Achei que deram uma importância muito grande pra essa peça da faculdade, precisando de patrocinador famoso e "contratando" ator de fora. O que deixou a história meio deslocada, porque os personagens eram adultos, alguns trabalhavam, mas ao mesmo tempo eram jovens estudantes. Gostei bastante da constante aparição dos personagens da temporada anterior, e do gancho pra uma eventual nova temporada.
Mix reinou absoluto nessa trama, com uma atuação fenomenal e uma cena icônica (da passagem da briga pro palco, sem corte de cena, mudando totalmente de fisionomia quando a luz se acende sobre ele). E tenho que destacar o desconforto com o beijo que se segue, quase palpável. Lindíssima cena e direção, um primor mesmo! O Earth não é muito bom nesse tipo de personagem, repetindo o erro de Midnight Chicken, com pausas onde ele suspira ou movimenta a boca sem sentido. O personagem pareceu sério demais o tempo todo e o assombroso passado do Dean, deveria ter sido melhor apresentado por meio de flashbacks. Porque faltou passar esse sentimento pra nos convencer de como era uma relação tóxica o namoro anterior do Dean e do Jack. Daí, um Jack sério o tempo todo, que na verdade estava se protegendo do passado, passou uma falsa impressão de frieza (e uma má atuação) - tudo por conta de uma má escolha de direção. Escolher mostrar só o passado bonito e um retorno de um ex salvador, ofuscou como o relacionamento do Dean e do Jack era cheio de altos e baixos, mas cheio de paixão. Foi uma boa escolha "terminar na amizade", mas eu já estava xingando horrores. Porque o casal não precisava amadurecer novamente, de tempo novamente. E não gostei da escolha de palavras de "perdão" do Jack para o Dean. Porque o perdão tinha que ser mútuo, já que por não se convencer do amor do Dean, Jack jogou ele na cova dos leões.
Quando anunciaram a substituição do segundo par, achei que foi uma escolha perfeita. AouBoom tem química, tem atuação de verdade (não é a melhor, mas convence sempre), não tem medo de errar. O arco deles também foi bem legal, com um grande destaque pro Rome, o personagem mais gente boa da história. O drama do Raffy poderia ter sido melhor explorado, mas acho que ficaram com medo de dar muito destaque pro personagem. Porque tinha a cobrança da mãe famosa, que ficou só nas entrelinhas mesmo. E também esse sentimento de dúvida entre a paixão platônica pelo Jack e a dúvida pelo já aprovado Rome, poderia ter sido bem mais destacada. No início convenceu, mas logo se ofuscou. Daí quando o Jack sugere dar uma chance pro Raffy e ele incrivelmente "concorda", ficou estranhíssima, porque nesse ponto já era certo o amor pelo Rome. Perdeu-se a chance de um drama a mais além de um mero choro na escada.
O casal mais sem química na história e não falo só dos atores, não. Faltou a graça da ambição no Arnold, que era um faz tudo que precisava de dinheiro. Imagina, no clímax da história, que era a traição, ele parecia mais uma vítima indireta, que só respingou nele porque o Tua terminou o namoro. Ele nem queria namorar o Tua em duas cenas antes, entende? Que amor era esse que ele precisou correr atrás? Faltou convencimento. E a parte da importância da dança, eu devo ter dormido, porque nem sei de onde veio esse problema no ligamento pra gerar um drama desnecessário nos 45" do segundo tempo. O personagem Tua também me decepcionou demais. Quando o Boston apareceu na história, chegou como o vilão sedutor e fez muito bem seu papel. Mas o Tua agiu como se ele tivesse sido forçado anteriormente, quando na verdade, ele só foi abandonado. E se não queria mais, por que não disse de uma vez, ficou todo meiguinho? E depois do término, ainda procurou o Boston, provando que o relacionamento deles não era ruim a ponto de terminar afastar a amizade. E sua explosão quando descobriu a traição, foi tão desconexa com a personalidade do personagem, que nem mesmo a conversa no café nos preparando pra isso, convenceu. Muito drama, pra um amor novo e morno.
No geral eu gostei bastante. Teve cenas memoráveis, uma atuação impecável do Mix, a volta do Boston que também deu um gostinho de saudade. Diálogos e problemas de relacionamento mais maduros. Porém acho que faltou arriscar mais, eu queria um Arnold com sede de dinheiro e a malandragem dos pobres, um Jack mais desequilibrado pela paixão e vício, um Raffy mais dividido e um Tua menos coitadinho. Quem sabe numa terceira temporada?
Eu não gosto muito desse tipo de história "slice of life" quando o relacionamento fica muito de segundo plano, que é o caso dessa história. Até entendo que por haver uma personagem feminina, os dois rapazes tiraram conclusões precipitadas, mas foi mal desenvolvido. Deram muito destaque pra música e pra essa personagem, que não tinha conexão com mais nada além de uma mera menção da avó. Apesar disso, o relacionamento é bonitinho, onde os personagens já agem naturalmente como namoradinhos, mas ainda acham que são amigos. Gostei muito do "vilão" da história. E apesar de literalmente o namoro só começar no último episódio, como eu disse acima, eles já agiam como namoradinhos desde muito antes.
