Procurando uma forma gentil de avisar meu amigo platônico del Toro que ele errou bastante dessa vez… O roteiro é pieguíssimo, a atuação do Oscar Isaac é mais do mesmo, a direção de arte trouxe mais um filme verde em uma torre genérico, os efeitos especiais são fraquíssimos e, em várias situações, desnecessários, e é simplesmente inacreditável que ele, sendo um aficionado por design de criaturas como é, tenha aprovado um monstro tão sem graça daqueles. Absolutamente todos os mortos são palestrinha que precisam fazer um recital antes de dar o último suspiro. Até a neta da atriz brasileira Maria Gladys ficou xoxa… Difícil, viu!?
Mas vocês, hein!? Não podem ver uma tetinha que noooossssaa…
Comecei o filme com minhas quatro patinhas atrás depois de ter assistido honey don’t e reforçado minha teoria de que homem pode, mas não deveria, dirigir filme lésbico, mesmo que esse homem seja um dos Coen. Quebrei minha carinha.
O filme é bem besta, tem aquele humor específico dos Coen e uma edição meio sitcom, meio clipe antigo dos Red Hot, mas não tenta ser profundo no que não conhece, a sexualização é dentro do natural e tem uma pegadinha meio Thelma e Louise. Funciona
Talvez eu esteja sendo tapeada por mais um filme da fábrica em série de humor caótico, máfia e comédia de erros de um dos Coen… mas enfim, que bom que comecei drive away dolls.
A universalidade do cinema é um troço bem foda. Mesmo falando sobre outro tipo de conflito e, definitivamente, outro tipo de sociedade, esse filme me lembrou um pouco o clima de O que é isso, companheiro? e, por algum motivo que não sei bem qual, O homem que copiava.
O único ponto que me incomodou foi o final corrido, mas é um filmão.
Minha semana precisaria ter uns 50 dias para dar conta de tudo que tenho vontade, mas revisitar esse filme me deu vontade de rever tudo que assisti antes da vida adulta. É incrível como a percepção muda com o tempo. Não que eu já não tivesse gostado antes, mas agora foi diferente.
Ter uma memória horrível tem seu lado bom: foi como assistir pela primeira vez. Mal consegui respirar durante todo o filme, segui tensa mesmo nas cenas de alívio cômico ou mais emocionais.
A atuação do Gary Oldman me decepcionou um pouco, mas Jean Reno e Natalie Portman estão espetaculares.
É bem datado em alguns pontos e tem alguns momentos cômicos não intencionais por tosqueira. Ri toda vez que apareceu a gangue do Gary Oldman, porque parecia festa de aniversário de aquariano: um gângster de um lado, um hippie do outro, um galã latino fazendo dupla com um skinhead, um maconheiraço, um tiozão canastrão comum...
Tenho uns 98,5% de certeza de que o Pinguim do Colin Farrell foi copi… cof cof inspirado no Tony. A semelhança física e na atuação é bem descarada.
Sempre que escuto “Matilda” do Alt-J, fico imaginando quem seria essa Matilda e qual seria a moral da história, além de ter aquela sensação de já ter ouvido isso antes. Fiquei empolgadíssima quando a frase “this is from Matilda” apareceu no filme. Fui catar no youtube se mais gente passou pelo meu processo e descobri que “breezeblocks” também fala sobre onde vivem os monstros. Nunca me arrependi de ter Alt-J nas minhas playlists mesmo.
Acredito que a sexualização da Matilda tem mais a ver com o nosso olhar atual sobre a abordagem da época do que com a intenção do filme. Crianças se "apaixonam" por adultos por não compreenderem sentimentos ainda, e o Léon claramente age como quem adotou um filhote para criar. Não há sexualização envolvida. As cenas em que ela interpreta Madonna e Marilyn Monroe me causaram um certo desconforto, mas vejo isso como parte da construção da personagem, uma mostra de como a forma como ela foi criada lhe afetou.
Enfim, é um filme maravilhoso, e eu seria uma pessoa mais feliz se os atuais do gênero chegassem a pelo menos uns 20% da qualidade dele.
