vencer, ela parece ser uma pessoa incrível e passou por todo esse processo de crescimento durante a temporada e ainda é, como o Law falou, uma folha em branco pra evoluir mais livremente na indústria depois do programa. O que me deixa triste é a forma como a
saiu. Que ela dominou a temporada e merecia demais ganhar não há dúvidas, eu torcia muito, mas a verdade é que ela se desestabilizou depois do contato que teve com aquele estilista Philipp Plein e isso me incomoda demais. A temporada toda teve esse discurso incrível de aceitação e empoderamento em vários âmbitos (e eu acho que passou essa mensagem de uma forma muito legal realmente), inclusive estando no tema do desfile final, então é muito contraditório quando o estilista desse desfile se mostrou totalmente averso a isso e impactou de uma grande forma no resultado. A Khrystyana e a jurada Ashley Graham eram os pontos de representatividade de modelos mais curvilíneas com esse ativismo todo presente em todos os episódios. Mas quando trouxeram alguém de fora do programa as atitudes dele não estavam alinhadas justamente com esse ponto. Ele trouxe considerações ridículas para o painel de julgamento das fotos da Pantene e a reação dos jurados a isso foi impagável, eu consegui ouvir daqui cada "cala a boca" que eles deviam estar pensando. A forma como ele falou da Khrystyana já nesse momento foi horrível e mais inaceitável ainda na prova de roupa. EM RESUMO o objetivo todo da temporada de passar a mensagem de aceitação de seu próprio corpo (por você E pela indústria da moda atual) foi por água abaixo quando o estilista do desfile final simplesmente não faz sequer uma roupa que sirva bem nessas modelos e as compara com cavalos. Esse foi o ponto de quebra da Khrystyana e isso me deixa triste demais.
Tinha tudo pra ser bem mais que mediano mas não conseguiu passar disso, tô até triste. Não é ruim, de jeito nenhum, é leve e engraçado, os personagens te cativam demais e a história em si é super interessante, mas o desenvolvimento de algumas tramas é muito fraco.
[talvez spoiler] A parte do romance é bem explorada, assim como certas relações familiares (com exceção do fato da mãe da Bong Soon ser extremamente abusiva em relação ao pai e todo mundo tá nem aí pra isso, ele chega a fugir de casa !!!! mas é trazido de volta sem consentimento e aí tudo fica aparentemente bem por mágica ???). Chega a tocar em uns assuntos bem importantes em relação a representação feminina e foge de esteriótipos, mas nada muito profundo. Não dá pra ignorar o simples fato de que TODO MUNDO nesse dorama é muito BURRO!! O plot dos sequestros é interessante demais e podia render bons resultados mas a forma como foi desenvolvido fez tudo ser muito frustrante e até bobo, isso pra mim foi o que mais fez cair a qualidade. A surpresa pra mim foi que o último episódio conseguiu ser mil vezes melhor que todo resto e a sensação final é muito boa. (os surtos de fofura que o Min Hyuk tem com as coisas mínimas que a Bong Soon faz?? Tudo pra mimmm!!!)
Lindo lindo lindo. Acabou mas eu não me toquei que tinha acabado, precisei assistir todos os créditos passando enquanto aquela música incrível ficava retumbando na minha cabeça pra processar tudo o que foi apresentado. É maravilhoso e eu queria mais daqueles personagens-pessoas-reais e suas histórias. Mas a gente precisa saber que realmente não acaba ali, aquelas pessoas ainda existem, assim como tantas outras em situações semelhantes. O filme não tem final fechado porque não acabou, a luta tá aí no dia a dia. Pega a mexerica e descasca a mexerica! "A nossa ordem é a desordem do sistema".
Tenho mil coisas pra falar dessa série, mas só queria registrar aqui o quão maravilhosa ela é. Vou sentir falta de todos esses personagens e desse ambiente de the office, muito amor
"poderia ter sido bem mais do que foi"... realmente, poderia. mas essa é questão!! não me refiro ao filme em si, é maravilhoso, e não dou continuidade às aspas com um "infelizmente". poderia ter sido mais do que foi, gatsby. poderia ter sido mais do que foi, daisy. poderia ter sido mais do que foi, nick. é um conjunto infinito de ~poderia ter sido~ e eu sinto por isso.
pelamordedeus como não comentar essa trilha sonora e a explosão visual que é esse filme?? maravilhoso. [preciso dizer que fico bem triste com todos esses comentários de ódio caindo sobre a daisy. gente....]