Achei o desenvolvimento da personalidade do SooRok muito lento, queria ter visto mais das células dele. Mas entendo que a primeira parte da série, era só do ponto de vista da Yumi, pra mostrar como o SooRok era diferente no trabalho e no pessoal. Mas depois, correram tudo nos últimos episódios. Queria ter visto mais do namoro, queria ter visto o casamento, enfim, queria mais. Foi uma delícia acompanhar essa história, ver como a Yumi amadureceu (mas nem tanto, kkk). Amo as células e estava ansiosíssima pra ver a dinâmica das células do SooRok. Depois de aguardar a vida inteira por essa temporada, terminei com um gostinho meio agridoce, com uma sensação de "dever cumprido" misturado com "podia ter mais".
Eu não gosto muito de série de advogado por causa das audiências muito irreais. Mas gostei da dinâmica da série que focou mais na vida do fantasma ao invés do problema jurídico.
Não sei se a história tem muitos furos ou deixaram pra resolver tudo numa próxima temporada. A parte da morte do primeiro mafioso e esposa, do serial killer e dos investigadores, ficou sem um desenvolvimento adequado. A parte do romance, achei fofinho desde o primeiro encontro e toda a construção lenta. Espero que essa série não caia na maldição das obras BL chinesas, que ficam sem segunda temporada.
Gostei, mas não me conquistou. A história é bonita, sobre superação, amadurecimento. Achei um dos protagonistas muito fechado, o que é totalmente compreensível, e o outro que era o extrovertido, ficou "pensativo" por muitos episódios, arrastando a trama para a resolução só no último episódio.
Não achei ruim, mas não é o tipo de roteiro que eu gosto. É a história de 3 irmãos e seus romances e trabalhos. E, ainda que cada irmão tenha sua dose de drama, a história em si, não é dramática. É um estilo "slice of life", mostrando mais o dia-a-dia.
Eu vi comentários sobre a beleza do doutor, mas sinceramente, achei ele lindíssimo. Que abdome, que foi muito destacado nas cenas h0t. Achei a história dele a melhor, de ser largado pela noiva e se apaixonado pelo "paciente". A história do par dele achei pesadíssima. E não tenho o que falar de um assunto tão polêmico além de que foi pouco uma prisão tardia do padrasto. Foi o melhor casal na minha opinião, já que não apressaram nada e ainda tinha umas partes cômicas apesar do núcleo com uma história tão pesada.
Pior desenvolvimento na minha opinião. Do nada os dois se apaixonam, o outro com ciúmes de um host? E sobre a doença terminal? Sei lá, eu iria aproveitar a vida viajando, mas o cara quis namorar e nem revelar nada pro parceiro, achei muito egoísta.
Aqui podia ter rendido muito mais. Achei bem desagradável a violência e o assédio no trabalho, mostrando que ele não sabia dosar suas emoções. E ele voltando a ser piloto depois de uma simples sugestão do namorado faltou desenvolvimento. A história do menino pobre foi a melhor, mas como eu disse, podia ter rendido muito mais com o par dele.
É uma série pra passar o tempo, sem muito drama romântico. Fala mais sobre personagens e superação.
No geral gostei bastante, foi bem divertido e leve. Mas muito diferente do trailer original, que tinha outro tom. Em comparação, a série ficou bobinha, sem drama.
Achei muito rápida a conciliação do Pai e Tim, o que merecia mais drama ou mais cenas cômicas. A parte do avô dando um gelo no Pai foi tão sem sentido, porque ele pareceu ser ruim só pro Pai, que era o único neto que trabalhava. A parte do segundo casal trabalhando foi muito boa, por isso esperava um castigo pior pro Pai. Os casamentos às pressas também sei lá, pareceu que desde o perdão do avô só queriam terminar a série logo e pronto.
Aliás, achei um desaforo contratarem o Mac que já foi protagonista pra fazer um papel quase mudo nessa série. Eu ainda não gosto da atuação do Ohm, e não vi nenhuma série dele desde UWMA. Mas meu Poon brilhou lindamente, ele é ótimo pra comédia caricata. O Mark não estava a altura pra fazer par com ele, mas eu acho que o Ohm também não está.
O primeiro episódio me desanimou, porque praticamente foi só luta o episódio inteiro. Porém, acabei insistindo e gostando muito. Antes de tudo, eu prefiro séries assim, que o foco não é romance ainda que ele exista. Acho que a série pecou no exagero de personagens secundários, ainda que essenciais em determinado momento da história, sua participação anterior foi muito superficial e se não tivesse flashback depois, eu nem ia lembrar que o personagem já tinha aparecido antes ou tinha outra aparência (pela passagem do tempo). Achei interessante quando os personagens entraram separadamente na pedra da ilusão (não lembro o nome certo), cada um num momento diferente da história, explicando diversas coisas ao mesmo tempo. Foi melhor que ficar fazendo flashback toda hora que um personagem novo aparece. Mas nem só de coisas legais foi a série, na minha opinião. O excesso de reboot foi desgastante pra história. E o romance da raposinha e do dragão/raposa, começou insuportável (pra mim), mas me acabei de chorar nas mil despedidas.
