Só mais uma sequência sem propósito ou história pra contar, feita por fazer. A primeira hora se apoia DEMAIS em referências ao primeiro filme (que eu fiz questão de rever 2 dias antes). Acho que independentemente de arcos de redenção, a Miranda se apagou e o "diabo" deixa de fazer sentido no título. Tudo isso já era esperado, mas sim, deu pra entreter. Pra mim o ponto alto é a trilha sonora, especialmente "Walk of Fame" no começo quando revemos a Miranda pela primeira vez. Emily Blunt também foi destaque.
Uma aula incrível de como a montagem consegue carregar o filme, articulando diretamente com a fotografia, o roteiro e a trilha sonora e puxando para si a responsabilidade de integrar tudo para dar um andamento fenomenal.
50/50, fechei o Oscar aos 44 do segundo tempo. Primeira (e última) vez que me dou o trabalho. Avatar 3 foi um bom filme, mas é aquilo mesmo que tá todo mundo falando: mais do mesmo.
Com um enredo que soube de forma inteligente surfar na onda de A Substância, o filme traz uma direção de arte e figurino impecáveis, muito bem valorizados por uma ótima fotografia. A trilha sonora soube dar o tom na medida certa, as atuações são afiadas e tivemos sequências audiovisuais muito boas como os créditos de abertura e a cena do baile com In the Hall of the Mountain King tocand. Ter sido indicado apenas ao Oscar de caracterização é um crime. Filmaço.
Ela tem os visuais, ela tem a trilha sonora, ela tem o roteiro. Mas infelizmente ela não vai ter o Oscar. Só não vi Arco ainda, mas dentre os outros três, Amélie se destaca demais. Parece um filme da Ghibli.
Lindamente fotografado e com uma direção de arte impecável. A edição, porém, escorrega em alguns (poucos) momentos, deslizando pontualmente em algumas continuidades. O roteiro tem uma espinha dorsal muito forte, contaminado, também muito pontualmente, por uns diálogos puramente expositivos ou pouco convincentes. Achei que metade do elenco fez um bom trabalho e a outra metade... bem. Plagiando o comentário abaixo, apesar de algumas questões, é "mais uma grande produção do cinema nacional" sim e com orgulho.
Algumas escolhas técnicas da execução trazem ao filme, pontualmente, tons macabros de documentário. Graças à fotografia, o fogo acaba se tornando personagem, se não o verdadeiro protagonista. Entretanto, os clichês narrativos nos trazem de volta, lembrando que embora seja embasada em uma história real, ainda é uma peça de ficção. O filme peca nessas tentativas de acrescentar profundidade ao personagem de Matthew McConaughey, cujos dramas familiares não interessam tanto. A atmosfera eletrizante dos primeiros 2/3 acaba se perdendo, e acho que o filme ganharia muito com uma minutagem cerca de meia hora mais curta — só que aí seria só um simples filme de catástrofe e nada mais. Beco sem saída, mas ainda um bom filme.
A indicação ao Oscar de maquiagem deve ter sido por terem colocado cabelo no Dwayne Johnson (cuja atuação foi muito boa, por sinal). Gostei bastante da fotografia e achei o som terrível. Emily Blunt estava ótima também. Bom filme.
Quando o plot twist chegou eu tinha certeza que já estava no final do filme, mas era apenas a metade. Até então estava bom, ok, mas dali pra frente foi ladeira abaixo. Tudo muito pouco crível, gratuito e expositivo. Imagino que no livro deva funcionar bem, mas aqui, não. De qualquer forma valeu o entretenimento.
Que atorzinho monstruoso esse Jacobi Jupe. Antes mesmo "daquela cena" eu já estava impressionado com como ele é bom. O filme demorou um pouco a me pegar, na primeira hora eu estava achando meio qualquer coisa, mas então... Completamente arrebatado, até os clichês conseguem ser bem executados. Quando o filme acabou, fiquei sem reação, como quando terminamos um livro muito bom, viramos a última página, soltamos o ar e passamos uns instantes olhando paro o nada. Paul Mescal estava ótimo e nem tenho o que falar sobre a Jessie Buckley, apenas excelente.
