- potente. incômodo. polêmico. - pós fim que reverbera - propositalmente permite refletir durante e após de suas escolhas refletem nas opiniões e caminhos da sociedade moderna. - Jess admirável / Jasmine Batchelor impressionante. - casal fraco, dois paia, atuações lamentáveis (não falo da escolha narrativa) - não julgo por serem homossexual, mas por ser ruim, mesmo que fossem heteros. - narrativa gera estranheza no inicio - ora soa documental, ora ficção - dado curto tempo já se consagra ao firmar "não ficção" pela humanização dos personagens e seus diálogos associados as referências da época. - escolha dada me arrancou AH NÃOOO mas diante a justificativa alegada, é de total compreensão - ainda mais partindo da voz de quem deve decidir. - melhores cenas: a ligação com o pai para saber de uma possibilidade e a escolha dele(s); o encontro e jogo de cena com a mãe e o pai; o embate posterior com o casal na casa deles. - àquele choro dela bateu forte, um descarrego desesperador acumulado, que vontade de abraçá-la por longo tempo, sem dizer nada. - LAMENTÁVEL A BAIXA AUDIÊNCIA E ALARDE DESTA OBRA... SERVINDO NA TEMÁTICA, PASSÍVEL DE CRÍTICAS E OPINIÕES. Eu soube por acaso, há pouco tempo. Merece ser vista, debatida, repercutida. - Exemplo de obra "simples" não precisa de trilha, investimento alto, coisas mirabolantes, consegue se sustentar (mesmo centrada numa personagem) numa abordagem que explora muito bem várias vertentes.
- perturbador, conseguiu com sucesso. - arrancou UAU citar e mostrar a playboy em braille. - jaqueta do Brasil e a mãe do Alec ser estrangeira, tem ligação? ahhh. - fiquei pistola na ideia com o polvo. - última cena um tapa na cara hein hehe. - vontade de dar um abraço no Alec. - o trunfo fez falta: o trabalho fez unir a Nina. - primoroso a cena da Nina e Lizzie. - senti daqui toda a raiva do Alec despejando no pai através do orgulhoso "troféu". - a moça submetendo a cena de humilhação e não conseguindo entregar o que se pede, como e porque ela aceitou... situação triste, pesada. - lembro o caos da Andressa Urach e seu filho que fazem isso premissa de quase "baseado em fatos reais". - pegou muito a fala do Alec "vi pela primeira vez aos 5 anos..." a cabeça envolvida fora de hora numa órbita que não poderia ser diferente: perturbadora, volta-se a estaca aqui mas não se apaga nem esquece o que se passou, envolveram-o e (tenta) se libertar.
DN deveria ser mais expressivo que o JG maior parte do tempo reagia :-| dá certa canseira ao intercalar as intervenções narrativas nos estilos abordados. e longo, desnecessário.
- disruptiva, algo que melhor mensura quem foi Preta Gil. - baita distopia - muitas condições lhe eram acessíveis na "bolha" cresceu e se fez o palácio viveu da melhor maneira possível e impossível diante uma força maior da natureza. - infelizmente, não é a realidade das inúmeras vítimas de doenças crônicas em sua rotina - não rola um quarto de hospital cheio de gente, alvoroço, andar do leito restrito, filmagens autorizadas dos profissionais, entrar e sair quando quiser da internação, atender seus desejos... é aquilo: quem tem cacique manda, obedece quem tem juízo. - registro primoroso, mesmo tão romantizado quanto o perfil do ego leonina, deixa a memória da pessoa e persona "só o amor" e poucas inspirações "pé no chão" de viver a realidade como se não houvesse o amanhã. - questiono: falta um legado aos "populares" como ela reverência aos fãs - ou seja, fica tudo ali entre os "vips" e não expande sua imagem para algo maior como ONG, instituição, e correlatos em benefício de enfermos e seus cuidadores. - no Google acha uns discursos e posturas falhas da Preta que, óbvio não entraria no doc., ela soube lidar pois tinha tudo a favor nas mãos pra se corrigir, com voz de nome e sobrenome. - rotular "não ando só" é invejável de tão fácil se jogar na cara quando se tem o poder em si, pra dar e vender. - lembro da Isabel Veloso alguém na mesma época que passou também por câncer, teve seus vacilos em falas e ações bem erradas e questionáveis, foi cancelada e morreu com imagem negativa. A diferença gira na bolha: a mídia, a pessoa e persona, a rede de apoio.
