Eu já estava preparada para a narrativa em três linhas temporais/pontos de vista. A ordem de exibição dessas linhas também foi uma escolha acertada. Trazendo questões familiares, escolares e até, enfim, as questões individuais/pessoais. É uma história simples, vistas tantas vezes. De bullying, de auto proteção, auto preservação. Mas terminei engasgada, ainda que a cena tenha sido linda. Porque o futuro é um saco.
Tenho a impressão que eu já vi outro filme com essa história, ou pelo menos muito parecida. E talvez por isso, eu já desconfiava que algo estava "errado" desde o princípio.
Achei uma homenagem bem bonita, focando no que era essencial no Michael Jackson: seu lado humano e artístico. Li abaixo que vilanizaram o pai, mas eu achei que foi amenizada sua relação com o Michael. E acredito que seja porque a produção teve apoio da família Jackson, não só com a atuação do Jaafar. Aliás, grande destaque pro Jaafar Jackson, coreografia e pra maquiagem, em muitos momentos parecia demais com o Michael. Excelente direção, fotografia e trilha escolhida especialmente para cada momento.
Sem comparar com nada, e assistindo muitos anos após o lançamento, achei o filme incrível! Um plano de 13 anos, não com planejamento frio de atos executórios, mas com a ajuda de pessoas que ela ajudou na prisão. E, depois, quando chega finalmente o momento da vingança...
Eu estava achando a história muito confusa e tive que pausar o filme pra pesquisar a biografia de Caravaggio. Com relação à biografia, achei peculiar esse jeito de contar a história, quase teatral. O destaque mesmo é em relação a fotografia, já que o filme parece uma pintura viva de Caravaggio - além das cores, jogo de luz e sombra, muitos enquadramentos remetiam às obras originais.
Confesso que me perdi um pouco na história, nos dramas individuais dos protagonistas. Achei interessante a apresentação dos dois protagonistas em conjunto/espelhado no teatro. Destaque pra trilha sonora, principalmente na apresentação final. Lembrou visualmente a apresentação de Memórias de uma Gueixa com as luzes e a chuva de pétalas. A sinopse está um pouco diferente do enredo do filme.
Eu gosto bastante dessas histórias chinesas de fantasia, cheia de efeitos especiais. A amizade dos dois começou engraçadinha, inclusive dei muita risada dos dois "ajudantes" em várias ocasiões. Final heroico, mas não podia ser diferente vindo da China.
Simplesmente maravilhoso. Elenco afinadíssimo e coerente com suas idades. Lou Goossens está arrebatador como Elias, mostrando toda sua confusão, ciúmes, tristeza. Queria que existissem mais amigos como esses, que aceitam, perdoam, compreendem, e continuam a ser crianças/adolescentes vivendo suas vidas despreocupadamente entre brincadeiras e descobertas.
Esse filme era um só, mas dividiram em duas partes. Essa segunda parte foca na fase adulta, quando LuFeng já retornou do exílio, como gerente/presidente da empresa e reencontra Xiao Chen. Aqui, vemos que LuFeng nunca desistiu de Xiao Chen, e lutou pra ficar do seu lado até o fim. Ele briga com o pai, desiste do casamento arranjado e foca em seu plano de reconquistar e ficar com Xiao Chen. E aqui, ainda que exagerado, é o tipo de ação que eu gosto e espero dos protagonistas adultos que a família são contra o relacionamento. Porque, em especial nesse caso, o Xiao Chen é rico, independente e líder em seu trabalho. A família, para ele, é apenas um nome, uma tradição. Ele tem sua vida e toma as rédeas dela, e se dá satisfação ao pai em algum momento, é porque foi perguntado e não por obrigação. Diferente de Xiao Chen, que carrega a pressão emocional da mãe que é contra sua sexualidade. Como primogênito, ficou para ele a responsabilidade de cuidar da família e de ter herdeiros - uma exigência da mãe. A mãe, não coloca esse peso no outro filho, que nem parece ter uma profissão "socialmente respeitável" e nem enxergou o relacionamento homo afetivo do segundo filho escancarado na sua casa. Xiao Chen se deixa oprimir, entre a obrigação moral imposta pela mãe e um amor que nunca esqueceu. E, em certo ponto, eu acredito que ele aceita aquela situação horrível que passou com o LuFeng, como auto flagelamento pela culpa que sente em relação às expectativas da mãe, que ainda que as tenha realizado, não pode esquecer LuFeng.
