É bem produzida em geral e uma ótima forma de contar essa história para quem ainda não a conhecia, mas não gostei muito do fato do ponto de vista ser tão focado em terceiros, e não nas vítimas. O Linha Direta que foi feito desse caso é bem melhor nesse sentido, e tem o doc também, se não me engano é filhos do césio o nome, que traz esse ponto de vista das vítimas. Fica mais justo e mais claro quando a história é contada por quem realmente a viveu.
Procurando uma forma gentil de avisar meu amigo platônico del Toro que ele errou bastante dessa vez… O roteiro é pieguíssimo, a atuação do Oscar Isaac é mais do mesmo, a direção de arte trouxe mais um filme verde em uma torre genérico, os efeitos especiais são fraquíssimos e, em várias situações, desnecessários, e é simplesmente inacreditável que ele, sendo um aficionado por design de criaturas como é, tenha aprovado um monstro tão sem graça daqueles. Absolutamente todos os mortos são palestrinha que precisam fazer um recital antes de dar o último suspiro. Até a neta da atriz brasileira Maria Gladys ficou xoxa… Difícil, viu!?
Não sei se é implicância minha, mas a imagem da capa parece ter sido gerada por IA e a personalidade das criaturas parece IA também. E o povo que curtiu a ideia, defende o acontecimento igual o povo viciado em IA defende IA. Essa ideia de todo conhecimento pessoal humano estar diluído no todo, as respostas genéricas, a falta de personalidade... Para mim é sobre IA, caso não tenha deixado claro.
entrei em teto, pois ouvi between the bars antes de assistir o primeiro episódio e, por alguns segundos, pensei que estava no show de truman. acontece :I
se a história rende para uma série inteira eu não sei, mas se fosse um curta era 10/10
Mas vocês, hein!? Não podem ver uma tetinha que noooossssaa…
Comecei o filme com minhas quatro patinhas atrás depois de ter assistido honey don’t e reforçado minha teoria de que homem pode, mas não deveria, dirigir filme lésbico, mesmo que esse homem seja um dos Coen. Quebrei minha carinha.
O filme é bem besta, tem aquele humor específico dos Coen e uma edição meio sitcom, meio clipe antigo dos Red Hot, mas não tenta ser profundo no que não conhece, a sexualização é dentro do natural e tem uma pegadinha meio Thelma e Louise. Funciona
Talvez eu esteja sendo tapeada por mais um filme da fábrica em série de humor caótico, máfia e comédia de erros de um dos Coen… mas enfim, que bom que comecei drive away dolls.
A universalidade do cinema é um troço bem foda. Mesmo falando sobre outro tipo de conflito e, definitivamente, outro tipo de sociedade, esse filme me lembrou um pouco o clima de O que é isso, companheiro? e, por algum motivo que não sei bem qual, O homem que copiava.
O único ponto que me incomodou foi o final corrido, mas é um filmão.
Minha semana precisaria ter uns 50 dias para dar conta de tudo que tenho vontade, mas revisitar esse filme me deu vontade de rever tudo que assisti antes da vida adulta. É incrível como a percepção muda com o tempo. Não que eu já não tivesse gostado antes, mas agora foi diferente.
Ter uma memória horrível tem seu lado bom: foi como assistir pela primeira vez. Mal consegui respirar durante todo o filme, segui tensa mesmo nas cenas de alívio cômico ou mais emocionais.
A atuação do Gary Oldman me decepcionou um pouco, mas Jean Reno e Natalie Portman estão espetaculares.
É bem datado em alguns pontos e tem alguns momentos cômicos não intencionais por tosqueira. Ri toda vez que apareceu a gangue do Gary Oldman, porque parecia festa de aniversário de aquariano: um gângster de um lado, um hippie do outro, um galã latino fazendo dupla com um skinhead, um maconheiraço, um tiozão canastrão comum...
Tenho uns 98,5% de certeza de que o Pinguim do Colin Farrell foi copi… cof cof inspirado no Tony. A semelhança física e na atuação é bem descarada.
Sempre que escuto “Matilda” do Alt-J, fico imaginando quem seria essa Matilda e qual seria a moral da história, além de ter aquela sensação de já ter ouvido isso antes. Fiquei empolgadíssima quando a frase “this is from Matilda” apareceu no filme. Fui catar no youtube se mais gente passou pelo meu processo e descobri que “breezeblocks” também fala sobre onde vivem os monstros. Nunca me arrependi de ter Alt-J nas minhas playlists mesmo.
