Retratar a vida de uma grande cantora como foi Elis Regina é um desafio e tanto. E requer muitos cuidados e detalhes que diga-se de passagem, o filme cumpriu bem! A atuação da atriz Andreia Horta como Elis foi surpreendente - ela se entregou de corpo e alma à personagem, e trouxe não somente a semelhança, mas os jeitos e linguajar que marcaram a vida da cantora.
A direção de Hugo Prata deixou a desejar em diversos momentos. O modo como o filme roda é cansativo, e ela gira em torno de uma visão superficial da vida da cantora, mostrando momentos de drama, que evidentemente estiveram ali a fim de compor uma história ao filme - e isto é necessário, mas requer muito cuidado. Penso que o diretor poderia ter explorado melhor o momento depois da morte dela. Mostrar cenas de como repercutiu sua morte na mídia, como o Brasil reagiu, e assim encerrar a trama com chave de ouro e deixando aquele gosto de saudade.
Terminar o filme apenas com a morte dela, sem mais nem menos, em uma cena rápida, foi algo constrangedor ao espectador. Uma falha irreparável da direção de Hugo Prata que poderia ter mudado para melhor, mas deixou ao mesmo.
A fotografia, trilha sonora e a atuação dos demais atores é inquestionavelmente esplêndida. O longa trouxe à tona um mar de emoções da vida de Elis Regina, especialmente para quem foi e é fã da cantora. E principalmente para a nova geração que não teve chance de conhecê-la, nem ao menos de conhecer suas músicas, mas que o filme possibilitou que todos conhecessem um pouco de sua história.
Apesar do desgaste da direção de Hugo Prata, eu como espectador desta obra me senti lisonjeado de estar presente na sala do cinema, e apreciando uma linda história eternizada em nossas memórias. O filme cumpre o papel ao que veio, e mesmo em suas falhas, ele entrega um produto final de qualidade e de uma entrega total de seu elenco, que fizeram valer a pena.
1) O seriado sempre foi em torno da história que faz jus ao nome da série, e foi cumprida com êxito. 9 temporadas contando como aconteceu.
2) Em nenhum momento, durante a história, nada era contado sobre planos ou do que poderia acontecer após 2030, o que tornava automaticamente incerto o futuro do Mosby com a Trace.
3) A vida amorosa do Ted sempre se resumiu a Robin, desde a primeira temporada.
4) Era nítido que Robin não iria ficar com Barney. A própria personagem canalizou isso desde o começo, que ela não queria casar e não queria ter filhos. E assim foi! A vida seguiu exatamente como ela projetou!
5) Barney tinha uma vida praticamente inteira dedicada a luxúria, e naturalmente, até que demorou para ele ter filho com alguma mulher por aí. Um pai solteiro! Mas, um pai feliz e cheio de amor com sua filha (a cena dele abraçando a bebê foi incrível).
6) Após então sabermos que a Trace já estava morta em 2030, a tão contada mãe dos filhos do Ted, ficou claro que aquele pai saudoso fez questão de sentar no sofá para contar aos seus filhos sobre como ele conheceu a mãe deles. E o mais fofo, foi os filhos perceberem que o pai estava há anos solteiro e que estava na hora de recompor sua vida amorosa, dando então a dica para que fosse atrás da Robin! E assim a série terminou, EXATAMENTE como ela começou!
O que me encantou em How I Met Your Mother foi perceber as várias faces de uma grande história de amigos: uns casam e vivem intensamente apaixonados; outros não querem casar nem ter filhos, e ter uma vida dedicada ao sucesso no trabalho; outros trabalham e tem uma vida dedicada a libertinagem; e outro passa longos anos atrás do grande amor. A verdade que HIMYM me traz, é que a AMIZADE nunca morre, e que nós podemos amar mais de uma pessoa ao longo da vida, e isso jamais vai anular quem nós amamos um dia; a sensação de que cada pessoa tem um tempo certo na nossa vida. Umas vivem muito tempo, como Marshell e Lily... Outros acabam passando por novas experiências, como Barney... E outros acabam amando e tendo experiências inesquecíveis como o grande e romântico Ted Mosby. E é assim que a vida funciona!
Fico extremamente grato aos roteiristas e criador da série, por manter essa originalidade da nossa vida como ela é, exatamente refletido na vida dos personagens! A trilha sonora, fotografia e edição estão de nota 1000! Foram impecáveis, do começo ao fim!
Estou apaixonado pela história, mas tenho algumas ressalvas. É um filme de baixo orçamento, mas bem estruturado no roteiro em 92 minutos. A direção de Chip Hale foi bem cuidadosa e intimista, principalmente por colocar a personagem mirim Birdie, que ganha um grande destaque. A fotografia é excelente, confortável. A trilha sonora um pouco exagerada, mas ainda assim bem estruturada. O que me deixou fascinado foi o final. Apesar de vagar pelo irreal, Mulligans traz uma história apaixonante, envolvente e desafiadora. Abusaram da simplicidade e trouxeram, ao final, um conjunto maravilhoso para ser assistido em família.