o "baseado" é raso quanto uma poça - atuações normas, diálogos preguiçosos. o "em fatos reais" - vide créditos e últimos 20 min - são os mais interessantes.
entre os choques, reproduzo nele dito "... mas é assim que termina?" pra nós é, de fato... mas nem ele sabe, diferença o espectador não vai sofrer na espera da resposta e já precisa ali mesmo na calçada ir recalculando rota de como sobreviver neste tempo e se preocupar com o recurso, em nova história com documentos e fatos... desesperançoso, infelizmente, real.
Yaiza me ajuda a te ajudar... resolveria com uns chacoalhão pra acordar e não ficar perdida, chata. metade tava envolvente, depois segue umas escolhas com furos de roteiro, abobadas, fácil, superficial solução. exemplo que nem todo filme solar vale a atenção. ah, que "carnaval" de rua é ou procissão a deles, fichinha perto do nosso hehe
nem esperava por tanto, entregou além do que seria óbvio a um polvo. os diálogos, roteiro e produção muito inteligentes. da-lhe potentes plots twists na reta final. fascina no trio humor, drama, suspense. quando menos espera, cativa. nível de Oscar.
inadmissível uma obra de arte deste patamar ter sido engavetada. nostalgia. um primor de realismo com imaginação. vejo escorregadas em reproduzir coisas batidas de "pense positivo" e "tente de novo sempre" que é desserviço quem segue algo tão batido quanto ao mito de Sísifo... daí releve, ignore... melhor seguir na onda da animação, como interagiu com os humanos, a estória bem executada na marca e ver que na real mexe na fantasia, puxa lembranças das nossas memórias, de volta descobertas bobas e engraçadas sobre si e como se via espectador parando pra rir, torcer, relaxar e curtir na frente da TV.
"baseado em fatos reais" poxa tranquilo assim? nem profundo, nem raso - assim tá num clima de sessão da tarde. umas cenas ou adicionais do real nos créditos daria mais força, credibilidade.
da primeira a última cena consegue ser irritante. parabéns ao cientista maluco ter o surto, espelhar que peixe, porco e coelho tem de igual ao humano pra se reproduzir. iatrogenia surreal. deixa o corpo e a alma descansar KCT. pai surtado, egocêntrico, passando delírios pro filho que nem pode escolher o caminho próprio e entra na mesma paranoia - pra piorar a filha que chegou ganha nome da falecida e mais carga de projeções e cobranças - imagina quando ela crescer, não quero tá aqui pra saber nem assistir um doc continuação. foram 75 minutos mais sofríveis de aguentar- e seria melhor aproveitado fosse feito num curta ou média metragem (ou nem ter existido a spoiler de fake news do futuro).
tem pautas interessantes, mesmo soam "já vi isso antes em outros filmes do tipo", escolheu por caminhos não profundos, nem rasos, poderiam ser muito mais explorados ou definidos. pena que veio o final foi clichezaço. o ator principal manda bem mesmo. o cara branco é mais um na multidão.
mais chamou atenção foram as falhas na captação do áudio, a trilha do vai que cola faz ser mais capenga, uns diálogos frouxos, umas cenas deveriam ter sido cortadas antes, o Tonico Pereira mandando bem salva suas as cenas - mas não vale o filme, parece demais que foi esquecido na edição final e passaram pra frente como "vai assim mesmo que tá valendo!".
