Honra o primeiro filme e faz história. Meu filme favorito da vida é Gladiador, trilha sonora impecável e atuações lindas. Aqui... tudo permanece. Amei!
Documentário muito importante e necessário. Realmente como a jornalista responsável pela pesquisa, a gente fica meio sem entender como nós não conhecemos a nossa própria história.
Me incomodou profundamente a fala do presidente da Fhemig, Jorge Nahas, no finalzinho do doc. Ele fala que era comum na época aqueles tratamentos, chega a falar que é realmente horrível o que aconteceu, mas cai na ladainha de que a sociedade como um todo tem culpa pq aquele era o tratamento corriqueiro. Uma falácia completa. Pq nunca em nenhum lugar ficar nu, ter falta de funcionário, má disposição de lugares ou de alimentação correta seria considerado tratamento nem hoje nem naquela época. Infelizmente ele ainda não entendeu o conceito de Crime contra a humanidade, crime que quem comete é o estado, e não a população. Responsabilidade que deveria ser do estado, e não da população. Colocar a culpa em "todos" como forma de retirar a responsabilidade da instituição é ridículo, é baixo.
eles ainda não entenderam que a gente torce mesmo é para os macacos? Humanos como os "bonzinhos" simplesmente não cola. Cesar fez muita falta aqui... desanimei de assistir aos próximos.
O filme tem uma história interessante, mas infelizmente os efeitos visuais mal feitos atrapalham muito na imersao da narrativa. Seria melhor ter ido para um lucal real, no Brasil temos milhares de opções...
Infelizmente as atuações também são horrorosas... ou seja, o filme se sustenta apenas pelos bons dialogos, roteiro, enredo... que fazem sentido. Mas é aquele negócio... dava pra ser muuuuuuuuuuuuuito melhor. Boas falas em péssimos atores, a gente quase não consegue entender a cadência do que ta sendo dito.
O filme tem uma história interessante, mas infelizmente o CGI peca muito... nesse caso era melhor ter ido pra uma locação real, no Brasil tem tantos lugares bonitos... As falhas incomodam muito pra imersão na história. Em alguns momentos vemos claramente em torno da cabeça dos atores uma falha de recorte... é horrível!
infelizmente não sei oq acontece com esses filmes de Nosso lar... será que é a igreja que paga o filme e a verba é baixa?
Quanto às atuações.... mesma coisa Fernanda Rodrigues está excelente, é a única. O "protagonista" Otávio não convence... nada.
Acho que aqui o enredo brinca um pouco mais com a narrativa do "medo religioso"... não gosto. Em comparação, prefiro mais o filme 1.
o filme é bom, muito bom. A estética é linda, diferente... adorei os figurinos. Ver o mundo pela ótica da Bella, crescer e aprender com ela, e entender nossas próprias limitações, ou os possíveis momentos em que sofremos nossas "podas sociais" é muito muito muito impressionante.
Só peca no lugar-comum da liberdade feminina a partir da prostituição. Daria muito bem para ter outra narrativa. Seria até mais interessante se, por causa do jeitão atirado e direto dela, os caras pagassem a ela depois do sexo, pensando ser ela uma prostituta. Até isso daria pra engolir... mas... ela se prostituindo como resultado de um lugar possível para uma mulher que curte sexo... pareceu quase que a narrativa propunha isso como um trabalho possível para a mulher que gosta de sexo. Ou talvez... se a mulher curte sexo, é esse o lugar dela na sociedade? Prostitui-se apenas quem curte fazer sexo? Quem se prostitui é pq curte fazer sexo? Será?
O filme sobrevive pelas atuações, sem dúvida... achei curioso o fato de grandes atores aparecerem com papeis pequenos, o que mostra que estavam mesmo acreditando nessa história.
sobre a cena quando as aguas retornam: a galera que tava na praia morreu afogado, mas o cara que tava no meio do oceano conseguiu sobreviver...
desfecho preguiçoso...
era uma baita oportunidade de fazer uma cena épica de guerra na água. Desperdício total, a cena mais emblemática da história foi realmente decepcionante... até mesmo o retorno da água é estranho, nada glorioso e nada parecido com o que Scott podeia ter feito. Realmente não entendi nada das escolhas para aquela cena. Pq em um universo de possibilidades eles fariam daquela forma?? Não dá pra engolir....
