Fiquei tenso, jogo de câmera incrível e o ambiente aliado a trilha sonora me fizeram prender a respiração. Me refiro ao trailer de Slender Man que assisti antes do filme. Quanto a "Um Lugar Silencioso" o filme é bom, mas não é tudo aquilo e achei muito parecido com Sinais. Se salva por conta das boas atuações e da reflexão que proporciona. Em um mundo que está cheio de ruídos e barulhos ensurdecedores, sejam eles midiáticos ou interiores as vezes o silêncio faz bem à alma e o espírito.
O filme é ótimo em se tratando de efeitos especiais mas quanto ao roteiro é muito fraco. Para fechar a trilogia deveriam ter mais cuidado com esta sequência.
O filme visualmente é bem realizado e a trilha sonora foi bem elaborada para gerar tensão o tempo todo. Quanto ao roteiro ele realmente não é nenhum primor, mas acredito que não era a intenção de Nolan buscar esse reconhecimento mas sim um estilo de filmagem e fotografia que retratam o pesadelo da guerra sob o prisma do diretor e assim deixar sua marca no filme.
Gostei do filme por conta das referências a película de 1982. Foi nostálgico. Muito boa a fotografia. Achei a trilha sonora do primeiro filme melhor. Roteiro poderia ter sido mais elaborado. No final das contas é um bom filme.
Filme muito previsível. Nos cinco primeiros minutos já tinha acertado o roteiro. A tensão racial foi bem elaborada e as atuações também. Fora isto, nada demais.
Como alegoria serve. Se buscam veracidade quanto ao texto bíblico é ser pretensioso demais. Por exemplo, o filme é cíclico enquanto que a narrativa bíblica é linear. Vejo inclusive uma certa crítica do autor quanto a teologia judaico-cristã. Mas é apenas minha opinião e o filme dá margens a uma série de interpretações desde os defensores da natureza até o drama no relacionamento do casal analisado sob o prisma freudiano. No mais, enquanto cinema é interessante por ser diferente.
Filme muito bom, trilha sonora excelente, trouxe boas recordações. Cenas de luta bem realizadas e a movimentação da câmera foi algo surreal nas cenas de luta. Ademais percebe-se que Charlize treinou muito para as cenas. É bom ter uma mulher tocando o terror em filmes de espionagem onde geralmente predomina a figura masculina, vide filmes como Missão Impossível, 007, Identidade Bourne, Kingsman entre outros. Que venha uma sequência!
O filme é bom, boas atuações (não reconheci Renée Zellweger, isso porque minha mulher dizia que era ela e eu afirmava que não Quase deu separação rss). Achei que o enredo força demais ao sugestionar certos acontecimentos para gerar o plot twist final. Mas vale a sessão pipoca!
Baita filme, de um impacto tremendo no modo de viver e pensar dos dias de hoje. A progressão da história, da aventura, da descoberta até o desespero foram bem construídas. A interpretação e a transformação de Emile Hirsch dão ao personagem uma veracidade espetacular e nos aproxima da realidade vivida por Christopher McCandless com uma perspectiva jamais imaginada. Tenho certeza de que ninguém que assista este filme possa ficar indiferente a própria existência.
Puro e simples capitalismo canibal promovido pela ambição humana. A realidade as vezes é dura e não um conto de fadas e esse filme mostrou como algumas pessoas realmente se tornam aproveitadoras da simplicidade dos outros no mundo dos negócios.
Gosto de filmes de ficção científica, por isso me entusiasmei pela premissa do filme. Apesar dos ótimos efeitos especiais achei o enredo muto fraco. Como entretenimento até que vale a pena, mas não crie muitas expectativas em relação ao filme, pode ser que você se decepcione.
Os primeiros 30 minutos James (Chris Pratt) atua praticamente sozinho e passa a impressão de um filme muito parado, didático demais conforme já avaliado pelos colegas abaixo. Quando Aurora (Jennifer Lawrence) entra em cena o ritmo fica mais acelerado. Passou a impressão de que teriam que resolver todos os problemas do enredo no menor tempo possível. Por fim o final foi previsível demais e decepcionante. Afinal, não optaram por ter filhos ou para tirar da hibernação alguém da tripulação para ajudá-los na situação na qual se encontravam.