estranhei ficar atento algo que nada te envolve, sente, prende - ainda mais sem ter lembrança ao original, pois não vi. considerações: - difícil desassociar a personagem da atriz Isis, antes a admirava atuando, com a polêmica recente envolvendo trabalho da empregada/escrava doméstica, o encanto pela pessoa/atriz foi decepcionante. - a personagem pagando peitinho direto pra que? pq? ninguém avisou? se fosse algo "faria a diferença" teria motivo mas foi de vergonha alheia. - em qualquer momento meu dia a dia vem me dizer "pensa positivo" respondo de boca cheia "vai pra PQP" ainda mais momentos difíceis/tensos na cena... ditado/frase pronta é uma peste social. - um cachorro teria evitado tudo isso com certeza kkk palmas pra corretora conseguiu fazer a lavagem cerebral (assim como na vida real). - umas escolhas questionáveis de roteiro, narrativa, locações (acústica boa hein, ninguém ouve passos, conversas fora do quarto)... dá preguiça detalhar, deixa como tá na baixa crítica, repercussão, avaliação.
nostálgia alta, ganharam filme que mereciam. bom saudosismo através da arte, da história do cinema. o que veio em seguida com monstros aleatórios foi tão abobado. torci aparecesse o rei dos ícones, demorou mas veio na hora devida na primeira e última cena dos créditos.
fiquei caçando "o brilho nos olhos" que não vinha, o filme soube apresentar aos poucos os fatos que fazem o presente sofrível de Niki, vamos acompanhando o quão mais difícil idealizar um futuro diferente - implora cada novo cliente seja de outra realidade, ambientes de realidades superiores, ele procurou alcançar voos que o tire pé do chão por sinais gentis e tentadores em oportunidades pra retribuir quem apoiou, uma estranha que se surpreende e admira de graça seu trabalho e talento, um estranho que pensa em si e seu bando e oferece benefícios que qualquer um iria aceitar usando seu dom... tentação se jogar nos desafios, gritando nos poros o som que bloqueia e os que despertam seus incômodos, implora por adrenalina para viver e ser visto além do sentido aguçado... o choque de realidade veio em rasteiras avassaladoras, o impacto da tela preta foi o tempo que percebi segurando a respiração com a mão na boca... a última fala foi respiro após o gás todo expelido na intensidade e sensibilidade ao som através do sonho reestabelecido. ele sabe que não é inocente, nem vítima, muito menos agente causador... um retrato do ser perdido, ainda tentando se encontrar de volta... não muito diferente de alguém no dia a dia tentando sobreviver sob pressões intrapessoal e interpessoais. não exige do espectador entender de afinação/notas musicais, quem conhece é um mimo saindo na frente. o renascer parece trazer o que não vimos: o brilho nos olhos.
começa alto nível com ironias e verdades, que sabor! furada o favor pagar por regar planta a um encosto em 15 dias kkk eu mandaria pra casa dos parentes ou colônia de férias ou mais uma mala pra viagem dos pais. a mãe já sendo fofa com a visita mala, que raiva viu. feito bem solar-real nos dramas e contrapontos, fofo, digo de pesado no sentido mais radical que propõe hehe ator faz o Felipe passa a vontade, curtindo no papel. citação ao padre da Fleabag confirma nunca foi bobinho o Felipe kkk reflexões e diversão garantida. cena final arrebatadora, a trilha não consegui tirar nem nos créditos - chorrindo.
não saiu da mente "esse cara lembra o Kevin (James McAvoy) do Fragmentado" não sosseguei até ver se era o mesmo. gostei maior parte do filme, principalmente jogos de poder, sedução, suspense pairavam nos olhares e atitudes. chegou no plot twist não colou tanto, depois foi típicas cenas de ação que senti no velozes e furiosos e ficou nisso, chatão. baixas não convencem:
2 horas de perseguiçãode carro, que sacada genial de burros os caras pra cima dele hein... ela virou a bebida suspeita no banco, tapete e nenhum momento ele percebe???... ela conectar bluetooth e pedir pra carregar é deixar margem pra criar suspeitas de volta fia kkk... a mãe grávida de quem? acho que dormi na justificativa.