Um dos primeiros BLs que assisti, e acabei reencontrando num fansub agora em melhor qualidade. Essa primeira parte da história se passa na faculdade, quando os protagonistas se conhecem e iniciam um namoro. Alguns diálogos não combinam com a narrativa. Esse amor inicial é bem juvenil mesmo, das ações confusas e mal interpretadas, da inocência de achar que bastava o amor dos dois. A cena do casamento na igreja é simplesmente perfeita, assim como o anel colocado em outro dedo pra disfarçar do verdadeiro sentido. Passados 10 anos dessa história, acho que ela ainda é atual na parte da aceitação da família, em especial da mãe de um dos protagonistas.
Mas quando na competição, chamaram um par que nem era dupla, pra uma "dança especial", achei muito estranho. Entendo que era uma preparação pra mostrar a dança dos protagonistas, ao final, mas achei muita ficção.
Aliás, acho que a divisão de protagonismo também foi mal aproveitada. Normalmente, temos um passado triste e uma superação, usando a dança como personificação dessa mudança, e também o amor. Mas aqui, isso se perde. Isso porque a narrativa preparava pra uma tal competição (a de 10 danças), mas eles iriam em duas duplas e não em um único par. Logo, era desnecessário aprender a dança um do outro, no máximo um treinamentozinho. Daí perdemos a superação de alcançar o melhor dança, seja a própria especialidade ou a do outro. O que acabou por esfriar a história. O amor também não se realiza, mas ele não foi previamente alimentado. Não cativa o espectador. O Ryoma mostrou um bom gingado latino na dança, porém, suas caras e bocas estavam exageradas, assim como o cabelo. Isso confundiu, e o que era pra ser sexy, ficou caricato. O filme não é ruim, mas não atinge seu objetivo.
Nem sei como esse filme chegou até mim, só sei que quando li que a voz da ligação era real, quis muito assistir. Também já tinha lido as resenhas daqui mesmo, e mesmo assim, nada prepara a gente pra esse filme. Eu comecei a chorar nos minutos iniciais e não parei até o fim. É angustiante ver o desenrolar da história. A tentativa frustrada/atrasada de negociação para o resgate e ao mesmo tempo, a ligação para dar conforto à criança enquanto espera. E eu pensava igual ao Omar (primeiro atendente): "8 minutos" era a distância, só oito minutos. Mas uma guerra nunca mira nos "senhores". É preciso focar nos inocentes para que as pessoas se comovam e "tomem partido" numa barbárie dessas. Para quem, no futuro, ler essa resenha. Nesse ano os EUA atacou o Irã, bombardeando uma escola infantil. Cento e setenta crianças mortas, pra esconder a real intenção dos senhores da guerra.
Bons personagens, uma fotografia excelente, boa direção. Mas achei o enredo falho, cansativo, deixando muita coisa subtendida, sem propósito/objetivo final. Não gosto de filme assim. A divisão em capítulos me lembrou o filme norueguês "a pior pessoa do mundo". E em vários momentos me senti assistindo "Bacurau", que é outro filme que não gostei e é do mesmo diretor, justamente por ficar esse ar de que só eu não sabia o que estava acontecendo. O filme não é ruim, mas não me agradou. Acredito que não traz Oscar nenhum, mas tbm não vi as outras indicações pra fazer uma melhor aposta.