Deus tem um retrato bastante contraditório e me parece sim que o filme é bem mais uma crítica. Em um dado momento, Moises pergunta aos hebreus: "vcs tem certeza que querem sair? Canaa é bem pior que aqui!" achei... no mínimo, complicado.
Senti que durante toda a narrativa ele esbarra em quase dar uma moral... mostrar como a bebida faz mal, como estamos andando em uma corda bamba ao consumir e viver numa sociedade onde da homenagem ao festejar se faz em torno da bebida... por fim, o filme brinca com isso, brinca com esse nosso sentimento... quebrando todos os protocolos da moralidade... afinal... continuamos bebendo, mesmo sabendo dos males, mesmo sabendo de tudo... consumimos.
Filme impecável!Tratou de forma realista, mas sem sensacionalismo essa história que tanto comoveu e assutou a todos nós. Estou ansiosa para ler o livro.
Gosto demais da Vanessa Kirby, e acho que o filme ficou parecendo "Napoleão e Josefine" exatamente pela qualidade de atuação dela. Mérito totalmente da atriz, pq o roteiro das cenas íntimas me pareceu bem fraco e totalmente destoante das cenas de ação e de guerra, que sim é o ponto altíssimo do filme.
O filme confundiu... não tem como dizer que é ruim, pq tem cenas incríveis. Mas não tem como dizer que é um excelente filme, pq tem cenas sem sentido, roteiro corrido...
Napoleão é um personagem emblemático e gigante, era melhor ter focado em uma parte só... e aqui o que foi melhor desenvolvido foi a guerra.
O que é aquela cena da morte do cavalo? Cena feita para o cinema!! Todas as cenas são muito bem filmadas. Bonitas de se ver, o vermelho e o azul da bandeira contrastando com o sujo da guerra.... uau! Isso é cinema!
me incomodou demais que em todas as cenas em que a Emma contracena com o Mathew (marido dela no filme) raramente a câmera está nele. Em vários diálogos, a câmera só mostra ela, seja nas falas dela, seja nas falas dele. Pra quem curte cinema sabe o que é isso: a atuação dele é ruim e acabou sendo cortada pela edição.
Segurar um filme inteiro sozinha não é fácil e nem possível, enfim... o filme não funcionou kkkk
Eu quase não assisti ao filme por causa dos comentários, mas que bom que fui... o filme é interessante. Os atores são realmente muito bons, e o roteiro tenta criar a partir dos poucos trechos que aparecem no livro, o que eu achei sensacional. O filme é escuro, mas conseguimos ver (o que é ótimo! Parabéns para a fotografia!).
Entendo a ideia de seguir uma imagem do Drácula como o de Nosferatu, mas confesso que particularmente gosto mais do Drácula de Gary Oldman. A criação da personagem Ana foi um ganho muito alto, ela dá certas explicações do que é o Drácula e corrige certos erros que poderiam ser entendidos por um telespectador apressado. Ela explica que Drácula é racional, que ele faz barganha. De certa maneira, ela também fala que sente uma espécie de conexão com ele, o que gosto muito e queria que fosse mais desenvolvido. Senti falta da explicação sobre os caixotes de terra, deixaram essa camada apenas para os leitores do livro. Mas sei que se tivesse sido mencionado teria sido interessante.
O personagem do Clemens eu gostei bastante, não senti que "furou" a história do livro como alguns comentaram e não achei o final ruim. O ator é muito bom, o que ajudou a segurar esse possível furo. Sabe-se que alguns conhecem o Drácula, que alguns espalham as histórias que viram ou ouviram falar dele... acho totalmente plausível que poderia existir um Clemence na embarcação. Particularmente eu gostei. Sinto que a produção quis dar um final aberto para uma possível continuidade, fazer talvez do Clemence um Van Helsing, mas acho difícil continuar.
