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tenta nos ludibriar tanto que achei que fosse rolar vários plots, mas nem ...
ludibria, ludibria, ludibria pra no fim ser aquilo lá mesmo. hahahaha.
mas tendo a achar que é o tipo de roteiro que quanto mais o tempo passa menos surpreendente fica considerando outras produções feitas depois disso quem envolvem o tema realidade x sonho com desfechos bem parecidos e, em alguns casos, mais elaborados. tive a sensação de já ter assistido aquele desfecho mais de uma vez e nunca nem vi Vanilla Sky. rs
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Natália, volta pro Filmow! :(
Vira e mexe eu vejo um comentário de alguém falando sobre o letterboxd, acho que vou dar uma curiada. Sou muito apegada ao Filmow, gostaria que eles investissem melhor nesse site.
Olha só quem apareceu! ahaha. eu quase nunca olho as solicitações de amizade porque a maioria é tudo bot.
Cê lembra que foi vc quem me apresentou a maravilha do Filmow?
Abçs, Nat.
Imersivo por toda a experiência enquanto viajante mas a atração mesmo é o personagem com sua personalidade cheia de nuances, não maniqueísta que carrega comportamentos típicos de um indivíduo com sua origem social, mas do qual ele quer a todo momento se distanciar e parecer diferente. Sua simpatia e sociabilidade são verdadeiras mas principalmente nos momentos difíceis, onde costumamos provar quem somos, ele se revela o pobre menino rico que foi se esconder na África após não conseguir aprovação em havard, sob o pretexto de estar estudando a educação em países pobres e ser, quem sabe, um salvador daquela gente. O filme não aponta nenhuma reflexão concreta de Gabriel voltada pra essas questões sociais, o que nos faz concluir que esse foi apenas um pretexto mesmo. Não existe motivação clara e nem precisaria haver se ele não fizesse questão de arrumar uma, com medo da própria mediocridade. Reforça tudo isso a pressa constante completamente despropositada do personagem.
E é com tudo isso que o filme diz que tudo bem Gabriel ser esse indivíduo cheio de contradições: esse garoto que era menos poderoso do que achava e mais marcante do que imaginava, esse garoto aventureiro que achava que sua viagem era sobre descobrir os outros quando na verdade era sobre ele mesmo, o cara que tava sempre com pressa mas que não sabia exatamente por quê.
Tudo bem por fim Gabriel ser tudo isso porque ele era humano e existia beleza na sua essência e escolhas como pudemos comprovar com o filme, e no próprio fato dele tê-lo inspirado.