Completamente transtornado com o que acabei de assistir. Que filme eletrizante, bem atuado do caralho, bem filmado do cacete, gente essa fotografia pqp! Aquela cena no escuro e, ao mesmo tempo, iluminadissima de talento!
Ele abre no mar, com a Eunice sendo alertada por uma aeronave militar voando baixo quase como um mau presságio. Essa sequência é interrompida com a chegada do Pimpão na família. A sensação de liberdade é intercalada por um aviso e pela entrada de um novo membro na família. Depois, vemos Eunice nadar enquanto sente esperança de que vai conseguir notícias sobre seu marido. A liberdade aqui é interrompida pelo presságio se concluindo: Rubens está morto e não vai voltar. Mas a confirmação dessa morte, apesar de dolorida, dar à Eunice a força para o recomeço. Ela vende a casa, se muda pra São Paulo, se torna advogada.
Nós vemos uma personagem nadando de novo no filme, mas não é Eunice. É sua filha e agora em uma piscina. É mais contido e menos livre, mas é mais preciso. Ela está prestes a receber o atestado de óbito do seu pai e está prestes a sair de casa.
É meio pirado e talvez não tenha como elaborar muito bem. Mas fiquei matutando isso depois que os créditos subiram.
Também pensei em como a água aparece de outras maneiras no filme: Eunice tomando banho, Zezé limpando o quintal pouco antes de Pimpão morrer, a foto na praia e o último relato que temos de Rubens é ele pedindo água para os militares.
Acho que na próxima vez que rever outras coisas vão surgir. Grande filme!
Eu confesso não ser uma grande fã do Eggers, mas curti Nosferatu. Acho que o diretor confirma aqui a sua marca cinematográfica com uma fotografia e figurinos exemplares. A maneira como ele filma o corpo, o sexo e toda coreografia corporal que ele impõe aos atores é muito bonita.
Esperava bem pior, achei um filme fofo. O que me pega é que ele é muito teatral, o cenário, a coreografia dos personagens, a maneira como a trilha sonora entra em cena. É completamente teatro. Aí no meio disso temos atores que, apesar de bons, não são atores de teatro.
Tais, Humberto, Fabiula são bons atores, mas são bons atores de televisão, de cinema. E é uma linguagem muito diferente do teatro.
Durante o filme, fiquei com uma grande sensação de que estava vendo um filme-resposta, um commentary, um filme meta. A escolha da Lady Gaga não é à toa, ela interpreta uma fã que se apaixona pela fantasia, não pela pessoa de fato. Quem acompanha o mundo de música pop sabe que a Gaga já fala / lida com isso a um tempo. Escutar Chromatica após ver o filme deve ser interessante.
O Arthur fica nessa linha tênue de tentar ser quem se é ao mesmo tempo que tenta agradar os seus fãs malucos que criaram uma caricatura de quem ele é. O filme não responde quem é o Arthur, isso é irrelevante.
No entanto, o filme responde quem é o Coringa. E ele não é o Arthur. O Coringa são os fãs, os redpill, os caras que pegam uma obra e mudam todo o significado dela. É um deles, inclusive, que fere (ou mata?) o Arthur no final do filme.
Voltando a Gaga... curioso a escolha dela cantar algumas músicas que antes foram cantadas pela Judy Garland. Artista que teve a sua vida e obra investigada e depredada por aqueles que se dizem seus fãs. É, nada nesse filme é por acaso.
Todd Philips e Lana Wachowski podem dar as mãos. Às vezes, mandar o fã otário tomar no cu é preciso.
Não é um puta filme, tem defeitos, principalmente em relação ao tempo e duração. Poderia ser um curta ou um longa bem menor. Acho que vale pela ideia, pela fotografia e pelas atuações.
Eu não sei explicar muito bem o porquê, mas sinto muito os filmes dessa franquia. Toda vez que termino de assistir (e reassistir) fico brisando, emocionado. Atuações incríveis, cenas tocantes. Tem problemas? Sim, mas nada que me tire da emoção.
O filme tem uns momentos constrangedores, outros divertidos. Uma coisa é certa: não parece ser o mesmo diretor de Hoje Eu Quero Voltar Sozinho, mas com certeza é o mesmo diretor roteirista de Todxs Nós.
Esses dias foi a Páscoa e o Andrew estava lá fazendo parte da rotina anual da família real. A família não fez a caminhada tradicional e nem convidou todos os membros da família por conta da baixa imunidade do rei Charles, mas fizeram questão de chamar o Andrew.