Por conta da sinopse, eu esperava mais comédia e mais foco na parte do k-drama. Entretanto é a história de uma mulher com câncer, que após um tratamento doloroso, se recusa a fazer um novo tratamento. Ela deseja ir no fanmeeting do Park Seo Joon e os filhos usam isso como moeda de troca para ela fazer o tratamento. Depois disso, o foco é principalmente nos filhos. Em especial o que "tem dinheiro" mas retornou "do nada" após anos sumido e o filho que ficou com a responsabilidade de cuidar da família e dos negócios.
Esperava uma participação do Park Seo Joon, mas acho que o investimento não deu. Mas adorei a parte deles usando máscara do Park Seo Joon. E também o final inusitado.
Eu fiz questão de ouvir a Pavana de Ravel antes de pensar no que escrever aqui. É uma música suave, sem saltos e sustos. Ravel disse que ao compor, pensou numa princesa dançando. E eu pude ver a grandiosidade da direção ao construir um filme assim. De ritmo suave, mesmo quando algo ruim acontecia, só nos apresentavam "o depois", a hora da compaixão. É um filme sobre um amor puro, sobre amizade verdadeira, sobre introspecção e depressão. E mesmo com temas pesados, o filme passa suave, sem nos machucar, ao som de uma Pavana.
Eu detesto esse jeito coreano de contar histórias, onde inventam um plot twist no meio da história, tirando o foco do enredo inicial. Parecem dois filmes, sempre com esse corte cru no meio, que não prepara a gente e só mostra o que aconteceu depois. O filme é bom, a primeira parte lembra o famoso "como se fosse a primeira vez", mas sem a parte cômica. A segunda parte, tenho certeza absoluta que já vi um filme igual porém não recordo o nome. A história é bonita, mas sem muita novidade. E pelo corte cru que citei acima, não conseguiu me emocionar. Acho que a emoção tem que ser construída, e nisso, o filme foi falho.
A atriz foi excelente, mas o roteiro é muito fraco pro tamanho da Amy Winehouse. Deu a entender que era vítima da única paixão da vida dela que era o marido. A música só serve de trilha e sua relação com as drogas parece só um descuido eventual.
Achei bem interessante dividir o filme por capítulos. Temos diálogos ótimos e cenas bem interessantes. Alguns questionamentos são levantados e outros apresentados, levando a gente a julgar tanto a protagonista como pensar sobre o assunto. Mas assim como o comentário abaixo, eu não consegui me conectar com a protagonista. Não achei ela a pior pessoa do mundo, mas a gente espera maturidade depois de algum tempo e tropeços da vida. Achei ela corajosa de abrir mão de estabilidade por duas vezes, por algo que naquele momento parecia mais interessante - ainda que menor o valor - fosse em relação à profissão, fosse em relação aos relacionamentos. Mas a sua instabilidade me irritou demais.
O problema da série Takumi Kun é que ela é cheia de personagens e todos eles acabam ganhando um destaque desnecessário, sendo que são apenas secundários. Esse filme aqui não é diferente. Apesar do número 6, ele narra quase que o início da história, porém não traz informações importantes, e pelo excesso de personagens, fica confuso e logo se perde o interesse. Parece uma continuação do "filme 5" que nem existe. Em relação ao Takumi, finalmente um ator capaz de transmitir como esse menino era isolado e problemático. Chega a dar dó desse Takumi, e isso porque nem foi revelado o motivo do trauma dele. Gii é um personagem tóxico, mas aqui achei ele comedido, o que funcionou pra história. Das adaptações, apesar do problema que comentei acima, é uma das melhores.
