Até agora estou gostando bastante (tirando essas últimas cenas das irmãs na floresta). Como fã de Jane Austen, vou acompanhar e torcer para que seja uma boa adaptação.
É um filme que de algum modo consegue ser fofinho e grosseiro/apelativo ao mesmo tempo. Não faz sentido assistir a um filme do Adam Sandler procurando um humor inteligente, mas esse é um filme legalzinho, pra assistir sem compromisso. E a mensagem "família" é bacana. ps: só as cenas com o Terry Crews já fizeram o filme valer à pena!
ver as pessoas (principalmente os amigos) achando fofinho esse comportamento patológico do Will (per)seguindo a menina pelo país. Ele precisava de ajuda, de um tratamento, não de incentivo. A única pessoa que me pareceu sensata nesse ponto foi o irmão e ele foi retratado quase como um vilão. Creio que o filme teria sido salvo se fosse finalizado com a Emma lendo a carta do Will e cada um seguindo seu caminho (eles dois não funcionam como um casal).
Estava tão ansiosa por essa série, mas infelizmente acabei me frustrando. Não consegui chegar ao fim do 3º episódio. Sei que, em adaptações, mudanças são normais (e até necessárias), mas aqui elas foram tão extremas/agressivas que ficou difícil digerir. Não posso dizer que é uma produção ruim, e vejo que a maioria dos comentários aqui é positivo; fico feliz por isso, já que provavelmente muita gente vai ter contato com o livro por causa da série. Talvez eu tente dar outra chance e até termine essa temporada, se conseguir calar meu lado "purista". ps: pra não dizer que não gostei de nada, curti as cenas entre a Marilla e a Rachel Lynde (as atrizes estão muito bem). Também gostei da atriz que faz a Diana, ela é bem meiga. As paisagens e a trilha sonora são os outros pontos positivos.
Estava procurando por um filme de dança e acabei encontrando um bom drama, com uma história simples, bonita e emocionante. O John é um personagem admirável, impossível não torcer por ele.
Com certeza o maior mérito do filme é trazer para os holofotes essas "figuras escondidas". Mas eu gostei de como o roteiro foi além e, por trás de uma pretensa leveza, trouxe várias situações absurdas e revoltantes, sem transformar essas mulheres em coitadinhas. Chorei muito, torci por elas, tinha tempo que um filme não fazia eu me importar tantos com os personagens, mas esse conseguiu mexer comigo. E é claro, a história funciona muito graças também à força de seu elenco. Janelle, Octavia e principalmente Taraji estavam brilhantes em seus papéis (com certeza a cena em que a Katherine explode foi o ponto alto do filme pra mim). O pôster traz a frase "baseado em uma história real não contada". Espero que continuem indo atrás de histórias como essa, pois acompanhá-la valeu muito à pena.
Lendo os comentários vejo que algumas pessoas criaram muita expectativa e acabaram se decepcionando. Acho que dei sorte então, pois em vez de expectativa eu desenvolvi um certo preconceito contra a Amélie, justamente por causa do tal hype. Imaginava
uma francesinha "hipster" (por causa da franja, mas sou véia, não sei se é a expressão certa, haha) que passava metade do filme quebrando a casquinha do creme brulê (sempre que vejo alguém falar nessa sobremesa mencionam esse filme junto, então achei que a tal casquinha tinha mais importância) e a outra metade com aquela cara de safadinha na cama com o moço (essa imagem é outra que sempre aparece quando vejo algo relacionado a esse filme - e acaba que ela nem estava curtindo o momento).
Não sei porque resolvi dar uma chance. E que bom que tudo que eu pensava sobre o filme estava errado.
Gostei muito dos plots do pai e o gnomo, a vingança contra o verdureiro que maltratava o assistente, o escritor (aliás, acho que gostei de todos os plots secundários, menos o do cara com o gravador). E simplesmente amei a parte romântica. Amélie e Nuno, que casal fofo! Duas crianças solitárias, que cresceram com hábitos estranhos e acabaram se esbarrando. Amei demais a cena em que a Amélie cria uma espécie de "caça ao álbum" e quando o Nuno percebe a armadilha já era tarde, tadinho! Aí vc vê que a menina era criativa mesmo, mas por trás das estratégias e mistério estava alguém que preferia uma ilusão romântica do que a realidade (meio que me identifiquei, haha). No fim, quando ela começa a imaginar como as coisas poderiam ter sido (bela cena, até a cortina se mexer e o gato aparecer, aí eu ri alto), e se arrepende, lá está o príncipe, esperando na porta (aquela cena onde os dois finalmente ficam juntos é puro romance! Achei esse ator que faz o Nino mega charmoso).
Enfim, assisti com a expectativa baixíssima e tive uma grata surpresa.
(por um momento achei que o Curtis ia aceitar a proposta do Wilford, ainda bem que não).
Eu sei que o Chris Evans não é considerado um ator excelente, mas eu fiquei muito impressionada com ele, os discursos, os olhares de ódio e de sofrimento, o trabalho dele me fez "comprar" o personagem. A personagem da Tilda Swinton e os dois orientais (pai e filha) foram outros personagens que se destacaram. ps: na cena em que o
Nam está contando o plano de explodir o portão pro Curtis ele menciona que viu alguma coisa do lado de fora mas que não valia à pena dizer pro Curtis. Alguém sabe o que era?
