A cada dois ou três anos, o terror busca se reinventar, ajustando sua estética e testando novas fórmulas — ainda que, por vezes, chegue ao mesmo resultado clichê. Mas é justamente aí que reside a mágica do cinema: a técnica a serviço de uma narrativa eficaz, abrindo possibilidades infinitas. A Hora do Mal se diferencia de outros exemplares contemporâneos do gênero ao apostar numa estratégia de montagem que evita entregar de imediato o que virá na sequência. No terror, esse recurso funciona com precisão, mantendo o espectador em estado de constante suspense. Some-se a isso um design de produção caprichado, uma fotografia expressiva e uma direção segura, e o resultado é um filme que, mesmo com explosões de violência impactantes, não se resume a elas — são apenas parte de um todo maior e mais consistente.
Os produtores juntaram ingredientes clássicos do suspense e serviram um caldo genérico, mas palatável, de thriller para se assistir num domingo chuvoso. Sem grandes surpresas, Animais Perigosos entrega um entretenimento previsível e despretensioso do começo ao fim.
Um dos grandes clássicos de Hitchcock, Um Corpo que Cai foi produzido pela Universal Studios, mesma casa de Os Pássaros, Psicose e Janela Indiscreta. James Stewart interpreta um detetive atormentado por sua fobia de altura e por suas fragilidades pessoais. Com seu perfeccionismo característico, Hitchcock planeja cada cena com precisão milimétrica. A direção de arte é deslumbrante, assim como a composição de planos e o uso de lentes que constroem uma narrativa visualmente rica e envolvente. Essencial para qualquer amante da sétima arte.
Se quer a experiência mais catártica e imersiva possível, assista Morte de Um Unicórnio estando lombrado. Ainda não usei este artifício, mas parece ser a melhor maneira de mergulhar nessa fantasia surreal que mistura comédia e terror gore. Loucura total. Não tente entendê-lo com a lógica do cotidiano, nem espere explicações convincentes para seus “porquês”. Abrace o absurdo, e o filme será divertido do começo ao fim.
Ótima surpresa em Como Treinar o Seu Dragão! A adaptação em 'live action' de uma animação tão querida consegue, se não superar, pelo menos igualar a versão original em termos de entretenimento. Os efeitos especiais são tão fluidos quanto o próprio roteiro, criando uma experiência envolvente do início ao fim. O único ponto “negativo” é que, quando menos se percebe, os 129 minutos já passaram voando. Diversão garantida!
Em uma época de segregação racial institucionalizada nos Estados Unidos dos anos 50 e 60, um apresentador de televisão ousou desafiar o 'establishment' ao levar, para dentro dos lares de milhões de norte-americanos, artistas negros em apresentações ao vivo. O documentário é interessantíssimo e funciona como uma mini-biografia do lendário Ed Sullivan, com foco principalmente no espaço e no reconhecimento que ele concedia à comunidade artística negra, que ainda lutava pelo direito de se expressar livremente e por igualdade civil. Ícones como Nina Simone, Stevie Wonder, Lena Horne, Nat King Cole, The Jackson 5, The Supremes, entre muitos outros, marcaram presença no seu programa, The Ed Sullivan Show, transmitido pelos estúdios da CBS. Narrado por meio de imagens de arquivo dessas apresentações, entrevistas da época e depoimentos atuais de quem o conheceu, Sullivan, Sunday Best é um belo tributo a alguém que, tendo poder de influência, decidiu usá-lo para ajudar a romper um paradigma de silenciamento dos corpos negros.
Novo clássico do terror zumbi, 28 Days Later, juntamente com Resident Evil, lançou uma nova onda de produções de terror com temática zumbi nos anos 2000, algo que não acontecia há vinte anos. Cillian Murphy é o protagonista desse filme apocalíptico tendo Londres como pano de fundo. Cenas de violência e muito suspense recheiam a narrativa e entregam o produto mais óbvio: muito sangue. A mensagem política e social insere o espectador no contexto de um ambiente mais familiar e plausível dando um toque de refinamento e propósito ao roteiro. Obrigatório a quem gosta do bom cinema.
Podemos dizer que trata-se de uma produção em que as 'estrelas' não são as protagonistas da trama. Sim, a icônica dupla, Ginger Rogers e Fred Astaire 'adornam' esse comédia-romance-musical, com os seus maravilhosos números de dança e sapateado. O foco central no entanto trata-se do casal formado por Irene Dunne e Randolph Scott. Rogers e Astaire vivem sua história particular, porem desidratada no contexto geral. Afinal de contas, qualquer filme fica lindo apenas com esses dois exercitando suas coreografias com perfeição absoluta.
