Não costumo gostar de filmes religiosos, mas esse, minha opinião, é uma das grandes cinebiografias do cinema nacional. Um verdadeiro show de atuação de Bianca Comparato (que não perde o sotaque nem o tom de voz uma única vez sequer) e Regina Braga (mesmos elogios de Bianca além de estar irreconhecível pela ótima caracterização), além de Malu Valle e Zezé Polessa também sempre ótimas em cena. A produção é excelente e recria todas as diferentes épocas com perfeição.
"Assistencialismo, meu filho, tira proveito político da situação do pobre. O que nós fazemos aqui, meu filho, devia ser direito essencial de todos."
Não tenho palavras pra descrever a perfeição dessa minissérie. Tirou "Breaking Bad" do posto de melhor série da história com facilidade. Nota 10 do início ao fim - e que fim. Impactante é pouco perto de tudo que a série representa, no silêncio que habita em Chernobyl e Pripyat ficarão guardados para sempre o medo e a coragem de todos os seus heróis e vítimas.
Achei um ótimo filme, uma das melhores cinebiografias que já vi no geral, não só nacionais. E isso se dá pelo fato de que não houve preocupação em retratar Chacrinha como uma pessoa de fácil convívio, pois geralmente os biografados são transformados em santos. Foi mostrada a dificuldade em trabalhar e conviver com Abelardo, o quanto ele era uma pessoa difícil de lidar.
Acho que a citação à Clara Nunes foi um pouco equivocada e pegou mal para o filme, é meu único porém. Não deveriam ter retratado o assunto do envolvimento nunca comprovado que eles supostamente tiveram de maneira que ele pareceu algo confirmado. Acho que não se preocuparam em soar levianos nessa abordagem. Contudo, poderia ter mostrado como a morte de Clara afetou Chacrinha, pois mesmo que não tenha havido nada entre eles, é notório e público que ambos nutriam um carinho imenso um pelo outro e eram grandes amigos. Pessoas do convívio dele inclusive dizem que ele nunca mais foi o mesmo após a morte de Clara Nunes, pois tinha um carinho imenso pela artista assim como pela pessoa dela.
Quanto as atuações, Stepan é de uma monstruosidade em cena que arrepia, desde o andar, a falar, as expressões, tudo nele é do Chacrinha. Trabalho sem defeito algum, uma perfeição da primeira a última cena do longa. Já a interpretação de Clara Nunes por Laila Garín foi, na minha opinião, boa em partes. Laíla não é parecida visualmente com Clara, mas conseguiu pegar o modo de falar da cantora de maneira brilhante. Lembrou em muito a Clara. Cantando também achei que foi uma boa interpretação, nos gestuais tão característicos daquela que eu arrisco dizer, é a maior cantora que o Brasil já teve, em vários sentidos. Ela poderia ter dublado, mas acredito que não houve liberação das músicas de Clara para uso no filme, devido ao modo como a imagem dela seria usada. Por último, mas não menos importante, a interpretação que pra mim foi uma grata surpresa: Gianne Albertoni deu um show a parte como a incrível Elke. Do gestual ao modo de falar, passando pela gargalhada inigualável e o carinhoso tratamento de "painho" que tinha com Chacrinha. Foi uma interpretação brilhante e nada fácil. Vale lembrar que a ótima Luana Piovani já havia interpretado Elke no longa "Zuzu Angel", mas Gianne tem o bônus de ser muito mais parecida visualmente com a própria Elke do que Luana.
Outro ponto no qual pecaram muito foi Rita Cadillac. A personagem merecia ser muito mais explorada no filme do que realmente foi. Karen Junqueira foi boa, mas não ganhou espaço suficiente para interpretar a maior e mais icônica das Chacretes, o que é uma pena. A relação entre Rita e Chacrinha merecia muito mais destaque. Ótimo filme, pra mim valeu cinco estrelas por não tentar mostrar que Chacrinha era também Chacrinha fora do palco. Ansioso por "Hebe - A Estrela do Brasil".
Pra quê? O filme é bom, óbvio, mas devido a história ser ótima. Não consigo entender o motivo pra se fazer um remake de um grande filme ainda tão atual. De positivo, Leandro Hassum deu conta das partes dramáticas muito mais do que pensei que ele daria.