Aliás, eu achei que seria mais simples matar a raposa-vilã-possuída. Não seria só puxar a escama do dragão de volta, logo no início? O Ji Ling se sacrificou dando a escama porque o corpo da WuYi tinha se desgastado demais com as regressões. Se o Ji Ling matasse a WuYi ele estaria concretizando uma conversa que teve com o amigo (elfo dos raios roxos) de que ele veria ela morrer e eles não poderiam terminar juntos.
Também achei que o 10º dragão foi um bom recurso, mas mal aproveitado. Ele era muito fraco, muito descompromissado com seu destino, quando antes o mestre dele disse que treinou ele a vida toda pra esse momento. Ele ficou preso no tempo que brincou de casinha como se fosse os pais. E também estava mais preocupado com um Ji Ling falso roubando seu "trono" do que em salvar o mundo do vilão. Aliás, se ele fazia tanta questão do "trono", porque não sentou direito nele - no sentido de ir lá, atender o povo com firmeza, ou pedir instruções, desabafar com o pessoal do clã. Ele parecia que fazia questão do título, mas não das responsabilidades.
O personagem Ji Ling reinou absoluto na trama. Sua história antes de "virar dragão", os personagens que estavam conectados com ele e o sacrifício de todos (demônios e clã) pra ajuda-lo a cumprir sua missão.
Adorei a participação da Doris Roberts como professora do Brick. Também achei o episódio de dia das mães excelente, já que foi o segundo mostrado na série. O episódio final, relembrando a temporada também foi uma delícia. Gosto muito de como toda a família tem um bom coração. Mas meu episódio favorito dessa temporada foi o da "Shirley estranha" (Não lembro o nome exato), que eu torci pra ser uma Shirley diferente e depois, pra ela não ser tão estranha assim e aparecer bem bonita. Mas quando ela apareceu de capa de bruxa, eu chorei de rir.
A história em si não é inovadora. Do cara mal humorado conquistado pelo fofo bobinho. Mas no desenrolar da trama, vemos que o cara mal humorado não era tão mal humorado assim. Ele era prático e direto. E o bobinho, era um safado kkk. Não gosto de personagens estilo Duang, muito infantilizados. Mas estranhamente, funcionou muito no papel do conquistador. As cenas h0t foram um primor, e olha que sou exigente quanto a diálogos e contexto. A trilha sonora também é outro destaque, desde a música de abertura chiclete quanto às demais baladas escolhidas pela letra. Mas o destaque maior, na minha opinião, foi a cumplicidade dos dois protagonistas. Dava pra ver o quanto estavam comprometidos e a vontade um com o outro. Em "You are my sky", eu achei que o casal não fosse funcionar, mas aqui, provaram que funcionam e muito bem.
O primeiro arco tem outro cadastro, então vou falar do segundo arco "The Sun From Another Star". Eu achei esse arco muito fora de contexto com relação aos outros arcos, por conta da história de ver fantasmas. Se fosse sobre fantasmas desde o início da primeira temporada, quem sabe eu teria aceitado melhor essa questão. A história em si é bem interessante, minha reclamação não é sobre o enredo propriamente dito. Gostei do mini drama do "namorado fantasma". Mas não gostei do Arthit naquela idade ainda ter um "trauma de mãe ausente", quando era nítido o quanto amorosa ela a relação dele com o pai. E insistiram tanto nesses dramas de "fantasmas" do passado, que o romance mesmo, mal deu tempo de saborear só no último episódio. Eu tinha visto o trailer pré produção e também ouvi rumores sobre a novel, de ter muitas cenas hot, porém, cortaram praticamente todas.
Melhor que a série da praia, sem dúvidas. Tinha um enredo bem lakorn, com uma vilania das boas no quesito maldade. O romance não deu pra mim. Os dois eram lelé da cuca, isso sim. kkk Entendo que optaram pela redenção do personagem, pois não tiveram ousadia de criar um final coerente. Cenas tóxicas, de cárcere e cortes. A bipolaridade dali era mais pra dupla personalidade. Acho que o enredo corporativo e familiar era muito superficial, foi só pra mostrar a ação dos vilões mesmo. Enfim, não me conquistou.
Eu estava achando a história muito confusa e tive que pausar o filme pra pesquisar a biografia de Caravaggio. Com relação à biografia, achei peculiar esse jeito de contar a história, quase teatral. O destaque mesmo é em relação a fotografia, já que o filme parece uma pintura viva de Caravaggio - além das cores, jogo de luz e sombra, muitos enquadramentos remetiam às obras originais.
Confesso que me perdi um pouco na história, nos dramas individuais dos protagonistas. Achei interessante a apresentação dos dois protagonistas em conjunto/espelhado no teatro. Destaque pra trilha sonora, principalmente na apresentação final. Lembrou visualmente a apresentação de Memórias de uma Gueixa com as luzes e a chuva de pétalas. A sinopse está um pouco diferente do enredo do filme.