Filme legal. Adoro a Billie Piper, eterna Rose, e Gillian Anderson é mother.
Depois do lançamento do disco Pajubá, do documentário Bixa Travesty e de outro disco, o Trava Línguas (além de outros projetos mil que essa multiartista fez/faz parte), Linn da Quebrada retorna com o documentário Trava Línguas - Quem Soul Eu
Com ar de inacabado, o documentário busca explorar movimentos, mudanças e transformações. Busca explorar a Linn na caçada para descobrir quem é, para onde vai e de onde veio. O doc não nos dá respostas, tanto porque a questionadora ainda não as descobriu, quanto porque muito provavelmente não há. O corpo queer busca descobrir quem se é há anos. Não há resposta. O corpo negro busca descobrir de onde veio há anos. Não há resposta.
Por falar em corpo, quase todos os corpos presentes no documentário são femininos. São corpas femininas em transformação. Linn tenta traduzir para a sua audiência porque mudou. Badsista também. A mãe de Linn explica para a filha que mudou, não é mais careta.
Linn está entregue à performance. O documentário inteiro é performático. Bixa Travesty também era, mas Trava Línguas é uma performance íntima embalada por músicas quentes, vermelhas vivas, que escorrem pelos ouvidos como cera derretida.
É impossível não falar. Isso foi uma coisa que eu aprendi logo assim que conheci a Linn e seus falatórios. É impossível escutá-la e não querer falar, escrever, sentir, sentar. Ter a oportunidade de assistir esse doc no Festival Visões Periféricas, ainda de forma embrionária e inacabada, foi um delírio. Ver e ouvir a Linn tão de pertinho foi uma loucura só. Foi um prazer, tem sido um prazer acompanhar esse corpo em transformação que se questiona diariamente quem se é.
parece que tem alguns momentos de falha de comunicação entre a direção e a edição. Na cena das revistas, por exemplo, parece que a direção pretendia fazer algo super interessante, mas a edição não entendeu.
Boa atuação da atriz que faz a Sophie. Taissa Farmiga claramente está melhorando, não parece a mesma de AHS.
É um filme bom, provavelmente vai levar muitos prêmios técnicos e será merecido. O que me incomoda é toda a pressão que o Nolan (e outros cineastas fazem) de querer obrigar o público a assistir o filme no cinema ou então você não irá entendê-lo. Desculpe, mas se a sua arte precisa de um manual de instrução, a sua arte é fraca.
Enfim, o filme pode ser tranquilamente assistido em casa se você quiser.
Eu não lembro a última vez que eu saí do cinema tão feliz. É o filme do ano, sem dúvidas. É engraçado, é divertido, é gostoso, mas também é sério quando precisa ser. A estética é perfeitamente orquestrada pra não ficar um colorido feio.
Sério, se você cresceu com a imagética da Barbie e hoje em dia é um amante de cultura pop, você vai se divertir muito. As referências são muito boas.
No momento que eu saí da sala do cinema eu já queria voltar pra ver de novo. Tô feliz, muito feliz.
Obs: Barbie prova que a indústria do cinema não precisa inventar baboseira pra incentivar as pessoas irem pro cinema. Basta fazer um filme bom. Não precisa inventar de fazer um filme sobre bomba com uma qualidade de som tão foda que bla bla bla
Tome um shot toda vez que aparece um ator aleatório em cena. É apenas mais um filme bonitinho do WA que você vê pela beleza e não pela história, atuação, direção, roteiro.
Shyamalan apresenta nesse filme uma coragem, a mesma coragem que o diretor apresentou em Sexto Sentido, Corpo Fechado, Sinais e A Visita. Há técnicas de câmera, brincadeiras com os ângulos, zoom, movimentos, fotografia. Eu sinto falta desse Shyamalan, o que se arrisca não com um plot twist aleatório no final, mas com riscos que nos fazem sair do cinema pensando sobre o filme.
Não é um filme perfeito, mas ver um diretor com vontade de brincar e de fazer arte sem medo do que vão achar e um elenco muito bem escolhido e que sabem o que está fazendo é muito importante pra mim. O roteiro poderia ser melhor? Com certeza. Mas a direção e o elenco me conquistaram o suficiente.
