Faz anos que quero ver esse filme e só agora chegou o dia rs. Vi Casa de Areia e lembrei dele por causa de Seu Jorge, tava dando sopa da Disney, não deixei passar mais essa oportunidade. Mais um Wes Anderson, apesar da ambientação italianesca o homenageado como Steve Zissou é o oceanógrafo e cineasta francês Jacques-Yves Costeau e sua sociedade. Cheguei à esta figura por meio do filme e certamente procurarei seus filmes em algum momento. A história é maravilhosa, a ambientação e o elenco sempre estrelado do diretor. Como um brinde, Wes se encantou por Seu Jorge em Cidade de Deus e pediu que este fizesse versões em português de David Bowie que são apresentadas durante o filme. O resultado é este, coisa linda! Rsrs. Mais uma vez, muito obrigado Wes Anderson.
Wow, que filmaço, me pegou de surpresa. Na real é um filme que já estava na minha lista há muitos anos, mas juro que não lembrava. É um dos trabalhos em família dos Torres-Waddington e, olha, bom demais! Pelo que li esse filme começou com uma foto de uma casa soterrada que Barretão mostrou pra Andrucha e daí ambos tiveram a ideia de contar a história de alguém que viveu ali. Convidaram Elena Soarez pra ajudar a escrever o roteiro. Andrucha por óbvio dirigiu, chamou mulher e sogra pra protagonizarem, além de ninguém menos que Ruy Guerra, Stênio Garcia e Enrique Diaz pra compor. Curiosamente o filme também tem vários músicos no seu elenco: Jorge Mautner e Nelson Jacobina, que também estão músicos no filme; Seu Jorge e, por fim, Luiz Melodia. Ler esses nomes juntos já é por si só, de suspirar. As lindas Dunas dos lençóis maranhenses encantam, mas, na situação que o filme apresenta, já começam a assustar. E caminha bastante por aí, o filme à todo momento nos coloca em agonia e desespero.
Fernanda Montenegro interpretando três gerações é um primor, de atuação, maquiagem, tudo! Fernanda Torres corre atrás muito bem. Massu desgraçado, matou o velho do sal e fez de tudo pra mantê-las ali, que raiva! Eu provavelmente teria tido um comportamento diferente, nem que tivesse morrido no deserto tentando sair daquele lugar, mas a história contada aqui é muito maior que isso. Eu curti demais, mexeu comigo. E bem, no fim, certamente conseguiram, né?! De alguma forma. Os poucos diálogos do filme também colocam na trama muito inteligentemente questões acerca da passagem do tempo e acontecimentos do mundo, além de umas falas que trazem reflexões maravilhosas. Também curti a forma como Andrucha optou por fazer os lapsos temporais, sem muita cerimônia, e cobrando um mínimo do expectador.
Fernando Meirelles seguindo sua lida internacional. Só agora peguei pra assisti-lo. Curti pra caramba, concordo com Meirelles e discordo das críticas da Igreja sobre polarização entre as duas figuras, no filme, Ratzinger é melhor que na vida real rsrs. Gosto do roteiro, das pitadas cômicas e da leveza que o filme traz em alguns momentos, meio à algumas questões tão obscuras quanto coisas relacionadas à Igreja possam ser. Gostei das dramatizações nas questões às quais não temos certeza de como aconteceram, mas que precisam ser contadas de alguma forma pra dar sentido ao filme. A dupla de protagonistas é indiscutivelmente formidável. Um belo trabalho, valeu Meirelles!!
Catarina gosta de contar recortes artísticos da vida de seus personagens. Primeiro conheci o bonequeiro de Alumbrado e agora Lydia Brasileira e sua Desiré. Atriz e personagem maravilhosas! Belo filme, boas intenções políticas e ainda uma performance adaptada de A Prosa Impúrpura do Caicó. Sucesso Catarina, já aguardo seu próximo trabalho!!
Texto poderoso de Henriette Effenberger, grande atuação de Flavia Thaina e direção certeira de Julia Zulian. A narrativa traz à tona feridas profundas e incuráveis da humanidade, uma pancada seca. Monólogo muito forte, necessário!