responderia eu a Oscar Wilde: "será? bom tentar, espera aí... volto pra confirmar, assinar e reconhecer firma do que disse, ou fico lá na relação pra te contradizer."
recomendo NÃO LEIA A SINOPSE ANTES dá uma quebra na expectativa da narrativa. que elenco, baita atuações dos 4! palmas ao enquadramento, jogo de cena, diálogos e roteiro! ao menos 1 oscar tá garantido. vai de 8 a 80 numa respirada, volta na velocidade da luz, sem perder o fôlego de ponta a ponta. destaco monólogo do Hawk e o momento de reflexão com a Piña. cenas sexy estão na função contraponto, as que menos chamam atenção, felizmente. chegam e vão como tufão, fica o que precisavam. final não é inovador, nem óbvio, mas pé no chão. filmaço.
Mãe de Aluguel
3.7 10 Assista Agora- potente. incômodo. polêmico.
- pós fim que reverbera - propositalmente permite refletir durante e após de suas escolhas refletem nas opiniões e caminhos da sociedade moderna.
- Jess admirável / Jasmine Batchelor impressionante.
- casal fraco, dois paia, atuações lamentáveis (não falo da escolha narrativa) - não julgo por serem homossexual, mas por ser ruim, mesmo que fossem heteros.
- narrativa gera estranheza no inicio - ora soa documental, ora ficção - dado curto tempo já se consagra ao firmar "não ficção" pela humanização dos personagens e seus diálogos associados as referências da época.
- escolha dada me arrancou AH NÃOOO mas diante a justificativa alegada, é de total compreensão - ainda mais partindo da voz de quem deve decidir.
- melhores cenas: a ligação com o pai para saber de uma possibilidade e a escolha dele(s); o encontro e jogo de cena com a mãe e o pai; o embate posterior com o casal na casa deles.
- àquele choro dela bateu forte, um descarrego desesperador acumulado, que vontade de abraçá-la por longo tempo, sem dizer nada.
- LAMENTÁVEL A BAIXA AUDIÊNCIA E ALARDE DESTA OBRA... SERVINDO NA TEMÁTICA, PASSÍVEL DE CRÍTICAS E OPINIÕES. Eu soube por acaso, há pouco tempo. Merece ser vista, debatida, repercutida.
- Exemplo de obra "simples" não precisa de trilha, investimento alto, coisas mirabolantes, consegue se sustentar (mesmo centrada numa personagem) numa abordagem que explora muito bem várias vertentes.
Literalmente Nu
3.3 6- perturbador, conseguiu com sucesso.
- arrancou UAU citar e mostrar a playboy em braille.
- jaqueta do Brasil e a mãe do Alec ser estrangeira, tem ligação? ahhh.
- fiquei pistola na ideia com o polvo.
- última cena um tapa na cara hein hehe.
- vontade de dar um abraço no Alec.
- o trunfo fez falta: o trabalho fez unir a Nina.
- primoroso a cena da Nina e Lizzie.
- senti daqui toda a raiva do Alec despejando no pai através do orgulhoso "troféu".
- a moça submetendo a cena de humilhação e não conseguindo entregar o que se pede, como e porque ela aceitou... situação triste, pesada.
- lembro o caos da Andressa Urach e seu filho que fazem isso premissa de quase "baseado em fatos reais".
- pegou muito a fala do Alec "vi pela primeira vez aos 5 anos..." a cabeça envolvida fora de hora numa órbita que não poderia ser diferente: perturbadora, volta-se a estaca aqui mas não se apaga nem esquece o que se passou, envolveram-o e (tenta) se libertar.
