O cyberpunk ganha nova dimensão com Blade Runner 2049. A sequência do filme de 1982 dá um futuro verossímil para um 2019 alternativo, e nele expande as temáticas sobre a veracidade da memórias e até onde elas definem nossa existência. A identidade de K como Replicante logo nos quebra a cara, e nos ensina como um universo pode ser retratado como novo a partir de um ponto de vista diferente do protagonista (seria tão diferente assim?). O teste Voight-Kampff é agora utilizado de maneira diversa, pois o uso de Replicantes na Terra foi conquistado por Wallace, como mostra Nexus Dawn 2036. Sob constante desconfiança, o protagonista vê-se em um cenário no qual não é visto como nada além de um ''skinjob''. E, ao descobrir sobre o bebê nascido de uma de sua espécie, passa a questionar sua identidade e se deveria se submeter a estes julgamentos - como mostrado na cena em que sua chefe o comanda a encontrar a criança e ''aposentá-la''. Isso tem consequências maiores quando K, como todos nós, passa a acreditar ser esse Replicante em questão. As memórias são usadas para criar reações emocionais mais previsíveis, mas este não foi o método utilizado por Wallace em sua produção. Como ele tem total controle sobre eles não é dito, mas tal fato é inquestionável quando se vê a personagem de Sylvia Hoeks, que crê ser o anjo perfeito, a melhor criação de um homem com complexo de deus. A temática sobre existirmos somente como fruto de nossas experiências é levada a outro rumo quando se trata de Joi, uma interface holográfica personalizada. Aqui, temos uma outra perspectiva, a de uma inteligência artificial que se apaixona, e com isso reforça-se o questionamento de a existência ser somente a consciência de si mesmo. O enredo em si é totalmente diferente do filme de 1982, mas é ainda íntimo, ponto chave que impediria, pelo bom senso, de se ter uma franquia. Tanto Blade Runner quanto Blade Runner 2049 são intimamente ligados a seus protagonistas, e uma sequência direta do novo longa resultaria num distanciamento de seus personagens e num retrato da guerra de independência. Por fim, a maior questão destes últimos 35 anos não foi respondida: seria Deckard também um Replicante? Bem, Ridley Scott havia sim confirmado a identidade de Deckard como Replicante, mas após a produção da sequência, nada mais falou sobre o assunto. Wallace questiona se, sendo Rachael um projeto de Tyrell para conquistar a reprodução dessa espécie, Deckard não teria sido também criado somente para engravida-la. Não há resposta para isso, mas, como diz Denis Villeneuve, esse questionamento não precisa de uma resposta. A incógnita da identidade de Deckard exemplifica, de forma prática, todo o debate dos dois filmes: o da identidade humana. Blade Runner 2049 é um dos melhores filmes do ano, mas está sendo vendido da forma errada. Não é um filme blockbuster, e muitos poderão se decepcionar ao se deparar com 2h40min de cenas demoradas e extremamente desenvolvidas. É, porém, a melhor ficção-científica dos últimos anos, e merece ser visto logo após o original, para maior imersão.
Como uma companion tão linda pôde sair da mente má desse showrunner? Eu não confio nada no Steven Moffat e tenho medo de que a introdução de uma personagem lésbica na série só servirá a ele como mais uma oportunidade de queerbaiting.
