Muito bom mesmo, um caso raro em que tudo funciona muito bem, seja pelo humor do começo do filme, ao climão bem tenso no final. Provavelmente um dos melhores terrir já feito.
Uma das mais belas homenagens ao cinema como ode ao escapismo, os sentimentos de Cecilia ao ver um filme, seja um pequeno sorriso de lado, mesmo com todos seus problemas, são tão verdadeiros, que ela consegue ser uma perfeita personificação de todos que amam a sétima arte.
É bem bonitinho e tem uma história bem legal, a 1 parte em especial é adorável. Mas essas afetações estilísticas, o que me lembrou bastante os filmes do Wes Anderson, e esse ar de filme indie é de matar.
Daqueles filmes bem ordinários, diferente do livro, não há um momento interessante no filme, e tudo tão sem emoção, sem originalidade, sem ousadia, não é pq você tem um ótimo material em mão que você deve achar que o resultado sempre será excelente. Ainda bem que o Fincher fez outra adaptação do livro.
É muita coisa boa acontecendo em um filme só, personagens todos bem desenvolvidos, nenhuma cena desnecessária, pena que o Altman optou por uma direção mais convencional, mas que em nenhum momento diminui a força do filme.
O que mais me fez gostar é que não é um filme propriamente dito sobre a guerra em si, mas sim sobre o mal que a guerra faz com todos, não só com os seres-humanos, mas também com a natureza, iria dizer que é um filme maravilhoso pena que os 50 minutos finais são um pouco maçante.
É pseudo em tudo. A necessidade que o filme tem de a todo momento se afirmar como alternativo anula qualquer bom momento. É banal, nada é natural, sem contar que o maneirismo do Esmir é um saco, tive a impressão de que tava assistindo a um longo clipe de alguma banda indie chata e afetada.
O filme caminhava para ser uma obra-prima, mas o Win Wenders errou logo no momento menos propício, que seria o clímax do filme, sendo arrastado de mais e enfadonho, porém, não tem como negar que é um filme maravilhoso e com uma construção de personagens incríveis.
Obra-prima, o Wong kar-wai prova que cinema não é roteiro, cheio de estilismo e maneirismo, mas que aqui caiu como uma luva, ele abdica as falas para dar preferencia à observação de cenas e situações que, por si só, já falam bastante. Lindo e melancólico.
Um dos melhores road movie já feito, frio e sensorial, um grande retrato sobre o vazio de uma geração sem nenhuma perspectiva na vida, um filme existencialista que quando acaba deixa um vazio enorme.
Haneke é um diretor interessante, em quase todos seus filmes ele faz uma crítica sobre a violência usando a violência, e ele consegue usar toda sua ideologia sem quase nunca soar como algo pretensioso com resultados nulos.
É militante e convencional em partes, mesmo assim não deixa de ser um filme poderoso, palmas para o Gus Van Sant que conseguiu fazer um filme cheio de vida e emocionante, sem deixar sua veia autoral de lado, direção e recriação de época incrível, e o Sean Penn emociona, com uma atuação brilhante.
Tinha uma expectativa enorme por ser meu primeiro filme do Wong Kar-wai, e não posso negar que me decepcionou um pouco, o filme tem sim seus momentos, mas a relação entre os dois em algumas parte é irritante, talvez não criei a ligação que deveria entre os personagens. É um bom filme, bem atuado, gosto de filmes que os personagens expresam sentimentos com os olhares, e com uma fotografia meio tingida linda.
Entrei em estado de transe com essa obra-prima do Von Trier, aqui é o ápice dele na sua ideologia, ''o mundo é um lugar cruel, não há espaço para o bem'' nunca imaginei ver um filme em que ele abusaria do experimentalismo e maneirismo. E como ainda há pessoas que falam que um filme tão afetado como Dogville é seu melhor filme? Europa, isso sim é uma obra-prima, um filme absurdo, o domínio de câmera, a fotografia que remete ao expressionismo alemão, coisa de gênio.
Argento é um gênio, ele transforma violência em um espetáculo, arte e poesia pura, a cada filme que vejo, ele me surpreende com uma direção mais fodástica do que a outra, talvez um dos melhores uso de câmera subjetiva, e a tilha sonora feita pelo Goblin, é uma coisa monumental. Mas o que mais me chama à atenção é como ele faz o ato de assassinar alguém, ser algo lindo e extremamente excitante de se ver, o espectador virando cúmplice, cinema manipulador de primeira. Tarantino realmente aprendeu muito com o cinema do Argento.
O Desprezo
4.0 274Cinema como arte.
A Hora do Espanto
3.6 625 Assista AgoraMuito bom mesmo, um caso raro em que tudo funciona muito bem, seja pelo humor do começo do filme, ao climão bem tenso no final. Provavelmente um dos melhores terrir já feito.
A Rosa Púrpura do Cairo
4.1 602 Assista AgoraUma das mais belas homenagens ao cinema como ode ao escapismo, os sentimentos de Cecilia ao ver um filme, seja um pequeno sorriso de lado, mesmo com todos seus problemas, são tão verdadeiros, que ela consegue ser uma perfeita personificação de todos que amam a sétima arte.
Zumbilândia
3.7 2,5K Assista Agora''Bill FUCKING Murray'', genial.
De Olhos Bem Fechados
3.8 1,6K Assista AgoraO Kubrick poderia ter morrido sem essa.
Submarine
4.0 1,6K Assista AgoraÉ bem bonitinho e tem uma história bem legal, a 1 parte em especial é adorável. Mas essas afetações estilísticas, o que me lembrou bastante os filmes do Wes Anderson, e esse ar de filme indie é de matar.