The Bibi Files
3.9 4pra mim é o meme da Patrícia Pillar na novela: "mas que velho safado!"
O Rei da Internet
3.4 28 Assista AgoraDN deveria ser mais expressivo que o JG maior parte do tempo reagia :-|
dá certa canseira ao intercalar as intervenções narrativas nos estilos abordados.
e longo, desnecessário.
Preta - Eu Não Ando Só
4.1 12- disruptiva, algo que melhor mensura quem foi Preta Gil.
- baita distopia - muitas condições lhe eram acessíveis na "bolha" cresceu e se fez o palácio viveu da melhor maneira possível e impossível diante uma força maior da natureza.
- infelizmente, não é a realidade das inúmeras vítimas de doenças crônicas em sua rotina - não rola um quarto de hospital cheio de gente, alvoroço, andar do leito restrito, filmagens autorizadas dos profissionais, entrar e sair quando quiser da internação, atender seus desejos... é aquilo: quem tem cacique manda, obedece quem tem juízo.
- registro primoroso, mesmo tão romantizado quanto o perfil do ego leonina, deixa a memória da pessoa e persona "só o amor" e poucas inspirações "pé no chão" de viver a realidade como se não houvesse o amanhã.
- questiono: falta um legado aos "populares" como ela reverência aos fãs - ou seja, fica tudo ali entre os "vips" e não expande sua imagem para algo maior como ONG, instituição, e correlatos em benefício de enfermos e seus cuidadores.
- no Google acha uns discursos e posturas falhas da Preta que, óbvio não entraria no doc., ela soube lidar pois tinha tudo a favor nas mãos pra se corrigir, com voz de nome e sobrenome.
- rotular "não ando só" é invejável de tão fácil se jogar na cara quando se tem o poder em si, pra dar e vender.
- lembro da Isabel Veloso alguém na mesma época que passou também por câncer, teve seus vacilos em falas e ações bem erradas e questionáveis, foi cancelada e morreu com imagem negativa. A diferença gira na bolha: a mídia, a pessoa e persona, a rede de apoio.
23.000 Vidas
3.5 9 Assista Agorao "baseado" é raso quanto uma poça - atuações normas, diálogos preguiçosos.
o "em fatos reais" - vide créditos e últimos 20 min - são os mais interessantes.
Espermagedom
2.7 7chega hoje aos cinemas com dublagem de elenco do Porta dos Fundos.
A História de Souleymane
3.7 13entre os choques, reproduzo nele dito "... mas é assim que termina?" pra nós é, de fato... mas nem ele sabe, diferença o espectador não vai sofrer na espera da resposta e já precisa ali mesmo na calçada ir recalculando rota de como sobreviver neste tempo e se preocupar com o recurso, em nova história com documentos e fatos... desesperançoso, infelizmente, real.
On the Sea
3.6 6umas reflexões, as cenas finais, a trilha dos créditos - arrematou.
A Una Isla De Ti
3.2 2Yaiza me ajuda a te ajudar... resolveria com uns chacoalhão pra acordar e não ficar perdida, chata.
metade tava envolvente, depois segue umas escolhas com furos de roteiro, abobadas, fácil, superficial solução.
exemplo que nem todo filme solar vale a atenção.
ah, que "carnaval" de rua é ou procissão a deles, fichinha perto do nosso hehe
Criaturas Extraordinariamente Brilhantes
3.9 107nem esperava por tanto, entregou além do que seria óbvio a um polvo.
os diálogos, roteiro e produção muito inteligentes.
da-lhe potentes plots twists na reta final.
fascina no trio humor, drama, suspense.
quando menos espera, cativa.
nível de Oscar.
