O casal tinha uma química muito boa. E adorei que, muitas vezes, a DaRim foi salva pelas colegas de equipe e não só pelo mocinho. Não gostei muito da dinâmica do casal secundário, por causa do fotógrafo.
Tinha cara de sonso, mas bem que aproveitou tudo o que a menina ofereceu. Nem escondeu que gostava da DaRim, não que devesse. Mas ele fazia questão de deixar claro que gostava de outra, mas não impediu nenhum movimento da menina rica. E depois ainda foi cruel ao terminar com ela. Eu sei que ele sabia que não ficariam juntos, mas ele também não se esforçou em nada. A personagem dela era uma graça. Tão compreensiva, fofa, meiga.
Gostei da virada empresarial no penúltimo/último episódio, e deviam ter parado a história aí.
Gostei muito dos temas abordados, porque fugiu um pouco dos problemas empresariais ou penais. Também achei as cenas no tribunal menos fantasiosas. Escolheram manter o drama na parte interna do escritório, o que foi bem interessante. Fizeram bem em não desenvolver o romance entre os protagonistas, nem falo pela diferença de idade, mas ao meu ver, era mais uma relação de mestre e aprendiz.
Pelo trailer, eu esperava outro tipo de história. Esperava que a protagonista fosse uma mulher a frente de seu tempo, que batalhasse para exercer o papel de médica - mesmo isso sendo proibido para mulheres - e de brinde, dois amores que ela desfrutaria da mesma forma. Era o que me pareceu no trailer! Até tivemos essas coisas, mas bem superficiais. Na parte da medicina
Achei super interessante como ela exerceu nos povoados em que esteve, com o que dava e sem medo de errar, por não ter instrução necessária. Mas eu esperava batalha pela aceitação, ou sei lá, uma coroação pelos esforços. No entanto, sabe-se lá como, ela chegou como ouvinte em uma universidade. Imagino que pelos contatos da tia. Mas me pareceu um caminho fácil até ela chegar a ser médica de verdade, tudo era dado de presente pra ela e, aqui vem minha total frustração, ela jogava tudo pro alto por causa de um amor de infância.
Esse amor louco dela pelo amigo de infância, me irritou demais. Não a princípio, quando eles dividiam os propósitos revolucionários, do "namoro" sem casamento.
Mas ela largar tudo por ele, a todo momento. E sem pensar duas vezes, ah, como me irritou. Porque o cara não era um parceiro, ele só queria alguém pra preencher a cama dele a noite e falar coisas bonitas. Ele não pensou em momento algum nas consequências das revoluções e guerra que ele queria tanto participar: que são as pessoas pobres cada vez mais pobres, nas feridas, mortas, imigrantes, famílias destruídas. Seu discurso era sempre sobre quem estava no poder e quem não estava. Mas estava cego, porque não importa quem esteja no poder, são as pessoas que estavam ali a volta dele que sofrem. E a menina, que estava ajudando os cacos de gente, no primeiro devaneio do Daniel que queria partir pra estar lá nas maquinações e manifestações, largava tudo pra trás e ia cegamente com ele.
No geral a história é interessante, sem enrolação como vemos nas novelas mexicanas. A passagem por povoados e as dezenas de citações sobre a guerra/revolução ao invés de elucidar, só confundem. Sei lá quantos governantes passaram durante o período que mostraram. É preciso conhecer - mesmo que por cima - a história do México para não se perder. O romance, este sim, é novelesco. A Emilia não merecia de forma alguma o doutor Zabalza. Este sim, pensou nela acima de tudo. E como pessoa, e não só como amante! O final estilo festa, me lembrou "Cem anos de solidão", mas aqui não fez sentido algum. Por que os fantasmas do passado iriam procurar alguém que só olhou pro Daniel a vida inteira? Excelente fotografia e uma trilha sonora espetacular.