"Este mundo é cheio de conexões sutis, rapazes. Cada fio que puxamos, não sabemos como influenciará o todo. Somos só crianças neste planeta, tirando parafusos da roda gigante, pensando que somos deuses".
Fotografia e tratamento de luz incríveis, simplesmente fenomenal. Filme belíssimo, extremamente emotivo, mas que me perdeu um pouco na segunda hora.
100% fórmula de sessão da tarde. O roteiro previsível, a execução clichê... tudo ali. É gostosinho de assistir, mas poderia ser uns 20 minutos mais curto.
Direção afiada. Roteiro afiado. Sean Penn afiado. Chase Infiniti e Regina Hall outros destaques do elenco. Gostei da direção de fotografia e a trilha sonora não convencional em momentos-chave chamou minha atenção. Não é um filme emocionante nem tem um fator "uau", mas é extremamente competente, passou voando.
Os primeiros 30/40 minutos foram magistrais, assisti em êxtase prevendo uma obra-prima. Me enganei. Ainda nos pontos bons, a direção de fotografia é muito perspicaz, e em alguns momentos (pontuais), se alia à trilha sonora e eu me senti assistindo a trechos de um videoclipe — digo isso sem muito juízo de valor, não sei se gosto ou não, mas foi bonito, então cabe aqui. Wagner Moura está um pitel e a personagem da Maria Fernanda Cândido é extremamente magnética. A comédia funciona MUITO bem e a Dona Sebastiana é a maior estrela do filme.
De resto, achei a direção extremamente pretensiosa. Parece que Klebão, afobado por rechear o filme com homenagens e referências ao cinema, não soube que caminho seguir e acaba misturando tudo sem aprofundar em nada, uma coisa meio sem identidade. "Ai, mas a proposta é essa!"; bem, que merda. Achei a direção bagunçada e o roteiro sem saber o que quer contar. No ato final, eu me perguntava: "pra que? será que falta muito?". Qual a proposta narrativa? Confesso que não consegui captar.
Direção de arte ESPETACULAR, nenhuma surpresa (confesso que em vários momentos lembrei de Wicked kkkkk). Roteiro relativamente fiel ao livro, mas cheios daqueles velhos recursos narrativos inverossímeis. Apesar do elencaço (Charles Dance!!!), atuações boas, mas nada digno de muita nota. Gostaria de um pouquinho mais de fidelidade ao livro, pelo menos no desfecho.
Chamar de romantização/fetichização do holocausto é um atestado de tremenda incapacidade de interpretação de texto. O que mais me agradou na obra foi a fotografia, como ela consegue ser tão discreta em suas inconvencionalidades. Enquanto há filmes em que a fotografia diferentona marca sua presença se tornando um elemento tão intenso quase como personagem da obra (não que isso seja ruim), aqui, ela consegue se mesclar ao conjunto sem chamar tanta atenção para si - podendo até passar despercebida a depender do espectador.
Da primeira vez que assisti, achei uma bela de uma porcaria. Pois acabei de sair da sala do cinema e digo: impecável! É inocente, divertido, fofo, despretensioso e de dar um quentinho no coração, tudo ao mesmo tempo.
Revisto na Ghibli Fest. Não sei o que eu tinha na cabeça pra ter dado 3.5 estrelas na primeira assistida. Mesmo não sendo Ghibli à época de seu lançamento, Nausicaä foi um pontapé inicial magistral e corajoso para o estúdio. Além do tema, que é obviamente o maior trunfo da narrariva, eu gostaria de destacar o papel da trilha sonora. Minha única questão é o final "sem finalizar", mas que não afeta nem um pouco a experiência. Espetacular.
Um salve para a paleta de cores agradabilíssima e a competente direção de arte de um modo geral, com destaque pras maquiagens! Juntamente da fotografia que, em diversos (embora pontuais) momentos, brilhou, tais elementos me passaram a impressão de estar vendo pinturas em movimento. Sem dúvidas, valeu a pena baixar em 4K mesmo com mais de 7GB. Achei que o desenrolar do roteiro se deu muito sem desenvolvimento; na minha opinião, as passagens do tempo não foram bem marcadas e faltou clareza, dando a impressão de que tudo aconteceu dentro de alguns dias. Não deixa de ser uma ótima adaptação de Rei Lear.