Tinha bastante preconceito com esse filme por causa desse cartaz vibe didi mocó, mas acabei me obrigando a assistir por conta de um projeto pessoal e acabei me surpreendendo ao encontrar o Dany Boon atuando e dirigindo. Foi como rever um amigo da adolescência e descobrir que a amizade ainda tem química. Me fez feliz :)
Deu vontade de ler o livro para entender a história, pq o filme ficou uma bagunça narrativa. A vizinha por exemplo, claramente é uma personagem bem mais significativa do que o filme conseguiu expressar. A mãe dela também, as máscaras, o primo... quase todo elemento narrativo do filme parece perdido.
Tudo que eu sabia sobre a Estônia era que usava o emoji da bandeira deles pra falar do Grêmio. Nunca tinha parado pra pensar no humor estoniano, até que esse filme me deu uma boa atropelada.
Não me considero mais uma pessoa que dorme em filmes, e acho que tenho moral pra dizer isso porque já fui a capitã, mascote, líder de torcida, presidente e técnica desse time. Mas o primeiro ponto a destacar é que o filme cumpre o que promete; dormi várias vezes durante ele. Uma delas inclusive ENQUANTO BEBIA UMA FUCKING XÍCARA DE CAFÉ. Mas isso não é uma crítica, é só uma observação. O filme está longe de ser lento. Acho que acontece porque a narração funciona como aqueles áudios de auto-hipnose e parece na verdade um convite pra sonhar junto com o personagem. Gosto de pensar que isso foi intencional, pq pelo menos comigo foi o que rolou.
A estrutura lembra um pouco twilight zone, e eu amo quando algo me lembra twilight zone. As historinhas são todas muito boas, todas parecem sonhos lúcidos e a sagacidade do ator me pegou.
Enfim, estou feliz que meu projeto de assistir pelo menos um filme de cada país do planeta começou pela Estônia.
Sou obcecada por histórias de escalada, especialmente as do Everest, e não consigo não ficar absolutamente puta com o que a humanidade faz com essa montanha.
O documentário mostra o trabalho daqueles que realmente amam o Everest: os sherpas, que, ao final da temporada, quando o gelo começa a derreter, arriscam suas vidas para limpar os rastros deixados por alpinistas endinheirados que, uma vez por ano, invadem o país gastando centenas de milhares de dólares para subir a montanha e espalhar discursos motivacionais, como se realmente se importassem com algo além dos próprios egos.
É claro que há quem suba com respeito e boas intenções. Mas quem paga sherpas para fazer todo o trabalho pesado de carregar quilos e quilos de material e desce a montanha deixando todo o lixo para trás, não pode se encaixar nessa categoria.
O mais foda é que os sherpas não limpam só por causa da água que sua comunidade vai consumir durante o resto do ano. Eles o fazem também (e talvez principalmente) porque, para eles, o Everest é sagrado. É um Deus.
Por sorte, ainda existe muita gente incrível nesse mundo. Esse doc é sobre algumas delas
Para mim, nenhum romance altamente aclamado jamais chegará aos pés da mais fraquinha história sobre amizade foda. Esse filme não é só sobre isso, mas é sobretudo sobre isso.
Estava tentado lembrar um filme com dreams na trilha, acabei esbarrando com esse e a surpresa foi das boas. Cinema dos anos 90 cada enxadada é uma minhoca mesmo
tenho uma raivinha toda especial guardada para filmes que apresentam seus personagens por postagens em rede social. Especialmente se for por stories, onde não precisa nem escrever umas letrinhas. Além do modernice chatinha, tanta preguiça para algo tão simples e importante não pode ser bom sinal.
e bom, é isso. A bengala do roteiro volta para puxar uns pés rapidinho aqui, porque entender quem é quem seria essencial para o telespectador não ficar perdido vendo um monte de geração z correndo para lá e para cá.
enquanto olhava para a tela com a cara de confusa da lilia cabral naquele meme, me peguei pensando no quanto todo mundo odeia o instagram, mas todo mundo finge que gosta do instagram porque todo o resto do mundo ama o instagram. É um labirinto de egos aquela coisa
seria a história desse filme uma alegoria para as personalidades copiadas que as pessoas fingem ter na redes sociais na ânsia inexplicável de parecerem normais? Nunca saberemos! Sabe por quê? Porque os roteiristas são uns preguiçosos safados
mas nas partes em que dá para se situar o filme é divertidinho até :)
Sou negacionista da existência do ator Luis Zahera. Para mim o Xan é um gringo ruim que cataram em um boteco ali em Lajeado no meio da tarde e levaram para gravar o filme.
