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Últimas opiniões enviadas

Sirāt (Sirāt) 169

Sirāt

  • Letícia
    1 mês atrás

    Comentário contando partes do filme. Mostrar.

    Adorei. A amiga que foi comigo já não gostou tanto. Ela pontuou o aspecto non-sense e sem propósito do filme. Também disse sobre sentir que o filme fica um tanto "no meio do caminho", não explora com afinco nenhum de seus eixos (poderia ser a rave, a guerra, a relaçãoo pai & filha perdida, ampliar um pouco o léxico dos personagens da rave). Tirando pai e filho, nenuma outra relação é tão explorada.

    Também concordo com ela. Mas, eu curti bastante! Achei que os personagens do grupo da rave foram apresentados mais como caricatura do que como indivíduos. Prescindiu de uma apresentação individual: eram um grupo interessado em dançar. Compartilhavam tudo. Um pequeno coletivo em busca de viabilizar alguma experiência sensorial, mesmo com o anúncio de uma guerra. Achei bem nonsense também, sem aparente finalidade rs. Mas isso não me incomodou, pq a experiência de assistir foi tão interessante... Tem uns elementos um tanto absurdos. Mas, meio que nao sao. Acho que joga um pouco com isso da guerra e do prazer num lugar surreal, mas ao mesmo tempo muito plausível. Achei q o filme poderia acreditar mais nele mesmo. Tipo, a icônica cena das explosões no deserto, puts, poderia ter rendido muitos mais minutos de dança ali. Eu pelo menos adoro cenas dançantes. Assistiria por horas. E se o filme aposta na música e na dança como temas, que deixasse esses elementos tbm serem comunicadores de algo. Que deixasse a imagem ter mais tempo de efeito pro espectador. Pq aquilo ali tava demais, aqueles corpos em sofrimento e devastação dançando no deserto. José parecia prestes a dançar a morte do filho quando a cena é interrompida.. enfim, fiquei afim de ver mais dança - acho que esse eixo conseguiria sustentar as outras ausências do filme, pq o ponto era justamente: "não há nada a fazer, vamos dançar". A dança como lugar de exílio. De expoliação da experiência de violência. A cena do carro caindo é MUITO booooa. Fiquei tensa demais. Caceta. E achei uma qualidade do filme nao se manter em um drama extremamente doloroso ali. Pq pelo menos eu nao ia sustentar assistir isso. O impacto tá na imagem, no som, na ação abrupta - e um pouco menos no aspecto pessoal da perda. Embora tenha, ele passa rápido. Intensidade, velocidade... O deserto e a guerra lá fora não pareciam ambientes cabíveis a um luto, ele ficou meio de fora, embora presente na aridez do cenário, no silêncio... no desconforto da falta de intimidade pra viver essa dor tão imensa. Fiquei tao imersa, que é só na cena final que percebo o problema da falta de "propósito". Nao sei se é um problema, exatamente. Talvez tanto uma guerra quanto uma rave sejam nonsense em lugares diferentes.

  • Desejos Femininos (Female Perversions ) 11

    Desejos Femininos

  • Letícia
    1 mês atrás

    Adorei esse! Aquele clima totalmente cafona, anos 90 SBT 00h. Sem receio de soar politicamente incorreto, não tem uma covardia moral. É sobre o desejo excrotinho da personagem, que vai mostrando onde cinde justamente quando alguns vão deixando de topar seu jogo e ela se vê sozinha. Por mais que ela goze só (sozinha e somente) na sua fantasia, percebe que precisa de outro alguém pra poder sustentar a cena. Ela vai caindo toda quando vê que foi desalojada da sua posição (sempre esteve mais ou menos desalojada, não são todos que topam fabricar a fantasia dela junto, sem apontar alguma coisa que desmonta tudo). Tem uma tensão sexual o filme todo - que é o olhar que a personagem da Tilda distribui pras coisas. Pras coisas, objetos, literalmente. Close na roupa dela, na textura do tecido, no jeito que mexe a mão. Bonzão e cafona!

  • O Morro dos Ventos Uivantes (Wuthering Heights) 155

    O Morro dos Ventos Uivantes

  • Letícia
    1 mês atrás

    Horrível. Nessa leva de filmes que parecem um vídeo clipe, parece nem que tem roteiro essa bomba. Só cenas "bonitas" sem sustança nenhuma.

    Nunca li o livro, mas além do filme ser ruim, parece uma péssima adaptação. Miraram no erotismo sadomaso proibidão e erraram fei. Embelezaram de uma estética comercial o que poderia ser da ordem de um desejo transgressor, e a transgressão vira um pano de fundo irrelevante na narrativa - um mero penduricalho que só serve pra paparicar dois ícones sexuais padrão e com zero química e tesão.

    Não sei como é o livro, mas falando do que o filme apresentou, achei que um gancho possível pra explorar a transgressão é o fato de que eles são praticamente irmãos. Inclusive ela nomeia ele com o nome do irmão. Esse componente no jogo erótico deles também ficou totalmente de lado...

  • Luis Carlos 6 anos atrás

    Depois me fala o que você achou. :D

  • Luis Carlos 6 anos atrás

    Opa, valeu por aceitar. :D

    Eu sei que tu não pediu, mas vou deixar uma indicação aqui. "Projeto Flórida", já viu? É recente. Acho que deve ter visto, rs.

    Então, lá vai outro: "Amor à Flor da Pele", do Wong Kar Wai. Se não viu, tente assistir, quando der... É o meu filme preferido desse século.

  • Herval 6 anos atrás

    Cheguei à você pelo comentário sobre Febre do Rato. Compartilho muito do seu pensamento sobre o Cláudio Assis, inclusive penso no Zizo como um alter ego dele.
    Então, curioso sobre suas ideias, acabei noutros comentários sobre o cinema nacional. Permita-me continuar te acompanhando...