Carolina
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Últimas opiniões enviadas

Carolina
½
3 anos atrás

Ainda bem que tive maturidade o suficiente para entender o básico do filme.

Uma crítica ao Marxismo-Leninismo, à burguesia, à juventude, ao liberalismo, ao cinema, ao machismo, à hipocrisia, às universidades, aos Estados Unidos, ao terrorismo e à você que está assistindo também.

Acabamos de perder Godard, aos 91 anos, um verdadeiro gênio da direção cinematográfica. Talvez nunca mais nascerá alguém capaz de fazer um filme assim.

editado
Carolina
½
7 anos atrás

É o tipo de filme que, para mim, funciona como vinho. Depois de alguns dias, ele ainda me vinha a cabeça e trazia questões que são insolúveis, mas também tão presentes no cotidiano... Ficou melhor com o passar do tempo.

Carolina
½
7 anos atrás

Koreeda tentando resolver, mais uma vez, o que eu acho que é o dilema da vida dele:

Do que é feita uma família?

  • Henrique 6 anos atrás

    Hmmm, se for por Tarkovsky acho que sim, vale... talvez valha a pena dar uma olhada no Solaris também (uma versão melhorada de 2001: A Space Odissey)... eu só indico não começar pelo Mirror, que é um filme beeeeeeem contemplativo e modorrento, por assim dizer. Eu gosto muito também do filme The Cranes Are Flying (1957), mas já é um filme bem mais teatral e lírico, assim como a versão deles do Guerra e Paz (dir. Serguei Bondarchuk) (que levou oscar de melhor estrangeiro, inclusive). Eu nunca vi nada do Eisenstein, no entanto, acho que quase todos filmes dele são mudos... e ainda que eu saiba da importância disso pro cinema, não consigo digerir muito bem.

  • Henrique 6 anos atrás

    Bah, muitíssimo obrigado!!! Eu conheci o cinema coreano por conta desses thrillers de vingança, mas de fato tem potencial em quase todas os nichos. Pra retribuir as indicações, vou apelar pro cinema soviético misturando-o com outras coisas asiáticas:
    Stalker (1979)
    Mirror (1975)
    Come and See (1985)
    Rastros de um Sequestro (2017)
    Ayka (2018)
    Wild Pear Tree (2018)

    Os 3 primeiros são soviéticos: os 2 primeiros são contemplativos, são do Tarkovsky, já o terceiro é de uma brutalidade visceral sobre guerra e invasão nazista. O 4 é coreano, e foi uma grata surpresa... não é denso, mas é interessante ainda assim. Em Ayka volta a brutalidade crua do cinema russo, mas dessa vez conectada ao submundo dos imigrantes. E o último é turco, e também é contemplativo... eu diria que é sobre resiliência, mas tem uns diálogos metafísicos bem interessantes.
    Enfim, muito obrigado Carolina!!! =]

  • Henrique 6 anos atrás

    Oi =] perdão pelo add aleatório, mas espiei tua lista e vi que tem uma porção de filme sul-coreano (aos quais estou viciado nos últimos meses)