Mas caso esse ator existisse, que atuação maravilhosa seria essa!
Fiquei com a impressão que o roteiro foi feito por IA. Um ser humano teria pensado em alguma coisinha mínima original, aqui não tem absolutamente nada. Sem exagero, tem algumas cenas em que dá para prever as falas de tão batidas que são.
Encher a tela de corpos explodindo não faz um bom trash, faltou muito de muita coisa.
Não é uma bomba completa, mas parece que a ideia do filme é bem maior que a execução.
O grande macho sedutor é um carinha bem sem graça. Inclusive, na cena em que ele dança, que aparentemente deveria ser o ponto alto da sedução, eu caí na risada. Tudo bem que sou 200% gay e isso jamais teria efeito sobre mim, mas acho que mesmo assim não deveria ser tão patético de ver. E sobre a construção do personagem, achei bem forçada a forma como ele interage com ela desde o primeiro contato.
O fetiche dela não é nada de demais. Talvez esse seja justamente o ponto, uma mulher com um fetiche bem mais ou menos ser vista quase que como uma criminosa do sexo, mas para quem não enxerga a sexualidade feminina como uma lenda urbana fica meio estranho.
O clima de suspense e a tensão geral até que curti.
É claramente um filme de baixo orçamento, mas quase não faz falta.
Talvez um roteirista mais afiado tivesse apresentado as coisas de forma mais redondinha e câmeras de melhor qualidade tivessem ajudado na imersão de algumas cenas, mas o conteúdo é bem interessante.
Acho que nunca tinha visto um filme pela perspectiva do fantasma, só por isso já vale a pena a assistida.
Não sei se aquele conceito explicado de que existem energias que não se prendem a espaço e tempo e não sabem quem são nem o que precisam fazer é real. Se for, abre espaço para existência de "fantasmas" de pessoas que ainda estão vivas e isso explodiu minha mente.
Pouca gente fala sobre, mas quem mora em casa mal assombrada acaba se acostumando com a presença e nem sempre a assombração está ali para assustar ou fazer mal. Obviamente, essa é uma perspectiva que não rende tanto filme quanto um fantasma tentado matar geral. Para mim valeu mais alguns pontos essa abordagem.
Além disso, amei a música que tocou e fui atrás do artista. Pode ser que amanhã já tenha enjoado, mas por hoje minhas playslists estão cheias de Dominic Fike e incluir artista novo em playlist depois dos trinta e tantos é um evento a ser festejado.
Maioria dos comentários que deixo por aqui são quase como anotações em um diário para ajudar a fixar as histórias dos filmes que assisto e sei que vou esquecer rapidinho. Mas esse nem precisava, vou lembrar dele por um bom tempo
Frankenstein
3.7 598 Assista AgoraProcurando uma forma gentil de avisar meu amigo platônico del Toro que ele errou bastante dessa vez…
O roteiro é pieguíssimo, a atuação do Oscar Isaac é mais do mesmo, a direção de arte trouxe mais um filme verde em uma torre genérico, os efeitos especiais são fraquíssimos e, em várias situações, desnecessários, e é simplesmente inacreditável que ele, sendo um aficionado por design de criaturas como é, tenha aprovado um monstro tão sem graça daqueles. Absolutamente todos os mortos são palestrinha que precisam fazer um recital antes de dar o último suspiro. Até a neta da atriz brasileira Maria Gladys ficou xoxa… Difícil, viu!?
Uma Batalha Após a Outra
3.7 659 Assista Agoraleo dicaprio está a um passo de virar aquele ator canastrão de uma interpretação só, mas aqui está perdoado
Garotas em Fuga
2.7 82 Assista AgoraMas vocês, hein!? Não podem ver uma tetinha que noooossssaa…
Comecei o filme com minhas quatro patinhas atrás depois de ter assistido honey don’t e reforçado minha teoria de que homem pode, mas não deveria, dirigir filme lésbico, mesmo que esse homem seja um dos Coen. Quebrei minha carinha.
