Que loucura, que loucura, que p0r## é essa? KKKKK!!! Bem, quem deseja assistir algo nonsense e trash, com nudez, sacanagem, piadas escrotas, ácidas, deboche e muita violência visual, com certeza vai conseguir contentamento nessa obra, que é a obra-prima das "edits movies amateurs", rsrs.
Tem minha aprovação, me divertir e fantasiei, que o pau entre no buraco, kkk!!
Para que possamos saber o que é excelente, temos que conhecer o péssimo. Esse curta é uma verdadeira lição de como fazer algo ruim, tosco, amador, de gosto asqueroso. O humor aqui é uma tristeza, o brasileiro tem mania de fazer humor com todo, por isso que o país é uma palhaçada. Até que esperei algo interessante.
Bastante intimista, foi bom para matar a saudade dessa incrível série. Fã que é fã deve buscar ficar por dentro de tudo. A narrativa tem um tom bastante onírico e meio psicodélica à delicada lembrança de Elliot com a Shayla, o sentimento de culpa dele é enorme com o que aconteceu com ela. Trágica vida humana. Identifiquei-me com o tom do curta. P.S.: Que trilha contagiante, pesada e triste, ainda mais pelo contexto do fato.
Não consegui ver além do óbvio, do quanto nossa cabeça pode entrar em desordem pela obsessão por pontualidade, o quanto a sociedade moderna anda acelerada e perturbadora, há uma urgência de encontrar medidas de aumentar a nossa produtividade sem sacrificar a saúde mental. Um excelente curta.
Cômico e trágico. Fiquei confuso em saber o que estava sentindo, se era tristeza ou risos pelas situações pra lá de incomuns e engraçadas, é um paradoxo burlesco, que por um lado mostra a tranquilidade de Johnny sem entender o que realmente estava acontecendo, por outro, a extinção total de uma civilização minúscula e inteligente. Como não se identificar? Sem muitas palavras, esse curta é genial.
Definindo em uma palavra: Entrega. A cultura japonesa feudal valorizou muito essa entrega da vida à fidelidade da honra e da cultivação dos princípios, a busca incessante pela perfeição, inclusive na hora da morte. Enquanto para nós, ocidentais, morte é morte, não importa como, na filosofia samurai existe a classificação de uma má e boa partida. Filme silencioso, mudo, apesar da ensurdecedora trilha sonora, que em 30 minutos, enfada. O único pecado do curta-metragem, fora isso, execução de primeira categoria. Falando em execução, o que foi aquela cena do Harakiri? De doer o estômago pelo nível de realidade. Poético, essa também poderia ser a definição em uma palavra.
Simplesmente incrível, assisti na Casa de Cultura com as sensações afloradas, tal como a narrativa que essa obra psicodélica nos marca. Existem muitos acontecimentos que envolvem a espiritualidade e também, por que não, o adentramento as dimensões paralelas. De fato, não há muito que se entender na primeira sessão, assistir de novo se faz necessário, com um olhar mais crítico e aprofundado. No mais, "Cat Soup" ou "Sopa de Gato" merece ser lembrado e entrega o produto final encantador, tenebroso, surreal e entretenimento refinado. Nota 4,5/5.
Um curta que toca na ferida de nossa vergonha alheia, acho que é um dos mais desconcertantes que já vi sobre o gênero. Por tamanha audácia e coragem em mostrar um tabu tão polêmico nas telas, já merece uma avaliação considerável. É verdade que Starcrossed não se baseia muito, também seria exigir demais melhores justificativas para uma obra de 15 minutos, no entanto, mesmo assim a velocidade dos delicados acontecimentos incomoda. Dá para entender rapidamente que a opressão e machismo do pai só serviram para criar todo aquele clima caótico entre os dois irmãos, o que acabou fundando um laço fora do normal entre eles.
É um tipo de trabalho que merece ser avaliado com certa individualidade. Não é por causa da repugnância do tema que a avaliação será na mesma ordem, pois a tese é uma coisa, e o desenvolvimento é outra. O curta, apesar da obscuridade exibida, consegue um lirismo psicológico maravilhoso, embora com tom bem intimidador. Poucos minutos de exibição são capazes de nos levar a uma terra psíquica raramente explorada, que de alguma forma sabemos que existe bem próximo de todos nós. O desenvolvimento e a parte técnica são exemplares.
“Aftermath” pode ter diversas interpretações. Fiquei curioso quanto ao motivo daqueles números negativos durante a introdução do filme, no fim de tudo isso, ao chegar em produção, roteiro e direção, mostrando o responsável Nacho Cerdà, aparece “-6” de maneira bem intencionada, podendo significar alguma mensagem oculta. Talvez a explicação mais cabível para isso seja o número de mortos no necrotério naquele momento.