Galã de fillmes comerciais dos anos oitenta, Matt Dillan, embarca nesta produção 'cult' de Gus Van Sant e prova que foi mais do que um rostinho bonito em Hollywood. Van Sant é o tipo de cineasta que vai atrás do desconforto. Ele não tem medo de tratar tabus. Na verdade ele se alimenta deles ao mesmo tempo que os desafia. Em sua filmografia de qualidade excepcional estão incluídos títulos como Garotos de Programa, Elefante, Gênio Indomável e Milk, só para exemplificar os que tiveram mais 'hypes'. Em Drugstore Cowboy, a procura ensandecida por sintéticos faz do aparente 'bom moço' Dillon a liderar um grupo multidisciplinar: assaltantes de farmácia, traficantes e usuários. Narrado pela percepção do personagem central, suas reflexões são audíveis em primeira pessoa, pondo o espectador na posição de confidente. Imagens de impacto aguardam o público. Ótima perspectiva sobre dependência química e as dificuldades enfrentadas por jovens brancos dos Estados Unidos nos anos 80.
Adaptação risível e constrangedora. Evitem. Embora haja um apelo a memorias afetivas de nossa infância, assistir essa versão em "live action", pode iniciar um desafeto inimaginável contra esse clássico Disney.
Theo James protagoniza os irmãos gêmeos deste "terrir" de narrativa confusa e lenta que gera muito pouco interesse ao espectador. James está lembrando o lendário Peter Cushing, ator dos filmes de terror "B" dos anos 50/60/70, com menos carisma, claro.
Não que seja um filme incrível, mas o novo Superman acerta quando aproxima o espectador do herói, humanizando-o, ao mesmo tempo que propõe uma Metrópolis comtemporaneizada, sujeita a problematica das "fake news" e das opressoes de poder. Sim, os clichês, os furos de roteiro e alguns diálogos bobocas estão ali, mas não podemos exigir muito de um filme cujo objetivo é, basicamente, o entretenimento.
Falta criatividade e sobra constrangimento nessa farofa jurássica caça-níquel. Nem os efeitos especiais conseguem passar do óbvio. O filme sai do nada e chega a lugar nenhum. Por mais duro que possa ser para os amantes da saga, uma continuação totalmente esquecível.
Há tempos nao assistia a um filme que conseguisse provocar de tantas formas. Boas performances, uma trilha sonora deliciosa e um roteiro instigante. A segregação racial no Mississipe dos anos 30 transforma-se em um conto lírico com o surrealismo negro traçando a estética dos superlativos e do impensável. Essa é uma jóia rara !
Uma produção acima da media para o gênero do terror, sempre a míngua de obras com maior relevância. O roteiro trabalha, sem piedade, o conteúdo emotivo familiar contrastando com com cenas de elevado grau de violência. O resultado é um filme macabro e assustador.
A única justificativa para Al Pacino participar dessa 'pataguada' são as contas para pagar no fim do mês e a escassez, em Hollywood, de bons papéis para sua faixa etária. O Ritual é um filme tão desinteressante qto mal produzido. A profunidade do roteiro se equipara as das outras inumeras produções genericas de baixo orçamento feitas a rodo para este subgênero do terror. Aos 85 anos o icônico ator de O Poderoso Chefão, Sérpico, Perfume de Mulher, não merecia gastar sua energia em investir sua credibilidade neste vexame.
Mais uma vez jovens incautos se veem presos numa casa isolada onde forças demoníacas os fazem lutar por suas vidas. Sim, os mesmos clichês de sempre. Until Dawn entrega muitos sustos genéricos e aproveita-se da estética 'gore' para se firmar. Filme de consumo rapido e esquecível que, se nao empolga no terror, acerta no "terrir".
Delicioso terror slasher, repaginado com adolescentes perturbados da geração 'Z'. Absolutamente longe de ser incrível, mas entrega algum nivel entretenimento e risos.
Policial bem produzido com Michelle Pfeiffer e Mel Gibson no auge de suas carreiras. Conspiração Tequila, cria um suspense recheado de "sex appeal" dos protagonistas que vai costurando a trama com ação e belas paisagens da ensolarada Califórnia. A onipresente disputa entre "machos alfa" por sua "fêmea" se mostra um tanto quanto datada e grosseira por vezes. Reflexos de uma época...