O filme é bem besta, tem aquele humor específico dos Coen e uma edição meio sitcom, meio clipe antigo dos Red Hot, mas não tenta ser profundo no que não conhece, a sexualização é dentro do natural e tem uma pegadinha meio Thelma e Louise. Funciona
Talvez eu esteja sendo tapeada por mais um filme da fábrica em série de humor caótico, máfia e comédia de erros de um dos Coen… mas enfim, que bom que comecei drive away dolls.
A Longa Marcha: Caminhe ou Morra
3.3 347 Assista AgoraClichê, forçado, só tem homem e presunçosíssimo.
Omar
4.0 75A universalidade do cinema é um troço bem foda. Mesmo falando sobre outro tipo de conflito e, definitivamente, outro tipo de sociedade, esse filme me lembrou um pouco o clima de O que é isso, companheiro? e, por algum motivo que não sei bem qual, O homem que copiava.
O único ponto que me incomodou foi o final corrido, mas é um filmão.
Eu super teria caído no mesmo golpe que o Omar, porque acreditei 100% no safado do Amjad. Bem que dizem que os engraçadinhos são um perigo.
O Profissional
4.3 2,2K Assista AgoraMinha semana precisaria ter uns 50 dias para dar conta de tudo que tenho vontade, mas revisitar esse filme me deu vontade de rever tudo que assisti antes da vida adulta. É incrível como a percepção muda com o tempo. Não que eu já não tivesse gostado antes, mas agora foi diferente.
Ter uma memória horrível tem seu lado bom: foi como assistir pela primeira vez. Mal consegui respirar durante todo o filme, segui tensa mesmo nas cenas de alívio cômico ou mais emocionais.
A atuação do Gary Oldman me decepcionou um pouco, mas Jean Reno e Natalie Portman estão espetaculares.
É bem datado em alguns pontos e tem alguns momentos cômicos não intencionais por tosqueira. Ri toda vez que apareceu a gangue do Gary Oldman, porque parecia festa de aniversário de aquariano: um gângster de um lado, um hippie do outro, um galã latino fazendo dupla com um skinhead, um maconheiraço, um tiozão canastrão comum...
Tenho uns 98,5% de certeza de que o Pinguim do Colin Farrell foi copi… cof cof inspirado no Tony. A semelhança física e na atuação é bem descarada.
Sempre que escuto “Matilda” do Alt-J, fico imaginando quem seria essa Matilda e qual seria a moral da história, além de ter aquela sensação de já ter ouvido isso antes. Fiquei empolgadíssima quando a frase “this is from Matilda” apareceu no filme. Fui catar no youtube se mais gente passou pelo meu processo e descobri que “breezeblocks” também fala sobre onde vivem os monstros. Nunca me arrependi de ter Alt-J nas minhas playlists mesmo.
Acredito que a sexualização da Matilda tem mais a ver com o nosso olhar atual sobre a abordagem da época do que com a intenção do filme. Crianças se "apaixonam" por adultos por não compreenderem sentimentos ainda, e o Léon claramente age como quem adotou um filhote para criar. Não há sexualização envolvida. As cenas em que ela interpreta Madonna e Marilyn Monroe me causaram um certo desconforto, mas vejo isso como parte da construção da personagem, uma mostra de como a forma como ela foi criada lhe afetou.
Enfim, é um filme maravilhoso, e eu seria uma pessoa mais feliz se os atuais do gênero chegassem a pelo menos uns 20% da qualidade dele.
A Riviera Não é Aqui
3.9 101 Assista AgoraTinha bastante preconceito com esse filme por causa desse cartaz vibe didi mocó, mas acabei me obrigando a assistir por conta de um projeto pessoal e acabei me surpreendendo ao encontrar o Dany Boon atuando e dirigindo. Foi como rever um amigo da adolescência e descobrir que a amizade ainda tem química. Me fez feliz :)
O Homem no Meu Porão
2.4 18 Assista AgoraDeu vontade de ler o livro para entender a história, pq o filme ficou uma bagunça narrativa. A vizinha por exemplo, claramente é uma personagem bem mais significativa do que o filme conseguiu expressar. A mãe dela também, as máscaras, o primo... quase todo elemento narrativo do filme parece perdido.