Questões importantes: O médico legista conhecia (mesmo que de vista) ou não a Marta? Acredito que dependendo do ponto de vista, ambas as respostas são consideráveis. No entanto, deve-se destacar a coerência do início e fim do curta-metragem. Pelo que pude entender no início, ouvimos o som de um carro em movimento seguido por gritos de uma mulher e um cão chorando, significando ser um acidente no trânsito. Resultado (Aftermath): Morte para ambos. Esse “aftermath” também se estende ao final de forma coerente? Por que o médico tem a ideia de oferecer o órgão de Marta ao seu cachorro? Essas e outras indagações fazem desse filme algo de muito conteúdo (incluindo a metafísica), além das presentes cenas insanas.
Acredito que para a época, a qualidade, tanto na técnica como no enredo da animação, estavam no auge, valendo perfeitamente os dez pontos. Pensando nisso, a nota que damos hoje em dia tem que ser coerente com a época do trabalho, que sem dúvida alguma, é fantástico e de muito bom gosto. Quem é mesmo fã de anime, tem a obrigação de buscar conhecer as origens do gênero.
Curta-metragem: (é preciso fazer cadastro e seguir as normas do Site)
Gostei do curta e acho que o resultado merece, pelo menos, um mínimo de respeito. Dificilmente encontramos um curta-metragem amador tão bem esteticamente trabalhado como esse. Os ângulos de câmera no ambiente, apresentando de maneira sutil o lugar onde vive; os closes que ele projeta em si mesmo, sabendo se posicionar para deixar a atmosfera de seu monólogo ainda mais introspectiva e solitária; tudo isso e mais exibem a boa noção de cinema que o autor do curta possui. Além de ter o efeito de desfoque da câmera, pondo em evidência aquilo que precisa; é raridade ver algo amador tão bom, vindo de uma pessoa que teve uma ideia e resolveu passar isso nas imagens.
Concordar ou não com os pensamentos (muito interessantes, por sinal) dele, é uma coisa; agora julgá-los ao ponto de ignorar o curta-metragem em si, é outra; que em minha opinião, foi muito bem realizado. Não importa se o personagem em questão está certo ou errado em suas colocações, se a forma como ele dialogou não foi rebuscada ou agradável, pois ele não tinha que representar ou agradar, e sim, ser ele mesmo. É um vídeo pessoal, subjetivo, envolvendo as crenças. Todos têm sua visão de mundo e acreditam em alguma coisa, por mais estranha que seja. O que o rapaz teve foi a sinceridade para confessar algumas de suas opiniões um tanto incomuns, numa linha que mais parecia um improviso que um roteiro planejado. Isso é interessante!
A trilha de “Requiem for a Dream” ficou ótima, embora no curta possa irritar muitas pessoas por passar uma impressão piegas, de “querer ser levado a sério” ou um pretexto que o autor encontrou para se revelar fã do filme. Admito que nisso me incomodou um pouco, ficaria melhor se a trilha fosse menos conhecida ou apenas ao som ambiente, seria mais individual. Mas tudo bem. Está de parabéns!
A cena em que o corpo se reconstrói é uma das mais incríveis que vi de Georges Méliès, bastante desafiadora em recurso técnico. Esse filme é um dos meus favoritos.
Propaganda Movie
3.8 6Que loucura, que loucura, que p0r## é essa? KKKKK!!!
Bem, quem deseja assistir algo nonsense e trash, com nudez, sacanagem, piadas escrotas, ácidas, deboche e muita violência visual, com certeza vai conseguir contentamento nessa obra, que é a obra-prima das "edits movies amateurs", rsrs.
Tem minha aprovação, me divertir e fantasiei, que o pau entre no buraco, kkk!!
Rambo da Amazônia
3.1 3Para que possamos saber o que é excelente, temos que conhecer o péssimo. Esse curta é uma verdadeira lição de como fazer algo ruim, tosco, amador, de gosto asqueroso. O humor aqui é uma tristeza, o brasileiro tem mania de fazer humor com todo, por isso que o país é uma palhaçada. Até que esperei algo interessante.
Mr. Robot: Virtual Reality Experience - 360°
4.3 4Bastante intimista, foi bom para matar a saudade dessa incrível série. Fã que é fã deve buscar ficar por dentro de tudo. A narrativa tem um tom bastante onírico e meio psicodélica à delicada lembrança de Elliot com a Shayla, o sentimento de culpa dele é enorme com o que aconteceu com ela. Trágica vida humana. Identifiquei-me com o tom do curta.
