Completamente encantada pelo filme. Adam Driver dá ao seu personagem a naturalidade de um homem comum, um trabalhador de cidade pequena que demonstra estar acima do que se espera dele (como na cena com a menina): também é um poeta. E como sua poesia sem rima - aliás, temos essa preferência em comum - exprime seus sentimentos mais banais de forma a marcá-los no tempo de sua vida. Belo trabalho de Jim Jarmusch, meu favorito até o momento.
"Eu acho que o aborto ser legalizado e o aborto ser banalizado são coisas completamente diferentes. Banalizar o aborto é você ser atendido por um açougueiro, quando você precisar fazer um aborto. Banalizar o aborto é você fingir que ele não existe e colocar uma cortina na frente."
Como alguém pode pensar que o abordo é algo fácil para a mulher? Talvez para o homem, a quem a responsabilidade de um filho não é muitas vezes questionada... "quem pariu Mateus que o embale"... realmente, a responsabilidade é só de quem pare? E depois essas mulheres são punidas por transarem e por mero descuido, ou não, engravidam e lhe são negados o mínimo tratamento, como se sua vida valesse menos que a do pai ausente, ou a do feto. Temos que ter coragem e encarar os fatos: mulheres com histórias de vida, luta e tristezas, alegrias e infortúnios, são menos importantes para pessoas "pró-vida" do que um feto, que por outros motivos poderia não vir a nascer. Encaremos que o aborto existe e que fetos são abortados, que mulheres guardam silêncio sobre, que muitas já fizeram, pessoas que seguiram com suas vidas normalmente, não como criminosas, mas que optaram por não ser mães, porque não queriam e não podiam, simples assim. Mulheres que têm condições financeiras, ou mesmo que se afundam em dívidas, conseguem abortar sem prejuízos físicos. As que não, tomam remédios, fazem o procedimento em lugares e com pessoas despreparadas, são tratadas de forma desumana. Aquelas que vão parar nos hospitais, lhe são negadas o atendimento, por médicos criminosos, que, ao contrário, as denunciam por seu ato desesperado. É muito triste a hipocrisia. É triste em um Estado laico vozes religiosas terem tanto poder. Ver homens decidindo sobre aquilo que não sentem na pele. E o pior de tudo: é triste as pessoas não terem empatia. Muitos dizem que o feminismo acabou, que não é necessário ou que é coitadismo. Mulheres morrem, são destratadas, sofrem violência constante, não são verdadeiramente livres ou donas dos seus corpos. Quando nos deparamos com documentários como esse fica impossível não enxergar a verdade. Falta diálogo, falta empatia.
Mais do que uma crítica à industria do entretenimento e seus "reality" shows, uma amostra do que as regras sociais impostas, seja severamente - como no caso de Truman -, ou não, são capazes de moldar e guiar a todos nós. Internalizamos, nos acostumamos, porque é mais fácil. Decidir que é melhor sermos os autores da nossa própria história, é um grande ato de coragem. Filme maravilhoso!
Bruno (Fábio Porchat), um jovem editor em meio a uma separação, começa a não ver as pessoas ao seu redor. Ao se dar conta de que elas estão ali, mas que por algum motivo se tornaram invisíveis aos seus olhos, inicia com a ajuda da mãe (Irene Ravache) uma busca pela razão de tal acontecimento.
"Entre abelhas" é um drama, apesar do elenco de "Porta dos Fundos". Tem boas atuações e uma trilha sonora que acompanha uma fotografia bela e intimista, e expõe um tema diferenciado e metáforas sobre a vida moderna de forma simples e ousada.
Não é um blockbuster, assim como os demais da distribuidora, a Globo Filmes, mas isso pode ser até um ponto positivo. Não é uma grande produção, nem possui um grande roteiro, porém é um bom filme e merece ser visto.
O filme mostra que por mais que o amor definhe, ou mesmo acabe, os relacionamentos ficam como aprendizado e boas lembranças, e essas lembranças são fundamentais pois são o que nos torna quem somos, são parte de nós.