A Hora do Mal
3.7 1,0K Assista AgoraQue ano bom para o terror tem sido 2025!
Tangerinas
4.3 248Acho que esse é o melhor filme de guerra que assisti na vida.
Dr. Sander's Sleep Cure
4.0 1Tudo que eu sabia sobre a Estônia era que usava o emoji da bandeira deles pra falar do Grêmio. Nunca tinha parado pra pensar no humor estoniano, até que esse filme me deu uma boa atropelada.
Não me considero mais uma pessoa que dorme em filmes, e acho que tenho moral pra dizer isso porque já fui a capitã, mascote, líder de torcida, presidente e técnica desse time. Mas o primeiro ponto a destacar é que o filme cumpre o que promete; dormi várias vezes durante ele. Uma delas inclusive ENQUANTO BEBIA UMA FUCKING XÍCARA DE CAFÉ. Mas isso não é uma crítica, é só uma observação. O filme está longe de ser lento. Acho que acontece porque a narração funciona como aqueles áudios de auto-hipnose e parece na verdade um convite pra sonhar junto com o personagem. Gosto de pensar que isso foi intencional, pq pelo menos comigo foi o que rolou.
A estrutura lembra um pouco twilight zone, e eu amo quando algo me lembra twilight zone. As historinhas são todas muito boas, todas parecem sonhos lúcidos e a sagacidade do ator me pegou.
Enfim, estou feliz que meu projeto de assistir pelo menos um filme de cada país do planeta começou pela Estônia.
E dale Grêmio! 🇪🇪
Megalópolis
2.5 163 Assista AgoraPelas minhas contas, Kylo Ren não fez um uniquinho filme que preste pós star wars.
Impressionante!
Superman
3.6 918 Assista Agorafinalmente um superman simpático
Death Zone: Cleaning Mount Everest
4.5 1Sou obcecada por histórias de escalada, especialmente as do Everest, e não consigo não ficar absolutamente puta com o que a humanidade faz com essa montanha.
O documentário mostra o trabalho daqueles que realmente amam o Everest: os sherpas, que, ao final da temporada, quando o gelo começa a derreter, arriscam suas vidas para limpar os rastros deixados por alpinistas endinheirados que, uma vez por ano, invadem o país gastando centenas de milhares de dólares para subir a montanha e espalhar discursos motivacionais, como se realmente se importassem com algo além dos próprios egos.
É claro que há quem suba com respeito e boas intenções. Mas quem paga sherpas para fazer todo o trabalho pesado de carregar quilos e quilos de material e desce a montanha deixando todo o lixo para trás, não pode se encaixar nessa categoria.
O mais foda é que os sherpas não limpam só por causa da água que sua comunidade vai consumir durante o resto do ano. Eles o fazem também (e talvez principalmente) porque, para eles, o Everest é sagrado. É um Deus.
Por sorte, ainda existe muita gente incrível nesse mundo. Esse doc é sobre algumas delas
Somente Elas
3.7 133 Assista AgoraPara mim, nenhum romance altamente aclamado jamais chegará aos pés da mais fraquinha história sobre amizade foda. Esse filme não é só sobre isso, mas é sobretudo sobre isso.
Estava tentado lembrar um filme com dreams na trilha, acabei esbarrando com esse e a surpresa foi das boas. Cinema dos anos 90 cada enxadada é uma minhoca mesmo
Salve Maria
2.8 3Essa capa não tem nada a ver com a vibe do filme, que é sobre depressão pós parto
Lifeline
1.7 1Esse filme me lembrou a sensação que tive quando fui comentar um filme aqui no filmow e encontrei o meu eu de 23 anos comentando o mesmo lá em 2011
Identidades em Jogo
3.3 234 Assista Agoratenho uma raivinha toda especial guardada para filmes que apresentam seus personagens por postagens em rede social. Especialmente se for por stories, onde não precisa nem escrever umas letrinhas. Além do modernice chatinha, tanta preguiça para algo tão simples e importante não pode ser bom sinal.