Ótimo filme, bem conduzido num tema muito delicado. No começo incomoda pois nos confronta com nossos ideais por vezes puritanos, mas isso só demonstra como o filme consegue ser sensível e provocativo sem necessariamente partir para uma afronta sobre a discussão de gênero. Reflete bem as angustias de quem vive a situação e daqueles que acompanham de perto tal transformação. As vezes os pais não querem "acordar" para a realidade que está na frente deles. Mas precisam ter o discernimento e o cuidado de compreender o momento e de amar incondicionalmente em toda situação.
No começo, quando percebi que o filme seria ambientado em um único cenário, fiquei meio receoso que fosse monótono. Me enganei, ainda bem. Diálogos bem alinhados, conversa fluída, toques de humor e critica ácida aos relacionamentos sociais. Tem uma cena que considerei antológica, pois ela referencia uma obra existencialista. A personagem de Kate Winslet percebendo que a situação esteva ficando incontrolável e que ninguém se entendia mais teve um ânsia tão grande que a levou a vomitar. Esta cena me lembrou da obra "A Naúsea" de Sartre, cujo personagem reage da mesma maneira ao se deparar com a falta de sentido da existência e do caos que o cerca. ]
Filme curto, diálogos certeiros e que merece ser visto
Este filme pode ser considerado atemporal. Não importa quando será visto, ele sempre será relevante posto lidar com questões da existência humana que transcende o tempo. Vemos como um líder, com uma visão das necessidades e dos anseios das pessoas consegue, com um discurso envolvente, manipular mentes e corações. Isto é evidente em todos os grupos sociais, sejam eles religiosos ou políticos. O perigo justamente está no fanatismo, que não permite que diferentes pontos de vista possam conviver em harmonia, desde que respeitada os direitos que preservem a vida e a integridade do outro. Quanto ao filme em si, ele foi bem feito, mostrou em um curto espaço de tempo os perigos que qualquer ideologia exacerbada representa. Baseado numa história real ocorrida nos Estados Unidos, mostra um professor idealista que procura despertar nos alunos uma razão para viver, mas que acaba não percebendo o rumo que a situação tomou. Boas atuações, com destaque para Max Riemelt que atuou na primeira temporada de Sense8 e da jovem Jennifer (I) Ulrich.
O filme recebeu várias críticas negativas, seja por quem conhece a obra literária original ou quem tem conhecimento de causa sobre os transexuais. Assisti o filme como uma obra de adaptação cinematográfica e portanto minha opinião é em relação ao que me foi apresentado. Gostei muito da atuação de Alicia. Na personagem de Gerda ela transmitiu muita sensibilidade e humanidade no trato com seu esposo.
Eddie novamente demonstra ser um ator versátil e consegue uma boa atuação quando interpreta a Lili. Gostei muito da fotografia do filme também. O roteiro poderia ser melhor aproveitado, mas mesmo assim ele nos faz tentar entender os sentimentos e os pensamentos de quem possui um corpo masculino e tem, numa alusão a Jung, uma alma feminina que ganha cada vez mais espaço até não poder mais caber em si mesma.
O final poderia ter sido melhor, mas num todo o filme é bom ao nos mostrar os dilemas da sexualidade na Europa do início do século passado e quanto isto ainda gera discussões na atualidade.
No decorrer do filme, quando se torna evidente o despertar de sua transexualidade, Einar procura ajuda médica. Um dos diagnósticos foi o de esquizofrenia, isto é, dupla personalidade. Não havia atentado para isto, mas em um comentário mais abaixo, o colega Nando expõe bem essa problemática. Isto é, uma pessoa transexual não necessariamente é esquizofrênica, e foi isso a ideia que o filme passou. O final foi muito previsível e igual a muitos outros filmes, mas quando a morte surge, teria uma outra maneira melhor de morrer? Talvez no filme, fosse durante a cirurgia de mudança de sexo.
O filme é bom, típico da Marvel, boa dose de humor e ação. Aliás, fazia tempo que não via uma cena de ação tão bem feita e de tirar o fôlego como aquela da perseguição no túnel. Quanto ao enredo, achei fraco, teve um bom equilíbrio entre os personagens mas tive a sensação de ver um Homem Aranha exageradamente infantil. Lendo os comentários que me precederam, concordo que a Marvel não conseguiu ainda desenvolver um vilão como a DC o fez, retratado nos filmes do Batman de Cristopher Nolan.