Tentei me esforçar pra não ficar comparando com o livro e assistir sem preconceito, mas com as bizarrices inventadas referentes ao Sir Thomas e a cena gratuita entre a Maria e o Henry foi meio difícil. Ainda assim, o filme tem alguns pontos positivos:
1-conseguiram melhorar muito o Edmund em relação ao livro (o Jonny Lee Miller no papel ajuda muito, e aqui ele não trata a Fanny como um "prêmio de consolação"); 2-o ator que faz o Henry Crawford é realmente charmoso e eles deram uma certa profundidade ao personagem; 3-amei a atriz que faz a Susie;4-a garotinha que fez a jovem Fanny é uma graça; 5-gostei que não cortaram a parte que ela volta pra casa em Portsmouth. Agora os pontos negativos: 1- porque mudaram tanto a personalidade da Fanny? (aliás, ela parece ser mais baseada na Jane Austen - ou o que se conhece sobre a vida dela - do que na Fanny do livro);2- praticamente tudo relacionado ao Sir Thomas e ao Tom (aliás, ficou forçado colocarem um plot tão pesado para os dois pra depois voltarem ao final leve e feliz do livro);3- não achei que as atrizes que fizeram a Mary e a Maria combinaram com as personagens (e às vezes a Mary Crawford parecia mais interessada na Fanny que no Edmund). Enfim, acho que mudaram tanta coisa que o filme funcionaria mais como um roteiro original do que como adaptação.
ps: aquela "carroça" de fogos de artifício e pássaros deve ser a precursora dos ridículos carros de mensagem, tipo "loucura de amor", a coisa mais brega já inventada. ps2: nada foi tão estranho quanto ver o Lorde Grantham no papel do ridículo Mr. Rushworth, hahaha.
Estava achando a história legalzinha. Mas durante o filme fui ficando com uma vontade estranha de rever o filme Once (Apenas uma Vez). Quando o filme acabou eu vim pesquisar e descobri o pq: o roteirista e diretor é o mesmo, haha (não sou nenhuma especialista em cinema, longe disso, e raramente noto coisas tipo "estética do diretor tal", então foi engraçado sentir essa sensação). Begin Again está longe de ser um filme ruim, mas falta aquele "algo a mais" que torna um filme mágico (que "Once" tem de sobra). Enfim, não é justo comparar os dois, já que Once é um filme muito marcante pra mim. Gostei bastante das cenas das gravações ao ar livre (fiquei me perguntando se algum artista já fez isso), e amei o final
É um filme bonitinho e tal, mas talvez as 4 estrelas de média no netflix tenham me feito esperar demais dele. Gostei do casal, dos melhores amigos deles, e apesar de tudo, gostei da mãe do Nick
(principalmente das tiradas que ela dá na ex-namorada traíra). Não gostei muito da história do Mario (que sempre era grosso com a Sharla, nem se despedia da menina e de repente, puf! se apaixonou por ela), e principalmente, achei a passagem de tempo muito esquisita, em 3 dias o restaurante dela vai de vazio a lotado, achei forçado. Acho que o que mais valeu à pena foram as cenas dos sonhos, que ficaram bem bonitas.
Não sei pq demorei tanto pra assistir esse filme! Sou fã de filmes de dança, e esse não decepcionou. Ainda assim, não foi pelas cenas coreografadas que me encantei (apesar de as cenas de dança serem boas), e sim pelos personagens, cada um com uma história de vida tão diferente do outro e ainda assim unidos pela dança de salão.
Amei o casal principal e a forma como eles se reaproximam no decorrer do filme (até pq achava que ele ia se apaixonar pela Paulina e largar a esposa. Que bom que não foi esse o caso). O roteiro trabalhou bem a grande quantidade de personagens secundários, dando a cada um o seu momento de destaque (por exemplo: o discurso da Miss Mitzi sobre achar o parceiro ideal, na dança e na vida; a Bobbie doidinha no hospital; o gordinho na cena em que ele admite ter mentido sobre estar noivo). Todos os atores estavam muito bem e souberam aproveitar suas chances de brilhar, especialmente a Susan Sarandon (que atriz maravilhosa!). Mas, particularmente, achei que o Stanley Tucci roubou a cena. O personagem dele, que a princípio parecia só um alívio cômico (o que era aquele figurino? peruca, bronzeado, dentes falsos, haha), acabou indo por um caminho incrível, da humilhação ao triunfo (amei demais as duas cenas de redenção dele: o paso doble depois que o cara arrancou a peruca durante a competição e ele calando a boca da galera no escritório).
Enfim, me empolguei e escrevi demais, mas esse filme foi mesmo uma grata surpresa!
Nossa, que sufoco pra esses dois ficarem juntos! Torci por eles, mas confesso que fiquei meio indignada quando o Alex casou com a Bethany, poxa! Só dois meses depois daquela carta, ele bem que podia ter esperado um pouco mais, né? haha. E eu não teria achado totalmente estranho se o casal não tivesse terminado junto, pq no fim a Rosie já estava no lucro (uma bela família, bons amigos e mais madura, finalmente correndo atrás dos sonhos dela), mas também gostei do bom e velho final feliz romântico. E por mais que os personagens principais sejam legais, me encantei mesmo pela Ruby (queria ter uma amiga assim!) e pelo pai da Rosie (que cara incrível! sempre apoiando a filha, mesmo depois de morrer). Aliás, o que eu mais gostei nesse filme foi que o foco não ficou só no casal, o roteiro explorou a relação da Rosie com o pai, com a filha, um pouco da carreira, etc.