Cliché atrás de cliché pra terminar a trilogia, disparado o mais fraco dos mais de dez filmes de Star Wars já feitos. É bonito para um caralho, tecnicamente muito bem feito, mas acho que JJ ficou com preguiça de pensar, é um jedi super herói, um morre e ressuscita e que beijo foi aquele cara. Olha, beleza, mas se forem continuar, que venha coisa melhor na próxima trilogia.
Céu, que falta seres humanos como você fazem ao mundo, que dor um homem desgraçado ter cruzado seu caminho. Dilacerante! O mínimo que Céu merece, um filme bonito e dolorido que transmita um pouco do que ela foi e representou. Pancada!
Terceiro filme da quadrilogia das estações, da Surto Filmes. Vi no Festival Cine Verão, ambiente bem propício para tal. Esse eu acho que é até mais contemplativo que os outros dois, queria rever num ambiente controlado pois o festival é a céu aberto e o dia lá estava bastante movimentado, mas é legal a proposta. Agora é realmente só aguardar o filme do Inverno.
Bonito e forte. Difícil acreditar que é trabalho de uma diretora estreante. Gabriela Monteiro, maravilhosa, muito sucesso e filmes pra você e pra gente!! Claramente também estava muito bem acompanhada, vi alguns nomes bacanas nos créditos. A dupla de protagonistas é maravilhosa também, com destaque pra sempre magnética Cíntia Lima. Ainda tem uma pontinha de Haroldo de Deus. Texto forte, importante, com momentos legais e divertidos também, envolventes. Vejam!
Gostei da ideia, da estética, mas acredito que precise rever pra refletir melhor e tentar entender a mensagem e discussão. Maeve Jinkings sempre maravilhosa!
A recepção do filme foi bem ruim, imagino que pelas soluções rápidas e fáceis que ele acaba dando pra tudo que se propõe: nos mostrar as origens de Han, o início da relação com Chewbacca, como ele conheceu Lando e adquiriu a Millenium Falcon. É compreensível a insatisfação, mas como só cheguei ao filme hoje, sete anos depois do lançamento, já sabia o que ia ver e acabei só aproveitando. Valeu, a experiência, é isto! Curti a seleção de elenco e arte do filme.
Filme bastante estético e que propõe reflexões rápidas e inteligentes sobre questões políticas e sociais. É simples no enredo e complexo na imagética. O elenco entrega atuações bem decentes. Eu só tinha visto Ex Machina mesmo de Alex Garland, muito bom ver um novo trabalho dele. A questão estética que mencionei em alguns momentos me lembrou O Homem da Máfia. Experiência!
Deveria se chamar Cachoeiro em três tons de Sampaio. A metragem do filme é quase que perfeitamente distribuída entre os três personagens. O primeiro, Raul Gonçalves Sampaio, maestro e compositor. Depois, seu sobrinho e homônimo, Raul Sampaio Cocco, grande compositor e músico, gravado por Roberto Carlos, Vinicius de Morais, entre outros e, por fim, nosso preferido e amado, o maldito Sérgio Sampaio, filho de Raul Gonçalves. Bem interessante e didático, está disponível no YouTube. Tem uma participação bacana de Grande Otelo, falando sobre Raul Cocco, com quem construiu amizade durante a vida. Viva Cachoeiro do Itapemirim, viva a família Sampaio!!
Brasília em sua face de profundidade artística e mística, uma coisa linda, uma declaração de amor. Direção e roteiro simples mas com figuras grandiosas que enriquecem a obra. Assistam!!!
Obrigado Walter, você fez um filme pra ganhar o Oscar e, venceu! Relembrar para não repetir é essencial e essa história deve ser sempre repetida! Obrigado Fernanda Torres, pela força e potência, por ser este filme. Vocês são incríveis! A gente só agradece.
Uma obra pandêmica que consiste numa performance de dança. Gostei do filme desde o começo ao apresentar os créditos como QR Codes que depois se transformam nas imagens do curta, brincando com o lance da automatização das coisas. Bailarina maravilhosa e trabalho bem bonito.
"Eu senti, ora como catártico, uma raiva e um medo pelo o que a pandemia nos faz ver: a finitude e a morte. Mas, é paradoxal, porque também é um momento de reconhecermos outros caminhos, outras luzes. A pandemia desmascara paradoxos e sensações arcaicas. Nada racional, mas próximo do inconsciente."