Reforço os comentários dos colegas sobre as atuações de Jared Leto e Matthew McConaughey. Os atores incorporaram os personagens de uma maneira incrível. O tema por si só já é delicado e polêmico e o diretor acertou na dose. Mostrou muito bem como era o estigma da AIDS na década de 80, o preconceito em relação aos homoafetivos, principalmente por ser ambientado em Dallas. A questão da indústria farmacêutica e sua ganância pelo dinheiro é algo que perdura até os dias de hoje. Assim, o filme pode ser visto como um entretenimento, mas é ao mesmo tempo uma denúncia ao comércio que as grandes empresas fazem com a saúde das pessoas em todo o mundo.
Mad Max: Estrada da Fúria, tem uma proposta, que ao meu ver causa opiniões divergentes por conta disso. Ele é por excelência, um filme de ação e aventura do início ao fim. Não se preocupa em explicar como as coisas são ou porquê elas acontecem. Não é esse o seu papel e sim apresentar ao espectador uma experiência cinematográfica inesquecível, um devaneio visual sem precedentes e uma trilha sonora que te joga para dentro do filme. Por isso, para mim, dentro do que se propõe, o filme é perfeito.
Relutei para assistir o filme, pois já sabia da temática e não tive nenhum interesse em vê-lo. Contudo, depois de uma palestra de filosofia sobre as mazelas da natureza humana na qual indicava a película, resolvi encarar a empreitada. O filme é bem feito, bem produzido, não é nenhuma obra prima, mas é bom.
O jogo de câmeras faz com que as cenas de sexo sejam interessantes. Não é pornográfico, nem tampouco romântico mas sim erótico com viés dramático. O movimento rápido das cenas deixa o telespectador perdido diante da volúpia dos atores. Aliás, Fassbender tem uma boa atuação ao interpretar um homem com compulsão sexual, que não tem nenhum tipo de censura ou limite ao atender os seus desejos. Mulheres e homens são objetos de seu desespero, de sua busca desenfreada pelo prazer, pelo sexo. O roteiro não faz nenhuma alusão a uma possível busca de acompanhamento para ajudar o personagem na situação na qual se encontra, na verdade, a impressão que fica é que a angustia dele se externa justamente no fato de que a cada dia, tudo na vida dele vai se repetir e a existência torna-se apenas uma questão de viver cada dia o seu dia. A única alteração nesta constante é quando surge sua irmã, cujos problemas a fazem, quase no final filme, tentar tirar a própria vida. Talvez o filme no final queira mostrar que a despeito de seus problemas existenciais, sua irmã procurou dar um fim neles, ainda que de uma maneira equivocada, ao passo que o personagem de Fassbender não toma nenhuma atitude em relação a sua própria condição. Enfim, vejo o filme aonde o personagem principal tem compulsão pelo sexo e que continua a viver com isso independente dos acontecimentos.
Sua vergonha é passageira, pois a compulsão tem maior poder sobre ele do que sua própria razão.
Filme tenso, sempre relutei em assisti-lo pois sabia do enredo. Mas é a realidade, muitas vezes retratada no noticiário norte-americano. Ter filhos e educá-los é um desafio, por melhor que seja esta educação, o que eles serão nas diversas etapas da vida é algo que somente o tempo dirá, posto não estarmos programando robôs ou seres idiotizados. Roteiro e produção do filme são impecáveis além é claro das ótimas interpretações. Ótima atuação de Ezra Miller no papel de Kevin.
O filme é bom, um dos melhores sobre ficção científica dos últimos anos. São conceitos difíceis de assimilar, mas é louvável o esmero da produção em tornar o filme o mais verossímil possível. Achei complexo a parte do paradoxo temporal. Mas isso é bom, pois nos faz pensar sobre como o espaço, tempo e gravidade podem existir de uma maneira que ainda não conhecemos na prática. Não gostei da parte dramática do filme, muito "choro", assim como do robô TARS, que mais parece ter vindo do mundo de Minecraft. Por fim, o filme apresenta algumas referências a 2001, Uma Odisseia no Espaço, justa homenagem a um dos melhores filmes do gênero.
