chave vai abrir uma porta trancada. rrsrs
Breaking Bad (1ª Temporada)
4.5 1,4K Assista AgoraAssisti pela terceira vez essa temporada. A primeira vez que vi fiquei impressionado. A segunda, me aborreci. A terceira voltei a achar genial. Mas confesso que tô gostando mais da segunda temporada.
Fargo (1ª Temporada)
4.5 536 Assista AgoraEsperava mais de Fargo, considerada uma série inteligente. Porém, a trama frequentemente emburrece os personagens, especialmente a polícia, para favorecer o protagonista Lester e o vilão Malvo. Embora elegante, a série carece da inteligência de outras como Hannibal e Breaking Bad.
A narrativa perde a imersão ao ultrapassar os limites da comédia, introduzindo situações absurdas sem coerência ou motivação. A série começa como uma investigação criminal, mas evolui para uma sátira pastelona e se encerra não na base da lógica investigativa pela qual finalmente a polícia ou o protagonista consegue descobrir o paradeiro do vilão, mas em uma tremenda coincidência anticlimática, decepcionando quem busca tramas mais complexas
Black Mirror (6ª Temporada)
3.3 622 Assista AgoraApenas o terceiro episódio é muito bom, surpreendente, atores excelentes. Os outros são fuga ao tema ou bastante clichês e dispensáveis.
The Last of Us (1ª Temporada)
4.4 1,2K Assista AgoraSinceramente, pegaram uma material que dava pra fazer 2 temporadas e resumiram muito corriqueiramente, deixando a série anticlimática, cheia de deus ex-machina e transformaram Joel numa espécie de super herói.
Os episódios não tem liga entre si. Os conflitos são resolvidos MUITO facilmente e de forma bastante anticlimática. O roteiro está sempre alertando para um GRANDE perido à frente, mas na verdade o perigo é pequenininho e de fácil resolução, já que Joel e Ellie são praticamente super heróis imortais.
The Last of Us (1ª Temporada)
4.4 1,2K Assista AgoraBons diálogos e atuações, mas roteiro mediano, bastante resumido e anticlimático. TODOS os conflitos são rapida e facilmente resolvidos, inclusive contando com a sorte. Não existe uma construção narrativa nem estratégica para essas resoluções. Milagrosamente, os protagonistas são salvos ou superam os inimigos "porque sim".
Pelas notas dos episódios no IMDB, a maioria dos espectadores queriam apenas ver tiro e sangue. Deram notas altíssimas para episódios extremamente inverossímeis e notas baixas para os episódios escritos com mais cuidado. É o legado do pessoal que joga ou que assiste filmes da Marvel e não pensa muito sobre o que tá acontecendo. Joel deixa de ser um ser humano para ser basicamente um super herói.
O mais sem sentido no final das contas foi: se Marlene já estava prevendo ir para aquele hospital, porque não foram todos juntos com o Joel e Ellie? Deixaram os dois se virando sozinhos com um arco importantíssimo podendo eles mesmos levarem a menina com um EXERCITO praticamente? ZERO SENTIDO. Fiquei muito puto com isso. E no final das contas, Joel se torna um psicopata e eles fazem aquela cena super rápida e sem clima. Não deu nem tempo de sentir empatia pelo que Joel tava sentindo ou pensando.
Feel Good (2ª Temporada)
3.7 25Esse final me deixou com um quentinho no coração. Essa temporada é realmente melhor que a primeira, sem aquela picuinha de George não apresentar Mae pros amigos e sendo uma escrota. Aqui, os problemas são outros e elas estão mais maduras, especialmente a partir do 2º episódio. A sensação é que Mae vai amadurecendo à medida que começa a lidar com seus problemas. E é muito reconfortante ver George oferecendo o apoio emocional que ela precisava.
A temporada toca em pontos muito importantes: pedofilia, abuso sexual, mas sem virar uma obra institucional ou hipócrita. Corajosa. Fora isso, a temporada é muuuito divertida. E amei que deram mais espaço pro MELHOR e mais querido personagem dessa série: Phil! Em resumo, tudo que eu não gostava na primeira temporada ficou pra trás. E o que eu mais queria ver aconteceu. Amei!
