Poxa, esse filme é muito bonito. Já tinha visto antes, mas me esqueci de tudo. Lembrou o livro "Tudo é Rio" da Carla Madeira. Não é a mesma história, mas se parecem. Esse filme me faz pensar que o perdão não pode ser dado por uma deliberação da mente, mas apenas quando quem o deseja faz com o tempo o que é digno de admiração. Ou seja, a tal da compensação. Travis demora para pedir perdão porque demora para merecê-lo e sabe disso. A vergonha o consome. A narrativa é construída de forma que, quem assiste o "tempo presente" de Travis, o acha um homem adorável. Essa é justamente a sacada do roteiro. Já o achamos merecedor.
Alguém aqui comentou algo importante: o Remi aparentemente já tinha histórico de tentativas de suicídio, a mãe não permitia que ele ficasse trancado no banheiro ou trancado em geral.
Não vi o filme como exclusivamente inserido no contexto LGBT, acho que extrapola essa “caixinha”. Diz respeito a como trocamos o muito pelo pouco para termos validação social e também sobre como o machismo estrutural DESTRÓI nossos homens. Porque tudo isso nunca dito, nunca transbordado, uma hora sai e sai da pior forma. Como teria isso valiosa uma conversa honesta em tom de “nossa amizade é boa pra mim, podemos evitar certas atitudes em público porque não entendemos como isso chega para os outros, talvez eu queira estar com garotas no futuro, mas eu ainda quero que nossa amizade permaneça assim”. Uma espécie de conversa que seria tão mais natural e gentil numa amizade genuína entre mulheres… Todas as atitudes dos garotos são demonstrações de afeto, eles foram socializados com muito amor, claramente as famílias de ambos são de ouro, mas o “mundo lá fora” é outra coisa.
A incompetência de Léo para expor suas inquietações é natural da idade, mas me choca o tanto de homens disfuncionais que a gente conhece pela estrada com a mesma inabilidade de uma criança de 12 anos. O que não praticamos acessar, compreender, expressar… não aperfeiçoamos. É totalmente factível ficar inábil no sentir.
Enfim, uma história muito triste e pedagógica. Esse filme me marcou, todos nós emocionados entendemos até algum ponto o Remi ☹️
Esse filme te prende em 5 minutos. É impressionante! "A pior pessoa do mundo", quem seria? Julie? Aksel? Eivind? a ex de Eivind? o pai de Julie? Se observarmos bem, há erros e acertos em todos. Depende do ponto de vista para ser a pior ou a melhor pessoa do mundo para alguém. Às vezes você só não encaixou ali, mas depois pode dar bom. A melhor pessoa seria quem, então? Aquela que sempre encaixa perfeitamente? Mas seria justo então Julie deixar de ser quem era pra se adequar ao Aksel? ao Eivind? Ela estava inadequada em si mesma, para começar. Então ela é a > errada < da história? Há uma data para se encontrar? O Aksel, para muitas, é o pior homem do mundo. Para Julie, ele é um homem! E veja que, com todas as falhas, apenas queria fazê-la feliz. Confesso que não entendi o SENTIMENTO de incômodo (embora entenda a motivação da personagem) com um homem que além de lindo ama trabalhar kkkk mas tudo bem!! kkkkk O Eivind é a pior pessoa do mundo pela ingenuidade? Ou por não querer ser a melhor pessoa do mundo o tempo inteiro? Por estar satisfeito em trabalhar de garçom? Qual é o crime aí? Difícil, né? A obra provoca justamente isso.
Gente, complicado (para não dizer criminoso) A mãe da Mary-Jane kkkkkkk A Lou indo PARA QUE
Sensação de estar vendo um filme sobre um mundo paralelo
Ainda rindo pensando como foi que elas chegaram na brilhante ideia desse filme e Varda pensou TÁ BOM ENTÃO vamo fazer o seguinte, eu ponho meu filho e tu tua família inteira, aí gastaremos 0 reais, se for um fracasso pelo menos não haverá prejuízo
O que mais me comoveu foi a ênfase dada ao aparecimento da AIDS, uma doença devastadora que impõe limites ao que antes acontecia de forma natural. Sinto que estamos com uma doença para o amor atualmente em tempos pandêmicos e alimentamos várias doenças. Esse filme surge como um bálsamo (embora eu tenha em alta conta sua estrutura narrativa e não seu conteúdo propriamente dito).
Luchino e sua capacidade de produzir filmes que sou inepta para analisar. Mas vou tentar pensar no freestyle, que é o modo que gosto.