Desde o primeiro trailer (incrível, por sinal, ao som de Depeche Mode), passei por vários estágios de hype em relação a esse filme. De primeiro momento, eu estava louco. Vi o trailer não sei quantas vezes, marcava os momentos que indicavam referências e me deleitava com o visual cyberpunk que me era proporcionado. Eu era totalmente contrário aos que diziam que deveria ter sido escolhida uma atriz japonesa pra interpretar a Major; em nenhum momento é explicitado a nacionalidade dela, e entendo que, sendo um blockbuster feito pela Paramount, era preciso um rosto pra se pôr no pôster. Após o mangaká que deu início à franquia, Masamune Shirow, dizer que gostava da Johansson no papel, fiquei tranquilo quanto a decisão. Li então o mangá de 89 e me decepcionei completamente. Não li nada que trouxesse mais sexualização e não se dissesse erótico. Páginas retiradas da edição final por conter sexo gratuito não diminuíram em nada o nojento machismo presente no mangá. Perdi totalmente a credibilidade no autor (sério, quem deve ser enaltecido é o Mamoru Oshii, diretor da animação de 95). Veio então o segundo trailer e tudo se confirmou: Master of Puppets não estaria no corpo de uma androide mulher (o que é explicado no filme), o foco seria no passado da protagonista e não haveria aprofundamento nos pensamentos discutidos na obra de 95. Eu já esperava essa maior superficialidade, até porque 1h40 sobre a singularidade homem/máquina e o conceito de humanidade não seria palatável a todos. Rupert Sanders então dá uma entrevista aterradora. Diz claramente que não é possível a discussão de tais temas no âmbito cinematográfico. Meu hype nesse momento lutava para sobreviver. O filme então me trouxe prazer e decepção em diversos níveis. Visualmente falando, é incrível. Os hologramas elevam a outro nível a poluição visual marcante iniciada em Neuromancer. A ambientação, num Japão extremamente globalizado onde multinacionais têm total influência no Estado, traz uma marca importante do movimento cyberpunk. Mas em contrapartida, as outras etnias presentes nesse Japão distópico não saem do segundo plano, salvo a exceção do chefe da Section Nine, Aramaki.
O plot e o white washing estão entrelaçados, fazendo deste filme um potencial desperdiçado. O fato da Major, que no longa tem o nome de Mira, ser na verdade uma japonesa que teve o cérebro implantado na cabeça da Scarlett Johansson chega a ser ridículo. Como eu disse, nunca foi explicitado sua nacionalidade antes, sendo que o nome por ela usado no mangá e animações, Motoko Kusanagi, poderia ter sido obtido depois de seu transplante e ingresso no Japão. E a superficialidade representada pelo falecido Master of Puppets, que nessa adaptação leva o nome de Kuze, não sendo em nada uma inteligência artificial que tem como finalidade atingir a singularidade com a protagonista, encerra o que foi essa adaptação falha. Kuze na verdade era outro japonês transplantado num corpo norte-americano (quem nunca?), uma de diversas experiências falhas que levaram ao sucesso que foi Major. Seu objetivo era a vingança contra a Hanka, empresa que se mostra a principal antagonista do filme.
A presença de Scarlett Johansson no longa é somente pelo seu nome, pois, tendo sido esse plot levado a sério, uma atriz japonesa se encaixaria melhor. O white washing é presente e enraizado nesse filme desde sua produção, quando a Paramount tentou fazer com que o rosto da Johansson tivesse mais "traços asiáticos". Mas falamos de um blockbuster, feito para a grande massa, que não dá a mínima sobre visibilidade no cinema e estereotipização. Entretanto, o combo Batou + Major estava incrível, e, juntamente com a ambientação e os fanservices (que são as únicas coisas que um fã das obras anteriores poderia levar consigo), faz com que esse filme desça guela abaixo. . All shell, no ghost.
Vi um primeiro episódio repleto de alívios cômicos desnecessários com o amigo gordo do protagonista. 15 minutos e você já o vê tendo dificuldades ao andar de bicicleta, escalar uma corda e até mesmo ao colocar uma meia, e em todas elas você se pergunta se aquilo deveria ser mesmo engraçado ou se é alguma jogada de roteiro e aquilo acabará se invertendo em algum ponto da história. Não creio que isso acontecerá e não gastarei meu tempo com uma animação que não traz nada de novo além de clichês típicos de filmes dos anos 80, que nem por essa temática Stranger Things tratou de forma tão banalizada e exagerada quanto Trollhunters.
"What Ben and I have created here may be unique in all of human existence. We created a paradise out of Plato's Republic. Our children shall be philospher kings. It makes me so indescribably happy. I'm going to get better out here. I know I will. Because we are defined by our actions, not our words."
