Lucy: Muito interessante. A aparência de Lucy me fez ficar pensando na Debbie Harry o tempo todo. Só agora noto que a direção é de Luc Besson. Explica parcialmente o filme ser bom.
The Old Guard: Adorei o filme. Ao ponto de me sentir meio órfão depois que acabou. Da mesma forma que os filmes Matrix me deixaram. Aliás, foi impossível não ficar pensando em Matrix o tempo todo dada a semelhança visual da Andy (Charlize Theron) com a Trinity (Carrie-Anne Moss). Só essa referência já ganha a minha admiração.
Ninguém Tá Olhando S01: Eu tinha assistido a alguns minutos do primeiro EP e não curti. Abandonei. Poucos dias depois, descobri que a atriz Wallie Ruy atuou na série e aí fiz questão de assistir até o fim só para acompanhar o trabalho dela. Quantas e quantas vezes eu e Wallie, há uns bons anos, conversamos a respeito dos vídeos da Kéfera e, olha como o mundo é louco, as duas ainda tiveram uma pequena cena juntas agora. Eu achei fantástico. E aliás, como eu não acompanho a Kéfera com regularidade, demorei muitos episódios pra sacar que era ela na série. Saquei só quando botei reparo na abertura ou nos créditos em algum momento. Acabei curtindo a história porque o argumento parte de uma questão filosófica que me envolve. É muito triste quando eu vejo produções brasileiras na Netflix que eu considero ruins. Felizmente, esse não é o caso.
Me senti insultado. Quem postou aqui considerando que valeu a pena assistir deve ser masoquista porque a pena ainda tá doendo aqui. Não acho que valha, não. Mas tem gosto pra tudo, né? E eu respeito, mesmo que eu tenha acabado de adicionar esse título à minha lista mental de filmes a execrar pra evitar que alguém cometa o equívoco de assisti-lo. Eu não sei por que eu ainda insisto em ver produções da Netflix. Só tenho me decepcionado.
Meus sentimentos pra quem assistiu e boa sorte para quem ainda vai.
The Rain (S02): Curti a primeira, mas essa segunda temporada achei um fracasso. Há uma tentativa de não se deixar tanta coisa no ar como na primeira, mas as resoluções são puros clichês. Resolveram atirar para todos os lados e a história fica parecendo um queijo suíço. Achei bem problemática essa condução do enredo porque sem assumir o que realmente gostariam, a história fica morna, os personagens ficam sem consistência e dá desânimo de acompanhar.
Tem momentos e personagens nessa temporada que são totalmente dispensáveis. Aquele casal loiro, por exemplo, contribuiu com O QUE? Não tiveram relevância alguma e toda vez que eles apareciam eu já sabia que não iam fazer a menor diferença. Não foi surpresa quando resolveram que a única contribuição que a Lea poderia oferecer pra história era
simplesmente morrer. O namorado deveria ter se matado junto tb.
.
Torci para que fizessem essa segunda temporada, fiquei feliz que ela tenha ocorrido, mas fiquei decepcionado com o andamento. Do jeito que foi, é muito improvável que o roteiro melhore caso consigam a terceira.
The Rain (S01): Eu adoro esses temas pós apocalípticos (contaminação, isolamento etc), mas tô começando a perceber um certo excesso de produções da Netflix que investem nesse tema e que deixam a desejar. O tema por si só não garante a qualidade da história. Eu até curti essa primeira temporada. Terminei de ver a segunda há pouco e achei uma lástima. Não sei o que é pior; ficar deixando tudo no ar, sem esclarecimentos como na primeira temporada, ou ir definindo a situação de um modo tão clichê quanto na segunda.
Mas como aqui é o comentário da primeira temporada; se você curte ficção científica, ainda não se cansou de tramas que envolvem confinamento, bunkers, contaminação por vírus e tem certo desapego pela coerência nas histórias, talvez curta The Rain.