Filme agradável como entretenimento. Bem produzido e com assessoria de técnicos da NASA ele ficou bem fidedigno a uma suposta viagem a Marte. Atuação de Damon é espetacular e mostra quão versátil um ator pode ser. A única ressalva fica por conta da patriotada norte-americana, poderia ser dispensável, inclusive me fez lembrar os filmes de Michael Bay.
O Regresso possui uma fotografia brilhante. As filmagens realizadas em um ambiente inóspito dão mais veracidade a trama. Tecnicamente o filme é bom, bem dirigido e produzido. Di Caprio e Tom Hardy tiveram ótimas atuações.
O filme é interessante do ponto de vista psicológico. O personagem principal demonstra uma enorme força de vontade em superar as limitações sofridas por conta do ataque de um urso, mas sua motivação maior para continuar vivo, não é a esperança na própria vida, mas sim em vingar a morte de seu filho. Embora com poucas falas, é evidente o esforço de DiCaprio em absorver o personagem e mostrar de forma dramática a sua luta para permanecer vivo. Antes um caçador de peles, ele passa a caçar aquele que tirou a vida de seu filho.
Um Lugar Silencioso
4.0 3,0K Assista AgoraFiquei tenso, jogo de câmera incrível e o ambiente aliado a trilha sonora me fizeram prender a respiração. Me refiro ao trailer de Slender Man que assisti antes do filme. Quanto a "Um Lugar Silencioso" o filme é bom, mas não é tudo aquilo e achei muito parecido com Sinais. Se salva por conta das boas atuações e da reflexão que proporciona. Em um mundo que está cheio de ruídos e barulhos ensurdecedores, sejam eles midiáticos ou interiores as vezes o silêncio faz bem à alma e o espírito.
Planeta dos Macacos: A Guerra
4.0 990 Assista AgoraO filme é ótimo em se tratando de efeitos especiais mas quanto ao roteiro é muito fraco. Para fechar a trilogia deveriam ter mais cuidado com esta sequência.
Dunkirk
3.8 2,0K Assista AgoraO filme visualmente é bem realizado e a trilha sonora foi bem elaborada para gerar tensão o tempo todo. Quanto ao roteiro ele realmente não é nenhum primor, mas acredito que não era a intenção de Nolan buscar esse reconhecimento mas sim um estilo de filmagem e fotografia que retratam o pesadelo da guerra sob o prisma do diretor e assim deixar sua marca no filme.
Blade Runner 2049
4.0 1,7K Assista AgoraGostei do filme por conta das referências a película de 1982. Foi nostálgico. Muito boa a fotografia. Achei a trilha sonora do primeiro filme melhor. Roteiro poderia ter sido mais elaborado. No final das contas é um bom filme.
Corra!
4.2 3,7K Assista AgoraFilme muito previsível. Nos cinco primeiros minutos já tinha acertado o roteiro. A tensão racial foi bem elaborada e as atuações também. Fora isto, nada demais.
Mãe!
4.0 3,9K Assista AgoraComo alegoria serve. Se buscam veracidade quanto ao texto bíblico é ser pretensioso demais. Por exemplo, o filme é cíclico enquanto que a narrativa bíblica é linear. Vejo inclusive uma certa crítica do autor quanto a teologia judaico-cristã. Mas é apenas minha opinião e o filme dá margens a uma série de interpretações desde os defensores da natureza até o drama no relacionamento do casal analisado sob o prisma freudiano. No mais, enquanto cinema é interessante por ser diferente.
Atômica
3.6 1,1K Assista AgoraFilme muito bom, trilha sonora excelente, trouxe boas recordações. Cenas de luta bem realizadas e a movimentação da câmera foi algo surreal nas cenas de luta. Ademais percebe-se que Charlize treinou muito para as cenas. É bom ter uma mulher tocando o terror em filmes de espionagem onde geralmente predomina a figura masculina, vide filmes como Missão Impossível, 007, Identidade Bourne, Kingsman entre outros. Que venha uma sequência!
