Matheus Oliveira
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  • Matheus Oliveira
    4 anos atrás

    Esse filme é pura música.

  • O Homem Que Não Estava Lá (The Man Who Wasn't There) 229

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  • Matheus Oliveira
    4 anos atrás

    Não há nada explícito sobre a traição de Doris, Ed faz uma suposição baseada em certas evidências. A carta que ele envia para Dave tem o mesmo efeito da peça que Hamlet apresenta ao seu tio: desvendar a verdade. Mas ao contrário de Hamlet, Ed não deseja nada além disso. Não há, como em Hamlet, uma motivação político-social na sua ação, muito menos pessoal. Na verdade, pouco importa para ele o investimento que fez; sabe que será para sempre apenas o "barbeiro". Essa é a sua condição imutável do ponto de vista histórico. Também pouco importa o fato dele ter sido traído.

    Comentário contando partes do filme. Mostrar.

    E Ed, sem nenhuma atitude heroica, aceita morrer pela verdade. Mesmo sabendo que está sendo punido pelo crime errado, sabe que a verdade é objetiva, e estará para sempre lá. Ele sabe que matou.

    "Longe de ser privado de toda sensibilidade, uma paixão profunda, porque tenaz, o anima – a paixão do absoluto e da verdade.” - Albert Camus.

    editado
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    Os Vivos e os Mortos

  • Matheus Oliveira
    5 anos atrás

    É uma ótima adaptação! Claro, algumas decisões em relação ao roteiro foram tomadas, sobretudo no que diz respeito ao processo necessário de sintetização narrativa em comparação ao conto; porém, não acho que essas decisões influenciaram profundamente a obra.

    Na minha opinião dois pontos fracassaram no filme: o primeiro é a falha na construção do clímax final, antes mesmo de Gabriel e Gretta entrarem na carruagem. Essa construção é fundamental em contraste com o final visto que no conto, saindo da festa, Gabriel espera uma belíssima noite; percebe que está diante da mulher dos seus sonhos; existe um certo êxtase psicológico do personagem que o filme não foi capaz de explorar profundamente. É esse êxtase e essa idealização romântica que significa e aprofunda seu choque de realidade posterior; que encorpa o clímax psicológico de Gabriel. O segundo é em relação ao controle das luzes. Acho que Huston não conseguiu (e isso é uma tarefa extremamente complexa) reproduzir o controle de luz e sombra que existe na obra do Joyce. Mostrou demais o que não deveria ser mostrado, inclusive na cena final onde Gretta se emociona ouvindo a canção em uma escadaria. No conto, ela está imersa numa penumbra completa e apenas sua silhueta se torna visível. Também Joyce utiliza muito uma certa convenção de cores que o diretor não prestou muita atenção. O amarelo e o marrom em Joyce representa a decadência e a paralisia, isso fica convencionado sobretudo na obra Dublinenses e é essencial no The Dead, que é o conto final do livro, ou seja, o conto que absorve e eleva ao ápice as convenções definidas nos contos anteriores. Acho que John Huston poderia explorar muito melhor essa questão, principalmente no final onde o amarelo foi usado de maneira extremamente empobrecida.

    editado
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