O Mecanismo (S02): Eu juro que tentei assistir, mas abandonei no quarto episódio. Já tinha sido difícil assistir a primeira temporada, mais por questões técnicas do que pela 'ficcionalização'. Cito alguns problemas; A voz do Selton Mello tá tão baixa, grave e acelerada que chega a irritar. Em certos momentos, passei sem sequer conseguir compreender. Assim como na primeira temporada, achei hercúleo o esforço que tive de fazer pra conseguir compreender certas referências; eu ouço a menção a uma figura ou a um partido e tenho que ficar forçando na memória o que (ou quem) estão tentando referenciar. Alguns são fáceis e outros nem tanto. Esse esforço me causa exaustão porque sem sacar a referência, não consigo entender claramente. Sem falar que em alguns momentos, a série me gera a dúvida se determinado trecho é uma criação exclusivamente autoral (inventada), se é uma referência a um fato que eu não lembro, ou se é referência a um fato que eu nem tomei conhecimento. Quando me vi no Google pra ler/reler reportagens e poder situar um trecho isolado da série, percebi que eu não teria disposição pra assistir até concluir.
Outra Vida (S01): A história é bastante genérica, chega a ser um insulto. Muitas produções da Netflix saem por encomenda porque é possível detectar o que as pessoas querem assistir. As chances de atrair a atenção de quem gosta do gênero (Ficção-alienígena-nave-espacial) são bem altas. Não fosse essa ambientação, eu jamais teria assistido porque a história é reles pretexto. Se você procurar algum caminho sensato para seguir no roteiro vai achar estranho uma série de coisas, como os envolvimentos afetivos e sexuais entre as personagens. Eu também teria abandonado a série se eu não tivesse visto ela com essa consciência de que se trata de uma colcha de retalhos com os clichês que podem atrair público. E assistindo assim, ela até que não é ruim. Diverte.
Inimigo do Estado: Vi porque passou agora no Corujão. Incrível como o Will Smith, às vezes, escolhe uns filmes em que a situação do personagem deixa a gente com uma sensação de impotência muito forte. Não tanto quanto um outro filme com ele, que tem um filho, e que esqueci o título, mas esse também deu. Interessante.
A Chegada: Eu esperava mais. Vi uns comentários recentes aqui antes de assistir, fiquei empolgado, mas me frustrei. Só não foi uma decepção porque o filme não é ruim. Achei de uma qualidade impecável, só não curti a história basicamente. Também não curti a Dra Louise cochichando o filme todo. Fiquei, inclusive, irritado com o excesso de cochichos dela.
Durante o andamento, eu já estava com a sensação de que o filme todo seria uma longa justificativa para um
. Quando vi que era isso mesmo, já no final, virei os olhos de preguiça. A conclusão do filme é apressada e ver uma ficção tão promissora como essa acabar nesse clichê é bem frustrante.
O Menino que Descobriu o Vento: Não cheguei a ficar tomado de emoção com o filme. Provavelmente porque assisti num dia em que eu não estava muito no clima. Mas é uma obra excepcional porque a base também é excepcional. É daqueles filmes e histórias que são inesquecíveis.
Dark SE01: Assisti a essa série no ano passado e fui até fim quase que arrastado porque não me agradou. Fiquei até surpreso em ver, atualmente, tanta gente elogiando a segunda temporada. Achei que nem chegaria lá. Li que vai ter uma terceira (jesus!). Nem sei se vou me animar entrar na segunda porque saturei da primeira. Achei muito pretensioso. Uma obsessão vazia que se esforça em deixar tudo no suspense. Aquela fórmula batida e, muitas vezes, mal elaborada que trata a narrativa por lapsos temporais. Um tom depressivo que dá um desalento em assistir. Enfim... Respeito demais quem tem a obra como favorita, mas ela não me pegou.
Os 33: Vi aqui nos comentários que ele foi exibido na globo há oito meses. Bom, reprisaram ontem na Tela Quente e, por isso, consegui ver. A história, por si só, já é muito emocionante. Achei que as técnicas cinematográficas deixaram tudo muito forçado, como a iluminação, as pausas dramáticas, os elementos surpresa da narrativa. A obra me despertou o desejo de conhecer alguma outra mais próxima do gênero documentário. Com uma história dessas, acho difícil que também não seja comovente.