Acredito que a sexualização da Matilda tem mais a ver com o nosso olhar atual sobre a abordagem da época do que com a intenção do filme. Crianças se "apaixonam" por adultos por não compreenderem sentimentos ainda, e o Léon claramente age como quem adotou um filhote para criar. Não há sexualização envolvida. As cenas em que ela interpreta Madonna e Marilyn Monroe me causaram um certo desconforto, mas vejo isso como parte da construção da personagem, uma mostra de como a forma como ela foi criada lhe afetou.
Enfim, é um filme maravilhoso, e eu seria uma pessoa mais feliz se os atuais do gênero chegassem a pelo menos uns 20% da qualidade dele.
Tinha bastante preconceito com esse filme por causa desse cartaz vibe didi mocó, mas acabei me obrigando a assistir por conta de um projeto pessoal e acabei me surpreendendo ao encontrar o Dany Boon atuando e dirigindo. Foi como rever um amigo da adolescência e descobrir que a amizade ainda tem química. Me fez feliz :)
Deu vontade de ler o livro para entender a história, pq o filme ficou uma bagunça narrativa. A vizinha por exemplo, claramente é uma personagem bem mais significativa do que o filme conseguiu expressar. A mãe dela também, as máscaras, o primo... quase todo elemento narrativo do filme parece perdido.
Tudo que eu sabia sobre a Estônia era que usava o emoji da bandeira deles pra falar do Grêmio. Nunca tinha parado pra pensar no humor estoniano, até que esse filme me deu uma boa atropelada.
Não me considero mais uma pessoa que dorme em filmes, e acho que tenho moral pra dizer isso porque já fui a capitã, mascote, líder de torcida, presidente e técnica desse time. Mas o primeiro ponto a destacar é que o filme cumpre o que promete; dormi várias vezes durante ele. Uma delas inclusive ENQUANTO BEBIA UMA FUCKING XÍCARA DE CAFÉ. Mas isso não é uma crítica, é só uma observação. O filme está longe de ser lento. Acho que acontece porque a narração funciona como aqueles áudios de auto-hipnose e parece na verdade um convite pra sonhar junto com o personagem. Gosto de pensar que isso foi intencional, pq pelo menos comigo foi o que rolou.
A estrutura lembra um pouco twilight zone, e eu amo quando algo me lembra twilight zone. As historinhas são todas muito boas, todas parecem sonhos lúcidos e a sagacidade do ator me pegou.
Enfim, estou feliz que meu projeto de assistir pelo menos um filme de cada país do planeta começou pela Estônia.
É engraçado, porque não sei ao certo se gostei, mas também não consigo dizer que desgostei. Tenho um fraco por clima de neve, e com essa nevaiada por todo lado já comecei com uns pontinhos de simpatia a mais. Além disso, conhecer um pouco mais da Islândia foi bem interessante. Como assim a polícia não usa arma? E a cela da delegacia é usada como depósito porque… ninguém é preso? E pode padre mulher!? Outro mundo.
As atuações são ótimas, e a direção de cena também. Inclusive, o penúltimo episódio tem uma das cenas de choro mais íntimas que já vi, talvez a mais. Tu enxerga a lágrima se formando, o músculo do rosto se contraindo, os poros da pele reagindo em tempo real ao movimento da lágrima. O rosto todo chorando antes de chorar. Coisa fina.
Mas a história é, de fato, bem confusa. Personagem sobrando, trama solta, plot bagunçado. E pra piorar, termina sem nenhum vestígio de hype. Qualquer série genérica consegue deixar uma curiosidadezinha pro futuro. Essa aqui parece que terminou na primeira temporada mesmo, não tem gancho para mais nada.
Emergência Radioativa
3.9 163 Assista AgoraÉ bem produzida em geral e uma ótima forma de contar essa história para quem ainda não a conhecia, mas não gostei muito do fato do ponto de vista ser tão focado em terceiros, e não nas vítimas.
O Linha Direta que foi feito desse caso é bem melhor nesse sentido, e tem o doc também, se não me engano é filhos do césio o nome, que traz esse ponto de vista das vítimas. Fica mais justo e mais claro quando a história é contada por quem realmente a viveu.
Tudo Culpa Dela
4.1 301 Assista Agorabig little lies é o U2, all her fault é o sambô e o suspense feminista hight society é sunday blood sunday.
O Cavaleiro dos Sete Reinos (1ª Temporada)
4.3 163 Assista Agora<3
Frankenstein
3.7 596 Assista AgoraProcurando uma forma gentil de avisar meu amigo platônico del Toro que ele errou bastante dessa vez…
O roteiro é pieguíssimo, a atuação do Oscar Isaac é mais do mesmo, a direção de arte trouxe mais um filme verde em uma torre genérico, os efeitos especiais são fraquíssimos e, em várias situações, desnecessários, e é simplesmente inacreditável que ele, sendo um aficionado por design de criaturas como é, tenha aprovado um monstro tão sem graça daqueles. Absolutamente todos os mortos são palestrinha que precisam fazer um recital antes de dar o último suspiro. Até a neta da atriz brasileira Maria Gladys ficou xoxa… Difícil, viu!?