Esse filme é pura nostalgia pra quem é da minha idade. Eu sempre quis a casa dos sonhos da Barbie ou o carro ou o trailer ou etc, etc. Também vive a época que a Barbie era inacessível (pra condição da minha família) pois todas eram de alguma profissão especial, que sempre eram lançadas antes do natal. O filme é bem interessante, com uma mensagem bonita sobre empoderamento feminino. E esse sempre foi o propósito da boneca. Margot Robbie estava lindíssima! Aliás, todos estavam muito bem caracterizados. Não entendi como a música do Ken ganhou uma premiação importante. kkk
Eu achei engraçadíssimo. Tem muitas piadas com o filme original e participação especial de parte do elenco. Só achei estranha a trilha sonora do Brasil que era uma "flautinha". kkk
Eu esperava mais comédia, mas o filme pendeu mais pro drama. Acho insuportável essa mania da coreia, de sempre colocar um amor mal resolvido da infância/juventude e juntar a todo custo quando já estão adultos, com a vida mudada. Dito isto, insuportável a professora, que não ajudou em nada, nem mesmo quando se propôs a ajudar.
Não conheço os jogos e só vi porque ia sair do catálogo da netflix. Também não sou chegada em filme de terror, mas esse aqui não me causou impacto (era terror mesmo?) Ao contrário, me lembrou demais o "cinetrash da band". Dito isto, achei bem divertido.
Monstro
4.2 397 Assista AgoraEu já estava preparada para a narrativa em três linhas temporais/pontos de vista.
A ordem de exibição dessas linhas também foi uma escolha acertada. Trazendo questões familiares, escolares e até, enfim, as questões individuais/pessoais.
É uma história simples, vistas tantas vezes.
De bullying, de auto proteção, auto preservação.
Mas terminei engasgada, ainda que a cena tenha sido linda.
Porque o futuro é um saco.
Como Mágica
3.9 115 Assista AgoraAchei um visual muito lindo, mesclando os animais e as plantas.
Linda história e mensagem.
A Empregada
3.4 667 Assista AgoraTenho a impressão que eu já vi outro filme com essa história, ou pelo menos muito parecida.
E talvez por isso, eu já desconfiava que algo estava "errado" desde o princípio.
Michael
3.7 533 Assista AgoraAchei uma homenagem bem bonita, focando no que era essencial no Michael Jackson: seu lado humano e artístico. Li abaixo que vilanizaram o pai, mas eu achei que foi amenizada sua relação com o Michael. E acredito que seja porque a produção teve apoio da família Jackson, não só com a atuação do Jaafar.
Aliás, grande destaque pro Jaafar Jackson, coreografia e pra maquiagem, em muitos momentos parecia demais com o Michael.
Excelente direção, fotografia e trilha escolhida especialmente para cada momento.
Lady Vingança
4.0 475Sem comparar com nada, e assistindo muitos anos após o lançamento, achei o filme incrível!
Um plano de 13 anos, não com planejamento frio de atos executórios, mas com a ajuda de pessoas que ela ajudou na prisão.
E, depois, quando chega finalmente o momento da vingança...
achei extraordinário fazer os próprios pais se vingarem e todo o diálogo moral que se apresenta.
Direção e roteiro sensacional.
Caravaggio
3.5 69Eu estava achando a história muito confusa e tive que pausar o filme pra pesquisar a biografia de Caravaggio. Com relação à biografia, achei peculiar esse jeito de contar a história, quase teatral.
O destaque mesmo é em relação a fotografia, já que o filme parece uma pintura viva de Caravaggio - além das cores, jogo de luz e sombra, muitos enquadramentos remetiam às obras originais.
Kokuho: O Preço da Perfeição
3.6 33 Assista AgoraConfesso que me perdi um pouco na história, nos dramas individuais dos protagonistas.
Achei interessante a apresentação dos dois protagonistas em conjunto/espelhado no teatro.
Destaque pra trilha sonora, principalmente na apresentação final. Lembrou visualmente a apresentação de Memórias de uma Gueixa com as luzes e a chuva de pétalas.
A sinopse está um pouco diferente do enredo do filme.
Soul Snatcher
3.2 2Eu gosto bastante dessas histórias chinesas de fantasia, cheia de efeitos especiais.
A amizade dos dois começou engraçadinha, inclusive dei muita risada dos dois "ajudantes" em várias ocasiões.