Enfim, um filme simpático, bem diferente do que eu esperava.
não achei que o casal principal foi bem trabalhado (como li em algum lugar, o fato de terem feito uma montagem dos dois trabalhando juntos logo no começo foi meio preguiçosa e acabou prejudicando o desenvolvimento do casal). Gostei bem mais das cenas relacionadas ao pai (aquela cena em que ele explica sobre a importância de ganhar o campeonato de quiz pra finalmente levar a filha pra Disney foi tocante). Não sei porque, mas também gostei bastante da interação da Jane com a Darsie (acho que as atrizes fizeram um ótimo trabalho, conseguiram deixar a "relação" autora/personagem bem crível). Já o personagem do Henry Ian Cusick foi bem chatinho, foi bom rever o ator, mas achei ele meio desperdiçado.
Nada imperdível, mas como eu disse antes, até que é legalzinho! ps: Ah, esqueci de falar da
Quase deixei passar por causa do título (imaginei que fosse um filme sobre uma novela mexicana, tipo aquela série da Eva Longoria, haha. Aliás, pular de "novel" pra "novela" foi sofrido, hein?), mas quando vi a Amy Acker (Root♥) resolvi dar uma chance. Não me arrependi, gostei bastante do filme. Achei o casal principal bem fofinho e com uma boa química. A história se desenvolveu bem, com simplicidade e sem excesso de dramas (e sem um "vilão" tentando separar os dois). A temática me atraiu bastante (ganhar a vida como escritor = sonho!) e os coadjuvantes são bem legais (amei o Harris, os diálogos das cenas dele ficaram muito bons. A Jackie tbm se destacou). Enfim, um filme simpático e despretensioso, mas que acabou conquistando um lugarzinho na minha lista de filmes para ver e rever. ps: outra coisa legal é que o filme foge um pouco dos cenários de sempre (tipo Nova Iorque e Los Angeles). Não sabia que Portland era uma cidade tão simpática!
Fiquei impressionada com a Sheri, achei que o filho ia carregar ela nas provas, mas acho que quem mais carregou a dupla foi ela. A etapa da China foi muito bem feita e empolgante, não acreditei quando a dupla do Rooster Teeth foi batida pela mãe e filho. E amei a vitória da Dana e do Matt, aquela dança no final foi tudo! Achei eles bem carismáticos, apesar da edição tentar transformar a Dana em vilã.
Amei que deram um bom espaço pra Jacqueline, tanto em sua busca por se reconectar às raízes, quanto pelo romance com o Russ. Continuo torcendo pela Lillian na sua luta contra os hipsters. O plot da Kimmy indo atrás da mãe tbm foi bem legal (participação mais que especial da Phoebe!), e o gancho do retorno do creepy Rev. Richard promete! Mas a estrela da série pra mim continua sendo o mega talentoso Tituss Burgess. Ele é o que mais me arranca risadas e ainda é responsável por momentos incríveis e até emocionantes como a cena da gueixa Murasaki (minha cena favorita da 2ª temp) ou ele fazendo as pazes com a Vonda. PS: tanto a Jacqueline quanto o Titus (até a Lillian em menor escala) ganharam arcos românticos consistentes nessa temporada, acho que já é hora de trabalharem melhor os interesses românticos da Kimmy também, poxa. Os caras aparecem por poucos episódios, somem e não se fala mais neles (E o Dong foi mesmo deportado? quando mencionaram que a esposa dele trabalhava na ONU já achei que iam dar um jeito dele ficar nos EUA). PS2: Me amarro nas aparições aleatórias daquele robô da 1ª temporada, hahaha
Eu achei os 2 ou 3 primeiros episódios meio fraquinhos, mas ainda bem que não desisti da série, pq aos poucos ela foi me conquistando. O estilo dessa comédia é bem interessante, alternando entre o humor ácido, escrachado, bem inteligente e às vezes (bom, mais que às vezes, hehe) bem tosco e vergonha alheia.
Amo o Titus, pra mim ele é o MVP do elenco, me arrancando lágrimas de tanto rir (o que foram os 2 clipes dele? hahaha. Fora que o cara é talentoso pra caramba, canta muito). A Jacqueline também é hilária (o que foi aquela cena dela na casa da Kimmy, subindo nos banquinhos pra ir pro 2º andar? hahaha). A Kimmy já não acho tão engraçada, mas é uma boa personagem, do tipo que conquista a simpatia e nos faz torcer por ela (e como eu torci, principalmente nas cenas do julgamento, fiquei tão agoniada achando que o safado ia sair livre, mesmo tudo sendo tão surreal e bizarro, hehe). Acho que a parte mais fraquinha do roteiro são os romances da Kimmy que sempre terminam bem rápido (mas eu acho que é justamente a intenção deles, mostrar que a Kimmy é uma mulher forte, independentemente de estar solteira ou não, então não chega a ser um defeito). Ainda assim eu gostava tanto daquele 1º carinha, pena que ele sumiu.
Enfim, 2ª temporada, aí vou eu! ps: a apresentação é muito legal!
Como várias pessoas já comentaram, também acho que a grande jogada desse filme foi o fato de pegarem um tema bem complexo e tornarem um pouco mais palatável (eu ouvi várias vezes que toda a crise foi causada pelo fato dos americanos deixarem de pagar suas hipotecas, mas o filme deixa bem claro que o buraco era beeem mais embaixo). De alguma forma esse filme me lembrou de "Obrigado por fumar" (talvez pela mistura tema sério + humor + montagem diferentona) O personagem mais interessante foi o do Christian Bale, ficava esperando ansiosa pelas cenas dele, mas também gostei bastante do núcleo do Steve Carell.