O início da série me prendeu demais, com essa história meio Conde de Monte Cristo. E tudo estava excelente até ela encontrar a princesa Wanning pela primeira vez. Depois disso, achei que deu uma desandada na história, perdeu a essência da usurpação da identidade da Jiang Li. Concordo com o comentário da Lenna Liz, pois não só tudo se desenrolava fácil pra protagonista, como tudo sempre voltava pra ela e ninguém ligou dela assumir a identidade da Jiang Li. Pra uma história de vingança, foi bem fraco. Eu esperava todo mundo humilhado, sangrando. Eu só terminei pra entender o sucesso que foi essa série, mas confesso que foi bem difícil terminar, tanto que precisei pausar várias semanas e voltar com a esperança renovada pra terminar.
Confesso que achei essa temporada a menos difícil de assistir. Acho que a Kitty se intrometeu em menos problemas dos outros dessa vez, e os outros personagens tiveram chance de viver seus próprios dramas. Adorei a participação da Lara Jean.
Fazia tempo que não via uma comédia romântica tão leve e divertida como essa. Eu amei os encontros e penso que seria incrível um aplicativo desses. Chorei horrores, eu culpo a tpm!, no episódio que a protagonista relembra do namorado na época da faculdade. Foi um episódio de cura, reviver tudo aquilo e ter a oportunidade de fazer diferente ou entender os problemas. Achei a atriz muito boa, coerente com o papel. E meu Seo In Guk, estava excelente. Muita química, inclusive nos beijos, coisa linda de se ver.
Achei essa temporada melhor que a anterior, porém não gostei dessa confusão da suposta bissexualidade da Kitty. Na temporada passada, ela esqueceu o Dae - com quem se comunicava e amava há anos - em poucos dias, e aqui, temos duas temporadas dessa confusão com a nova amiga. Gostei da participação dos personagens de "Para todos garotos que amei", acho que algumas não fizeram sentido, mas enriqueceu a trama. É tão óbvio que o Min Ho é o par escolhido desde a primeira temporada. Agora vou ver a próxima temporada, no desejo que seja a última.
Achei um roteiro muito bom com um belo plot twist. Claro que podia ter sido melhor explorado, sem dúvida, mas conseguiu entreter. Destaque pra química e beijo de milhões dos protagonistas.
Depois que a gente começa a ver dorama, percebe como falta qualidade nas histórias de séries americanas. Dá pra passar o tempo, porém não me conquistou. Achei que o enredo faltou um objetivo ou se perdeu nele.
A mocinha foi encontrar o namorado em outro país e, depois de descobrir a traição, achei que ela mudou o foco muito rápido pra história do irmão adotivo. Fora que achei a personagem muito intrometida e egocêntrica, os amigos todos superficiais. Até o Q que parecia ser amigo, estava mais preocupado com o seu namoro e quando a protagonista ia desabafar, dava um chega pra lá nela. Nem a parte do romance deu pra cativar. Eu achei nada a ver essa descoberta da bissexualidade, e ao mesmo o enredo colocando o Min Ho como futuro interesse amoroso. Diferente de Heartstropper que tratou o assunto com maturidade, aqui foi tratado como piada e confusão - nitidamente passageira.
Eu até que gostei da série. Um ator/cantor em ascensão vai fazer um estágio com um ator de Likay (é tipo uma ópera chinesa, mas tailandesa). Mas como as duas artes são diferentes, o jovem sente dificuldades de se adaptar e também todo o elenco não é muito solícito, já que eles continuam com seus treinos e shows. Em meio a isso, o jovem se apaixona pelo protagonista de Likay, que tem uma doença degenerativa e um caso mal resolvido com um ex do passado. Como o foco aparente da série é divulgar o Likay, tem vários mini dramas entre os outros personagens, que logo acontecem e se resolvem. O amor dos protagonistas também é bem superficial, tanto que achei mesmo que o ex ia levar vantagem. Final coerente, afinal, toda a história conduzia exatamente para esse final.
Eu acho que, no geral, as séries coreanas não conseguem transmitir um sentimento profundo. Como eu maratonei, achei que faltou desenvolvimento onde precisava e muita enrolação onde não precisava.
Only Friends: Dream On
2.7 1Achei que deram uma importância muito grande pra essa peça da faculdade, precisando de patrocinador famoso e "contratando" ator de fora. O que deixou a história meio deslocada, porque os personagens eram adultos, alguns trabalhavam, mas ao mesmo tempo eram jovens estudantes.
Gostei bastante da constante aparição dos personagens da temporada anterior, e do gancho pra uma eventual nova temporada.
Dos pares...
Dean e Jack
Mix reinou absoluto nessa trama, com uma atuação fenomenal e uma cena icônica (da passagem da briga pro palco, sem corte de cena, mudando totalmente de fisionomia quando a luz se acende sobre ele). E tenho que destacar o desconforto com o beijo que se segue, quase palpável. Lindíssima cena e direção, um primor mesmo!