Final heroico, mas não podia ser diferente vindo da China.
Corações Jovens
4.2 84 Assista AgoraSimplesmente maravilhoso.
Elenco afinadíssimo e coerente com suas idades.
Lou Goossens está arrebatador como Elias, mostrando toda sua confusão, ciúmes, tristeza.
Queria que existissem mais amigos como esses, que aceitam, perdoam, compreendem, e continuam a ser crianças/adolescentes vivendo suas vidas despreocupadamente entre brincadeiras e descobertas.
A Round Trip To Love 2
2.4 1Esse filme era um só, mas dividiram em duas partes. Essa segunda parte foca na fase adulta, quando LuFeng já retornou do exílio, como gerente/presidente da empresa e reencontra Xiao Chen.
Aqui, vemos que LuFeng nunca desistiu de Xiao Chen, e lutou pra ficar do seu lado até o fim. Ele briga com o pai, desiste do casamento arranjado e foca em seu plano de reconquistar e ficar com Xiao Chen. E aqui, ainda que exagerado, é o tipo de ação que eu gosto e espero dos protagonistas adultos que a família são contra o relacionamento. Porque, em especial nesse caso, o Xiao Chen é rico, independente e líder em seu trabalho. A família, para ele, é apenas um nome, uma tradição. Ele tem sua vida e toma as rédeas dela, e se dá satisfação ao pai em algum momento, é porque foi perguntado e não por obrigação.
Diferente de Xiao Chen, que carrega a pressão emocional da mãe que é contra sua sexualidade. Como primogênito, ficou para ele a responsabilidade de cuidar da família e de ter herdeiros - uma exigência da mãe. A mãe, não coloca esse peso no outro filho, que nem parece ter uma profissão "socialmente respeitável" e nem enxergou o relacionamento homo afetivo do segundo filho escancarado na sua casa.
Xiao Chen se deixa oprimir, entre a obrigação moral imposta pela mãe e um amor que nunca esqueceu. E, em certo ponto, eu acredito que ele aceita aquela situação horrível que passou com o LuFeng, como auto flagelamento pela culpa que sente em relação às expectativas da mãe, que ainda que as tenha realizado, não pode esquecer LuFeng.
A Round Trip To Love
3.4 13Um dos primeiros BLs que assisti, e acabei reencontrando num fansub agora em melhor qualidade.
Essa primeira parte da história se passa na faculdade, quando os protagonistas se conhecem e iniciam um namoro. Alguns diálogos não combinam com a narrativa. Esse amor inicial é bem juvenil mesmo, das ações confusas e mal interpretadas, da inocência de achar que bastava o amor dos dois. A cena do casamento na igreja é simplesmente perfeita, assim como o anel colocado em outro dedo pra disfarçar do verdadeiro sentido.
Passados 10 anos dessa história, acho que ela ainda é atual na parte da aceitação da família, em especial da mãe de um dos protagonistas.
10Dance
3.6 22 Assista AgoraComo fã de filmes sobre dança, inclusive vi aqueles "realitys" de dança de salão, achei a parte do treinamento bem crível.
Mas quando na competição, chamaram um par que nem era dupla, pra uma "dança especial", achei muito estranho. Entendo que era uma preparação pra mostrar a dança dos protagonistas, ao final, mas achei muita ficção.
Aliás, acho que a divisão de protagonismo também foi mal aproveitada. Normalmente, temos um passado triste e uma superação, usando a dança como personificação dessa mudança, e também o amor. Mas aqui, isso se perde. Isso porque a narrativa preparava pra uma tal competição (a de 10 danças), mas eles iriam em duas duplas e não em um único par. Logo, era desnecessário aprender a dança um do outro, no máximo um treinamentozinho.
Daí perdemos a superação de alcançar o melhor dança, seja a própria especialidade ou a do outro. O que acabou por esfriar a história.