Ótimo filme, assisti no cinema e considero uma das melhores produções nacionais. Ainda penso que Zezé Polessa, que interpretou Zuzu no programa "Linha Direta" seria uma melhor escolha para o papel, mas Patrícia Pillar deu conta. Luana Piovani como Elke esteve ótima em cena, até por ter um pouco de Elke nela mesma. Othon Bastos é um monstro da atuação, fez um general da época como acredito que pouquíssimos fariam. Quanto ao resto do elenco, atuações ok. O filme poderia ter uma duração um pouco mais longa, mas mesmo assim é ótimo e acima da média.
A conexão entre esse enredo e os outros filmes da franquia "Invocação do Mal" foi realmente genial. Uma pena que tenha sido o melhor do filme. As melhores cenas são as quais a incrível Vera Farmiga aparece (e por sinal, ela é infinitamente melhor do que a irmã). A "explicação" para o surgimento da Valak é realmente muito pobre, assim como VÁRIAS cenas do filme (inclusive, tem uma cena perto do final que vai lembrar muita gente de uma abertura antiga do fantástico e isso é péssimo). Realmente um filme decepcionante, Valak merecia muito mais pois é uma personagem visualmente ótima e assustadora. Novamente, só valeu pela ligação realmente perfeita entre os filmes. Espero que não tenha continuação, só os próximos "Invocação do Mal" mesmo. Alguns pontos: a trilha sonora é legal, tem uma música em especial que combina muito com as cenas de aparição da Valak. E nunca, NUNCA MESMO era pra ter alívio cômico em um filme desse tipo. Jogou o rendimento lá pra baixo. P.S. O sangue de Jesus tem poder.
Que porcaria. Não tem outra definição pra esse vídeo. História extremamente besta, efeitos pífios e atuações fraquíssimas. A Joey King atuou tão bem no primeiro "Invocação do Mal" que chega ser vergonhoso que ela participe dessa palhaçada. Não é a toa que só tinham 6 pessoas na sala de cinema.
A primeira temporada foi perfeita do início ao fim. Vencedora de prêmios, recebendo todas as críticas positivas possível. Realmente uma obra prima da arte.
Mas essa segunda temporada, meus amigos. Que coisa mais maravilhosa. Foi poético, foi crítico. Realmente épico, genial. E isso começa por terem escolhido mostrar toda a história do Andrew Cunanan de modo inverso. Cada episódio tem seu apogeu, seu momento mais incrível.
O primeiro episódio é de uma perfeição sem tamanho. A fotografia da série é de uma beleza sem limites, a paleta de cores é sensacional. Edgar Ramirez está impecável como Gianni Versace. Tanto na aparência quanto nos gestos. A cena do icônico último desfile do Versace foi assustadoramente idêntica em todos os detalhes.
Outra coisa perfeita na série foi a trilha sonora. Várias cenas se tornaram icônicas por conta da trilha sonora. Pra mim, uma cena carregada de emoções é no início do segunda episódio, quando Andrew muda a estação do rádio do carro depois de ouvir seu nome como procurado, e aumenta o som ao ouvir a canção "Gloria", de Laura Branigan. Essa cena diz tudo o que o personagem sente. A euforia dele enquanto canta, pois ele estava a caminho de sua glória pessoal, ele sabia que iria matar Gianni Versace, e para ele isso seria o auge da vida dele, ele seria reconhecido e teria toda atenção, admiração e respeito - e quem sabe até seria amado - que Gianni Versace tinha. Outra música que marcou a série foi "Self Control", da mesma cantora. Ambas tiveram ligações com o momento e a personalidade de Cunanan. Outra cena incrível é o cruzamento das entrevistas de Jeff e Gianni, ambos falando sobre sua sexualidade. Enquanto Jeff se esconde para não ser reconhecido, Versace posa com o companheiro de 13 anos, orgulhoso. A série mostra de maneira clara e crua todo o preconceito em torno da comunidade homossexual naquela época. Inclusive das autoridades.