A Cadeira (1ª Temporada)
3.4 20 Assista Agorano facebook tinha uma página chamada gato da ansiedade que tinha os plots iguaizinhos os dessa série.
Pluribus (1ª Temporada)
4.0 335 Assista AgoraNão sei se é implicância minha, mas a imagem da capa parece ter sido gerada por IA e a personalidade das criaturas parece IA também. E o povo que curtiu a ideia, defende o acontecimento igual o povo viciado em IA defende IA. Essa ideia de todo conhecimento pessoal humano estar diluído no todo, as respostas genéricas, a falta de personalidade...
Para mim é sobre IA, caso não tenha deixado claro.
A Cadeira (1ª Temporada)
3.4 20 Assista Agoraentrei em teto, pois ouvi between the bars antes de assistir o primeiro episódio e, por alguns segundos, pensei que estava no show de truman. acontece :I
se a história rende para uma série inteira eu não sei, mas se fosse um curta era 10/10
Uma Batalha Após a Outra
3.7 652 Assista Agoraleo dicaprio está a um passo de virar aquele ator canastrão de uma interpretação só, mas aqui está perdoado
Garotas em Fuga
2.7 81 Assista AgoraMas vocês, hein!? Não podem ver uma tetinha que noooossssaa…
Comecei o filme com minhas quatro patinhas atrás depois de ter assistido honey don’t e reforçado minha teoria de que homem pode, mas não deveria, dirigir filme lésbico, mesmo que esse homem seja um dos Coen. Quebrei minha carinha.
O filme é bem besta, tem aquele humor específico dos Coen e uma edição meio sitcom, meio clipe antigo dos Red Hot, mas não tenta ser profundo no que não conhece, a sexualização é dentro do natural e tem uma pegadinha meio Thelma e Louise. Funciona
Talvez eu esteja sendo tapeada por mais um filme da fábrica em série de humor caótico, máfia e comédia de erros de um dos Coen… mas enfim, que bom que comecei drive away dolls.
A Longa Marcha: Caminhe ou Morra
3.3 340 Assista AgoraClichê, forçado, só tem homem e presunçosíssimo.
Omar
4.0 75A universalidade do cinema é um troço bem foda. Mesmo falando sobre outro tipo de conflito e, definitivamente, outro tipo de sociedade, esse filme me lembrou um pouco o clima de O que é isso, companheiro? e, por algum motivo que não sei bem qual, O homem que copiava.
O único ponto que me incomodou foi o final corrido, mas é um filmão.
Eu super teria caído no mesmo golpe que o Omar, porque acreditei 100% no safado do Amjad. Bem que dizem que os engraçadinhos são um perigo.
It: Bem-Vindos a Derry (1ª Temporada)
4.1 362 Assista Agoracarai que coisa bem ruim
O Profissional
4.3 2,2K Assista AgoraMinha semana precisaria ter uns 50 dias para dar conta de tudo que tenho vontade, mas revisitar esse filme me deu vontade de rever tudo que assisti antes da vida adulta. É incrível como a percepção muda com o tempo. Não que eu já não tivesse gostado antes, mas agora foi diferente.
Ter uma memória horrível tem seu lado bom: foi como assistir pela primeira vez. Mal consegui respirar durante todo o filme, segui tensa mesmo nas cenas de alívio cômico ou mais emocionais.
A atuação do Gary Oldman me decepcionou um pouco, mas Jean Reno e Natalie Portman estão espetaculares.
É bem datado em alguns pontos e tem alguns momentos cômicos não intencionais por tosqueira. Ri toda vez que apareceu a gangue do Gary Oldman, porque parecia festa de aniversário de aquariano: um gângster de um lado, um hippie do outro, um galã latino fazendo dupla com um skinhead, um maconheiraço, um tiozão canastrão comum...
Tenho uns 98,5% de certeza de que o Pinguim do Colin Farrell foi copi… cof cof inspirado no Tony. A semelhança física e na atuação é bem descarada.
Sempre que escuto “Matilda” do Alt-J, fico imaginando quem seria essa Matilda e qual seria a moral da história, além de ter aquela sensação de já ter ouvido isso antes. Fiquei empolgadíssima quando a frase “this is from Matilda” apareceu no filme. Fui catar no youtube se mais gente passou pelo meu processo e descobri que “breezeblocks” também fala sobre onde vivem os monstros. Nunca me arrependi de ter Alt-J nas minhas playlists mesmo.