Gosto demais de Drácula e sinto que pessoalmente nunca vi uma adaptação que chegue perto do que é o personagem do livro. O livro mostra um personagem repleto de camadas, ele exerce um certo fascínio em suas vítimas (homens e mulheres). Ouso dizer que esse fascínio chega a ser sexual também, é uma espécie de sedução ser mordido por Drácula... (vi algo vislumbrar isso no Drácula de Jonathan Rhys Meyers). Não curto muito o Drácula morcegão e monstrengo, mas deu para curtir o filme e até mesmo indicar!
O filme é um presente para as meninas. Eu acho que quem brincou de Barbie vai curtir mais (mulheres hoje entre 25 e 35 anos). As referências à brincadeira são muito legais e emocionantes. Com 5 minutos de filme eu já estava chorando.
A presença das inúmeras Barbies e Kens foi uma sacada muito legal!! A ambientação do universo com certeza é o ponto alto do filme, pensaram em todos os mínimos detalhes, é lindo demais de ver. Do pezinho da Barbie, à enorme trança no cabelo, os itens da casinha, a própria casa sem paredes... kkk nossa, eu fiquei muito nostálgica vendo esse filme.
Gostei muito da inversão dos papéis no mundo real e imaginário, o humor é inteligente e traz um ponto de crítica que caiu muito bem. Não sei se os meninos sacaram e entenderam a mensagem, mas para as meninas com certeza foi um respiro.
Sobre Mattel, eu achei uma crítica pesada e entendi que a marca correu um risco, mas ela mesma sabe que ainda assim suas vendas vão compensar. Nesse sentido, a própria marca assumiu uma autocrítica, se permitiu tocar em feridas antigas, coisa que poucas marcas estão dispostas a se fazer, o que para mim foi um ganho alto. A Mattel sabe que o universo da Barbie é muito maior do que ela mesma pensou, a criação da boneca marcou forte a vida de meninas e mulheres de uma forma que a própria Mattel não esperava. Eu acho que essa foi a maior crítica do filme relacionada à marca. A criatura é muito maior que o criador. (É interessante que a própria Mattel percebe o local marginalizado que colocou a verdadeira mãe da Barbie, Ruth Handler. Eles não entram em detalhes, pq se não ai sim perderiam as vendas ou ser "cancelada", mas tocou em uma ferida, assumiram: "não valorizamos Ruth Handler, somos uma gigante capitalista liderada por homens brancos e burocratas, não sabemos o valor da Barbie para o mundo feminino, não sabemos de nada!").
O filme é lindo, e deixa no fim aquele gosto de uma possível continuidade... o desejo de se autoconhecer, de se perceber mais do que aquilo a que fomos "concebidos" para ser. A mensagem é importante e válida tanto para Barbies quanto para Kens!
Margot está incrível, ela vai do humor ao drama de forma natural, é maravilhosa! Ryan também está perfeito. Eles seguram o filme, o filme é a presença deles...!
Infelizmente as atuações de America e Ariana deixaram a desejar, as personagens são muito importantes na trama, e a falha na atuação acabou contribuindo para o pouco envolvimento delas com o público.
É difícil descrever... vou tentar. Saí do cinema em silêncio, acho que ainda estou em silêncio desde então. O filme trouxe isso, uma reflexão infinita, uma perturbação.
O início do filme traz uma citação do mito de Prometeu, que desvendou o fogo aos homens e por isso foi amaldiçoado pelos Deuses... a referência é direta à vida de Oppenheimer. Não é difícil também pensar em Frankstein (o Prometeu moderno), a questão do criador e da criatura... Por um lado a vontade e o desejo de ser reconhecido por sua criação, por sua descoberta; por outro lado o terror e o absurdo que essa criação expõe.
O mito traz o tom do filme e sentimos o tempo todo essa tensão no personagem. O silêncio é mesclado por uma explosão de sentimentos. Para mim, as melhores cenas são: a explosão de Trinity (o silêncio de horror e de espera e depois uma lufada potente, dá para sentir toda a pressão do vento) e o discurso de Oppenheimer após a destruição de Hiroshima e Nagasaki... (o silencio, o horror, os rostos se mesclando com cenas de destroços, os barulhos, os pensamentos... perfeito!)