Apesar de ter a brilhante atuação espontânea de Katherine Heigl, este não deixa de ser um filme monótono para uma sessão da tarde. A história é um pouco desconexa da realidade, e há poucos (quase nenhum) momento de comédia. O objetivo real do filme é um curto entretenimento em um foco de história. Não acontece absolutamente nada de surpreendente e o final foi bem previsível. A direção de Greg Berlanti foi bem devagar, em alguns momentos exaustiva. A fotografia e a trilha sonora estiveram no ponto certo, casadas com a proposta de cada cena. Não é um filme que me desperta a vontade de em algum momento assistir novamente, mas se quiser reunir a família na sala, ele é uma boa pedida.
"A Forca" é um filme notoriamente de baixo orçamento, mas com uma história dedicada a desvendar um mistério em um único ambiente: o teatro. Eu não gosto de filmagens dos personagens segurando uma câmera, além de ser meramente cafona, é um saco para prestar atenção ao que pode ter de bom dentro do filme. A direção de Chris Lofing e Travis Cluff foi bem vaga. A minha expectativa foi muita, para uma história fraca, mal aproveitada e com um final um tanto sem sentido, sem lógica, sem perspectiva de nada. No entanto eu recomendo assistir, desde que você esteja ciente que não é aqueles filmes que você pode esperar muita coisa.
Envolvente! São 101 minutos de cena bem aproveitados, apesar de rápida toda a trajetória, mas ao mesmo sucinta, sobre Erik e Paul. É uma história forte e ao mesmo tempo leve, sobre um romance intenso e quebrado, que ao mesmo tempo em que se constrói, se desconstrói. A fotografia do filme é excelente, bem realista com o decorrer dos anos. É perceptível a ausência de uma trilha sonora, que poderia dar um sentido mais dramático as cenas; mas a direção de Ira Sachs foi bem estruturada, onde optou pela realidade da dramatização. Apenas a brilhante atuação do elenco e a realidade com que os personagens viviam, deixou o filme bem completo e com o conteúdo necessário. O filme não foge da realidade em nenhum momento, o que me deixa mais confortável ainda.
A cena final com o Erik foi envolvente demais. Pude sentir por ele a liberdade final. A alegria de estar enfim aberto pro mundo, livre de um amor prisioneiro e altamente sexual, desconstrutivo. Paul é carregado de defeitos, no entanto ele só faz o que ele quer, e não teve respeito pelo Erik - vide a cena dele transando com outro cara na cama, enquanto segurava a mão do Erik.
Eu recomendo o filme. Para quem gosta de drama e de um bom texto, esta é uma excelente história.
Um filme com uma história bem bacana de ser explorada, mas deixou a desejar em diversos momentos. As situações que giraram em torno da adolescente Fay, interpretada muito bem pela atriz Sophie Turner, foram muito previsíveis. A direção de Isabel Coixet foi muito fraca. Em diversos momentos os próprios personagens pareciam perdidos, a história teve um desenrolar lento, e um final muito óbvio pra quem assiste. É um filme nada surpreendente, não vai tirar seu fôlego e não há nenhum momento de terror. É uma clássica história com um final óbvio, interpretada por uma boa atriz, um roteiro fraco e direção falha.
Eu esperei demais pelo filme, pela trajetória, pela história, roteiro, mas me deparei com uma obra fraca, perdida e totalmente desconexa. A direção Isara Nadee deixou a desejar em diversos momentos. Eu poderia fazer uma lista imensa de pontos negativos para este projeto, mas vou me ater somente na crítica da fotografia: bizarra. Detalhe que o roteiro é totalmente forçado. Muito forçado. Sem grandes delongas, um tempo assistido que não volta mais. Eu não recomendo.
Lost é uma série cativadora, inspiradora e desafiadora. Ela é repleta de mistérios, que de alguma forma te instigam, te envolvem e te deixam curioso para o que virá. É um conjunto de situações que sempre te levam a tentar entender o porque de tudo isso. O cenário, a trilha sonora, a fotografia, o roteiro, um casamento perfeito que levou à série um sucesso inimaginável, e a um alcance que os próprios autores e diretores não esperavam. O que mais me cativa em Lost, é a capacidade dos personagens terem uma identidade tão peculiar, tão completa, tão amadurecida. Um elenco de primeira. Muitas pessoas questionam o final da trajetória, mas eu aplaudo de pé. Não havia outro fim a não ser este. Vou comentar abaixo:
Toda a situação se passa em uma ilha, onde uma aeronave caiu. Mediante TUDO o que eles passaram, é plenamente impossível que um avião daquele porte tenha sobreviventes em relação ao tamanho daquela tragédia. Eles já estavam mortos em todo o momento. A fumaça preta, os mistérios da ilha, outras coisas que o roteirista deixou na nossa imaginação, uma série de situações que fogem do racional e partem para o irracional. Uma linha tênue entre o natural e o sobrenatural. Nós, como seres humanos, sempre queremos um final feliz. Mas se Lost tivesse um final onde todos fossem resgatados, seria uma traição a nossa capacidade de compreender toda a história. Os diretores Jack Bender e Stephen Williams com certeza já tinham em mente esse desfecho, inclusive a quinta temporada, que era completamente envolta a viagens no tempo, beirando pelo passado. A surrealidade mostrava claramente que eles estavam perdidos como espíritos após a tragédia, até se encontrarem e poderem partir de verdade (como na season finale). A própria série deixou a entender o que ocorreu em vários momentos. Entendo o público que não gostou, mas não maltratem os nossos roteiristas e diretores, porque tinha que ser dessa forma.