Agora sobre as interpretações. Darren Criss e Penélope Cruz foram os donos da temporada. E porque eu cito ambos? Pelo simples motivo do personagem de Criss, Andrew Cunanan, ser um personagem MUITOS NÍVEIS MAIS COMPLICADO do que o da Penélope. Ela interpretou com maestria uma Donatella verdadeira, tanto no modo de falar que foi absurdamente idêntico, quanto na aparência - até agora não consegui identificar o que mudaram no rosto dela pra ficar igual a Donatella na época - e, o mais impressionante, ela andou como Donatella. Foi incrível o que ela fez. Pra mim o melhor papel da vida dela. Agora Criss, ele foi assustadoramente incrível. Foi como se ele tivesse incorporado Andrew para fazer a série. Não existem registros de imagem de Cunanan que não sejam fotografias. Não podemos ver como era o jeito dele, mas o que Darren fez foi assustador. A cena dele dançando de sunga no episódio 2, ele se entendeu psicopata e personificou isso, da maneira com mais alma possível. Ao fim da série, é possível sentir algum pouco de pena do personagem. O modo como tudo termina é triste, melancólico.
Andrew Cunanan queria tudo que Gianni Versace tinha e significava. Ele queria se abertamente homossexual e, mesmo assim, ser respeitado e admirado, ser amado por alguém e, acima de tudo, ser considerado alguém importante. Cunanan queria a importância que o pai sempre deu a ele, e que moldou toda a vida dele.
Andrew Cunanan tirou a vida de Gianni Versace em questão de segundos. É confirmado que Gianni nunca viu o que o atingiu naquela manhã de 15 de julho de 1997. Cunanan queria tirar a vida de Versace para que o mesmo perdesse toda glória que tinha. Ele não matou. Não. Andrew Cunanan imortalizou Gianni Versace naquela escada, enquanto deu a confirmação do que ele mais temia, sua vida não teria glória alguma. Andrew Cunanan morreu durante a vida inteira, e ao atentar contra Gianni Versace, ele morreu lentamente e da forma mais melancólica possível no interior daquela casa, durante oito dias. No fundo, ele sabia que Gianni seria seu fim, e essa foi a última tentativa de ter glória e reconhecimento, nem que fosse em seus últimos dias. Foi um personagem digno de pena, seria injusto se ele tivesse conseguido fugir e estivesse até hoje solto por ai. Sua história deveria terminar assim, e talvez o maior reconhecimento e a possível glória que Andrew Cunanan tenha hoje, seja por ter tido a coragem de, em seu momento mais glorioso, tirar a própria vida.
Cinco estrelas. É o mínimo que essa série - e toda a história de Andrew Cunanan e Gianni Versace com suas glórias pessoal - merece.
Só perde para os três primeiros, mas é extremamente melhor que os outros. É um suspiro positivo pra uma franquia que já vem super desgastada e queimada. Gostei, me surpreendeu no final como acontecia lá nos três primeiros filmes da franquia.
A fotografia do filme é impecável. Ótimo roteiro e um elenco convincente. Natalie Portman foi magnífica nessa atuação. Arrisco que mereceria uma continuação mostrando Jackie após deixar a Casa Branca, e o conturbado casamento com Onassis. Gostei muito.
PERFEIÇÃO do início ao fim. Tudo é realmente extraordinário, desde a história, roteiro, direção, fotografia, interpretações (Jacob Tremblay é um ser muito evoluído) e o desenrolar todo, não tem ponto negativo algum. O filme mais perfeito que já vi na vida, merecedor de nota máxima! "Todos merecem ser aplaudidos de pé ao menos uma vez na vida."
Superou TOTAL as expectativas. Sustos muito bem feitos, caracterização do "mal" perfeita, atuações convincentes, cenas e sequências ótimas. Foi BRILHANTE o modo como ligaram esse ao primeiro filme da franquia.
Ah, o terror cômico dos anos 90. Uma época super diferente pro gênero. Adorei o filme, é ótimo de assistir, não decepciona em nada e ainda me fez rir muito com aquele diretor do filme do início gritando "Cuuuuuuut, cut cut cut cut cut" hahaha Ótima pedida, recomendo muito!