Versões de um Crime
3.2 430 Assista AgoraO filme é bom, boas atuações (não reconheci Renée Zellweger, isso porque minha mulher dizia que era ela e eu afirmava que não Quase deu separação rss). Achei que o enredo força demais ao sugestionar certos acontecimentos para gerar o plot twist final. Mas vale a sessão pipoca!
Na Natureza Selvagem
4.3 4,6K Assista AgoraBaita filme, de um impacto tremendo no modo de viver e pensar dos dias de hoje. A progressão da história, da aventura, da descoberta até o desespero foram bem construídas. A interpretação e a transformação de Emile Hirsch dão ao personagem uma veracidade espetacular e nos aproxima da realidade vivida por Christopher McCandless com uma perspectiva jamais imaginada. Tenho certeza de que ninguém que assista este filme possa ficar indiferente a própria existência.
Fome de Poder
3.6 843 Assista AgoraPuro e simples capitalismo canibal promovido pela ambição humana. A realidade as vezes é dura e não um conto de fadas e esse filme mostrou como algumas pessoas realmente se tornam aproveitadoras da simplicidade dos outros no mundo dos negócios.
Passageiros
3.3 1,5K Assista AgoraGosto de filmes de ficção científica, por isso me entusiasmei pela premissa do filme. Apesar dos ótimos efeitos especiais achei o enredo muto fraco. Como entretenimento até que vale a pena, mas não crie muitas expectativas em relação ao filme, pode ser que você se decepcione.
Os primeiros 30 minutos James (Chris Pratt) atua praticamente sozinho e passa a impressão de um filme muito parado, didático demais conforme já avaliado pelos colegas abaixo. Quando Aurora (Jennifer Lawrence) entra em cena o ritmo fica mais acelerado. Passou a impressão de que teriam que resolver todos os problemas do enredo no menor tempo possível. Por fim o final foi previsível demais e decepcionante. Afinal, não optaram por ter filhos ou para tirar da hibernação alguém da tripulação para ajudá-los na situação na qual se encontravam.
Tomboy
4.2 1,6K Assista AgoraÓtimo filme, bem conduzido num tema muito delicado. No começo incomoda pois nos confronta com nossos ideais por vezes puritanos, mas isso só demonstra como o filme consegue ser sensível e provocativo sem necessariamente partir para uma afronta sobre a discussão de gênero. Reflete bem as angustias de quem vive a situação e daqueles que acompanham de perto tal transformação. As vezes os pais não querem "acordar" para a realidade que está na frente deles. Mas precisam ter o discernimento e o cuidado de compreender o momento e de amar incondicionalmente em toda situação.
Intocáveis
4.4 4,1K Assista AgoraMuito bom o filme. Ótimas interpretações. Um filme emocionante, uma sintonia perfeita entre o drama e o humor.
Deus da Carnificina
3.8 1,4KÓtimo filme, atores excelentes num roteiro impecável. Cristoph Waltz dispensa comentários.
No começo, quando percebi que o filme seria ambientado em um único cenário, fiquei meio receoso que fosse monótono. Me enganei, ainda bem. Diálogos bem alinhados, conversa fluída, toques de humor e critica ácida aos relacionamentos sociais.
Tem uma cena que considerei antológica, pois ela referencia uma obra existencialista. A personagem de Kate Winslet percebendo que a situação esteva ficando incontrolável e que ninguém se entendia mais teve um ânsia tão grande que a levou a vomitar. Esta cena me lembrou da obra "A Naúsea" de Sartre, cujo personagem reage da mesma maneira ao se deparar com a falta de sentido da existência e do caos que o cerca.
]
Filme curto, diálogos certeiros e que merece ser visto
A Onda
4.2 1,9KEste filme pode ser considerado atemporal. Não importa quando será visto, ele sempre será relevante posto lidar com questões da existência humana que transcende o tempo. Vemos como um líder, com uma visão das necessidades e dos anseios das pessoas consegue, com um discurso envolvente, manipular mentes e corações. Isto é evidente em todos os grupos sociais, sejam eles religiosos ou políticos. O perigo justamente está no fanatismo, que não permite que diferentes pontos de vista possam conviver em harmonia, desde que respeitada os direitos que preservem a vida e a integridade do outro.