Lost teve um fim lindo, surpreendente, envolvente, e deixou um gosto de saudade muito grande! Saúdo todo o elenco que se entregou de corpo e alma em todos os anos, e todos os colaboradores dessa grande obra que marcou demais. Foi tudo muito incrível! Parabéns!
A 11ª e 12ª temporada foram as melhores! Pra quem falava que sem o Charlie Sheen não ia pra frente, deu com a cara no chão. Ashton é tão bom, que sustentou o seriado 4 temporadas com grande audiência ainda assim depois da saída do Charlie (por 5 anos). E mostrou que sabe prender a atenção do público! Acho que essa série teve um período de vida útil e aceitável. 12 temporadas, 8 com 1 protagonista e 4 com outro, ambos talentosos e que marcaram a história e o período de TWO AND A HALF MEN (2003 à 2015)!!
Um elenco maravilhoso, as brilhantes atuações de Ingrid Guimarães e Tatá Werneck, o roteiro brilhante de Marcelo Saback e a direção de Roberto Santucci, um emaranhado de talentos condicionados em um único longa. Vou me ater a falar do Marcelo Saback, autor do filme, que em todas as suas obras sempre consegue surpreender fazendo com que as pessoas saiam do cinema reflexivas. Acho que a ideia do cinema nacional partindo deste princípio ganha credibilidade, e por isso está tendo ótimas críticas! Parabéns ao Marcelo Saback, a direção de Santucci, e as atuações incríveis de Ingrid e Tatá.
Uma série cheia de mistérios e emoções. Você assiste querendo desistir de assistir, mas continua ali pra ver se vai dar em algo. É uma série de poucos episódios, porém de longos minutos. As vezes ela anda bem arrastada, mas aos poucos vai dando sentido. Houve uma pequena desatenção no roteiro, quando o episódio 1x09 deveria ter sido bem no começo. Entretanto, toda a história é agradável, requer paciência, e aos poucos ela cativa. Depois do episódio 7 você consegue ter forças pra terminar, e aí você passa a se apaixonar de verdade pela obra e coloca fé na continuidade dela, prevista pra 2015. Pra quem quiser ver com um sentido BOM, sugiro que assista os episódios nessa ordem: 1, 2, 3, 9, 4, 5, 6, 7, 8 e 10. Dessa forma você passa a se apaixonar pela série antes de chegar ao episódio 7, por exemplo. Recomendo!
Assisti o filme Annabelle... Que roteiro de lixo foi esse? Chega a ser pior que "A Casa do Espanto" de 1992. Esse spin-off de Invocação do Mal retratando a origem da boneca Annabelle é comédia, romance, drama, MENOS TERROR.
Eu gostaria de achar definições que não permanecessem apenas em elogios expostos, mas é impossível. O filme é impecável. É o melhor da história! Com mais de duas horas de duração, com o passar da trama vamos nos esquecendo que os personagens estão dentro de uma prisão. Isso porque, como muito bem explica o personagem Red, a prisão e o prisioneiro se tornam apenas um ser. Estar preso para o resto da vida faz o prisioneiro aceitar aquela rotina, esquecendo-se que sempre há esperança para a liberdade. Contudo, quando surge a surpresa aos conformados de serem postos em liberdade, conflitos internos surgem, pois na imensidão de um mundo totalmente alterado, a liberdade resta igualmente constrangida. Mesmo assim há a escolha: viver ou morrer. A mensagem gira em torno de perseverança, poder, Estado, amizade, força de vontade, determinação e acima de tudo, superação! O cenário, atuação, trilha sonora, fotografia, são esplendidamente bons para aquela época. E uma coisa eu posso afirmar: Existem filmes ruins, bons, acima da média, e existem filmes que vão ficar na sua memória pra sempre. Esse é um deles. Morgan Freeman, uma fera!
Excelente é pouco! O roteiro consegue unir o romance e suspense de maneira intensa! Com um mistério avassalador nos leva a embarcar numa trama doentia. Os diálogos fortes vão tomando um rumo abstrato conforme o desenvolvimento do filme. Repleto de cenas impactantes, mostra toda a sua originalidade com reviravoltas e passagens de tensão em seu desenrolar que, juntamente com a sua história forte e surpreendente, consegue nos cativar desde o começo. O enredo é contado de forma vagarosa, e o que impressiona é o peso atribuído ao seu desenrolar. Assim o roteiro do gênio ALFRED HITCHCOCK promove bastante tensão e inteligência. A trilha sonora maravilhosa torna o filme mais sentimental e atribui um peso sem igual a suas cenas. Pelo que andei lendo, mesmo com os críticos da época detestando o filme, UM CORPO QUE CAI conseguiu arrebatar platéias e gerações inteiras, conquistando milhares de fãs, se tornando um verdadeiro clássico. Uma prova da genialidade do ALFRED HITCHCOCK!!