O filme é legal e tem o seus clichês que comédias românticas têm. Mas tem alguns momentos que eu dei uma revirada de olho. Queria ganhar um real toda vez que aparece um homem padrão básico pra caralho e alguém fala que ele é gostoso
Acho que o Gordon tentou fazer a versão dele de Halloween 5 aqui continuando a partir do final do Halloween 4 em que a Jamie se tornaria a nova Michael Myers. A ideia é legal, mas não funciona se a gente não tem nenhuma conexão com Corey. Ele deveria ter aparecido no filme anterior. O Michael passando o vírus de assassino pro Corey é muito trash. Isso poderia ter sido feito de uma maneira muito melhor.
Eu gosto bastante do Halloween de 2018. Tem seus problemas, mas é um filme divertido e que homenageia a franquia. O Halloween Kills é mais fraco, mas ainda diverte. E a conclusão da trilogia tem ideias boas, porém mal executadas.
Malu
4.1 71 Assista AgoraCompletamente transtornado com o que acabei de assistir. Que filme eletrizante, bem atuado do caralho, bem filmado do cacete, gente essa fotografia pqp! Aquela cena no escuro e, ao mesmo tempo, iluminadissima de talento!
Não há nada no mundo como o cinema brasileiro
Ainda Estou Aqui
4.5 1,5K Assista AgoraRevi o filme tem algumas horas e fiquei pensando em coisas que não tinha percebido antes. É curioso como o ato de nadar aparece no filme.
Ele abre no mar, com a Eunice sendo alertada por uma aeronave militar voando baixo quase como um mau presságio. Essa sequência é interrompida com a chegada do Pimpão na família. A sensação de liberdade é intercalada por um aviso e pela entrada de um novo membro na família. Depois, vemos Eunice nadar enquanto sente esperança de que vai conseguir notícias sobre seu marido. A liberdade aqui é interrompida pelo presságio se concluindo: Rubens está morto e não vai voltar. Mas a confirmação dessa morte, apesar de dolorida, dar à Eunice a força para o recomeço. Ela vende a casa, se muda pra São Paulo, se torna advogada.
Nós vemos uma personagem nadando de novo no filme, mas não é Eunice. É sua filha e agora em uma piscina. É mais contido e menos livre, mas é mais preciso. Ela está prestes a receber o atestado de óbito do seu pai e está prestes a sair de casa.
É meio pirado e talvez não tenha como elaborar muito bem. Mas fiquei matutando isso depois que os créditos subiram.
Também pensei em como a água aparece de outras maneiras no filme: Eunice tomando banho, Zezé limpando o quintal pouco antes de Pimpão morrer, a foto na praia e o último relato que temos de Rubens é ele pedindo água para os militares.
Acho que na próxima vez que rever outras coisas vão surgir. Grande filme!
Nosferatu
3.6 938 Assista AgoraEu confesso não ser uma grande fã do Eggers, mas curti Nosferatu. Acho que o diretor confirma aqui a sua marca cinematográfica com uma fotografia e figurinos exemplares. A maneira como ele filma o corpo, o sexo e toda coreografia corporal que ele impõe aos atores é muito bonita.
O Auto da Compadecida 2
3.0 444 Assista AgoraEsperava bem pior, achei um filme fofo. O que me pega é que ele é muito teatral, o cenário, a coreografia dos personagens, a maneira como a trilha sonora entra em cena. É completamente teatro. Aí no meio disso temos atores que, apesar de bons, não são atores de teatro.
Tais, Humberto, Fabiula são bons atores, mas são bons atores de televisão, de cinema. E é uma linguagem muito diferente do teatro.
Coringa: Delírio a Dois
2.5 924 Assista AgoraTodd Phillips liga a câmera, olha no fundo da nossa alma e diz "os redpill / incel depredaram meu filme, então eu vou destruir o ídolo deles"
Durante o filme, fiquei com uma grande sensação de que estava vendo um filme-resposta, um commentary, um filme meta. A escolha da Lady Gaga não é à toa, ela interpreta uma fã que se apaixona pela fantasia, não pela pessoa de fato. Quem acompanha o mundo de música pop sabe que a Gaga já fala / lida com isso a um tempo. Escutar Chromatica após ver o filme deve ser interessante.
O Arthur fica nessa linha tênue de tentar ser quem se é ao mesmo tempo que tenta agradar os seus fãs malucos que criaram uma caricatura de quem ele é. O filme não responde quem é o Arthur, isso é irrelevante.