Eu ia dizer que é um filme sobre nada, que não tem história e que isso é ótimo. Mas ali há dezenas de histórias, às vezes ao mesmo tempo, fiquei até atordoada com todas elas. Sem linearidade ou narrativa ele, na verdade, fala de tudo. É só um homem com uma câmera e é também sobre um homem com uma câmera e sobre todas as cenas comuns cotidianas do arredor. A montagem, a metalinguagem, as sobreposições, a trilha sonora e a sincronia com as cenas, o uso dos sons das próprias cenas como trilha... O cinema aqui realmente não tem nada de literatura ou teatro
É a precisão na imprecisão e vice-versa que guia esse trabalho. Tem toda essa ideia de ação e reação mas quando isso falha dentro de algo tão planejado só acrescenta à obra, os cortes no filme quando a ação acontece mas a reação provavelmente não aconteceu e você é jogada alguns minutos pra frente meio perdida quando tudo vinha sendo tão linear, contínuo. Quando eu assisti, alguém ao meu lado disse, sem nem tempo pra refletir, que era ruim. Ruim e ponto. Do outro lado alguém disse que achou engraçado, e é. É cômico, os sons, os materiais, tem tudo pra ser cena de um desenho animado mas, como outa pessoa comentou ao meu redor, foi tudo muito bem pensado, do ponto da física, da química, da engenharia, e foi bem pensado pra usar o que não dava pra prever também, fazer uso do caos dentro de uma ordem. A moça a minha frente não soube dizer o que achou e eu fiquei pensando que também não sabia, torcendo pra que não me perguntassem. Eu tinha acabado de assistir trinta minutos de pura entropia e não sabia o que tinha achado da obra, eu sabia quais emoções tinha me causado, calma apreensão uns risos com os sons uns encantos com o uso dos materiais umas frustrações com os cortes uma serenidade com as espuminhas um 'wow' com as explosões e cada vez que queimava alguma coisa (e foram muitas vezes), mas colocar isso em palavras de forma racional? não deu
Em êxtase. Isso basicamente resume o meu estado após assistir Mommy. Dolan te faz sentir cada momento, cada dança e cada soco, com tanta intensidade! O roteiro é um primor, as atuações são impecáveis, a fotografia é linda e não poderia ter trilha sonora melhor. Mommy é abalador e belíssimo.
As cenas do devaneio da Diane, que coisa mais maravilhosa!! E essa última cena que fica voltando a cada minuto na minha cabeça ao som de born to die, sem estruturas.
Preciso dizer que o uso da chuva como elemento em cenas específicas foi sensacional.
Tudo o que eu posso dizer nesse momento em que estou acordada é que me deixou encantada. Que coisa fabulosa! (eu não amei cada segundo, mas cada segundo que amei foi tão profundamente que me deixou querendo mais, e não é um mais de continuação ou de saber o que acontece na vida deles, é só mais. Mais daquilo, daquele cotidiano, daqueles sonhos, dessa história despretensiosa)
Os atores e a sinopse me fizeram criar uma certa expectativa, mas ela infelizmente não se confirmou. O enredo é bom, com vários pontos que poderiam ganhar enfoque, mas falta um bom desenvolvimento; as cenas parecem sempre precisar de uma continuação, que acaba não vindo nunca; não constrói bem a relação do George nem com o mundo sob o seu pessimismo, nem com a Sally, e muito menos com a sua família. Mas a relação dele consigo mesmo e com a sua arte é um ponto forte a ser destacado, fazendo o filme não ser de todo ruim. Ainda assim, o Freddie Highmore e a Emma Roberts estão belíssimos e a trilha sonora é encantadora.
Impressionante. Toda a sensibilidade e a poesia transbordando de uma relação caótica. As atuações, o texto, a trilha sonora, a fotografia... Dolan. Mas a questão é: eles aprenderam a se amar?
