"the head has nothing to do with the madness of love. it doesn't matter at all about worthiness, does it?. we invest our hearts in worthless stocks. and we know they're worthless. but we cling to them like little children clutching their little stuffed bears."
sempre vou vagar e revisitar os momentos em que linklater consegue captar o amor em palavras. é notável sua ambição em destroçar o que sentimos em trocas humanas sutis e notáveis.
sou um sentimentalista corrosivo, como a leitura do personagem de lorenz hart. nostálgico. vejo além. sinto aquém do comum.
e, claro, notei como se toda a tensão entre reconhecimento x pertencimento fosse minha.
há admiração, há celebração. mas, para ele, restam só as sobras.
uma grande obra fantasiada de pastelão com recheio de jumpscare.
weapons, apesar de engolir um melhor desenvolvimento de gladys e suas motivações, nos entregou um roteiro inimaginável e cheio de desdobramentos para possíveis interpretações, aquelas da vida real, aquelas que são quase rotina nas escolas dos eua.
"cada pessoa é uma arma em potencial."
feliz por ver o terror pastelão voltando a se levar a sério sem ser deploravelmente literal. do jeito que jordan peele ensinou.
é muito bom ser semiculto e se impressionar com um roteiro que beira o piegas, cheio de diálogos propositalmente intensos demais para duas pessoas que se viram uma fucking vez em quase uma década se debruçarem sobre.
e o pior é que funciona. a continuação, com a versão woke da phoebe buffay e com o jesse que exagerou na nicotina cria mais um lembrete agridoce de que a vida é feita de timing ruim e conversas boas demais pra acabarem.
A direção é a única coisa louvável aqui. É envolvente.
Mas os críticos estão vendendo muita profundidade pra algo que talvez seja muito simples e... bobo. Parece algo que a Katherine Heigl aceitaria fazer nos anos 2000.
Leva a grandes discussões internas sobre relacionamentos amorosos e concessões acerca de sua utilidade na sociedade? Leva.
É um filme dos anos 90, então muita coisa ali era tratada como “normal” na época. Mas o que me surpreende é ver, hoje, tanta gente defendendo com unhas e dentes um personagem indefensável e um roteiro que de sutil não tem nada.
A redenção de alguém abertamente xenofóbico, racista, homofóbico, machista e com traços claros de psicopatia é tratada como grande trunfo da trama, como se um detalhe como “ele tem TOC” apagasse todo o resto.
Após rever a dupla de 2005 e 2007 e este, novamente, após 10 anos, posso dizer que envelheceu bem.
É um filme focado na introdução dos personagens e tem um roteiro bem melhor do que seus amigos dos anos 00, percebe-se uma preocupação excessiva em deixar a história crível e isso me ganhou.
Não acho que falta "química" entre os personagens, acho até que eles se complementam. Victor pareceu de fato um vilão, e a luta final é boa, só faltou explorar mais esse lado.
A galera força demais no hate de "pior filme de herói", deixem esse posto pra Batman & Robin de 97 mesmo.
10 anos atrás eu havia dado uma estrela, e, hoje, replicando meu comentário, vejo que esse quarteto tinha potencial pra ser fantástico.
é tudo um "quase" aqui, quase tem um clímax, quase tem emoção, quase tem um vilão, quase temos um bom final e quase temos uma pantera negra. letitia não segurou. foi um wakanda meio que forever mesmo, mas não de uma forma boa.
Talvez esse filme funcione mais para mulheres que se identificam com o exposto, porque não dá pra comprar totalmente esse roteiro.
Nicole Kidman faz uma magnata de sucesso que não tem um pingo de autoridade em qualquer embate com qualquer outro personagem. Então como conseguiu sucesso na carreira?
Ao menos as boas coisas conseguiram superar as ruins: Todos os atores foram bem e a direção foi lindíssima. Vi um alguém falando da influência de Olhos Bem Fechados, quando a Alice vive a desejada fantasia. Achei incrível ver por esse lado.
No mais, temos Harris Dickinson dançando Father Figure. Isso já vale 3 estrelas e meia.
Não sei se pelo fato da expectativa envolvida, ou se por eu ter me aquecido com o filme de 1922, o fato é que Nosferatu do Eggers é grandioso, cheio de detalhes, visualmente hipnotizante e detalhadamente grotesco. É uma obra técnica.
A Bruxa e O Farol são filmes que ecoam na minha cabeça até hoje, então ele sabe como impressionar, mas nesse, acredito que as piruetas técnicas pesaram mais que o roteiro.