Uma ideia muito curiosa antecipando o morticínio generalizado que viveríamos alguns anos depois. O locutor incomodado grava sem que ouçamos, a moça, também perturbada, empacota alguns itens e bebe uma dose de conhaque enquanto o rapaz, igualmente desnorteado, faz uma espécie de ritual com um par de sapatinhos de bebê. Depois a tensa explicação do mistério nos é apresentada. A FMU sempre presente!
"Vende-se sapatos de bebê nunca usados."
Faz muito sentido que seja este o mini-conto no qual o curta é baseado, vou tentar confirmar com Fiuza. Muito interessante!
Basicamente um clipe reverso, bem singelo, memorialista. A trilha sonora é Living in the Moment de Mason Jennings que também tem tudo a ver com a narrativa. Me toca em um certo lugar pois faço boa parte deste trajeto todos os dias, ouvindo uma boa música. Gostei demais, produto experimental universitário do querido Pedro Fiuza. Muito agradável!
Um operário do cinema recebe um pequeno edital e resolve presentear o mundo com um belo filme sobre duas figuras indispensáveis. É uma coisa linda, só gratidão à Zeca por esta história.
Boas escolhas, boa edição. Mais uma obra à reboque do livro "A invenção do Nordeste e outras artes" do professor Durval Muniz. É literatura, teatro, música e cinema. Coisa linda!
A Vida Marinha com Steve Zissou
3.8 459 Assista AgoraFaz anos que quero ver esse filme e só agora chegou o dia rs. Vi Casa de Areia e lembrei dele por causa de Seu Jorge, tava dando sopa da Disney, não deixei passar mais essa oportunidade. Mais um Wes Anderson, apesar da ambientação italianesca o homenageado como Steve Zissou é o oceanógrafo e cineasta francês Jacques-Yves Costeau e sua sociedade. Cheguei à esta figura por meio do filme e certamente procurarei seus filmes em algum momento. A história é maravilhosa, a ambientação e o elenco sempre estrelado do diretor. Como um brinde, Wes se encantou por Seu Jorge em Cidade de Deus e pediu que este fizesse versões em português de David Bowie que são apresentadas durante o filme. O resultado é este, coisa linda! Rsrs. Mais uma vez, muito obrigado Wes Anderson.
Casa de Areia
3.7 258 Assista AgoraWow, que filmaço, me pegou de surpresa. Na real é um filme que já estava na minha lista há muitos anos, mas juro que não lembrava. É um dos trabalhos em família dos Torres-Waddington e, olha, bom demais! Pelo que li esse filme começou com uma foto de uma casa soterrada que Barretão mostrou pra Andrucha e daí ambos tiveram a ideia de contar a história de alguém que viveu ali. Convidaram Elena Soarez pra ajudar a escrever o roteiro. Andrucha por óbvio dirigiu, chamou mulher e sogra pra protagonizarem, além de ninguém menos que Ruy Guerra, Stênio Garcia e Enrique Diaz pra compor. Curiosamente o filme também tem vários músicos no seu elenco: Jorge Mautner e Nelson Jacobina, que também estão músicos no filme; Seu Jorge e, por fim, Luiz Melodia. Ler esses nomes juntos já é por si só, de suspirar. As lindas Dunas dos lençóis maranhenses encantam, mas, na situação que o filme apresenta, já começam a assustar. E caminha bastante por aí, o filme à todo momento nos coloca em agonia e desespero.
Fernanda Montenegro interpretando três gerações é um primor, de atuação, maquiagem, tudo! Fernanda Torres corre atrás muito bem. Massu desgraçado, matou o velho do sal e fez de tudo pra mantê-las ali, que raiva! Eu provavelmente teria tido um comportamento diferente, nem que tivesse morrido no deserto tentando sair daquele lugar, mas a história contada aqui é muito maior que isso. Eu curti demais, mexeu comigo. E bem, no fim, certamente conseguiram, né?! De alguma forma. Os poucos diálogos do filme também colocam na trama muito inteligentemente questões acerca da passagem do tempo e acontecimentos do mundo, além de umas falas que trazem reflexões maravilhosas. Também curti a forma como Andrucha optou por fazer os lapsos temporais, sem muita cerimônia, e cobrando um mínimo do expectador.