O Earth não é muito bom nesse tipo de personagem, repetindo o erro de Midnight Chicken, com pausas onde ele suspira ou movimenta a boca sem sentido. O personagem pareceu sério demais o tempo todo e o assombroso passado do Dean, deveria ter sido melhor apresentado por meio de flashbacks. Porque faltou passar esse sentimento pra nos convencer de como era uma relação tóxica o namoro anterior do Dean e do Jack. Daí, um Jack sério o tempo todo, que na verdade estava se protegendo do passado, passou uma falsa impressão de frieza (e uma má atuação) - tudo por conta de uma má escolha de direção.
Escolher mostrar só o passado bonito e um retorno de um ex salvador, ofuscou como o relacionamento do Dean e do Jack era cheio de altos e baixos, mas cheio de paixão.
Foi uma boa escolha "terminar na amizade", mas eu já estava xingando horrores. Porque o casal não precisava amadurecer novamente, de tempo novamente. E não gostei da escolha de palavras de "perdão" do Jack para o Dean. Porque o perdão tinha que ser mútuo, já que por não se convencer do amor do Dean, Jack jogou ele na cova dos leões.
Raffy e Rome
Quando anunciaram a substituição do segundo par, achei que foi uma escolha perfeita. AouBoom tem química, tem atuação de verdade (não é a melhor, mas convence sempre), não tem medo de errar.
O arco deles também foi bem legal, com um grande destaque pro Rome, o personagem mais gente boa da história.
O drama do Raffy poderia ter sido melhor explorado, mas acho que ficaram com medo de dar muito destaque pro personagem. Porque tinha a cobrança da mãe famosa, que ficou só nas entrelinhas mesmo. E também esse sentimento de dúvida entre a paixão platônica pelo Jack e a dúvida pelo já aprovado Rome, poderia ter sido bem mais destacada. No início convenceu, mas logo se ofuscou. Daí quando o Jack sugere dar uma chance pro Raffy e ele incrivelmente "concorda", ficou estranhíssima, porque nesse ponto já era certo o amor pelo Rome. Perdeu-se a chance de um drama a mais além de um mero choro na escada.
Tua e Arnold
O casal mais sem química na história e não falo só dos atores, não. Faltou a graça da ambição no Arnold, que era um faz tudo que precisava de dinheiro. Imagina, no clímax da história, que era a traição, ele parecia mais uma vítima indireta, que só respingou nele porque o Tua terminou o namoro. Ele nem queria namorar o Tua em duas cenas antes, entende? Que amor era esse que ele precisou correr atrás? Faltou convencimento.
E a parte da importância da dança, eu devo ter dormido, porque nem sei de onde veio esse problema no ligamento pra gerar um drama desnecessário nos 45" do segundo tempo.
O personagem Tua também me decepcionou demais. Quando o Boston apareceu na história, chegou como o vilão sedutor e fez muito bem seu papel. Mas o Tua agiu como se ele tivesse sido forçado anteriormente, quando na verdade, ele só foi abandonado. E se não queria mais, por que não disse de uma vez, ficou todo meiguinho? E depois do término, ainda procurou o Boston, provando que o relacionamento deles não era ruim a ponto de terminar afastar a amizade.
E sua explosão quando descobriu a traição, foi tão desconexa com a personalidade do personagem, que nem mesmo a conversa no café nos preparando pra isso, convenceu.
Muito drama, pra um amor novo e morno.
No geral eu gostei bastante. Teve cenas memoráveis, uma atuação impecável do Mix, a volta do Boston que também deu um gostinho de saudade. Diálogos e problemas de relacionamento mais maduros. Porém acho que faltou arriscar mais, eu queria um Arnold com sede de dinheiro e a malandragem dos pobres, um Jack mais desequilibrado pela paixão e vício, um Raffy mais dividido e um Tua menos coitadinho.
Quem sabe numa terceira temporada?
Peach Lover
2.6 2O episódio especial é um compilado das cenas h0t. Pra quem teve preguiça de ver a série completa e ficou curioso só por essas cenas, vale a pena.
Apenas Sinta
3.4 2Eu não gosto muito desse tipo de história "slice of life" quando o relacionamento fica muito de segundo plano, que é o caso dessa história. Até entendo que por haver uma personagem feminina, os dois rapazes tiraram conclusões precipitadas, mas foi mal desenvolvido. Deram muito destaque pra música e pra essa personagem, que não tinha conexão com mais nada além de uma mera menção da avó.
Apesar disso, o relacionamento é bonitinho, onde os personagens já agem naturalmente como namoradinhos, mas ainda acham que são amigos.
Gostei muito do "vilão" da história.
E apesar de literalmente o namoro só começar no último episódio, como eu disse acima, eles já agiam como namoradinhos desde muito antes.
Yumi's Cells (3ª Temporada)
4.1 5Achei o desenvolvimento da personalidade do SooRok muito lento, queria ter visto mais das células dele. Mas entendo que a primeira parte da série, era só do ponto de vista da Yumi, pra mostrar como o SooRok era diferente no trabalho e no pessoal. Mas depois, correram tudo nos últimos episódios. Queria ter visto mais do namoro, queria ter visto o casamento, enfim, queria mais.