Excelente filme! Ele leva o público ao questionamento sobre o tratamento Ludovico, se é certo ou não tirar o direito de escolha de alguém, mesmo que para beneficiar (em tese) a sociedade. O personagem Alex também causa um sentimento estranho, ao mesmo tempo em que suas atitudes são repulsivas... A proximidade do narrador com o público faz com que exista uma certa simpatia com o personagem. No entanto, trata-se exatamente de como o comportamento do ser humano reage a tanta manipulação! Achei muito interessante as demonstradas relações sociais, os neologismos e a trama psicológica. Mas o que mais me interessou foram as relações entre Estado e indivíduo, que levam a uma reflexão sobre o real papel do Estado na sociedade, e a necessidade de se colocarem limites em uma estrutura que, em tese, deveria "proteger" o cidadão, mas que acaba, em nome de um bem comum, fazendo o contrário. Bom, quanto ao roteiro, achei ótimo,desenvolvimento bom, trilha sonora impecável e alem das ótimas atuações! É um grande "horrorshow"! Simplesmente um clássico!
História horrível, sem uma perspectiva, sem uma noção do óbvio. Tudo bem que não podemos exigir uma obviedade do Terror, mas a partir do momento que um grupo de pessoas resolve entrar em um Hospital Psiquiátrico abandonado para caçar espíritos, não tem motivo, razão ou circunstância para o medo e desespero deles quando ouvem algo, já que é o que querem. Além do que, a história termina sem nexo, sem nada. Você não tem o que ver. É mais uma repetição de muitos filmes que seguem esse gênero de segurar uma câmera e usar as imagens para intitular de um longa-metragem! É uma perda de tempo, não assistam, vão por mim!
Um foond-footage totalmente perdido. E essa direção de Carles Torrens, que tomou ideias baseada em "Atividade Paranormal"? Tudo bem que o longa teve um orçamento bem baixo, mas dava pra ser melhor trabalhado. Essa mistura de "Poltergeist" com filmes de possessão poderia ter rendido um filme apavorante. Mas ficou apenas "razoável". Tem cenas realmente assustadoras e de tensão, mas os 20 minutos finais acabam tirando o impacto com a revelação pouco plausível. A ideia em si do filme é boa, mas foi muito mal desenvolvida!! Filmagens com câmera na mão exige uma direção e até mesmo uma ilha de edição bem capacitada, e graças a falta disso, dava cansaço assistir em muitas partes. Dá pra assistir, mas sem esperar muita coisa.
Entre o filme e o livro, eu fico com o livro. Não é um filme que eu considere fantástico, mas também não é ruim. Vale assistir! A direção de Mark Tonderai é muito boa. O filme tem um roteiro redondo e nada lúdico, que te faz pensar que vai acontecer de uma forma, e acontece de outra totalmente inesperada. Não teve tantos clichês, e mesmo com poucas pessoas no elenco, vale o destaque do Jonathan Malen e da Jennifer Lawrence! Excelentes atores!
A história é ótima! Apesar de macabro, ele traz uma mensagem bacana sobre a comunicação como arte de sobrevivência! É uma versão mais "tranquila" de Jogos Mortais. Vale destacar a atuação de Melissa Joan Hart (a lendária 'Sabrina, Aprendiz de Feiticeira') que é excelente! Mas aí chegamos ao clímax do filme e vem um grande sentimento de frustração depois, simplesmente porque a direção de Chris Shadley falha em pontos que deveriam haver desespero na história, e há calmaria. De qualquer forma, vale assistir!
A ideia desse filme é combinar O Mundo Perdido e a moda do found footage, só que com gravações de cinegrafistas em expedições. Mas o resultado é apenas uma obra cheia de falhas de filmagem, trepidez durante os momentos de corrida, além de ter um final frustrante. O cenário e a atuação dos protagonistas salvam o propósito do filme, mas é entendível uma vez que esse longa não teve muito dinheiro investido.
Um filme para se assistir várias vezes! A direção de Sam Raimi é esplendidamente maravilhosa! O filme traz uma menção que vai do lúdico ao real para trazer mensagens de incentivo e coragem para a vida. Essa história do Mágico de Oz, que é contada de diversas formas e jeitos, sempre prende a atenção por duas horas, além de você se envolver com toda a história (ainda mais pra quem gosta dos efeitos 3D). Vale ressaltar a brilhante atuação de James Franco e Michelle Williams que fazem do filme uma ótima alternativa para se divertir e entreter. Recomendadíssimo!
É um filme mediano com alguns momentos bons, principalmente as cenas que seriam trágicas se não fossem cômicas. Bom pra assistir na Sessão da Tarde! Mas de fato eu não poderia esperar muita coisa com a direção do Luciano Moura. O que me levou a assistir realmente foi a aparição de Wagner Moura, que, além de ser um ótimo ator, sabe conquistar o grande público que tem! Sua atuação está impecável. Quanto ao contexto do roteiro, tem uma história redonda, porém sem fim. Ele de repente acaba.
Atypical (1ª Temporada)
4.3 495 Assista AgoraAmo demais! Que série maravilhosa! Totalmente necessária!
Elis
3.5 523 Assista AgoraRetratar a vida de uma grande cantora como foi Elis Regina é um desafio e tanto. E requer muitos cuidados e detalhes que diga-se de passagem, o filme cumpriu bem! A atuação da atriz Andreia Horta como Elis foi surpreendente - ela se entregou de corpo e alma à personagem, e trouxe não somente a semelhança, mas os jeitos e linguajar que marcaram a vida da cantora.