Um desperdício fenomenal dos talentos de Anthony Hopkins e Bill Skarsgard que nem de longe conseguem sustentar o filme. O personagem de Hopkins não convence nem um pouco de suas motivações, e o diálogo sobre desigualdade social, embora necessário, ficou completamente forçado nesse roteiro canalha. Aos 40 minutos eu já estava exausto do filme, que é curto. A edição é interessante e a fotografia, em momentos pontuais, agrada; entretanto, a execução no desfecho foi ridícula.
Me encantei já nos créditos iniciais. A trilha sonora é personagem no filme, e sabe exatamente os momentos de sair de cena e nos deixar sufocados no silêncio. Gostei de muitas escolhas da direção de fotografia, especialmente os planos bem fechados e movimentos pelos corredores; juntamente com a trilha sonora, criaram uma bela atmosfera imersiva. Naomi Watts está impecável e gostaria de destacar o trabalho da Ann Miller também, que chamou atenção com sua Coco. Vou me abster de comentar sobre o enredo, acabei de assistir e ainda estou digerindo. Preciso ler textos a respeito, e confesso que a vibe do filme me deixou meio mal da cabeça. Tirei meia estrela porque após a "revelação", as coisas se tornam bem desconexas (embora façam sentido) e perdi um pouco do interesse ali.
O Diabo Veste Prada 2
3.5 217Só mais uma sequência sem propósito ou história pra contar, feita por fazer. A primeira hora se apoia DEMAIS em referências ao primeiro filme (que eu fiz questão de rever 2 dias antes). Acho que independentemente de arcos de redenção, a Miranda se apagou e o "diabo" deixa de fazer sentido no título. Tudo isso já era esperado, mas sim, deu pra entreter. Pra mim o ponto alto é a trilha sonora, especialmente "Walk of Fame" no começo quando revemos a Miranda pela primeira vez. Emily Blunt também foi destaque.
As Ondas
3.9 185 Assista AgoraUma aula incrível de como a montagem consegue carregar o filme, articulando diretamente com a fotografia, o roteiro e a trilha sonora e puxando para si a responsabilidade de integrar tudo para dar um andamento fenomenal.
Avatar: Fogo e Cinzas
3.5 304 Assista Agora50/50, fechei o Oscar aos 44 do segundo tempo. Primeira (e última) vez que me dou o trabalho. Avatar 3 foi um bom filme, mas é aquilo mesmo que tá todo mundo falando: mais do mesmo.
A Meia-Irmã Feia
3.8 445 Assista AgoraCom um enredo que soube de forma inteligente surfar na onda de A Substância, o filme traz uma direção de arte e figurino impecáveis, muito bem valorizados por uma ótima fotografia. A trilha sonora soube dar o tom na medida certa, as atuações são afiadas e tivemos sequências audiovisuais muito boas como os créditos de abertura e a cena do baile com In the Hall of the Mountain King tocand. Ter sido indicado apenas ao Oscar de caracterização é um crime. Filmaço.
A Pequena Amélie
3.9 50 Assista AgoraEla tem os visuais, ela tem a trilha sonora, ela tem o roteiro. Mas infelizmente ela não vai ter o Oscar. Só não vi Arco ainda, mas dentre os outros três, Amélie se destaca demais. Parece um filme da Ghibli.
O Último Azul
3.7 218 Assista AgoraLindamente fotografado e com uma direção de arte impecável. A edição, porém, escorrega em alguns (poucos) momentos, deslizando pontualmente em algumas continuidades. O roteiro tem uma espinha dorsal muito forte, contaminado, também muito pontualmente, por uns diálogos puramente expositivos ou pouco convincentes. Achei que metade do elenco fez um bom trabalho e a outra metade... bem. Plagiando o comentário abaixo, apesar de algumas questões, é "mais uma grande produção do cinema nacional" sim e com orgulho.
