Fritzi Haller (Mary Astor) é a dona de um saloon e um cassino na fictícia pequena cidade de Chuckawalla, Nevada. Sua filha, Paula Haller (Lizabeth Scott), acabou de largar o colégio e resolveu voltar para casa ao mesmo tempo em que o gangster Eddie Bendix (John Hodiak) também retorna à cidade. Ele já se envolveu com Fritzi, mas deixou a cidade sob suspeita de ter assassinado sua mulher. Paula apaixona-se por Bendix, eles se envolvem. O ex-namorado de Paula e o xerife local, Tom Hanson (Lancaster), junto ao parceiro de Bendix, Johnny Ryan (Corey), tentam acabar com o relacionamento. Quando Fritzi descobre sobre os dois, logo tenta proteger Paula desse provável desastre amoroso. Mas, quando resolve fugir de Hanson - que quer livrar a cidade de tipos como Bendix e Ryan, Eddie Bendix verá que o passado, apesar de morto, ainda poderá cruzar seu caminho de maneira inesperada...
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De início me pareceu ser um filme bem promissor contendo com um bom elenco. Mas o andamento roteirístico parece não ter uma definição dos personagens e se perde em seu tom narrativa noite. A fotografia é exuberante. O elenco idem. Burt Lancaster como vigilante policial charmoso e de boa índole exalando amor pela protagonista consegue ser os melhores momentos do filme. Lizabeth Scott está linda e audaz (Ela e Lancaster tem uma baita química). O vilão interpretado por Wendell Corey é detestável. Não chega a ser um grande filme, mas tem bons momentos.
Bela cena de perseguição para a época
Segredos, romance e morte. "A Filha da Pecadora" é desses noir coloridos, que apresenta uma história bacana, mas sem incrementos. O filme de Lewis Allen, pega o elenco de "Estranha Fascinação" do Byron Haskin, reempregando Burt Lancaster, Lizabeth Scott e Wendell Corey, joga mais uns maluco na história, e está pronto o casting.
A trama mostra o retorno de Paula Haller (Lizabeth Scott), pra Chuckawalla, Nevada, onde sua mãe Fritzi Haller (Mary Astor) tem vários negócios e comanda um cassino. Paula tem um affaire com seu ex Tom Hanson (Burt Lancaster), xerife local que não é muito aprovado por sua mãe. Mas tudo piora com a chegada de Eddie Bendix (John Hodiak) e Johnny Ryan (Wendell Corey), dois gangster que teve fores ligações com o Fritzi, e que agora quer também ter ligações com a filha.
O filme demora pra engrenar, fica num vai não vai entre Paula, Bendix, xerife e a mãe, e quando você se dar conta, já foi quase seus 96 minutos. Tem mistério, revelações, brigas entre mãe e filha, corre corre, entre Bendix e o xerife. Reviravolta mesmo, só ocorre no fim, quando tem um troca troca de identidades, perseguição e morte.
"A Filha da Pecadora" (titulo muito infeliz), é aquele noirzinho bom pra se distrair. O filme de Byron Haskin, não apresenta nada de especial. Tem o Burt Lancaster, sempre olhando pro alto e avante, quando falam com ele. Se for a Lizabeth Scott, então ele vira um pavão, bem no estilo que os galãs da época faziam pra se exibir. A Lizabeth Scott é gata mesmo! Loira, olhos verde e voz meia rouca, que quando canta, parece a Lauren Bacall.
A produção é muito boa, tem muito cenário, mas belas paisagens também. Tudo filme é bem colorido, e que pra quem estava vendo só filmes em preto & branco, chega a dar um susto. Gostei de ter conhecido.
P.S. Achei incrível a semelhança da Lizabeth Scott, com a Cara Delevingne. Seus rostos são muito parecidos.
O filme tenta parecer complexo, mas tem motivações e dilemas bem rasos. O Johnny não faz sentido algum no filme, ainda menos a virada do personagem. O filme parece dar voltas, mas vai do nada para lugar nenhum. 21/11/2024
Maratonando a filmografia de Lizabeth Scott, confesso que o roteiro desse colorido noir "A Filha da Pecadora", de 1947, demorou a engrenar e não me cativou por completo. Longe de superar minhas expectativas, pois esperava mais desse filme. Por conta da presença do elenco estelar, esperava curtir uma trama mais envolvente e não um típico melodrama familiar. Creio que o enredo romantizado freou em parte o desenvolvimento da história.
O gênero noir clássico é um dos meus favoritos. Sempre revejo algumas raridades no Youtube. Porém, esse "A Filha da Pecadora" não entrou na minha lista de preferências. É mais um daqueles filmes que só se assiste uma vez e ponto final. Burt Lancaster até consegue entregar uma boa atuação. Lizabeth Scott era bonita, talentosa, mas John Hodiak não convenceu muito com seu personagem. A veteraníssima Mary Astor também passa longe de suas melhores atuações.
Pela nostalgia, dou três estrelas. Esse filme se encontra disponível no Prime Vídeo.