Dois Papas
4.1 977 Assista AgoraFernando Meirelles seguindo sua lida internacional. Só agora peguei pra assisti-lo. Curti pra caramba, concordo com Meirelles e discordo das críticas da Igreja sobre polarização entre as duas figuras, no filme, Ratzinger é melhor que na vida real rsrs. Gosto do roteiro, das pitadas cômicas e da leveza que o filme traz em alguns momentos, meio à algumas questões tão obscuras quanto coisas relacionadas à Igreja possam ser. Gostei das dramatizações nas questões às quais não temos certeza de como aconteceram, mas que precisam ser contadas de alguma forma pra dar sentido ao filme. A dupla de protagonistas é indiscutivelmente formidável. Um belo trabalho, valeu Meirelles!!
Desiré
4.5 1Catarina gosta de contar recortes artísticos da vida de seus personagens. Primeiro conheci o bonequeiro de Alumbrado e agora Lydia Brasileira e sua Desiré. Atriz e personagem maravilhosas! Belo filme, boas intenções políticas e ainda uma performance adaptada de A Prosa Impúrpura do Caicó. Sucesso Catarina, já aguardo seu próximo trabalho!!
Alumbrado
4.0 1Filme bonito, sensível e atento sobre um mamulengueiro e sua arte. Uma beleza!
O Demônio Quando Quer Fica Bonito
4.5 1Texto poderoso de Henriette Effenberger, grande atuação de Flavia Thaina e direção certeira de Julia Zulian. A narrativa traz à tona feridas profundas e incuráveis da humanidade, uma pancada seca. Monólogo muito forte, necessário!
Star Wars, Episódio IX: A Ascensão Skywalker
3.1 1,3K Assista AgoraCliché atrás de cliché pra terminar a trilogia, disparado o mais fraco dos mais de dez filmes de Star Wars já feitos. É bonito para um caralho, tecnicamente muito bem feito, mas acho que JJ ficou com preguiça de pensar, é um jedi super herói, um morre e ressuscita e que beijo foi aquele cara. Olha, beleza, mas se forem continuar, que venha coisa melhor na próxima trilogia.
Céu
3.2 1Céu, que falta seres humanos como você fazem ao mundo, que dor um homem desgraçado ter cruzado seu caminho. Dilacerante! O mínimo que Céu merece, um filme bonito e dolorido que transmita um pouco do que ela foi e representou. Pancada!
Verão sem fim
3.5 1Terceiro filme da quadrilogia das estações, da Surto Filmes. Vi no Festival Cine Verão, ambiente bem propício para tal. Esse eu acho que é até mais contemplativo que os outros dois, queria rever num ambiente controlado pois o festival é a céu aberto e o dia lá estava bastante movimentado, mas é legal a proposta. Agora é realmente só aguardar o filme do Inverno.
A Faísca
4.5 1Bonito e forte. Difícil acreditar que é trabalho de uma diretora estreante. Gabriela Monteiro, maravilhosa, muito sucesso e filmes pra você e pra gente!! Claramente também estava muito bem acompanhada, vi alguns nomes bacanas nos créditos. A dupla de protagonistas é maravilhosa também, com destaque pra sempre magnética Cíntia Lima. Ainda tem uma pontinha de Haroldo de Deus. Texto forte, importante, com momentos legais e divertidos também, envolventes. Vejam!
Loja de Répteis
3.3 3Gostei da ideia, da estética, mas acredito que precise rever pra refletir melhor e tentar entender a mensagem e discussão. Maeve Jinkings sempre maravilhosa!
Han Solo: Uma História Star Wars
3.3 648 Assista AgoraA recepção do filme foi bem ruim, imagino que pelas soluções rápidas e fáceis que ele acaba dando pra tudo que se propõe: nos mostrar as origens de Han, o início da relação com Chewbacca, como ele conheceu Lando e adquiriu a Millenium Falcon. É compreensível a insatisfação, mas como só cheguei ao filme hoje, sete anos depois do lançamento, já sabia o que ia ver e acabei só aproveitando. Valeu, a experiência, é isto! Curti a seleção de elenco e arte do filme.