Por ser um lakorn, já era esperado o dramalhão todo e a clássica situação de "quase descobrir o segredo" o tempo todo. Particularmente, não gosto desse estilo de narrativa. Fica repetitivo, parece que a história anda em círculos e nunca segue adiante. Achei o negócio do cogumelo, cigarras e pó mágico, muita viagem. O romance começou prometendo demais, mas achei que quando finalmente aconteceu, não foi o que eu esperava. Não sei se por falta de tempo, ou se eu já estava com raiva do Thian que nem assumia o desejo da mãe e nem os próprios, estava toda hora com cara de coitado e não tomava uma atitude sobre a própria vida. Entendo que esse era justamente o cerne da história, mas diferente de "Love in the Moonlight" que focou no romance e os problemas eram coadjuvantes, "To Sir, with love", focou muito mais na morte do empregado e ficamos nisso a história quase inteira. No geral é uma história boa, especialmente pra quem gosta de lakorn. Porém, ao meu ver, a parte BL que é justamente o apelo principal, foi mal aproveitado.
Eu já estava preparada para a narrativa em três linhas temporais/pontos de vista. A ordem de exibição dessas linhas também foi uma escolha acertada. Trazendo questões familiares, escolares e até, enfim, as questões individuais/pessoais. É uma história simples, vistas tantas vezes. De bullying, de auto proteção, auto preservação. Mas terminei engasgada, ainda que a cena tenha sido linda. Porque o futuro é um saco.
Acabei maratonando as 4 temporadas. Apesar de bem divertida, acho que a história já começou a apresentar o cansaço da repetição. Falta personagem novo ou dar novas motivações pros existentes. Foram 4 temporadas praticamente iguais. Acho que só a Dona Nieves é que teve uma mudança drástica, já que de dona boazinha virou faxineira quase sem falas.
Mantém a qualidade das demais temporadas. Adorei o período em que a Vanessa foi diretora, em especial o episódio que ela achou que era o velório de uma criança. O Nino e o Chemi tiveram uma dinâmica tão legal nessa temporada, também. A parte da "reabilitação" do Chemi rendeu boas risadas. Mas achei chato a questão das crianças/filhos do Nino e da Vanessa.
Mantem a qualidade da primeira temporada. Amei que agora o Damaso pode ser filho de um fazendeiro. kkk Acho o personagem muito chato, entendo que toda série precise de um, mas o que ele faz com o estagiário, ao meu ver, é revoltante.
É bem divertido, me peguei dando várias gargalhadas. Minha personagem favorita, de longe, é a Dona Nieves e o seu jeito mãezona de pensar na empresa como família. Gosto de todos os personagens, mas confesso que o Damaso me irrita pelo jeito que se acha e trata o estagiário Pablo.
A única crítica que tenho é que com divisão em duas partes e em anos diferentes, acabei esquecendo de muita coisa - principalmente com relação a árvore genealógica, já que todo homem se chamava José Arcádio ou Aureliano.
Dito isto, mantenho a opinião da primeira parte, que disse que parecia que alguém lia e imaginava um livro para mim. Sou fã do Gabriel Garcia Marquez, mas só li "Amor no tempo do cólera". Direção, edição, cenografia, efeitos especiais, tudo colabora pra essa obra prima. Sem dúvidas, uma das melhores adaptações que vi na minha vida.
Eu concordo em tudo com o comentário da Lenna Liz. Não consegui aceitar a Ziyi Zhang como uma adolescente de 15 anos. kkk Achei a série cansativa por ter muitos episódios e muitas cenas de guerra. Eu adoro séries de época, e gosto bastante de estratégias militares. A estratégia de enganar o inimigo pela frente e cercar o exército inimigo pelas costas, no vale, foi sensacional. Eu achei que viria algo no estilo Esparta, mas foi bem melhor. Os protagonistas reinaram absolutos com suas personalidades. Mas como bem dito, achei a A'Wu muito condescendente com os vilões e familiares. E não só ela.
O Helan tinha sequestrado a princesa "virgem", o que seria um total escândalo muito maior do que um simples sequestro. E o Imperador (o segundo, que era primo) recebeu ele com diplomacia porque ele era príncipe no norte. Ah, tenha dó! O Imperador é rei absoluto em tudo o que está na terra e vai ser amiguinho de um FDP? Sem contar que o Norte já tinha sido dominado pelo "cunhado", não tinha mais problemas de fronteira.