A atmosfera super pesada que permeia "Bastidores de um casamento" (o que fizeram com a sutileza do título original Another Happy Day?) não quebra a sensibilidade das frases sobre as relações familiares, que são de uma honestidade cortante, ou das cenas em que o teor dramático é extremamente alto. Apesar de personagens e situações exageradas, o equilíbrio da narração não é perdido. A visão inquietante do diretor é exposta de forma espetacular através do personagem autodestrutivo e paradoxal Elliot (Ezra Miller, que mais uma vez tem uma atuação incrível e merece destaque), e do jogo de câmeras.
Com o desenrolar, é chocante perceber que a "normalidade" do restante da família é mais problemática e têm um impacto negativo maior do que os considerados "doentes", o drogado, a suicida, o autista, a dramática.
America's Next Top Model, Ciclo 24
3.6 10No geral eu amei muito a temporada e amei a
Kyla
Khrystyana
A temporada toda teve esse discurso incrível de aceitação e empoderamento em vários âmbitos (e eu acho que passou essa mensagem de uma forma muito legal realmente), inclusive estando no tema do desfile final, então é muito contraditório quando o estilista desse desfile se mostrou totalmente averso a isso e impactou de uma grande forma no resultado. A Khrystyana e a jurada Ashley Graham eram os pontos de representatividade de modelos mais curvilíneas com esse ativismo todo presente em todos os episódios. Mas quando trouxeram alguém de fora do programa as atitudes dele não estavam alinhadas justamente com esse ponto. Ele trouxe considerações ridículas para o painel de julgamento das fotos da Pantene e a reação dos jurados a isso foi impagável, eu consegui ouvir daqui cada "cala a boca" que eles deviam estar pensando. A forma como ele falou da Khrystyana já nesse momento foi horrível e mais inaceitável ainda na prova de roupa.
EM RESUMO o objetivo todo da temporada de passar a mensagem de aceitação de seu próprio corpo (por você E pela indústria da moda atual) foi por água abaixo quando o estilista do desfile final simplesmente não faz sequer uma roupa que sirva bem nessas modelos e as compara com cavalos. Esse foi o ponto de quebra da Khrystyana e isso me deixa triste demais.
(Principalmente pela Jeana ter ficado em segundo, socorro).
Jean-Michel Basquiat: A Criança Radiante
4.1 11 Assista Agora̶k̶i̶l̶l̶ ̶h̶i̶m̶ free him - and let his soul run wild
Himouto! Umaru-chan
4.1 15É a coisa mais leve desse mundoooo, todos os meus problemas nem existem mais
Strong Woman Do Bong Soon
4.4 117Tinha tudo pra ser bem mais que mediano mas não conseguiu passar disso, tô até triste. Não é ruim, de jeito nenhum, é leve e engraçado, os personagens te cativam demais e a história em si é super interessante, mas o desenvolvimento de algumas tramas é muito fraco.
[talvez spoiler]
A parte do romance é bem explorada, assim como certas relações familiares (com exceção do fato da mãe da Bong Soon ser extremamente abusiva em relação ao pai e todo mundo tá nem aí pra isso, ele chega a fugir de casa !!!! mas é trazido de volta sem consentimento e aí tudo fica aparentemente bem por mágica ???). Chega a tocar em uns assuntos bem importantes em relação a representação feminina e foge de esteriótipos, mas nada muito profundo.
Não dá pra ignorar o simples fato de que TODO MUNDO nesse dorama é muito BURRO!! O plot dos sequestros é interessante demais e podia render bons resultados mas a forma como foi desenvolvido fez tudo ser muito frustrante e até bobo, isso pra mim foi o que mais fez cair a qualidade.
A surpresa pra mim foi que o último episódio conseguiu ser mil vezes melhor que todo resto e a sensação final é muito boa. (os surtos de fofura que o Min Hyuk tem com as coisas mínimas que a Bong Soon faz?? Tudo pra mimmm!!!)
Passo
4.1 7agonia
Fordlândia
4.1 14nada é mais simbólico que Dona América e seu futuro inexistente
Era o Hotel Cambridge
4.2 100 Assista AgoraENTRA PRA SUA CASA! CORRA! A CASA É SUA!