No entanto, o filme responde quem é o Coringa. E ele não é o Arthur. O Coringa são os fãs, os redpill, os caras que pegam uma obra e mudam todo o significado dela. É um deles, inclusive, que fere (ou mata?) o Arthur no final do filme.
Voltando a Gaga... curioso a escolha dela cantar algumas músicas que antes foram cantadas pela Judy Garland. Artista que teve a sua vida e obra investigada e depredada por aqueles que se dizem seus fãs. É, nada nesse filme é por acaso.
Todd Philips e Lana Wachowski podem dar as mãos. Às vezes, mandar o fã otário tomar no cu é preciso.
Não é um puta filme, tem defeitos, principalmente em relação ao tempo e duração. Poderia ser um curta ou um longa bem menor. Acho que vale pela ideia, pela fotografia e pelas atuações.
Um Lugar Silencioso: Dia Um
3.3 804 Assista AgoraEu não sei explicar muito bem o porquê, mas sinto muito os filmes dessa franquia. Toda vez que termino de assistir (e reassistir) fico brisando, emocionado. Atuações incríveis, cenas tocantes. Tem problemas? Sim, mas nada que me tire da emoção.
E quando toca Nina Simone... putz! me pegou real
13 Sentimentos
2.6 56 Assista AgoraO filme tem uns momentos constrangedores, outros divertidos. Uma coisa é certa: não parece ser o mesmo diretor de Hoje Eu Quero Voltar Sozinho, mas com certeza é o mesmo diretor roteirista de Todxs Nós.
Uma Ideia de Você
3.2 403 Assista AgoraO livro é bem sem graça, mas o filme é uma diversão gostosinha / bobinha.
Fúria Primitiva
3.6 270 Assista AgoraEm alguns momentos achei que estava assistindo uma gameplay de Far Cry
A Grande Entrevista
3.3 34Esses dias foi a Páscoa e o Andrew estava lá fazendo parte da rotina anual da família real. A família não fez a caminhada tradicional e nem convidou todos os membros da família por conta da baixa imunidade do rei Charles, mas fizeram questão de chamar o Andrew.
Filme legal. Adoro a Billie Piper, eterna Rose, e Gillian Anderson é mother.
Trava Línguas - Quem Soul Eu
5.0 1Depois do lançamento do disco Pajubá, do documentário Bixa Travesty e de outro disco, o Trava Línguas (além de outros projetos mil que essa multiartista fez/faz parte), Linn da Quebrada retorna com o documentário Trava Línguas - Quem Soul Eu
Com ar de inacabado, o documentário busca explorar movimentos, mudanças e transformações. Busca explorar a Linn na caçada para descobrir quem é, para onde vai e de onde veio. O doc não nos dá respostas, tanto porque a questionadora ainda não as descobriu, quanto porque muito provavelmente não há. O corpo queer busca descobrir quem se é há anos. Não há resposta. O corpo negro busca descobrir de onde veio há anos. Não há resposta.
Por falar em corpo, quase todos os corpos presentes no documentário são femininos. São corpas femininas em transformação. Linn tenta traduzir para a sua audiência porque mudou. Badsista também. A mãe de Linn explica para a filha que mudou, não é mais careta.
Linn está entregue à performance. O documentário inteiro é performático. Bixa Travesty também era, mas Trava Línguas é uma performance íntima embalada por músicas quentes, vermelhas vivas, que escorrem pelos ouvidos como cera derretida.
É impossível não falar. Isso foi uma coisa que eu aprendi logo assim que conheci a Linn e seus falatórios. É impossível escutá-la e não querer falar, escrever, sentir, sentar. Ter a oportunidade de assistir esse doc no Festival Visões Periféricas, ainda de forma embrionária e inacabada, foi um delírio. Ver e ouvir a Linn tão de pertinho foi uma loucura só. Foi um prazer, tem sido um prazer acompanhar esse corpo em transformação que se questiona diariamente quem se é.
Passagens
3.4 95 Assista AgoraAh, como eu adoro filme sobre relacionamento instável
Cemitério Maldito: A Origem
1.9 140 Assista AgoraDavid Duchovny deve tá com alguma dívida de jogo, né? Só isso explica aceitar fazer parte de uma coisas dessas
A Freira 2
2.6 454 Assista AgoraDefinitivamente melhor do que o primeiro, mas
parece que tem alguns momentos de falha de comunicação entre a direção e a edição. Na cena das revistas, por exemplo, parece que a direção pretendia fazer algo super interessante, mas a edição não entendeu.
