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Últimas opiniões enviadas

  • Diego Cardoso

    O documentário relata com certa verossimilhança a trajetória da redemocratização do nosso país, tomando como fio condutor a trajetória de Lula e a fundação do PT, lançando sobre eles, além de Dilma, todos os holofotes. O filme chega a constatações óbvias para quem tem uma visão menos estreita da política: que Dilma foi vitima de um boicote político articulado pela direita, que se valendo da insatisfação popular que já era evidente desde as eleições de 2014, promoveu um processo de impeachment sem fundamentos. Mas o óbvio parece não alcançar o brasileiro médio, que se torna massa de manobra, convenhamos, dos dois espectros políticos.

    Os pontos fracos do documentário são a narrativa em off da diretora, num tom queixoso que em dado momento se tornou cansativo para mim, além da ausência de uma crítica ao processo enfrentado por Lula, tendenciosamente tratado como vítima do poder judiciário, algo em que particularmente, não acredito. Dilma sim, foi a grande vítima nesse processo de derrocada do PT, que mesmo democraticamente eleita, foi deposta do poder, num ato articulado pelos poderosos e endossado por boa parte da população.

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  • Diego Cardoso

    Não é um filme para se levar a sério e muito menos para ser avaliado com uma visão criteriosa. É um ótimo entretenimento, adequado para toda a família e que de certa forma, consegue tocar os mais nostálgicos, que assim como eu, cresceram lendo os quadrinhos da Turma da Mônica.

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  • Diego Cardoso

    Sabe aquele ditado: nada é ruim demais que não possa piorar? Então, é esse filme!

    Quem leu Deixe a Neve Cair, de Maureen Johnson, John Green e Lauren Myracle já se deparou com um livro que não é lá essas coisas, valendo a leitura apenas pelo conto assinado por Johnson, O Expresso Jubileu, pois a narrativa que é carro chefe da obra, "O Milagre da Torcida de Natal", escrito pelo então mega-popular John Green, é tenebroso de ruim. Nunca achei que esse livro algum dia seria adaptado, considerando que para extrair dele algo que se sustentasse como filme razoavelmente bom, seria um verdadeiro milagre de Natal.

    Pois bem, eis que a dona Netflix teve essa coragem e adaptou o abacaxi literário. A esperança, quando fui assistir, era de que eles tivessem mantido intacto (na medida do possível) o conto de abertura (Expresso Jubileu) e dado um jeito de ao menos melhorar a cagada do John Green e o texto insosso da Lauren Myracle (Santo Milagreiro dos Porcos).

    Quando o filme começou, já ficou claro que o único texto que prestava no livro tinha sido substancialmente modificado e conforme os outros personagens/plots foram apresentados, tive a certeza de que do livro, o roteiro do filme só resgatou alguns personagens (nem todos estão no filme) e uma leve ideia de cada história. Jubileu agora é Julie (nome que a personagem costumava usar no livro para que não questionassem seu verdadeiro nome), que assim como a original, tem sua viagem de trem interrompida pela nevasca; Tobin ainda é o adolescente que quer ver líderes de torcida; e Addie continua sendo a garotinha mimada que só pensa no próprio umbigo. Mas de resto, tudo o que o filme apresentou, foi criado pelos roteiristas!

    Considerando que o livro é bem ruim, mudar tudo na adaptação poderia até ter sido uma boa estratégia para salvar algo essa história, mas parece que a incompetência dos autores do original foi magicamente transmitida para os roteiristas do filme, porque a emenda saiu pior que o soneto! Julie deixou de ser Jubileu pra se tornar uma personagem chata e que tem uma mãe que está supostamente doente, mas cujo mal não é explicitado no filme. Tobin vive um triangulo amoroso com Duke e JP, que não apenas não funciona na tela, como também não tem argumento algum. Cheguei inclusive a cogitar que o JP do filme era gay, mas não... era uma tentativa muito mal sucedida de triangulo amoroso, que em nenhum momento convence o espectador. E por fim, Addie, que além de entojada, mimada e egocêntrica, ainda por cima incorpora também a namorada abusiva e controladora que bem precisava de algumas horas de terapia para descobrir o amor próprio e superar a obsessão. Mas ao invés disso, a "mulher alumínio", personagem subaproveitada de Joan Cusack, cumpre esse papel, num dos plots mais mal conduzidos do filme.

    Fora isso, a produção ainda acrescentou duas outras linhas narrativas: a de Keon, personagem com zero projeção no romance e que ganha um plot absolutamente descartável e o de Dorrie, amiga de Addie, que está em um dilema amoroso ao se deparar com a garota que ela está apaixonada, mas que aparentemente a está ignorando, sendo este o único plot de todo filme que realmente vale a pena receber alguma atenção. De resto, consegue se sair pior que o livro que o originou.

    O filme acaba pecando no mesmo quesito do livro: excesso de personagens sem desenvolvimento, com a vantagem que no livro, ao menos os principais tinham um plot, ainda que ruim, convence na leitura, diferentemente do imenso vazio que assola o desenvolvimento de quase todas as suas respectivas versões cinematográficas.

    E que finalzinho mequetrefe deram pro filme ein? haha

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  • Túlio
    Túlio

    :)

  • Filmow
    Filmow

    O Oscar 2017 está logo aí e teremos o nosso tradicional BOLÃO DO OSCAR FILMOW!

    Serão 3 vencedores no Bolão com prêmios da loja Chico Rei para os três participantes que mais acertarem nas categorias da premiação. (O 1º lugar vai ganhar um kit da Chico Rei com 01 camiseta + 01 caneca + 01 almofada; o 2º lugar 01 camiseta da Chico Rei; e o 3º lugar 01 almofada da Chico Rei.)

    Vem participar da brincadeira com a gente, acesse https://filmow.com/bolao-do-oscar/ para votar.
    Boa sorte! :)

    * Lembrando que faremos uma transmissão ao vivo via Facebook e Youtube da Casa Filmow na noite da cerimônia, dia 26 de fevereiro. Confirme presença no evento https://www.facebook.com/events/250416102068445/

  • Bruce Leal
    Bruce Leal

    "O Home Elefante" é ótimo. Foi um dos primeiros do Lynch que assisti e gostei bastante.

    "Cidade dos Sonhos" também é um dos meus preferidos. O roteiro era base de uma série que não teve o piloto aprovado, então o Lynch resolveu fazer a série. Tem até algumas tramas paralelas que lembram "Twin Peaks" e que seriam melhor desenvolvidas em uma série. O filme é confuso e é proposital. Tem justificativas, mas elas não são fáceis e você se sente meio idiota depois tendo que pesquisar os significados. Mas pelo menos tem. Outros filmes do Lynch, como "Império dos Sonhos" e "Estrada Perdida" não tem intenção nenhuma em fazer sentido e dar respostas, rs.
    Veja, quando puder, "Veludo Azul" dele. É o clássico do Lynch e não tão complicado de entender.

    "Duna" eu vi não faz muito tempo. Foi o filme que a gente trocou comentários por aqui. Não gostei muito e achei a direção do Lynch confusa, provavelmente porque a história é muito complexa pra pouco tempo. Vale mais por curiosidade.,

    Diego, meus preferidos do Lynch são "Cidade dos Sonhos", "Veludo Azul" e "O Homem Elefante" além de "Twin Peaks".
    Não odeio nada dele, só não me desce "Duna". E ele tem uns curta-metragens totalmente bizarros (mais que os filmes) que também valem por curiosidade, mas não são tão legais. Ele fez muita coisa experimental, principalmente no início da carreira. Coisa que só fã curioso assiste hehe

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