Chernobyl: Num geral, gostei da série. É muito fácil de assistir e aborda informações e detalhes que só quem já se dedicou ao assunto teria conhecimento. Notei alguns erros de continuidade, mas o que mais me incomodou foi o idioma. Chega a ser constrangedor o momento em que se menciona a relação entre os EUA e a antiga União Soviética, sendo que os diálogos da série são em inglês. Me deu um sentimento de exploração e sequestro de narrativa. Já li, em mais de uma oportunidade, que o público de idioma inglês tem grande rejeição por legendas e idiomas não-inglês. Então, eu já sei que o objetivo da obra era vender o produto, em grande medida, para esse público. O que eu acho uma lástima porque eu adoro assistir filmes e séries nos quais, sem as legendas, não consigo entender patavinas.
Este é o Meu Garoto: Vi porque passou na tv agora. Tenho grande antipatia pelo Adam Sandler e, por causa dele, tenho antipatia pelo dublador Alexandre Moreno também. Um me faz lembrar do outro e já torço o nariz. Não sei como consegui assistir ao filme até o final porque para além da antipatia contra o protagonista, ainda pesou alguns estereótipos arcaicos e que não me causam o efeito pretendido. Pelo contrário! PS: Defendo o meu direito de ser engessado, mas não tenho nada contra quem curte o filme. Não vou mandar as pessoas que curtem irem "se fuder". Cada um com seu gosto. Eu, hein!
Democracia em Vertigem: Aguardei ansiosamente a liberação dele na Netflix. O que só ocorreu às 4h de hoje. Terminei de ler as últimas informações dos créditos às 6h. Fiz questão de reabrir a tela nos créditos pra ler o máximo de nomes possíveis e prestar uma espécie de agradecimento por uma obra tão intensa. Me sinto muito deslocado quando me emociono com uma obra que tem uma base de documentário. Acho que isso só é possível porque toda essa história ainda dói em mim quase que fisicamente.
Não consigo expressar bem o sentimento paradoxal de dor e alívio, tristeza e alegria que a obra me causou. A dor e a tristeza por me ver tão frustrado e melancólico diante dos fatos, assim como a diretora, e também o alívio e a alegria de ver toda essa sequencia de acontecimentos disposta de uma forma tão organizada, coerente e capaz de evidenciar o óbvio. Nesses tempos estranhos, o trabalho tem sido esse mesmo; evidenciar o óbvio.
Em especial, fiquei feliz pelo lançamento com a Netflix porque eu sentia que, depois de O Mecanismo, (mesmo enquanto ficção) ela nos devia algo mais sensato, mais razoável. E essa obra me deu um orgulho tremendo. E também porque acredito que esse tipo de lançamento permite uma disseminação da obra bem abrangente. O que não pude sentir com "O Processo", por exemplo. Obra importante sobre tema próximo que só puder ver há alguns meses porque foi pirateado.
Depois de passar a madrugada em claro pra poder ver o filme, agora posso tentar dormir um pouquinho. Ou não.
GOT SE08 - Tinham que concluir de alguma forma, né? Essa temporada dá uma sensação de atropelamento nos acontecimentos. O andamento destoou bastante das demais temporadas. Mesmo assim, fiquei feliz com o fato da obra se concluir antes de haver alguma ocorrência inesperada em relação ao elenco. Com os anos avançando, a HBO teria uma crescente dificuldade pra manter o elenco original.
O Processo: Lembro que quando o documentário foi lançado, procurei por ele de todas as formas que pude. Lembro também sobre como ele foi bem recebido no exterior e tal, mas quem mora no interior do Brasil, como eu, e não tem acesso às possíveis exibições em capitais, fica de fora. Consegui ver o trabalho só agora, três anos depois do golpe e bastante tempo também depois do lançamento. O acesso que tive, obviamente, é ilegal. O encontrei em uma plataforma pública de vídeos. Enquanto alguns se empenham na promoção de vídeos como o "1964 - entre armas e livros" e conseguem grande exposição e adesão (em grande medida, porque já lançam o material publicamente), existem jóias como O Processo que ficam reservadas a uma parcela muito pequena. Acho isso tão ruim e, infelizmente, não tenho muitas esperanças de que vá melhorar...
Estou enfrentando a mesma dificuldade com o documentário "Auto de Resistência". Sabe-se lá quando é que vou conseguir ter acesso a ele. Obras importantíssimas e que deveriam ser amplamente difundidas, mas que ficam restritas aos circuitos e eventos de exibição.
