Dirigido por
Data de lançamento
19 Nov. 2015Duração
O magnata das comunicações Assis Chateaubriand (Marco Ricca) é a estrela principal de um programa de TV chamado "O Julgamento do Século", realizado bem no dia de sua morte. É nele que Chatô relembra fatos marcantes de sua vida, como os casamentos com Maria Eudóxia (Letícia Sabatella) e Lola (Leandra Leal), a paixão não-correspondida por Vivi Sampaio (Andréa Beltrão), como manipulava as notícias nos veículos de comunicação que comandava e a estreita e conturbada ligação com Getúlio Vargas (Paulo Betti), que teve início ainda antes dele se tornar presidente.
Sem anúncios
Aproveite o melhor do Filmow sem interrupções
Marília Mendonça: Sentimento Louco
Filme ficou mais conhecido pela demora no lançamento e polêmica nas prestações de contas financeiras.
De onde não se espera nada, não sai p0rr@ nenhuma!
Chatô é um filme chato, trocadilho cretino, sim, o filme também é, reza a lenda que Alexandre Fontes levou 20 anos para concluir esse filme, a obra é cercada de polêmicas que inclusive conseguem ser são mais interessantes do que o próprio filme, a trama tenta emular uma espécie de Cidadão Kane tupiniquim só que sem sucesso, é um filme ruim, com cara de coisa amadora, atuações pra lá de questionáveis e situações constrangedoras.
O Inglês bem dizido dos personagens estrangeiros do filme deixaria Joel Santana orgulhoso!
O Marco Ricca está simplesmente insuportável com seu papel exagerado e caricato!
O próprio título já diz o que é o filme... CHATO! Piada sem graça né, mas é a melhor definição, além de confuso demais! Com passagens a toda instante, o filme se torna maçante, apesar das boas atuações, não escapa da chatice de querer acabar logo... Tanto que desliguei na metade.
Levaram 20 anos pra lançar esse filme, em meio a brigas judiciais, pra resultar... Nisso. Considerado o "Cidadão Kane brasileiro", o jornalista, advogado, político, magnata e outras coisas Assis Chateaubriand fundou O Cruzeiro, a Rádio Tupi, a TV Tupi, o Correio Braziliense, a MASP entre outros. Um nome importantíssimo pra comunicação do Brasil.
O cara é retratado no longa como um louco que faz o que quer e sabe o que quer, conquistando poder e vendendo. Tudo é publicidade. Tudo é dinheiro. Tudo vende. E ele ama umas sapecagens tb rs O filme acompanha seu reinado, vendendo publicidade, chantageando empresas, sendo anti-ético, tendo uma relação conturbada e duradoura com o até então presidente Getúlio Vargas, tendo casos com mulheres, etc. É um vai e vem que demora um pouco pra se acostumar e mais ainda pra reparar como se alterna entre o normal e o bizarro. Uma linha contínua da vida de Chatô, uma linha de seus dias finais, uma linha que é uma paródia do programa do Chacrinha. Ele fazendo seu império, ele morrendo e ele sendo julgado por quem esteve em sua vida num clima bem nonsense. kk
O ritmo é muito dinâmico, parece até um resumão, uma jogada de cenas aleatórias numa determinada ordem, que no fim só dá uma ideia de quem foi o cara, mas deixa a sensação de que a obra tá incompleta. Por um lado gostei bastante da forma espontânea e sagaz que as coisas acontecem, da transição de gêneros cinematográficos, e tal, mas por outro senti o roteiro bagunçado, corrido, tentando encaixar muito em pouco e fazendo loucuras, sem nem mesmo contextualizar o suficiente nada dos períodos que são contados. Um longa bem peculiar. Vale muito a curiosidade. Tem na Netflix.