O amor também não se realiza, mas ele não foi previamente alimentado. Não cativa o espectador.
O Ryoma mostrou um bom gingado latino na dança, porém, suas caras e bocas estavam exageradas, assim como o cabelo. Isso confundiu, e o que era pra ser sexy, ficou caricato.
O filme não é ruim, mas não atinge seu objetivo.
A Voz de Hind Rajab
4.2 147 Assista AgoraNem sei como esse filme chegou até mim, só sei que quando li que a voz da ligação era real, quis muito assistir. Também já tinha lido as resenhas daqui mesmo, e mesmo assim, nada prepara a gente pra esse filme. Eu comecei a chorar nos minutos iniciais e não parei até o fim.
É angustiante ver o desenrolar da história. A tentativa frustrada/atrasada de negociação para o resgate e ao mesmo tempo, a ligação para dar conforto à criança enquanto espera.
E eu pensava igual ao Omar (primeiro atendente): "8 minutos" era a distância, só oito minutos.
Mas uma guerra nunca mira nos "senhores".
É preciso focar nos inocentes para que as pessoas se comovam e "tomem partido" numa barbárie dessas.
Para quem, no futuro, ler essa resenha. Nesse ano os EUA atacou o Irã, bombardeando uma escola infantil. Cento e setenta crianças mortas, pra esconder a real intenção dos senhores da guerra.
O Agente Secreto
3.9 1,1K Assista AgoraBons personagens, uma fotografia excelente, boa direção.
Mas achei o enredo falho, cansativo, deixando muita coisa subtendida, sem propósito/objetivo final. Não gosto de filme assim.
A divisão em capítulos me lembrou o filme norueguês "a pior pessoa do mundo". E em vários momentos me senti assistindo "Bacurau", que é outro filme que não gostei e é do mesmo diretor, justamente por ficar esse ar de que só eu não sabia o que estava acontecendo.
O filme não é ruim, mas não me agradou.
Acredito que não traz Oscar nenhum, mas tbm não vi as outras indicações pra fazer uma melhor aposta.
Encontros e Despedidas
3.2 1 Assista AgoraPor conta da sinopse, eu esperava mais comédia e mais foco na parte do k-drama.
Entretanto é a história de uma mulher com câncer, que após um tratamento doloroso, se recusa a fazer um novo tratamento. Ela deseja ir no fanmeeting do Park Seo Joon e os filhos usam isso como moeda de troca para ela fazer o tratamento.
Depois disso, o foco é principalmente nos filhos. Em especial o que "tem dinheiro" mas retornou "do nada" após anos sumido e o filho que ficou com a responsabilidade de cuidar da família e dos negócios.
Esperava uma participação do Park Seo Joon, mas acho que o investimento não deu.
Mas adorei a parte deles usando máscara do Park Seo Joon.
E também o final inusitado.
Pavana
3.6 9Eu fiz questão de ouvir a Pavana de Ravel antes de pensar no que escrever aqui. É uma música suave, sem saltos e sustos. Ravel disse que ao compor, pensou numa princesa dançando.
E eu pude ver a grandiosidade da direção ao construir um filme assim. De ritmo suave, mesmo quando algo ruim acontecia, só nos apresentavam "o depois", a hora da compaixão.
É um filme sobre um amor puro, sobre amizade verdadeira, sobre introspecção e depressão.
E mesmo com temas pesados, o filme passa suave, sem nos machucar, ao som de uma Pavana.
Se Esse Amor Desaparecesse Hoje
3.8 22 Assista AgoraEu detesto esse jeito coreano de contar histórias, onde inventam um plot twist no meio da história, tirando o foco do enredo inicial. Parecem dois filmes, sempre com esse corte cru no meio, que não prepara a gente e só mostra o que aconteceu depois.
O filme é bom, a primeira parte lembra o famoso "como se fosse a primeira vez", mas sem a parte cômica. A segunda parte, tenho certeza absoluta que já vi um filme igual porém não recordo o nome.