Nunca tinha visto um filme que demora tanto pra acontecer. Quando acontece até que tem umas cenas legais, mas achei muito falha a ambientação. Aquela casa estava muito limpa pra um lugar abandonado há 20 anos. Quando um deles vai ao banheiro a parede era super branca e o espelho em frente a pia estava muito limpo também. Foram várias falhas. Ai chega no final, que pra mim foi broxante demais. Uma boa estória desperdiçada.
Fui gostando do filme desde o início, só acho que a estória seria melhor desenvolvida se a Emelie tivesse alguma ligação com a família. Por exemplo: Eu passei muito tempo do filme pensando que o casal poderia ter causado um acidente no passado, e ela teria perdido o filho assim. Foi bom que a revelação me surpreendeu, mas eu esperava mais. Achei o final bom, Emelia terminando do jeito que terminou, na minha opinião, foi o melhor final possível. Talvez rendesse uma continuação bem legal. Gostei das cenas dela com as crianças, do modo como ela tratou cada um deles de modo diferente. Gostei bastante da atriz.
Não vou me ater a um comentário gigante, apenas: - Melhor construção de um personagem da história do cinema, por Montse; - Ambientação maravilhosa; - Que fotografia brilhante; - Drama fortíssimo; - Uma protagonista - não cabe chamá-la de vilã - digna de toda pena do mundo; - Os títulos "Musaraña"/"Ninho de Musaranho" são maravilhosos e em tudo condizem com o papel de Montse; - Agorofobia interpretada com maestria e brilhantismo; - Está no meu Top 7 dos melhores filmes que já vi; - Aplaudo de pé com palmas lentas o trabalho PERFEITO com todas as honras de Macarena Gómez, faltam palavras pra descrever o que ela fez nessa produção, foi espantoso.
Isso é ARTE!
"Musaranhos são capazes de atacar, matar e devorar animais que têm o dobro do seu tamanho".
Assisti sem esperar nada e me surpreendi. Ótimo suspense, interpretações corretas e um enredo que me prendeu do início ao fim. Interpretação incrível da Barbara Steele. O filme é todo dela. P.S. É um tapa na cara do cidadão essa senhora ter 80 anos. P.S.2 Achei ela uma versão "Gêmeos: Mórbida Semelhança" da Cassandra, do 'Sai de Baixo'.
Ah, os horrores/terrores setentistas <3 Gostei muito do filme, bom elenco e estória que me prendeu do início ao fim pelo modo como foi conduzida. Acho que serviu de inspiração para 'Anjo Mau', que é um filme muito bom e com ótima interpretação de Macaulay Culkin. Um dos melhores filme dos anos 70, sem dúvida.
Foram cerca de 80 ótimos minutos de filme. O modo como tudo acontecia, teve um clima macabro/sombrio que me lembrou o horror/terror setentista. O corpo de "Jane" sempre ali, imóvel, era de dar calafrios. Pena os 6 minutos finais, o desenrolar do enredo, na minha opinião, jogou e muito o rendimento do filme pra baixo.
Irmã Dulce
3.7 131 Assista AgoraNão costumo gostar de filmes religiosos, mas esse, minha opinião, é uma das grandes cinebiografias do cinema nacional. Um verdadeiro show de atuação de Bianca Comparato (que não perde o sotaque nem o tom de voz uma única vez sequer) e Regina Braga (mesmos elogios de Bianca além de estar irreconhecível pela ótima caracterização), além de Malu Valle e Zezé Polessa também sempre ótimas em cena. A produção é excelente e recria todas as diferentes épocas com perfeição.
"Assistencialismo, meu filho, tira proveito político da situação do pobre. O que nós fazemos aqui, meu filho, devia ser direito essencial de todos."
Chernobyl
4.7 1,4K Assista AgoraNão tenho palavras pra descrever a perfeição dessa minissérie. Tirou "Breaking Bad" do posto de melhor série da história com facilidade. Nota 10 do início ao fim - e que fim. Impactante é pouco perto de tudo que a série representa, no silêncio que habita em Chernobyl e Pripyat ficarão guardados para sempre o medo e a coragem de todos os seus heróis e vítimas.