Pessoal do som vai ganhar um Oscar, com certeza. E espero tudo de melhor para Cillian Murphy, que merecia um papel de destaque no cinema há muito tempo!!!
Filme interessante pra observarmos como funciona a propaganda política. Muito do que ainda se vê hoje foi mostrado nesse filme: a figura imponente do líder, o povo que ama o líder e o respeita, as emoções do líder (o olhar firme, o sorriso, o discurso). As imagens de uma Alemanha gloriosa, com arquitetura imponente. Prédios altos, toda a população clamando, a juventude, as bandeiras enormes.... Enfim. No entanto, isso ocorre em 1934/1935 muito antes da guerra, e o discurso e o desfile futurista de amor à guerra já estava ali. É algo muito louco de ver o passado por nossos olhos do futuro, já sabendo o que viria a acontecer. Ali, tantos anos antes, já estava demarcado.
Chico Bento e a Goiabeira Maraviósa
3.8 224 Assista AgoraIsaac simplesmente a criança mais fofa do mundo, que sotaque delicia! kkk
Gladiador II
3.3 586 Assista AgoraHonra o primeiro filme e faz história. Meu filme favorito da vida é Gladiador, trilha sonora impecável e atuações lindas. Aqui... tudo permanece. Amei!
Os Segredos de Saqqara
4.1 61 Assista Agorao defeito desse documentário é que ele acaba.
O Segredo de Berlim
3.0 45até a Cate Blanchett tá ruim nesse filme. George Clooney parece estar fazendo uma atuação de paródia... o filme não funciona.
Tobey Maguire fez uma atuação interessante, mas depois que o personagem dele morre, o filme fica tão sem pé nem cabeça que cansa rápido
Holocausto Brasileiro
4.3 162Documentário muito importante e necessário. Realmente como a jornalista responsável pela pesquisa, a gente fica meio sem entender como nós não conhecemos a nossa própria história.
Me incomodou profundamente a fala do presidente da Fhemig, Jorge Nahas, no finalzinho do doc. Ele fala que era comum na época aqueles tratamentos, chega a falar que é realmente horrível o que aconteceu, mas cai na ladainha de que a sociedade como um todo tem culpa pq aquele era o tratamento corriqueiro. Uma falácia completa. Pq nunca em nenhum lugar ficar nu, ter falta de funcionário, má disposição de lugares ou de alimentação correta seria considerado tratamento nem hoje nem naquela época. Infelizmente ele ainda não entendeu o conceito de Crime contra a humanidade, crime que quem comete é o estado, e não a população. Responsabilidade que deveria ser do estado, e não da população. Colocar a culpa em "todos" como forma de retirar a responsabilidade da instituição é ridículo, é baixo.
Planeta dos Macacos: O Reinado
3.5 398 Assista Agoraeles ainda não entenderam que a gente torce mesmo é para os macacos? Humanos como os "bonzinhos" simplesmente não cola.
Cesar fez muita falta aqui... desanimei de assistir aos próximos.
Planeta dos Macacos: O Confronto
3.9 1,8K Assista Agorao melhor da trilogia.
Nosso Lar
3.2 1,4K Assista AgoraO filme tem uma história interessante, mas infelizmente os efeitos visuais mal feitos atrapalham muito na imersao da narrativa. Seria melhor ter ido para um lucal real, no Brasil temos milhares de opções...
Infelizmente as atuações também são horrorosas... ou seja, o filme se sustenta apenas pelos bons dialogos, roteiro, enredo... que fazem sentido.
Mas é aquele negócio... dava pra ser muuuuuuuuuuuuuito melhor. Boas falas em péssimos atores, a gente quase não consegue entender a cadência do que ta sendo dito.
Nosso Lar 2 - Os Mensageiros
3.0 126O filme tem uma história interessante, mas infelizmente o CGI peca muito... nesse caso era melhor ter ido pra uma locação real, no Brasil tem tantos lugares bonitos... As falhas incomodam muito pra imersão na história. Em alguns momentos vemos claramente em torno da cabeça dos atores uma falha de recorte... é horrível!
infelizmente não sei oq acontece com esses filmes de Nosso lar... será que é a igreja que paga o filme e a verba é baixa?