A história é bonita, mas sem muita novidade. E pelo corte cru que citei acima, não conseguiu me emocionar. Acho que a emoção tem que ser construída, e nisso, o filme foi falho.
Back to Black
2.8 163A atriz foi excelente, mas o roteiro é muito fraco pro tamanho da Amy Winehouse.
Deu a entender que era vítima da única paixão da vida dela que era o marido.
A música só serve de trilha e sua relação com as drogas parece só um descuido eventual.
A Pior Pessoa do Mundo
4.0 715 Assista AgoraAchei bem interessante dividir o filme por capítulos. Temos diálogos ótimos e cenas bem interessantes. Alguns questionamentos são levantados e outros apresentados, levando a gente a julgar tanto a protagonista como pensar sobre o assunto.
Mas assim como o comentário abaixo, eu não consegui me conectar com a protagonista. Não achei ela a pior pessoa do mundo, mas a gente espera maturidade depois de algum tempo e tropeços da vida. Achei ela corajosa de abrir mão de estabilidade por duas vezes, por algo que naquele momento parecia mais interessante - ainda que menor o valor - fosse em relação à profissão, fosse em relação aos relacionamentos. Mas a sua instabilidade me irritou demais.
Takumi-kun Series 6: Nagai Nagai Monogatari no Hajimari no Asa.
2.4 1O problema da série Takumi Kun é que ela é cheia de personagens e todos eles acabam ganhando um destaque desnecessário, sendo que são apenas secundários. Esse filme aqui não é diferente.
Apesar do número 6, ele narra quase que o início da história, porém não traz informações importantes, e pelo excesso de personagens, fica confuso e logo se perde o interesse. Parece uma continuação do "filme 5" que nem existe.
Em relação ao Takumi, finalmente um ator capaz de transmitir como esse menino era isolado e problemático. Chega a dar dó desse Takumi, e isso porque nem foi revelado o motivo do trauma dele.
Gii é um personagem tóxico, mas aqui achei ele comedido, o que funcionou pra história.
Das adaptações, apesar do problema que comentei acima, é uma das melhores.
Barbie
3.8 1,7K Assista AgoraEsse filme é pura nostalgia pra quem é da minha idade. Eu sempre quis a casa dos sonhos da Barbie ou o carro ou o trailer ou etc, etc.
Também vive a época que a Barbie era inacessível (pra condição da minha família) pois todas eram de alguma profissão especial, que sempre eram lançadas antes do natal.
O filme é bem interessante, com uma mensagem bonita sobre empoderamento feminino.
E esse sempre foi o propósito da boneca.
Margot Robbie estava lindíssima! Aliás, todos estavam muito bem caracterizados.
Não entendi como a música do Ken ganhou uma premiação importante. kkk
Anaconda
2.5 272 Assista AgoraEu achei engraçadíssimo. Tem muitas piadas com o filme original e participação especial de parte do elenco.
Só achei estranha a trilha sonora do Brasil que era uma "flautinha". kkk
Chorei de rir com a parte que o Jack Black é regurgitado e todo o plano seguinte de usar ele de isca.
Enfim, é bem divertido e cumpre o papel que se propõe.
Minha Filha É Um Zumbi
3.0 5Eu esperava mais comédia, mas o filme pendeu mais pro drama.
Acho insuportável essa mania da coreia, de sempre colocar um amor mal resolvido da infância/juventude e juntar a todo custo quando já estão adultos, com a vida mudada. Dito isto, insuportável a professora, que não ajudou em nada, nem mesmo quando se propôs a ajudar.
Five Nights At Freddy's: O Pesadelo Sem Fim
2.5 369Não conheço os jogos e só vi porque ia sair do catálogo da netflix. Também não sou chegada em filme de terror, mas esse aqui não me causou impacto (era terror mesmo?)
Ao contrário, me lembrou demais o "cinetrash da band".
Dito isto, achei bem divertido.