Chacrinha: O Velho Guerreiro
3.4 86 Assista AgoraAchei um ótimo filme, uma das melhores cinebiografias que já vi no geral, não só nacionais. E isso se dá pelo fato de que não houve preocupação em retratar Chacrinha como uma pessoa de fácil convívio, pois geralmente os biografados são transformados em santos. Foi mostrada a dificuldade em trabalhar e conviver com Abelardo, o quanto ele era uma pessoa difícil de lidar.
Acho que a citação à Clara Nunes foi um pouco equivocada e pegou mal para o filme, é meu único porém. Não deveriam ter retratado o assunto do envolvimento nunca comprovado que eles supostamente tiveram de maneira que ele pareceu algo confirmado. Acho que não se preocuparam em soar levianos nessa abordagem. Contudo, poderia ter mostrado como a morte de Clara afetou Chacrinha, pois mesmo que não tenha havido nada entre eles, é notório e público que ambos nutriam um carinho imenso um pelo outro e eram grandes amigos. Pessoas do convívio dele inclusive dizem que ele nunca mais foi o mesmo após a morte de Clara Nunes, pois tinha um carinho imenso pela artista assim como pela pessoa dela.
Quanto as atuações, Stepan é de uma monstruosidade em cena que arrepia, desde o andar, a falar, as expressões, tudo nele é do Chacrinha. Trabalho sem defeito algum, uma perfeição da primeira a última cena do longa. Já a interpretação de Clara Nunes por Laila Garín foi, na minha opinião, boa em partes. Laíla não é parecida visualmente com Clara, mas conseguiu pegar o modo de falar da cantora de maneira brilhante. Lembrou em muito a Clara. Cantando também achei que foi uma boa interpretação, nos gestuais tão característicos daquela que eu arrisco dizer, é a maior cantora que o Brasil já teve, em vários sentidos. Ela poderia ter dublado, mas acredito que não houve liberação das músicas de Clara para uso no filme, devido ao modo como a imagem dela seria usada. Por último, mas não menos importante, a interpretação que pra mim foi uma grata surpresa: Gianne Albertoni deu um show a parte como a incrível Elke. Do gestual ao modo de falar, passando pela gargalhada inigualável e o carinhoso tratamento de "painho" que tinha com Chacrinha. Foi uma interpretação brilhante e nada fácil. Vale lembrar que a ótima Luana Piovani já havia interpretado Elke no longa "Zuzu Angel", mas Gianne tem o bônus de ser muito mais parecida visualmente com a própria Elke do que Luana.
Outro ponto no qual pecaram muito foi Rita Cadillac. A personagem merecia ser muito mais explorada no filme do que realmente foi. Karen Junqueira foi boa, mas não ganhou espaço suficiente para interpretar a maior e mais icônica das Chacretes, o que é uma pena. A relação entre Rita e Chacrinha merecia muito mais destaque.
Ótimo filme, pra mim valeu cinco estrelas por não tentar mostrar que Chacrinha era também Chacrinha fora do palco. Ansioso por "Hebe - A Estrela do Brasil".
Não Se Aceitam Devoluções
2.6 55Pra quê? O filme é bom, óbvio, mas devido a história ser ótima. Não consigo entender o motivo pra se fazer um remake de um grande filme ainda tão atual. De positivo, Leandro Hassum deu conta das partes dramáticas muito mais do que pensei que ele daria.
Zuzu Angel
3.7 419 Assista AgoraÓtimo filme, assisti no cinema e considero uma das melhores produções nacionais. Ainda penso que Zezé Polessa, que interpretou Zuzu no programa "Linha Direta" seria uma melhor escolha para o papel, mas Patrícia Pillar deu conta. Luana Piovani como Elke esteve ótima em cena, até por ter um pouco de Elke nela mesma. Othon Bastos é um monstro da atuação, fez um general da época como acredito que pouquíssimos fariam. Quanto ao resto do elenco, atuações ok. O filme poderia ter uma duração um pouco mais longa, mas mesmo assim é ótimo e acima da média.
Pé Pequeno
3.6 163 Assista AgoraQue maravilha de filme!
