Marsha Mitchell (Ginger Rogers), uma modelo, viaja até uma pequena cidade sulista para visitar sua irmã Lucy (Doris Day), casada com Hank (Steve Cochran), um membro da Klu-Klux-Klan. Após testemunhar um assassinato cometido pelo grupo, ajudará Burt Rainey (Ronald Reagan) a prender os responsáveis pelo crime e levá-los a julgamento.
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Storm Warning 1951, no Brasil Dilema de uma Consciência. Eu esperava mais, achei tudo fraco. Até a Klan é bem fraquinha. Óbvio que eles têm poder e comandam a cidade, mas estão longe de parecerem tão perigosos quanto deveriam. Esperava mais das irmãs protagonistas, principalmente pelo nome delas: tanto Doris Day quanto, ainda mais, Ginger Rogers. Ginger até está bem, mas sinto que os personagens delas não são muito cativantes. Curioso ver Ronald Reagan atuando. Sabia pouco da trajetória dele como ator antes de entrar na política, e esse é o primeiro filme que vejo dele.
Agora, o final desse filme foi péssimo, hein. Praticamente um bando de covardes fugindo, com o líder sendo pego, porém não mostra as consequências de nada do que eles fizeram. Muito pelo contrário: aquele cabaço do Hank (Steve Cochran) ainda acaba matando aquela sonsa da Lucy (Doris Day), que convenhamos não merecia se fuder tanto assim — apesar de eu ter ficado com raiva dela o filme inteiro.
E achei que o filme parece ter tentado até suavizar a Klan, como se realmente não fosse tão ruim assim, sendo que eles são infinitamente piores do que o mostrado. Como disse no começo, eles nem pareciam tão ameaçadores, mesmo estando em todas as áreas da sociedade.
No geral, o filme deixa a desejar na tensão, nos personagens e principalmente na forma como trata o tema.
Assistido em 28/07/2026
Filme «noir» de elevada qualidade que retrata o modus operandi do Ku-Klux-Klan, uma organização liberal/maçónica, racista, e terrorista.
Grata surpresa eu encontrar este filme perdido nalgum canal do You Tube (me perdoem as plataformas pagas, mas se tratando de assistir filmes antigos e clássicos melhor opção está sendo no You Tube e melhor gratuitamente).
Foi o que fiz quando, casualmente, me deparei com esta obra obscura em P&B com atmosfera noir. O que me chamou atenção, além do ótimo elenco foi sua trama envolvendo seitas do Klu-Klux-Klan.
"Modelo (Ginger Rogers) viaja até uma pequena cidade sulista para visitar sua irmã Lucy (Doris Day), casada com Hank (Steve Cochran), um membro da Klu-Klux-Klan. Após testemunhar um assassinato cometido pelo grupo, ajudará Burt Rainey (Ronald Reagan) a prender os responsáveis pelo crime e levá-los a julgamento".
Texto retirado da sinopse acima
Gostei deveras do clima de suspense e mistério, além do fato de a fotografia contribuir muito para a climática e ambientação da história, comumente, o elenco está formidável. Doris Day novinha já despertava a nossa atenção para a estrela carismática que seria. Steve Cochran está bem como o canalha e membro da seita Klu-Klux-Klan. Ronald Regan (ex-presidente americano) está eficiente como detetive policial que quer desvendar o mistério de assassinatos da pequena cidade. E por fim, Ginger Roger bilha como uma modelo que vai visitar a irmã e acaba se envolvendo numa trama de assassinato numa pequena cidade.
Direção, roteiro, atuações, ambientação... tudo muito bom!
Daqueles filmes que passava certamente nas sessões da madrugada de algum canal da TV aberta. E o que deveria ser uma delícia de vê-lo na madruga!
E tão feliz por ter encontrado este titulo raro e tantos outros que o YOU TUBE dispõe.
Drama policial noir em preto e branco da Warner Bros. filmado em 1949, mas que trouxe uma declaração de direitos autorais de 1950 nos créditos de abertura. O diretor Richard Brooks (1912-1992) foi um dos roteiristas do filme ao lado de Daniel Fuchs (1909-1993).
O 1° papel de Doris Day (1922-2019) que ela não canta. Ela aceitou esse papel em parte pela oportunidade de trabalhar com uma de suas ídolas de infância, Ginger Rogers (1911-1995). Alfred Hitchcock gostou tanto da atuação de Doris Day neste filme que a convidou para estrelar seu filme O homem que sabia demais (56) 6 anos depois. Após a conclusão das filmagens, Ronald Reagan (1911-2004) deixou a Warner Bros., onde estava sob contrato desde 1937.
Bom no espetáculo, mas banaliza um pouco o assunto sério do ódio racial com uma representação inadequada da Klu Klux Klan. Este melodrama bem atuado retrata o reinado de terror da KKK sobre uma típica e pequena cidade americana.
Marsha Mitchell chega de noite na cidade pra visitar a irmã mas percebe que as pessoas são mal-educadas, tentam evitá-la e não respondem nada para ela. O que teria acontecido com essas pessoas? Estranho dizer que essa organização da Klan se dizia como a 'lei' da cidade, tentando defender o povo contra os crimes e as coisas injustas, mas que não passava de uma associação do mal.
Ginger Rogers e Doris Day arrasando! Pode ser ignorância, mas fiquei um pouco confuso com a representação da Klan aqui - pensei que o filme tocaria em questões raciais ou xenofobia, mas o grupo do filme mais parecia uma máfia local.