Um rapaz que dedicou anos de sua vida a um projeto vê todo esse esforço ruir diante do fracasso — um colapso tão profundo que o empurra à beira do suicídio. No entanto, por um motivo ainda mais sensível, ele decide se afastar de tudo e parte para o interior. É nesse novo cenário que, gradualmente, passa a se reconectar com familiares com os quais não mantinha contato havia anos.
A premissa de Elizabethtown me parece muito mais densa e significativa do que o rótulo de “comédia romântica” costuma sugerir. O filme não se limita a um romance — ele propõe uma reflexão sobre o fracasso, sobre o luto daquilo que não foi e, sobretudo, sobre os caminhos possíveis para a cura emocional.
Há muito o que admirar na obra, mas, além da trilha sonora impecável, destaco a personagem vivida por Kirsten Dunst. Sua presença em cena é magnética, quase terapêutica. Já revi o filme algumas vezes e, em todas elas, espero com ansiedade por seus momentos em tela — ela é uma das maiores de seu tempo.
Não entendi a mudança de tom no terceiro ato. Achei que estava assistindo uma coisa e, do nada, a narrativa ficou completamente boba, artificial. É tão triste quando isso acontece.
A ideia é muito interessante e a estética bastante convincente, mas o roteiro é péssimo. Os personagens são muito canastrões, e os diálogos mal elaborados evidenciam ainda mais as atuações sofríveis de todo o elenco. Mesmo assim, dá curiosidade em assistir até o fim.
É um hibrido de "A Divina Comêdia" com "Barbie e a Magia de Aladus"
Não posso dizer que achei ruim, mas entediante. Uma sensação de estar perdendo meu tempo. Só consegui aguentar até o ep 6 (não entendi o que fez o povo gostar tanto desse ep).
Além dos personagens já não serem lá muito cativantes, o elenco é, num geral, bem ruinzinho.
Olivier Dahan dirige este filme com muita competência. A fotografia é belíssima e a câmera na mão, usada de forma muito sutil, é um recurso um tanto ousado para compor às raras vezes em que estes planos mais intimistas são introduzidos na estética perfeccionista da obra. No entanto achei o roteiro (dispensa o enredo) um pouco clichê, com cenas sem muita ousadia, algo parecido com às cinebiografias recentes de Marilyn Monroe e Alfred Hitchcock - também personagem em "Grace de Mônaco".
Certamente a obra principal da carreira de Olivier Dahan ainda é o espetacular "La Môme", que supera "Grace de Mônaco" em todos os recursos.
Ney é um mito, um artista completo, e isso todo mundo sabe! O que me agradou no filme do Joel Pizzini foi o destaque que ele deu para a relação do Ney com a natureza, lindo. Isso me pegou de surpresa, porque esperava algo mais didático, como entrevistas de amigos etc, mas felizmente o doc não foi para esse lado. Explorou mais a intimidade do artista e não aquilo que todo mundo já sabe.
Gosto muito quando o Ney diz que se pudesse escolher não reencarnaria como um ser-humano, mas sim como um espirito guardião da natureza. Aliás acho que foi o momento que mais me marcou em todo filme.
No entanto concordo com alguns comentários que li de pessoas que não gostaram da narrativa. Realmente às intercalações de falas com músicas o tempo todo ficou um pouco cansativo, lembrou muito aqueles docs feitos para os extras de shows gravados em DVD .
O filme parece inofensivo, mas não é! O roteiro é competente, cheio de sarcasmo, e com um plot twist realmente muito insano. Me lembrou bastante os filmes do Tarkovsky, mais precisamente o "Solaris", que é uma ficção cientifica tão original quanto essa e com uma proposta criativa livre da dependência de efeitos visuais de ultima geração. - Detalhe para a trilha sonora que é muito bacana também, sobretudo a musica que toca nos créditos finais.
A ideia é ótima, os efeitos funcionam, mas o filme é terrível. O roteiro é amador, cheio de diálogos bobos, personagens mal elaborados e com um enredo pobre. Os personagens entram o tempo todo no Louvre como se o museu fosse uma pracinha ao ar livre. Os planos são bonitinhos, mas também faltou ousadia na direção, não só de cena, mas também dos atores, que não são ruins, mas parecem sem identidade neste filme.
Achei o filme murcho até 01:20, mais ou menos, mas o final foi bastante tragável. Os diálogos são muito inocentes/amadores para uma história com esse peso, e isso compromete o filme.
O filme começa muito bem, muito bem mesmo, mas o enredo acaba ficando fraco e cansativo na continuidade, entregando um final água com açúcar, se comparado ao início. A equipe é brilhante; fotografia, direção de arte, figurino, locações, a parte de som, o elenco (não sabia que Diego Luna tava no elenco), tudo de primeira.