As atuações fantástica não geraram conexões, salvo Willem Dafoe. E digo que Bill Skarsgard é meio que um gênio em tudo que faz.
Robert Eggers e sua fixação (não vou dizer em quê), foi apoteótica, entregou um Nosferatu incrível, mas faltou a emoção de um bom terror que eu só consegui sentir na cena inicial.
Blue Moon: Música e Solidão
3.0 84 Assista Agora"the head has nothing to do with the madness of love. it doesn't matter at all about worthiness, does it?. we invest our hearts in worthless stocks. and we know they're worthless. but we cling to them like little children clutching their little stuffed bears."
sempre vou vagar e revisitar os momentos em que linklater consegue captar o amor em palavras. é notável sua ambição em destroçar o que sentimos em trocas humanas sutis e notáveis.
sou um sentimentalista corrosivo, como a leitura do personagem de lorenz hart. nostálgico. vejo além. sinto aquém do comum.
e, claro, notei como se toda a tensão entre reconhecimento x pertencimento fosse minha.
há admiração, há celebração. mas, para ele, restam só as sobras.
A Hora do Mal
3.7 1,0K Assista Agorauma grande obra fantasiada de pastelão com recheio de jumpscare.
weapons, apesar de engolir um melhor desenvolvimento de gladys e suas motivações, nos entregou um roteiro inimaginável e cheio de desdobramentos para possíveis interpretações, aquelas da vida real, aquelas que são quase rotina nas escolas dos eua.
"cada pessoa é uma arma em potencial."
feliz por ver o terror pastelão voltando a se levar a sério sem ser deploravelmente literal. do jeito que jordan peele ensinou.
Antes do Pôr-do-Sol
4.2 1,5K Assista Agoraé muito bom ser semiculto e se impressionar com um roteiro que beira o piegas, cheio de diálogos propositalmente intensos demais para duas pessoas que se viram uma fucking vez em quase uma década se debruçarem sobre.
e o pior é que funciona. a continuação, com a versão woke da phoebe buffay e com o jesse que exagerou na nicotina cria mais um lembrete agridoce de que a vida é feita de timing ruim e conversas boas demais pra acabarem.
Extermínio
3.7 1,1K Assista Agoraandou pra que twd pudesse correr
Antes do Amanhecer
4.3 2,0K Assista Agoraconexões são efêmeras!!!
Superman
3.6 916 Assista Agorasuperman que apanha de todo mundo, lois claramente lgbtqia+ e james gunn fazendo mais um filme de humor.
mas nem tudo foi ruim: conseguiram amarrar o plot de 483042 personagens. a paleta de cores é lindíssima e nicholas hoult insanamente bom e calvo.
Amores Materialistas
3.1 391 Assista AgoraA direção é a única coisa louvável aqui. É envolvente.
Mas os críticos estão vendendo muita profundidade pra algo que talvez seja muito simples e... bobo. Parece algo que a Katherine Heigl aceitaria fazer nos anos 2000.
Leva a grandes discussões internas sobre relacionamentos amorosos e concessões acerca de sua utilidade na sociedade? Leva.
Mas isso se você realmente tiver disposto a levar a sério Dakota Johnson aceitando um quarentão pobretão e fadado ao fracasso em nome do amor.
Melhor É Impossível
4.0 690É um filme dos anos 90, então muita coisa ali era tratada como “normal” na época. Mas o que me surpreende é ver, hoje, tanta gente defendendo com unhas e dentes um personagem indefensável e um roteiro que de sutil não tem nada.
A redenção de alguém abertamente xenofóbico, racista, homofóbico, machista e com traços claros de psicopatia é tratada como grande trunfo da trama, como se um detalhe como “ele tem TOC” apagasse todo o resto.
Se não fossem as atuações, o que sobraria?
Quarteto Fantástico
2.2 1,7K Assista AgoraApós rever a dupla de 2005 e 2007 e este, novamente, após 10 anos, posso dizer que envelheceu bem.
É um filme focado na introdução dos personagens e tem um roteiro bem melhor do que seus amigos dos anos 00, percebe-se uma preocupação excessiva em deixar a história crível e isso me ganhou.
Não acho que falta "química" entre os personagens, acho até que eles se complementam. Victor pareceu de fato um vilão, e a luta final é boa, só faltou explorar mais esse lado.
A galera força demais no hate de "pior filme de herói", deixem esse posto pra Batman & Robin de 97 mesmo.