As ilhas caindo, por exemplo, deram aquela dimensão de "meu mundo está desabando, tudo dando errado, etc". Outra parte interessante é quando nenhuma das emoções consegue assumir o painel, deixando a Riley num estado letárgico (quem nunca se sentiu assim, sem conseguir reagir, quando parece que não tem como escapar de algum problemão?). Os personagens são muito carismáticos, e a representação das emoções funcionou muito bem (gostei demais do "Raiva", será que isso diz algo sobre mim? hahaha). Como alguém disse abaixo, eu tbm fiquei muito irritada com a Tristeza, mas no fim fica bem claro que aquela era a hora dela assumir o painel de controle, por isso ela ficava interferindo, e era a Alegria quem estava atrapalhando, já que a vida não é feita apenas de momentos alegres (nossa, que profundo isso, haha). E o Big Bong me fez chorar (mas tinha que ser assim, algumas partes da nossa infância ficam pelo caminho). ps: não posso deixar de mencionar a cena das emoções do menino que esbarra na Riley no final, ri demais daquilo, hahaha.
Geralmente me apaixono por todas as produções de época britânicas que assisto, mas faltou alguma coisa em The Paradise pra eu realmente cair de amores.
Eu gosto da Denise e (mais ou menos) do Moray e fiquei feliz que eles tiveram um final satisfatório, assim como a Katherine (apesar que eu queria que o marido irritante sumisse e ela ficasse com a guarda da menininha, hehe) mas a produção deixou a desejar no aproveitamento dos personagens secundários, que eram tão interessantes (meus favoritos eram o Sam e o dúbio Mr. Jonas, e acho que eles poderiam ter ganhado plots próprios mais aprofundados, se até a ruivinha sem graça e a francesa ganharam os delas; a história da Clara tbm ficou meio incompleta, pena, pq era a secundária que parecia ter mais destaque). Também achei estranho que eles foram abandonando alguns personagens no meio do caminho (a Pauline sumiu entre temporadas e nem sequer foi mencionada na 2ª, a Miss Audrey sumiu depois que casou).
Enfim, a série está longe de ser ruim, tem a qualidade BBC (elenco, figurinos, etc) mas tinha potencial pra ir bem mais longe.
Gostei muito! O roteiro (com seus clichês sim, mas bem realizados) me emocionou, as atuações e a química do elenco me impressionaram e as cenas de luta me empolgaram bastante (inclusive na sala que eu assisti tinha uma mulher que gritava "levanta, levanta!" desesperada, hahaha). Nem o romance me incomodou, já que houve a preocupação em dar à Bianca sua própria história, em vez de deixá-la apenas de enfeite/namoradinha do Adônis (fora que eles formam um belo casal, hehe).
achei essa a mais injusta. Os snowboarders foram tirados da final não pela capacidade das outras duplas, e sim pelo complô dos taxistas panamenhos, que misteriosamente decidiram levar as equipes pro lugar certo. :/ Mas a temporada em si foi boa, gostei muito dos snowboarders, do casal de idosos e do ex-jogador de futebol americano e a esposa dele.
Não manjo quase nada de Star Wars, e quis assistir a esse antes dos outros, justamente pra ver como o filme funcionaria pro público leigo. Deu pra sacar que perdi vááárias referências
(amei a Rey e o Finn, fiquei torcendo muito por eles ♥). Achei que os produtores foram bem ousados matando o Han Solo (ñ achei que eles teriam coragem tirar o ator mais conhecido da franquia logo de cara, achei que o Chewbaca é quem ia rodar) e guardando a aparição do Luke pro finalzinho.
Enfim, eu gostei, provavelmente a maioria dos fãs amou, todo mundo fica feliz e a gigantesca franquia ganha um novo fôlego! ps:
odiei o Kylo Ren, muito chiliquento (hilária a cena em que ele dá um piti pela Rey ter escapado e os soldados saem de fininho, hehe) e ainda matou o pai, queria que a Rey tivesse metido o sabre no bucho dele, mas algo me diz que ele ainda voltará pro lado do "time azul". ps2: fiquei feliz pela reaparição do Poe, msm sem ter entendido mto bem como ele sobreviveu e se mandou daquele deserto.
Orgulho & Paixão
4.0 27Até agora estou gostando bastante (tirando essas últimas cenas das irmãs na floresta). Como fã de Jane Austen, vou acompanhar e torcer para que seja uma boa adaptação.
Juntos e Misturados
3.5 1,1K Assista AgoraÉ um filme que de algum modo consegue ser fofinho e grosseiro/apelativo ao mesmo tempo. Não faz sentido assistir a um filme do Adam Sandler procurando um humor inteligente, mas esse é um filme legalzinho, pra assistir sem compromisso. E a mensagem "família" é bacana.
ps: só as cenas com o Terry Crews já fizeram o filme valer à pena!
Esperar para Sempre
3.3 992A pior parte pra mim foi
ver as pessoas (principalmente os amigos) achando fofinho esse comportamento patológico do Will (per)seguindo a menina pelo país. Ele precisava de ajuda, de um tratamento, não de incentivo. A única pessoa que me pareceu sensata nesse ponto foi o irmão e ele foi retratado quase como um vilão. Creio que o filme teria sido salvo se fosse finalizado com a Emma lendo a carta do Will e cada um seguindo seu caminho (eles dois não funcionam como um casal).