Gostei como situam esse laboratório num mundo distópico pós-apocalíptico, não explicando diretamente mas trazendo o assunto a tona frequentemente. Achei a motivação dos personagens extremamente fraca, principalmente a do protagonista que se nega a tudo que lhe é sugerido a fazer com a máquina mas não sabe explicar o porquê. O CG é meio fraco, mas isso a gente releva, né. O final em aberto não foi algo que me agradou. Não é um filme ruim e, apesar dos apesares, me prendeu em suas 1h30. Recomendo.
Lembro que vi o anime antes dos filmes serem lançados, e, numa época onde a cultura dos torrents não era nem um pouco disseminada ainda, eu entrava todo dia nos fansubs para ver se o filme já havia sido lançado. Foram bons tempos, e este é um ótimo filme <3
Dirk Gently's Holistic Detective Agency (2ª Temporada)
4.1 83 Assista AgoraMe apeguei tanto a essa série nos últimos dias que doeu muito descobrir que foi cancelada. Disappointed but not surprised.
Altered Carbon (1ª Temporada)
3.8 359 Assista AgoraMulheres têm duas funções em Altered Carbon: sexo e violência. A fetichização é desenfreada nessa série.
Doctor Who: Twice Upon a Time
4.4 44Laugh hard. Run fast. Be kind.
Stranger Things (2ª Temporada)
4.3 1,7KQuem acha Eleven/Mike forçado por favor morra.
Blade Runner 2049
4.0 1,7K Assista AgoraO cyberpunk ganha nova dimensão com Blade Runner 2049. A sequência do filme de 1982 dá um futuro verossímil para um 2019 alternativo, e nele expande as temáticas sobre a veracidade da memórias e até onde elas definem nossa existência.
A identidade de K como Replicante logo nos quebra a cara, e nos ensina como um universo pode ser retratado como novo a partir de um ponto de vista diferente do protagonista (seria tão diferente assim?). O teste Voight-Kampff é agora utilizado de maneira diversa, pois o uso de Replicantes na Terra foi conquistado por Wallace, como mostra Nexus Dawn 2036. Sob constante desconfiança, o protagonista vê-se em um cenário no qual não é visto como nada além de um ''skinjob''. E, ao descobrir sobre o bebê nascido de uma de sua espécie, passa a questionar sua identidade e se deveria se submeter a estes julgamentos - como mostrado na cena em que sua chefe o comanda a encontrar a criança e ''aposentá-la''. Isso tem consequências maiores quando K, como todos nós, passa a acreditar ser esse Replicante em questão.
As memórias são usadas para criar reações emocionais mais previsíveis, mas este não foi o método utilizado por Wallace em sua produção. Como ele tem total controle sobre eles não é dito, mas tal fato é inquestionável quando se vê a personagem de Sylvia Hoeks, que crê ser o anjo perfeito, a melhor criação de um homem com complexo de deus. A temática sobre existirmos somente como fruto de nossas experiências é levada a outro rumo quando se trata de Joi, uma interface holográfica personalizada. Aqui, temos uma outra perspectiva, a de uma inteligência artificial que se apaixona, e com isso reforça-se o questionamento de a existência ser somente a consciência de si mesmo.
O enredo em si é totalmente diferente do filme de 1982, mas é ainda íntimo, ponto chave que impediria, pelo bom senso, de se ter uma franquia. Tanto Blade Runner quanto Blade Runner 2049 são intimamente ligados a seus protagonistas, e uma sequência direta do novo longa resultaria num distanciamento de seus personagens e num retrato da guerra de independência.
Por fim, a maior questão destes últimos 35 anos não foi respondida: seria Deckard também um Replicante? Bem, Ridley Scott havia sim confirmado a identidade de Deckard como Replicante, mas após a produção da sequência, nada mais falou sobre o assunto. Wallace questiona se, sendo Rachael um projeto de Tyrell para conquistar a reprodução dessa espécie, Deckard não teria sido também criado somente para engravida-la. Não há resposta para isso, mas, como diz Denis Villeneuve, esse questionamento não precisa de uma resposta. A incógnita da identidade de Deckard exemplifica, de forma prática, todo o debate dos dois filmes: o da identidade humana.
Blade Runner 2049 é um dos melhores filmes do ano, mas está sendo vendido da forma errada. Não é um filme blockbuster, e muitos poderão se decepcionar ao se deparar com 2h40min de cenas demoradas e extremamente desenvolvidas. É, porém, a melhor ficção-científica dos últimos anos, e merece ser visto logo após o original, para maior imersão.