A ideia desse filme foi brilhante, muitas cenas realmente espetaculares, muitíssimo bem dirigidas, mas infelizmente o filme não me encantou.
Escutei muito falarem que o filme é uma bomba, quando comecei a assistir achei que realmente era uma bomba, mas dei uma chance e fui me deixando levar. O enredo é bastante fraco no começo, mas o texto é muito significativo. Gostei bastante das reflexões que o filme trás e concordo com a grande maioria.
A cena na qual o primeiro "transformer de pedra" morre e fica livre, me pegou de surpresa, achei lindíssimo. Gostei bastante também da parte onde o protagonista conta a história do principio. Aliás, foi a partir desta cena que o filme me conquistou de vez. A motivação ousada do personagem principal, muito bem defendida no roteiro, me agradou muito, plantando duvidas de qual seria o desfecho final (que claro, foi o esperado).
É um competente filme de fantasia, baseada naquele que, pra mim, é o melhor conto bíblico.
Tudo Acontece em Elizabethtown
3.6 1,0K Assista AgoraUm rapaz que dedicou anos de sua vida a um projeto vê todo esse esforço ruir diante do fracasso — um colapso tão profundo que o empurra à beira do suicídio. No entanto, por um motivo ainda mais sensível, ele decide se afastar de tudo e parte para o interior. É nesse novo cenário que, gradualmente, passa a se reconectar com familiares com os quais não mantinha contato havia anos.
A premissa de Elizabethtown me parece muito mais densa e significativa do que o rótulo de “comédia romântica” costuma sugerir. O filme não se limita a um romance — ele propõe uma reflexão sobre o fracasso, sobre o luto daquilo que não foi e, sobretudo, sobre os caminhos possíveis para a cura emocional.
Há muito o que admirar na obra, mas, além da trilha sonora impecável, destaco a personagem vivida por Kirsten Dunst. Sua presença em cena é magnética, quase terapêutica. Já revi o filme algumas vezes e, em todas elas, espero com ansiedade por seus momentos em tela — ela é uma das maiores de seu tempo.
Mickey 17
3.4 525 Assista AgoraOs Trapalhões na Terra dos Monstros é beeeeem superior
A Semente do Fruto Sagrado
3.9 155 Assista AgoraNão entendi a mudança de tom no terceiro ato.
Achei que estava assistindo uma coisa e, do nada, a narrativa ficou completamente boba, artificial.
É tão triste quando isso acontece.
Cubo
3.3 895 Assista AgoraA ideia é muito interessante e a estética bastante convincente, mas o roteiro é péssimo. Os personagens são muito canastrões, e os diálogos mal elaborados evidenciam ainda mais as atuações sofríveis de todo o elenco.
Mesmo assim, dá curiosidade em assistir até o fim.
A Baleia
4.0 1,2K Assista AgoraMeu deus, que filme chato!
Personagens com motivações tolas, construindo um dramalhão bobo intensificado por uma trilha pedante...
Chato. Chato!
A Estrada da Vida
4.3 233É tão triste.
Sandman (1ª Temporada)
4.1 614 Assista AgoraÉ um hibrido de "A Divina Comêdia" com "Barbie e a Magia de Aladus"
Não posso dizer que achei ruim, mas entediante. Uma sensação de estar perdendo meu tempo. Só consegui aguentar até o ep 6 (não entendi o que fez o povo gostar tanto desse ep).
Além dos personagens já não serem lá muito cativantes, o elenco é, num geral, bem ruinzinho.
O Jovem Papa
4.4 76O profano também é sagrado.
Estação Onze (1ª Temporada)
3.9 92"Você pega o trêm azul, o sol na cabeça. O sol pega o trêm azul, você na cabeça"
A Dança da Realidade
4.2 83Quantos e quantos homens, pais, viveram uma vida disfarçados de tiranos.
Eu gostei muito do texto e da cenografia, mas bem pouco da execução.
O Reino de Deus
4.0 347isso que é filme gay...
romance putaria e final feliz!
Meu Pai
4.4 1,2K Assista AgoraNenhum filme de terror jamais me causou tanto medo quanto esse drama.
Minha gente, que filme forte!
Arca Russa
4.0 187Impressionante!
Carmen Miranda: Bananas Is My Business
4.2 51 Assista AgoraDocumentário maravilhoso!!! O texto, em primeira pessoa, narrado pela realizadora, Helena Solberg, é de uma delicadeza pura.
Carmen Miranda é um dos maiores mitos do cinema mundial e um dos maiores nomes do samba de todos os tempos, linda homenagem.
Dois Dias, Uma Noite
3.8 542 Assista AgoraIrmãos Dardenne + Marion Cotillard, só podia sair coisa boa.