Outra coisa que me irritou é o mesmo vilão ir e voltar na história. Só o Helan teve 3 blocos diferentes na história.
Uma infelicidade o que aconteceu com a atriz, ao revelar que a família ficou do lado do Japão na guerra Coréia/Japão. Agora ela ficará marcada e possivelmente, esse foi o último drama que ela fez na vida.
Quanto ao drama, achei uma fofura sem fim. Mas tudo pelo meu Jung Hae-In. Ele estava perfeito! A protagonista começou insuportável, mas melhorou como em toda comédia romântica. Ri muito com a insistência dela em "namorar" kkk
Adoro a Park Eun Bin, ela consegue fazer qualquer papel. Nesse ela não estava caricata, como costumam fazer com personagem que vê fantasmas. A personagem era inteligente e sofisticada, nada de coitadinha ou escandalosa. A parte da luva foi muito inteligente. Também amo o Yang Se Jong desde "Meu País", e nem reconheci ele. Gostei do papel dele também, outro personagem nada exagerado. O drama em si, soube pesar a comédia, os fantasmas, os problemas familiares, amizades, vilões e o romance. Chorei com a história de alguns fantasmas e, na visita final ao submundo, chorei litros com a fila interminável de fantasmas.
Achei que a parte do vilão principal deram uma escorregada no roteiro. Porque se ele amava a Yeo Ri, tentar derrubar ela pra ela perder justamente o que mais amava, não foi uma decisão muito coerente. A parte da Yeo Ri e o fantasma do irmão do vilão, eu devo ter cochilado, porque nem vi ele assombrar ela. E ela salvando a alma dele no submundo, na primeira vez, também achei muito estranho.
Mas enfim, é uma comédia romântica agradável pra passar o tempo.
Eu gosto muito de BL escolar, principalmente quando focam na descoberta do primeiro amor e da sexualidade, tudo junto e misturado. Esse aqui não foi diferente. E a personalidade do Chefe Ko, se coroando com a casca da tangerina, me conquistou. Achei que Almond Progress entregaram muito, mas já sabíamos de sua química e atuação desde Lovesick 2024. Aqui pelo menos rolou um selinho. E nem precisava de mais, afinal, são adolescentes.
Eu comecei shippando o protagonista com o amigo de infância, depois entendi que o músico não era ruim e shippei com ele. E então o enredo tomou um rumo inesperado e sem sentido. O protagonista tinha que viver quantos lutos e quantas mudanças pra amadurecer? Achei bonito, no início, quando ele era uma pessoa otimista e sempre sorridente, apesar das dificuldades. Pra mim, essa lição era a mais bonita a ser passada.
Achei um roteiro excelente, que além da vingança mostrou um lado do entretenimento que só ouvimos falar. As atuações são boas, e os personagens secundários são um show a parte - seja pela maldade, ou pela personalidade (como o fotógrafo ou o agente). Porém, achei que faltou um pouco de açúcar nessa história. O Sun parecia engessado, sempre com a mesma cara de paisagem. O romance até convence, e as cenas h0t são de tirar o fôlego, mas na minha opinião, faltou carisma especialmente da parte do Sun. Não sei dizer se é problema de atuação ou direção, mas apesar disso, é uma excelente série.
Personagens consistentes, excelentes efeitos especiais, história super interessante mantendo tanto o suspense quanto as intrigas do palácio. Odiei a protagonista, oh personagem insuportável, arrogante, egoísta. Nem as ajudas dela ao mocinho fizeram eu desgostar dela. Família imperial inteira horrível, não salvava um sequer!
Tem uma história bem interessante, principalmente pelo mistério que envolve os protagonistas. O roteiro tem alguns furos também, além do romance que eu achei muito apressado.
Se a intenção do promotor era humilhar o outro, s3xulm3nt3 falando, então deu certo. O outro que confundiu com amor. Esse negócio de s3xfriends não convenceu a ninguém, já que veio do nada. A parte de confundir o espectador, já perto do final, sobe o envolvimento do procurador Yoon também é um baita furo. Porque ele, sabendo da suspensão do Lee Chaeha, não fazia sentido chamar logo ele pra ouvir o informante. E depois, nem mostrou por que ele ajudou a chamar o Lee Chaeha pra armadilha final.