A Freira
2.5 1,5K Assista AgoraA conexão entre esse enredo e os outros filmes da franquia "Invocação do Mal" foi realmente genial. Uma pena que tenha sido o melhor do filme. As melhores cenas são as quais a incrível Vera Farmiga aparece (e por sinal, ela é infinitamente melhor do que a irmã). A "explicação" para o surgimento da Valak é realmente muito pobre, assim como VÁRIAS cenas do filme (inclusive, tem uma cena perto do final que vai lembrar muita gente de uma abertura antiga do fantástico e isso é péssimo). Realmente um filme decepcionante, Valak merecia muito mais pois é uma personagem visualmente ótima e assustadora. Novamente, só valeu pela ligação realmente perfeita entre os filmes. Espero que não tenha continuação, só os próximos "Invocação do Mal" mesmo.
Alguns pontos: a trilha sonora é legal, tem uma música em especial que combina muito com as cenas de aparição da Valak. E nunca, NUNCA MESMO era pra ter alívio cômico em um filme desse tipo. Jogou o rendimento lá pra baixo.
P.S. O sangue de Jesus tem poder.
Slender Man: Pesadelo Sem Rosto
1.5 475 Assista AgoraQue porcaria. Não tem outra definição pra esse vídeo. História extremamente besta, efeitos pífios e atuações fraquíssimas.
A Joey King atuou tão bem no primeiro "Invocação do Mal" que chega ser vergonhoso que ela participe dessa palhaçada. Não é a toa que só tinham 6 pessoas na sala de cinema.
American Crime Story: O Assassinato de Gianni Versace (2ª Temporada)
4.1 392 Assista AgoraQue série é essa?
A primeira temporada foi perfeita do início ao fim. Vencedora de prêmios, recebendo todas as críticas positivas possível. Realmente uma obra prima da arte.
Mas essa segunda temporada, meus amigos. Que coisa mais maravilhosa. Foi poético, foi crítico. Realmente épico, genial. E isso começa por terem escolhido mostrar toda a história do Andrew Cunanan de modo inverso. Cada episódio tem seu apogeu, seu momento mais incrível.
O primeiro episódio é de uma perfeição sem tamanho. A fotografia da série é de uma beleza sem limites, a paleta de cores é sensacional. Edgar Ramirez está impecável como Gianni Versace. Tanto na aparência quanto nos gestos. A cena do icônico último desfile do Versace foi assustadoramente idêntica em todos os detalhes.
Outra coisa perfeita na série foi a trilha sonora. Várias cenas se tornaram icônicas por conta da trilha sonora. Pra mim, uma cena carregada de emoções é no início do segunda episódio, quando Andrew muda a estação do rádio do carro depois de ouvir seu nome como procurado, e aumenta o som ao ouvir a canção "Gloria", de Laura Branigan. Essa cena diz tudo o que o personagem sente. A euforia dele enquanto canta, pois ele estava a caminho de sua glória pessoal, ele sabia que iria matar Gianni Versace, e para ele isso seria o auge da vida dele, ele seria reconhecido e teria toda atenção, admiração e respeito - e quem sabe até seria amado - que Gianni Versace tinha. Outra música que marcou a série foi "Self Control", da mesma cantora. Ambas tiveram ligações com o momento e a personalidade de Cunanan.
Outra cena incrível é o cruzamento das entrevistas de Jeff e Gianni, ambos falando sobre sua sexualidade. Enquanto Jeff se esconde para não ser reconhecido, Versace posa com o companheiro de 13 anos, orgulhoso. A série mostra de maneira clara e crua todo o preconceito em torno da comunidade homossexual naquela época. Inclusive das autoridades.
Agora sobre as interpretações. Darren Criss e Penélope Cruz foram os donos da temporada. E porque eu cito ambos? Pelo simples motivo do personagem de Criss, Andrew Cunanan, ser um personagem MUITOS NÍVEIS MAIS COMPLICADO do que o da Penélope. Ela interpretou com maestria uma Donatella verdadeira, tanto no modo de falar que foi absurdamente idêntico, quanto na aparência - até agora não consegui identificar o que mudaram no rosto dela pra ficar igual a Donatella na época - e, o mais impressionante, ela andou como Donatella. Foi incrível o que ela fez. Pra mim o melhor papel da vida dela.