E é por isso que ao longo da história torcemos, não para que Clementine e Joel fiquem juntos, mas para que a linda história de amor que ambos construíram não se perca, não seja apagada pela cruel máquina.
Um filme preso a um ambiente do qual em nenhum momenti cansamos. Torcemos pela caçada das personagens e por um bom desfecho. Apenas me culpo por não tê-lo visto antes. Estou em dívida com Hitchcook!
Confesso que esperava bem menos do que senti no final do filme, que aumentou sua nota para mim. As cenas de sexo foram bem executadas - nada que chegasse à pornografia, ou a alguma nudez gratuita - trilha sonora bem escolhida e a primeira boa impressão: a fotografia, que começa em um tom de cinza (Mera coincidência?Provavelmente não. Mas foi bem). Contudo, a primeira coisa a se notar é a total falta de química entre os protagonistas. Não dá para acreditar na paixão fulminante e no tesão absurdo que a Ana sente pelo Grey. Não tem como dizer que existe atração ali - só por palavras mesmo. Sinto que a Dakota Johnson bem que tentou, com a personagem fraca, boba e sem personalidade ou conhecimento de mundo real que tinha. Porém, nem isso vemos no ator (qual o nome mesmo? Vou olhar ali no elenco...) Jamie Dornan. Ele não, parece até cínico, não como o personagem é, mas cínico mesmo, ele, o ator, ao não buscar a atuação verdadeira. Claro que ele tinha limites; sua personagem é vista pelos olhos de outra. Mas um bom ator consegue tirar leite de pedra quando quer. E o roteiro? Não quero nem comentar. Quando li os livros - fui até a metade do terceiro - e soube da adaptação, imaginei logo os filmes sendo superiores. A escrita é ruim, rasa e adolescente (trata-se de uma fanfic de "Crepúsculo", não?). Entretanto, a diretora é conhecida por ser boa; logo, pensei que conseguiria melhorar a história. Porém, não a culpo. A escritora, E. L. James não deu espaço para ela. Ficou em cima e não permitiu grandes mudanças, até foi contra algumas poucas que aconteceram. Totalmente contrária. E aí temos o filme. Podia ter sido muito bom. Aliás, a história, ao meu ver, tinha muito pano para manga. Acho mesmo. Mas não foi. E não espero muito dos outros...
Uma das melhores comédias românticas que vi. Como comentei sobre o filme "Sleepless in Seatlle", parece que Tom Hanks e Meg Ryan nasceram um para o outro, pelo menos no mundo do cinema. Na primeira vez que assisti não fiz a alusão com "Orgulho e Preconceito", pelo menos não o filme inteiro, mas assistindo outras vezes, ficou até mais gostoso sabendo que é uma adaptação do romance de Jane Austen. Todos os erros de julgamento, as falsas impressões, etc, estão ali, explicadas só que nos anos 90. Kathleen Kelly é a dona de uma simpática loja de livros infantis. Do outro lado, Joe Fox, cínico herdeiro de uma rede de mega livrarias. Ela, genuinamente apaixonada pelo que faz; ele, vendo tudo como um negócio. Joe está prestes a destruir o mundo real de Kathleen, contudo, virtualmente, é quem dá estabilidade e conforto à sua vida. Quando descobre que Kelly é possivelmente a mulher de sua vida, ele passa a avaliar sua vida e suas atitudes.
Certamente a parte mais divertida é ver o Joe boicotando a ele próprio virtualmente em prol dele mesmo, só que no mundo real. Ele vai fazendo Kathleen se apaixonar por ele mais uma vez e esquecer que ela o odiou algum dia. A cena em que a Kathleen está para encontrar com seu "amante virtual", porém está totalmente apaixonada por Joe, e se vê completamente dividida é de doer o coração. E ver como ela não cabe em tanta felicidade ao descobrir que Joe Fox e NY152 são a mesma pessoa, não há como não sorrir. "I wanted it to be you. I wanted it to be you so badly."
Enfim, um dos meus filmes favoritos.
P.S.: Meu cão se chama Bingley, e não é mera coincidência, rs.