No geral é uma excelente história, ainda mais pra Coréia.
Eu achei divertidíssima, e pena que não teve mais cenas pastelão com o Boss - que aliás, estava sensacional nessa série. O irmão do meio, coitado, mal aparecia e nem desenvolveram o romance dele. Faltou piada pra ele também, já que o crush dele era multitarefa. O caçula também pedia maior desenvolvimento, mas para um primeiro trabalho, ele e o par dele fizeram bonito. Também faltou mais situações constrangedoras e mal interpretadas, não só a falta de diálogo. A participação dos demais personagens, só melhoraram a trama. É comédia, e talvez por isso, não tenha agradado muitos.
Tristíssima porque acabou. Uma série leve e divertida até o final. Nessas últimas temporadas me irritei com a fixação da Frankie em cima do Axl. Brick e Sue cresceram demais, e nessa última temporada tiveram mais cenas. Gostei que mostraram o final de todos, com casamentos, filhos e trabalho. Vou sentir saudades!
Também tive a sensação que faltou alguma coisa, mas não sei precisar o que. Talvez os personagens não sejam tão cativantes à primeira vista, exceto a pequena Laura. Pra falar a verdade, tive raiva da maioria dos personagens, na maior parte do tempo. Porém, é inegável a qualidade da produção.
Fiquei surpresa com pessoas pretas tão bem sucedidas (em especial o médico), já que a história se passa em 1870 e a escravidão foi abolida somente 5 anos antes. Apesar de ficção e da importância da representação, eu acho que faria mais sentido se fosse uma família batalhando por seu pedaço de chão, assim como os Ingalls. Também não entendi a família da Pequena Águia, os vizinhos dos Ingalls. Me parecia uma família totalmente indígena, porém, com muitos elementos "não indígenas" como os livros em inglês, a casa maravilhosa (não havia nada rústico nela, diferente dos Ingalls), inclusive criticando o irmão/cunhado que vivia como um legítimo Osage. Por fim, mandaram os Osage para a terra dos Cherokee. Mas e os Cherokee? O que aconteceu com eles? Eu queria saber muito mais coisas sobre os indígenas. E não entendi o final, da família se mudando. Ou melhor, entendi que mudaram por causa do incêndio, e por não terem nada ali. Mas achei que fosse uma história sobre a colonização daquele vilarejo, mas se eles se mudaram, a história vai acontecer em outro lugar.
Entendo completamente o trauma do protagonista e o problema social que desenvolveu. Mas achei meio desconexo a questão dele querer ser cantor, o que exige uma grande exibição e interação social. O outro protagonista me irritou com a demora em entender os sentimentos. Eu poderia culpar a direção, o roteiro, mas achei tudo mal aproveitado. Não me conquistou.
Beijo Explosivo
3.7 31 Assista AgoraO casal tinha uma química muito boa.
E adorei que, muitas vezes, a DaRim foi salva pelas colegas de equipe e não só pelo mocinho.
Não gostei muito da dinâmica do casal secundário, por causa do fotógrafo.
Tinha cara de sonso, mas bem que aproveitou tudo o que a menina ofereceu.
Nem escondeu que gostava da DaRim, não que devesse. Mas ele fazia questão de deixar claro que gostava de outra, mas não impediu nenhum movimento da menina rica. E depois ainda foi cruel ao terminar com ela. Eu sei que ele sabia que não ficariam juntos, mas ele também não se esforçou em nada.
A personagem dela era uma graça. Tão compreensiva, fofa, meiga.
Gostei da virada empresarial no penúltimo/último episódio, e deviam ter parado a história aí.
Meter uma perda de memória nos minutos finais, só pra ele recobrar com um "beijo explosivo", foi clichê demais.