Boa atuação da atriz que faz a Sophie. Taissa Farmiga claramente está melhorando, não parece a mesma de AHS.
Oppenheimer
4.0 1,2KÉ um filme bom, provavelmente vai levar muitos prêmios técnicos e será merecido. O que me incomoda é toda a pressão que o Nolan (e outros cineastas fazem) de querer obrigar o público a assistir o filme no cinema ou então você não irá entendê-lo. Desculpe, mas se a sua arte precisa de um manual de instrução, a sua arte é fraca.
Enfim, o filme pode ser tranquilamente assistido em casa se você quiser.
Barbie
3.8 1,7K Assista AgoraEu não lembro a última vez que eu saí do cinema tão feliz. É o filme do ano, sem dúvidas. É engraçado, é divertido, é gostoso, mas também é sério quando precisa ser. A estética é perfeitamente orquestrada pra não ficar um colorido feio.
Sério, se você cresceu com a imagética da Barbie e hoje em dia é um amante de cultura pop, você vai se divertir muito. As referências são muito boas.
No momento que eu saí da sala do cinema eu já queria voltar pra ver de novo. Tô feliz, muito feliz.
Obs: Barbie prova que a indústria do cinema não precisa inventar baboseira pra incentivar as pessoas irem pro cinema. Basta fazer um filme bom. Não precisa inventar de fazer um filme sobre bomba com uma qualidade de som tão foda que bla bla bla
Asteroid City
3.1 236 Assista AgoraTome um shot toda vez que aparece um ator aleatório em cena. É apenas mais um filme bonitinho do WA que você vê pela beleza e não pela história, atuação, direção, roteiro.
Meu Amigo Lutcha
2.9 43 Assista AgoraEsperava algo diferente. É meio que uma tentativa de combinar Como Treinar o Seu Dragão com ET, o Extraterrestre, mas sem os ingredientes de ambos.
80 for Brady: Quatro Amigas e uma Paixão
3.0 25 Assista AgoraDa série coisas que eu decido ver por causa da Lily Tomlin e da Jane Fonda
Elas Por Elas
2.1 29 Assista AgoraGrandes atrizes envolvidas no projeto e a ideia é boa, mas meh, não deveria estar indicado ao Oscar não. A música nem é tão boa assim.
Batem à Porta
3.1 671 Assista AgoraShyamalan apresenta nesse filme uma coragem, a mesma coragem que o diretor apresentou em Sexto Sentido, Corpo Fechado, Sinais e A Visita. Há técnicas de câmera, brincadeiras com os ângulos, zoom, movimentos, fotografia. Eu sinto falta desse Shyamalan, o que se arrisca não com um plot twist aleatório no final, mas com riscos que nos fazem sair do cinema pensando sobre o filme.
Não é um filme perfeito, mas ver um diretor com vontade de brincar e de fazer arte sem medo do que vão achar e um elenco muito bem escolhido e que sabem o que está fazendo é muito importante pra mim. O roteiro poderia ser melhor? Com certeza. Mas a direção e o elenco me conquistaram o suficiente.
Crepúsculo
2.5 4,2K Assista AgoraMe diz que outro filme tem tanta cena icônica em menos de trinta minutos que nem esse tem? Sério, isso é incrível
Mais Que Amigos
3.3 175 Assista AgoraO filme é legal e tem o seus clichês que comédias românticas têm. Mas tem alguns momentos que eu dei uma revirada de olho. Queria ganhar um real toda vez que aparece um homem padrão básico pra caralho e alguém fala que ele é gostoso
Halloween Ends
2.4 563 Assista AgoraA sequência inicial e a sequência final fazem o filme.
Acho que o Gordon tentou fazer a versão dele de Halloween 5 aqui continuando a partir do final do Halloween 4 em que a Jamie se tornaria a nova Michael Myers. A ideia é legal, mas não funciona se a gente não tem nenhuma conexão com Corey. Ele deveria ter aparecido no filme anterior. O Michael passando o vírus de assassino pro Corey é muito trash. Isso poderia ter sido feito de uma maneira muito melhor.
Eu gosto bastante do Halloween de 2018. Tem seus problemas, mas é um filme divertido e que homenageia a franquia. O Halloween Kills é mais fraco, mas ainda diverte. E a conclusão da trilogia tem ideias boas, porém mal executadas.