P.P.S.: Depois de Colin Firth, Tom Hanks é meu Darcy favorito, rsrsrs.
Fiquei esperando por mais cenas dos dois juntos, e o final foi meio assim... sem aqueles rompantes de comédias românticas, o que talvez ficasse melhor.
Foi uma grande sorte descobrir no youtube essa minissérie! O que é essa história? Fiquei completamente apaixonada pelo tema, a vida entre as duas revoluções industriais.
E o que é a família Thornton? A mãe, personagem mais forte da trama, dura, mas que cuida muito bem dos filhos; o filho - a personagem mais complexa da história -, mais parecido com a mãe, quanto seu jeito autoritário como industrial e dedicado em suas relações pessoais; e a filha, frívola e mimada, completamente diferente dos outros dois.
Na minha opinião é a melhor minissérie adaptada da BBC, pois consegue servir como complemento do livro e ainda mais, consegue passar todo o potencial da história que a Elizabeth Gaskell não conseguiu passar.
Quanto as atuações, são excelentes. Mas o destaque vai para Richard Armitage, assustadoramente parecido com a personagem, tanto psicologicamente, mas fisicamente - no trecho do livro no qual Ms. Hale o conhece ela o descreve e poderiamos dizer de que a pessoa era o próprio RA - e que passou a complexidade da personagem: firme e até rude em suas relações de trabalho, mas completamente fiel à família e aberto ao futuro, além verdadeiro quanto aos seus sentimentos, tanto em relação aos seus empregados, que nos faz desprezá-lo, quanto ao amor por Margaret Hale, profundo e sincero. Definitivamente, John Thornton arrebatou meu coração.
Essa série é incrível! Logo que consegui baixar assisti os três episódios e fiquei muito feliz, pois a cada temporada a coisa melhora. Adorei o retorno do Sherlock, a mudança na vida do Watson com a chagada da Mary e ver a retomada de relação entre os dois amigos. Muitos não gostaram do final, acharam o último episódio mais fraco, mas isso foi culpa do segundo. O que foi o "The sign of three"? A cena do discurso me causou raiva, vergonha alheia, risos e lágrimas, e mostrou bem o que chamam carinhosamente de Johnlock; o melhor episódio da temporada. Eu particularmente amei o final. "Did you miss me?" Moriarty sensacional! Será que não vou amar alguma personagem desta série? Adorei o aprofundamento das relações do Sherlock com o John, a Molly, a própria Mary, mas principalmente com a família: Mycroft e com os pais. Por falar em família, adoro o fato dessa série ser tão família! Adorei a Mary ser interpretada pela Amanda Abbington, mulher na vida real do Martin Freeman, e dos pais do Sherlock serem os pais na vida real do Benedict Cumberbatch, os atores Timoty Carlton e Wanda Ventham. Enfim, sofrendo com mais um hiato de dois anos, mas esperançosa de que os boatos sejam verdadeiros e que ganhemos um episódio de presente de natal ainda esse ano. :)
Um dos meus filmes favoritos, a "mãe das comédias românticas" e um dos três filmes a conseguir o Big Five do Oscar. A história é simples, porém genuinamente engraçadas, e podemos ver até hoje cenas inspiradas no filme - a cena da carona ficou marcada no cinema. A química entre Claudette Colbert e Clark Gable é fantástica! Ellie e Peter são um dos casais mais divertidos do cinema e para mim nunca caíram no clichê romântico. Durante toda a viagem dos dois torcemos por eles. E o que dizer sobre as "muralhas de jericó"? Sacada sensacional! Não canso de ver. Merece 5 estrelas.
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Paterson
3.9 355 Assista AgoraCompletamente encantada pelo filme. Adam Driver dá ao seu personagem a naturalidade de um homem comum, um trabalhador de cidade pequena que demonstra estar acima do que se espera dele (como na cena com a menina): também é um poeta. E como sua poesia sem rima - aliás, temos essa preferência em comum - exprime seus sentimentos mais banais de forma a marcá-los no tempo de sua vida. Belo trabalho de Jim Jarmusch, meu favorito até o momento.