Meu Melhor Amigo: Não sei bem o que escrever sobre esse filme. Gostei de alguns pontos, como a sensibilidade, os diálogos, cenografia e fotografia. Mas me senti num banho-maria, numa coisa morna, por tempo demais. E o filme se conclui deixando muitas questões que abriu sem resolução. Não apenas em relação à paixão platônica, mas senti desejo de um maior aprofundamento de outros dados da história mesmo.
Vi esse filme porque foi o primeiro recomendado da netflix na categoria LGBTQ. Há alguns anos, eu tentava assistir todos os títulos que eu encontrava relacionados a essa categoria, mas passei a ter uma preguiça indescritível depois de ver que a maioria dos filmes é muito superficial, repetitiva e que abraçam o tema quase que como uma fórmula pra exposição. Fiquei feliz porque Meu Melhor Amigo foge da erotização banal que permeia muitos títulos dessa categoria. Ele me lembrou um pouco o filme brasileiro Beira-Mar, mas com a diferença de que no Beira-Mar, senti vontade de abandonar antes de concluir.
1964: O Brasil Entre Armas e Livros: Fiquei curioso e fui conferir. Conhecer a própria história é importante. Acho que esse vídeo incentiva que as pessoas, especialmente os jovens, se interessem mais pelo assunto e busquem informações. Os fatos e as teorias estão acessíveis para quem quiser encontrá-las. Cada um acredita no que bem entender. Só acho lastimável notar uma certa desonestidade, uma omissão seletiva, uma ideia obsessiva na narrativa.
Há alguns dias, vi o comentário do Pablo Villaça no youtube a respeito do vídeo. Ele elucidou muitos pensamentos que tive enquanto assisti, especialmente os que abordam a estética e eu jamais comentaria tão bem. (Recomendo o comentário: https://www.youtube.com/watch?v=T8GRqNZDogc)
Por fim, quando lembro do doc "Cabra Marcado Para Morrer" (do Eduardo Coutinho de 1984) me sinto, de certo modo, aliviado porque eu entendo perfeitamente qual é o meu lugar.
O Pacote: No ano passado, eu fiz uma viagem e fiquei mais de um mês sem internet. Antes da viagem, baixei vários títulos no desespero para que eu assistisse offline e me sentisse minimamente conectado. Me senti obrigado a assistir a esse título porque já não tinha mais nada baixado. Tem coisa que a gente só assiste no desespero mesmo. Se eu tivesse conectado, acho que eu jamais assistiria. Teria abandonado depois de alguns minutos. Pelo menos, serviu pra eu recomendar para alguns amigos que sei que iriam gostar.
Black Mirror: Bandersnatch: Tenho muitos amigos que falam de Black Mirror com muita paixão, aí me dá um pouco de ranço. Falaram tanto sobre o poder de decisão nesse daqui que eu fui logo conferir. Achei fantástica a solução que deram para dar o tempo de decisão e sequenciar a resposta, mas quando vi que o filme estava me devolvendo à algumas posições, entendi que havia algum ou alguns fluxos necessários para prosseguir. Me senti um trouxa, mas valeu a experiência.
Nightflyers: Nossa, que série esquisita. Roteiro esquisito. Uma mistura morna de matrix com alien. A história é cheia de buracos. Fiquei perdido várias vezes e não vale a pena rever pra aprofundar. Eu curto a temática e por isso vi até o fim, mas foi uma experiência bem torta. Infelizmente, não se conclui a contento.
Lucy
3.3 3,4K Assista AgoraLucy: Muito interessante. A aparência de Lucy me fez ficar pensando na Debbie Harry o tempo todo. Só agora noto que a direção é de Luc Besson. Explica parcialmente o filme ser bom.
The Old Guard
3.5 683 Assista AgoraThe Old Guard: Adorei o filme. Ao ponto de me sentir meio órfão depois que acabou. Da mesma forma que os filmes Matrix me deixaram. Aliás, foi impossível não ficar pensando em Matrix o tempo todo dada a semelhança visual da Andy (Charlize Theron) com a Trinity (Carrie-Anne Moss). Só essa referência já ganha a minha admiração.