É interessante a visão que o Professor tem sob o reino animal (”Animals should be set free to live in their natural environment”). Fazendo a transposição para o contexto do personagem, de certa maneira, o habitat natural dele era ali, entre livros e pinturas, e sem dificuldade podemos inferir que vivia livremente. Agora... Que peculiar ambiguidade é trazida no filme pelo Professor e seu contraponto hedonista, Konrad. O professor se via como uma águia, que alto voaria sozinho. Já o Konrad, com bastante razão, tinha medo da solidão, pois quem cai só não encontra ajuda. Esse aspecto do filme é bem bonito, o Professor se vê completo, como um velho normal, mas todo o seu mundo é posto à prova no momento em que a excêntrica família chega. Assim como a casa, foi impressionante que o Professor não desabasse no primeiro dia. As mudanças da casa foram mudanças nele, as quais ficarão mesmo com a partida da família. Tudo nesse filme me agrada, até a locação claustrofóbica... E ri muito com o choque cultural: - Hahahahahaha. É como se falássemos idiomas diferentes. - Por que? - Não há possibilidade de nos entendermos. - E isso é engraçado? - Trágico, obviamente. Eu que perdi o contato, como dizem.
O Burt Lancaster novamente impecável na parceria com o Luchino, mas o resto do elenco não fica atrás, todos atuam maravilhosamente bem, e a câmera do diretor italiano é dramaticamente pontual. Muito bom, o olhar do Lancaster é silenciosamente rico, e isso é o que mais sinto falta nos filmes. Não um bom diálogo, mas um bom silêncio!
Filme perfeito em seus propósitos, difícil tecer um comentário que faça jus. Tenho a impressão de que nunca verei um filme melhor que este. No máximo, incrível como este. Luchino é o mestre do detalhe. Muito rigoroso.
Fui rever esse filme pra ver se envelheceu mal como tantos LGBTs e honestamente vocês tão pegando pesado. Não é nenhum filme reflexivo e tudo mais, o filme é sobre PAIXÃO (GAY) NOS ANOS 80 (info importante os anos 80 também). É bom delimitar isso pra não esperarem dele o que ele não pode dar. Segundo é avaliar se a narrativa é bem construída. É média. Tem aqueles elementos de formação burguesa, que são marginais no enredo... Acho que o objetivo é mostrar como crush gay não tem nada de agressiva, pode ser fofa, as pessoas podem ser respeitosas e meigas, e as coisas não precisam ser fora ou dentro do armário, podem só ser, sem estigmas... Enfim, galera, Elio e Oliver não estavam pra se casar, Elio tinha 17 anos e queria muito transar (tanto que transou antes e depois com outras pessoas), Oliver não é um escrotão bruto que mentiu pra Elio e disse "vamos ficar juntos pra sempre". A diferença de idade não precisa ser um elemento de condenação, observem o contexto inteiro, é só um affair de verão com um norte-americano fofo que brotou do nada! No mais, um filme bonitinho, parem de perverter com a ansiedade de vocês kkkkkk Elio tinha pais rycos e uma vida inteira pra superar um amor que não vai começar (eles eram judeus, alguém notou esse óbvio empecilho?). Força, guerreiro
Em suma: dê um óculos para seu filho continuar estudando ou ele vai começar a fazer besteira e um cineasta vai lembrar.
(O pano de fundo geopolítico, histórico, sociológico é muito rico e por isso já valeria teu tempo. Mas o que mais me intrigou no filme inteiro foram os questionamentos filosóficos das relações dos garotinhos. E o médico! Gostei dele.)
Da vida caótica dos que vão com o vendaval. Relação entre dois viciados um no outro. Não há amor. Não há paixão. Katarina confunde esses afetos com o puro vício. Nada importa além da próxima dose. Peter deseja o fim desse vazio com a morte da esposa. A cúmplice da destruição. A subserviente que tenta compensar toda a autoridade que pôde esbanjar no início. É uma refém do ego. Deseja sair por cima, nem que seja por meio da pena. Filme-alerta sobre aquele buraco que você acha que não pode ficar mais fundo.
"Você só pode amar se seu coração estiver aberto. A vida é bela quando você olha as coisas com amor. Se você puder aproveitar a presença de um gato, um pássaro ou uma flor, o mundo todo será seu. É o que eu digo."
Esqueça disso e você esquece do amor...
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Paris, Texas
4.3 771 Assista AgoraPoxa, esse filme é muito bonito. Já tinha visto antes, mas me esqueci de tudo. Lembrou o livro "Tudo é Rio" da Carla Madeira. Não é a mesma história, mas se parecem. Esse filme me faz pensar que o perdão não pode ser dado por uma deliberação da mente, mas apenas quando quem o deseja faz com o tempo o que é digno de admiração. Ou seja, a tal da compensação. Travis demora para pedir perdão porque demora para merecê-lo e sabe disso. A vergonha o consome.
A narrativa é construída de forma que, quem assiste o "tempo presente" de Travis, o acha um homem adorável. Essa é justamente a sacada do roteiro. Já o achamos merecedor.