Quanto às atuações.... mesma coisa
Fernanda Rodrigues está excelente, é a única.
O "protagonista" Otávio não convence... nada.
Acho que aqui o enredo brinca um pouco mais com a narrativa do "medo religioso"... não gosto. Em comparação, prefiro mais o filme 1.
Pobres Criaturas
4.1 1,3K Assista Agorao filme é bom, muito bom. A estética é linda, diferente... adorei os figurinos. Ver o mundo pela ótica da Bella, crescer e aprender com ela, e entender nossas próprias limitações, ou os possíveis momentos em que sofremos nossas "podas sociais" é muito muito muito impressionante.
Só peca no lugar-comum da liberdade feminina a partir da prostituição. Daria muito bem para ter outra narrativa. Seria até mais interessante se, por causa do jeitão atirado e direto dela, os caras pagassem a ela depois do sexo, pensando ser ela uma prostituta. Até isso daria pra engolir... mas... ela se prostituindo como resultado de um lugar possível para uma mulher que curte sexo... pareceu quase que a narrativa propunha isso como um trabalho possível para a mulher que gosta de sexo. Ou talvez... se a mulher curte sexo, é esse o lugar dela na sociedade? Prostitui-se apenas quem curte fazer sexo? Quem se prostitui é pq curte fazer sexo? Será?
Êxodo: Deuses e Reis
3.1 1,2K Assista AgoraO filme sobrevive pelas atuações, sem dúvida... achei curioso o fato de grandes atores aparecerem com papeis pequenos, o que mostra que estavam mesmo acreditando nessa história.
Confesso que ainda estou sem entender...
sobre a cena quando as aguas retornam: a galera que tava na praia morreu afogado, mas o cara que tava no meio do oceano conseguiu sobreviver...
desfecho preguiçoso...
era uma baita oportunidade de fazer uma cena épica de guerra na água. Desperdício total, a cena mais emblemática da história foi realmente decepcionante... até mesmo o retorno da água é estranho, nada glorioso e nada parecido com o que Scott podeia ter feito. Realmente não entendi nada das escolhas para aquela cena. Pq em um universo de possibilidades eles fariam daquela forma?? Não dá pra engolir....
Deus tem um retrato bastante contraditório e me parece sim que o filme é bem mais uma crítica. Em um dado momento, Moises pergunta aos hebreus: "vcs tem certeza que querem sair? Canaa é bem pior que aqui!" achei... no mínimo, complicado.
Druk: Mais Uma Rodada
3.9 829 Assista AgoraSenti que durante toda a narrativa ele esbarra em quase dar uma moral... mostrar como a bebida faz mal, como estamos andando em uma corda bamba ao consumir e viver numa sociedade onde da homenagem ao festejar se faz em torno da bebida...
por fim, o filme brinca com isso, brinca com esse nosso sentimento... quebrando todos os protocolos da moralidade...
afinal... continuamos bebendo, mesmo sabendo dos males, mesmo sabendo de tudo... consumimos.
Maestro
3.1 269poderia ter focado mais na musica de Leonard Bernstein, mas ficou quase que na sexualidade dele...
o filme nao tem ritmo... achei sem continuidade... confuso.
Trabalho de corpo muito boa do Bradley Cooper,
maquiagem impecável... mas só.
A Sociedade da Neve
4.2 790 Assista AgoraFilme impecável!Tratou de forma realista, mas sem sensacionalismo essa história que tanto comoveu e assutou a todos nós.
Estou ansiosa para ler o livro.
Mamonas Assassinas: O Filme
2.3 321Filme incrível! Chorei demais, louca pra assistir novamente no cinema.
(assisti na CCXP 23 antes da estréia)
Wonka
3.4 457 Assista AgoraTimothée Chalamet é o nome do cinema atual! Que ator, que atuação!
Napoleão
3.1 373 Assista AgoraGosto demais da Vanessa Kirby, e acho que o filme ficou parecendo "Napoleão e Josefine" exatamente pela qualidade de atuação dela. Mérito totalmente da atriz, pq o roteiro das cenas íntimas me pareceu bem fraco e totalmente destoante das cenas de ação e de guerra, que sim é o ponto altíssimo do filme.