Coyote vs. Acme
3.8 79inadmissível uma obra de arte deste patamar ter sido engavetada. nostalgia. um primor de realismo com imaginação. vejo escorregadas em reproduzir coisas batidas de "pense positivo" e "tente de novo sempre" que é desserviço quem segue algo tão batido quanto ao mito de Sísifo... daí releve, ignore... melhor seguir na onda da animação, como interagiu com os humanos, a estória bem executada na marca e ver que na real mexe na fantasia, puxa lembranças das nossas memórias, de volta descobertas bobas e engraçadas sobre si e como se via espectador parando pra rir, torcer, relaxar e curtir na frente da TV.
Voe Comigo
3.7 1 Assista Agora"baseado em fatos reais" poxa tranquilo assim? nem profundo, nem raso - assim tá num clima de sessão da tarde. umas cenas ou adicionais do real nos créditos daria mais força, credibilidade.
Contornando a Morte
3.2 24 Assista Agorada primeira a última cena consegue ser irritante. parabéns ao cientista maluco ter o surto, espelhar que peixe, porco e coelho tem de igual ao humano pra se reproduzir.
iatrogenia surreal. deixa o corpo e a alma descansar KCT.
pai surtado, egocêntrico, passando delírios pro filho que nem pode escolher o caminho próprio e entra na mesma paranoia - pra piorar a filha que chegou ganha nome da falecida e mais carga de projeções e cobranças - imagina quando ela crescer, não quero tá aqui pra saber nem assistir um doc continuação.
foram 75 minutos mais sofríveis de aguentar- e seria melhor aproveitado fosse feito num curta ou média metragem (ou nem ter existido a spoiler de fake news do futuro).
Tom Daley: 1.6 Seconds
3.5 2disponível online gratuito com legendas (junte os espaços):
https :// www. olympics. com/ en/films/watch/tom-daley-1-6-seconds-documentary
Layla
3.1 2tem pautas interessantes, mesmo soam "já vi isso antes em outros filmes do tipo", escolheu por caminhos não profundos, nem rasos, poderiam ser muito mais explorados ou definidos. pena que veio o final foi clichezaço. o ator principal manda bem mesmo. o cara branco é mais um na multidão.
O Velho Fusca
2.7 7mais chamou atenção foram as falhas na captação do áudio, a trilha do vai que cola faz ser mais capenga, uns diálogos frouxos, umas cenas deveriam ter sido cortadas antes, o Tonico Pereira mandando bem salva suas as cenas - mas não vale o filme, parece demais que foi esquecido na edição final e passaram pra frente como "vai assim mesmo que tá valendo!".
Quarto do Pânico
2.4 35estranhei ficar atento algo que nada te envolve, sente, prende - ainda mais sem ter lembrança ao original, pois não vi. considerações:
- difícil desassociar a personagem da atriz Isis, antes a admirava atuando, com a polêmica recente envolvendo trabalho da empregada/escrava doméstica, o encanto pela pessoa/atriz foi decepcionante.
- a personagem pagando peitinho direto pra que? pq? ninguém avisou? se fosse algo "faria a diferença" teria motivo mas foi de vergonha alheia.
- em qualquer momento meu dia a dia vem me dizer "pensa positivo" respondo de boca cheia "vai pra PQP" ainda mais momentos difíceis/tensos na cena... ditado/frase pronta é uma peste social.
- um cachorro teria evitado tudo isso com certeza kkk palmas pra corretora conseguiu fazer a lavagem cerebral (assim como na vida real).
- umas escolhas questionáveis de roteiro, narrativa, locações (acústica boa hein, ninguém ouve passos, conversas fora do quarto)... dá preguiça detalhar, deixa como tá na baixa crítica, repercussão, avaliação.
Minions & Monstros
3.1 43nostálgia alta, ganharam filme que mereciam.
bom saudosismo através da arte, da história do cinema. o que veio em seguida com monstros aleatórios foi tão abobado.
torci aparecesse o rei dos ícones, demorou mas veio na hora devida na primeira e última cena dos créditos.