Close
4.2 665 Assista AgoraEsse filme é muito especial. O meu choro começou nos 20 primeiros minutos e deu pouca trégua. O primeiro spoiler é que
Alguém aqui comentou algo importante: o Remi aparentemente já tinha histórico de tentativas de suicídio, a mãe não permitia que ele ficasse trancado no banheiro ou trancado em geral.
Não vi o filme como exclusivamente inserido no contexto LGBT, acho que extrapola essa “caixinha”. Diz respeito a como trocamos o muito pelo pouco para termos validação social e também sobre como o machismo estrutural DESTRÓI nossos homens. Porque tudo isso nunca dito, nunca transbordado, uma hora sai e sai da pior forma. Como teria isso valiosa uma conversa honesta em tom de “nossa amizade é boa pra mim, podemos evitar certas atitudes em público porque não entendemos como isso chega para os outros, talvez eu queira estar com garotas no futuro, mas eu ainda quero que nossa amizade permaneça assim”. Uma espécie de conversa que seria tão mais natural e gentil numa amizade genuína entre mulheres…
Todas as atitudes dos garotos são demonstrações de afeto, eles foram socializados com muito amor, claramente as famílias de ambos são de ouro, mas o “mundo lá fora” é outra coisa.
A incompetência de Léo para expor suas inquietações é natural da idade, mas me choca o tanto de homens disfuncionais que a gente conhece pela estrada com a mesma inabilidade de uma criança de 12 anos. O que não praticamos acessar, compreender, expressar… não aperfeiçoamos. É totalmente factível ficar inábil no sentir.
Enfim, uma história muito triste e pedagógica. Esse filme me marcou, todos nós emocionados entendemos até algum ponto o Remi ☹️
A Pior Pessoa do Mundo
4.0 715 Assista AgoraEsse filme te prende em 5 minutos. É impressionante!
"A pior pessoa do mundo", quem seria? Julie? Aksel? Eivind? a ex de Eivind? o pai de Julie? Se observarmos bem, há erros e acertos em todos. Depende do ponto de vista para ser a pior ou a melhor pessoa do mundo para alguém. Às vezes você só não encaixou ali, mas depois pode dar bom. A melhor pessoa seria quem, então? Aquela que sempre encaixa perfeitamente? Mas seria justo então Julie deixar de ser quem era pra se adequar ao Aksel? ao Eivind? Ela estava inadequada em si mesma, para começar. Então ela é a > errada < da história? Há uma data para se encontrar?
O Aksel, para muitas, é o pior homem do mundo. Para Julie, ele é um homem! E veja que, com todas as falhas, apenas queria fazê-la feliz. Confesso que não entendi o SENTIMENTO de incômodo (embora entenda a motivação da personagem) com um homem que além de lindo ama trabalhar kkkk mas tudo bem!! kkkkk
O Eivind é a pior pessoa do mundo pela ingenuidade? Ou por não querer ser a melhor pessoa do mundo o tempo inteiro? Por estar satisfeito em trabalhar de garçom? Qual é o crime aí?
Difícil, né? A obra provoca justamente isso.
Tully
3.9 571 Assista AgoraCaramba, esse filme é um excelente anticoncepcional.
A Bruxa
3.6 3,5KViver deliciosamente >>>>> cristianismo
O Mestre do Kung-Fu
3.7 20Gente, complicado (para não dizer criminoso)
A mãe da Mary-Jane kkkkkkk
A Lou indo PARA QUE
Sensação de estar vendo um filme sobre um mundo paralelo
Ainda rindo pensando como foi que elas chegaram na brilhante ideia desse filme e Varda pensou TÁ BOM ENTÃO vamo fazer o seguinte, eu ponho meu filho e tu tua família inteira, aí gastaremos 0 reais, se for um fracasso pelo menos não haverá prejuízo
O que mais me comoveu foi a ênfase dada ao aparecimento da AIDS, uma doença devastadora que impõe limites ao que antes acontecia de forma natural.
Sinto que estamos com uma doença para o amor atualmente em tempos pandêmicos e alimentamos várias doenças. Esse filme surge como um bálsamo (embora eu tenha em alta conta sua estrutura narrativa e não seu conteúdo propriamente dito).
Violência e Paixão
4.1 34Luchino e sua capacidade de produzir filmes que sou inepta para analisar. Mas vou tentar pensar no freestyle, que é o modo que gosto.
É interessante a visão que o Professor tem sob o reino animal (”Animals should be set free to live in their natural environment”). Fazendo a transposição para o contexto do personagem, de certa maneira, o habitat natural dele era ali, entre livros e pinturas, e sem dificuldade podemos inferir que vivia livremente.
Agora... Que peculiar ambiguidade é trazida no filme pelo Professor e seu contraponto hedonista, Konrad. O professor se via como uma águia, que alto voaria sozinho. Já o Konrad, com bastante razão, tinha medo da solidão, pois quem cai só não encontra ajuda.