A direção de Hugo Prata deixou a desejar em diversos momentos. O modo como o filme roda é cansativo, e ela gira em torno de uma visão superficial da vida da cantora, mostrando momentos de drama, que evidentemente estiveram ali a fim de compor uma história ao filme - e isto é necessário, mas requer muito cuidado. Penso que o diretor poderia ter explorado melhor o momento depois da morte dela. Mostrar cenas de como repercutiu sua morte na mídia, como o Brasil reagiu, e assim encerrar a trama com chave de ouro e deixando aquele gosto de saudade.
Terminar o filme apenas com a morte dela, sem mais nem menos, em uma cena rápida, foi algo constrangedor ao espectador. Uma falha irreparável da direção de Hugo Prata que poderia ter mudado para melhor, mas deixou ao mesmo.
A fotografia, trilha sonora e a atuação dos demais atores é inquestionavelmente esplêndida. O longa trouxe à tona um mar de emoções da vida de Elis Regina, especialmente para quem foi e é fã da cantora. E principalmente para a nova geração que não teve chance de conhecê-la, nem ao menos de conhecer suas músicas, mas que o filme possibilitou que todos conhecessem um pouco de sua história.
Apesar do desgaste da direção de Hugo Prata, eu como espectador desta obra me senti lisonjeado de estar presente na sala do cinema, e apreciando uma linda história eternizada em nossas memórias. O filme cumpre o papel ao que veio, e mesmo em suas falhas, ele entrega um produto final de qualidade e de uma entrega total de seu elenco, que fizeram valer a pena.
Como Eu Conheci Sua Mãe (9ª Temporada)
4.1 1,3K Assista AgoraHá muitas razões para falar sobre como o final de How I Met Your Mother foi INCRÍVEL! E posso listar com prazer:
1) O seriado sempre foi em torno da história que faz jus ao nome da série, e foi cumprida com êxito. 9 temporadas contando como aconteceu.
2) Em nenhum momento, durante a história, nada era contado sobre planos ou do que poderia acontecer após 2030, o que tornava automaticamente incerto o futuro do Mosby com a Trace.
3) A vida amorosa do Ted sempre se resumiu a Robin, desde a primeira temporada.
4) Era nítido que Robin não iria ficar com Barney. A própria personagem canalizou isso desde o começo, que ela não queria casar e não queria ter filhos. E assim foi! A vida seguiu exatamente como ela projetou!
5) Barney tinha uma vida praticamente inteira dedicada a luxúria, e naturalmente, até que demorou para ele ter filho com alguma mulher por aí. Um pai solteiro! Mas, um pai feliz e cheio de amor com sua filha (a cena dele abraçando a bebê foi incrível).
6) Após então sabermos que a Trace já estava morta em 2030, a tão contada mãe dos filhos do Ted, ficou claro que aquele pai saudoso fez questão de sentar no sofá para contar aos seus filhos sobre como ele conheceu a mãe deles. E o mais fofo, foi os filhos perceberem que o pai estava há anos solteiro e que estava na hora de recompor sua vida amorosa, dando então a dica para que fosse atrás da Robin! E assim a série terminou, EXATAMENTE como ela começou!
O que me encantou em How I Met Your Mother foi perceber as várias faces de uma grande história de amigos: uns casam e vivem intensamente apaixonados; outros não querem casar nem ter filhos, e ter uma vida dedicada ao sucesso no trabalho; outros trabalham e tem uma vida dedicada a libertinagem; e outro passa longos anos atrás do grande amor.
A verdade que HIMYM me traz, é que a AMIZADE nunca morre, e que nós podemos amar mais de uma pessoa ao longo da vida, e isso jamais vai anular quem nós amamos um dia; a sensação de que cada pessoa tem um tempo certo na nossa vida. Umas vivem muito tempo, como Marshell e Lily... Outros acabam passando por novas experiências, como Barney... E outros acabam amando e tendo experiências inesquecíveis como o grande e romântico Ted Mosby. E é assim que a vida funciona!
Fico extremamente grato aos roteiristas e criador da série, por manter essa originalidade da nossa vida como ela é, exatamente refletido na vida dos personagens! A trilha sonora, fotografia e edição estão de nota 1000! Foram impecáveis, do começo ao fim!
Mulligans: Uma Segunda Chance
2.7 123 Assista AgoraEstou apaixonado pela história, mas tenho algumas ressalvas. É um filme de baixo orçamento, mas bem estruturado no roteiro em 92 minutos. A direção de Chip Hale foi bem cuidadosa e intimista, principalmente por colocar a personagem mirim Birdie, que ganha um grande destaque. A fotografia é excelente, confortável. A trilha sonora um pouco exagerada, mas ainda assim bem estruturada. O que me deixou fascinado foi o final. Apesar de vagar pelo irreal, Mulligans traz uma história apaixonante, envolvente e desafiadora. Abusaram da simplicidade e trouxeram, ao final, um conjunto maravilhoso para ser assistido em família.
Juntos Pelo Acaso
3.6 1,7K Assista AgoraApesar de ter a brilhante atuação espontânea de Katherine Heigl, este não deixa de ser um filme monótono para uma sessão da tarde. A história é um pouco desconexa da realidade, e há poucos (quase nenhum) momento de comédia. O objetivo real do filme é um curto entretenimento em um foco de história. Não acontece absolutamente nada de surpreendente e o final foi bem previsível. A direção de Greg Berlanti foi bem devagar, em alguns momentos exaustiva. A fotografia e a trilha sonora estiveram no ponto certo, casadas com a proposta de cada cena. Não é um filme que me desperta a vontade de em algum momento assistir novamente, mas se quiser reunir a família na sala, ele é uma boa pedida.