Além do Direito
4.0 7 Assista AgoraGostei muito dos temas abordados, porque fugiu um pouco dos problemas empresariais ou penais. Também achei as cenas no tribunal menos fantasiosas. Escolheram manter o drama na parte interna do escritório, o que foi bem interessante. Fizeram bem em não desenvolver o romance entre os protagonistas, nem falo pela diferença de idade, mas ao meu ver, era mais uma relação de mestre e aprendiz.
Mal de amores
3.2 1 Assista AgoraPelo trailer, eu esperava outro tipo de história. Esperava que a protagonista fosse uma mulher a frente de seu tempo, que batalhasse para exercer o papel de médica - mesmo isso sendo proibido para mulheres - e de brinde, dois amores que ela desfrutaria da mesma forma. Era o que me pareceu no trailer!
Até tivemos essas coisas, mas bem superficiais.
Na parte da medicina
Achei super interessante como ela exerceu nos povoados em que esteve, com o que dava e sem medo de errar, por não ter instrução necessária. Mas eu esperava batalha pela aceitação, ou sei lá, uma coroação pelos esforços.
No entanto, sabe-se lá como, ela chegou como ouvinte em uma universidade. Imagino que pelos contatos da tia. Mas me pareceu um caminho fácil até ela chegar a ser médica de verdade, tudo era dado de presente pra ela e, aqui vem minha total frustração, ela jogava tudo pro alto por causa de um amor de infância.
Esse amor louco dela pelo amigo de infância, me irritou demais. Não a princípio, quando eles dividiam os propósitos revolucionários, do "namoro" sem casamento.
Mas ela largar tudo por ele, a todo momento. E sem pensar duas vezes, ah, como me irritou.
Porque o cara não era um parceiro, ele só queria alguém pra preencher a cama dele a noite e falar coisas bonitas. Ele não pensou em momento algum nas consequências das revoluções e guerra que ele queria tanto participar: que são as pessoas pobres cada vez mais pobres, nas feridas, mortas, imigrantes, famílias destruídas.
Seu discurso era sempre sobre quem estava no poder e quem não estava.
Mas estava cego, porque não importa quem esteja no poder, são as pessoas que estavam ali a volta dele que sofrem.
E a menina, que estava ajudando os cacos de gente, no primeiro devaneio do Daniel que queria partir pra estar lá nas maquinações e manifestações, largava tudo pra trás e ia cegamente com ele.
No geral a história é interessante, sem enrolação como vemos nas novelas mexicanas.
A passagem por povoados e as dezenas de citações sobre a guerra/revolução ao invés de elucidar, só confundem. Sei lá quantos governantes passaram durante o período que mostraram. É preciso conhecer - mesmo que por cima - a história do México para não se perder.
O romance, este sim, é novelesco. A Emilia não merecia de forma alguma o doutor Zabalza. Este sim, pensou nela acima de tudo. E como pessoa, e não só como amante!
O final estilo festa, me lembrou "Cem anos de solidão", mas aqui não fez sentido algum. Por que os fantasmas do passado iriam procurar alguém que só olhou pro Daniel a vida inteira?
Excelente fotografia e uma trilha sonora espetacular.
To Sir, With Love
4.1 3Por ser um lakorn, já era esperado o dramalhão todo e a clássica situação de "quase descobrir o segredo" o tempo todo. Particularmente, não gosto desse estilo de narrativa.
Fica repetitivo, parece que a história anda em círculos e nunca segue adiante.
Achei o negócio do cogumelo, cigarras e pó mágico, muita viagem.
O romance começou prometendo demais, mas achei que quando finalmente aconteceu, não foi o que eu esperava. Não sei se por falta de tempo, ou se eu já estava com raiva do Thian que nem assumia o desejo da mãe e nem os próprios, estava toda hora com cara de coitado e não tomava uma atitude sobre a própria vida. Entendo que esse era justamente o cerne da história, mas diferente de "Love in the Moonlight" que focou no romance e os problemas eram coadjuvantes, "To Sir, with love", focou muito mais na morte do empregado e ficamos nisso a história quase inteira.
No geral é uma história boa, especialmente pra quem gosta de lakorn.
Porém, ao meu ver, a parte BL que é justamente o apelo principal, foi mal aproveitado.