Twin Peaks (2ª Temporada)
4.1 311How's Annie?
Doctor Who (10ª Temporada)
4.2 73I don't wanna go :(
Doctor Who (10ª Temporada)
4.2 73Como uma companion tão linda pôde sair da mente má desse showrunner? Eu não confio nada no Steven Moffat e tenho medo de que a introdução de uma personagem lésbica na série só servirá a ele como mais uma oportunidade de queerbaiting.
A Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell
3.2 1,0K Assista AgoraA quem quer se informar sobre o whitewashing presente neste filme: https://www.youtube.com/watch?v=ooLAGM_BSA0
https://www.youtube.com/watch?v=DlFAaVAPZds
A Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell
3.2 1,0K Assista AgoraWhite washing is real guys.
Desde o primeiro trailer (incrível, por sinal, ao som de Depeche Mode), passei por vários estágios de hype em relação a esse filme. De primeiro momento, eu estava louco. Vi o trailer não sei quantas vezes, marcava os momentos que indicavam referências e me deleitava com o visual cyberpunk que me era proporcionado. Eu era totalmente contrário aos que diziam que deveria ter sido escolhida uma atriz japonesa pra interpretar a Major; em nenhum momento é explicitado a nacionalidade dela, e entendo que, sendo um blockbuster feito pela Paramount, era preciso um rosto pra se pôr no pôster. Após o mangaká que deu início à franquia, Masamune Shirow, dizer que gostava da Johansson no papel, fiquei tranquilo quanto a decisão.
Li então o mangá de 89 e me decepcionei completamente. Não li nada que trouxesse mais sexualização e não se dissesse erótico. Páginas retiradas da edição final por conter sexo gratuito não diminuíram em nada o nojento machismo presente no mangá. Perdi totalmente a credibilidade no autor (sério, quem deve ser enaltecido é o Mamoru Oshii, diretor da animação de 95).
Veio então o segundo trailer e tudo se confirmou: Master of Puppets não estaria no corpo de uma androide mulher (o que é explicado no filme), o foco seria no passado da protagonista e não haveria aprofundamento nos pensamentos discutidos na obra de 95. Eu já esperava essa maior superficialidade, até porque 1h40 sobre a singularidade homem/máquina e o conceito de humanidade não seria palatável a todos.
Rupert Sanders então dá uma entrevista aterradora. Diz claramente que não é possível a discussão de tais temas no âmbito cinematográfico. Meu hype nesse momento lutava para sobreviver.
O filme então me trouxe prazer e decepção em diversos níveis. Visualmente falando, é incrível. Os hologramas elevam a outro nível a poluição visual marcante iniciada em Neuromancer. A ambientação, num Japão extremamente globalizado onde multinacionais têm total influência no Estado, traz uma marca importante do movimento cyberpunk. Mas em contrapartida, as outras etnias presentes nesse Japão distópico não saem do segundo plano, salvo a exceção do chefe da Section Nine, Aramaki.
O plot e o white washing estão entrelaçados, fazendo deste filme um potencial desperdiçado. O fato da Major, que no longa tem o nome de Mira, ser na verdade uma japonesa que teve o cérebro implantado na cabeça da Scarlett Johansson chega a ser ridículo. Como eu disse, nunca foi explicitado sua nacionalidade antes, sendo que o nome por ela usado no mangá e animações, Motoko Kusanagi, poderia ter sido obtido depois de seu transplante e ingresso no Japão.
E a superficialidade representada pelo falecido Master of Puppets, que nessa adaptação leva o nome de Kuze, não sendo em nada uma inteligência artificial que tem como finalidade atingir a singularidade com a protagonista, encerra o que foi essa adaptação falha. Kuze na verdade era outro japonês transplantado num corpo norte-americano (quem nunca?), uma de diversas experiências falhas que levaram ao sucesso que foi Major. Seu objetivo era a vingança contra a Hanka, empresa que se mostra a principal antagonista do filme.