Não se tem como dissasociar Jezebel da imagem de Bette Davis. A personagem, tambem título do filme, provoca no público um misto de simpatia e repulsa numa performance magnetizante e que se tornou lendária assim como a atriz. Espelhando uma dualidade de caráter comum a qualquer ser humano, Jezebel provoca desconforto a quebrar a ideia maniqueista das relações tao bem firmadas nos romances levados as telas por Hollywood. Tendo como cenário o sul escravocrata dos Estados Unidos no periodo que antecede guerra civil, os holofotes são todos pra Jezebel/Davis em disputa pelo grande amor de sua vida. Direção de arte, fotografias incríveis e um elenco de apoio com nomes como Henry Fonda, George Brent e direção de William Wyler tornam essa produção ainda mais interessante. Com Jezebel, Bette Davis abocanha o seu segundo Oscar de melhor atriz em 1939 ddesbancando nomes do quilate de Margareth Sullavan e Norma Shearer, se firmando no topo das atrizes mais icônicas do cinema mundial.
Ingmar Bergman é o melhor açougueiro da psique humana. Ele consegue traduzir as dores da alma, principalmente a feminina, com um silêncio, por vezes, ensurdecedor, através de luz e sombras. Gritos e Sussuros e um desses seus trabalhos que escaram sua genialidade e seu domínio de direção e construção da imagem. Mais uma obra prima do mestre Bergman.
O bucólico e o urbano se contrapõem numa história de embates e diferenças entre tempo e cultura. Um sentido de inadequação e culpa permeiam todos os personagens do filme. E eles seguem sua busca para, de alguma forma, se redimirem.
A Hora do Mal
3.7 1,0K Assista AgoraA cada dois ou três anos, o terror busca se reinventar, ajustando sua estética e testando novas fórmulas — ainda que, por vezes, chegue ao mesmo resultado clichê. Mas é justamente aí que reside a mágica do cinema: a técnica a serviço de uma narrativa eficaz, abrindo possibilidades infinitas. A Hora do Mal se diferencia de outros exemplares contemporâneos do gênero ao apostar numa estratégia de montagem que evita entregar de imediato o que virá na sequência. No terror, esse recurso funciona com precisão, mantendo o espectador em estado de constante suspense. Some-se a isso um design de produção caprichado, uma fotografia expressiva e uma direção segura, e o resultado é um filme que, mesmo com explosões de violência impactantes, não se resume a elas — são apenas parte de um todo maior e mais consistente.
Animais Perigosos
3.0 159 Assista AgoraOs produtores juntaram ingredientes clássicos do suspense e serviram um caldo genérico, mas palatável, de thriller para se assistir num domingo chuvoso. Sem grandes surpresas, Animais Perigosos entrega um entretenimento previsível e despretensioso do começo ao fim.
Um Corpo que Cai
4.2 1,3K Assista AgoraUm dos grandes clássicos de Hitchcock, Um Corpo que Cai foi produzido pela Universal Studios, mesma casa de Os Pássaros, Psicose e Janela Indiscreta. James Stewart interpreta um detetive atormentado por sua fobia de altura e por suas fragilidades pessoais. Com seu perfeccionismo característico, Hitchcock planeja cada cena com precisão milimétrica.
A direção de arte é deslumbrante, assim como a composição de planos e o uso de lentes que constroem uma narrativa visualmente rica e envolvente. Essencial para qualquer amante da sétima arte.
A Morte de um Unicórnio
2.6 89 Assista AgoraSe quer a experiência mais catártica e imersiva possível, assista Morte de Um Unicórnio estando lombrado. Ainda não usei este artifício, mas parece ser a melhor maneira de mergulhar nessa fantasia surreal que mistura comédia e terror gore.
Loucura total. Não tente entendê-lo com a lógica do cotidiano, nem espere explicações convincentes para seus “porquês”. Abrace o absurdo, e o filme será divertido do começo ao fim.
Como Treinar o seu Dragão
4.1 284 Assista AgoraÓtima surpresa em Como Treinar o Seu Dragão! A adaptação em 'live action' de uma animação tão querida consegue, se não superar, pelo menos igualar a versão original em termos de entretenimento. Os efeitos especiais são tão fluidos quanto o próprio roteiro, criando uma experiência envolvente do início ao fim. O único ponto “negativo” é que, quando menos se percebe, os 129 minutos já passaram voando. Diversão garantida!