A Forca
2.1 512 Assista Agora"A Forca" é um filme notoriamente de baixo orçamento, mas com uma história dedicada a desvendar um mistério em um único ambiente: o teatro. Eu não gosto de filmagens dos personagens segurando uma câmera, além de ser meramente cafona, é um saco para prestar atenção ao que pode ter de bom dentro do filme. A direção de Chris Lofing e Travis Cluff foi bem vaga. A minha expectativa foi muita, para uma história fraca, mal aproveitada e com um final um tanto sem sentido, sem lógica, sem perspectiva de nada. No entanto eu recomendo assistir, desde que você esteja ciente que não é aqueles filmes que você pode esperar muita coisa.
Deixe a Luz Acesa
3.2 276Envolvente! São 101 minutos de cena bem aproveitados, apesar de rápida toda a trajetória, mas ao mesmo sucinta, sobre Erik e Paul. É uma história forte e ao mesmo tempo leve, sobre um romance intenso e quebrado, que ao mesmo tempo em que se constrói, se desconstrói. A fotografia do filme é excelente, bem realista com o decorrer dos anos. É perceptível a ausência de uma trilha sonora, que poderia dar um sentido mais dramático as cenas; mas a direção de Ira Sachs foi bem estruturada, onde optou pela realidade da dramatização. Apenas a brilhante atuação do elenco e a realidade com que os personagens viviam, deixou o filme bem completo e com o conteúdo necessário. O filme não foge da realidade em nenhum momento, o que me deixa mais confortável ainda.
A cena final com o Erik foi envolvente demais. Pude sentir por ele a liberdade final. A alegria de estar enfim aberto pro mundo, livre de um amor prisioneiro e altamente sexual, desconstrutivo. Paul é carregado de defeitos, no entanto ele só faz o que ele quer, e não teve respeito pelo Erik - vide a cena dele transando com outro cara na cama, enquanto segurava a mão do Erik.
Eu recomendo o filme. Para quem gosta de drama e de um bom texto, esta é uma excelente história.
Meu Outro Eu
2.1 120Um filme com uma história bem bacana de ser explorada, mas deixou a desejar em diversos momentos. As situações que giraram em torno da adolescente Fay, interpretada muito bem pela atriz Sophie Turner, foram muito previsíveis. A direção de Isabel Coixet foi muito fraca. Em diversos momentos os próprios personagens pareciam perdidos, a história teve um desenrolar lento, e um final muito óbvio pra quem assiste. É um filme nada surpreendente, não vai tirar seu fôlego e não há nenhum momento de terror. É uma clássica história com um final óbvio, interpretada por uma boa atriz, um roteiro fraco e direção falha.
407: O Vôo das Trevas
2.0 34 Assista AgoraEu esperei demais pelo filme, pela trajetória, pela história, roteiro, mas me deparei com uma obra fraca, perdida e totalmente desconexa. A direção Isara Nadee deixou a desejar em diversos momentos. Eu poderia fazer uma lista imensa de pontos negativos para este projeto, mas vou me ater somente na crítica da fotografia: bizarra. Detalhe que o roteiro é totalmente forçado. Muito forçado. Sem grandes delongas, um tempo assistido que não volta mais. Eu não recomendo.
Lost (6ª Temporada)
3.9 1,0K Assista AgoraLost é uma série cativadora, inspiradora e desafiadora. Ela é repleta de mistérios, que de alguma forma te instigam, te envolvem e te deixam curioso para o que virá. É um conjunto de situações que sempre te levam a tentar entender o porque de tudo isso. O cenário, a trilha sonora, a fotografia, o roteiro, um casamento perfeito que levou à série um sucesso inimaginável, e a um alcance que os próprios autores e diretores não esperavam. O que mais me cativa em Lost, é a capacidade dos personagens terem uma identidade tão peculiar, tão completa, tão amadurecida. Um elenco de primeira. Muitas pessoas questionam o final da trajetória, mas eu aplaudo de pé. Não havia outro fim a não ser este. Vou comentar abaixo:
Toda a situação se passa em uma ilha, onde uma aeronave caiu. Mediante TUDO o que eles passaram, é plenamente impossível que um avião daquele porte tenha sobreviventes em relação ao tamanho daquela tragédia. Eles já estavam mortos em todo o momento. A fumaça preta, os mistérios da ilha, outras coisas que o roteirista deixou na nossa imaginação, uma série de situações que fogem do racional e partem para o irracional. Uma linha tênue entre o natural e o sobrenatural. Nós, como seres humanos, sempre queremos um final feliz. Mas se Lost tivesse um final onde todos fossem resgatados, seria uma traição a nossa capacidade de compreender toda a história. Os diretores Jack Bender e Stephen Williams com certeza já tinham em mente esse desfecho, inclusive a quinta temporada, que era completamente envolta a viagens no tempo, beirando pelo passado. A surrealidade mostrava claramente que eles estavam perdidos como espíritos após a tragédia, até se encontrarem e poderem partir de verdade (como na season finale). A própria série deixou a entender o que ocorreu em vários momentos. Entendo o público que não gostou, mas não maltratem os nossos roteiristas e diretores, porque tinha que ser dessa forma.