Clandestinas
4.5 33"Eu acho que o aborto ser legalizado e o aborto ser banalizado são coisas completamente diferentes. Banalizar o aborto é você ser atendido por um açougueiro, quando você precisar fazer um aborto. Banalizar o aborto é você fingir que ele não existe e colocar uma cortina na frente."
Como alguém pode pensar que o abordo é algo fácil para a mulher? Talvez para o homem, a quem a responsabilidade de um filho não é muitas vezes questionada... "quem pariu Mateus que o embale"... realmente, a responsabilidade é só de quem pare? E depois essas mulheres são punidas por transarem e por mero descuido, ou não, engravidam e lhe são negados o mínimo tratamento, como se sua vida valesse menos que a do pai ausente, ou a do feto. Temos que ter coragem e encarar os fatos: mulheres com histórias de vida, luta e tristezas, alegrias e infortúnios, são menos importantes para pessoas "pró-vida" do que um feto, que por outros motivos poderia não vir a nascer. Encaremos que o aborto existe e que fetos são abortados, que mulheres guardam silêncio sobre, que muitas já fizeram, pessoas que seguiram com suas vidas normalmente, não como criminosas, mas que optaram por não ser mães, porque não queriam e não podiam, simples assim. Mulheres que têm condições financeiras, ou mesmo que se afundam em dívidas, conseguem abortar sem prejuízos físicos. As que não, tomam remédios, fazem o procedimento em lugares e com pessoas despreparadas, são tratadas de forma desumana. Aquelas que vão parar nos hospitais, lhe são negadas o atendimento, por médicos criminosos, que, ao contrário, as denunciam por seu ato desesperado. É muito triste a hipocrisia. É triste em um Estado laico vozes religiosas terem tanto poder. Ver homens decidindo sobre aquilo que não sentem na pele. E o pior de tudo: é triste as pessoas não terem empatia. Muitos dizem que o feminismo acabou, que não é necessário ou que é coitadismo. Mulheres morrem, são destratadas, sofrem violência constante, não são verdadeiramente livres ou donas dos seus corpos. Quando nos deparamos com documentários como esse fica impossível não enxergar a verdade.
Falta diálogo, falta empatia.
O Show de Truman
4.2 2,7K Assista AgoraMais do que uma crítica à industria do entretenimento e seus "reality" shows, uma amostra do que as regras sociais impostas, seja severamente - como no caso de Truman -, ou não, são capazes de moldar e guiar a todos nós. Internalizamos, nos acostumamos, porque é mais fácil. Decidir que é melhor sermos os autores da nossa própria história, é um grande ato de coragem. Filme maravilhoso!
Entre Abelhas
3.4 834Bruno (Fábio Porchat), um jovem editor em meio a uma separação, começa a não ver as pessoas ao seu redor. Ao se dar conta de que elas estão ali, mas que por algum motivo se tornaram invisíveis aos seus olhos, inicia com a ajuda da mãe (Irene Ravache) uma busca pela razão de tal acontecimento.
"Entre abelhas" é um drama, apesar do elenco de "Porta dos Fundos". Tem boas atuações e uma trilha sonora que acompanha uma fotografia bela e intimista, e expõe um tema diferenciado e metáforas sobre a vida moderna de forma simples e ousada.
Não é um blockbuster, assim como os demais da distribuidora, a Globo Filmes, mas isso pode ser até um ponto positivo. Não é uma grande produção, nem possui um grande roteiro, porém é um bom filme e merece ser visto.
Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças
4.3 4,7K Assista AgoraO filme mostra que por mais que o amor definhe, ou mesmo acabe, os relacionamentos ficam como aprendizado e boas lembranças, e essas lembranças são fundamentais pois são o que nos torna quem somos, são parte de nós.
E é por isso que ao longo da história torcemos, não para que Clementine e Joel fiquem juntos, mas para que a linda história de amor que ambos construíram não se perca, não seja apagada pela cruel máquina.
Belo filme, com final surpreendente.