O Afinador
3.5 40 Assista Agorafiquei caçando "o brilho nos olhos" que não vinha, o filme soube apresentar aos poucos os fatos que fazem o presente sofrível de Niki, vamos acompanhando o quão mais difícil idealizar um futuro diferente - implora cada novo cliente seja de outra realidade, ambientes de realidades superiores, ele procurou alcançar voos que o tire pé do chão por sinais gentis e tentadores em oportunidades pra retribuir quem apoiou, uma estranha que se surpreende e admira de graça seu trabalho e talento, um estranho que pensa em si e seu bando e oferece benefícios que qualquer um iria aceitar usando seu dom... tentação se jogar nos desafios, gritando nos poros o som que bloqueia e os que despertam seus incômodos, implora por adrenalina para viver e ser visto além do sentido aguçado... o choque de realidade veio em rasteiras avassaladoras, o impacto da tela preta foi o tempo que percebi segurando a respiração com a mão na boca... a última fala foi respiro após o gás todo expelido na intensidade e sensibilidade ao som através do sonho reestabelecido.
ele sabe que não é inocente, nem vítima, muito menos agente causador... um retrato do ser perdido, ainda tentando se encontrar de volta... não muito diferente de alguém no dia a dia tentando sobreviver sob pressões intrapessoal e interpessoais.
não exige do espectador entender de afinação/notas musicais, quem conhece é um mimo saindo na frente.
o renascer parece trazer o que não vimos: o brilho nos olhos.
Quinze Dias
3.7 110 Assista Agoracomeça alto nível com ironias e verdades, que sabor!
furada o favor pagar por regar planta a um encosto em 15 dias kkk eu mandaria pra casa dos parentes ou colônia de férias ou mais uma mala pra viagem dos pais.
a mãe já sendo fofa com a visita mala, que raiva viu.
feito bem solar-real nos dramas e contrapontos, fofo, digo de pesado no sentido mais radical que propõe hehe
ator faz o Felipe passa a vontade, curtindo no papel.
citação ao padre da Fleabag confirma nunca foi bobinho o Felipe kkk
reflexões e diversão garantida.
cena final arrebatadora, a trilha não consegui tirar nem nos créditos - chorrindo.
Centauro
3.4 3não saiu da mente "esse cara lembra o Kevin (James McAvoy) do Fragmentado" não sosseguei até ver se era o mesmo.
gostei maior parte do filme, principalmente jogos de poder, sedução, suspense pairavam nos olhares e atitudes.
chegou no plot twist não colou tanto, depois foi típicas cenas de ação que senti no velozes e furiosos e ficou nisso, chatão.
baixas não convencem:
2 horas de perseguiçãode carro, que sacada genial de burros os caras pra cima dele hein... ela virou a bebida suspeita no banco, tapete e nenhum momento ele percebe???... ela conectar bluetooth e pedir pra carregar é deixar margem pra criar suspeitas de volta fia kkk... a mãe grávida de quem? acho que dormi na justificativa.
o diálogo final ri de raiva e nervoso hehe
O Convite
3.9 335 Assista Agoraresponderia eu a Oscar Wilde: "será? bom tentar, espera aí... volto pra confirmar, assinar e reconhecer firma do que disse, ou fico lá na relação pra te contradizer."
O Convite
3.9 335 Assista Agorarecomendo NÃO LEIA A SINOPSE ANTES dá uma quebra na expectativa da narrativa.
que elenco, baita atuações dos 4! palmas ao enquadramento, jogo de cena, diálogos e roteiro!
ao menos 1 oscar tá garantido.
vai de 8 a 80 numa respirada, volta na velocidade da luz, sem perder o fôlego de ponta a ponta.
destaco monólogo do Hawk e o momento de reflexão com a Piña.
cenas sexy estão na função contraponto, as que menos chamam atenção, felizmente.
chegam e vão como tufão, fica o que precisavam.
final não é inovador, nem óbvio, mas pé no chão.
filmaço.