Lost teve um fim lindo, surpreendente, envolvente, e deixou um gosto de saudade muito grande! Saúdo todo o elenco que se entregou de corpo e alma em todos os anos, e todos os colaboradores dessa grande obra que marcou demais. Foi tudo muito incrível! Parabéns!
Dois Homens e Meio (12ª Temporada)
3.2 121 Assista AgoraA 11ª e 12ª temporada foram as melhores! Pra quem falava que sem o Charlie Sheen não ia pra frente, deu com a cara no chão. Ashton é tão bom, que sustentou o seriado 4 temporadas com grande audiência ainda assim depois da saída do Charlie (por 5 anos). E mostrou que sabe prender a atenção do público! Acho que essa série teve um período de vida útil e aceitável. 12 temporadas, 8 com 1 protagonista e 4 com outro, ambos talentosos e que marcaram a história e o período de TWO AND A HALF MEN (2003 à 2015)!!
Loucas Pra Casar
3.0 867 Assista AgoraUm elenco maravilhoso, as brilhantes atuações de Ingrid Guimarães e Tatá Werneck, o roteiro brilhante de Marcelo Saback e a direção de Roberto Santucci, um emaranhado de talentos condicionados em um único longa. Vou me ater a falar do Marcelo Saback, autor do filme, que em todas as suas obras sempre consegue surpreender fazendo com que as pessoas saiam do cinema reflexivas. Acho que a ideia do cinema nacional partindo deste princípio ganha credibilidade, e por isso está tendo ótimas críticas! Parabéns ao Marcelo Saback, a direção de Santucci, e as atuações incríveis de Ingrid e Tatá.
The Leftovers (1ª Temporada)
4.2 599 Assista AgoraUma série cheia de mistérios e emoções. Você assiste querendo desistir de assistir, mas continua ali pra ver se vai dar em algo. É uma série de poucos episódios, porém de longos minutos. As vezes ela anda bem arrastada, mas aos poucos vai dando sentido. Houve uma pequena desatenção no roteiro, quando o episódio 1x09 deveria ter sido bem no começo. Entretanto, toda a história é agradável, requer paciência, e aos poucos ela cativa. Depois do episódio 7 você consegue ter forças pra terminar, e aí você passa a se apaixonar de verdade pela obra e coloca fé na continuidade dela, prevista pra 2015. Pra quem quiser ver com um sentido BOM, sugiro que assista os episódios nessa ordem: 1, 2, 3, 9, 4, 5, 6, 7, 8 e 10. Dessa forma você passa a se apaixonar pela série antes de chegar ao episódio 7, por exemplo. Recomendo!
Annabelle
2.7 2,7K Assista AgoraAssisti o filme Annabelle... Que roteiro de lixo foi esse? Chega a ser pior que "A Casa do Espanto" de 1992. Esse spin-off de Invocação do Mal retratando a origem da boneca Annabelle é comédia, romance, drama, MENOS TERROR.
Um Sonho de Liberdade
4.6 2,4K Assista AgoraEu gostaria de achar definições que não permanecessem apenas em elogios expostos, mas é impossível. O filme é impecável. É o melhor da história! Com mais de duas horas de duração, com o passar da trama vamos nos esquecendo que os personagens estão dentro de uma prisão. Isso porque, como muito bem explica o personagem Red, a prisão e o prisioneiro se tornam apenas um ser. Estar preso para o resto da vida faz o prisioneiro aceitar aquela rotina, esquecendo-se que sempre há esperança para a liberdade. Contudo, quando surge a surpresa aos conformados de serem postos em liberdade, conflitos internos surgem, pois na imensidão de um mundo totalmente alterado, a liberdade resta igualmente constrangida. Mesmo assim há a escolha: viver ou morrer. A mensagem gira em torno de perseverança, poder, Estado, amizade, força de vontade, determinação e acima de tudo, superação! O cenário, atuação, trilha sonora, fotografia, são esplendidamente bons para aquela época. E uma coisa eu posso afirmar: Existem filmes ruins, bons, acima da média, e existem filmes que vão ficar na sua memória pra sempre. Esse é um deles.
Morgan Freeman, uma fera!
Um Corpo que Cai
4.2 1,3K Assista AgoraExcelente é pouco! O roteiro consegue unir o romance e suspense de maneira intensa! Com um mistério avassalador nos leva a embarcar numa trama doentia. Os diálogos fortes vão tomando um rumo abstrato conforme o desenvolvimento do filme. Repleto de cenas impactantes, mostra toda a sua originalidade com reviravoltas e passagens de tensão em seu desenrolar que, juntamente com a sua história forte e surpreendente, consegue nos cativar desde o começo. O enredo é contado de forma vagarosa, e o que impressiona é o peso atribuído ao seu desenrolar. Assim o roteiro do gênio ALFRED HITCHCOCK promove bastante tensão e inteligência. A trilha sonora maravilhosa torna o filme mais sentimental e atribui um peso sem igual a suas cenas. Pelo que andei lendo, mesmo com os críticos da época detestando o filme, UM CORPO QUE CAI conseguiu arrebatar platéias e gerações inteiras, conquistando milhares de fãs, se tornando um verdadeiro clássico. Uma prova da genialidade do ALFRED HITCHCOCK!!