Janela Indiscreta
4.3 1,3K Assista AgoraUm filme preso a um ambiente do qual em nenhum momenti cansamos. Torcemos pela caçada das personagens e por um bom desfecho. Apenas me culpo por não tê-lo visto antes. Estou em dívida com Hitchcook!
Cinquenta Tons de Cinza
2.2 3,2K Assista AgoraConfesso que esperava bem menos do que senti no final do filme, que aumentou sua nota para mim. As cenas de sexo foram bem executadas - nada que chegasse à pornografia, ou a alguma nudez gratuita - trilha sonora bem escolhida e a primeira boa impressão: a fotografia, que começa em um tom de cinza (Mera coincidência?Provavelmente não. Mas foi bem). Contudo, a primeira coisa a se notar é a total falta de química entre os protagonistas. Não dá para acreditar na paixão fulminante e no tesão absurdo que a Ana sente pelo Grey. Não tem como dizer que existe atração ali - só por palavras mesmo. Sinto que a Dakota Johnson bem que tentou, com a personagem fraca, boba e sem personalidade ou conhecimento de mundo real que tinha. Porém, nem isso vemos no ator (qual o nome mesmo? Vou olhar ali no elenco...) Jamie Dornan. Ele não, parece até cínico, não como o personagem é, mas cínico mesmo, ele, o ator, ao não buscar a atuação verdadeira. Claro que ele tinha limites; sua personagem é vista pelos olhos de outra. Mas um bom ator consegue tirar leite de pedra quando quer. E o roteiro? Não quero nem comentar. Quando li os livros - fui até a metade do terceiro - e soube da adaptação, imaginei logo os filmes sendo superiores. A escrita é ruim, rasa e adolescente (trata-se de uma fanfic de "Crepúsculo", não?). Entretanto, a diretora é conhecida por ser boa; logo, pensei que conseguiria melhorar a história. Porém, não a culpo. A escritora, E. L. James não deu espaço para ela. Ficou em cima e não permitiu grandes mudanças, até foi contra algumas poucas que aconteceram. Totalmente contrária. E aí temos o filme. Podia ter sido muito bom. Aliás, a história, ao meu ver, tinha muito pano para manga. Acho mesmo. Mas não foi. E não espero muito dos outros...
Mens@gem Para Você
3.4 438 Assista AgoraUma das melhores comédias românticas que vi. Como comentei sobre o filme "Sleepless in Seatlle", parece que Tom Hanks e Meg Ryan nasceram um para o outro, pelo menos no mundo do cinema.
Na primeira vez que assisti não fiz a alusão com "Orgulho e Preconceito", pelo menos não o filme inteiro, mas assistindo outras vezes, ficou até mais gostoso sabendo que é uma adaptação do romance de Jane Austen. Todos os erros de julgamento, as falsas impressões, etc, estão ali, explicadas só que nos anos 90.
Kathleen Kelly é a dona de uma simpática loja de livros infantis. Do outro lado, Joe Fox, cínico herdeiro de uma rede de mega livrarias. Ela, genuinamente apaixonada pelo que faz; ele, vendo tudo como um negócio. Joe está prestes a destruir o mundo real de Kathleen, contudo, virtualmente, é quem dá estabilidade e conforto à sua vida. Quando descobre que Kelly é possivelmente a mulher de sua vida, ele passa a avaliar sua vida e suas atitudes.
Certamente a parte mais divertida é ver o Joe boicotando a ele próprio virtualmente em prol dele mesmo, só que no mundo real. Ele vai fazendo Kathleen se apaixonar por ele mais uma vez e esquecer que ela o odiou algum dia. A cena em que a Kathleen está para encontrar com seu "amante virtual", porém está totalmente apaixonada por Joe, e se vê completamente dividida é de doer o coração. E ver como ela não cabe em tanta felicidade ao descobrir que Joe Fox e NY152 são a mesma pessoa, não há como não sorrir. "I wanted it to be you. I wanted it to be you so badly."
Enfim, um dos meus filmes favoritos.