Ninguém Tá Olhando (1ª Temporada)
3.9 174 Assista AgoraNinguém Tá Olhando S01: Eu tinha assistido a alguns minutos do primeiro EP e não curti. Abandonei. Poucos dias depois, descobri que a atriz Wallie Ruy atuou na série e aí fiz questão de assistir até o fim só para acompanhar o trabalho dela. Quantas e quantas vezes eu e Wallie, há uns bons anos, conversamos a respeito dos vídeos da Kéfera e, olha como o mundo é louco, as duas ainda tiveram uma pequena cena juntas agora. Eu achei fantástico. E aliás, como eu não acompanho a Kéfera com regularidade, demorei muitos episódios pra sacar que era ela na série. Saquei só quando botei reparo na abertura ou nos créditos em algum momento. Acabei curtindo a história porque o argumento parte de uma questão filosófica que me envolve. É muito triste quando eu vejo produções brasileiras na Netflix que eu considero ruins. Felizmente, esse não é o caso.
Eli
2.6 598 Assista AgoraEli: Pelo amor da deusa
(ou da demônia)
Me senti insultado. Quem postou aqui considerando que valeu a pena assistir deve ser masoquista porque a pena ainda tá doendo aqui. Não acho que valha, não. Mas tem gosto pra tudo, né? E eu respeito, mesmo que eu tenha acabado de adicionar esse título à minha lista mental de filmes a execrar pra evitar que alguém cometa o equívoco de assisti-lo. Eu não sei por que eu ainda insisto em ver produções da Netflix. Só tenho me decepcionado.
Meus sentimentos pra quem assistiu e boa sorte para quem ainda vai.
O sangue de Gzuz tem poder, tem poder, tem poder.
The Rain (2ª Temporada)
3.2 133The Rain (S02): Curti a primeira, mas essa segunda temporada achei um fracasso. Há uma tentativa de não se deixar tanta coisa no ar como na primeira, mas as resoluções são puros clichês. Resolveram atirar para todos os lados e a história fica parecendo um queijo suíço. Achei bem problemática essa condução do enredo porque sem assumir o que realmente gostariam, a história fica morna, os personagens ficam sem consistência e dá desânimo de acompanhar.
Tem momentos e personagens nessa temporada que são totalmente dispensáveis. Aquele casal loiro, por exemplo, contribuiu com O QUE? Não tiveram relevância alguma e toda vez que eles apareciam eu já sabia que não iam fazer a menor diferença. Não foi surpresa quando resolveram que a única contribuição que a Lea poderia oferecer pra história era
simplesmente morrer. O namorado deveria ter se matado junto tb.
Torci para que fizessem essa segunda temporada, fiquei feliz que ela tenha ocorrido, mas fiquei decepcionado com o andamento. Do jeito que foi, é muito improvável que o roteiro melhore caso consigam a terceira.
The Rain (1ª Temporada)
3.3 312 Assista AgoraThe Rain (S01): Eu adoro esses temas pós apocalípticos (contaminação, isolamento etc), mas tô começando a perceber um certo excesso de produções da Netflix que investem nesse tema e que deixam a desejar. O tema por si só não garante a qualidade da história. Eu até curti essa primeira temporada. Terminei de ver a segunda há pouco e achei uma lástima. Não sei o que é pior; ficar deixando tudo no ar, sem esclarecimentos como na primeira temporada, ou ir definindo a situação de um modo tão clichê quanto na segunda.
Mas como aqui é o comentário da primeira temporada; se você curte ficção científica, ainda não se cansou de tramas que envolvem confinamento, bunkers, contaminação por vírus e tem certo desapego pela coerência nas histórias, talvez curta The Rain.
