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Que sono... muito ruim, parece aquelas novelas da Record
Tive a impressão de que o filme abre a deixa para se pensar sobre relações de gênero, inclusive por evocar a figura histórica das bruxas. Muito mais do que sobre religião. A relação entre pai, mãe e filha, apesar de ser afetada pela crença religiosa (e não sei até que ponto permitem-se paralelos com fundamentalismos contemporâneos), me remeteu às desconfianças que se têm a princípio sobre à índole feminina. Neste ponto achei possível traçar mais paralelos entre a inquisição das mulheres, que foi a caça às “bruxas”, e as dinâmicas sociais de hoje no que toca às representações comuns sobre a suposta e reiteradamente acionada dissimulação do comportamento feminino. As incertezas sobre quem personifica o mal (Thomasin? Os gêmeos? O pai? O bode?) me fez pensar em “bruxa” como metáfora. Ninguém no filme vê a bruxa, mas sua existência se faz sentir não só pelo que ela faz, mas também pelas atitudes tomadas pelos personagens.
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Gostei. Intenso, diálogos especiais, muito bom! Assiste!
Ixi, mermão Hahahaha. Eu tô trabalhando na Pirueta.
É que eu sou ruim de dar estrela mesmo, nunca sei se tô sendo 100% justa. Hahahaha. Eu tô em São Luís sim. E tu, o que anda fazendo?
Eu estou impactado com a atuação do Jamie Foxx.