e bom, é isso. A bengala do roteiro volta para puxar uns pés rapidinho aqui, porque entender quem é quem seria essencial para o telespectador não ficar perdido vendo um monte de geração z correndo para lá e para cá.
enquanto olhava para a tela com a cara de confusa da lilia cabral naquele meme, me peguei pensando no quanto todo mundo odeia o instagram, mas todo mundo finge que gosta do instagram porque todo o resto do mundo ama o instagram. É um labirinto de egos aquela coisa
seria a história desse filme uma alegoria para as personalidades copiadas que as pessoas fingem ter na redes sociais na ânsia inexplicável de parecerem normais? Nunca saberemos! Sabe por quê? Porque os roteiristas são uns preguiçosos safados
mas nas partes em que dá para se situar o filme é divertidinho até :)
Duna: Parte Dois
4.2 860 Assista Agoraamarelo deserto e seus temores
As Bestas
4.0 88 Assista AgoraSou negacionista da existência do ator Luis Zahera. Para mim o Xan é um gringo ruim que cataram em um boteco ali em Lajeado no meio da tarde e levaram para gravar o filme.
Mas caso esse ator existisse, que atuação maravilhosa seria essa!
Abigail
3.1 477Bah que bagunça!
Fiquei com a impressão que o roteiro foi feito por IA. Um ser humano teria pensado em alguma coisinha mínima original, aqui não tem absolutamente nada. Sem exagero, tem algumas cenas em que dá para prever as falas de tão batidas que são.
Encher a tela de corpos explodindo não faz um bom trash, faltou muito de muita coisa.
Babygirl
2.7 492 Assista AgoraNão é uma bomba completa, mas parece que a ideia do filme é bem maior que a execução.
O grande macho sedutor é um carinha bem sem graça. Inclusive, na cena em que ele dança, que aparentemente deveria ser o ponto alto da sedução, eu caí na risada. Tudo bem que sou 200% gay e isso jamais teria efeito sobre mim, mas acho que mesmo assim não deveria ser tão patético de ver. E sobre a construção do personagem, achei bem forçada a forma como ele interage com ela desde o primeiro contato.
O fetiche dela não é nada de demais. Talvez esse seja justamente o ponto, uma mulher com um fetiche bem mais ou menos ser vista quase que como uma criminosa do sexo, mas para quem não enxerga a sexualidade feminina como uma lenda urbana fica meio estranho.
O clima de suspense e a tensão geral até que curti.
Onde Fica a Casa do Meu Amigo?
4.2 159 Assista Agorafica aqui ó <3
Presença
2.8 269 Assista AgoraÉ claramente um filme de baixo orçamento, mas quase não faz falta.
Talvez um roteirista mais afiado tivesse apresentado as coisas de forma mais redondinha e câmeras de melhor qualidade tivessem ajudado na imersão de algumas cenas, mas o conteúdo é bem interessante.
Acho que nunca tinha visto um filme pela perspectiva do fantasma, só por isso já vale a pena a assistida.
Não sei se aquele conceito explicado de que existem energias que não se prendem a espaço e tempo e não sabem quem são nem o que precisam fazer é real. Se for, abre espaço para existência de "fantasmas" de pessoas que ainda estão vivas e isso explodiu minha mente.
Pouca gente fala sobre, mas quem mora em casa mal assombrada acaba se acostumando com a presença e nem sempre a assombração está ali para assustar ou fazer mal. Obviamente, essa é uma perspectiva que não rende tanto filme quanto um fantasma tentado matar geral. Para mim valeu mais alguns pontos essa abordagem.
Além disso, amei a música que tocou e fui atrás do artista. Pode ser que amanhã já tenha enjoado, mas por hoje minhas playslists estão cheias de Dominic Fike e incluir artista novo em playlist depois dos trinta e tantos é um evento a ser festejado.
Maioria dos comentários que deixo por aqui são quase como anotações em um diário para ajudar a fixar as histórias dos filmes que assisto e sei que vou esquecer rapidinho. Mas esse nem precisava, vou lembrar dele por um bom tempo