O Mecanismo (2ª Temporada)
3.5 101 Assista AgoraO Mecanismo (S02): Eu juro que tentei assistir, mas abandonei no quarto episódio. Já tinha sido difícil assistir a primeira temporada, mais por questões técnicas do que pela 'ficcionalização'. Cito alguns problemas; A voz do Selton Mello tá tão baixa, grave e acelerada que chega a irritar. Em certos momentos, passei sem sequer conseguir compreender. Assim como na primeira temporada, achei hercúleo o esforço que tive de fazer pra conseguir compreender certas referências; eu ouço a menção a uma figura ou a um partido e tenho que ficar forçando na memória o que (ou quem) estão tentando referenciar. Alguns são fáceis e outros nem tanto. Esse esforço me causa exaustão porque sem sacar a referência, não consigo entender claramente. Sem falar que em alguns momentos, a série me gera a dúvida se determinado trecho é uma criação exclusivamente autoral (inventada), se é uma referência a um fato que eu não lembro, ou se é referência a um fato que eu nem tomei conhecimento. Quando me vi no Google pra ler/reler reportagens e poder situar um trecho isolado da série, percebi que eu não teria disposição pra assistir até concluir.
Outra Vida (1ª Temporada)
2.8 121 Assista AgoraOutra Vida (S01): A história é bastante genérica, chega a ser um insulto. Muitas produções da Netflix saem por encomenda porque é possível detectar o que as pessoas querem assistir. As chances de atrair a atenção de quem gosta do gênero (Ficção-alienígena-nave-espacial) são bem altas. Não fosse essa ambientação, eu jamais teria assistido porque a história é reles pretexto. Se você procurar algum caminho sensato para seguir no roteiro vai achar estranho uma série de coisas, como os envolvimentos afetivos e sexuais entre as personagens. Eu também teria abandonado a série se eu não tivesse visto ela com essa consciência de que se trata de uma colcha de retalhos com os clichês que podem atrair público. E assistindo assim, ela até que não é ruim. Diverte.
Inimigo do Estado
3.6 283 Assista AgoraInimigo do Estado: Vi porque passou agora no Corujão. Incrível como o Will Smith, às vezes, escolhe uns filmes em que a situação do personagem deixa a gente com uma sensação de impotência muito forte. Não tanto quanto um outro filme com ele, que tem um filho, e que esqueci o título, mas esse também deu. Interessante.
A Chegada
4.2 3,5K Assista AgoraA Chegada: Eu esperava mais. Vi uns comentários recentes aqui antes de assistir, fiquei empolgado, mas me frustrei. Só não foi uma decepção porque o filme não é ruim. Achei de uma qualidade impecável, só não curti a história basicamente. Também não curti a Dra Louise cochichando o filme todo. Fiquei, inclusive, irritado com o excesso de cochichos dela.
Durante o andamento, eu já estava com a sensação de que o filme todo seria uma longa justificativa para um
romance
O Menino que Descobriu o Vento
4.3 751O Menino que Descobriu o Vento: Não cheguei a ficar tomado de emoção com o filme. Provavelmente porque assisti num dia em que eu não estava muito no clima. Mas é uma obra excepcional porque a base também é excepcional. É daqueles filmes e histórias que são inesquecíveis.
Dark (1ª Temporada)
4.4 1,6KDark SE01: Assisti a essa série no ano passado e fui até fim quase que arrastado porque não me agradou. Fiquei até surpreso em ver, atualmente, tanta gente elogiando a segunda temporada. Achei que nem chegaria lá. Li que vai ter uma terceira (jesus!). Nem sei se vou me animar entrar na segunda porque saturei da primeira. Achei muito pretensioso. Uma obsessão vazia que se esforça em deixar tudo no suspense. Aquela fórmula batida e, muitas vezes, mal elaborada que trata a narrativa por lapsos temporais. Um tom depressivo que dá um desalento em assistir. Enfim... Respeito demais quem tem a obra como favorita, mas ela não me pegou.
Os 33
3.5 227Os 33: Vi aqui nos comentários que ele foi exibido na globo há oito meses. Bom, reprisaram ontem na Tela Quente e, por isso, consegui ver. A história, por si só, já é muito emocionante. Achei que as técnicas cinematográficas deixaram tudo muito forçado, como a iluminação, as pausas dramáticas, os elementos surpresa da narrativa. A obra me despertou o desejo de conhecer alguma outra mais próxima do gênero documentário. Com uma história dessas, acho difícil que também não seja comovente.