Monstro
4.2 397 Assista AgoraEu já estava preparada para a narrativa em três linhas temporais/pontos de vista.
A ordem de exibição dessas linhas também foi uma escolha acertada. Trazendo questões familiares, escolares e até, enfim, as questões individuais/pessoais.
É uma história simples, vistas tantas vezes.
De bullying, de auto proteção, auto preservação.
Mas terminei engasgada, ainda que a cena tenha sido linda.
Porque o futuro é um saco.
Mortos S.A. (4ª Temporada)
4.1 2 Assista AgoraAcabei maratonando as 4 temporadas.
Apesar de bem divertida, acho que a história já começou a apresentar o cansaço da repetição. Falta personagem novo ou dar novas motivações pros existentes.
Foram 4 temporadas praticamente iguais.
Acho que só a Dona Nieves é que teve uma mudança drástica, já que de dona boazinha virou faxineira quase sem falas.
Mortos S.A. (3ª Temporada)
4.1 1 Assista AgoraMantém a qualidade das demais temporadas.
Adorei o período em que a Vanessa foi diretora, em especial o episódio que ela achou que era o velório de uma criança.
O Nino e o Chemi tiveram uma dinâmica tão legal nessa temporada, também.
A parte da "reabilitação" do Chemi rendeu boas risadas.
Mas achei chato a questão das crianças/filhos do Nino e da Vanessa.
Mortos S.A. (2ª Temporada)
4.1 2 Assista AgoraMantem a qualidade da primeira temporada.
Amei que agora o Damaso pode ser filho de um fazendeiro. kkk
Acho o personagem muito chato, entendo que toda série precise de um, mas o que ele faz com o estagiário, ao meu ver, é revoltante.
Mortos S.A. (1ª Temporada)
4.0 7É bem divertido, me peguei dando várias gargalhadas.
Minha personagem favorita, de longe, é a Dona Nieves e o seu jeito mãezona de pensar na empresa como família.
Gosto de todos os personagens, mas confesso que o Damaso me irrita pelo jeito que se acha e trata o estagiário Pablo.
Achei legal levantarem a bola pra ele ser um possível filho/herdeiro do negócio.
Torço que seja, porque a funerária é uma zona. kkk
Cem Anos de Solidão: Parte 2
4.5 33 Assista AgoraA única crítica que tenho é que com divisão em duas partes e em anos diferentes, acabei esquecendo de muita coisa - principalmente com relação a árvore genealógica, já que todo homem se chamava José Arcádio ou Aureliano.
Dito isto, mantenho a opinião da primeira parte, que disse que parecia que alguém lia e imaginava um livro para mim. Sou fã do Gabriel Garcia Marquez, mas só li "Amor no tempo do cólera".
Direção, edição, cenografia, efeitos especiais, tudo colabora pra essa obra prima.
Sem dúvidas, uma das melhores adaptações que vi na minha vida.
The Rebel Princess
4.5 8Eu concordo em tudo com o comentário da Lenna Liz.
Não consegui aceitar a Ziyi Zhang como uma adolescente de 15 anos. kkk
Achei a série cansativa por ter muitos episódios e muitas cenas de guerra. Eu adoro séries de época, e gosto bastante de estratégias militares. A estratégia de enganar o inimigo pela frente e cercar o exército inimigo pelas costas, no vale, foi sensacional. Eu achei que viria algo no estilo Esparta, mas foi bem melhor.
Os protagonistas reinaram absolutos com suas personalidades.
Mas como bem dito, achei a A'Wu muito condescendente com os vilões e familiares.
E não só ela.
O Helan tinha sequestrado a princesa "virgem", o que seria um total escândalo muito maior do que um simples sequestro. E o Imperador (o segundo, que era primo) recebeu ele com diplomacia porque ele era príncipe no norte. Ah, tenha dó! O Imperador é rei absoluto em tudo o que está na terra e vai ser amiguinho de um FDP? Sem contar que o Norte já tinha sido dominado pelo "cunhado", não tinha mais problemas de fronteira.
