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Duração
O diretor Woody Allen trata duas histórias de adultério em um mesmo filme. Um médico de Nova York (Martin Landau) tenta encobrir de sua esposa sua vida de traições desesperadamente. Um documentarista (o próprio Woody Allen) luta contra a tentação enquanto está produzindo seu novo filme.
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- apesar de ter a infidelidade como tema em comum, parece dois filmes espremidos em um só e forçam uma cena no final para juntar os dois
- a parte do judah é de longe a mais interessante, parece que o woody fez a do cliff só para estar no próprio filme mesmo
- a amizade dele com a criança é bem estranha, ainda mais sabendo da vida pessoal do diretor, gosto do cinema dele, a pessoa é bem questionável
- a lição final já vale o final, homem mau pode sim dormir bem e nem todo crime é punido
É um filme excelente porque sabe combinar comédia e drama com maestria. Os atores, texto e fotografia são excelentes.
Gostei da dinâmica das duas histórias e, principalmente, da resolução final.
Apesar de a trama de Judah ser quase unânime como a melhor, achei ótima a história que a complementa. Cliff, apesar de seus próprios dramas e dilemas, serve de alívio cômico, ainda que menos evidente do que em outras obras de Woody Allen.
Junto a isso, vale destacar as questões filosóficas existenciais por trás do enredo principal: estaríamos à deriva neste planeta, onde tudo se resume a escolhas, consequências e um punhado de sorte? Ou haveria, de fato, um regente que nos concede o livre arbítrio para seguirmos seus ensinamentos, esperando que, ao partirmos deste plano, paguemos nossas dívidas, nossos pecados?
O filme proporciona um excelente debate filosófico que, mesmo que possa parecer desgastado na atualidade, ainda o vejo como essencial.
Assistir um filme de Woody Allen pra mim é sempre um desafio de paciência. Sempre vou com a maior boa vontade e sempre me decepciono. Aqui, até achei metade do filme bom, a trama do adultério, sendo totalmente desnecessária a segunda história do anãozinho pegador. Mas o mais legal pra mim que sou fã da série Lei e Ordem, foi ver Jerry Orbach e Sam Waterston trabalhando juntos poucos anos antes de estourarem na série. Nota 6,5.
Desisti depois de 58 minutos.
Cinema pra mim é uma forma de vivenciar experiencias e emoçoes que eu jamais teria, sendo ruins ou excelentes, isso vai engrandecer minha vivencia mesmo que minimamente. Dito isso, esse filme não me passou emoção alguma, ZERO.
Histórias cotidianas de personagens que não me importam, e uma abordagem "filosófica" pobre e simplista, com pensamentos que eu provavelmente já tive com uns 12 anos de idade, então nada a se acrescentar pra mim.
E a primeira coisa que veio na minha cabeça quando o cara recebeu a carta, foi exatamente o que aconteceu, mas eu esperava uma jornada melhor até ali, que me cativasse pelos diálogos... mas nada.
Como tem tanta gente dando boas notas e comentários positivos, talvez eu revisite esse filme daqui uns 30 anos (depois de eu ter assistido todos os filmes do mundo), pra ver se minha perspectiva muda.