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Últimas opiniões enviadas

  • Bianca Matz

    Após ver a nota dada ao filme, considero uma injustiça. Tudo bem que ele foi realizado a partir de crowd founding, sem contar que fica evidente que a produção foi de baixo custo, apesar de ter vários atores inseridos no elenco. Mas existem outros elementos que acabei me incomodando enquanto assistia, como os enquadramentos que não eram bons, muito menos o roteiro, que achei superficial e clichê em algumas partes.

    Porém, devemos levar tudo em consideração. Essa longa metragem é um ativismo disfarçado, é uma crítica imensa à indústria da carne e do leite. Eu, como vegetariana, diria que esse filme é recomendado aos carnistas, que apesar de existir inúmeros documentários sobre o assunto, ainda assim, não ficam sensibilizados pelo o que acontecem com os animais. Então, o diretor Hans Stjernswärd convida o telespectador a trocar os papéis e pensarmos da seguinte forma: "Okay, você não sente pena dos diferentes a você, mas e dos seus semelhantes?".

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    Fiquei chocada com o momento da fertilização artificial realizada na Nora (Nora Yessayan), não imaginei que veria aquilo. Além disso, há o momento tenso em que vemos os homens com máscaras de animais retirando o bebê dos braços da própria mãe, matando-o em seguida, assim como é na realidade. Inseminam a fêmea para que ela possa produzir o leite e roubam o seu filho, no qual o leite é destinado.

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    Gostei da referência do banquete nos minutos finais, é algo que remete à A Última Ceia (1495-1498), pintada por Leonardo da Vinci. Vemos o quanto somos insignificantes por celebrarmos nossa vida, expondo algo que já foi uma vida ali.

    São cenas para chocar, para trazer uma reflexão sobre o que colocamos na mesa para nos alimentar. Devemos parar com a alienação que o marketing nos vende em diversos lugares, estampandos em outdoors, sem medo de estarem admitindo aos quatro ventos que são assassinos. Afinal, por que a sua vida é mais importante do que a de um animal, independente da sua espécie?

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  • Bianca Matz

    Hoje em dia, quando me questionam qual é a minha animação japonesa favorita, com toda certeza, irei responder: Neon Genesis Evangelion!

    Após assistir ao anime e ter minhas conclusões, que foram das melhores possíveis, vim prestigiar o filme dirigido também pelo Hideaki Anno. Estaria mentindo, caso disesse que é acessível e de fácil compreensão.

    Muitas pessoas, quando questiono, nem sequer recordam do Evangelion. E quando lembram, não curtem a proposta. Por mais que categorizam como um anime do estilo Mecha, Evangelion não é bem assim. Ele é muito mais profundo do que isso!

    Evangelion trata-se de pura psicologia, do entender como Ser Humano, de questionamentos e respostas compreendidas, e também, não tão compreendidas assim. É feito para refletirmos sobre quem somos e para onde vamos, o que faremos e o que deixaremos.

    Assim como o Shinji faz a todo momento. Não queremos ser odiados. Todo mundo quer ser lembrado.

    Não podemos esquecer que no momento em que o anime foi desenvolvido, Hideaki Anno sofria de depressão, além de ter cursado Psicologia. E, por conta disso, interpreto que ele quis passar como ele é por dentro para o seu público. Que ele possui, assim como todos nós, alter egos, personagens e conversas sem nexo, que transitam em nossa mente.

    Do jeito mais sutil e nem tanto. Fomos apresentados a algo com muito drama, violência, intrigas e reviravoltas. Cheio de significantes e significados, rico em símbolos. Assim como é a nossa vida.

    Nem tudo precisa fazer sentido. Temos manias e ficamos intrigados, pensamos que temos o dever de fazer isso. Somos tudo, e ao mesmo tempo, somos nada.

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  • Bianca Matz

    Nunca tive palavras para descrever o que eu assistia sobre o David Lynch. Mas não me resta escolhas, pois, como sempre, estou maravilhada com o que ele produz. Por tratar-se de uma produção onírica, creio que não há como descrever, e na realidade, cada um deve interpretar como entendeu, assim como fazemos com os nossos sonhos.

    Antes de eu ter contato com a 3º temporada de Twin Peaks, assisti o restante das obras para absorver melhor o conteúdo, por pura intuição. E acertei! Sim, faz uma diferença enorme! Você acaba reconhecendo, lendo os elementos que se repetem, assim como a mise-en-scène, a trilha sonora, a iluminação, e claro, o elenco que é de cair o queixo.

    Tive a sensação de imersão por completo. E pude entender como uma "despedida" com chave de ouro. Vemos aqui uma coletânea, uma overdose de Lynch. Todos os atores e referências estão ali.

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    É notável uma referência até ao curta-metragem Rabbits (2002), quando Bobby cita sobre o Jack Rabbit's Palace, em que seu pai, o Major Briggs, levava-o quando era criança.

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    Sobre o fechamento da série, a frase "We live inside a dream (Nós vivemos dentro de um sonho)", fala muito sobre o que realmente está acontecendo durante o final do 17º episódio e o 18º episódio. Ele está em outra dimensão, em que tem outra identidade, nomeado de Richard.

    Vendo por esse lado, infelizmente, ele não consegue sair desse "mundo" e não voltará à Twin Peaks, como havia prometido aos seus companheiros, antes de partir. Cooper fica preso nesse local que seria um sonho? Seria uma realidade alternativa? Seria seu subconsciente?

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