Amaldiçoado
3.0 1,2K Assista AgoraUma sucessão de bizarrices que te deixam preso na frente da tela.
Nem sabia que era baseado em um livro, por isso não fiz comparações, mas como produto Audiovisual o filme funciona muito bem.
Grace de Mônaco
3.0 240 Assista AgoraOlivier Dahan dirige este filme com muita competência. A fotografia é belíssima e a câmera na mão, usada de forma muito sutil, é um recurso um tanto ousado para compor às raras vezes em que estes planos mais intimistas são introduzidos na estética perfeccionista da obra.
No entanto achei o roteiro (dispensa o enredo) um pouco clichê, com cenas sem muita ousadia, algo parecido com às cinebiografias recentes de Marilyn Monroe e Alfred Hitchcock - também personagem em "Grace de Mônaco".
Certamente a obra principal da carreira de Olivier Dahan ainda é o espetacular "La Môme", que supera "Grace de Mônaco" em todos os recursos.
Olho Nu
3.9 37Ney é um mito, um artista completo, e isso todo mundo sabe!
O que me agradou no filme do Joel Pizzini foi o destaque que ele deu para a relação do Ney com a natureza, lindo. Isso me pegou de surpresa, porque esperava algo mais didático, como entrevistas de amigos etc, mas felizmente o doc não foi para esse lado. Explorou mais a intimidade do artista e não aquilo que todo mundo já sabe.
Gosto muito quando o Ney diz que se pudesse escolher não reencarnaria como um ser-humano, mas sim como um espirito guardião da natureza. Aliás acho que foi o momento que mais me marcou em todo filme.
No entanto concordo com alguns comentários que li de pessoas que não gostaram da narrativa. Realmente às intercalações de falas com músicas o tempo todo ficou um pouco cansativo, lembrou muito aqueles docs feitos para os extras de shows gravados em DVD .
O Menino e seu Cachorro
3.4 36 Assista AgoraEita doideira boa haha.
O filme parece inofensivo, mas não é! O roteiro é competente, cheio de sarcasmo, e com um plot twist realmente muito insano.
Me lembrou bastante os filmes do Tarkovsky, mais precisamente o "Solaris", que é uma ficção cientifica tão original quanto essa e com uma proposta criativa livre da dependência de efeitos visuais de ultima geração.
- Detalhe para a trilha sonora que é muito bacana também, sobretudo a musica que toca nos créditos finais.
O Fantasma do Louvre
2.1 25 Assista AgoraA ideia é ótima, os efeitos funcionam, mas o filme é terrível.
O roteiro é amador, cheio de diálogos bobos, personagens mal elaborados e com um enredo pobre. Os personagens entram o tempo todo no Louvre como se o museu fosse uma pracinha ao ar livre.
Os planos são bonitinhos, mas também faltou ousadia na direção, não só de cena, mas também dos atores, que não são ruins, mas parecem sem identidade neste filme.
Verdes Anos
3.7 16"galinha é ela que fez três abortos só no ano passado" haha
Mas que barbaridade!
Inverno da Alma
3.5 953 Assista AgoraAchei o filme murcho até 01:20, mais ou menos, mas o final foi bastante tragável.
Os diálogos são muito inocentes/amadores para uma história com esse peso, e isso compromete o filme.
Mister Lonely
3.8 105 Assista AgoraO filme começa muito bem, muito bem mesmo, mas o enredo acaba ficando fraco e cansativo na continuidade, entregando um final água com açúcar, se comparado ao início.
A equipe é brilhante; fotografia, direção de arte, figurino, locações, a parte de som, o elenco (não sabia que Diego Luna tava no elenco), tudo de primeira.
A ideia desse filme foi brilhante, muitas cenas realmente espetaculares, muitíssimo bem dirigidas, mas infelizmente o filme não me encantou.
Noé
3.0 2,6K Assista AgoraEscutei muito falarem que o filme é uma bomba, quando comecei a assistir achei que realmente era uma bomba, mas dei uma chance e fui me deixando levar.
O enredo é bastante fraco no começo, mas o texto é muito significativo. Gostei bastante das reflexões que o filme trás e concordo com a grande maioria.
A cena na qual o primeiro "transformer de pedra" morre e fica livre, me pegou de surpresa, achei lindíssimo. Gostei bastante também da parte onde o protagonista conta a história do principio. Aliás, foi a partir desta cena que o filme me conquistou de vez.
A motivação ousada do personagem principal, muito bem defendida no roteiro, me agradou muito, plantando duvidas de qual seria o desfecho final (que claro, foi o esperado).
É um competente filme de fantasia, baseada naquele que, pra mim, é o melhor conto bíblico.