Lindo lindo lindo. Acabou mas eu não me toquei que tinha acabado, precisei assistir todos os créditos passando enquanto aquela música incrível ficava retumbando na minha cabeça pra processar tudo o que foi apresentado. É maravilhoso e eu queria mais daqueles personagens-pessoas-reais e suas histórias. Mas a gente precisa saber que realmente não acaba ali, aquelas pessoas ainda existem, assim como tantas outras em situações semelhantes. O filme não tem final fechado porque não acabou, a luta tá aí no dia a dia. Pega a mexerica e descasca a mexerica! "A nossa ordem é a desordem do sistema".
The Get Down (1ª Temporada)
4.5 414 Assista AgoraMaravilhosa demais em t o d o s os aspectos mas tô em prantos
The Office (9ª Temporada)
4.3 684Tenho mil coisas pra falar dessa série, mas só queria registrar aqui o quão maravilhosa ela é. Vou sentir falta de todos esses personagens e desse ambiente de the office, muito amor
“I wish there was a way to know you’re in the good old days, before you’ve actually left them.”
The Office (3ª Temporada)
4.5 344O desenvolvimento dos personagens nessa temporada é maravilhoso, tô muito orgulhosa da minha filha Pam Beesly
Dia dos Mortos
3.7 331 Assista AgoraAh! A ironia de Romero!! É cada cena gore que me faz querer fechar os olhos ao mesmo tempo não quero desgrudar da tela pois maravilhosas, apenas
O Grande Gatsby
3.9 2,7K Assista Agora"poderia ter sido bem mais do que foi"... realmente, poderia. mas essa é questão!! não me refiro ao filme em si, é maravilhoso, e não dou continuidade às aspas com um "infelizmente". poderia ter sido mais do que foi, gatsby. poderia ter sido mais do que foi, daisy. poderia ter sido mais do que foi, nick. é um conjunto infinito de ~poderia ter sido~ e eu sinto por isso.
pelamordedeus como não comentar essa trilha sonora e a explosão visual que é esse filme?? maravilhoso.
[preciso dizer que fico bem triste com todos esses comentários de ódio caindo sobre a daisy. gente....]
Um Homem com uma Câmera
4.4 204 Assista AgoraEu ia dizer que é um filme sobre nada, que não tem história e que isso é ótimo. Mas ali há dezenas de histórias, às vezes ao mesmo tempo, fiquei até atordoada com todas elas. Sem linearidade ou narrativa ele, na verdade, fala de tudo. É só um homem com uma câmera e é também sobre um homem com uma câmera e sobre todas as cenas comuns cotidianas do arredor. A montagem, a metalinguagem, as sobreposições, a trilha sonora e a sincronia com as cenas, o uso dos sons das próprias cenas como trilha... O cinema aqui realmente não tem nada de literatura ou teatro
A Maneira Como as Coisas Acontecem
4.1 3É a precisão na imprecisão e vice-versa que guia esse trabalho. Tem toda essa ideia de ação e reação mas quando isso falha dentro de algo tão planejado só acrescenta à obra, os cortes no filme quando a ação acontece mas a reação provavelmente não aconteceu e você é jogada alguns minutos pra frente meio perdida quando tudo vinha sendo tão linear, contínuo.
Quando eu assisti, alguém ao meu lado disse, sem nem tempo pra refletir, que era ruim. Ruim e ponto. Do outro lado alguém disse que achou engraçado, e é. É cômico, os sons, os materiais, tem tudo pra ser cena de um desenho animado mas, como outa pessoa comentou ao meu redor, foi tudo muito bem pensado, do ponto da física, da química, da engenharia, e foi bem pensado pra usar o que não dava pra prever também, fazer uso do caos dentro de uma ordem.