Acredito que a sexualização da Matilda tem mais a ver com o nosso olhar atual sobre a abordagem da época do que com a intenção do filme. Crianças se "apaixonam" por adultos por não compreenderem sentimentos ainda, e o Léon claramente age como quem adotou um filhote para criar. Não há sexualização envolvida. As cenas em que ela interpreta Madonna e Marilyn Monroe me causaram um certo desconforto, mas vejo isso como parte da construção da personagem, uma mostra de como a forma como ela foi criada lhe afetou.
Enfim, é um filme maravilhoso, e eu seria uma pessoa mais feliz se os atuais do gênero chegassem a pelo menos uns 20% da qualidade dele.
A Riviera Não é Aqui
3.9 101 Assista AgoraTinha bastante preconceito com esse filme por causa desse cartaz vibe didi mocó, mas acabei me obrigando a assistir por conta de um projeto pessoal e acabei me surpreendendo ao encontrar o Dany Boon atuando e dirigindo. Foi como rever um amigo da adolescência e descobrir que a amizade ainda tem química. Me fez feliz :)
O Homem no Meu Porão
2.4 18 Assista AgoraDeu vontade de ler o livro para entender a história, pq o filme ficou uma bagunça narrativa. A vizinha por exemplo, claramente é uma personagem bem mais significativa do que o filme conseguiu expressar. A mãe dela também, as máscaras, o primo... quase todo elemento narrativo do filme parece perdido.
A Hora do Mal
3.7 1,0K Assista AgoraQue ano bom para o terror tem sido 2025!
Wandinha (2ª Temporada)
3.5 171 Assista AgoraTim Burton e seu incrível talento de saturar a audiência repetindo a piada
Tangerinas
4.3 248Acho que esse é o melhor filme de guerra que assisti na vida.
Dr. Sander's Sleep Cure
4.0 1Tudo que eu sabia sobre a Estônia era que usava o emoji da bandeira deles pra falar do Grêmio. Nunca tinha parado pra pensar no humor estoniano, até que esse filme me deu uma boa atropelada.
Não me considero mais uma pessoa que dorme em filmes, e acho que tenho moral pra dizer isso porque já fui a capitã, mascote, líder de torcida, presidente e técnica desse time. Mas o primeiro ponto a destacar é que o filme cumpre o que promete; dormi várias vezes durante ele. Uma delas inclusive ENQUANTO BEBIA UMA FUCKING XÍCARA DE CAFÉ. Mas isso não é uma crítica, é só uma observação. O filme está longe de ser lento. Acho que acontece porque a narração funciona como aqueles áudios de auto-hipnose e parece na verdade um convite pra sonhar junto com o personagem. Gosto de pensar que isso foi intencional, pq pelo menos comigo foi o que rolou.
A estrutura lembra um pouco twilight zone, e eu amo quando algo me lembra twilight zone. As historinhas são todas muito boas, todas parecem sonhos lúcidos e a sagacidade do ator me pegou.
Enfim, estou feliz que meu projeto de assistir pelo menos um filme de cada país do planeta começou pela Estônia.
E dale Grêmio! 🇪🇪
Dexter: Ressurreição (1ª Temporada)
4.4 166demorou, mas me ganhou
Trapped (1ª temporada)
4.1 88É engraçado, porque não sei ao certo se gostei, mas também não consigo dizer que desgostei. Tenho um fraco por clima de neve, e com essa nevaiada por todo lado já comecei com uns pontinhos de simpatia a mais. Além disso, conhecer um pouco mais da Islândia foi bem interessante. Como assim a polícia não usa arma? E a cela da delegacia é usada como depósito porque… ninguém é preso? E pode padre mulher!? Outro mundo.
As atuações são ótimas, e a direção de cena também. Inclusive, o penúltimo episódio tem uma das cenas de choro mais íntimas que já vi, talvez a mais. Tu enxerga a lágrima se formando, o músculo do rosto se contraindo, os poros da pele reagindo em tempo real ao movimento da lágrima. O rosto todo chorando antes de chorar. Coisa fina.
Mas a história é, de fato, bem confusa. Personagem sobrando, trama solta, plot bagunçado. E pra piorar, termina sem nenhum vestígio de hype. Qualquer série genérica consegue deixar uma curiosidadezinha pro futuro. Essa aqui parece que terminou na primeira temporada mesmo, não tem gancho para mais nada.
É boa, mas é e bagunçada e um tiquinho blasé.
Drag Race Brasil (2ª Temporada)
3.7 17bah
Megalópolis
2.5 163 Assista AgoraPelas minhas contas, Kylo Ren não fez um uniquinho filme que preste pós star wars.
Impressionante!
Superman
3.6 917 Assista Agorafinalmente um superman simpático