Agora Criss, ele foi assustadoramente incrível. Foi como se ele tivesse incorporado Andrew para fazer a série. Não existem registros de imagem de Cunanan que não sejam fotografias. Não podemos ver como era o jeito dele, mas o que Darren fez foi assustador. A cena dele dançando de sunga no episódio 2, ele se entendeu psicopata e personificou isso, da maneira com mais alma possível. Ao fim da série, é possível sentir algum pouco de pena do personagem. O modo como tudo termina é triste, melancólico.
Andrew Cunanan queria tudo que Gianni Versace tinha e significava. Ele queria se abertamente homossexual e, mesmo assim, ser respeitado e admirado, ser amado por alguém e, acima de tudo, ser considerado alguém importante. Cunanan queria a importância que o pai sempre deu a ele, e que moldou toda a vida dele.
Andrew Cunanan tirou a vida de Gianni Versace em questão de segundos. É confirmado que Gianni nunca viu o que o atingiu naquela manhã de 15 de julho de 1997. Cunanan queria tirar a vida de Versace para que o mesmo perdesse toda glória que tinha. Ele não matou. Não. Andrew Cunanan imortalizou Gianni Versace naquela escada, enquanto deu a confirmação do que ele mais temia, sua vida não teria glória alguma. Andrew Cunanan morreu durante a vida inteira, e ao atentar contra Gianni Versace, ele morreu lentamente e da forma mais melancólica possível no interior daquela casa, durante oito dias. No fundo, ele sabia que Gianni seria seu fim, e essa foi a última tentativa de ter glória e reconhecimento, nem que fosse em seus últimos dias. Foi um personagem digno de pena, seria injusto se ele tivesse conseguido fugir e estivesse até hoje solto por ai. Sua história deveria terminar assim, e talvez o maior reconhecimento e a possível glória que Andrew Cunanan tenha hoje, seja por ter tido a coragem de, em seu momento mais glorioso, tirar a própria vida.
Cinco estrelas. É o mínimo que essa série - e toda a história de Andrew Cunanan e Gianni Versace com suas glórias pessoal - merece.
Jogos Mortais: Jigsaw
2.8 720 Assista AgoraSó perde para os três primeiros, mas é extremamente melhor que os outros. É um suspiro positivo pra uma franquia que já vem super desgastada e queimada. Gostei, me surpreendeu no final como acontecia lá nos três primeiros filmes da franquia.
Tirando a parte da moto e do lazer,
gostei dos jogos. Nunca imaginei que estava vendo fatos com dez anos de intervalo entre si.
Não esperava um filme tão bom depois do final fraco que os outros tiveram. Vale uma (UMA!) continuação.
-> Nota: 3.5/5.0
Jackie
3.4 743 Assista AgoraA fotografia do filme é impecável. Ótimo roteiro e um elenco convincente. Natalie Portman foi magnífica nessa atuação. Arrisco que mereceria uma continuação mostrando Jackie após deixar a Casa Branca, e o conturbado casamento com Onassis. Gostei muito.
Extraordinário
4.3 2,1K Assista AgoraPERFEIÇÃO do início ao fim. Tudo é realmente extraordinário, desde a história, roteiro, direção, fotografia, interpretações (Jacob Tremblay é um ser muito evoluído) e o desenrolar todo, não tem ponto negativo algum. O filme mais perfeito que já vi na vida, merecedor de nota máxima!
"Todos merecem ser aplaudidos de pé ao menos uma vez na vida."
Isso é arte!
Walt nos Bastidores de Mary Poppins
3.8 576 Assista AgoraTom Hanks sendo o bom (ou seria ótimo?) e velho Tom Hanks. Emma Thompson em mais uma atuação memorável. Um filme que merece palmas.
Annabelle 2: A Criação do Mal
3.3 1,1K Assista AgoraSuperou TOTAL as expectativas. Sustos muito bem feitos, caracterização do "mal" perfeita, atuações convincentes, cenas e sequências ótimas. Foi BRILHANTE o modo como ligaram esse ao primeiro filme da franquia.