Anne com um E (1ª Temporada)
4.6 763 Assista AgoraEstava tão ansiosa por essa série, mas infelizmente acabei me frustrando. Não consegui chegar ao fim do 3º episódio. Sei que, em adaptações, mudanças são normais (e até necessárias), mas aqui elas foram tão extremas/agressivas que ficou difícil digerir. Não posso dizer que é uma produção ruim, e vejo que a maioria dos comentários aqui é positivo; fico feliz por isso, já que provavelmente muita gente vai ter contato com o livro por causa da série. Talvez eu tente dar outra chance e até termine essa temporada, se conseguir calar meu lado "purista".
ps: pra não dizer que não gostei de nada, curti as cenas entre a Marilla e a Rachel Lynde (as atrizes estão muito bem). Também gostei da atriz que faz a Diana, ela é bem meiga. As paisagens e a trilha sonora são os outros pontos positivos.
Lift Me Up
3.0 13Estava procurando por um filme de dança e acabei encontrando um bom drama, com uma história simples, bonita e emocionante. O John é um personagem admirável, impossível não torcer por ele.
Estrelas Além do Tempo
4.3 1,5K Assista AgoraCom certeza o maior mérito do filme é trazer para os holofotes essas "figuras escondidas". Mas eu gostei de como o roteiro foi além e, por trás de uma pretensa leveza, trouxe várias situações absurdas e revoltantes, sem transformar essas mulheres em coitadinhas. Chorei muito, torci por elas, tinha tempo que um filme não fazia eu me importar tantos com os personagens, mas esse conseguiu mexer comigo. E é claro, a história funciona muito graças também à força de seu elenco. Janelle, Octavia e principalmente Taraji estavam brilhantes em seus papéis (com certeza a cena em que a Katherine explode foi o ponto alto do filme pra mim).
O pôster traz a frase "baseado em uma história real não contada". Espero que continuem indo atrás de histórias como essa, pois acompanhá-la valeu muito à pena.
O Fabuloso Destino de Amélie Poulain
4.3 5,0K Assista AgoraLendo os comentários vejo que algumas pessoas criaram muita expectativa e acabaram se decepcionando. Acho que dei sorte então, pois em vez de expectativa eu desenvolvi um certo preconceito contra a Amélie, justamente por causa do tal hype. Imaginava
uma francesinha "hipster" (por causa da franja, mas sou véia, não sei se é a expressão certa, haha) que passava metade do filme quebrando a casquinha do creme brulê (sempre que vejo alguém falar nessa sobremesa mencionam esse filme junto, então achei que a tal casquinha tinha mais importância) e a outra metade com aquela cara de safadinha na cama com o moço (essa imagem é outra que sempre aparece quando vejo algo relacionado a esse filme - e acaba que ela nem estava curtindo o momento).
Gostei muito dos plots do pai e o gnomo, a vingança contra o verdureiro que maltratava o assistente, o escritor (aliás, acho que gostei de todos os plots secundários, menos o do cara com o gravador). E simplesmente amei a parte romântica. Amélie e Nuno, que casal fofo! Duas crianças solitárias, que cresceram com hábitos estranhos e acabaram se esbarrando. Amei demais a cena em que a Amélie cria uma espécie de "caça ao álbum" e quando o Nuno percebe a armadilha já era tarde, tadinho! Aí vc vê que a menina era criativa mesmo, mas por trás das estratégias e mistério estava alguém que preferia uma ilusão romântica do que a realidade (meio que me identifiquei, haha). No fim, quando ela começa a imaginar como as coisas poderiam ter sido (bela cena, até a cortina se mexer e o gato aparecer, aí eu ri alto), e se arrepende, lá está o príncipe, esperando na porta (aquela cena onde os dois finalmente ficam juntos é puro romance! Achei esse ator que faz o Nino mega charmoso).
Expresso do Amanhã
3.5 1,3K Assista grátisEu gostei. O roteiro é intenso, tem muitas cenas marcantes, reviravoltas surpreendentes e personagens interessantes. Gostei do final
(por um momento achei que o Curtis ia aceitar a proposta do Wilford, ainda bem que não).
ps: na cena em que o
Nam está contando o plano de explodir o portão pro Curtis ele menciona que viu alguma coisa do lado de fora mas que não valia à pena dizer pro Curtis. Alguém sabe o que era?
Palácio das Ilusões
3.6 102Tentei me esforçar pra não ficar comparando com o livro e assistir sem preconceito, mas com as bizarrices inventadas referentes ao Sir Thomas e a cena gratuita entre a Maria e o Henry foi meio difícil. Ainda assim, o filme tem alguns pontos positivos:
1-conseguiram melhorar muito o Edmund em relação ao livro (o Jonny Lee Miller no papel ajuda muito, e aqui ele não trata a Fanny como um "prêmio de consolação"); 2-o ator que faz o Henry Crawford é realmente charmoso e eles deram uma certa profundidade ao personagem; 3-amei a atriz que faz a Susie;4-a garotinha que fez a jovem Fanny é uma graça; 5-gostei que não cortaram a parte que ela volta pra casa em Portsmouth. Agora os pontos negativos: 1- porque mudaram tanto a personalidade da Fanny? (aliás, ela parece ser mais baseada na Jane Austen - ou o que se conhece sobre a vida dela - do que na Fanny do livro);2- praticamente tudo relacionado ao Sir Thomas e ao Tom (aliás, ficou forçado colocarem um plot tão pesado para os dois pra depois voltarem ao final leve e feliz do livro);3- não achei que as atrizes que fizeram a Mary e a Maria combinaram com as personagens (e às vezes a Mary Crawford parecia mais interessada na Fanny que no Edmund). Enfim, acho que mudaram tanta coisa que o filme funcionaria mais como um roteiro original do que como adaptação.