Quanto ao filme em si, ele foi bem feito, mostrou em um curto espaço de tempo os perigos que qualquer ideologia exacerbada representa. Baseado numa história real ocorrida nos Estados Unidos, mostra um professor idealista que procura despertar nos alunos uma razão para viver, mas que acaba não percebendo o rumo que a situação tomou. Boas atuações, com destaque para Max Riemelt que atuou na primeira temporada de Sense8 e da jovem Jennifer (I) Ulrich.
A Garota Dinamarquesa
4.0 2,2K Assista AgoraO filme recebeu várias críticas negativas, seja por quem conhece a obra literária original ou quem tem conhecimento de causa sobre os transexuais. Assisti o filme como uma obra de adaptação cinematográfica e portanto minha opinião é em relação ao que me foi apresentado. Gostei muito da atuação de Alicia. Na personagem de Gerda ela transmitiu muita sensibilidade e humanidade no trato com seu esposo.
Eddie novamente demonstra ser um ator versátil e consegue uma boa atuação quando interpreta a Lili. Gostei muito da fotografia do filme também. O roteiro poderia ser melhor aproveitado, mas mesmo assim ele nos faz tentar entender os sentimentos e os pensamentos de quem possui um corpo masculino e tem, numa alusão a Jung, uma alma feminina que ganha cada vez mais espaço até não poder mais caber em si mesma.
O final poderia ter sido melhor, mas num todo o filme é bom ao nos mostrar os dilemas da sexualidade na Europa do início do século passado e quanto isto ainda gera discussões na atualidade.
Agora uma pequena crítica...
No decorrer do filme, quando se torna evidente o despertar de sua transexualidade, Einar procura ajuda médica. Um dos diagnósticos foi o de esquizofrenia, isto é, dupla personalidade. Não havia atentado para isto, mas em um comentário mais abaixo, o colega Nando expõe bem essa problemática. Isto é, uma pessoa transexual não necessariamente é esquizofrênica, e foi isso a ideia que o filme passou. O final foi muito previsível e igual a muitos outros filmes, mas quando a morte surge, teria uma outra maneira melhor de morrer? Talvez no filme, fosse durante a cirurgia de mudança de sexo.
Capitão América: Guerra Civil
3.9 2,4K Assista AgoraO filme é bom, típico da Marvel, boa dose de humor e ação. Aliás, fazia tempo que não via uma cena de ação tão bem feita e de tirar o fôlego como aquela da perseguição no túnel. Quanto ao enredo, achei fraco, teve um bom equilíbrio entre os personagens mas tive a sensação de ver um Homem Aranha exageradamente infantil. Lendo os comentários que me precederam, concordo que a Marvel não conseguiu ainda desenvolver um vilão como a DC o fez, retratado nos filmes do Batman de Cristopher Nolan.
Clube de Compras Dallas
4.3 2,8K Assista AgoraReforço os comentários dos colegas sobre as atuações de Jared Leto e Matthew McConaughey. Os atores incorporaram os personagens de uma maneira incrível. O tema por si só já é delicado e polêmico e o diretor acertou na dose. Mostrou muito bem como era o estigma da AIDS na década de 80, o preconceito em relação aos homoafetivos, principalmente por ser ambientado em Dallas. A questão da indústria farmacêutica e sua ganância pelo dinheiro é algo que perdura até os dias de hoje. Assim, o filme pode ser visto como um entretenimento, mas é ao mesmo tempo uma denúncia ao comércio que as grandes empresas fazem com a saúde das pessoas em todo o mundo.
Mad Max: Estrada da Fúria
4.2 4,7K Assista AgoraMad Max: Estrada da Fúria, tem uma proposta, que ao meu ver causa opiniões divergentes por conta disso. Ele é por excelência, um filme de ação e aventura do início ao fim. Não se preocupa em explicar como as coisas são ou porquê elas acontecem. Não é esse o seu papel e sim apresentar ao espectador uma experiência cinematográfica inesquecível, um devaneio visual sem precedentes e uma trilha sonora que te joga para dentro do filme. Por isso, para mim, dentro do que se propõe, o filme é perfeito.