Outra coisa que me irritou é o mesmo vilão ir e voltar na história. Só o Helan teve 3 blocos diferentes na história.
Isso sem contar o pai, que esteve querendo tomar o trono de todos os imperadores.
Eu tinha lido que o final era agridoce, mas achei o final mais feliz entre todos os dramas de época que assisti.
Um Grude de Amor
4.0 12 Assista AgoraUma infelicidade o que aconteceu com a atriz, ao revelar que a família ficou do lado do Japão na guerra Coréia/Japão. Agora ela ficará marcada e possivelmente, esse foi o último drama que ela fez na vida.
Quanto ao drama, achei uma fofura sem fim. Mas tudo pelo meu Jung Hae-In. Ele estava perfeito!
A protagonista começou insuportável, mas melhorou como em toda comédia romântica.
Ri muito com a insistência dela em "namorar" kkk
Só achei nada a ver aquela história do vilãozão ser pai do protagonista. Totalmente desnecessário. Deviam ter acabado no episódio 10.
Assustadoramente Apaixonados
3.8 9 Assista AgoraAdoro a Park Eun Bin, ela consegue fazer qualquer papel. Nesse ela não estava caricata, como costumam fazer com personagem que vê fantasmas. A personagem era inteligente e sofisticada, nada de coitadinha ou escandalosa. A parte da luva foi muito inteligente.
Também amo o Yang Se Jong desde "Meu País", e nem reconheci ele. Gostei do papel dele também, outro personagem nada exagerado.
O drama em si, soube pesar a comédia, os fantasmas, os problemas familiares, amizades, vilões e o romance.
Chorei com a história de alguns fantasmas e, na visita final ao submundo, chorei litros com a fila interminável de fantasmas.
Achei que a parte do vilão principal deram uma escorregada no roteiro. Porque se ele amava a Yeo Ri, tentar derrubar ela pra ela perder justamente o que mais amava, não foi uma decisão muito coerente. A parte da Yeo Ri e o fantasma do irmão do vilão, eu devo ter cochilado, porque nem vi ele assombrar ela. E ela salvando a alma dele no submundo, na primeira vez, também achei muito estranho.
Mas enfim, é uma comédia romântica agradável pra passar o tempo.
When Oranges Fall
4.2 1Eu gosto muito de BL escolar, principalmente quando focam na descoberta do primeiro amor e da sexualidade, tudo junto e misturado. Esse aqui não foi diferente.
E a personalidade do Chefe Ko, se coroando com a casca da tangerina, me conquistou.
Achei que Almond Progress entregaram muito, mas já sabíamos de sua química e atuação desde Lovesick 2024. Aqui pelo menos rolou um selinho. E nem precisava de mais, afinal, são adolescentes.
Fix The Error
2.5 1Assisti mais pelos meninos do reality.
Smile after Tears
2.8 1Eu comecei shippando o protagonista com o amigo de infância, depois entendi que o músico não era ruim e shippei com ele. E então o enredo tomou um rumo inesperado e sem sentido.
O protagonista tinha que viver quantos lutos e quantas mudanças pra amadurecer?
Achei bonito, no início, quando ele era uma pessoa otimista e sempre sorridente, apesar das dificuldades. Pra mim, essa lição era a mais bonita a ser passada.
Payback: The Series
4.3 1Achei um roteiro excelente, que além da vingança mostrou um lado do entretenimento que só ouvimos falar. As atuações são boas, e os personagens secundários são um show a parte - seja pela maldade, ou pela personalidade (como o fotógrafo ou o agente).
Porém, achei que faltou um pouco de açúcar nessa história. O Sun parecia engessado, sempre com a mesma cara de paisagem. O romance até convence, e as cenas h0t são de tirar o fôlego, mas na minha opinião, faltou carisma especialmente da parte do Sun.
Não sei dizer se é problema de atuação ou direção, mas apesar disso, é uma excelente série.
A Leste do Palácio
3.7 8 Assista AgoraPersonagens consistentes, excelentes efeitos especiais, história super interessante mantendo tanto o suspense quanto as intrigas do palácio.