ps: aquela "carroça" de fogos de artifício e pássaros deve ser a precursora dos ridículos carros de mensagem, tipo "loucura de amor", a coisa mais brega já inventada.
ps2: nada foi tão estranho quanto ver o Lorde Grantham no papel do ridículo Mr. Rushworth, hahaha.
Mesmo se Nada der Certo
4.0 1,9K Assista AgoraEstava achando a história legalzinha. Mas durante o filme fui ficando com uma vontade estranha de rever o filme Once (Apenas uma Vez). Quando o filme acabou eu vim pesquisar e descobri o pq: o roteirista e diretor é o mesmo, haha (não sou nenhuma especialista em cinema, longe disso, e raramente noto coisas tipo "estética do diretor tal", então foi engraçado sentir essa sensação). Begin Again está longe de ser um filme ruim, mas falta aquele "algo a mais" que torna um filme mágico (que "Once" tem de sobra). Enfim, não é justo comparar os dois, já que Once é um filme muito marcante pra mim. Gostei bastante das cenas das gravações ao ar livre (fiquei me perguntando se algum artista já fez isso), e amei o final
(que era o único caminho lógico para a Greta, fiquei feliz que deu certo). E como muitos já falaram, eles conseguiram fugir do clichê romântico.
Em Meus Sonhos
3.2 158 Assista AgoraÉ um filme bonitinho e tal, mas talvez as 4 estrelas de média no netflix tenham me feito esperar demais dele. Gostei do casal, dos melhores amigos deles, e apesar de tudo, gostei da mãe do Nick
(principalmente das tiradas que ela dá na ex-namorada traíra). Não gostei muito da história do Mario (que sempre era grosso com a Sharla, nem se despedia da menina e de repente, puf! se apaixonou por ela), e principalmente, achei a passagem de tempo muito esquisita, em 3 dias o restaurante dela vai de vazio a lotado, achei forçado. Acho que o que mais valeu à pena foram as cenas dos sonhos, que ficaram bem bonitas.
Dança Comigo?
3.2 435 Assista AgoraNão sei pq demorei tanto pra assistir esse filme! Sou fã de filmes de dança, e esse não decepcionou. Ainda assim, não foi pelas cenas coreografadas que me encantei (apesar de as cenas de dança serem boas), e sim pelos personagens, cada um com uma história de vida tão diferente do outro e ainda assim unidos pela dança de salão.
Amei o casal principal e a forma como eles se reaproximam no decorrer do filme (até pq achava que ele ia se apaixonar pela Paulina e largar a esposa. Que bom que não foi esse o caso). O roteiro trabalhou bem a grande quantidade de personagens secundários, dando a cada um o seu momento de destaque (por exemplo: o discurso da Miss Mitzi sobre achar o parceiro ideal, na dança e na vida; a Bobbie doidinha no hospital; o gordinho na cena em que ele admite ter mentido sobre estar noivo). Todos os atores estavam muito bem e souberam aproveitar suas chances de brilhar, especialmente a Susan Sarandon (que atriz maravilhosa!). Mas, particularmente, achei que o Stanley Tucci roubou a cena. O personagem dele, que a princípio parecia só um alívio cômico (o que era aquele figurino? peruca, bronzeado, dentes falsos, haha), acabou indo por um caminho incrível, da humilhação ao triunfo (amei demais as duas cenas de redenção dele: o paso doble depois que o cara arrancou a peruca durante a competição e ele calando a boca da galera no escritório).
Simplesmente Acontece
3.8 1,8K Assista AgoraNossa, que sufoco pra esses dois ficarem juntos! Torci por eles, mas confesso que fiquei meio indignada quando o Alex casou com a Bethany, poxa! Só dois meses depois daquela carta, ele bem que podia ter esperado um pouco mais, né? haha. E eu não teria achado totalmente estranho se o casal não tivesse terminado junto, pq no fim a Rosie já estava no lucro (uma bela família, bons amigos e mais madura, finalmente correndo atrás dos sonhos dela), mas também gostei do bom e velho final feliz romântico. E por mais que os personagens principais sejam legais, me encantei mesmo pela Ruby (queria ter uma amiga assim!) e pelo pai da Rosie (que cara incrível! sempre apoiando a filha, mesmo depois de morrer). Aliás, o que eu mais gostei nesse filme foi que o foco não ficou só no casal, o roteiro explorou a relação da Rosie com o pai, com a filha, um pouco da carreira, etc.