Chernobyl
4.7 1,4K Assista AgoraChernobyl: Num geral, gostei da série. É muito fácil de assistir e aborda informações e detalhes que só quem já se dedicou ao assunto teria conhecimento. Notei alguns erros de continuidade, mas o que mais me incomodou foi o idioma. Chega a ser constrangedor o momento em que se menciona a relação entre os EUA e a antiga União Soviética, sendo que os diálogos da série são em inglês. Me deu um sentimento de exploração e sequestro de narrativa. Já li, em mais de uma oportunidade, que o público de idioma inglês tem grande rejeição por legendas e idiomas não-inglês. Então, eu já sei que o objetivo da obra era vender o produto, em grande medida, para esse público. O que eu acho uma lástima porque eu adoro assistir filmes e séries nos quais, sem as legendas, não consigo entender patavinas.
Este é o Meu Garoto
2.7 725 Assista AgoraEste é o Meu Garoto: Vi porque passou na tv agora. Tenho grande antipatia pelo Adam Sandler e, por causa dele, tenho antipatia pelo dublador Alexandre Moreno também. Um me faz lembrar do outro e já torço o nariz. Não sei como consegui assistir ao filme até o final porque para além da antipatia contra o protagonista, ainda pesou alguns estereótipos arcaicos e que não me causam o efeito pretendido. Pelo contrário!
PS: Defendo o meu direito de ser engessado, mas não tenho nada contra quem curte o filme. Não vou mandar as pessoas que curtem irem "se fuder". Cada um com seu gosto. Eu, hein!
Democracia em Vertigem
4.1 1,3KDemocracia em Vertigem: Aguardei ansiosamente a liberação dele na Netflix. O que só ocorreu às 4h de hoje. Terminei de ler as últimas informações dos créditos às 6h. Fiz questão de reabrir a tela nos créditos pra ler o máximo de nomes possíveis e prestar uma espécie de agradecimento por uma obra tão intensa. Me sinto muito deslocado quando me emociono com uma obra que tem uma base de documentário. Acho que isso só é possível porque toda essa história ainda dói em mim quase que fisicamente.
Não consigo expressar bem o sentimento paradoxal de dor e alívio, tristeza e alegria que a obra me causou. A dor e a tristeza por me ver tão frustrado e melancólico diante dos fatos, assim como a diretora, e também o alívio e a alegria de ver toda essa sequencia de acontecimentos disposta de uma forma tão organizada, coerente e capaz de evidenciar o óbvio. Nesses tempos estranhos, o trabalho tem sido esse mesmo; evidenciar o óbvio.
Em especial, fiquei feliz pelo lançamento com a Netflix porque eu sentia que, depois de O Mecanismo, (mesmo enquanto ficção) ela nos devia algo mais sensato, mais razoável. E essa obra me deu um orgulho tremendo. E também porque acredito que esse tipo de lançamento permite uma disseminação da obra bem abrangente. O que não pude sentir com "O Processo", por exemplo. Obra importante sobre tema próximo que só puder ver há alguns meses porque foi pirateado.
Depois de passar a madrugada em claro pra poder ver o filme, agora posso tentar dormir um pouquinho. Ou não.
Game of Thrones (8ª Temporada)
3.0 2,2K Assista AgoraGOT SE08 - Tinham que concluir de alguma forma, né? Essa temporada dá uma sensação de atropelamento nos acontecimentos. O andamento destoou bastante das demais temporadas. Mesmo assim, fiquei feliz com o fato da obra se concluir antes de haver alguma ocorrência inesperada em relação ao elenco. Com os anos avançando, a HBO teria uma crescente dificuldade pra manter o elenco original.
O Processo
4.0 236O Processo: Lembro que quando o documentário foi lançado, procurei por ele de todas as formas que pude. Lembro também sobre como ele foi bem recebido no exterior e tal, mas quem mora no interior do Brasil, como eu, e não tem acesso às possíveis exibições em capitais, fica de fora. Consegui ver o trabalho só agora, três anos depois do golpe e bastante tempo também depois do lançamento. O acesso que tive, obviamente, é ilegal. O encontrei em uma plataforma pública de vídeos. Enquanto alguns se empenham na promoção de vídeos como o "1964 - entre armas e livros" e conseguem grande exposição e adesão (em grande medida, porque já lançam o material publicamente), existem jóias como O Processo que ficam reservadas a uma parcela muito pequena. Acho isso tão ruim e, infelizmente, não tenho muitas esperanças de que vá melhorar...