P.S.: Meu cão se chama Bingley, e não é mera coincidência, rs.
P.P.S.: Depois de Colin Firth, Tom Hanks é meu Darcy favorito, rsrsrs.
Sintonia de Amor
3.4 237 Assista AgoraFilme leve e delicado. Tom Hanks e Meg Ryan foram feitos um para o outro, pelo menos pela ótica do cinema, rs.
Fiquei esperando por mais cenas dos dois juntos, e o final foi meio assim... sem aqueles rompantes de comédias românticas, o que talvez ficasse melhor.
Norte e Sul
4.6 181Foi uma grande sorte descobrir no youtube essa minissérie! O que é essa história? Fiquei completamente apaixonada pelo tema, a vida entre as duas revoluções industriais.
E o que é a família Thornton? A mãe, personagem mais forte da trama, dura, mas que cuida muito bem dos filhos; o filho - a personagem mais complexa da história -, mais parecido com a mãe, quanto seu jeito autoritário como industrial e dedicado em suas relações pessoais; e a filha, frívola e mimada, completamente diferente dos outros dois.
Na minha opinião é a melhor minissérie adaptada da BBC, pois consegue servir como complemento do livro e ainda mais, consegue passar todo o potencial da história que a Elizabeth Gaskell não conseguiu passar.
Quanto as atuações, são excelentes. Mas o destaque vai para Richard Armitage, assustadoramente parecido com a personagem, tanto psicologicamente, mas fisicamente - no trecho do livro no qual Ms. Hale o conhece ela o descreve e poderiamos dizer de que a pessoa era o próprio RA - e que passou a complexidade da personagem: firme e até rude em suas relações de trabalho, mas completamente fiel à família e aberto ao futuro, além verdadeiro quanto aos seus sentimentos, tanto em relação aos seus empregados, que nos faz desprezá-lo, quanto ao amor por Margaret Hale, profundo e sincero. Definitivamente, John Thornton arrebatou meu coração.
Cinco estrelas e favorito.
Sherlock (3ª Temporada)
4.6 627 Assista AgoraEssa série é incrível! Logo que consegui baixar assisti os três episódios e fiquei muito feliz, pois a cada temporada a coisa melhora. Adorei o retorno do Sherlock, a mudança na vida do Watson com a chagada da Mary e ver a retomada de relação entre os dois amigos. Muitos não gostaram do final, acharam o último episódio mais fraco, mas isso foi culpa do segundo. O que foi o "The sign of three"? A cena do discurso me causou raiva, vergonha alheia, risos e lágrimas, e mostrou bem o que chamam carinhosamente de Johnlock; o melhor episódio da temporada. Eu particularmente amei o final. "Did you miss me?" Moriarty sensacional! Será que não vou amar alguma personagem desta série? Adorei o aprofundamento das relações do Sherlock com o John, a Molly, a própria Mary, mas principalmente com a família: Mycroft e com os pais. Por falar em família, adoro o fato dessa série ser tão família! Adorei a Mary ser interpretada pela Amanda Abbington, mulher na vida real do Martin Freeman, e dos pais do Sherlock serem os pais na vida real do Benedict Cumberbatch, os atores Timoty Carlton e Wanda Ventham. Enfim, sofrendo com mais um hiato de dois anos, mas esperançosa de que os boatos sejam verdadeiros e que ganhemos um episódio de presente de natal ainda esse ano. :)
Aconteceu Naquela Noite
4.2 341 Assista AgoraUm dos meus filmes favoritos, a "mãe das comédias românticas" e um dos três filmes a conseguir o Big Five do Oscar. A história é simples, porém genuinamente engraçadas, e podemos ver até hoje cenas inspiradas no filme - a cena da carona ficou marcada no cinema. A química entre Claudette Colbert e Clark Gable é fantástica! Ellie e Peter são um dos casais mais divertidos do cinema e para mim nunca caíram no clichê romântico. Durante toda a viagem dos dois torcemos por eles. E o que dizer sobre as "muralhas de jericó"? Sacada sensacional! Não canso de ver. Merece 5 estrelas.