Odiei a protagonista, oh personagem insuportável, arrogante, egoísta. Nem as ajudas dela ao mocinho fizeram eu desgostar dela. Família imperial inteira horrível, não salvava um sequer!
The Prosecutor’s Office’s Proposal
3.9 1Tem uma história bem interessante, principalmente pelo mistério que envolve os protagonistas.
O roteiro tem alguns furos também, além do romance que eu achei muito apressado.
Se a intenção do promotor era humilhar o outro, s3xulm3nt3 falando, então deu certo. O outro que confundiu com amor. Esse negócio de s3xfriends não convenceu a ninguém, já que veio do nada.
A parte de confundir o espectador, já perto do final, sobe o envolvimento do procurador Yoon também é um baita furo. Porque ele, sabendo da suspensão do Lee Chaeha, não fazia sentido chamar logo ele pra ouvir o informante. E depois, nem mostrou por que ele ajudou a chamar o Lee Chaeha pra armadilha final.
No geral é uma excelente história, ainda mais pra Coréia.
Como Mágica
3.9 115 Assista AgoraAchei um visual muito lindo, mesclando os animais e as plantas.
Linda história e mensagem.
Crazy Love, Moo-Moo!
3.3 1Eu achei divertidíssima, e pena que não teve mais cenas pastelão com o Boss - que aliás, estava sensacional nessa série.
O irmão do meio, coitado, mal aparecia e nem desenvolveram o romance dele. Faltou piada pra ele também, já que o crush dele era multitarefa.
O caçula também pedia maior desenvolvimento, mas para um primeiro trabalho, ele e o par dele fizeram bonito. Também faltou mais situações constrangedoras e mal interpretadas, não só a falta de diálogo.
A participação dos demais personagens, só melhoraram a trama.
É comédia, e talvez por isso, não tenha agradado muitos.
Uma Família Perdida no Meio do Nada (9ª Temporada)
4.5 69 Assista AgoraTristíssima porque acabou. Uma série leve e divertida até o final.
Nessas últimas temporadas me irritei com a fixação da Frankie em cima do Axl.
Brick e Sue cresceram demais, e nessa última temporada tiveram mais cenas.
Gostei que mostraram o final de todos, com casamentos, filhos e trabalho.
Vou sentir saudades!
Uma Casa na Pradaria (1ª Temporada)
4.0 16 Assista AgoraTambém tive a sensação que faltou alguma coisa, mas não sei precisar o que.
Talvez os personagens não sejam tão cativantes à primeira vista, exceto a pequena Laura.
Pra falar a verdade, tive raiva da maioria dos personagens, na maior parte do tempo.
Porém, é inegável a qualidade da produção.
Fiquei surpresa com pessoas pretas tão bem sucedidas (em especial o médico), já que a história se passa em 1870 e a escravidão foi abolida somente 5 anos antes.
Apesar de ficção e da importância da representação, eu acho que faria mais sentido se fosse uma família batalhando por seu pedaço de chão, assim como os Ingalls.
Também não entendi a família da Pequena Águia, os vizinhos dos Ingalls. Me parecia uma família totalmente indígena, porém, com muitos elementos "não indígenas" como os livros em inglês, a casa maravilhosa (não havia nada rústico nela, diferente dos Ingalls), inclusive criticando o irmão/cunhado que vivia como um legítimo Osage.
Por fim, mandaram os Osage para a terra dos Cherokee. Mas e os Cherokee? O que aconteceu com eles?
Eu queria saber muito mais coisas sobre os indígenas.
E não entendi o final, da família se mudando. Ou melhor, entendi que mudaram por causa do incêndio, e por não terem nada ali. Mas achei que fosse uma história sobre a colonização daquele vilarejo, mas se eles se mudaram, a história vai acontecer em outro lugar.
Blazing Him
2.5 1Entendo completamente o trauma do protagonista e o problema social que desenvolveu.
Mas achei meio desconexo a questão dele querer ser cantor, o que exige uma grande exibição e interação social.
O outro protagonista me irritou com a demora em entender os sentimentos.
Eu poderia culpar a direção, o roteiro, mas achei tudo mal aproveitado.
Não me conquistou.