Estou enfrentando a mesma dificuldade com o documentário "Auto de Resistência". Sabe-se lá quando é que vou conseguir ter acesso a ele. Obras importantíssimas e que deveriam ser amplamente difundidas, mas que ficam restritas aos circuitos e eventos de exibição.
Meu Melhor Amigo
3.2 172Meu Melhor Amigo: Não sei bem o que escrever sobre esse filme. Gostei de alguns pontos, como a sensibilidade, os diálogos, cenografia e fotografia. Mas me senti num banho-maria, numa coisa morna, por tempo demais. E o filme se conclui deixando muitas questões que abriu sem resolução. Não apenas em relação à paixão platônica, mas senti desejo de um maior aprofundamento de outros dados da história mesmo.
Vi esse filme porque foi o primeiro recomendado da netflix na categoria LGBTQ. Há alguns anos, eu tentava assistir todos os títulos que eu encontrava relacionados a essa categoria, mas passei a ter uma preguiça indescritível depois de ver que a maioria dos filmes é muito superficial, repetitiva e que abraçam o tema quase que como uma fórmula pra exposição. Fiquei feliz porque Meu Melhor Amigo foge da erotização banal que permeia muitos títulos dessa categoria. Ele me lembrou um pouco o filme brasileiro Beira-Mar, mas com a diferença de que no Beira-Mar, senti vontade de abandonar antes de concluir.
1964: O Brasil Entre Armas e Livros
3.1 3291964: O Brasil Entre Armas e Livros: Fiquei curioso e fui conferir. Conhecer a própria história é importante. Acho que esse vídeo incentiva que as pessoas, especialmente os jovens, se interessem mais pelo assunto e busquem informações. Os fatos e as teorias estão acessíveis para quem quiser encontrá-las. Cada um acredita no que bem entender. Só acho lastimável notar uma certa desonestidade, uma omissão seletiva, uma ideia obsessiva na narrativa.
Há alguns dias, vi o comentário do Pablo Villaça no youtube a respeito do vídeo. Ele elucidou muitos pensamentos que tive enquanto assisti, especialmente os que abordam a estética e eu jamais comentaria tão bem. (Recomendo o comentário: https://www.youtube.com/watch?v=T8GRqNZDogc)
Por fim, quando lembro do doc "Cabra Marcado Para Morrer" (do Eduardo Coutinho de 1984) me sinto, de certo modo, aliviado porque eu entendo perfeitamente qual é o meu lugar.
O Pacote
2.6 254 Assista AgoraO Pacote: No ano passado, eu fiz uma viagem e fiquei mais de um mês sem internet. Antes da viagem, baixei vários títulos no desespero para que eu assistisse offline e me sentisse minimamente conectado. Me senti obrigado a assistir a esse título porque já não tinha mais nada baixado. Tem coisa que a gente só assiste no desespero mesmo. Se eu tivesse conectado, acho que eu jamais assistiria. Teria abandonado depois de alguns minutos. Pelo menos, serviu pra eu recomendar para alguns amigos que sei que iriam gostar.
Bird Box
3.4 2,3K Assista AgoraBird Box: Eu teria que rever pra arriscar algum comentário. Por hora, me limito a dizer que é um filme interessante.
Black Mirror: Bandersnatch
3.5 1,4KBlack Mirror: Bandersnatch: Tenho muitos amigos que falam de Black Mirror com muita paixão, aí me dá um pouco de ranço. Falaram tanto sobre o poder de decisão nesse daqui que eu fui logo conferir. Achei fantástica a solução que deram para dar o tempo de decisão e sequenciar a resposta, mas quando vi que o filme estava me devolvendo à algumas posições, entendi que havia algum ou alguns fluxos necessários para prosseguir. Me senti um trouxa, mas valeu a experiência.
Nightflyers (1ª Temporada)
2.8 47Nightflyers: Nossa, que série esquisita. Roteiro esquisito. Uma mistura morna de matrix com alien. A história é cheia de buracos. Fiquei perdido várias vezes e não vale a pena rever pra aprofundar. Eu curto a temática e por isso vi até o fim, mas foi uma experiência bem torta. Infelizmente, não se conclui a contento.