A presença de Scarlett Johansson no longa é somente pelo seu nome, pois, tendo sido esse plot levado a sério, uma atriz japonesa se encaixaria melhor. O white washing é presente e enraizado nesse filme desde sua produção, quando a Paramount tentou fazer com que o rosto da Johansson tivesse mais "traços asiáticos". Mas falamos de um blockbuster, feito para a grande massa, que não dá a mínima sobre visibilidade no cinema e estereotipização. Entretanto, o combo Batou + Major estava incrível, e, juntamente com a ambientação e os fanservices (que são as únicas coisas que um fã das obras anteriores poderia levar consigo), faz com que esse filme desça guela abaixo. .
All shell, no ghost.
Caçadores de Trolls (1ª Temporada)
4.3 60 Assista AgoraVi um primeiro episódio repleto de alívios cômicos desnecessários com o amigo gordo do protagonista. 15 minutos e você já o vê tendo dificuldades ao andar de bicicleta, escalar uma corda e até mesmo ao colocar uma meia, e em todas elas você se pergunta se aquilo deveria ser mesmo engraçado ou se é alguma jogada de roteiro e aquilo acabará se invertendo em algum ponto da história. Não creio que isso acontecerá e não gastarei meu tempo com uma animação que não traz nada de novo além de clichês típicos de filmes dos anos 80, que nem por essa temática Stranger Things tratou de forma tão banalizada e exagerada quanto Trollhunters.
Capitão Fantástico
4.4 2,7K Assista Agora"What Ben and I have created here may be unique in all of human existence. We created a paradise out of Plato's Republic. Our children shall be philospher kings. It makes me so indescribably happy. I'm going to get better out here. I know I will. Because we are defined by our actions, not our words."
Rogue One: Uma História Star Wars
4.2 1,8K Assista AgoraSimplesmente ressuscitaram o Peter Cushing com CGI. E ficou incrível!
O Sushi dos Sonhos de Jiro
4.2 84Esse filme prova que é possível você chorar vendo um senhor fazer sushi.
Sete Homens e Um Destino
4.1 247 Assista Agora"What's my name?"
"Bernardo!"
"You're damn right."
ARQ
3.1 218 Assista AgoraGostei como situam esse laboratório num mundo distópico pós-apocalíptico, não explicando diretamente mas trazendo o assunto a tona frequentemente. Achei a motivação dos personagens extremamente fraca, principalmente a do protagonista que se nega a tudo que lhe é sugerido a fazer com a máquina mas não sabe explicar o porquê. O CG é meio fraco, mas isso a gente releva, né. O final em aberto não foi algo que me agradou.
Não é um filme ruim e, apesar dos apesares, me prendeu em suas 1h30. Recomendo.
Stranger Things (1ª Temporada)
4.5 2,7K Assista AgoraMeio Spielberg, meio Stephen King. Adorei <3
Boku Dake ga Inai Machi
4.5 204Doeu tanto em mim quando vi que o Satoru não terminava com a Kayo. Ainda dói.
Higashi no Eden - Movie II: Paradise Lost
3.7 7 Assista AgoraLembro que vi o anime antes dos filmes serem lançados, e, numa época onde a cultura dos torrents não era nem um pouco disseminada ainda, eu entrava todo dia nos fansubs para ver se o filme já havia sido lançado. Foram bons tempos, e este é um ótimo filme <3
O Discurso do Rei
4.0 2,6K Assista AgoraE essa trilha sonora, eim? <3
Recomendo um vídeo do Xadrez Verbal que situa o filme na História.
https://www.youtube.com/watch?v=59J3I8JXfMg
A Dama na Água
2.8 790 Assista AgoraTodos têm ao menos um filme que é considerado ruim pela maioria mas que ainda assim o adoram. Pois bem, esse é o meu.
Sherlock: A Abominável Noiva
4.4 192"I'm taking Mary home."
"You're what?"
"Mary's taking me home."
"Better."
Eu, Você e a Garota Que Vai Morrer
4.0 893 Assista AgoraQue tradução do título é essa, Filmow?
Doctor Who (9ª Temporada)
4.4 142Missy, Davros e Clara morta. Mas que começo de temporada <3