P.S.: Que trilha contagiante, pesada e triste, ainda mais pelo contexto do fato.
Lápis Cor de Pele
4.8 1A gente passa por cada coisa na infância que somente a força de uma criança mesmo para suportar.
Keep Drawing
3.3 1Mais um efeito visual criativo.
Alarme
3.7 232Não consegui ver além do óbvio, do quanto nossa cabeça pode entrar em desordem pela obsessão por pontualidade, o quanto a sociedade moderna anda acelerada e perturbadora, há uma urgência de encontrar medidas de aumentar a nossa produtividade sem sacrificar a saúde mental. Um excelente curta.
Johnny Express
4.3 18Cômico e trágico. Fiquei confuso em saber o que estava sentindo, se era tristeza ou risos pelas situações pra lá de incomuns e engraçadas, é um paradoxo burlesco, que por um lado mostra a tranquilidade de Johnny sem entender o que realmente estava acontecendo, por outro, a extinção total de uma civilização minúscula e inteligente. Como não se identificar? Sem muitas palavras, esse curta é genial.
Rito de Amor e de Morte
4.5 16Definindo em uma palavra: Entrega. A cultura japonesa feudal valorizou muito essa entrega da vida à fidelidade da honra e da cultivação dos princípios, a busca incessante pela perfeição, inclusive na hora da morte. Enquanto para nós, ocidentais, morte é morte, não importa como, na filosofia samurai existe a classificação de uma má e boa partida. Filme silencioso, mudo, apesar da ensurdecedora trilha sonora, que em 30 minutos, enfada. O único pecado do curta-metragem, fora isso, execução de primeira categoria. Falando em execução, o que foi aquela cena do Harakiri? De doer o estômago pelo nível de realidade. Poético, essa também poderia ser a definição em uma palavra.
Nekojiru-sou
4.1 26Simplesmente incrível, assisti na Casa de Cultura com as sensações afloradas, tal como a narrativa que essa obra psicodélica nos marca. Existem muitos acontecimentos que envolvem a espiritualidade e também, por que não, o adentramento as dimensões paralelas. De fato, não há muito que se entender na primeira sessão, assistir de novo se faz necessário, com um olhar mais crítico e aprofundado. No mais, "Cat Soup" ou "Sopa de Gato" merece ser lembrado e entrega o produto final encantador, tenebroso, surreal e entretenimento refinado. Nota 4,5/5.
Starcrossed - O Amor Contra o Destino
3.3 244Um curta que toca na ferida de nossa vergonha alheia, acho que é um dos mais desconcertantes que já vi sobre o gênero. Por tamanha audácia e coragem em mostrar um tabu tão polêmico nas telas, já merece uma avaliação considerável. É verdade que Starcrossed não se baseia muito, também seria exigir demais melhores justificativas para uma obra de 15 minutos, no entanto, mesmo assim a velocidade dos delicados acontecimentos incomoda. Dá para entender rapidamente que a opressão e machismo do pai só serviram para criar todo aquele clima caótico entre os dois irmãos, o que acabou fundando um laço fora do normal entre eles.
Aftermath
3.2 190É um tipo de trabalho que merece ser avaliado com certa individualidade. Não é por causa da repugnância do tema que a avaliação será na mesma ordem, pois a tese é uma coisa, e o desenvolvimento é outra. O curta, apesar da obscuridade exibida, consegue um lirismo psicológico maravilhoso, embora com tom bem intimidador. Poucos minutos de exibição são capazes de nos levar a uma terra psíquica raramente explorada, que de alguma forma sabemos que existe bem próximo de todos nós. O desenvolvimento e a parte técnica são exemplares.
“Aftermath” pode ter diversas interpretações. Fiquei curioso quanto ao motivo daqueles números negativos durante a introdução do filme, no fim de tudo isso, ao chegar em produção, roteiro e direção, mostrando o responsável Nacho Cerdà, aparece “-6” de maneira bem intencionada, podendo significar alguma mensagem oculta. Talvez a explicação mais cabível para isso seja o número de mortos no necrotério naquele momento.