Guerra Civil
3.5 656 Assista AgoraFilme bastante estético e que propõe reflexões rápidas e inteligentes sobre questões políticas e sociais. É simples no enredo e complexo na imagética. O elenco entrega atuações bem decentes. Eu só tinha visto Ex Machina mesmo de Alex Garland, muito bom ver um novo trabalho dele. A questão estética que mencionei em alguns momentos me lembrou O Homem da Máfia. Experiência!
Cachoeiro em Três Tons
4.5 6Deveria se chamar Cachoeiro em três tons de Sampaio. A metragem do filme é quase que perfeitamente distribuída entre os três personagens. O primeiro, Raul Gonçalves Sampaio, maestro e compositor. Depois, seu sobrinho e homônimo, Raul Sampaio Cocco, grande compositor e músico, gravado por Roberto Carlos, Vinicius de Morais, entre outros e, por fim, nosso preferido e amado, o maldito Sérgio Sampaio, filho de Raul Gonçalves. Bem interessante e didático, está disponível no YouTube. Tem uma participação bacana de Grande Otelo, falando sobre Raul Cocco, com quem construiu amizade durante a vida. Viva Cachoeiro do Itapemirim, viva a família Sampaio!!
Sob o signo da poesia
4.0 1Brasília em sua face de profundidade artística e mística, uma coisa linda, uma declaração de amor. Direção e roteiro simples mas com figuras grandiosas que enriquecem a obra. Assistam!!!
Ainda Estou Aqui
4.5 1,5K Assista AgoraObrigado Walter, você fez um filme pra ganhar o Oscar e, venceu! Relembrar para não repetir é essencial e essa história deve ser sempre repetida! Obrigado Fernanda Torres, pela força e potência, por ser este filme. Vocês são incríveis! A gente só agradece.
Autômata
3.5 1Uma obra pandêmica que consiste numa performance de dança. Gostei do filme desde o começo ao apresentar os créditos como QR Codes que depois se transformam nas imagens do curta, brincando com o lance da automatização das coisas. Bailarina maravilhosa e trabalho bem bonito.
"Eu senti, ora como catártico, uma raiva e um medo pelo o que a pandemia nos faz ver: a finitude e a morte. Mas, é paradoxal, porque também é um momento de reconhecermos outros caminhos, outras luzes. A pandemia desmascara paradoxos e sensações arcaicas. Nada racional, mas próximo do inconsciente."
Brigado Pedro, brigado Ana Cláudia!
Ausência
3.5 1Uma ideia muito curiosa antecipando o morticínio generalizado que viveríamos alguns anos depois. O locutor incomodado grava sem que ouçamos, a moça, também perturbada, empacota alguns itens e bebe uma dose de conhaque enquanto o rapaz, igualmente desnorteado, faz uma espécie de ritual com um par de sapatinhos de bebê. Depois a tensa explicação do mistério nos é apresentada. A FMU sempre presente!
"Vende-se sapatos de bebê nunca usados."
Faz muito sentido que seja este o mini-conto no qual o curta é baseado, vou tentar confirmar com Fiuza. Muito interessante!
Filme 0 da Casa da Praia Filmes.
3, 2, 1
4.0 1Basicamente um clipe reverso, bem singelo, memorialista. A trilha sonora é Living in the Moment de Mason Jennings que também tem tudo a ver com a narrativa. Me toca em um certo lugar pois faço boa parte deste trajeto todos os dias, ouvindo uma boa música. Gostei demais, produto experimental universitário do querido Pedro Fiuza. Muito agradável!
Áurea
3.4 1Toda singeleza e doçura de Áurea Martins pelas lentes experimentais e atentas de Zeca Ferreira. Ainda nos brinda com uma bela performance. Um primor!
Antonio e Manoel
4.5 1Um operário do cinema recebe um pequeno edital e resolve presentear o mundo com um belo filme sobre duas figuras indispensáveis. É uma coisa linda, só gratidão à Zeca por esta história.
A Edição do Nordeste
3.2 2 Assista AgoraBoas escolhas, boa edição. Mais uma obra à reboque do livro "A invenção do Nordeste e outras artes" do professor Durval Muniz. É literatura, teatro, música e cinema. Coisa linda!
No Batente
3.5 1Um curto diálogo de dois exauridos.
Eu Estou Aqui
3.5 1André cada vez mais potente. Próximo projeto é um longa. Ansioso!!