Laranja Mecânica
4.3 3,9K Assista AgoraExcelente filme! Ele leva o público ao questionamento sobre o tratamento Ludovico, se é certo ou não tirar o direito de escolha de alguém, mesmo que para beneficiar (em tese) a sociedade. O personagem Alex também causa um sentimento estranho, ao mesmo tempo em que suas atitudes são repulsivas... A proximidade do narrador com o público faz com que exista uma certa simpatia com o personagem. No entanto, trata-se exatamente de como o comportamento do ser humano reage a tanta manipulação! Achei muito interessante as demonstradas relações sociais, os neologismos e a trama psicológica. Mas o que mais me interessou foram as relações entre Estado e indivíduo, que levam a uma reflexão sobre o real papel do Estado na sociedade, e a necessidade de se colocarem limites em uma estrutura que, em tese, deveria "proteger" o cidadão, mas que acaba, em nome de um bem comum, fazendo o contrário. Bom, quanto ao roteiro, achei ótimo,desenvolvimento bom, trilha sonora impecável e alem das ótimas atuações! É um grande "horrorshow"! Simplesmente um clássico!
Sanatório
1.9 87 Assista AgoraHistória horrível, sem uma perspectiva, sem uma noção do óbvio. Tudo bem que não podemos exigir uma obviedade do Terror, mas a partir do momento que um grupo de pessoas resolve entrar em um Hospital Psiquiátrico abandonado para caçar espíritos, não tem motivo, razão ou circunstância para o medo e desespero deles quando ouvem algo, já que é o que querem. Além do que, a história termina sem nexo, sem nada. Você não tem o que ver. É mais uma repetição de muitos filmes que seguem esse gênero de segurar uma câmera e usar as imagens para intitular de um longa-metragem! É uma perda de tempo, não assistam, vão por mim!
Apartamento 143
2.2 239Um foond-footage totalmente perdido. E essa direção de Carles Torrens, que tomou ideias baseada em "Atividade Paranormal"? Tudo bem que o longa teve um orçamento bem baixo, mas dava pra ser melhor trabalhado. Essa mistura de "Poltergeist" com filmes de possessão poderia ter rendido um filme apavorante. Mas ficou apenas "razoável". Tem cenas realmente assustadoras e de tensão, mas os 20 minutos finais acabam tirando o impacto com a revelação pouco plausível. A ideia em si do filme é boa, mas foi muito mal desenvolvida!! Filmagens com câmera na mão exige uma direção e até mesmo uma ilha de edição bem capacitada, e graças a falta disso, dava cansaço assistir em muitas partes. Dá pra assistir, mas sem esperar muita coisa.
A Última Casa da Rua
3.0 1,6K Assista AgoraEntre o filme e o livro, eu fico com o livro. Não é um filme que eu considere fantástico, mas também não é ruim. Vale assistir! A direção de Mark Tonderai é muito boa. O filme tem um roteiro redondo e nada lúdico, que te faz pensar que vai acontecer de uma forma, e acontece de outra totalmente inesperada. Não teve tantos clichês, e mesmo com poucas pessoas no elenco, vale o destaque do Jonathan Malen e da Jennifer Lawrence! Excelentes atores!
Nove Mortes
2.4 155A história é ótima! Apesar de macabro, ele traz uma mensagem bacana sobre a comunicação como arte de sobrevivência! É uma versão mais "tranquila" de Jogos Mortais. Vale destacar a atuação de Melissa Joan Hart (a lendária 'Sabrina, Aprendiz de Feiticeira') que é excelente! Mas aí chegamos ao clímax do filme e vem um grande sentimento de frustração depois, simplesmente porque a direção de Chris Shadley falha em pontos que deveriam haver desespero na história, e há calmaria. De qualquer forma, vale assistir!
Projeto Dinossauro
1.8 234 Assista AgoraA ideia desse filme é combinar O Mundo Perdido e a moda do found footage, só que com gravações de cinegrafistas em expedições. Mas o resultado é apenas uma obra cheia de falhas de filmagem, trepidez durante os momentos de corrida, além de ter um final frustrante. O cenário e a atuação dos protagonistas salvam o propósito do filme, mas é entendível uma vez que esse longa não teve muito dinheiro investido.
Oz: Mágico e Poderoso
3.2 2,1K Assista AgoraUm filme para se assistir várias vezes! A direção de Sam Raimi é esplendidamente maravilhosa! O filme traz uma menção que vai do lúdico ao real para trazer mensagens de incentivo e coragem para a vida. Essa história do Mágico de Oz, que é contada de diversas formas e jeitos, sempre prende a atenção por duas horas, além de você se envolver com toda a história (ainda mais pra quem gosta dos efeitos 3D). Vale ressaltar a brilhante atuação de James Franco e Michelle Williams que fazem do filme uma ótima alternativa para se divertir e entreter. Recomendadíssimo!
A Busca
3.4 715 Assista AgoraÉ um filme mediano com alguns momentos bons, principalmente as cenas que seriam trágicas se não fossem cômicas. Bom pra assistir na Sessão da Tarde! Mas de fato eu não poderia esperar muita coisa com a direção do Luciano Moura. O que me levou a assistir realmente foi a aparição de Wagner Moura, que, além de ser um ótimo ator, sabe conquistar o grande público que tem! Sua atuação está impecável. Quanto ao contexto do roteiro, tem uma história redonda, porém sem fim. Ele de repente acaba.