Não é Mais Um Final Feliz
3.1 36 Assista AgoraPor acaso acabei assistindo 2 filmes sobre escritores colados um no outro (o outro foi o "A novel romance"). Esse é legalzinho, mas
não achei que o casal principal foi bem trabalhado (como li em algum lugar, o fato de terem feito uma montagem dos dois trabalhando juntos logo no começo foi meio preguiçosa e acabou prejudicando o desenvolvimento do casal). Gostei bem mais das cenas relacionadas ao pai (aquela cena em que ele explica sobre a importância de ganhar o campeonato de quiz pra finalmente levar a filha pra Disney foi tocante). Não sei porque, mas também gostei bastante da interação da Jane com a Darsie (acho que as atrizes fizeram um ótimo trabalho, conseguiram deixar a "relação" autora/personagem bem crível). Já o personagem do Henry Ian Cusick foi bem chatinho, foi bom rever o ator, mas achei ele meio desperdiçado.
Nada imperdível, mas como eu disse antes, até que é legalzinho!
ps: Ah, esqueci de falar da
pegadinha no final. Eu quase acreditei que o cara tinha morrido, achei bem inteligente brincarem com o título do filme dessa forma!
Um Amor De Novela
2.9 30Quase deixei passar por causa do título (imaginei que fosse um filme sobre uma novela mexicana, tipo aquela série da Eva Longoria, haha. Aliás, pular de "novel" pra "novela" foi sofrido, hein?), mas quando vi a Amy Acker (Root♥) resolvi dar uma chance. Não me arrependi, gostei bastante do filme. Achei o casal principal bem fofinho e com uma boa química. A história se desenvolveu bem, com simplicidade e sem excesso de dramas (e sem um "vilão" tentando separar os dois). A temática me atraiu bastante (ganhar a vida como escritor = sonho!) e os coadjuvantes são bem legais (amei o Harris, os diálogos das cenas dele ficaram muito bons. A Jackie tbm se destacou). Enfim, um filme simpático e despretensioso, mas que acabou conquistando um lugarzinho na minha lista de filmes para ver e rever.
ps: outra coisa legal é que o filme foge um pouco dos cenários de sempre (tipo Nova Iorque e Los Angeles). Não sabia que Portland era uma cidade tão simpática!
The Amazing Race (28ª Temporada)
3.8 3Gostei muito dos times dessa temporada, acho que pela primeira vez não torci contra ninguém, hehe.
Fiquei impressionada com a Sheri, achei que o filho ia carregar ela nas provas, mas acho que quem mais carregou a dupla foi ela. A etapa da China foi muito bem feita e empolgante, não acreditei quando a dupla do Rooster Teeth foi batida pela mãe e filho.
E amei a vitória da Dana e do Matt, aquela dança no final foi tudo! Achei eles bem carismáticos, apesar da edição tentar transformar a Dana em vilã.
Unbreakable Kimmy Schmidt (2ª Temporada)
4.0 184Eu acho que a 1ª temporada me fez rir bem mais, mas ainda assim gostei bastante dessa 2ª temporada.
Amei que deram um bom espaço pra Jacqueline, tanto em sua busca por se reconectar às raízes, quanto pelo romance com o Russ. Continuo torcendo pela Lillian na sua luta contra os hipsters. O plot da Kimmy indo atrás da mãe tbm foi bem legal (participação mais que especial da Phoebe!), e o gancho do retorno do creepy Rev. Richard promete!
Mas a estrela da série pra mim continua sendo o mega talentoso Tituss Burgess. Ele é o que mais me arranca risadas e ainda é responsável por momentos incríveis e até emocionantes como a cena da gueixa Murasaki (minha cena favorita da 2ª temp) ou ele fazendo as pazes com a Vonda.
PS: tanto a Jacqueline quanto o Titus (até a Lillian em menor escala) ganharam arcos românticos consistentes nessa temporada, acho que já é hora de trabalharem melhor os interesses românticos da Kimmy também, poxa. Os caras aparecem por poucos episódios, somem e não se fala mais neles (E o Dong foi mesmo deportado? quando mencionaram que a esposa dele trabalhava na ONU já achei que iam dar um jeito dele ficar nos EUA).
PS2: Me amarro nas aparições aleatórias daquele robô da 1ª temporada, hahaha
Unbreakable Kimmy Schmidt (1ª Temporada)
3.9 421 Assista AgoraEu achei os 2 ou 3 primeiros episódios meio fraquinhos, mas ainda bem que não desisti da série, pq aos poucos ela foi me conquistando. O estilo dessa comédia é bem interessante, alternando entre o humor ácido, escrachado, bem inteligente e às vezes (bom, mais que às vezes, hehe) bem tosco e vergonha alheia.
Amo o Titus, pra mim ele é o MVP do elenco, me arrancando lágrimas de tanto rir (o que foram os 2 clipes dele? hahaha. Fora que o cara é talentoso pra caramba, canta muito). A Jacqueline também é hilária (o que foi aquela cena dela na casa da Kimmy, subindo nos banquinhos pra ir pro 2º andar? hahaha). A Kimmy já não acho tão engraçada, mas é uma boa personagem, do tipo que conquista a simpatia e nos faz torcer por ela (e como eu torci, principalmente nas cenas do julgamento, fiquei tão agoniada achando que o safado ia sair livre, mesmo tudo sendo tão surreal e bizarro, hehe).
Acho que a parte mais fraquinha do roteiro são os romances da Kimmy que sempre terminam bem rápido (mas eu acho que é justamente a intenção deles, mostrar que a Kimmy é uma mulher forte, independentemente de estar solteira ou não, então não chega a ser um defeito). Ainda assim eu gostava tanto daquele 1º carinha, pena que ele sumiu.
Enfim, 2ª temporada, aí vou eu!
ps: a apresentação é muito legal!