Feel Good (1ª Temporada)
3.6 63 Assista AgoraRecomendo. É divertida e interessante, tem personagens únicos (Bill é o melhor), episódios curtinhos, mas falta um pouco de timming.
Os acontecimentos às vezes não são muito bem distribuídos, e alguns importantes acabam ficando um pouco de lado pra dar espaço a situações secundárias que, embora agreguem na questão diversão, acabam tomando tempo de tela do que realmente importa que é o casal. Exemplos:
Quando Mae sai com Riven e os dois usam cocaína, é um momento bacana que dá um vislumbre de como era Mae no passado, mas colocar isso perto do final acabou deixando a resolução da temporada anticlimática e corriqueira demais.
Quando George "revela" pros amigos não intencionalmente que está em uma relação homoafetiva, não vemos como isso impacta na vida dela. Esse assunto é importante porque é MUITO comum na vida real. Só vemos umas mensagens no celular, nada mais. Nenhum amigo se afasta, a família não a rejeita, NADA. Isso pra mim fez falta, principalmente porque ela sempre fazia questão de dizer "Eu contei pra todo mundo, eu mudei" quando na verdade não fez de propósito, e Mae nem a critica por isso. Nem mesmo quando voltamos a ver George com os amigos, ninguém tá nem ligando pra esse assunto.
Menos importante, mas também um pouco broxante: Quando o comediante famoso aparece e chama ela para se apresentar, existe a expectativa de vermos ela nervosa se apresentando ali, além de queremos ver a evolução dela, mas.... Não mostram. E mais à frente, quando ela fica famosa, também não mostram. Nem sequer 30 segundos da apresentação. E isso é algo importante para a personagem.
Me incomodou um pouco o exagero da obcessão de Mae por George. Tudo que G pedia, Mae fazia. Até certo ponto é importante mostrar isso, mas depois de um momento, parece mais uma infantilidade de Mae do que uma obcessão.
A resolução da temporada com a mãe saindo do armário foi péssima porque foi bem inverossímil, tanto o fato de a mãe estar no armário quanto ela ter desistido tão facilmente e saído da cena. Mesmo porque de onde ela estava certamente dava pra ouvir a conversa toda. Acho que pra a mãe fazer esse esforço todo, ela insistiria um pouco mais em convencer Mae a ficar com George
The Last of Us (1ª Temporada)
4.4 1,2K Assista AgoraComo roteirista, vou dar minha opinião sobre o ep3 que muita gente tá falando:
O episódio aproxima um pouco mais a relação entre Joel e Ellie, mostra mais da personalidade de cada um individualmente também. Porém a função desse episódio é mostrar como seria a vida humana a longo prazo durante um apocalipse desse tipo. E como exemplo, usa-se o casal Bill e Frank.
Não sei se vocês assistiram Chernobyl, do mesmo diretor, mas quando se trata de um acontecimento que afeta a vida de milhões, bilhões de pessoas, é interessante ver na série diferentes pontos de vista. Aqui isso também foi feito, e muito bem realizado, muito bem atuado.
Minha única crítica para o episódio é o tempo de tela dedicado a personagens que nem foram introduzidos antes e não vão ficar muito tempo na série. E o fato de ser logo no 3º episódio, a questão se agrava porque as pessoas querem ver mais os protagonistas. Se fosse no 6º ep faria mais sentido pois ja´teríamos visto bastante de Joel e Ellie e poderia até servir de alívio.
Mas se você assistir de coração aberto, sem ansiedade e com um mínimo de empatia, verá que o episódio é lindo demais, e é muito interessante ver aqueles personagens interagindo.
The Last of Us (1ª Temporada)
4.4 1,2K Assista AgoraPra quem reclama do 3º episódio:
1. "Não gostei": Nem tudo é feito pra te agradar. Aceite. Não gostou, problema seu, muita gente gostou.
2. "Fizeram o ep. pra agradar a minoria LGBT". Quem jogou e falou isso não jogou direito. Na estória original, Bill e Frank são um casal. A diferença é que na época do jogo casais gays eram tratados nos filmes e jogos como doentes. Felizmente a realidade mudou, e sendo uma adaptação, precisa se adaptar. A série aprofunda o que o jogo descarta feito papel higiênico.