O filme confundiu... não tem como dizer que é ruim, pq tem cenas incríveis. Mas não tem como dizer que é um excelente filme, pq tem cenas sem sentido, roteiro corrido...
Napoleão é um personagem emblemático e gigante, era melhor ter focado em uma parte só... e aqui o que foi melhor desenvolvido foi a guerra.
O que é aquela cena da morte do cavalo? Cena feita para o cinema!! Todas as cenas são muito bem filmadas. Bonitas de se ver, o vermelho e o azul da bandeira contrastando com o sujo da guerra.... uau! Isso é cinema!
O Amante de Lady Chatterley
3.4 168 Assista Agorame incomodou demais que em todas as cenas em que a Emma contracena com o Mathew (marido dela no filme) raramente a câmera está nele. Em vários diálogos, a câmera só mostra ela, seja nas falas dela, seja nas falas dele.
Pra quem curte cinema sabe o que é isso: a atuação dele é ruim e acabou sendo cortada pela edição.
Segurar um filme inteiro sozinha não é fácil e nem possível, enfim... o filme não funcionou kkkk
Drácula: A Última Viagem do Deméter
2.9 277Eu quase não assisti ao filme por causa dos comentários, mas que bom que fui... o filme é interessante.
Os atores são realmente muito bons, e o roteiro tenta criar a partir dos poucos trechos que aparecem no livro, o que eu achei sensacional.
O filme é escuro, mas conseguimos ver (o que é ótimo! Parabéns para a fotografia!).
Entendo a ideia de seguir uma imagem do Drácula como o de Nosferatu, mas confesso que particularmente gosto mais do Drácula de Gary Oldman.
A criação da personagem Ana foi um ganho muito alto, ela dá certas explicações do que é o Drácula e corrige certos erros que poderiam ser entendidos por um telespectador apressado. Ela explica que Drácula é racional, que ele faz barganha. De certa maneira, ela também fala que sente uma espécie de conexão com ele, o que gosto muito e queria que fosse mais desenvolvido. Senti falta da explicação sobre os caixotes de terra, deixaram essa camada apenas para os leitores do livro. Mas sei que se tivesse sido mencionado teria sido interessante.
O personagem do Clemens eu gostei bastante, não senti que "furou" a história do livro como alguns comentaram e não achei o final ruim. O ator é muito bom, o que ajudou a segurar esse possível furo. Sabe-se que alguns conhecem o Drácula, que alguns espalham as histórias que viram ou ouviram falar dele... acho totalmente plausível que poderia existir um Clemence na embarcação. Particularmente eu gostei. Sinto que a produção quis dar um final aberto para uma possível continuidade, fazer talvez do Clemence um Van Helsing, mas acho difícil continuar.
Gosto demais de Drácula e sinto que pessoalmente nunca vi uma adaptação que chegue perto do que é o personagem do livro. O livro mostra um personagem repleto de camadas, ele exerce um certo fascínio em suas vítimas (homens e mulheres). Ouso dizer que esse fascínio chega a ser sexual também, é uma espécie de sedução ser mordido por Drácula... (vi algo vislumbrar isso no Drácula de Jonathan Rhys Meyers). Não curto muito o Drácula morcegão e monstrengo, mas deu para curtir o filme e até mesmo indicar!
Barbie
3.8 1,7K Assista AgoraO filme é um presente para as meninas. Eu acho que quem brincou de Barbie vai curtir mais (mulheres hoje entre 25 e 35 anos). As referências à brincadeira são muito legais e emocionantes. Com 5 minutos de filme eu já estava chorando.
A presença das inúmeras Barbies e Kens foi uma sacada muito legal!! A ambientação do universo com certeza é o ponto alto do filme, pensaram em todos os mínimos detalhes, é lindo demais de ver. Do pezinho da Barbie, à enorme trança no cabelo, os itens da casinha, a própria casa sem paredes... kkk nossa, eu fiquei muito nostálgica vendo esse filme.