Esse aspecto do filme é bem bonito, o Professor se vê completo, como um velho normal, mas todo o seu mundo é posto à prova no momento em que a excêntrica família chega. Assim como a casa, foi impressionante que o Professor não desabasse no primeiro dia. As mudanças da casa foram mudanças nele, as quais ficarão mesmo com a partida da família.
Tudo nesse filme me agrada, até a locação claustrofóbica... E ri muito com o choque cultural:
- Hahahahahaha. É como se falássemos idiomas diferentes.
- Por que?
- Não há possibilidade de nos entendermos.
- E isso é engraçado?
- Trágico, obviamente. Eu que perdi o contato, como dizem.
O Burt Lancaster novamente impecável na parceria com o Luchino, mas o resto do elenco não fica atrás, todos atuam maravilhosamente bem, e a câmera do diretor italiano é dramaticamente pontual. Muito bom, o olhar do Lancaster é silenciosamente rico, e isso é o que mais sinto falta nos filmes. Não um bom diálogo, mas um bom silêncio!
O Leopardo
4.2 115 Assista AgoraFilme perfeito em seus propósitos, difícil tecer um comentário que faça jus. Tenho a impressão de que nunca verei um filme melhor que este. No máximo, incrível como este. Luchino é o mestre do detalhe. Muito rigoroso.
Me Chame Pelo Seu Nome
4.1 2,6KFui rever esse filme pra ver se envelheceu mal como tantos LGBTs e honestamente vocês tão pegando pesado.
Não é nenhum filme reflexivo e tudo mais, o filme é sobre PAIXÃO (GAY) NOS ANOS 80 (info importante os anos 80 também). É bom delimitar isso pra não esperarem dele o que ele não pode dar. Segundo é avaliar se a narrativa é bem construída. É média. Tem aqueles elementos de formação burguesa, que são marginais no enredo...
Acho que o objetivo é mostrar como crush gay não tem nada de agressiva, pode ser fofa, as pessoas podem ser respeitosas e meigas, e as coisas não precisam ser fora ou dentro do armário, podem só ser, sem estigmas...
Enfim, galera, Elio e Oliver não estavam pra se casar, Elio tinha 17 anos e queria muito transar (tanto que transou antes e depois com outras pessoas), Oliver não é um escrotão bruto que mentiu pra Elio e disse "vamos ficar juntos pra sempre". A diferença de idade não precisa ser um elemento de condenação, observem o contexto inteiro, é só um affair de verão com um norte-americano fofo que brotou do nada!
No mais, um filme bonitinho, parem de perverter com a ansiedade de vocês kkkkkk Elio tinha pais rycos e uma vida inteira pra superar um amor que não vai começar (eles eram judeus, alguém notou esse óbvio empecilho?). Força, guerreiro
Um Dia Quente de Verão
4.3 51Em suma: dê um óculos para seu filho continuar estudando ou ele vai começar a fazer besteira e um cineasta vai lembrar.
(O pano de fundo geopolítico, histórico, sociológico é muito rico e por isso já valeria teu tempo. Mas o que mais me intrigou no filme inteiro foram os questionamentos filosóficos das relações dos garotinhos. E o médico! Gostei dele.)
Retrato de uma Jovem em Chamas
4.4 971 Assista AgoraMe apaixonei por uma Marianne.
Varda Por Agnès
4.4 41Foi uma mulher livre. Linda linda linda.
A Fraternidade é Vermelha
4.2 451 Assista AgoraMe faltam palavras para expressar a impecabilidade desse filme.
Da Vida das Marionetes
4.3 70Da vida caótica dos que vão com o vendaval.
Relação entre dois viciados um no outro. Não há amor. Não há paixão. Katarina confunde esses afetos com o puro vício. Nada importa além da próxima dose. Peter deseja o fim desse vazio com a morte da esposa. A cúmplice da destruição. A subserviente que tenta compensar toda a autoridade que pôde esbanjar no início. É uma refém do ego. Deseja sair por cima, nem que seja por meio da pena.
Filme-alerta sobre aquele buraco que você acha que não pode ficar mais fundo.
Bacurau
4.3 2,8K Assista AgoraAntes de querer atacar um povo, é importante ir ao seu museu e/ou conhecer sua história. Você pode estar condenado a perder e nem sabe.
O Quadro
4.1 22Esse filme é uma lindeza francesa mesmo. Foram tantas ideias ótimas pro enredo que nem sei por onde começar a amar!
Gatos
4.2 91"Você só pode amar se seu coração estiver aberto. A vida é bela quando você olha as coisas com amor. Se você puder aproveitar a presença de um gato, um pássaro ou uma flor, o mundo todo será seu. É o que eu digo."
Esqueça disso e você esquece do amor...