Os Homens que não Amavam as Mulheres
4.1 1,5K Assista AgoraDaqueles filmes bem ordinários, diferente do livro, não há um momento interessante no filme, e tudo tão sem emoção, sem originalidade, sem ousadia, não é pq você tem um ótimo material em mão que você deve achar que o resultado sempre será excelente.
Ainda bem que o Fincher fez outra adaptação do livro.
Short Cuts: Cenas da Vida
4.0 99É muita coisa boa acontecendo em um filme só, personagens todos bem desenvolvidos, nenhuma cena desnecessária, pena que o Altman optou por uma direção mais convencional, mas que em nenhum momento diminui a força do filme.
Vôo United 93
3.4 231Devastador.
Além da Linha Vermelha
3.9 390 Assista AgoraO que mais me fez gostar é que não é um filme propriamente dito sobre a guerra em si, mas sim sobre o mal que a guerra faz com todos, não só com os seres-humanos, mas também com a natureza, iria dizer que é um filme maravilhoso pena que os 50 minutos finais são um pouco maçante.
Pink Flamingos
3.4 884 Assista AgoraNão é considerado obra-prima por acaso, realmente faz jus a fama que tem.
Halloween: A Noite do Terror
3.7 1,2K Assista AgoraTalvez junto com Prelúdio para Matar, seja um dos melhores uso de câmera subjetiva, sem contar que o voyeurismo do filme é delicioso
8
3.6 24Esperava mais por se tratar de temas tão importantes, porém o saldo final é positivo mesmo sendo bastante irregular.
Os melhores: Campion, Kounen, Sissako.
Os piores: Noé, Bernal e Nair.
Os Famosos e os Duendes da Morte
3.7 672 Assista AgoraÉ pseudo em tudo. A necessidade que o filme tem de a todo momento se afirmar como alternativo anula qualquer bom momento. É banal, nada é natural, sem contar que o maneirismo do Esmir é um saco, tive a impressão de que tava assistindo a um longo clipe de alguma banda indie chata e afetada.
Paris, Texas
4.3 771 Assista AgoraO filme caminhava para ser uma obra-prima, mas o Win Wenders errou logo no momento menos propício, que seria o clímax do filme, sendo arrastado de mais e enfadonho, porém, não tem como negar que é um filme maravilhoso e com uma construção de personagens incríveis.
Amor à Flor da Pele
4.3 537 Assista AgoraObra-prima, o Wong kar-wai prova que cinema não é roteiro, cheio de estilismo e maneirismo, mas que aqui caiu como uma luva, ele abdica as falas para dar preferencia à observação de cenas e situações que, por si só, já falam bastante. Lindo e melancólico.
Corrida Sem Fim
3.9 61Um dos melhores road movie já feito, frio e sensorial, um grande retrato sobre o vazio de uma geração sem nenhuma perspectiva na vida, um filme existencialista que quando acaba deixa um vazio enorme.
O Vídeo de Benny
3.6 247 Assista AgoraHaneke é um diretor interessante, em quase todos seus filmes ele faz uma crítica sobre a violência usando a violência, e ele consegue usar toda sua ideologia sem quase nunca soar como algo pretensioso com resultados nulos.
Milk: A Voz da Igualdade
4.1 880É militante e convencional em partes, mesmo assim não deixa de ser um filme poderoso, palmas para o Gus Van Sant que conseguiu fazer um filme cheio de vida e emocionante, sem deixar sua veia autoral de lado, direção e recriação de época incrível, e o Sean Penn emociona, com uma atuação brilhante.
Através de um Espelho
4.3 250O melhor da trilogia, quase desmoronei na última fala.
Felizes Juntos
4.2 276 Assista AgoraTinha uma expectativa enorme por ser meu primeiro filme do Wong Kar-wai, e não posso negar que me decepcionou um pouco, o filme tem sim seus momentos, mas a relação entre os dois em algumas parte é irritante, talvez não criei a ligação que deveria entre os personagens. É um bom filme, bem atuado, gosto de filmes que os personagens expresam sentimentos com os olhares, e com uma fotografia meio tingida linda.
Europa
4.0 119 Assista AgoraEntrei em estado de transe com essa obra-prima do Von Trier, aqui é o ápice dele na sua ideologia, ''o mundo é um lugar cruel, não há espaço para o bem'' nunca imaginei ver um filme em que ele abusaria do experimentalismo e maneirismo. E como ainda há pessoas que falam que um filme tão afetado como Dogville é seu melhor filme? Europa, isso sim é uma obra-prima, um filme absurdo, o domínio de câmera, a fotografia que remete ao expressionismo alemão, coisa de gênio.
Prelúdio Para Matar
4.0 271 Assista AgoraArgento é um gênio, ele transforma violência em um espetáculo, arte e poesia pura, a cada filme que vejo, ele me surpreende com uma direção mais fodástica do que a outra, talvez um dos melhores uso de câmera subjetiva, e a tilha sonora feita pelo Goblin, é uma coisa monumental. Mas o que mais me chama à atenção é como ele faz o ato de assassinar alguém, ser algo lindo e extremamente excitante de se ver, o espectador virando cúmplice, cinema manipulador de primeira. Tarantino realmente aprendeu muito com o cinema do Argento.
Uma Rua Chamada Pecado
4.3 464 Assista AgoraÉ uma coisa monstruosa, os duelos das atuações entre o Marlon Brando e a Vivien Leigh é algo excepcional, um dos melhores filmes que já vi na vida.