Gostei muito da inversão dos papéis no mundo real e imaginário, o humor é inteligente e traz um ponto de crítica que caiu muito bem. Não sei se os meninos sacaram e entenderam a mensagem, mas para as meninas com certeza foi um respiro.
Sobre Mattel, eu achei uma crítica pesada e entendi que a marca correu um risco, mas ela mesma sabe que ainda assim suas vendas vão compensar. Nesse sentido, a própria marca assumiu uma autocrítica, se permitiu tocar em feridas antigas, coisa que poucas marcas estão dispostas a se fazer, o que para mim foi um ganho alto. A Mattel sabe que o universo da Barbie é muito maior do que ela mesma pensou, a criação da boneca marcou forte a vida de meninas e mulheres de uma forma que a própria Mattel não esperava. Eu acho que essa foi a maior crítica do filme relacionada à marca. A criatura é muito maior que o criador. (É interessante que a própria Mattel percebe o local marginalizado que colocou a verdadeira mãe da Barbie, Ruth Handler. Eles não entram em detalhes, pq se não ai sim perderiam as vendas ou ser "cancelada", mas tocou em uma ferida, assumiram: "não valorizamos Ruth Handler, somos uma gigante capitalista liderada por homens brancos e burocratas, não sabemos o valor da Barbie para o mundo feminino, não sabemos de nada!").
O filme é lindo, e deixa no fim aquele gosto de uma possível continuidade... o desejo de se autoconhecer, de se perceber mais do que aquilo a que fomos "concebidos" para ser. A mensagem é importante e válida tanto para Barbies quanto para Kens!
Margot está incrível, ela vai do humor ao drama de forma natural, é maravilhosa! Ryan também está perfeito. Eles seguram o filme, o filme é a presença deles...!
Infelizmente as atuações de America e Ariana deixaram a desejar, as personagens são muito importantes na trama, e a falha na atuação acabou contribuindo para o pouco envolvimento delas com o público.
Oppenheimer
4.0 1,2KÉ difícil descrever... vou tentar. Saí do cinema em silêncio, acho que ainda estou em silêncio desde então. O filme trouxe isso, uma reflexão infinita, uma perturbação.
O início do filme traz uma citação do mito de Prometeu, que desvendou o fogo aos homens e por isso foi amaldiçoado pelos Deuses... a referência é direta à vida de Oppenheimer. Não é difícil também pensar em Frankstein (o Prometeu moderno), a questão do criador e da criatura... Por um lado a vontade e o desejo de ser reconhecido por sua criação, por sua descoberta; por outro lado o terror e o absurdo que essa criação expõe.
O mito traz o tom do filme e sentimos o tempo todo essa tensão no personagem. O silêncio é mesclado por uma explosão de sentimentos.
Para mim, as melhores cenas são:
a explosão de Trinity (o silêncio de horror e de espera e depois uma lufada potente, dá para sentir toda a pressão do vento)
e o discurso de Oppenheimer após a destruição de Hiroshima e Nagasaki... (o silencio, o horror, os rostos se mesclando com cenas de destroços, os barulhos, os pensamentos... perfeito!)
Pessoal do som vai ganhar um Oscar, com certeza. E espero tudo de melhor para Cillian Murphy, que merecia um papel de destaque no cinema há muito tempo!!!
O Último Trem para Auschwitz
3.6 12O melhor filme que já vi sobbre esse tema. Estou impressionada! Obra prima, perfeito!
Shoah
4.4 38Por favor, onde consigo assistir?
O Triunfo da Vontade
3.8 100 Assista AgoraFilme interessante pra observarmos como funciona a propaganda política. Muito do que ainda se vê hoje foi mostrado nesse filme: a figura imponente do líder, o povo que ama o líder e o respeita, as emoções do líder (o olhar firme, o sorriso, o discurso). As imagens de uma Alemanha gloriosa, com arquitetura imponente. Prédios altos, toda a população clamando, a juventude, as bandeiras enormes.... Enfim. No entanto, isso ocorre em 1934/1935 muito antes da guerra, e o discurso e o desfile futurista de amor à guerra já estava ali. É algo muito louco de ver o passado por nossos olhos do futuro, já sabendo o que viria a acontecer. Ali, tantos anos antes, já estava demarcado.