O Ônibus Perdido
3.4 109 Assista AgoraAlgumas escolhas técnicas da execução trazem ao filme, pontualmente, tons macabros de documentário. Graças à fotografia, o fogo acaba se tornando personagem, se não o verdadeiro protagonista. Entretanto, os clichês narrativos nos trazem de volta, lembrando que embora seja embasada em uma história real, ainda é uma peça de ficção. O filme peca nessas tentativas de acrescentar profundidade ao personagem de Matthew McConaughey, cujos dramas familiares não interessam tanto. A atmosfera eletrizante dos primeiros 2/3 acaba se perdendo, e acho que o filme ganharia muito com uma minutagem cerca de meia hora mais curta — só que aí seria só um simples filme de catástrofe e nada mais. Beco sem saída, mas ainda um bom filme.
Coração de Lutador: The Smashing Machine
3.0 139 Assista AgoraA indicação ao Oscar de maquiagem deve ter sido por terem colocado cabelo no Dwayne Johnson (cuja atuação foi muito boa, por sinal). Gostei bastante da fotografia e achei o som terrível. Emily Blunt estava ótima também. Bom filme.
A Empregada
3.4 597 Assista AgoraQuando o plot twist chegou eu tinha certeza que já estava no final do filme, mas era apenas a metade. Até então estava bom, ok, mas dali pra frente foi ladeira abaixo. Tudo muito pouco crível, gratuito e expositivo. Imagino que no livro deva funcionar bem, mas aqui, não. De qualquer forma valeu o entretenimento.
Hamnet: A Vida Antes de Hamlet
4.1 430 Assista AgoraQue atorzinho monstruoso esse Jacobi Jupe. Antes mesmo "daquela cena" eu já estava impressionado com como ele é bom. O filme demorou um pouco a me pegar, na primeira hora eu estava achando meio qualquer coisa, mas então... Completamente arrebatado, até os clichês conseguem ser bem executados. Quando o filme acabou, fiquei sem reação, como quando terminamos um livro muito bom, viramos a última página, soltamos o ar e passamos uns instantes olhando paro o nada. Paul Mescal estava ótimo e nem tenho o que falar sobre a Jessie Buckley, apenas excelente.
Sonhos de Trem
3.7 351 Assista AgoraO Deserto dos Tártaros.
"Este mundo é cheio de conexões sutis, rapazes. Cada fio que puxamos, não sabemos como influenciará o todo. Somos só crianças neste planeta, tirando parafusos da roda gigante, pensando que somos deuses".
Fotografia e tratamento de luz incríveis, simplesmente fenomenal. Filme belíssimo, extremamente emotivo, mas que me perdeu um pouco na segunda hora.
O Bom Bandido
3.5 95 Assista Agora100% fórmula de sessão da tarde. O roteiro previsível, a execução clichê... tudo ali. É gostosinho de assistir, mas poderia ser uns 20 minutos mais curto.
Uma Batalha Após a Outra
3.7 666 Assista AgoraDireção afiada. Roteiro afiado. Sean Penn afiado. Chase Infiniti e Regina Hall outros destaques do elenco. Gostei da direção de fotografia e a trilha sonora não convencional em momentos-chave chamou minha atenção. Não é um filme emocionante nem tem um fator "uau", mas é extremamente competente, passou voando.
O Agente Secreto
3.9 1,1K Assista AgoraOii, é pra fingir?
Os primeiros 30/40 minutos foram magistrais, assisti em êxtase prevendo uma obra-prima. Me enganei. Ainda nos pontos bons, a direção de fotografia é muito perspicaz, e em alguns momentos (pontuais), se alia à trilha sonora e eu me senti assistindo a trechos de um videoclipe — digo isso sem muito juízo de valor, não sei se gosto ou não, mas foi bonito, então cabe aqui. Wagner Moura está um pitel e a personagem da Maria Fernanda Cândido é extremamente magnética. A comédia funciona MUITO bem e a Dona Sebastiana é a maior estrela do filme.
De resto, achei a direção extremamente pretensiosa. Parece que Klebão, afobado por rechear o filme com homenagens e referências ao cinema, não soube que caminho seguir e acaba misturando tudo sem aprofundar em nada, uma coisa meio sem identidade. "Ai, mas a proposta é essa!"; bem, que merda. Achei a direção bagunçada e o roteiro sem saber o que quer contar. No ato final, eu me perguntava: "pra que? será que falta muito?". Qual a proposta narrativa? Confesso que não consegui captar.
Fúria Sanguinária
4.2 61 Assista AgoraAbsolute cinema. Sem tirar nem pôr.