10 anos atrás eu havia dado uma estrela, e, hoje, replicando meu comentário, vejo que esse quarteto tinha potencial pra ser fantástico.
A cena final continua cringe as f*ck.
Quarteto Fantástico e o Surfista Prateado
2.8 823Achei que esse entreteu mais do que o primeiro. O Surfista Prateado é a estrela inegável do filme. O resto é apenas ruim.
Oppenheimer
4.0 1,2Kaqui é exatamente quando o nolan chegou no seu magnum opus. e ninguém vai me provar o contrário.
Cazuza: O Tempo Não Pára
3.6 996Uma versão polida do que foi a história de um dos maiores narcisistas e poetas da nossa geração.
Atuações e ambientações muito boas, mas a fotografia e direção dão um show, sublimes.
Não é de um todo ruim, essa parte fica só com o roteiro.
Longlegs: Vínculo Mortal
3.2 938 Assista AgoraAdorei essa biografia do Marilyn Manson.
Pantera Negra: Wakanda Para Sempre
3.5 823 Assista Agoraé tudo um "quase" aqui, quase tem um clímax, quase tem emoção, quase tem um vilão, quase temos um bom final e quase temos uma pantera negra. letitia não segurou. foi um wakanda meio que forever mesmo, mas não de uma forma boa.
Pecadores
4.0 1,2K Assista AgoraQuanto vale entrar pra história, Ryan Coogler? Obra-prima.
Da Magia à Sedução
3.6 763 Assista AgoraDica: não reassista filmes que você amava quando criança.
Bridget Jones: No Limite da Razão
3.4 496 Assista Agorao roteirista desse era fã da madonna.
Anora
3.4 1,2K Assista AgoraTouché.
Babygirl
2.7 493 Assista AgoraTalvez esse filme funcione mais para mulheres que se identificam com o exposto, porque não dá pra comprar totalmente esse roteiro.
Nicole Kidman faz uma magnata de sucesso que não tem um pingo de autoridade em qualquer embate com qualquer outro personagem. Então como conseguiu sucesso na carreira?
Ao menos as boas coisas conseguiram superar as ruins: Todos os atores foram bem e a direção foi lindíssima. Vi um alguém falando da influência de Olhos Bem Fechados, quando a Alice vive a desejada fantasia. Achei incrível ver por esse lado.
No mais, temos Harris Dickinson dançando Father Figure. Isso já vale 3 estrelas e meia.
Pisque Duas Vezes
3.5 662 Assista Agoraa zoe dirigiu seu primeiro longa que é basicamente um retalho de diversas obras:
don't worry darling
the menu
saltburn
glass onion
e get out
entreteu com os artifícios mais bobos possíveis.
Nosferatu
3.6 945 Assista AgoraNão me impressionou como eu queria.
Não sei se pelo fato da expectativa envolvida, ou se por eu ter me aquecido com o filme de 1922, o fato é que Nosferatu do Eggers é grandioso, cheio de detalhes, visualmente hipnotizante e detalhadamente grotesco. É uma obra técnica.
A Bruxa e O Farol são filmes que ecoam na minha cabeça até hoje, então ele sabe como impressionar, mas nesse, acredito que as piruetas técnicas pesaram mais que o roteiro.
As atuações fantástica não geraram conexões, salvo Willem Dafoe. E digo que Bill Skarsgard é meio que um gênio em tudo que faz.
Robert Eggers e sua fixação (não vou dizer em quê), foi apoteótica, entregou um Nosferatu incrível, mas faltou a emoção de um bom terror que eu só consegui sentir na cena inicial.
Queer
3.1 188 Assista Agoraa quebra de expectativa do roteiro pós/durante a viagem fez de queer um filme marcante e único.
toda simbologia envolvida nas cenas me trouxe amargor e tristeza ao perceber que a conexão que lee sempre procurou nunca foi preenchida como ele quis.
e que tudo isso, por mais que escrito nos anos 50, não está nada aquém dos dias de hoje.
é sobre ímpares.
O Diário de Bridget Jones
3.5 881 Assista AgoraDifícil conceber a temática desse filme em 2025. Mas, sinceramente, é uma adorável distração.
Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes
3.6 438 Assista AgoraMARATONA Hunger Games 5/5.
Francis Lawrence tirou leite de pedra e conseguiu fazer um filme aceitável. Tom Blyth e Rachel Zegler seguraram muito bem.
Achei um bom prelúdio para Coriolanus Snow e a ambientação foi muito boa, os Jogos Vorazes pareceram algo crível.