Foi uma delícia acompanhar essa história, ver como a Yumi amadureceu (mas nem tanto, kkk). Amo as células e estava ansiosíssima pra ver a dinâmica das células do SooRok.
Depois de aguardar a vida inteira por essa temporada, terminei com um gostinho meio agridoce, com uma sensação de "dever cumprido" misturado com "podia ter mais".
Law Firm of Shinyirang
4.1 3Eu não gosto muito de série de advogado por causa das audiências muito irreais. Mas gostei da dinâmica da série que focou mais na vida do fantasma ao invés do problema jurídico.
Sammy's Children's Day
4.0 4Não sei se a história tem muitos furos ou deixaram pra resolver tudo numa próxima temporada.
A parte da morte do primeiro mafioso e esposa, do serial killer e dos investigadores, ficou sem um desenvolvimento adequado.
A parte do romance, achei fofinho desde o primeiro encontro e toda a construção lenta.
Espero que essa série não caia na maldição das obras BL chinesas, que ficam sem segunda temporada.
Contrast
3.6 3Gostei, mas não me conquistou. A história é bonita, sobre superação, amadurecimento. Achei um dos protagonistas muito fechado, o que é totalmente compreensível, e o outro que era o extrovertido, ficou "pensativo" por muitos episódios, arrastando a trama para a resolução só no último episódio.
Love Like a Bike
2.8 2Não achei ruim, mas não é o tipo de roteiro que eu gosto. É a história de 3 irmãos e seus romances e trabalhos. E, ainda que cada irmão tenha sua dose de drama, a história em si, não é dramática. É um estilo "slice of life", mostrando mais o dia-a-dia.
Sobre cada irmão e seu par:
Médico e ciclista
Eu vi comentários sobre a beleza do doutor, mas sinceramente, achei ele lindíssimo. Que abdome, que foi muito destacado nas cenas h0t.
Achei a história dele a melhor, de ser largado pela noiva e se apaixonado pelo "paciente".
A história do par dele achei pesadíssima. E não tenho o que falar de um assunto tão polêmico além de que foi pouco uma prisão tardia do padrasto.
Foi o melhor casal na minha opinião, já que não apressaram nada e ainda tinha umas partes cômicas apesar do núcleo com uma história tão pesada.
Host
Pior desenvolvimento na minha opinião. Do nada os dois se apaixonam, o outro com ciúmes de um host? E sobre a doença terminal? Sei lá, eu iria aproveitar a vida viajando, mas o cara quis namorar e nem revelar nada pro parceiro, achei muito egoísta.
Piloto e faz tudo kkk
Aqui podia ter rendido muito mais. Achei bem desagradável a violência e o assédio no trabalho, mostrando que ele não sabia dosar suas emoções. E ele voltando a ser piloto depois de uma simples sugestão do namorado faltou desenvolvimento.
A história do menino pobre foi a melhor, mas como eu disse, podia ter rendido muito mais com o par dele.
É uma série pra passar o tempo, sem muito drama romântico. Fala mais sobre personagens e superação.
My Romance Scammer
3.8 1No geral gostei bastante, foi bem divertido e leve. Mas muito diferente do trailer original, que tinha outro tom. Em comparação, a série ficou bobinha, sem drama.
Achei muito rápida a conciliação do Pai e Tim, o que merecia mais drama ou mais cenas cômicas.
A parte do avô dando um gelo no Pai foi tão sem sentido, porque ele pareceu ser ruim só pro Pai, que era o único neto que trabalhava. A parte do segundo casal trabalhando foi muito boa, por isso esperava um castigo pior pro Pai.
Os casamentos às pressas também sei lá, pareceu que desde o perdão do avô só queriam terminar a série logo e pronto.
Aliás, achei um desaforo contratarem o Mac que já foi protagonista pra fazer um papel quase mudo nessa série.
Eu ainda não gosto da atuação do Ohm, e não vi nenhuma série dele desde UWMA.
Mas meu Poon brilhou lindamente, ele é ótimo pra comédia caricata. O Mark não estava a altura pra fazer par com ele, mas eu acho que o Ohm também não está.
Veil of Shadows
3.7 1O primeiro episódio me desanimou, porque praticamente foi só luta o episódio inteiro. Porém, acabei insistindo e gostando muito. Antes de tudo, eu prefiro séries assim, que o foco não é romance ainda que ele exista.
Acho que a série pecou no exagero de personagens secundários, ainda que essenciais em determinado momento da história, sua participação anterior foi muito superficial e se não tivesse flashback depois, eu nem ia lembrar que o personagem já tinha aparecido antes ou tinha outra aparência (pela passagem do tempo).
Achei interessante quando os personagens entraram separadamente na pedra da ilusão (não lembro o nome certo), cada um num momento diferente da história, explicando diversas coisas ao mesmo tempo. Foi melhor que ficar fazendo flashback toda hora que um personagem novo aparece.
Mas nem só de coisas legais foi a série, na minha opinião.
O excesso de reboot foi desgastante pra história.