Shame
3.6 2,0K Assista AgoraRelutei para assistir o filme, pois já sabia da temática e não tive nenhum interesse em vê-lo. Contudo, depois de uma palestra de filosofia sobre as mazelas da natureza humana na qual indicava a película, resolvi encarar a empreitada. O filme é bem feito, bem produzido, não é nenhuma obra prima, mas é bom.
O jogo de câmeras faz com que as cenas de sexo sejam interessantes. Não é pornográfico, nem tampouco romântico mas sim erótico com viés dramático. O movimento rápido das cenas deixa o telespectador perdido diante da volúpia dos atores. Aliás, Fassbender tem uma boa atuação ao interpretar um homem com compulsão sexual, que não tem nenhum tipo de censura ou limite ao atender os seus desejos. Mulheres e homens são objetos de seu desespero, de sua busca desenfreada pelo prazer, pelo sexo. O roteiro não faz nenhuma alusão a uma possível busca de acompanhamento para ajudar o personagem na situação na qual se encontra, na verdade, a impressão que fica é que a angustia dele se externa justamente no fato de que a cada dia, tudo na vida dele vai se repetir e a existência torna-se apenas uma questão de viver cada dia o seu dia. A única alteração nesta constante é quando surge sua irmã, cujos problemas a fazem, quase no final filme, tentar tirar a própria vida. Talvez o filme no final queira mostrar que a despeito de seus problemas existenciais, sua irmã procurou dar um fim neles, ainda que de uma maneira equivocada, ao passo que o personagem de Fassbender não toma nenhuma atitude em relação a sua própria condição. Enfim, vejo o filme aonde o personagem principal tem compulsão pelo sexo e que continua a viver com isso independente dos acontecimentos.
Sua vergonha é passageira, pois a compulsão tem maior poder sobre ele do que sua própria razão.
Precisamos Falar Sobre o Kevin
4.1 4,3K Assista AgoraFilme tenso, sempre relutei em assisti-lo pois sabia do enredo. Mas é a realidade, muitas vezes retratada no noticiário norte-americano. Ter filhos e educá-los é um desafio, por melhor que seja esta educação, o que eles serão nas diversas etapas da vida é algo que somente o tempo dirá, posto não estarmos programando robôs ou seres idiotizados. Roteiro e produção do filme são impecáveis além é claro das ótimas interpretações. Ótima atuação de Ezra Miller no papel de Kevin.
Interestelar
4.4 5,8K Assista AgoraO filme é bom, um dos melhores sobre ficção científica dos últimos anos. São conceitos difíceis de assimilar, mas é louvável o esmero da produção em tornar o filme o mais verossímil possível. Achei complexo a parte do paradoxo temporal. Mas isso é bom, pois nos faz pensar sobre como o espaço, tempo e gravidade podem existir de uma maneira que ainda não conhecemos na prática. Não gostei da parte dramática do filme, muito "choro", assim como do robô TARS, que mais parece ter vindo do mundo de Minecraft. Por fim, o filme apresenta algumas referências a 2001, Uma Odisseia no Espaço, justa homenagem a um dos melhores filmes do gênero.
Perdido em Marte
4.0 2,4K Assista AgoraFilme agradável como entretenimento. Bem produzido e com assessoria de técnicos da NASA ele ficou bem fidedigno a uma suposta viagem a Marte. Atuação de Damon é espetacular e mostra quão versátil um ator pode ser. A única ressalva fica por conta da patriotada norte-americana, poderia ser dispensável, inclusive me fez lembrar os filmes de Michael Bay.
O Regresso
4.0 3,5K Assista AgoraO Regresso possui uma fotografia brilhante. As filmagens realizadas em um ambiente inóspito dão mais veracidade a trama. Tecnicamente o filme é bom, bem dirigido e produzido. Di Caprio e Tom Hardy tiveram ótimas atuações.
O filme é interessante do ponto de vista psicológico. O personagem principal demonstra uma enorme força de vontade em superar as limitações sofridas por conta do ataque de um urso, mas sua motivação maior para continuar vivo, não é a esperança na própria vida, mas sim em vingar a morte de seu filho. Embora com poucas falas, é evidente o esforço de DiCaprio em absorver o personagem e mostrar de forma dramática a sua luta para permanecer vivo. Antes um caçador de peles, ele passa a caçar aquele que tirou a vida de seu filho.