Demônios da Noite
3.5 102Ah, o terror cômico dos anos 90. Uma época super diferente pro gênero. Adorei o filme, é ótimo de assistir, não decepciona em nada e ainda me fez rir muito com aquele diretor do filme do início gritando "Cuuuuuuut, cut cut cut cut cut" hahaha Ótima pedida, recomendo muito!
A Casa dos Mortos
2.4 391 Assista grátisNunca tinha visto um filme que demora tanto pra acontecer. Quando acontece até que tem umas cenas legais, mas achei muito falha a ambientação. Aquela casa estava muito limpa pra um lugar abandonado há 20 anos. Quando um deles vai ao banheiro a parede era super branca e o espelho em frente a pia estava muito limpo também. Foram várias falhas. Ai chega no final, que pra mim foi broxante demais. Uma boa estória desperdiçada.
A Casa dos Sonhos
3.2 1,4KGostei da primeira reviravolta, não esperava aquilo mesmo. Mas fui enjoando do filme, achei tudo meio desconexo e o final foi dos mais sem graça.
Emelie
2.4 217Fui gostando do filme desde o início, só acho que a estória seria melhor desenvolvida se a Emelie tivesse alguma ligação com a família. Por exemplo: Eu passei muito tempo do filme pensando que o casal poderia ter causado um acidente no passado, e ela teria perdido o filho assim. Foi bom que a revelação me surpreendeu, mas eu esperava mais.
Achei o final bom, Emelia terminando do jeito que terminou, na minha opinião, foi o melhor final possível. Talvez rendesse uma continuação bem legal. Gostei das cenas dela com as crianças, do modo como ela tratou cada um deles de modo diferente. Gostei bastante da atriz.
Quatro Vidas de Um Cachorro
3.8 728 Assista AgoraAchei um ótimo filme. Nunca esperei aquele final.
Ninho de Musaranho
3.7 339Não vou me ater a um comentário gigante, apenas:
- Melhor construção de um personagem da história do cinema, por Montse;
- Ambientação maravilhosa;
- Que fotografia brilhante;
- Drama fortíssimo;
- Uma protagonista - não cabe chamá-la de vilã - digna de toda pena do mundo;
- Os títulos "Musaraña"/"Ninho de Musaranho" são maravilhosos e em tudo condizem com o papel de Montse;
- Agorofobia interpretada com maestria e brilhantismo;
- Está no meu Top 7 dos melhores filmes que já vi;
- Aplaudo de pé com palmas lentas o trabalho PERFEITO com todas as honras de Macarena Gómez, faltam palavras pra descrever o que ela fez nessa produção, foi espantoso.
Isso é ARTE!
"Musaranhos são capazes de atacar, matar e devorar animais que têm o dobro do seu tamanho".
O Segredo da Borboleta
2.5 81 Assista AgoraAssisti sem esperar nada e me surpreendi. Ótimo suspense, interpretações corretas e um enredo que me prendeu do início ao fim. Interpretação incrível da Barbara Steele. O filme é todo dela.
P.S. É um tapa na cara do cidadão essa senhora ter 80 anos.
P.S.2 Achei ela uma versão "Gêmeos: Mórbida Semelhança" da Cassandra, do 'Sai de Baixo'.
A Inocente Face do Terror
3.6 114 Assista AgoraAh, os horrores/terrores setentistas <3
Gostei muito do filme, bom elenco e estória que me prendeu do início ao fim pelo modo como foi conduzida. Acho que serviu de inspiração para 'Anjo Mau', que é um filme muito bom e com ótima interpretação de Macaulay Culkin. Um dos melhores filme dos anos 70, sem dúvida.
Um banho de TUDO em "Goodnight, Mommy".
Tô Ryca!
3.0 292 Assista AgoraSamantha Schmutz e Katiuscia Canoro são muito, muito boas. Teve críticas muito boas e nos brindou com a eternamente maravilhosa Marília Pêra.
A Autópsia
3.3 1,1K Assista AgoraForam cerca de 80 ótimos minutos de filme. O modo como tudo acontecia, teve um clima macabro/sombrio que me lembrou o horror/terror setentista. O corpo de "Jane" sempre ali, imóvel, era de dar calafrios. Pena os 6 minutos finais, o desenrolar do enredo, na minha opinião, jogou e muito o rendimento do filme pra baixo.