Programa de Domingo: A História de Ed Sullivan
4.0 4 Assista AgoraEm uma época de segregação racial institucionalizada nos Estados Unidos dos anos 50 e 60, um apresentador de televisão ousou desafiar o 'establishment' ao levar, para dentro dos lares de milhões de norte-americanos, artistas negros em apresentações ao vivo. O documentário é interessantíssimo e funciona como uma mini-biografia do lendário Ed Sullivan, com foco principalmente no espaço e no reconhecimento que ele concedia à comunidade artística negra, que ainda lutava pelo direito de se expressar livremente e por igualdade civil.
Ícones como Nina Simone, Stevie Wonder, Lena Horne, Nat King Cole, The Jackson 5, The Supremes, entre muitos outros, marcaram presença no seu programa, The Ed Sullivan Show, transmitido pelos estúdios da CBS.
Narrado por meio de imagens de arquivo dessas apresentações, entrevistas da época e depoimentos atuais de quem o conheceu, Sullivan, Sunday Best é um belo tributo a alguém que, tendo poder de influência, decidiu usá-lo para ajudar a romper um paradigma de silenciamento dos corpos negros.
Extermínio
3.7 1,1K Assista AgoraNovo clássico do terror zumbi, 28 Days Later, juntamente com Resident Evil, lançou uma nova onda de produções de terror com temática zumbi nos anos 2000, algo que não acontecia há vinte anos. Cillian Murphy é o protagonista desse filme apocalíptico tendo Londres como pano de fundo. Cenas de violência e muito suspense recheiam a narrativa e entregam o produto mais óbvio: muito sangue. A mensagem política e social insere o espectador no contexto de um ambiente mais familiar e plausível dando um toque de refinamento e propósito ao roteiro. Obrigatório a quem gosta do bom cinema.
Roberta
3.7 8 Assista AgoraPodemos dizer que trata-se de uma produção em que as 'estrelas' não são as protagonistas da trama. Sim, a icônica dupla, Ginger Rogers e Fred Astaire 'adornam' esse comédia-romance-musical, com os seus maravilhosos números de dança e sapateado. O foco central no entanto trata-se do casal formado por Irene Dunne e Randolph Scott. Rogers e Astaire vivem sua história particular, porem desidratada no contexto geral. Afinal de contas, qualquer filme fica lindo apenas com esses dois exercitando suas coreografias com perfeição absoluta.
Drugstore Cowboy
3.7 108 Assista AgoraGalã de fillmes comerciais dos anos oitenta, Matt Dillan, embarca nesta produção 'cult' de Gus Van Sant e prova que foi mais do que um rostinho bonito em Hollywood. Van Sant é o tipo de cineasta que vai atrás do desconforto. Ele não tem medo de tratar tabus. Na verdade ele se alimenta deles ao mesmo tempo que os desafia. Em sua filmografia de qualidade excepcional estão incluídos títulos como Garotos de Programa, Elefante, Gênio Indomável e Milk, só para exemplificar os que tiveram mais 'hypes'. Em Drugstore Cowboy, a procura ensandecida por sintéticos faz do aparente 'bom moço' Dillon a liderar um grupo multidisciplinar: assaltantes de farmácia, traficantes e usuários. Narrado pela percepção do personagem central, suas reflexões são audíveis em primeira pessoa, pondo o espectador na posição de confidente. Imagens de impacto aguardam o público. Ótima perspectiva sobre dependência química e as dificuldades enfrentadas por jovens brancos dos Estados Unidos nos anos 80.
Branca de Neve
2.1 333 Assista AgoraAdaptação risível e constrangedora. Evitem. Embora haja um apelo a memorias afetivas de nossa infância, assistir essa versão em "live action", pode iniciar um desafeto inimaginável contra esse clássico Disney.
O Macaco
2.4 362 Assista AgoraTheo James protagoniza os irmãos gêmeos deste "terrir" de narrativa confusa e lenta que gera muito pouco interesse ao espectador. James está lembrando o lendário Peter Cushing, ator dos filmes de terror "B" dos anos 50/60/70, com menos carisma, claro.
Superman
3.6 917 Assista AgoraNão que seja um filme incrível, mas o novo Superman acerta quando aproxima o espectador do herói, humanizando-o, ao mesmo tempo que propõe uma Metrópolis comtemporaneizada, sujeita a problematica das "fake news" e das opressoes de poder. Sim, os clichês, os furos de roteiro e alguns diálogos bobocas estão ali, mas não podemos exigir muito de um filme cujo objetivo é, basicamente, o entretenimento.
Jurassic World: Recomeço
2.7 452 Assista AgoraFalta criatividade e sobra constrangimento nessa farofa jurássica caça-níquel. Nem os efeitos especiais conseguem passar do óbvio. O filme sai do nada e chega a lugar nenhum. Por mais duro que possa ser para os amantes da saga, uma continuação totalmente esquecível.