A moça a minha frente não soube dizer o que achou e eu fiquei pensando que também não sabia, torcendo pra que não me perguntassem. Eu tinha acabado de assistir trinta minutos de pura entropia e não sabia o que tinha achado da obra, eu sabia quais emoções tinha me causado, calma apreensão uns risos com os sons uns encantos com o uso dos materiais umas frustrações com os cortes uma serenidade com as espuminhas um 'wow' com as explosões e cada vez que queimava alguma coisa (e foram muitas vezes), mas colocar isso em palavras de forma racional? não deu
Gravity Falls (2ª Temporada)
4.7 121Saí do último episódio com a sensação de coração quentinho, com vontade de explorar e com a certeza de que haverá outros verões.
Mommy
4.3 1,2KEm êxtase. Isso basicamente resume o meu estado após assistir Mommy. Dolan te faz sentir cada momento, cada dança e cada soco, com tanta intensidade! O roteiro é um primor, as atuações são impecáveis, a fotografia é linda e não poderia ter trilha sonora melhor. Mommy é abalador e belíssimo.
As cenas do devaneio da Diane, que coisa mais maravilhosa!! E essa última cena que fica voltando a cada minuto na minha cabeça ao som de born to die, sem estruturas.
Preciso dizer que o uso da chuva como elemento em cenas específicas foi sensacional.
Despertar dos Mortos
3.9 336 Assista Agoraand there’s no room in this hell, there’s no room in the next
Sonhando Acordado
4.0 319Tudo o que eu posso dizer nesse momento em que estou acordada é que me deixou encantada. Que coisa fabulosa!
(eu não amei cada segundo, mas cada segundo que amei foi tão profundamente que me deixou querendo mais, e não é um mais de continuação ou de saber o que acontece na vida deles, é só mais. Mais daquilo, daquele cotidiano, daqueles sonhos, dessa história despretensiosa)
Utopia e Barbárie
4.4 87 Assista AgoraMomento em que você tem vontade de chorar pela humanidade ao mesmo tempo em que ela te deixa cheia de esperança. Desconcertante harmonia.
Força Para Viver
4.1 271 Assista AgoraSobre eu ter voltado umas dez vezes os últimos minutos de filme <3
A Arte da Conquista
3.4 903Os atores e a sinopse me fizeram criar uma certa expectativa, mas ela infelizmente não se confirmou. O enredo é bom, com vários pontos que poderiam ganhar enfoque, mas falta um bom desenvolvimento; as cenas parecem sempre precisar de uma continuação, que acaba não vindo nunca; não constrói bem a relação do George nem com o mundo sob o seu pessimismo, nem com a Sally, e muito menos com a sua família. Mas a relação dele consigo mesmo e com a sua arte é um ponto forte a ser destacado, fazendo o filme não ser de todo ruim.
Ainda assim, o Freddie Highmore e a Emma Roberts estão belíssimos e a trilha sonora é encantadora.
That '70s Show (3ª Temporada)
4.4 112Se a última cena do último episódio não despedaçou o seu coração, então não estamos fazendo o que eu achei que estávamos fazendo....
Eu Matei Minha Mãe
3.9 1,3KImpressionante. Toda a sensibilidade e a poesia transbordando de uma relação caótica.
As atuações, o texto, a trilha sonora, a fotografia... Dolan. Mas a questão é: eles aprenderam a se amar?
"O que você faria se eu morresse hoje?" "Eu morreria amanhã"
Bastidores de Um Casamento
3.5 95 Assista AgoraA atmosfera super pesada que permeia "Bastidores de um casamento" (o que fizeram com a sutileza do título original Another Happy Day?) não quebra a sensibilidade das frases sobre as relações familiares, que são de uma honestidade cortante, ou das cenas em que o teor dramático é extremamente alto. Apesar de personagens e situações exageradas, o equilíbrio da narração não é perdido.
A visão inquietante do diretor é exposta de forma espetacular através do personagem autodestrutivo e paradoxal Elliot (Ezra Miller, que mais uma vez tem uma atuação incrível e merece destaque), e do jogo de câmeras.
Todas as cenas entre mãe e filho, Lynn e Elliot, são de uma sutileza comovente e, ainda assim, muito fortes.
Com o desenrolar, é chocante perceber que a "normalidade" do restante da família é mais problemática e têm um impacto negativo maior do que os considerados "doentes", o drogado, a suicida, o autista, a dramática.