E o romance da raposinha e do dragão/raposa, começou insuportável (pra mim), mas me acabei de chorar nas mil despedidas.
Aliás, eu achei que seria mais simples matar a raposa-vilã-possuída. Não seria só puxar a escama do dragão de volta, logo no início? O Ji Ling se sacrificou dando a escama porque o corpo da WuYi tinha se desgastado demais com as regressões. Se o Ji Ling matasse a WuYi ele estaria concretizando uma conversa que teve com o amigo (elfo dos raios roxos) de que ele veria ela morrer e eles não poderiam terminar juntos.
Também achei que o 10º dragão foi um bom recurso, mas mal aproveitado. Ele era muito fraco, muito descompromissado com seu destino, quando antes o mestre dele disse que treinou ele a vida toda pra esse momento. Ele ficou preso no tempo que brincou de casinha como se fosse os pais. E também estava mais preocupado com um Ji Ling falso roubando seu "trono" do que em salvar o mundo do vilão. Aliás, se ele fazia tanta questão do "trono", porque não sentou direito nele - no sentido de ir lá, atender o povo com firmeza, ou pedir instruções, desabafar com o pessoal do clã. Ele parecia que fazia questão do título, mas não das responsabilidades.
O personagem Ji Ling reinou absoluto na trama. Sua história antes de "virar dragão", os personagens que estavam conectados com ele e o sacrifício de todos (demônios e clã) pra ajuda-lo a cumprir sua missão.
Aliás, uma missão que nem era mais dele, já que apareceu o verdadeiro dragão.
No geral eu gostei muito mesmo, de verdade.
Uma Família Perdida no Meio do Nada (2ª Temporada)
4.3 59 Assista AgoraAdorei a participação da Doris Roberts como professora do Brick.
Também achei o episódio de dia das mães excelente, já que foi o segundo mostrado na série.
O episódio final, relembrando a temporada também foi uma delícia.
Gosto muito de como toda a família tem um bom coração. Mas meu episódio favorito dessa temporada foi o da "Shirley estranha" (Não lembro o nome exato), que eu torci pra ser uma Shirley diferente e depois, pra ela não ser tão estranha assim e aparecer bem bonita. Mas quando ela apareceu de capa de bruxa, eu chorei de rir.
Duang with You
4.0 2A história em si não é inovadora. Do cara mal humorado conquistado pelo fofo bobinho.
Mas no desenrolar da trama, vemos que o cara mal humorado não era tão mal humorado assim. Ele era prático e direto. E o bobinho, era um safado kkk. Não gosto de personagens estilo Duang, muito infantilizados. Mas estranhamente, funcionou muito no papel do conquistador.
As cenas h0t foram um primor, e olha que sou exigente quanto a diálogos e contexto.
A trilha sonora também é outro destaque, desde a música de abertura chiclete quanto às demais baladas escolhidas pela letra.
Mas o destaque maior, na minha opinião, foi a cumplicidade dos dois protagonistas. Dava pra ver o quanto estavam comprometidos e a vontade um com o outro. Em "You are my sky", eu achei que o casal não fosse funcionar, mas aqui, provaram que funcionam e muito bem.
Fourever You (2ª Temporada)
3.8 1O primeiro arco tem outro cadastro, então vou falar do segundo arco "The Sun From Another Star".
Eu achei esse arco muito fora de contexto com relação aos outros arcos, por conta da história de ver fantasmas. Se fosse sobre fantasmas desde o início da primeira temporada, quem sabe eu teria aceitado melhor essa questão.
A história em si é bem interessante, minha reclamação não é sobre o enredo propriamente dito. Gostei do mini drama do "namorado fantasma". Mas não gostei do Arthit naquela idade ainda ter um "trauma de mãe ausente", quando era nítido o quanto amorosa ela a relação dele com o pai.
E insistiram tanto nesses dramas de "fantasmas" do passado, que o romance mesmo, mal deu tempo de saborear só no último episódio.
Eu tinha visto o trailer pré produção e também ouvi rumores sobre a novel, de ter muitas cenas hot, porém, cortaram praticamente todas.
Yesterday
1.9 1Melhor que a série da praia, sem dúvidas. Tinha um enredo bem lakorn, com uma vilania das boas no quesito maldade.
O romance não deu pra mim. Os dois eram lelé da cuca, isso sim. kkk Entendo que optaram pela redenção do personagem, pois não tiveram ousadia de criar um final coerente. Cenas tóxicas, de cárcere e cortes. A bipolaridade dali era mais pra dupla personalidade.
Acho que o enredo corporativo e familiar era muito superficial, foi só pra mostrar a ação dos vilões mesmo.
Enfim, não me conquistou.
Caravaggio
3.5 67Eu estava achando a história muito confusa e tive que pausar o filme pra pesquisar a biografia de Caravaggio. Com relação à biografia, achei peculiar esse jeito de contar a história, quase teatral.
O destaque mesmo é em relação a fotografia, já que o filme parece uma pintura viva de Caravaggio - além das cores, jogo de luz e sombra, muitos enquadramentos remetiam às obras originais.