E gostei muito da participação do carinha que canta a música tema nos 2 últimos episódios.
A Grande Aposta
3.7 1,3KComo várias pessoas já comentaram, também acho que a grande jogada desse filme foi o fato de pegarem um tema bem complexo e tornarem um pouco mais palatável (eu ouvi várias vezes que toda a crise foi causada pelo fato dos americanos deixarem de pagar suas hipotecas, mas o filme deixa bem claro que o buraco era beeem mais embaixo). De alguma forma esse filme me lembrou de "Obrigado por fumar" (talvez pela mistura tema sério + humor + montagem diferentona) O personagem mais interessante foi o do Christian Bale, ficava esperando ansiosa pelas cenas dele, mas também gostei bastante do núcleo do Steve Carell.
Divertida Mente
4.3 3,3K Assista AgoraO roteiro dessa animação é impressionante. Eles pegaram um assunto bem complexo e transformaram numa bela aventura, mas ainda rica em metáforas.
As ilhas caindo, por exemplo, deram aquela dimensão de "meu mundo está desabando, tudo dando errado, etc". Outra parte interessante é quando nenhuma das emoções consegue assumir o painel, deixando a Riley num estado letárgico (quem nunca se sentiu assim, sem conseguir reagir, quando parece que não tem como escapar de algum problemão?).
Os personagens são muito carismáticos, e a representação das emoções funcionou muito bem (gostei demais do "Raiva", será que isso diz algo sobre mim? hahaha). Como alguém disse abaixo, eu tbm fiquei muito irritada com a Tristeza, mas no fim fica bem claro que aquela era a hora dela assumir o painel de controle, por isso ela ficava interferindo, e era a Alegria quem estava atrapalhando, já que a vida não é feita apenas de momentos alegres (nossa, que profundo isso, haha). E o Big Bong me fez chorar (mas tinha que ser assim, algumas partes da nossa infância ficam pelo caminho).
ps: não posso deixar de mencionar a cena das emoções do menino que esbarra na Riley no final, ri demais daquilo, hahaha.
The Paradise (2ª Temporada)
3.9 28Geralmente me apaixono por todas as produções de época britânicas que assisto, mas faltou alguma coisa em The Paradise pra eu realmente cair de amores.
Eu gosto da Denise e (mais ou menos) do Moray e fiquei feliz que eles tiveram um final satisfatório, assim como a Katherine (apesar que eu queria que o marido irritante sumisse e ela ficasse com a guarda da menininha, hehe) mas a produção deixou a desejar no aproveitamento dos personagens secundários, que eram tão interessantes (meus favoritos eram o Sam e o dúbio Mr. Jonas, e acho que eles poderiam ter ganhado plots próprios mais aprofundados, se até a ruivinha sem graça e a francesa ganharam os delas; a história da Clara tbm ficou meio incompleta, pena, pq era a secundária que parecia ter mais destaque). Também achei estranho que eles foram abandonando alguns personagens no meio do caminho (a Pauline sumiu entre temporadas e nem sequer foi mencionada na 2ª, a Miss Audrey sumiu depois que casou).
Creed: Nascido para Lutar
4.0 1,1K Assista AgoraGostei muito! O roteiro (com seus clichês sim, mas bem realizados) me emocionou, as atuações e a química do elenco me impressionaram e as cenas de luta me empolgaram bastante (inclusive na sala que eu assisti tinha uma mulher que gritava "levanta, levanta!" desesperada, hahaha). Nem o romance me incomodou, já que houve a preocupação em dar à Bianca sua própria história, em vez de deixá-la apenas de enfeite/namoradinha do Adônis (fora que eles formam um belo casal, hehe).
The Amazing Race (19ª Temporada)
3.8 1Das temporadas que assisti até agora
achei essa a mais injusta. Os snowboarders foram tirados da final não pela capacidade das outras duplas, e sim pelo complô dos taxistas panamenhos, que misteriosamente decidiram levar as equipes pro lugar certo. :/
Mas a temporada em si foi boa, gostei muito dos snowboarders, do casal de idosos e do ex-jogador de futebol americano e a esposa dele.
Star Wars, Episódio VII: O Despertar da Força
4.3 3,1KNão manjo quase nada de Star Wars, e quis assistir a esse antes dos outros, justamente pra ver como o filme funcionaria pro público leigo. Deu pra sacar que perdi vááárias referências
(só fiquei sabendo que a "sucata" era a famosa M. Falcon depois que eles falaram)
(compactador de lixo? boiei)
(amei a Rey e o Finn, fiquei torcendo muito por eles ♥). Achei que os produtores foram bem ousados matando o Han Solo (ñ achei que eles teriam coragem tirar o ator mais conhecido da franquia logo de cara, achei que o Chewbaca é quem ia rodar) e guardando a aparição do Luke pro finalzinho.
Enfim, eu gostei, provavelmente a maioria dos fãs amou, todo mundo fica feliz e a gigantesca franquia ganha um novo fôlego!
ps:
odiei o Kylo Ren, muito chiliquento (hilária a cena em que ele dá um piti pela Rey ter escapado e os soldados saem de fininho, hehe) e ainda matou o pai, queria que a Rey tivesse metido o sabre no bucho dele, mas algo me diz que ele ainda voltará pro lado do "time azul".
ps2: fiquei feliz pela reaparição do Poe, msm sem ter entendido mto bem como ele sobreviveu e se mandou daquele deserto.