3. "Mudaram a estória". Errado. Adaptaram. A estória permaneceu a mesma: Joel e Ellie entram na cidade de Bill e saem com o carro.
4. O episódio não é perfeito. Eu sei. Eu também gostaria de mais ação, por exemplo. Mas isso vai ter de sobra. Não é um jogo, é uma série.
Conclusão: a única razão pra vocês não gostarem do episódio, mesmo que não se deem conta, é homofobia.
The Walking Dead (11ª Temporada)
3.5 252 Assista AgoraThe Walking Dead faz jus ao título: morreu na 4ª temporada e continuou se arrastando até hoje. Ainda bem que acabou.
Wandinha (1ª Temporada)
4.0 711 Assista AgoraEsperava uma série ok e recebi uma série ok.
O que realmente é interessante na série são algumas atrizes como Jenna Ortega e Gwendoline, mas de resto a trama e a direção é bem infantil mesmo
Game of Thrones (7ª Temporada)
4.1 1,2K Assista AgoraPrimeira vez que assisti à série, achei essa temporada ruim, mas aceitei porque tava mais no clima. AGora, reassistindo, só caiu no conceito. A 5ª é ruim, mas essa conseguiu superar principalmente com a interação Jon e Daenerys
A Casa do Dragão (1ª Temporada)
4.1 729 Assista AgoraQue série HORRÍVEL. Parece aquelas novelas genéricas de época da Globo. Diálogos ruins, atuações podres, direção e roteiro pobres e perdidos. Parece mais uma paródia de Game of Thrones. Draminhas adolescentes, forçados, tudo sem nenhum timming.
Westworld (4ª Temporada)
3.6 123Perdeu completamente o sentido. Parece até que é outra série bem diferente com os mesmos atores. Infelizmente na 3ª temporada já caiu bastante quando começaram a reaproveitar personagens mortos, mas pelo menos a estória tinha um sentido, os objetivos estavam claros e era original. Assisiti ao 1º episódio e achei péssimo. Vi o 2º e o 3º na esperança de melhorar, mas só piora. Dialogos e atuações ruins, direção e roteiro toscos. Os personagens não tem objetivos claros, apenas são jogados de um lugar para o outro sem que esses movimentos tragam algum resultado. Temos atores reciclados, personagens imortais. E por sinal, não tem limite nem custo nem material pra produzir robôs? Para fazer uma cópia humana não era necessário anos de testes? Por que agora é tão fácil fazer cópia até com cuspe? HORRÍVEL. Desisto.
Undone (2ª Temporada)
4.4 49Pra quem gostava mais do lado familiar da série, do melodrama, provavelmente vai gostar ainda mais dessa temporada. Fora isso, a segunda perde em todos os quesitos. Toda a parte da ficção cietífica, da urgência, do perigo e do esforço para desenvolver habilidades fica em segundo plano aqui, servindo apenas de ponte para vários flashbacks. Praticamente virou uma novela mexicana, exceto quando entra o passado de Geraldine, avó de Alma, aí a série consegue recuperar um pouco da sua essência, mas ainda assim as resoluções são muito fáceis.
Ruptura (1ª Temporada)
4.5 870 Assista AgoraA série é excelente, com maior destaque para a trilha musical que é simplesmente GENIAL e direção é muito boa. Roteiro tem algumas falhas para quem é mais exigente, porque ele deliberadamente cria situações que facilitam a vida dos personagens em diversos momentos.
Tratando-se de uma realidade onde os personagens estão sob constante vigilância com câmeras e tudo mais, emburrecer os vilões ou retirá-los completamente de cena só enfraquece a estória. Apesar disso, dá pra relevar e "aceitar" a trama por causa da estranheza dessa realidade e do tom cômico.
Só tem uma coisa que não deu pra relevar e estragou minha experiência: Patricia Arquette (personagem Harmony). Todas as cenas que ela aparece me tiraram da imersão. Parecia que ela estava brincando o tempo todo, fossem nos momentos sérios ou divertidos. Nâo sei se foi escolha da direção, mas pra mim ela destoa completamente de todos os outros personagens.