Questões importantes: O médico legista conhecia (mesmo que de vista) ou não a Marta? Acredito que dependendo do ponto de vista, ambas as respostas são consideráveis. No entanto, deve-se destacar a coerência do início e fim do curta-metragem. Pelo que pude entender no início, ouvimos o som de um carro em movimento seguido por gritos de uma mulher e um cão chorando, significando ser um acidente no trânsito. Resultado (Aftermath): Morte para ambos. Esse “aftermath” também se estende ao final de forma coerente? Por que o médico tem a ideia de oferecer o órgão de Marta ao seu cachorro? Essas e outras indagações fazem desse filme algo de muito conteúdo (incluindo a metafísica), além das presentes cenas insanas.
http://diariofilmes.blogspot.com.br/
Oira no Yakyuu
2.8 2Acredito que para a época, a qualidade, tanto na técnica como no enredo da animação, estavam no auge, valendo perfeitamente os dez pontos. Pensando nisso, a nota que damos hoje em dia tem que ser coerente com a época do trabalho, que sem dúvida alguma, é fantástico e de muito bom gosto. Quem é mesmo fã de anime, tem a obrigação de buscar conhecer as origens do gênero.
Curta-metragem: (é preciso fazer cadastro e seguir as normas do Site)
Solidão
2.5 162Gostei do curta e acho que o resultado merece, pelo menos, um mínimo de respeito. Dificilmente encontramos um curta-metragem amador tão bem esteticamente trabalhado como esse. Os ângulos de câmera no ambiente, apresentando de maneira sutil o lugar onde vive; os closes que ele projeta em si mesmo, sabendo se posicionar para deixar a atmosfera de seu monólogo ainda mais introspectiva e solitária; tudo isso e mais exibem a boa noção de cinema que o autor do curta possui. Além de ter o efeito de desfoque da câmera, pondo em evidência aquilo que precisa; é raridade ver algo amador tão bom, vindo de uma pessoa que teve uma ideia e resolveu passar isso nas imagens.
Concordar ou não com os pensamentos (muito interessantes, por sinal) dele, é uma coisa; agora julgá-los ao ponto de ignorar o curta-metragem em si, é outra; que em minha opinião, foi muito bem realizado. Não importa se o personagem em questão está certo ou errado em suas colocações, se a forma como ele dialogou não foi rebuscada ou agradável, pois ele não tinha que representar ou agradar, e sim, ser ele mesmo. É um vídeo pessoal, subjetivo, envolvendo as crenças. Todos têm sua visão de mundo e acreditam em alguma coisa, por mais estranha que seja. O que o rapaz teve foi a sinceridade para confessar algumas de suas opiniões um tanto incomuns, numa linha que mais parecia um improviso que um roteiro planejado. Isso é interessante!
A trilha de “Requiem for a Dream” ficou ótima, embora no curta possa irritar muitas pessoas por passar uma impressão piegas, de “querer ser levado a sério” ou um pretexto que o autor encontrou para se revelar fã do filme. Admito que nisso me incomodou um pouco, ficaria melhor se a trilha fosse menos conhecida ou apenas ao som ambiente, seria mais individual. Mas tudo bem. Está de parabéns!
Jogos Viris
4.0 43Adorei a trilha. Parecia uma daquelas dos jogos de Campeonato Brasileiro, no Nintendo. Não sei bem, mas me lembrou.
Até os movimentos doidos são meio parecidos, kk!
A Lâmpada Mágica
3.4 5Muito bom.
Mas o que me chamou mais atenção foi a bailarina.
O Melômano
4.1 14Sempre fico embasbacado quando ele fez múltiplas de sua cabeça.
E no final:
As cabeças se transformam em pássaros e saem voando!!!
Nossa! Finalização de gênio! Tirou onda!
As Viagens de Gulliver
3.9 17O Méliès é um apelão! Como ele conseguiu aplicar esses efeitos no início do século? Surpreendente!
Novas Lutas Extravagantes
4.1 20A cena em que o corpo se reconstrói é uma das mais incríveis que vi de Georges Méliès, bastante desafiadora em recurso técnico. Esse filme é um dos meus favoritos.
Joana D'arc
3.8 10Um dos primeiros ensaios dos épicos, dos gêneros de ação, aventura, drama. Uma imensa relíquia do Cinema.
La Pyramide de Triboulet
3.7 16Só a cena que ele transforma todos em damas, já vale 5 Estrelas! =)
Ilusões Fantasmagóricas
4.0 16A parte em que ele divide a criança em duas com o machado é simplesmente incrível!
O Homem das Cabeças
4.4 103Tinha que filmar também a reação do público.
A gente ía dá tanta risada.
^_^
Visite sous-marine du Maine
3.5 6Jamais poderia imaginar que em 1898 alguém já fazia filmes representando o fundo do mar. Que coisa surreal!
A Mansão do Diabo
4.1 79Todo cinéfilo tem que ver os filmes desse gênio!