Pecadores
4.0 1,2K Assista AgoraHá tempos nao assistia a um filme que conseguisse provocar de tantas formas. Boas performances, uma trilha sonora deliciosa e um roteiro instigante. A segregação racial no Mississipe dos anos 30 transforma-se em um conto lírico com o surrealismo negro traçando a estética dos superlativos e do impensável. Essa é uma jóia rara !
Faça Ela Voltar
3.8 754 Assista AgoraUma produção acima da media para o gênero do terror, sempre a míngua de obras com maior relevância. O roteiro trabalha, sem piedade, o conteúdo emotivo familiar contrastando com com cenas de elevado grau de violência. O resultado é um filme macabro e assustador.
O Ritual
2.1 55 Assista AgoraA única justificativa para Al Pacino participar dessa 'pataguada' são as contas para pagar no fim do mês e a escassez, em Hollywood, de bons papéis para sua faixa etária.
O Ritual é um filme tão desinteressante qto mal produzido. A profunidade do roteiro se equipara as das outras inumeras produções genericas de baixo orçamento feitas a rodo para este subgênero do terror. Aos 85 anos o icônico ator de O Poderoso Chefão, Sérpico, Perfume de Mulher, não merecia gastar sua energia em investir sua credibilidade neste vexame.
Until Dawn: Noite de Terror
2.8 328 Assista AgoraMais uma vez jovens incautos se veem presos numa casa isolada onde forças demoníacas os fazem lutar por suas vidas. Sim, os mesmos clichês de sempre. Until Dawn entrega muitos sustos genéricos e aproveita-se da estética 'gore' para se firmar. Filme de consumo rapido e esquecível que, se nao empolga no terror, acerta no "terrir".
O Palhaço no Milharal
2.6 132 Assista AgoraDelicioso terror slasher, repaginado com adolescentes perturbados da geração 'Z'. Absolutamente longe de ser incrível, mas entrega algum nivel entretenimento e risos.
Conspiração Tequila
3.0 63 Assista AgoraPolicial bem produzido com Michelle Pfeiffer e Mel Gibson no auge de suas carreiras. Conspiração Tequila, cria um suspense recheado de "sex appeal" dos protagonistas que vai costurando a trama com ação e belas paisagens da ensolarada Califórnia. A onipresente disputa entre "machos alfa" por sua "fêmea" se mostra um tanto quanto datada e grosseira por vezes. Reflexos de uma época...
Jezebel
3.9 116 Assista AgoraNão se tem como dissasociar Jezebel da imagem de Bette Davis. A personagem, tambem título do filme, provoca no público um misto de simpatia e repulsa numa performance magnetizante e que se tornou lendária assim como a atriz. Espelhando uma dualidade de caráter comum a qualquer ser humano, Jezebel provoca desconforto a quebrar a ideia maniqueista das relações tao bem firmadas nos romances levados as telas por Hollywood. Tendo como cenário o sul escravocrata dos Estados Unidos no periodo que antecede guerra civil, os holofotes são todos pra Jezebel/Davis em disputa pelo grande amor de sua vida. Direção de arte, fotografias incríveis e um elenco de apoio com nomes como Henry Fonda, George Brent e direção de William Wyler tornam essa produção ainda mais interessante. Com Jezebel, Bette Davis abocanha o seu segundo Oscar de melhor atriz em 1939 ddesbancando nomes do quilate de Margareth Sullavan e Norma Shearer, se firmando no topo das atrizes mais icônicas do cinema mundial.
Gritos e Sussurros
4.3 477 Assista AgoraIngmar Bergman é o melhor açougueiro da psique humana. Ele consegue traduzir as dores da alma, principalmente a feminina, com um silêncio, por vezes, ensurdecedor, através de luz e sombras.
Gritos e Sussuros e um desses seus trabalhos que escaram sua genialidade e seu domínio de direção e construção da imagem. Mais uma obra prima do mestre Bergman.
O Vento
3.5 3O bucólico e o urbano se contrapõem numa história de embates e diferenças entre tempo e cultura. Um sentido de inadequação e culpa permeiam todos os personagens do filme. E eles seguem sua busca para, de alguma forma, se redimirem.
Atentado ao Hotel Taj Mahal
4.0 277 Assista AgoraConsegue construir uma empatia entre o espectador e os personagens, suficiente para nos deixar envolvidos durante toda a trama. Missão cumprida.
Investigation 13
0.6 6É triste ver um investimento num produto audiovisual de tamanha mediocridade.