Kokuho: O Preço da Perfeição
3.6 30Confesso que me perdi um pouco na história, nos dramas individuais dos protagonistas.
Achei interessante a apresentação dos dois protagonistas em conjunto/espelhado no teatro.
Destaque pra trilha sonora, principalmente na apresentação final. Lembrou visualmente a apresentação de Memórias de uma Gueixa com as luzes e a chuva de pétalas.
A sinopse está um pouco diferente do enredo do filme.
The Double
4.2 14O início da série me prendeu demais, com essa história meio Conde de Monte Cristo. E tudo estava excelente até ela encontrar a princesa Wanning pela primeira vez. Depois disso, achei que deu uma desandada na história, perdeu a essência da usurpação da identidade da Jiang Li.
Concordo com o comentário da Lenna Liz, pois não só tudo se desenrolava fácil pra protagonista, como tudo sempre voltava pra ela e ninguém ligou dela assumir a identidade da Jiang Li.
Pra uma história de vingança, foi bem fraco. Eu esperava todo mundo humilhado, sangrando.
Eu só terminei pra entender o sucesso que foi essa série, mas confesso que foi bem difícil terminar, tanto que precisei pausar várias semanas e voltar com a esperança renovada pra terminar.
Com Carinho, Kitty (3ª Temporada)
3.5 14Confesso que achei essa temporada a menos difícil de assistir.
Acho que a Kitty se intrometeu em menos problemas dos outros dessa vez, e os outros personagens tiveram chance de viver seus próprios dramas.
Adorei a participação da Lara Jean.
Namorado por Assinatura
3.6 12Fazia tempo que não via uma comédia romântica tão leve e divertida como essa. Eu amei os encontros e penso que seria incrível um aplicativo desses.
Chorei horrores, eu culpo a tpm!, no episódio que a protagonista relembra do namorado na época da faculdade. Foi um episódio de cura, reviver tudo aquilo e ter a oportunidade de fazer diferente ou entender os problemas.
Achei a atriz muito boa, coerente com o papel. E meu Seo In Guk, estava excelente. Muita química, inclusive nos beijos, coisa linda de se ver.
Com Carinho, Kitty (2ª Temporada)
3.3 30Achei essa temporada melhor que a anterior, porém não gostei dessa confusão da suposta bissexualidade da Kitty. Na temporada passada, ela esqueceu o Dae - com quem se comunicava e amava há anos - em poucos dias, e aqui, temos duas temporadas dessa confusão com a nova amiga.
Gostei da participação dos personagens de "Para todos garotos que amei", acho que algumas não fizeram sentido, mas enriqueceu a trama.
É tão óbvio que o Min Ho é o par escolhido desde a primeira temporada. Agora vou ver a próxima temporada, no desejo que seja a última.
Never Forget Your Enemy
3.4 2Achei um roteiro muito bom com um belo plot twist.
Claro que podia ter sido melhor explorado, sem dúvida, mas conseguiu entreter.
Destaque pra química e beijo de milhões dos protagonistas.
Com Carinho, Kitty (1ª Temporada)
3.3 68 Assista AgoraDepois que a gente começa a ver dorama, percebe como falta qualidade nas histórias de séries americanas. Dá pra passar o tempo, porém não me conquistou.
Achei que o enredo faltou um objetivo ou se perdeu nele.
A mocinha foi encontrar o namorado em outro país e, depois de descobrir a traição, achei que ela mudou o foco muito rápido pra história do irmão adotivo. Fora que achei a personagem muito intrometida e egocêntrica, os amigos todos superficiais. Até o Q que parecia ser amigo, estava mais preocupado com o seu namoro e quando a protagonista ia desabafar, dava um chega pra lá nela.
Nem a parte do romance deu pra cativar. Eu achei nada a ver essa descoberta da bissexualidade, e ao mesmo o enredo colocando o Min Ho como futuro interesse amoroso. Diferente de Heartstropper que tratou o assunto com maturidade, aqui foi tratado como piada e confusão - nitidamente passageira.
Let Me into Your Heart
3.0 1Eu até que gostei da série. Um ator/cantor em ascensão vai fazer um estágio com um ator de Likay (é tipo uma ópera chinesa, mas tailandesa). Mas como as duas artes são diferentes, o jovem sente dificuldades de se adaptar e também todo o elenco não é muito solícito, já que eles continuam com seus treinos e shows.
Em meio a isso, o jovem se apaixona pelo protagonista de Likay, que tem uma doença degenerativa e um caso mal resolvido com um ex do passado.
Como o foco aparente da série é divulgar o Likay, tem vários mini dramas entre os outros personagens, que logo acontecem e se resolvem. O amor dos protagonistas também é bem superficial, tanto que achei mesmo que o ex ia levar vantagem.
Final coerente, afinal, toda a história conduzia exatamente para esse final.
We'll Always Meet Again
3.2 1Eu acho que, no geral, as séries coreanas não conseguem transmitir um sentimento profundo.
Como eu maratonei, achei que faltou desenvolvimento onde precisava e muita enrolação onde não precisava.