Últimas opiniões enviadas
Um western que mostra como o ocidente cresceu e se civilizou. Richard Widmark oferece o que provavelmente é sua última grande atuação como um xerife cujo jeito de fazer as coisas não agrada aos "poderosos" personificados pelo comerciante da cidade. Este filme, assim como (Convite para um Pistoleiro, 1964), feito alguns anos antes, revela o quanto covardes e desesperados os poderosos são quando não há ninguém para fazer o que eles querem. O filme ainda se mantém num ritmo muito bom, embora tenha aquela aparência de "lote secundário" na maior parte dele. John Saxon tem um trabalho breve, mas memorável, neste filme. Resumindo um bom western aqui.
Um filme bem antigo, com aquela velha formula dos filmes dessa época a qual eu adoro esses filmes, aqui reúne um grupo de viajantes, presos por uma forte tempestade, em uma antiga propriedade sombria. A casa pertence à família Femm, incluindo a paranoica Rebecca e seu irmão sepulcral Horrace, que são servidos por um criado mudo, pesado e cheio de cicatrizes, Morgan (Karloff). É desnecessário dizer que há mais na família e na mansão do que aparenta. Dirigido por James Whale, o filme reflete seu talento para o gótico cômico, mas não está no mesmo patamar de "Frankenstein" (1931) ou "A Noiva de Frankenstein" (1935), claramente bem inferior a esses dois clássicos, mas mesmo assim, gostei do filme, nível mediano se comparado aos dois que eu citei.
Últimos recados
Olá, bom dia. Esse grupo mesmo, estou lá, sou a Rosal. Bom encontrar o pessoal por aqui.
Obrigada, Ed. Seja bem vindo por aqui também.
Pergunto, você é o mesmo Ed que tem o grupo de cinema do WhatsApp?
Tudo bem e você como vai? Vendo o que de bom?
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Vamos ao filme, você está preso em um mundo de faz de conta, onde as pessoas se sentam para serem enganadas, se perdem na fantasia, isso não é um paraíso ou palácio, é o que você percebe. As portas fechadas, tormento e angústia estão em jogo aqui, onde vantagens são aproveitadas dia após dia, mas você é sua alma solitária, enjaulada e com raiva, com dor, tristeza, e então alguém novo chega, e projeta um novo caminho.
Quem for assistir ao Império da Luz esperando outro filme aconchegante sobre o amor pelo cinema, ficará tristemente decepcionado, pois o filme de Sam Mendes aborda muito mais do que isso. Sim, é uma carta de amor a todos os aspectos do cinema, mas também aborda racismo e doenças mentais, solidão e nossa capacidade de nos conectar aos outros, bem para finalizar posso dizer que o filme me surpreendeu, realmente é bom demais.