Frankenstein
3.7 600 Assista AgoraDireção de arte ESPETACULAR, nenhuma surpresa (confesso que em vários momentos lembrei de Wicked kkkkk). Roteiro relativamente fiel ao livro, mas cheios daqueles velhos recursos narrativos inverossímeis. Apesar do elencaço (Charles Dance!!!), atuações boas, mas nada digno de muita nota. Gostaria de um pouquinho mais de fidelidade ao livro, pelo menos no desfecho.
O Porteiro da Noite
3.4 50 Assista AgoraChamar de romantização/fetichização do holocausto é um atestado de tremenda incapacidade de interpretação de texto. O que mais me agradou na obra foi a fotografia, como ela consegue ser tão discreta em suas inconvencionalidades. Enquanto há filmes em que a fotografia diferentona marca sua presença se tornando um elemento tão intenso quase como personagem da obra (não que isso seja ruim), aqui, ela consegue se mesclar ao conjunto sem chamar tanta atenção para si - podendo até passar despercebida a depender do espectador.
Elio
3.3 133Gente, o final é EXATAMENTE O MESMO do de Hércules.
De Olhos Bem Fechados
3.8 1,6K Assista AgoraLynch executou mil vezes melhor em Cidade dos Sonhos.
Ponyo: Uma Amizade que Veio do Mar
4.2 1,0K Assista AgoraDa primeira vez que assisti, achei uma bela de uma porcaria. Pois acabei de sair da sala do cinema e digo: impecável! É inocente, divertido, fofo, despretensioso e de dar um quentinho no coração, tudo ao mesmo tempo.
Nausicaä do Vale do Vento
4.3 464 Assista AgoraRevisto na Ghibli Fest. Não sei o que eu tinha na cabeça pra ter dado 3.5 estrelas na primeira assistida. Mesmo não sendo Ghibli à época de seu lançamento, Nausicaä foi um pontapé inicial magistral e corajoso para o estúdio. Além do tema, que é obviamente o maior trunfo da narrariva, eu gostaria de destacar o papel da trilha sonora. Minha única questão é o final "sem finalizar", mas que não afeta nem um pouco a experiência. Espetacular.
Ran
4.5 292 Assista AgoraUm salve para a paleta de cores agradabilíssima e a competente direção de arte de um modo geral, com destaque pras maquiagens! Juntamente da fotografia que, em diversos (embora pontuais) momentos, brilhou, tais elementos me passaram a impressão de estar vendo pinturas em movimento. Sem dúvidas, valeu a pena baixar em 4K mesmo com mais de 7GB. Achei que o desenrolar do roteiro se deu muito sem desenvolvimento; na minha opinião, as passagens do tempo não foram bem marcadas e faltou clareza, dando a impressão de que tudo aconteceu dentro de alguns dias. Não deixa de ser uma ótima adaptação de Rei Lear.
Confinado
2.8 114Um desperdício fenomenal dos talentos de Anthony Hopkins e Bill Skarsgard que nem de longe conseguem sustentar o filme. O personagem de Hopkins não convence nem um pouco de suas motivações, e o diálogo sobre desigualdade social, embora necessário, ficou completamente forçado nesse roteiro canalha. Aos 40 minutos eu já estava exausto do filme, que é curto. A edição é interessante e a fotografia, em momentos pontuais, agrada; entretanto, a execução no desfecho foi ridícula.
Cidade dos Sonhos
4.1 1,8K Assista AgoraMe encantei já nos créditos iniciais. A trilha sonora é personagem no filme, e sabe exatamente os momentos de sair de cena e nos deixar sufocados no silêncio. Gostei de muitas escolhas da direção de fotografia, especialmente os planos bem fechados e movimentos pelos corredores; juntamente com a trilha sonora, criaram uma bela atmosfera imersiva. Naomi Watts está impecável e gostaria de destacar o trabalho da Ann Miller também, que chamou atenção com sua Coco. Vou me abster de comentar sobre o enredo, acabei de assistir e ainda estou digerindo. Preciso ler textos a respeito, e confesso que a vibe do filme me deixou meio mal da cabeça. Tirei meia estrela porque após a "revelação", as coisas se tornam bem desconexas (embora façam sentido) e perdi um pouco do interesse ali.